SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 27
Desenvolvimento económico, relações sociais
e poder político nos séculos XII a XIV
• A partir do século XI e até ao século XIII, a Europa viveu, novamente, um
período de alguma paz e de prosperidade económica.
Desenvolvimento económico
• Para isso contribuíram fatores como:
 O fim das invasões dos Muçulmanos, dos Vikings e dos
Húngaros;
 O crescimento demográfico, que conduziu ao
arroteamento e drenagem de terras para
cultivo;
 Os progressos técnicos ocorridos na agricultura e nos
transportes.
Progressos técnicos na agricultura:
 uso, mais frequente, do ferro nos instrumentos agrícolas;
 introdução do sistema de afolhamento trienal de culturas;
 divulgação da nora e dos moinhos de vento;
 generalização do uso da coelheira e da atrelagem em fila;
 utilização de ferraduras nos cascos
dos animais.
Desenvolvimento económico
Progressos técnicos nos transportes marítimos:
 novas técnicas de construção naval;
 utilização do leme fixo à popa;
 utilização de novos instrumentos como a
bússola, o astrolábio e as cartas de marear.
Desenvolvimento económico
Crescimento populacional
0
20
40
60
80
1000
1100
1200
1300
42 48
61
73
0.4
1
1.5
EUROPA PORTUGAL
 Melhoria da alimentação e diminuição das fomes e epidemias devido ao
aumento da produção decorrente dos progressos técnicos agrícolas
 Diminuição dos conflitos militares com o fim das invasões
 Melhoria nas condições climatéricas
EM RESUMO
Clima de paz Progressos técnicos
Aumento da produção agrícola
Crescimento demográfico
Ocupação de novos espaços
• O aumento da produção, ao possibilitar a acumulação de excedentes,
conduziu ao desenvolvimento do comércio e à generalização do uso de
moeda, a qual facilitou as trocas comerciais.
• Surgem ainda os cambistas e novas formas de pagamento como os cheques
ou as letras de câmbio.
• Na Idade Média, o comércio fazia-se, principalmente, em dois locais:
mercados e feiras.
Desenvolvimento económico
Desenvolvimento económico
Mercados Feiras
 Realizavam-se uma ou mais vezes por
ano e duravam alguns dias;
 Compra/venda de produtos
diversificados e com diferentes
origens;
 Frequentadas pela população da
região, de locais distantes e até do
estrangeiro, com segurança garantida
(Paz de Feira);
 Criadas por reis e senhores através da
carta de feira. Por vezes, eram isentas
de pagamentos – Feiras Francas.
 Periodicidade – diária, semanal,
quinzenal ou mensal;
 Frequentados pela população que
residia nas proximidades onde se
realizava;
 Compra/venda de produtos para
consumo imediato.
Ressurgimento das cidades
• A reanimação dos antigos burgos favoreceu o aparecimento de novas
cidades e a reanimação de antigos centros urbanos. Favoreceu ainda o surgir
de um novo grupo social, ligado ao comércio – a Burguesia.
• As cidades encontravam-se definidas e delimitadas por uma cinta protetora:
a muralha.
• O espaço urbano era irregular, uma vez que resultava de sucessivos
acrescentos.
• Em Portugal, no período da Reconquista Cristã, os reis doaram terras à
nobreza – senhorios laicos – e ao clero –senhorios eclesiásticos, como forma
de recompensar estes grupos sociais pelos serviços prestados.
• Nos domínios senhoriais, os nobres e o clero possuíam amplos poderes:
• exercício da justiça sobre os camponeses, (à exceção da justiça suprema
que, na península Ibérica, pertencia ao rei);
• isenção de impostos;
• leis próprias e direito de asilo (só o clero).
Relações sociais e poder político
Relações sociais e poder político
• O território sob ocupação cristã encontra-se organizado em:
• terras reguengas – terras conquistadas e pertencentes ao monarca.
Normalmente são administradas por funcionários públicos e
exploradas por reguengueiros ou por foreiros.
• concelhos rurais e urbanos. Os primeiros correspondiam a zonas
habitadas por um pequeno número de povoadores (geralmente
peões), que dispunham de uma organização rudimentar e de pouca
autonomia.
Relações sociais e poder político
• senhorios eclesiásticos – coutos. Nascem
de uma doação régia que atribui os
poderes públicos numa região limitada a
uma autoridade eclesiástica. Nos coutos, a
reserva era apelidada de granja.
• senhorios nobres - honras. Em Portugal, as
honras eram constituídas pelas Quintãs – a
reserva – e pelos casais – os mansos.
Relações sociais e poder político
Quem criava
os concelhos
Principais objetivos
da criação de
concelhos
Documento que
estabelecia a criação de
concelhos
Órgão de
poder do
Concelho
Representantes
da autoridade
real no concelho
Reis e
senhores.
Promover o
povoamento e a
defesa dos
territórios
conquistados.
Carta de foral
(documento que
estabelecia os direitos,
como a eleição dos que
iam exercer o poder no
concelho, e os deveres,
como o pagamento de
impostos, dos seus
habitantes,normalmente
designados por vizinhos).
Assembleia
de Homens-
bons.
Alcaide e juízes
de fora.
Relações sociais e poder político
Principais magistrados concelhios e as suas funções
Juiz Administrava a justiça
Almotacé
Assegurava o abastecimento e a limpeza da vila ou cidade.
Fiscalizava os preços e as medidas utilizadas no comércio.
Mordomo Administrava os bens dos concelhos e cobrava rendas.
Alcaide
Representante do rei para o governo militar do território,
estabelecia a ligação entre este e o concelho.
Almoxarife
Funcionário do rei que cobrava rendas e impostos devidos à
coroa.
• Em Portugal, nos primeiros tempos da monarquia, o rei governava o país com
