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A Escultura românica
• Durante o período paleocristão, a escultura foi pouco relevante.
• O facto de se procurar fugir das imagens como forma de culto, levou
a que poucos exemplares fossem elaborados.
• As principais manifestações escultóricas desta época representam
Cristo, alguns retratos, decorações de sarcófagos e dípticos.
• Estilisticamente, segue influências romanas, com expressão
simplificada e maior simbolismo.
• A escultura renasceu no românico, com apogeu no século XII,
quando inicia um estilo realista, mas ainda simbólico, que antecipa o
estilo gótico.
• Está sempre condicionada à arquitetura e o trabalho é executado
sem deixar espaços sem uso.
O relevo arquitetónico românico
Características principais:
• Regressão técnica relativamente ao
período romano;
• Predominam os relevos ligados à
arquitectura em detrimento da
estatuária;
• Possui influências bárbaras: nas
temáticas animalistas e vegetalistas;
• Denota influências paleocristãs:
motivos geométricos e vegetalistas.
Pág. 150
• Outra importante característica é seu caráter simbólico e
antinaturalista. Não havia a preocupação com a representação fiel
dos seres e objetos, da perspetiva ou dos cenários.
• As figuras são hierarquizadas de acordo com a sua importância em
simetria ou alinhamento por isocefalia.
• Formas de representação das figuras humanas:
• Pouco modeladas, mais contornadas que esculpidas;
• Apresentadas sempre de frente;
• Com pouco rigor anatómico e desproporcionadas;
• Posições e gestos formais muito rígidos;
• Raramente se representam as figuras em nu;
• Criam-se cânones de representação para as figuras sagradas
como Cristo:
• O Portal:
• os tímpanos são áreas fortemente decoradas com relevos de
motivos narrativos, como os do Cristo Pantocrator (Cristo, a
divindade suprema), sentado na cátedra e com as sagradas
escrituras na mão esquerda.
• Na decoração dominava a cor azul (Céu) e vermelho (inferno).
• O portal principal possui a
figura de cristo entronizado,
envolto de uma mandorla e
rodeado pelos quatro
evangelistas ou os seus
símbolos – o tetramorfo:
• o Leão representa Marcos;
• o Anjo, cordeiro de Deus ou
Agnus Dei, representa Mateus;
• a Águia representa João;
• o Touro representa Lucas.
pág. 155
• Nos portais laterais
podem aparecer
episódios da vida dos
santos, circundados por
elementos vegetalistas.
• Os elementos eram
revestidos a cor (mesmo
que já não exista),
fundamental para
transmitir a ideia de céu
ou paraíso e inferno (azul
e vermelho).
pág. 155
• Os capitéis:
• estrutura troncocónica;
• relevos vegetalistas, animalistas e
geométricos: gárgulas, demónios,
leões, ...
Pág. 154
A estatuária românica
• A estatuária:
• Composições simples e esquemáticas, ligadas principalmente à
temática da virgem e o menino.
• Posições rígidas e concebidas de acordo com o local onde
estavam encostadas.
• Só trabalhadas da frente e dos lados, sem correção anatómica.
• Os rostos são estereotipados, sem
preocupação com a individualidade.
• Materiais principais: metal precioso,
gesso, madeira ou pedra estucada e
depois policromada.
As artes da cor
• As artes ligadas à cor e à pintura do período românico têm as suas
bases na pintura mural paleocristã (frescos); no mosaico parietal e
na tradição bizantina dos ícones pintados.
• Assim, os tipos principais destas manifestações foram as:
• Pinturas,
• Mosaicos,
• Iluminuras.
• O objectivo era doutrinal e pedagógico.
• Os temas fundamentais eram os bíblicos, retirados do antigo e novo
testamento.
• Cobriam as paredes das absides das capelas-mor às naves laterais.
• A técnica do mosaico remonta já à época clássica. No oriente, com
Justiniano reforça a sua utilização, sendo utilizada na decoração
interior das igrejas bizantinas até ao séc. XII.
• Influencia a arte parietal das igrejas românicas mais a oriente.
• Os temas mantém-se os religiosos e bíblicos, mas sem
preocupações de volume, modelação ou cor.
• Destacam-se pela sua cor e
riqueza de pormenor os que
estabelecem a passagem
para a arte bizantina (pág.
160).
• São poucos os vestígios, devido à degradação que estas obras
sofreram.
• Destaca-se:
• a pintura parietal, dos interiores dos
edifícios, quer a fresco, quer a têmpera;
• as miniaturas ou iluminuras.
• A temática mantém-se religiosa (histórias da Bíblia, de Cristo…) em
ciclos narrativos.
