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A escrita, tecnologia de comunicação, foi criada e desenvolvida nas
sociedades humanas e consiste em marcar num suporte específico palavras ou
ideias.
Acredita-se que a escrita se tenha originado a partir dos simples desenhos de
ideogramas: por exemplo, o desenho de uma maçã representaria o fruto e um
desenho de duas pernas poderia representar tanto o conceito de andar como o de
ficar em pé.
As mais antigas representações pictóricas conhecidas são apelidadas de Arte
rupestre, pintura rupestre ou ainda gravura rupestre.
As mais antigas gravações, datadas do Paleolítico Superior (40.000 a.C.),
feitas em abrigos ou cavernas, nas paredes e tectos rochosos, aparecem também
em superfícies rochosas ao ar livre. Um exemplo disso mesmo são as gravuras de
Foz Côa em Portugal.
Os símbolos foram-se tornando mais abstractos, evoluindo para símbolos sem
aparente relação aos caracteres originais. Por exemplo, a letra M em português na
verdade vem de um hieróglifo egípcio que retratava ondas na água e representava
o mesmo som.
Este foi um processo simbólico que possibilitou ao homem expandir a
mensagem muito para além do tempo e do espaço de propagação da mesma,
criando mensagens que se manteriam inalteradas por séculos e que poderiam ser
proferidas a quilómetros de distância.
São vários os factores que explicam o nascimento da escrita:
- A necessidade de contabilizar os produtos comercializados, os impostos
arrecadados e os funcionários do Estado;
- O levantamento da estrutura das obras, que exigiria a criação de um sistema de
sinais numéricos, para a realização dos cálculos geométricos.
Com a escrita, o ser humano criou uma forma de registar as suas ideias e de
comunicar.
Os primeiros povos que utilizaram a escrita foram os Sumérios, com a escrita
cuneiforme.
Depois, os egípcios desenvolveram os hieróglifos e, mais tarde, a escrita
hierática.
A invenção do alfabeto e do sistema numérico foram muito importantes para a
evolução da escrita e da sua difusão através de povos navegadores como os
fenícios e os gregos e mais tarde, os romanos.
O papiro era obtido utilizando a parte interna, branca e esponjosa, do caule do
papiro, cortado em finas tiras que eram posteriormente molhadas, sobrepostas e
cruzadas, para depois serem prensadas. A folha obtida era martelada, alisada e
colada ao lado de outras folhas para formar uma longa fita que era depois enrolada.
A escrita fazia-se paralelamente às fibras.
O Pergaminho (do grego pergaméne e do latim pergamina ou pergamena), é o
nome dado a uma pele de animal, geralmente de cabra, carneiro, cordeiro ou
ovelha, preparada para nela ser escrito algo. O seu nome lembra o da cidade grega
de Pérgamo, na Ásia Menor, onde se acredita que terá sido criado.
Os pergaminhos feitos de peles delicadas de bezerros ou cordeiros, eram
chamados de velino, suporte para a escrita, fino, macio e claro, usado para
documentos e obras importantes.
O pergaminho foi o suporte de escrita mais largamente utilizado na antiguidade
ocidental, principalmente na Idade Média, até à descoberta e consequente difusão
do papel.
Nos mosteiros cristãos eram mantidas bibliotecas de pergaminhos, onde
monges letrados se dedicavam à cópia de manuscritos antigos, devendo-se a essa
actividade monástica a sobrevivência e divulgação dos textos clássicos da cultura
grega e latina no Ocidente.
Hoje em dia, o pergaminho é utilizado para a
confecção de diplomas universitários, títulos e letras
do Tesouro Nacional, por ser considerado um material
difícil de ser falsificado, graças às nuances naturais e
à sua grande durabilidade.
A biblioteca da cidade de Alexandria, hoje a maior cidade comercial do Egipto, foi
uma das maiores bibliotecas do mundo antigo, centro de todo o conhecimento do
homem da época. Consta que terá sido fundada no inicio do século III a.C., durante
o reinado de Ptolomeu II no Egipto, após o seu pai ter construído o templo das
musas. Consta-se também que a biblioteca chegou a ter mais de 400.000 rolos de
papiro, podendo até ter chegado a ter 1.000.000.
A antiga Biblioteca de Alexandria tinha como principal objectivo preservar e divulgar
a cultura nacional, papel que desempenhou até 646 d.C. data em que foi destruída
num incêndio acidental.
O termo imprensa deriva da prensa móvel, processo gráfico aperfeiçoado por
Johannes Guttenberg no século XV e que, a partir do século XVIII, foi usado para
imprimir jornais, então os únicos veículos jornalísticos existentes.
Em 1440, Gutenberg desenvolve a tecnologia da prensa móvel, utilizando os
tipos móveis: caracteres avulsos gravados em blocos de madeira ou chumbo, que
eram rearrumados numa tábua para formar palavras e frases do texto.
