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Economia e
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Novos inventos e novas fontes de energia

 A segunda revolução industrial inicia-se também na Inglaterra,
 mas alarga-se a outros locais.
 Surgem novas fontes de energia: petróleo e eletricidade (que
 provocam grandes alterações no quotidiano).
Novos inventos e novas fontes de energia

 Metas a atingir (Rostow – p.30):


   Arranque da industrialização (take off);
   O crescimento como função normal da economia;
   Desenvolvimento e progresso numa cadência regular (maturidade
    da economia);
   Diversificação, que ocorre quando se desenvolve o consumo –
    procura-se o consumo de massas;
   Evolução para uma nova fase da industrialização.
Novos inventos e novas fontes de energia
                  Desenvolvem-se        as      ciências,
                  criando novos equipamentos, que
                  irão contribuir para a expansão
                  industrial    (telégrafo,   motor    de
                  explosão…).
                  Opera-se uma estreita ligação entre
                  a ciência que se desenvolvia e a
                  técnica, cada vez mais necessária.
                  Primazia    da   indústria    química
                  (medicamentos, corantes sintéticos,
                  perfumes…)         e        metalúrgica
                  (trabalho do aço, do cobre…).
Consequências dos processos cumulativos

 Os cientistas patrocinados pela indústria

fizeram progredir a ciência com criações

adaptadas por engenheiros e técnicos;
 Descida dos preços e dos custos de produção;

 Crescimento da produção;

 Aumento dos lucros;

 Concentração empresarial;

 Racionalização do trabalho.
Taylorismo / Fordismo

 Obsessão pela produtividade;

 Automatização das tarefas;

 “Scientific managment”: tarefas
 estandardizadas;
 Aumento dos lucros;

 Linha de produção – trabalho
 em cadeia;
 Salário     em    função     do
 rendimento.
Revolução nos transportes
 A dinamização da produção industrial assenta na
 melhoria dos sistemas de comunicação e transportes:
   implementação      do     sistema   de   MacAdam:   estradas
   macadamizadas (pedra triturada e areia);
   implementação de novas formas de transporte como o
   automóvel, o avião ou mesmo a bicicleta;
   construção de infraestruturas como pontes, terminais, vias
   de acesso, estaleiros...
   desenvolvimento dos sistemas navais e de caminhos de
   ferro.
Revolução nos transportes: naval
Substituição dos clippers (de madeira) pelos steamers;

A aplicação da energia a vapor acelerou a rapidez das
deslocações;
Constituem-se grandes companhias de navegação;
Melhoria das condições dos portos;
Vulgarização das viagens e dos
Barcos a vapor, a nível mundial
(carga, petroleiros, frigoríficos…)
Revolução nos transportes: terrestre
Aparecimento do motor de explosão de Daimler e
desenvolvimento do automóvel (Benz, Ford…).
Revolução nos transportes: aéreo
Primeiras tentativas de voo – Clement Ader (1890);

 Voo de Santos Dumont e dos irmãos Wright;

Conhece a verdadeira expansão na primeira guerra
mundial.
Revolução nos transportes: consequências
 Aumentou a circulação de pessoas, bens e serviços;
 Permitiu a difusão de ideias, novidades e notícias;
 Diminuiu os custos, logo permitiu o incremento das vendas;
 Permitiu o alargamento dos mercados e a expansão do
 consumo;
 Aumentou a oferta de trabalho;
 Facilitou a circulação de matérias-primas e produção;
 Incrementou o sector metalúrgico;
 Desenvolveu as atividades bancárias, pela mobilização de
 capitais;
Revolução nos transportes: consequências

                   Desenvolveu          atividades   e
                   indústrias relacionadas como os
                   transportes;
                   Desenvolveu as zonas industriais;
                   Melhorou a acessibilidade das
                   populações e consequentemente,
                   certas localidades;
                   Permitiu a internacionalização do
                   capital.
Revolução nos campos

O desenvolvimento agrícola iniciado na Inglaterra do séc. XVIII
vai-se alargar a outras zonas: França, Alemanha, EUA…
Interligado à ciência (com todas as experiências ao nível da
seleção de gado e sementes), conduz à expansão da produção;
A Europa Mediterrânea e Oriental permanece mais tradicional e
arcaica;
Nos   países   novos,   como   o   Canadá,   apesar    da   baixa
produtividade, a grande extensão de território permitiu uma
enorme produção.
Revolução nos campos

A agricultura torna-se uma das áreas de maior investimento
para obtenção de lucros – era a fase do capitalismo aplicado aos
campos.
CAPITALISMO RURAL