o auxílio da Cúria Régia.
Poder político nos séculos XII a XIV
Até meados do século XIII
Rei
Senhores da
nobreza e do clero
Membros da
família real
Funcionários
Cúria Régia
(aconselha o rei)
Nomeia
15
• A partir de meados do século XIII, a Cúria Régia deu origem a duas
instituições: o Conselho do Rei e as Cortes.
Poder político nos séculos XII a XIV
Depois de meados do século XIII
ReiConselho do rei
Órgão permanente formado por
funcionários e senhores da
Corte que ajudavam o rei na
governação do país.
Cortes
Órgão consultivo que só reunia por
decisão do rei. Nas cortes
participavam senhores do clero, da
nobreza e, a partir de 1254
representantes do povo.
AconselhamNomeia
• Os reis portugueses, a partir de Afonso II, procuraram evitar ou punir os abusos
do clero e da nobreza. Assim, ordenaram a realização de Confirmações e
Inquirições e publicaram Leis de Desamortização.
Poder político nos séculos XII a XIV
Visavam conhecer as terras e
os direitos que pertenciam ao
rei e que poderiam ter sido
usurpados indevidamente.
Proibição de as ordens
religiosas e os mosteiros
comprarem propriedades ou
herdarem-nas.
Tinham por objetivo
confirmar a legalidade da
posse de propriedades, por
parte do clero e da nobreza.
ConfirmaçõesInquirições Leis de Desamortização
• Nos séculos XIII e XIV, verificou-se um grande desenvolvimento do
comércio na Europa. França, Inglaterra, Flandres, a região do vale do
Reno e o norte de Itália eram as principais regiões comerciais
europeias.
Desenvolvimento económico, relações sociais
e poder político nos séculos XII a XIV
Desenvolvimento económico
Onde? Produtos Produzidos Regiões c/ que comercializam Produtos que entram no
circuito
Flandres
Noroeste
Europeu
(Bruges)
Indústria de Lanifícios
Inglaterra e Escócia
Báltico (Hansa)
Cidades Italianas
Península Ibérica
Lã
Peles, cera e madeira, …
Especiarias, Ouro
Sal, Azeite
Liga Hanseática
Norte da
Alemanha e
Báltico
---
Controlavam todas as trocas no
Báltico e Norte
Rússia, Noruega
França
Inglaterra
Mediterrâneo
Flandres
Cereais, peles, madeira…
Vinho e Sal
Lã
Azeite
Tecidos
Cidades do
Norte de Itália
Veneza
Génova
Pisa…
Indústria têxtil e do vidro
Dominavam o comércio cristão
do Mediterrânio
Ásia Menor
Síria
Egito
Europa
Especiarias, Tecidos, Pérolas,
Pedras Preciosas,…
Feiras de
Champagne
A norte da
Liga e a sul
das cidades
Italianas
---
Nelas paravam os comerciantes
do Norte flamengo e do Sul
Italiano
Todo o tipo de produtos
• Portugal, devido à sua
localização geográfica, teve
um papel importante na
ligação entre as principais
regiões de comércio
europeias.
• O porto de Lisboa era um
local muito concorrido por
barcos e mercadores de
diferentes origens.
Desenvolvimento económico, relações sociais
e poder político nos séculos XII a XIV
Desenvolvimento económico, relações sociais
e poder político nos séculos XII a XIV
Exportações Importações
sal, peixe seco,
mel, vinho, azeite,
cera e cortiça.
cereais, tecidos,
metais, armas,
especiarias e artigos
de luxo.
Medidas de apoio ao comércio:
1. reorganização da armada portuguesa,
2. criação da Bolsa dos Mercadores e da
Companhia das Naus,
3. utilização de madeiras das matas da
Coroa.
A CULTURA NOS SÉC. XII a XIV
As ordens mendicantes
• Estas Ordens Religiosas foram fundadas no século XIII. Viviam nas cidades, onde
pregavam os princípios do Cristianismo. Ficaram conhecidas por mendicantes
porque mendigavam, ou seja, pediam esmolas para a sua subsistência e para
ajudar os pobres.
Os Franciscanos
 Pela regra franciscana, estes frades
não podiam ter nada de seu. Eram
contra o luxo e a riqueza.
 Esta Ordem Religiosa foi fundada
por S. Francisco de Assis, em
1209.
 S. Francisco pregava o amor a todos,
incluindo os animais.
 Um dos Franciscanos mais famosos foi
Santo António de Lisboa que deixou
esta cidade para se juntar a S.
Francisco, em Itália, acabando por
morrer em Pádua.
Os Dominicanos
 Os frades desta Ordem dedicavam-se
ao estudo, ao ensino e à pregação.
 Esta Ordem Religiosa foi
fundada por S. Domingos de
Gusmão, em 1215.
 Defensores dos princípios cristãos
combateram, com grande rigor, todos
aqueles que não os respeitavam.
 Um dos Dominicanos mais famosos foi
S. Tomás de Aquino, um dos grandes
filósofos da Idade Média.
Cultura
Clero Povo
Cultura religiosa e erudita
Nobreza
Cultura monástica Cultura cortesã Cultura popular
Cultura de transmissão oral
Difundida de pais para filhosDifundida nas escolas monacais
e catedralícias para futuros
clérigos
Difundida por jograis e
trovadores
Cultura palaciana e de
corte
Saber ligado à Bíblia e a obras de
autores gregos, latinos, árabes e
judeus
Saber ligado à poesia
trovadoresca, romances de
cavalaria, crónicas e livros de
linhagem
Saber ligado à tradição e
costumes: provérbios, contos,
cantigas, festividades religiosas
Universidades
Artes liberais ou
preparatórias
Medicina Direito Teologia
Trivium Quadrivium Concluídas as artes liberais, o estudante já estava em
condições de realizar estudos mais específicos,
matriculando-se na faculdade. A duração e o plano de
estudos de variavam de acordo com o curso e o grau
pretendido: licenciatura ou doutoramento.
Gramática
Retórica
Lógica
Aritmética
Astronomia
Geometria
Música
Duração: 4 a 5 anos Duração: 6 a 9 anos
D . Dinis, fundou a 1ª universidade
em Lisboa, no ano de 1290.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Roma apresentação 1
Roma apresentação 1Roma apresentação 1
Roma apresentação 1Vítor Santos
 