• Os aspetos formais variam de região para região, sem se
distinguirem verdadeiramente os autores.
• Desenho prevalece sobre a cor;
• Figuras com pouco rigor anatómico;
• Posições rígidas, com linhas angulosas;
• Ausência de perspectiva, corpos enquadrados em espaços exíguos
como os portais;
• Falta de proporcionalidade, tendência para a estilização e para a
bidimensionalidade;
• Esquematização geométrica dos rostos e corpos;
• Cenas contadas em bandos da esquerda para a direita ou de cima
para baixo, são ajustadas para caber e separadas com motivos
geométricos e naturalistas.
Ausência de perspetiva
(fundos monocromá-
ticos)
Perspetiva hierárquica
Não existe iluminação
Contorno das figuras
com traços negros e
grossos
Definição das formas mediante
criação de zonas de cor uniformes,
sem gradação
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figuras ao
espaço onde se
encontram
Hieratismo e rigidez
das imagens
Tendência para
a simetria e
geometrização
Cores variadas
e intensas
Ausência de movimento
Horror ao vazio
• Os exemplos mais belos são os que se encontram no centro e oeste
de França; norte de Espanha e Catalunha.
• As diferenças mais evidentes são no tratamento da cor: a França
possui uma influência germânica; a Itália, bizantina (e o uso do
mosaico) e a Espanha, influência árabe.
• Destaca-se ainda a pintura sobre madeira.
Pág. 163
• Desde o séc. V que já se pintavam
os livros sagrados (códices).
• As origens encontram-se na arte
paleocristã mas desenvolveram-se
sobretudo na Alta Idade Média, nos
mosteiros, por ação dos monges
copistas.
• Podiam ocupar páginas inteiras ou
apenas decorar a letra inicial de um
capítulo.
• As técnicas denotam grande destreza,
capacidade de síntese e uma
imaginação extraordinária, acabando
por influenciar as próprias pinturas
murais.
• Destacam-se algumas oficinas:
• Alemã: de tradição classicista
carolíngia e otoniana, simples e
equilibrada (sobre fundos negros) –
Reichenau.
• Italianas: tradição bizantina.
• Espanha: influência moçárabe, com
um grafismo e colorido intensos.
• A oficina inglesa, de tradição irlandesa e anglo-saxónica. Possui um
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A escultura e artes decorativas românicas

  • 2. • Durante o período paleocristão, a escultura foi pouco relevante. • O facto de se procurar fugir das imagens como forma de culto, levou a que poucos exemplares fossem elaborados. • As principais manifestações escultóricas desta época representam Cristo, alguns retratos, decorações de sarcófagos e dípticos. • Estilisticamente, segue influências romanas, com expressão simplificada e maior simbolismo.
  • 3. • A escultura renasceu no românico, com apogeu no século XII, quando inicia um estilo realista, mas ainda simbólico, que antecipa o estilo gótico. • Está sempre condicionada à arquitetura e o trabalho é executado sem deixar espaços sem uso.
  • 5. Características principais: • Regressão técnica relativamente ao período romano; • Predominam os relevos ligados à arquitectura em detrimento da estatuária; • Possui influências bárbaras: nas temáticas animalistas e vegetalistas; • Denota influências paleocristãs: motivos geométricos e vegetalistas. Pág. 150
  • 6. • Outra importante característica é seu caráter simbólico e antinaturalista. Não havia a preocupação com a representação fiel dos seres e objetos, da perspetiva ou dos cenários. • As figuras são hierarquizadas de acordo com a sua importância em simetria ou alinhamento por isocefalia.
  • 7. • Formas de representação das figuras humanas: • Pouco modeladas, mais contornadas que esculpidas; • Apresentadas sempre de frente; • Com pouco rigor anatómico e desproporcionadas; • Posições e gestos formais muito rígidos; • Raramente se representam as figuras em nu; • Criam-se cânones de representação para as figuras sagradas como Cristo:
  • 8. • O Portal: • os tímpanos são áreas fortemente decoradas com relevos de motivos narrativos, como os do Cristo Pantocrator (Cristo, a divindade suprema), sentado na cátedra e com as sagradas escrituras na mão esquerda. • Na decoração dominava a cor azul (Céu) e vermelho (inferno).