    Sistema económico em que o capital de investimento resulta dos lucros
obtidos com a exploração rural. O objetivo era a obtenção de lucro que seria
reinvestido na agricultura ou em outras atividades económicas.
  Surge primeiro na Inglaterra do séc. XVIII, em resultado das alterações na
propriedade e dos avanços técnicos que permitiram a eclosão da Revolução
Agrícola.
CAPITALISMO FINANCEIRO


   Desenvolveu-se após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918).
    O capital acumulado nas etapas anteriores precisava de outras atividades,
além da atividade industrial, para ser multiplicado. Foi quando se
desenvolveram os bancos, as bolsas de valores e os grandes grupos
empresariais e se iniciou o processo de concentração de capital.
     A união do capital industrial com o capital de financiamento (bancário)
deu origem ao capital financeiro, que é a própria essência do capitalismo.

Pág. 16/17/18
CAPITALISMO COMERCIAL

    Inspirados na teoria mercantilista, os países colonizadores, através do
comércio com as suas colónias, geraram acumulação de capital, o que
permitiu o desenvolvimento do que muitos consideram o inicio do
verdadeiro capitalismo.
     Capitalismo comercial é assim designado por ter a sua origem no
comércio.
CAPITALISMO INDUSTRIAL

     Esta fase estendeu-se do século XVIII ao XX e foi marcada pela Primeira e
pela Segunda Revolução Industrial e pela partilha da África e da Ásia entre as
potências colonialistas europeias – o imperialismo. A produção industrial
tornou-se a maior fonte de lucro, e o trabalho assalariado passou a ser a
relação típica do capitalismo: quem recebia um salário acabava por ser o
consumidor dos produtos que ajudava a fabricar.
    O trabalho tornou–se uma mercadoria. Aquele que não possuía meios de
produção, nem capital, vendia a sua mercadoria, ou seja, a sua força de
trabalho – proletariado.


Pág. 12
CAPITALISMO FINANCEIRO


  Desenvolveu-se após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918).
  O capital acumulado nas etapas anteriores precisava de outras atividades,
além da atividade industrial, para ser multiplicado. Foi quando se
desenvolveram os bancos, as bolsas de valores e os grandes grupos
empresariais e se iniciou o processo de concentração de capital.
   A união do capital industrial com o capital de financiamento (bancário)
deu origem ao capital financeiro, que é a própria essência do capitalismo.
Livre cambismo e protecionismo
    Até ao 3º quartel do           No 3º quartel do séc.
          séc. XIX                         XIX
 Defendido pelos industriais         Deflagrar dos conflitos
ingleses, que conseguem o          militares;
abandono       das    taxas         Intensificação da rivalidade
alfandegárias;                     económica;
 Conduz a:                         Receio dos agricultores face
   baixa do preço dos bens        à importação de países não
  alimentares;                     europeus;
   facilidade à importação;        Necessidade de aumento das
   acentuar da concorrência,
                                   receitas para custear as
  agravando os efeitos nas
                                   despesas       militares      e
  economias                menos
  desenvolvidas                e   realização de obras públicas.
  industrializadas.
Tendência para a concentração
a
            ra fia d
       geog
 1.2 A lização
         a
ind ustri
INGLATERRA: Do século XIX até à I Guerra

 Hegemonia inglesa:                       Revelou:
  - Possuía o maior rendimento              - Dificuldades em superar os
    per capita;                               rivais;
  - Era o maior produtor de                 - Cansaço    na      inovação     e
    carvão, ferro fundido, aço;               criatividade;
  - Londres       era     o     maior       - Perda de competitividade nas
    entreposto        comercial      e        técnicas e meios de produção;
    financeiro do globo;                    - Menor           ousadia       dos
  - Possuía       a     maior     frota       empresários;
    marítima que possibilitava o            - Redução     do       ritmo    de
    controlo do tráfico mundial.              crescimento e produção.
 Nas vésperas da I Guerra Mundial manifestava já algum atraso face
à Alemanha e aos Estados Unidos, mas…
      Era o maior investidor de capitais no estrangeiro, o que
       possibilitava os lucros necessários para equilibrar a sua balança
       comercial;
      Controlava    vastos   mercados,    assegurando    desta   forma   o
       abastecimento de matérias-primas e o escoamento da sua
       produção;
      A “Partilha de África”, na Conferência de Berlim (1884/85),
       favoreceu a construção de um império africano vastíssimo, ligando
       o Cabo ao Cairo, e reforçou a sua posição privilegiada de controlo
       de mercados e locais estratégicos (estreitos, golfos, canais…);
      A libra esterlina e os títulos bancários ingleses circulavam por todo
       o mundo.
ALEMANHA