Portugal medieval
Portugal medievalPortugal medieval
Portugal medievalcattonia
 
A identidade civilizacional da Europa Ocidental: a fragilidade do equilíbrio ...
A identidade civilizacional da Europa Ocidental: a fragilidade do equilíbrio ...A identidade civilizacional da Europa Ocidental: a fragilidade do equilíbrio ...
A identidade civilizacional da Europa Ocidental: a fragilidade do equilíbrio ...Núcleo de Estágio ESL 2014-2015
 
A identidade civilizacional da Europa Ocidental
A identidade civilizacional da Europa OcidentalA identidade civilizacional da Europa Ocidental
A identidade civilizacional da Europa OcidentalSusana Simões
 
3. O Modelo Romano - o culto a Roma e ao imperador; a codificação do direito
3. O Modelo Romano - o culto a Roma e ao imperador; a codificação do direito3. O Modelo Romano - o culto a Roma e ao imperador; a codificação do direito
3. O Modelo Romano - o culto a Roma e ao imperador; a codificação do direitoNúcleo de Estágio ESL 2014-2015
 
Romanização da Península Ibérica
Romanização da Península IbéricaRomanização da Península Ibérica
Romanização da Península IbéricaPatricia .
 
Civilização romana
Civilização romanaCivilização romana
Civilização romanabamp
 
Romanização da Península Ibérica
Romanização da Península IbéricaRomanização da Península Ibérica
Romanização da Península IbéricaCarlos Vieira
 
MÓDULO II- 10º ANO- Idade média: reconquista
MÓDULO II- 10º ANO-  Idade média: reconquistaMÓDULO II- 10º ANO-  Idade média: reconquista
MÓDULO II- 10º ANO- Idade média: reconquistaCarina Vale
 
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIV
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIVPortugal no contexto europeu do Século XII a XIV
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIVCarlos Vieira
 
Poder Senhorial
Poder SenhorialPoder Senhorial
Poder Senhorialjorgina8
 
O espaço português: da formação à fixação do território
O espaço português: da formação à fixação do territórioO espaço português: da formação à fixação do território
O espaço português: da formação à fixação do territórioSusana Simões
 
A Crise do Séc. XIV
A Crise do Séc. XIVA Crise do Séc. XIV
A Crise do Séc. XIVCarlos Vieira
 
País urbano concelhio módulo II-10 º ANO
País urbano concelhio  módulo II-10 º ANOPaís urbano concelhio  módulo II-10 º ANO
País urbano concelhio módulo II-10 º ANOCarina Vale
 
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - A unidade da crença
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - A unidade da crençaA identidade civilizacional da Europa Ocidental - A unidade da crença
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - A unidade da crençaNúcleo de Estágio ESL 2014-2015
 
Modelo romano parte 1
Modelo romano   parte 1Modelo romano   parte 1
Modelo romano parte 1cattonia
 
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades...
 A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades... A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades...
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades...Núcleo de Estágio ESL 2014-2015
 
A identidade civilizacional da europa ocidental
A identidade civilizacional da europa ocidentalA identidade civilizacional da europa ocidental
A identidade civilizacional da europa ocidentalVítor Santos
 
A Expansão marítima
A Expansão marítimaA Expansão marítima
A Expansão marítimacattonia
 

Mais procurados (20)

Roma apresentação 1
Roma apresentação 1Roma apresentação 1
Roma apresentação 1
 
Portugal medieval
Portugal medievalPortugal medieval
Portugal medieval
 
A identidade civilizacional da Europa Ocidental: a fragilidade do equilíbrio ...
A identidade civilizacional da Europa Ocidental: a fragilidade do equilíbrio ...A identidade civilizacional da Europa Ocidental: a fragilidade do equilíbrio ...
A identidade civilizacional da Europa Ocidental: a fragilidade do equilíbrio ...
 