  • 9. • O portal principal possui a figura de cristo entronizado, envolto de uma mandorla e rodeado pelos quatro evangelistas ou os seus símbolos – o tetramorfo: • o Leão representa Marcos; • o Anjo, cordeiro de Deus ou Agnus Dei, representa Mateus; • a Águia representa João; • o Touro representa Lucas. pág. 155
  • 10. • Nos portais laterais podem aparecer episódios da vida dos santos, circundados por elementos vegetalistas. • Os elementos eram revestidos a cor (mesmo que já não exista), fundamental para transmitir a ideia de céu ou paraíso e inferno (azul e vermelho). pág. 155
  • 11. • Os capitéis: • estrutura troncocónica; • relevos vegetalistas, animalistas e geométricos: gárgulas, demónios, leões, ... Pág. 154
  • 13. • A estatuária: • Composições simples e esquemáticas, ligadas principalmente à temática da virgem e o menino. • Posições rígidas e concebidas de acordo com o local onde estavam encostadas. • Só trabalhadas da frente e dos lados, sem correção anatómica. • Os rostos são estereotipados, sem preocupação com a individualidade. • Materiais principais: metal precioso, gesso, madeira ou pedra estucada e depois policromada.
  • 14. As artes da cor
  • 15. • As artes ligadas à cor e à pintura do período românico têm as suas bases na pintura mural paleocristã (frescos); no mosaico parietal e na tradição bizantina dos ícones pintados. • Assim, os tipos principais destas manifestações foram as: • Pinturas, • Mosaicos, • Iluminuras. • O objectivo era doutrinal e pedagógico. • Os temas fundamentais eram os bíblicos, retirados do antigo e novo testamento. • Cobriam as paredes das absides das capelas-mor às naves laterais.
  • 16. • A técnica do mosaico remonta já à época clássica. No oriente, com Justiniano reforça a sua utilização, sendo utilizada na decoração interior das igrejas bizantinas até ao séc. XII. • Influencia a arte parietal das igrejas românicas mais a oriente. • Os temas mantém-se os religiosos e bíblicos, mas sem preocupações de volume, modelação ou cor. • Destacam-se pela sua cor e riqueza de pormenor os que estabelecem a passagem para a arte bizantina (pág. 160).
  • 17. • São poucos os vestígios, devido à degradação que estas obras sofreram. • Destaca-se: • a pintura parietal, dos interiores dos edifícios, quer a fresco, quer a têmpera; • as miniaturas ou iluminuras. • A temática mantém-se religiosa (histórias da Bíblia, de Cristo…) em ciclos narrativos. • Os aspetos formais variam de região para região, sem se distinguirem verdadeiramente os autores.
  • 18. • Desenho prevalece sobre a cor; • Figuras com pouco rigor anatómico; • Posições rígidas, com linhas angulosas; • Ausência de perspectiva, corpos enquadrados em espaços exíguos como os portais; • Falta de proporcionalidade, tendência para a estilização e para a bidimensionalidade; • Esquematização geométrica dos rostos e corpos; • Cenas contadas em bandos da esquerda para a direita ou de cima para baixo, são ajustadas para caber e separadas com motivos geométricos e naturalistas.
  • 19. Ausência de perspetiva (fundos monocromá- ticos) Perspetiva hierárquica Não existe iluminação Contorno das figuras com traços negros e grossos Definição das formas mediante criação de zonas de cor uniformes, sem gradação Adaptação das figuras ao espaço onde se encontram Hieratismo e rigidez das imagens Tendência para a simetria e geometrização Cores variadas e intensas Ausência de movimento Horror ao vazio
  • 20. • Os exemplos mais belos são os que se encontram no centro e oeste de França; norte de Espanha e Catalunha. • As diferenças mais evidentes são no tratamento da cor: a França possui uma influência germânica; a Itália, bizantina (e o uso do mosaico) e a Espanha, influência árabe. • Destaca-se ainda a pintura sobre madeira. Pág. 163
  • 21. • Desde o séc. V que já se pintavam os livros sagrados (códices). • As origens encontram-se na arte paleocristã mas desenvolveram-se sobretudo na Alta Idade Média, nos mosteiros, por ação dos monges copistas. • Podiam ocupar páginas inteiras ou apenas decorar a letra inicial de um capítulo.
  • 22. • As técnicas denotam grande destreza, capacidade de síntese e uma imaginação extraordinária, acabando por influenciar as próprias pinturas murais. • Destacam-se algumas oficinas: • Alemã: de tradição classicista carolíngia e otoniana, simples e equilibrada (sobre fundos negros) – Reichenau. • Italianas: tradição bizantina. • Espanha: influência moçárabe, com um grafismo e colorido intensos.
  • 23. • A oficina inglesa, de tradição irlandesa e anglo-saxónica. Possui um estilo vivo, com formas naturalistas e burlescas. Pág. 165