 O grande arranque da industrialização ocorreu a partir de 1840 e o
 crescimento de produção ocorreu após 1870.
 A capacidade para uma rápida industrialização alemã foi fruto de uma
 série de condicionalismos:
   Riqueza mineira (ferro, carvão);

   Transformações ocorridas no sector agrícola, novas culturas,
    abolição do pousio, uma revolução demográfica seguida do
    movimento de emancipação do campesinato e de um profundo
    êxodo rural que direcionava este contingente populacional para a
    indústria;
ALEMANHA

 O Zollverein, que facilitou o rápido crescimento

da rede ferroviária, permitindo a circulação de

matérias-primas e dos produtos industriais;
 Atração de capitais estrangeiros e importação de tecnologias, que
  alteraram a organização das empresas;
 A guerra franco-prussiana, em que a França foi derrotada, de que
  decorreu a inclusão nos territórios alemães da Alsácia e da Lorena,
  regiões tradicionalmente francesas, com os seus importantes
  recursos minerais e têxteis.
ESTADOS UNIDOS
 Realizou uma industrialização muito rápida, auxiliada por
 diferentes fatores:
   Território extenso e progressivamente alargado ao longo do
    século XIX.
   Cedência de territórios e de exploração de recursos naturais a
    particulares.
   Grande abundância de recursos naturais.

   A chegada de grandes vagas emigratórias.
ESTADOS UNIDOS
 Incentivo às inovações e invenções, à rápida mecanização e à
  organização do trabalho em novos moldes, mais racionais e
  científicos.
 O nível de instrução elevado facilitador do recrutamento de
  mão-de-obra e da especialização nas indústrias.
 A necessidade de comunicação entre grandes distâncias, que
  levou à construção de caminhos –de- ferro, dinamizadores do
  mercado interno.
 Uma política aduaneira adequada, facilitando e consolidando
  a industrialização.
FRANÇA
 Razões muito variadas justificam a impossibilidade da França de
 acompanhar a Revolução Industrial:
   o sistema político absolutista assente numa sociedade de ordem.

   O regime jurídico da propriedade era inadequado.

   O crescimento populacional é lento, logo o mercado interno é deficiente.

   A nível externo, a França, entrou em conflito com a Inglaterra várias
    vezes ao longo do séc. XVIII. Depois entra em guerra civil: a Revolução
    Francesa, processo lento e destruidor.
   Tudo isto, a par de uma mentalidade burguesa nobilitadora, pouco ativa
    e dinâmica.
FRANÇA
 Só a partir de 1848, depois do triunfo do segundo Império, pega nas
  técnicas, nos técnicos e nas máquinas inglesas e inicia a
  industrialização do sector têxtil de forma lenta e sem take off.
  Industrializa-se apenas à medida das suas necessidades.
 Desenvolve primeiro os setores têxtil e do carvão.

 A partir de 1860 expandem-se as linhas férreas e nos inícios do séc.
  XX, a indústria automóvel:
A EMERGÊNCIA DO JAPÃO
              Até ao século XIX:

                 O Japão reunificou-se e tornou-se um estado
                  centralizado, com um senhor da guerra, um
                  Xogum, que durou até 1867.
                 O cristianismo foi violentamente reprimido no
                  século XVII. O país fechou-se aos contactos com o
                  exterior, proibindo mercadores estrangeiros de
                  comerciarem dentro do Japão.
 No século XIX, os esforços da Inglaterra e da Rússia para abrir o
país ao comércio internacional saíram frustrados.
PERÍODO MEIJI (iluminado)
 Marcado pela ação do governo de Mutsu-Hito que procurou
  ocidentalizar o país e fortalecer o poder do imperador.
 Em 1867 acabou o período dos xoguns. O império foi restaurado como
  uma monarquia absoluta.
 O Japão entrou numa nova era, o período Meiji, em que a necessidade e o
  esforço de uma modernização e renovação tomaram conta do país:
   Reestruturou-se o poder político e submeteram-se os senhores feudais;

   Anulou-se a força dos samurais;

   Suprimiram-se os direitos feudais;

   Instituiu-se uma monarquia constitucional.
O Estado japonês:
 Lançou as bases de uma industrialização;

 Reorganizou as finanças públicas (sistema monetário e bancário);

 Assegurou os financiamentos;