A identidade civilizacional da Europa Ocidental
A identidade civilizacional da Europa OcidentalA identidade civilizacional da Europa Ocidental
A identidade civilizacional da Europa Ocidental
 
3. O Modelo Romano - o culto a Roma e ao imperador; a codificação do direito
3. O Modelo Romano - o culto a Roma e ao imperador; a codificação do direito3. O Modelo Romano - o culto a Roma e ao imperador; a codificação do direito
3. O Modelo Romano - o culto a Roma e ao imperador; a codificação do direito
 
Poder régio
Poder régioPoder régio
Poder régio
 
Romanização da Península Ibérica
Romanização da Península IbéricaRomanização da Península Ibérica
Romanização da Península Ibérica
 
Civilização romana
Civilização romanaCivilização romana
Civilização romana
 
Romanização da Península Ibérica
Romanização da Península IbéricaRomanização da Península Ibérica
Romanização da Península Ibérica
 
MÓDULO II- 10º ANO- Idade média: reconquista
MÓDULO II- 10º ANO-  Idade média: reconquistaMÓDULO II- 10º ANO-  Idade média: reconquista
MÓDULO II- 10º ANO- Idade média: reconquista
 
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIV
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIVPortugal no contexto europeu do Século XII a XIV
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIV
 
Poder Senhorial
Poder SenhorialPoder Senhorial
Poder Senhorial
 
O espaço português: da formação à fixação do território
O espaço português: da formação à fixação do territórioO espaço português: da formação à fixação do território
O espaço português: da formação à fixação do território
 
A Crise do Séc. XIV
A Crise do Séc. XIVA Crise do Séc. XIV
A Crise do Séc. XIV
 
País urbano concelhio módulo II-10 º ANO
País urbano concelhio  módulo II-10 º ANOPaís urbano concelhio  módulo II-10 º ANO
País urbano concelhio módulo II-10 º ANO
 
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - A unidade da crença
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - A unidade da crençaA identidade civilizacional da Europa Ocidental - A unidade da crença
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - A unidade da crença
 
Modelo romano parte 1
Modelo romano   parte 1Modelo romano   parte 1
Modelo romano parte 1
 
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades...
 A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades... A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades...
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades...
 
A identidade civilizacional da europa ocidental
A identidade civilizacional da europa ocidentalA identidade civilizacional da europa ocidental
A identidade civilizacional da europa ocidental
 
A Expansão marítima
A Expansão marítimaA Expansão marítima
A Expansão marítima
 

Semelhante a Séc. xii a xiv

Portugal no contexto europeu do Século XII a XIV
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIVPortugal no contexto europeu do Século XII a XIV
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIVCarlos Vieira
 
Importância das feiras 7ºano
Importância das feiras 7ºanoImportância das feiras 7ºano
Importância das feiras 7ºanoBeatrizMarques25
 
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIV
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIVPortugal no contexto europeu do Século XII a XIV
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIVCarlos Vieira
 
Guia de estudo n.º3 A Europa nos séculos XIII e XIV 1516
Guia de estudo n.º3 A Europa nos séculos XIII e XIV 1516Guia de estudo n.º3 A Europa nos séculos XIII e XIV 1516
Guia de estudo n.º3 A Europa nos séculos XIII e XIV 1516Laboratório de História
 
Portugal no século xiii ambiente natural e os grupos sociais - muito completo
Portugal no século xiii   ambiente natural e os grupos sociais - muito completoPortugal no século xiii   ambiente natural e os grupos sociais - muito completo
Portugal no século xiii ambiente natural e os grupos sociais - muito completocapell18
 
Quotidiano na idade média
Quotidiano na idade médiaQuotidiano na idade média
Quotidiano na idade médiaAnabela Sobral
 
Concelhos e cortes - séculos XIII e XIV
Concelhos e cortes - séculos XIII e XIVConcelhos e cortes - séculos XIII e XIV
Concelhos e cortes - séculos XIII e XIVCátia Botelho
 
7º ano - HISTÓRIA 1 - Slides. smileleiva
7º ano - HISTÓRIA 1 - Slides. smileleiva7º ano - HISTÓRIA 1 - Slides. smileleiva
7º ano - HISTÓRIA 1 - Slides. smileleivaEdna Calderaro
 
Feudalismo- Baixa Idade Média
Feudalismo- Baixa Idade MédiaFeudalismo- Baixa Idade Média
Feudalismo- Baixa Idade MédiaValeria Kosicki
 
Feudalimo Baixa Idade Média
Feudalimo Baixa Idade MédiaFeudalimo Baixa Idade Média
Feudalimo Baixa Idade MédiaEdenilson Morais
 
1º ano - transição da idade média para a idade moderna
1º ano - transição da idade média para a idade moderna1º ano - transição da idade média para a idade moderna
1º ano - transição da idade média para a idade modernaDaniel Alves Bronstrup
 
A identidade civilizacional da europa ocidental e o espaço português a conso...
A identidade civilizacional da europa ocidental e o espaço português  a conso...A identidade civilizacional da europa ocidental e o espaço português  a conso...
A identidade civilizacional da europa ocidental e o espaço português a conso...Henrique Rodrigues
 
Portugal no século xIII reformulado acordo ortográfico
Portugal no século xIII reformulado acordo ortográficoPortugal no século xIII reformulado acordo ortográfico
Portugal no século xIII reformulado acordo ortográficoAna Pereira
 
Aula 2 hist em
Aula 2   hist emAula 2   hist em
Aula 2 hist emWalney M.F
 
Ceep resumo2ªfeudal brasilcolônia2011
Ceep resumo2ªfeudal brasilcolônia2011Ceep resumo2ªfeudal brasilcolônia2011
Ceep resumo2ªfeudal brasilcolônia2011andrecarlosocosta
 