 Comprou equipamentos no estrangeiro e contratou técnicos
    estrangeiros e professores;
 Criou indústrias têxteis (seda), metalúrgicas, vidreiras, navais;

 Promoveu a construção da rede ferroviária.
    Nas vésperas de 1ª Guerra possuía a sétima frota mundial,
    derrotara as forças armadas dos czares (1905); a Coreia foi
    anexada em 1910, tendo permanecido na sua posse até 1945.
o
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 1.3.          as
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As crises do Capitalismo

 Crescimento industrial no séc. XIX, apoiado por:
    afluxo de metais preciosos;
    aumento da circulação monetária (metálica e fiduciária);
    desenvolvimento de novos instrumentos financeiros
   (créditos bancários, ações, seguros…);
    aparecimento e desenvolvimento de grandes empresas
   capitalistas…
As crises do Capitalismo

 O desenvolvimento do capitalismo provocou:
    crises violentas;
    períodos de depressão;
    períodos de prosperidade.
 Os fatores de instabilidade explicam-se através do estudo do
movimento dos:
    preços;
    salários;           originam os ciclos económicos
    produções.
Ciclos económicos:
    Shumpeter sistematizou em três tipos de ciclos estas crises ou
oscilações:
     Ciclos curtos ou de Kitchin - 3 a 5 anos - Resultam de pequenos
   fenómenos como variações climáticas que determinam os preços e
   também da lei da oferta e da procura;
     Ciclos médios ou de Juglar - 6 a 10 anos - caracterizam-se por fases de
   expansão económica a que se seguem fases de contração ou depressão;
     Ciclos longos ou de Kondratieff - 40 a 60 anos       - de acordo com
   Simiand abrangem duas fases: A e B, conjuntura de expansão e conjuntura
   de regressão, respetivamente. As tendências seculares passam a ser
   designadas por TRENDS.
As crises do capitalismo
  No Antigo Regime – causadas por subprodução;

  No período capitalista – causadas por uma superprodução. Os
períodos de crise coincidem com fases de recessão demográfica,
aumento da criminalidade, da agitação social e dos conflitos entre
nações.
LEI DA OFERTA E DA PROCURA

                                            Quantidade de bens ou
                                            serviços que os consumidores
                                            estão dispostos a adquirir, por
                                            um determinado preço.
   Valor atribuído a
determinado produto
 e que corresponde à                                   Quantidade de bens
  quantia de moeda                                     ou serviços que os
   que é necessário                                    vendedores       estão
        obter.                                         dispostos a colocar no
                                                       mercado.



 Lugar onde os agentes económicos levam a
 cabo a troca de bens por moeda ou por
 outros bens.
 As grandes crises foram determinadas pela prática do Liberalismo
Económico:
    o Estado tem um papel de mero coordenador, preparando as infraestruturas,
   mas não intervindo na economia;
    defendem-se os mecanismos autorreguladores (lei da oferta e da procura)
    as crises são violentas e cíclicas:

                                       DESEMPREGO




             DIMINUIÇÃO DO                             FALÊNCIA DAS
               CONSUMO                                  EMPRESAS



                                       DIMINUIÇÃO DA
                                          PROCURA
Mecanismos de resposta




Os Estados são chamados a intervir (protecionismo):
     investimentos públicos para combater o desemprego;
     auxílio às empresas em risco;
     a economia é organizada para combater a crise (aumento das taxas
    alfandegárias, limite às importações…).
O mercado internacional
 O desenvolvimento da indústria e dos transportes, bem como a
tendência para a divisão internacional do trabalho entre os países
subdesenvolvidos     fornecedores    de   matéria-prima     e     produtos
alimentares e os países desenvolvidos especializados na indústria
intensifica o Comércio Internacional e as trocas multilaterais.
 Entre 1860 e 1914, o tráfego internacional triplicou, sendo a Europa a
responsável por dois terços do comércio internacional.
A Alemanha (já unificada) aproxima-se de Inglaterra, a partir de 1885,
superando a França e os Estados Unidos.
O mercado internacional e
         o regresso ao protecionismo
 O esquema das trocas multilaterais inclui, por um lado, a exportação
de produtos industriais dos países desenvolvidos em troca de artigos de
luxo, matérias-primas e produtos agrícolas das colónias e, por outro
lado, trocas de produtos industriais entre os mesmos países
desenvolvidos.
 Formam-se zonas económicas especializadas e complementares :
     países ricos – zonas das indústrias desenvolvidas e com um crescente
    número de população ativa – setor secundário e terciário;
     países pobres (Europa mediterrâneas e Leste, África, Ásia e colónias) –
    atividades primárias.
O mercado internacional

 Conclusão:
       o   Comércio   Internacional   e   as   trocas   multilaterais
    desempenharam, na economia, um efeito de arrastamento sobre as
    economias que nele participaram.
     No caso dos novos países de povoamento europeu (Austrália,
    Canadá e África do Sul) a emigração branca (europeia), o
    investimento europeu e a exportação de matérias-primas foram
    fundamentais para o desenvolvimento destes novos estados.

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A civilização industrial

  • 1. 6 - A Civiliz ação Industrial Economia e Sociedade; Nacionalis mo s e Choques Im perialistas
  • 2. a ns ão d expa l 1 .1. A ustria çã o ind re volu
  • 3. Novos inventos e novas fontes de energia  A segunda revolução industrial inicia-se também na Inglaterra, mas alarga-se a outros locais.  Surgem novas fontes de energia: petróleo e eletricidade (que provocam grandes alterações no quotidiano).
  • 4. Novos inventos e novas fontes de energia  Metas a atingir (Rostow – p.30):  Arranque da industrialização (take off);  O crescimento como função normal da economia;  Desenvolvimento e progresso numa cadência regular (maturidade da economia);  Diversificação, que ocorre quando se desenvolve o consumo – procura-se o consumo de massas;  Evolução para uma nova fase da industrialização.
  • 5. Novos inventos e novas fontes de energia  Desenvolvem-se as ciências, criando novos equipamentos, que irão contribuir para a expansão industrial (telégrafo, motor de explosão…).  Opera-se uma estreita ligação entre a ciência que se desenvolvia e a técnica, cada vez mais necessária.  Primazia da indústria química (medicamentos, corantes sintéticos, perfumes…) e metalúrgica (trabalho do aço, do cobre…).
  • 6. Consequências dos processos cumulativos  Os cientistas patrocinados pela indústria fizeram progredir a ciência com criações adaptadas por engenheiros e técnicos;  Descida dos preços e dos custos de produção;  Crescimento da produção;  Aumento dos lucros;  Concentração empresarial;  Racionalização do trabalho.
  • 7. Taylorismo / Fordismo  Obsessão pela produtividade;  Automatização das tarefas;  “Scientific managment”: tarefas estandardizadas;  Aumento dos lucros;  Linha de produção – trabalho em cadeia;  Salário em função do rendimento.
  • 8. Revolução nos transportes  A dinamização da produção industrial assenta na melhoria dos sistemas de comunicação e transportes:  implementação do sistema de MacAdam: estradas macadamizadas (pedra triturada e areia);  implementação de novas formas de transporte como o automóvel, o avião ou mesmo a bicicleta;  construção de infraestruturas como pontes, terminais, vias de acesso, estaleiros...  desenvolvimento dos sistemas navais e de caminhos de ferro.
  • 9. Revolução nos transportes: naval Substituição dos clippers (de madeira) pelos steamers; A aplicação da energia a vapor acelerou a rapidez das deslocações; Constituem-se grandes companhias de navegação; Melhoria das condições dos portos; Vulgarização das viagens e dos Barcos a vapor, a nível mundial (carga, petroleiros, frigoríficos…)
  • 10. Revolução nos transportes: terrestre Aparecimento do motor de explosão de Daimler e desenvolvimento do automóvel (Benz, Ford…).
  • 11. Revolução nos transportes: aéreo Primeiras tentativas de voo – Clement Ader (1890);  Voo de Santos Dumont e dos irmãos Wright; Conhece a verdadeira expansão na primeira guerra mundial.
  • 12. Revolução nos transportes: consequências Aumentou a circulação de pessoas, bens e serviços; Permitiu a difusão de ideias, novidades e notícias; Diminuiu os custos, logo permitiu o incremento das vendas; Permitiu o alargamento dos mercados e a expansão do consumo; Aumentou a oferta de trabalho; Facilitou a circulação de matérias-primas e produção; Incrementou o sector metalúrgico; Desenvolveu as atividades bancárias, pela mobilização de capitais;
  • 13. Revolução nos transportes: consequências Desenvolveu atividades e indústrias relacionadas como os transportes; Desenvolveu as zonas industriais; Melhorou a acessibilidade das populações e consequentemente, certas localidades; Permitiu a internacionalização do capital.
  • 14. Revolução nos campos O desenvolvimento agrícola iniciado na Inglaterra do séc. XVIII vai-se alargar a outras zonas: França, Alemanha, EUA… Interligado à ciência (com todas as experiências ao nível da seleção de gado e sementes), conduz à expansão da produção; A Europa Mediterrânea e Oriental permanece mais tradicional e arcaica; Nos países novos, como o Canadá, apesar da baixa produtividade, a grande extensão de território permitiu uma enorme produção.
  • 15. Revolução nos campos A agricultura torna-se uma das áreas de maior investimento para obtenção de lucros – era a fase do capitalismo aplicado aos campos.