O quadro económico e demográfico xii xiv
O quadro económico e demográfico xii xivO quadro económico e demográfico xii xiv
O quadro económico e demográfico xii xivcattonia
 

Semelhante a Séc. xii a xiv (20)

H8 últimos conteúdos do 7 º ano
H8 últimos conteúdos do 7 º anoH8 últimos conteúdos do 7 º ano
H8 últimos conteúdos do 7 º ano
 
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIV
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIVPortugal no contexto europeu do Século XII a XIV
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIV
 
Importância das feiras 7ºano
Importância das feiras 7ºanoImportância das feiras 7ºano
Importância das feiras 7ºano
 
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIV
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIVPortugal no contexto europeu do Século XII a XIV
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIV
 
Guia de estudo n.º3 A Europa nos séculos XIII e XIV 1516
Guia de estudo n.º3 A Europa nos séculos XIII e XIV 1516Guia de estudo n.º3 A Europa nos séculos XIII e XIV 1516
Guia de estudo n.º3 A Europa nos séculos XIII e XIV 1516
 
Portugal no século xiii ambiente natural e os grupos sociais - muito completo
Portugal no século xiii   ambiente natural e os grupos sociais - muito completoPortugal no século xiii   ambiente natural e os grupos sociais - muito completo
Portugal no século xiii ambiente natural e os grupos sociais - muito completo
 
Quotidiano na idade média
Quotidiano na idade médiaQuotidiano na idade média
Quotidiano na idade média
 
Concelhos e cortes - séculos XIII e XIV
Concelhos e cortes - séculos XIII e XIVConcelhos e cortes - séculos XIII e XIV
Concelhos e cortes - séculos XIII e XIV
 
A Crise do Feudalismo
A Crise do FeudalismoA Crise do Feudalismo
A Crise do Feudalismo
 
7º ano - HISTÓRIA 1 - Slides. smileleiva
7º ano - HISTÓRIA 1 - Slides. smileleiva7º ano - HISTÓRIA 1 - Slides. smileleiva
7º ano - HISTÓRIA 1 - Slides. smileleiva
 
Feudalismo- Baixa Idade Média
Feudalismo- Baixa Idade MédiaFeudalismo- Baixa Idade Média
Feudalismo- Baixa Idade Média
 
Feudalimo Baixa Idade Média
Feudalimo Baixa Idade MédiaFeudalimo Baixa Idade Média
Feudalimo Baixa Idade Média
 
1º ano - transição da idade média para a idade moderna
1º ano - transição da idade média para a idade moderna1º ano - transição da idade média para a idade moderna
1º ano - transição da idade média para a idade moderna
 
A identidade civilizacional da europa ocidental e o espaço português a conso...
A identidade civilizacional da europa ocidental e o espaço português  a conso...A identidade civilizacional da europa ocidental e o espaço português  a conso...
A identidade civilizacional da europa ocidental e o espaço português a conso...
 
Portugal no século xIII reformulado acordo ortográfico
Portugal no século xIII reformulado acordo ortográficoPortugal no século xIII reformulado acordo ortográfico
Portugal no século xIII reformulado acordo ortográfico
 
Aula 2 hist em
Aula 2   hist emAula 2   hist em
Aula 2 hist em
 
Concelhos 2
Concelhos 2Concelhos 2
Concelhos 2
 
Ceep resumo2ªfeudal brasilcolônia2011
Ceep resumo2ªfeudal brasilcolônia2011Ceep resumo2ªfeudal brasilcolônia2011
Ceep resumo2ªfeudal brasilcolônia2011
 
Idade Média
Idade MédiaIdade Média
Idade Média
 
O quadro económico e demográfico xii xiv
O quadro económico e demográfico xii xivO quadro económico e demográfico xii xiv
O quadro económico e demográfico xii xiv
 

Mais de cattonia

Deseq regionais.pptx
Deseq regionais.pptxDeseq regionais.pptx
Deseq regionais.pptxcattonia
 
arte portuguesa.ppsx
arte portuguesa.ppsxarte portuguesa.ppsx
arte portuguesa.ppsxcattonia
 
A reinvenção das formas.ppsx
A reinvenção das formas.ppsxA reinvenção das formas.ppsx
A reinvenção das formas.ppsxcattonia
 
A produção cultural renascentista.pptx
A produção cultural renascentista.pptxA produção cultural renascentista.pptx
A produção cultural renascentista.pptxcattonia
 
Era digital
Era digitalEra digital
Era digitalcattonia
 
A revolução francesa
A revolução francesaA revolução francesa
A revolução francesacattonia
 
O alargamento do conhec do mundo
O alargamento do conhec do mundoO alargamento do conhec do mundo
O alargamento do conhec do mundocattonia
 
2. o espaço português
2. o espaço português2. o espaço português
2. o espaço portuguêscattonia
 
Mercantilismo português
Mercantilismo portuguêsMercantilismo português
Mercantilismo portuguêscattonia
 
3. hesitações do crescimento
3. hesitações do crescimento3. hesitações do crescimento
3. hesitações do crescimentocattonia
 
1. a identidade civilizacional da europa
1. a identidade civilizacional da europa1. a identidade civilizacional da europa
1. a identidade civilizacional da europacattonia
 
Globalização
GlobalizaçãoGlobalização
Globalizaçãocattonia
 
Hegemonia inglesa
Hegemonia inglesaHegemonia inglesa
Hegemonia inglesacattonia
 
1. uma europa a dois ritmos
1. uma europa a dois ritmos1. uma europa a dois ritmos
1. uma europa a dois ritmoscattonia
 
Constr do social ii
Constr do social iiConstr do social ii
Constr do social iicattonia
 
A constr do social
A constr do socialA constr do social
A constr do socialcattonia
 
Apos a guerra fria
Apos a guerra friaApos a guerra fria
Apos a guerra friacattonia
 

Mais de cattonia (20)

Deseq regionais.pptx
Deseq regionais.pptxDeseq regionais.pptx
Deseq regionais.pptx
 
arte portuguesa.ppsx
arte portuguesa.ppsxarte portuguesa.ppsx
arte portuguesa.ppsx
 
A reinvenção das formas.ppsx
A reinvenção das formas.ppsxA reinvenção das formas.ppsx
A reinvenção das formas.ppsx
 
A produção cultural renascentista.pptx
A produção cultural renascentista.pptxA produção cultural renascentista.pptx
A produção cultural renascentista.pptx
 
Era digital
Era digitalEra digital
Era digital
 
Família
FamíliaFamília
Família
 
A revolução francesa
A revolução francesaA revolução francesa
A revolução francesa
 
O alargamento do conhec do mundo
O alargamento do conhec do mundoO alargamento do conhec do mundo
O alargamento do conhec do mundo
 
2. o espaço português
2. o espaço português2. o espaço português
2. o espaço português
 
Mercantilismo português
Mercantilismo portuguêsMercantilismo português
Mercantilismo português
 
3. hesitações do crescimento
3. hesitações do crescimento3. hesitações do crescimento
3. hesitações do crescimento
 
1. a identidade civilizacional da europa
1. a identidade civilizacional da europa1. a identidade civilizacional da europa
1. a identidade civilizacional da europa
 
Globalização
GlobalizaçãoGlobalização
Globalização
 
Hegemonia inglesa
Hegemonia inglesaHegemonia inglesa
Hegemonia inglesa
 
Trabalho
TrabalhoTrabalho
Trabalho
 
1. uma europa a dois ritmos
1. uma europa a dois ritmos1. uma europa a dois ritmos
1. uma europa a dois ritmos
 
Roma
RomaRoma
Roma
 
Constr do social ii
Constr do social iiConstr do social ii
Constr do social ii
 
A constr do social
A constr do socialA constr do social
A constr do social
 
Apos a guerra fria
Apos a guerra friaApos a guerra fria
Apos a guerra fria
 

Último

02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdfJorge Andrade
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasCassio Meira Jr.
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfIedaGoethe
 
A Arte de Escrever Poemas - Dia das Mães
A Arte de Escrever Poemas - Dia das MãesA Arte de Escrever Poemas - Dia das Mães
A Arte de Escrever Poemas - Dia das MãesMary Alvarenga
 
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfCurrículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfIedaGoethe
 
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfUFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfManuais Formação
 
Habilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e EspecíficasHabilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e EspecíficasCassio Meira Jr.
 
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresLilianPiola
 
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptxA experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptxfabiolalopesmartins1
 
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxIsabellaGomes58
 
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 anoAdelmaTorres2
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfEditoraEnovus
 
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptxATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptxOsnilReis1
 
Intolerância religiosa. Trata-se de uma apresentação sobre o respeito a diver...
Intolerância religiosa. Trata-se de uma apresentação sobre o respeito a diver...Intolerância religiosa. Trata-se de uma apresentação sobre o respeito a diver...
Intolerância religiosa. Trata-se de uma apresentação sobre o respeito a diver...LizanSantos1
 
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundogeografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundonialb
 
trabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduratrabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduraAdryan Luiz
 
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISPrática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISVitor Vieira Vasconcelos
 
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalGerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalJacqueline Cerqueira
 

Último (20)

02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
 
A Arte de Escrever Poemas - Dia das Mães
A Arte de Escrever Poemas - Dia das MãesA Arte de Escrever Poemas - Dia das Mães
A Arte de Escrever Poemas - Dia das Mães
 
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfCurrículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
 
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfUFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
 
Habilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e EspecíficasHabilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e Específicas
 
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
 
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptxA experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
 
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
 
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
 
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptxATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
 
Intolerância religiosa. Trata-se de uma apresentação sobre o respeito a diver...
Intolerância religiosa. Trata-se de uma apresentação sobre o respeito a diver...Intolerância religiosa. Trata-se de uma apresentação sobre o respeito a diver...
Intolerância religiosa. Trata-se de uma apresentação sobre o respeito a diver...
 