  • 16. CAPITALISMO RURAL Sistema económico em que o capital de investimento resulta dos lucros obtidos com a exploração rural. O objetivo era a obtenção de lucro que seria reinvestido na agricultura ou em outras atividades económicas. Surge primeiro na Inglaterra do séc. XVIII, em resultado das alterações na propriedade e dos avanços técnicos que permitiram a eclosão da Revolução Agrícola.
  • 17. CAPITALISMO FINANCEIRO Desenvolveu-se após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918). O capital acumulado nas etapas anteriores precisava de outras atividades, além da atividade industrial, para ser multiplicado. Foi quando se desenvolveram os bancos, as bolsas de valores e os grandes grupos empresariais e se iniciou o processo de concentração de capital. A união do capital industrial com o capital de financiamento (bancário) deu origem ao capital financeiro, que é a própria essência do capitalismo. Pág. 16/17/18
  • 18. CAPITALISMO COMERCIAL Inspirados na teoria mercantilista, os países colonizadores, através do comércio com as suas colónias, geraram acumulação de capital, o que permitiu o desenvolvimento do que muitos consideram o inicio do verdadeiro capitalismo. Capitalismo comercial é assim designado por ter a sua origem no comércio.
  • 19. CAPITALISMO INDUSTRIAL Esta fase estendeu-se do século XVIII ao XX e foi marcada pela Primeira e pela Segunda Revolução Industrial e pela partilha da África e da Ásia entre as potências colonialistas europeias – o imperialismo. A produção industrial tornou-se a maior fonte de lucro, e o trabalho assalariado passou a ser a relação típica do capitalismo: quem recebia um salário acabava por ser o consumidor dos produtos que ajudava a fabricar. O trabalho tornou–se uma mercadoria. Aquele que não possuía meios de produção, nem capital, vendia a sua mercadoria, ou seja, a sua força de trabalho – proletariado. Pág. 12
  • 20. CAPITALISMO FINANCEIRO Desenvolveu-se após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918). O capital acumulado nas etapas anteriores precisava de outras atividades, além da atividade industrial, para ser multiplicado. Foi quando se desenvolveram os bancos, as bolsas de valores e os grandes grupos empresariais e se iniciou o processo de concentração de capital. A união do capital industrial com o capital de financiamento (bancário) deu origem ao capital financeiro, que é a própria essência do capitalismo.
  • 21. Livre cambismo e protecionismo Até ao 3º quartel do No 3º quartel do séc. séc. XIX XIX  Defendido pelos industriais  Deflagrar dos conflitos ingleses, que conseguem o militares; abandono das taxas  Intensificação da rivalidade alfandegárias; económica;  Conduz a:  Receio dos agricultores face  baixa do preço dos bens à importação de países não alimentares; europeus;  facilidade à importação;  Necessidade de aumento das  acentuar da concorrência, receitas para custear as agravando os efeitos nas despesas militares e economias menos desenvolvidas e realização de obras públicas. industrializadas.
  • 22. Tendência para a concentração
  • 23. a ra fia d geog 1.2 A lização a ind ustri
  • 24. INGLATERRA: Do século XIX até à I Guerra  Hegemonia inglesa:  Revelou: - Possuía o maior rendimento - Dificuldades em superar os per capita; rivais; - Era o maior produtor de - Cansaço na inovação e carvão, ferro fundido, aço; criatividade; - Londres era o maior - Perda de competitividade nas entreposto comercial e técnicas e meios de produção; financeiro do globo; - Menor ousadia dos - Possuía a maior frota empresários; marítima que possibilitava o - Redução do ritmo de controlo do tráfico mundial. crescimento e produção.
  • 25.  Nas vésperas da I Guerra Mundial manifestava já algum atraso face à Alemanha e aos Estados Unidos, mas…  Era o maior investidor de capitais no estrangeiro, o que possibilitava os lucros necessários para equilibrar a sua balança comercial;  Controlava vastos mercados, assegurando desta forma o abastecimento de matérias-primas e o escoamento da sua produção;  A “Partilha de África”, na Conferência de Berlim (1884/85), favoreceu a construção de um império africano vastíssimo, ligando o Cabo ao Cairo, e reforçou a sua posição privilegiada de controlo de mercados e locais estratégicos (estreitos, golfos, canais…);  A libra esterlina e os títulos bancários ingleses circulavam por todo o mundo.