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundogeografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
 
trabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduratrabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditadura
 
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
 
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISPrática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
 
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalGerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
 

Séc. xii a xiv

  • 1. Desenvolvimento económico, relações sociais e poder político nos séculos XII a XIV
  • 2. • A partir do século XI e até ao século XIII, a Europa viveu, novamente, um período de alguma paz e de prosperidade económica. Desenvolvimento económico • Para isso contribuíram fatores como:  O fim das invasões dos Muçulmanos, dos Vikings e dos Húngaros;  O crescimento demográfico, que conduziu ao arroteamento e drenagem de terras para cultivo;  Os progressos técnicos ocorridos na agricultura e nos transportes.
  • 3. Progressos técnicos na agricultura:  uso, mais frequente, do ferro nos instrumentos agrícolas;  introdução do sistema de afolhamento trienal de culturas;  divulgação da nora e dos moinhos de vento;  generalização do uso da coelheira e da atrelagem em fila;  utilização de ferraduras nos cascos dos animais. Desenvolvimento económico
  • 4. Progressos técnicos nos transportes marítimos:  novas técnicas de construção naval;  utilização do leme fixo à popa;  utilização de novos instrumentos como a bússola, o astrolábio e as cartas de marear. Desenvolvimento económico
  • 5. Crescimento populacional 0 20 40 60 80 1000 1100 1200 1300 42 48 61 73 0.4 1 1.5 EUROPA PORTUGAL  Melhoria da alimentação e diminuição das fomes e epidemias devido ao aumento da produção decorrente dos progressos técnicos agrícolas  Diminuição dos conflitos militares com o fim das invasões  Melhoria nas condições climatéricas
  • 6. EM RESUMO Clima de paz Progressos técnicos Aumento da produção agrícola Crescimento demográfico Ocupação de novos espaços
  • 7. • O aumento da produção, ao possibilitar a acumulação de excedentes, conduziu ao desenvolvimento do comércio e à generalização do uso de moeda, a qual facilitou as trocas comerciais. • Surgem ainda os cambistas e novas formas de pagamento como os cheques ou as letras de câmbio. • Na Idade Média, o comércio fazia-se, principalmente, em dois locais: mercados e feiras. Desenvolvimento económico
  • 8. Desenvolvimento económico Mercados Feiras  Realizavam-se uma ou mais vezes por ano e duravam alguns dias;  Compra/venda de produtos diversificados e com diferentes origens;  Frequentadas pela população da região, de locais distantes e até do estrangeiro, com segurança garantida (Paz de Feira);  Criadas por reis e senhores através da carta de feira. Por vezes, eram isentas de pagamentos – Feiras Francas.  Periodicidade – diária, semanal, quinzenal ou mensal;  Frequentados pela população que residia nas proximidades onde se realizava;  Compra/venda de produtos para consumo imediato.
  • 9. Ressurgimento das cidades • A reanimação dos antigos burgos favoreceu o aparecimento de novas cidades e a reanimação de antigos centros urbanos. Favoreceu ainda o surgir de um novo grupo social, ligado ao comércio – a Burguesia. • As cidades encontravam-se definidas e delimitadas por uma cinta protetora: a muralha. • O espaço urbano era irregular, uma vez que resultava de sucessivos acrescentos.
  • 10. • Em Portugal, no período da Reconquista Cristã, os reis doaram terras à nobreza – senhorios laicos – e ao clero –senhorios eclesiásticos, como forma de recompensar estes grupos sociais pelos serviços prestados. • Nos domínios senhoriais, os nobres e o clero possuíam amplos poderes: • exercício da justiça sobre os camponeses, (à exceção da justiça suprema que, na península Ibérica, pertencia ao rei); • isenção de impostos; • leis próprias e direito de asilo (só o clero). Relações sociais e poder político
  • 11. Relações sociais e poder político • O território sob ocupação cristã encontra-se organizado em: • terras reguengas – terras conquistadas e pertencentes ao monarca. Normalmente são administradas por funcionários públicos e exploradas por reguengueiros ou por foreiros. • concelhos rurais e urbanos. Os primeiros correspondiam a zonas habitadas por um pequeno número de povoadores (geralmente peões), que dispunham de uma organização rudimentar e de pouca autonomia.
  • 12. Relações sociais e poder político • senhorios eclesiásticos – coutos. Nascem de uma doação régia que atribui os poderes públicos numa região limitada a uma autoridade eclesiástica. Nos coutos, a reserva era apelidada de granja. • senhorios nobres - honras. Em Portugal, as honras eram constituídas pelas Quintãs – a reserva – e pelos casais – os mansos.
  • 13. Relações sociais e poder político Quem criava os concelhos Principais objetivos da criação de concelhos Documento que estabelecia a criação de concelhos Órgão de poder do Concelho Representantes da autoridade real no concelho Reis e senhores. Promover o povoamento e a defesa dos territórios conquistados. Carta de foral (documento que estabelecia os direitos, como a eleição dos que iam exercer o poder no concelho, e os deveres, como o pagamento de impostos, dos seus habitantes,normalmente designados por vizinhos). Assembleia de Homens- bons. Alcaide e juízes de fora.
  • 14. Relações sociais e poder político Principais magistrados concelhios e as suas funções Juiz Administrava a justiça Almotacé Assegurava o abastecimento e a limpeza da vila ou cidade. Fiscalizava os preços e as medidas utilizadas no comércio. Mordomo Administrava os bens dos concelhos e cobrava rendas. Alcaide Representante do rei para o governo militar do território, estabelecia a ligação entre este e o concelho. Almoxarife Funcionário do rei que cobrava rendas e impostos devidos à coroa.