  • 26. ALEMANHA  O grande arranque da industrialização ocorreu a partir de 1840 e o crescimento de produção ocorreu após 1870.  A capacidade para uma rápida industrialização alemã foi fruto de uma série de condicionalismos:  Riqueza mineira (ferro, carvão);  Transformações ocorridas no sector agrícola, novas culturas, abolição do pousio, uma revolução demográfica seguida do movimento de emancipação do campesinato e de um profundo êxodo rural que direcionava este contingente populacional para a indústria;
  • 27. ALEMANHA  O Zollverein, que facilitou o rápido crescimento da rede ferroviária, permitindo a circulação de matérias-primas e dos produtos industriais;  Atração de capitais estrangeiros e importação de tecnologias, que alteraram a organização das empresas;  A guerra franco-prussiana, em que a França foi derrotada, de que decorreu a inclusão nos territórios alemães da Alsácia e da Lorena, regiões tradicionalmente francesas, com os seus importantes recursos minerais e têxteis.
  • 28. ESTADOS UNIDOS  Realizou uma industrialização muito rápida, auxiliada por diferentes fatores:  Território extenso e progressivamente alargado ao longo do século XIX.  Cedência de territórios e de exploração de recursos naturais a particulares.  Grande abundância de recursos naturais.  A chegada de grandes vagas emigratórias.
  • 29. ESTADOS UNIDOS  Incentivo às inovações e invenções, à rápida mecanização e à organização do trabalho em novos moldes, mais racionais e científicos.  O nível de instrução elevado facilitador do recrutamento de mão-de-obra e da especialização nas indústrias.  A necessidade de comunicação entre grandes distâncias, que levou à construção de caminhos –de- ferro, dinamizadores do mercado interno.  Uma política aduaneira adequada, facilitando e consolidando a industrialização.
  • 30. FRANÇA  Razões muito variadas justificam a impossibilidade da França de acompanhar a Revolução Industrial:  o sistema político absolutista assente numa sociedade de ordem.  O regime jurídico da propriedade era inadequado.  O crescimento populacional é lento, logo o mercado interno é deficiente.  A nível externo, a França, entrou em conflito com a Inglaterra várias vezes ao longo do séc. XVIII. Depois entra em guerra civil: a Revolução Francesa, processo lento e destruidor.  Tudo isto, a par de uma mentalidade burguesa nobilitadora, pouco ativa e dinâmica.
  • 31. FRANÇA  Só a partir de 1848, depois do triunfo do segundo Império, pega nas técnicas, nos técnicos e nas máquinas inglesas e inicia a industrialização do sector têxtil de forma lenta e sem take off. Industrializa-se apenas à medida das suas necessidades.  Desenvolve primeiro os setores têxtil e do carvão.  A partir de 1860 expandem-se as linhas férreas e nos inícios do séc. XX, a indústria automóvel:
  • 32. A EMERGÊNCIA DO JAPÃO  Até ao século XIX:  O Japão reunificou-se e tornou-se um estado centralizado, com um senhor da guerra, um Xogum, que durou até 1867.  O cristianismo foi violentamente reprimido no século XVII. O país fechou-se aos contactos com o exterior, proibindo mercadores estrangeiros de comerciarem dentro do Japão.  No século XIX, os esforços da Inglaterra e da Rússia para abrir o país ao comércio internacional saíram frustrados.
  • 33. PERÍODO MEIJI (iluminado)  Marcado pela ação do governo de Mutsu-Hito que procurou ocidentalizar o país e fortalecer o poder do imperador.  Em 1867 acabou o período dos xoguns. O império foi restaurado como uma monarquia absoluta.  O Japão entrou numa nova era, o período Meiji, em que a necessidade e o esforço de uma modernização e renovação tomaram conta do país:  Reestruturou-se o poder político e submeteram-se os senhores feudais;  Anulou-se a força dos samurais;  Suprimiram-se os direitos feudais;  Instituiu-se uma monarquia constitucional.
  • 34. O Estado japonês:  Lançou as bases de uma industrialização;  Reorganizou as finanças públicas (sistema monetário e bancário);  Assegurou os financiamentos;  Comprou equipamentos no estrangeiro e contratou técnicos estrangeiros e professores;  Criou indústrias têxteis (seda), metalúrgicas, vidreiras, navais;  Promoveu a construção da rede ferroviária.  Nas vésperas de 1ª Guerra possuía a sétima frota mundial, derrotara as forças armadas dos czares (1905); a Coreia foi anexada em 1910, tendo permanecido na sua posse até 1945.
  • 35. o izaçã A agud 1.3. as ferenç d as d i
  • 36. As crises do Capitalismo  Crescimento industrial no séc. XIX, apoiado por:  afluxo de metais preciosos;  aumento da circulação monetária (metálica e fiduciária);  desenvolvimento de novos instrumentos financeiros (créditos bancários, ações, seguros…);  aparecimento e desenvolvimento de grandes empresas capitalistas…
  • 37. As crises do Capitalismo  O desenvolvimento do capitalismo provocou:  crises violentas;  períodos de depressão;  períodos de prosperidade.  Os fatores de instabilidade explicam-se através do estudo do movimento dos:  preços;  salários; originam os ciclos económicos  produções.
  • 38. Ciclos económicos: Shumpeter sistematizou em três tipos de ciclos estas crises ou oscilações: Ciclos curtos ou de Kitchin - 3 a 5 anos - Resultam de pequenos fenómenos como variações climáticas que determinam os preços e também da lei da oferta e da procura; Ciclos médios ou de Juglar - 6 a 10 anos - caracterizam-se por fases de expansão económica a que se seguem fases de contração ou depressão; Ciclos longos ou de Kondratieff - 40 a 60 anos - de acordo com Simiand abrangem duas fases: A e B, conjuntura de expansão e conjuntura de regressão, respetivamente. As tendências seculares passam a ser designadas por TRENDS.
  • 39. As crises do capitalismo No Antigo Regime – causadas por subprodução; No período capitalista – causadas por uma superprodução. Os períodos de crise coincidem com fases de recessão demográfica, aumento da criminalidade, da agitação social e dos conflitos entre nações.
  • 40. LEI DA OFERTA E DA PROCURA Quantidade de bens ou serviços que os consumidores estão dispostos a adquirir, por um determinado preço. Valor atribuído a determinado produto e que corresponde à Quantidade de bens quantia de moeda ou serviços que os que é necessário vendedores estão obter. dispostos a colocar no mercado. Lugar onde os agentes económicos levam a cabo a troca de bens por moeda ou por outros bens.
  • 41.  As grandes crises foram determinadas pela prática do Liberalismo Económico:  o Estado tem um papel de mero coordenador, preparando as infraestruturas, mas não intervindo na economia;  defendem-se os mecanismos autorreguladores (lei da oferta e da procura)  as crises são violentas e cíclicas: DESEMPREGO DIMINUIÇÃO DO FALÊNCIA DAS CONSUMO EMPRESAS DIMINUIÇÃO DA PROCURA
  • 42. Mecanismos de resposta Os Estados são chamados a intervir (protecionismo):  investimentos públicos para combater o desemprego;  auxílio às empresas em risco;  a economia é organizada para combater a crise (aumento das taxas alfandegárias, limite às importações…).
  • 43.
  • 44. O mercado internacional  O desenvolvimento da indústria e dos transportes, bem como a tendência para a divisão internacional do trabalho entre os países subdesenvolvidos fornecedores de matéria-prima e produtos alimentares e os países desenvolvidos especializados na indústria intensifica o Comércio Internacional e as trocas multilaterais.  Entre 1860 e 1914, o tráfego internacional triplicou, sendo a Europa a responsável por dois terços do comércio internacional. A Alemanha (já unificada) aproxima-se de Inglaterra, a partir de 1885, superando a França e os Estados Unidos.
  • 45. O mercado internacional e o regresso ao protecionismo  O esquema das trocas multilaterais inclui, por um lado, a exportação de produtos industriais dos países desenvolvidos em troca de artigos de luxo, matérias-primas e produtos agrícolas das colónias e, por outro lado, trocas de produtos industriais entre os mesmos países desenvolvidos.  Formam-se zonas económicas especializadas e complementares :  países ricos – zonas das indústrias desenvolvidas e com um crescente número de população ativa – setor secundário e terciário;  países pobres (Europa mediterrâneas e Leste, África, Ásia e colónias) – atividades primárias.
  • 46. O mercado internacional  Conclusão:  o Comércio Internacional e as trocas multilaterais desempenharam, na economia, um efeito de arrastamento sobre as economias que nele participaram.  No caso dos novos países de povoamento europeu (Austrália, Canadá e África do Sul) a emigração branca (europeia), o investimento europeu e a exportação de matérias-primas foram fundamentais para o desenvolvimento destes novos estados.