  • 15. • Em Portugal, nos primeiros tempos da monarquia, o rei governava o país com o auxílio da Cúria Régia. Poder político nos séculos XII a XIV Até meados do século XIII Rei Senhores da nobreza e do clero Membros da família real Funcionários Cúria Régia (aconselha o rei) Nomeia 15
  • 16. • A partir de meados do século XIII, a Cúria Régia deu origem a duas instituições: o Conselho do Rei e as Cortes. Poder político nos séculos XII a XIV Depois de meados do século XIII ReiConselho do rei Órgão permanente formado por funcionários e senhores da Corte que ajudavam o rei na governação do país. Cortes Órgão consultivo que só reunia por decisão do rei. Nas cortes participavam senhores do clero, da nobreza e, a partir de 1254 representantes do povo. AconselhamNomeia
  • 17. • Os reis portugueses, a partir de Afonso II, procuraram evitar ou punir os abusos do clero e da nobreza. Assim, ordenaram a realização de Confirmações e Inquirições e publicaram Leis de Desamortização. Poder político nos séculos XII a XIV Visavam conhecer as terras e os direitos que pertenciam ao rei e que poderiam ter sido usurpados indevidamente. Proibição de as ordens religiosas e os mosteiros comprarem propriedades ou herdarem-nas. Tinham por objetivo confirmar a legalidade da posse de propriedades, por parte do clero e da nobreza. ConfirmaçõesInquirições Leis de Desamortização
  • 18. • Nos séculos XIII e XIV, verificou-se um grande desenvolvimento do comércio na Europa. França, Inglaterra, Flandres, a região do vale do Reno e o norte de Itália eram as principais regiões comerciais europeias. Desenvolvimento económico, relações sociais e poder político nos séculos XII a XIV
  • 19. Desenvolvimento económico Onde? Produtos Produzidos Regiões c/ que comercializam Produtos que entram no circuito Flandres Noroeste Europeu (Bruges) Indústria de Lanifícios Inglaterra e Escócia Báltico (Hansa) Cidades Italianas Península Ibérica Lã Peles, cera e madeira, … Especiarias, Ouro Sal, Azeite Liga Hanseática Norte da Alemanha e Báltico --- Controlavam todas as trocas no Báltico e Norte Rússia, Noruega França Inglaterra Mediterrâneo Flandres Cereais, peles, madeira… Vinho e Sal Lã Azeite Tecidos Cidades do Norte de Itália Veneza Génova Pisa… Indústria têxtil e do vidro Dominavam o comércio cristão do Mediterrânio Ásia Menor Síria Egito Europa Especiarias, Tecidos, Pérolas, Pedras Preciosas,… Feiras de Champagne A norte da Liga e a sul das cidades Italianas --- Nelas paravam os comerciantes do Norte flamengo e do Sul Italiano Todo o tipo de produtos
  • 20. • Portugal, devido à sua localização geográfica, teve um papel importante na ligação entre as principais regiões de comércio europeias. • O porto de Lisboa era um local muito concorrido por barcos e mercadores de diferentes origens. Desenvolvimento económico, relações sociais e poder político nos séculos XII a XIV
  • 21. Desenvolvimento económico, relações sociais e poder político nos séculos XII a XIV Exportações Importações sal, peixe seco, mel, vinho, azeite, cera e cortiça. cereais, tecidos, metais, armas, especiarias e artigos de luxo. Medidas de apoio ao comércio: 1. reorganização da armada portuguesa, 2. criação da Bolsa dos Mercadores e da Companhia das Naus, 3. utilização de madeiras das matas da Coroa.
  • 22. A CULTURA NOS SÉC. XII a XIV
  • 23. As ordens mendicantes • Estas Ordens Religiosas foram fundadas no século XIII. Viviam nas cidades, onde pregavam os princípios do Cristianismo. Ficaram conhecidas por mendicantes porque mendigavam, ou seja, pediam esmolas para a sua subsistência e para ajudar os pobres.
  • 24. Os Franciscanos  Pela regra franciscana, estes frades não podiam ter nada de seu. Eram contra o luxo e a riqueza.  Esta Ordem Religiosa foi fundada por S. Francisco de Assis, em 1209.  S. Francisco pregava o amor a todos, incluindo os animais.  Um dos Franciscanos mais famosos foi Santo António de Lisboa que deixou esta cidade para se juntar a S. Francisco, em Itália, acabando por morrer em Pádua.
  • 25. Os Dominicanos  Os frades desta Ordem dedicavam-se ao estudo, ao ensino e à pregação.  Esta Ordem Religiosa foi fundada por S. Domingos de Gusmão, em 1215.  Defensores dos princípios cristãos combateram, com grande rigor, todos aqueles que não os respeitavam.  Um dos Dominicanos mais famosos foi S. Tomás de Aquino, um dos grandes filósofos da Idade Média.
  • 26. Cultura Clero Povo Cultura religiosa e erudita Nobreza Cultura monástica Cultura cortesã Cultura popular Cultura de transmissão oral Difundida de pais para filhosDifundida nas escolas monacais e catedralícias para futuros clérigos Difundida por jograis e trovadores Cultura palaciana e de corte Saber ligado à Bíblia e a obras de autores gregos, latinos, árabes e judeus Saber ligado à poesia trovadoresca, romances de cavalaria, crónicas e livros de linhagem Saber ligado à tradição e costumes: provérbios, contos, cantigas, festividades religiosas
  • 27. Universidades Artes liberais ou preparatórias Medicina Direito Teologia Trivium Quadrivium Concluídas as artes liberais, o estudante já estava em condições de realizar estudos mais específicos, matriculando-se na faculdade. A duração e o plano de estudos de variavam de acordo com o curso e o grau pretendido: licenciatura ou doutoramento. Gramática Retórica Lógica Aritmética Astronomia Geometria Música Duração: 4 a 5 anos Duração: 6 a 9 anos D . Dinis, fundou a 1ª universidade em Lisboa, no ano de 1290.