Na Baixa Idade Média, as folhas escritas com notícias comerciais e económicas
tornam-se muito comuns.
Esta arte propagou-se com uma rapidez impressionante pelo vale do Rio Reno e
por toda a Europa. Entre 1452 e 1470, a imprensa conquistou nove cidades
germânicas e várias localidades italianas, bem como Paris e Sevilha. Dez anos
depois, registava-se a existência de oficinas de impressão em 108 cidades; em
1500, o seu número era de 226.
O primeiro jornal de que há notícia foi a Acta Diurna, que o imperador Augusto
mandava colocar no Fórum Romano (século I). A publicação, gravada em tábuas de
pedra, foi fundada em 59 a.C. por ordem de Júlio César. Continha a listagem de
eventos ordenados pelo Ditador. Na Roma Antiga e em todo o Império Romano, a
Acta Diurna era afixada nos espaços públicos e publicava factos diversos, notícias
militares, obituários, crónicas desportivas, entre outros.
O primeiro jornal em papel foi publicado como um panfleto manuscrito a partir de
713 d.C., em Pequim, na China.
Em 1041, também na China, foi inventado o caracter móvel. O alfabeto chinês,
uma vez que era ideográfico e não fonético, utilizava um número de caracteres
muito maior que o alfabeto latino europeu.
Nos séculos XVIII e XIX, os líderes políticos tomaram consciência do grande
poder que os jornais poderiam ter para influenciar a população e proliferaram os
jornais de facções e partidos políticos. O The Times, de Londres, começa a circular
em 1785, ainda com o nome de The Daily Universal Register.
No século XIX, os empresários descobriram o potencial comercial do jornalismo
e surgiram as primeiras publicações parecidas com os diários actuais. Nos Estados
Unidos, Joseph Pulitzer (que deu o nome aos prémios jornalísticos) e William
Randolph Hearst criaram grandes jornais destinados à venda em massa. Em 1833,
foi fundado o New York Sun, primeiro jornal “popular”, vendido a um centavo de
dólar. Já o The Guardian, um dos jornais mais vendidos do Reino Unido até hoje,
surge em 1821.
No século XIX surgem também as primeiras
empresas dedicadas à recolha de informações
sobre a actualidade, que eram vendidas aos
jornais. Estas empresas ficaram conhecidas como
agências de notícias ou agências de imprensa. A
primeira delas foi fundada em 22 de Outubro de
1835 pelo francês Charles-Louis Havas: a Agence
des Feuilles Politiques, Correspondance Générale,
que viria a se tornar a actual Agence France-
Presse.
Em 1848, vários jornais de Nova York se juntam
para formar a agência Associated Press, durante a
guerra dos EUA contra o México. O principal motivo
da associação, na época, foi a redução de custos.
Em 1851, o alemão Paul Julius
Reuter funda a agência Reuters. No
mesmo ano, é fundado o The New York
Times, o principal jornal de Nova York e
até hoje um dos mais importantes nos
EUA e no mundo.
A United Press International é criada
em 1892. A agência alemã Transocean é
fundada em 1915 para cobrir a I Guerra
Mundial na Europa, com a visão da
Tríplice Aliança (Alemanha, Império
Austro-Húngaro e Itália). Em 1949, as
três principais agências alemãs unem-se
para formar a Deutsche Presse-Agentur
(DPA).
O início da Guerra Civil dos Estados Unidos da América, em 1861, é um marco
para a imprensa, pelas inovações técnicas e novas condições de trabalho.
Repórteres e fotógrafos recebem credenciais para cobrir o conflito. De lá,
desenvolvem o lead para assegurar que a parte principal da notícia chegará à
redacção pelo telégrafo. Os jornais inventam as manchetes, títulos em letras
grandes na primeira página, para destacar as novidades da guerra.
O primeiro jornal a enviar correspondentes para dois lados de uma guerra foi o
The Guardian, de Manchester, na Guerra Franco-Prussiana, em 1871.
Em 1844, a invenção do telégrafo por Samuel Morse revoluciona a transmissão
de informações e permite o envio de notícias a longas distâncias. Mas o telégrafo
só ganharia um aumento exponencial da sua capacidade a partir da instalação dos
cabos submarinos, que unem os continentes, na segunda metade do século XIX.
O primeiro despacho transatlântico por telégrafo foi enviado pela AP em 1858.
Surgem então as primeiras grandes novidades
nas técnicas de impressão. A primeira rotativa
começa a funcionar em 1847, nos EUA. No ano
seguinte, o Times de Londres cria uma rotativa
que imprime 10 mil exemplares por hora.
O linótipo foi inventado em 1889, por Otto
Merganthaler, revolucionando as técnicas de
composição de página com o uso de tipos de
chumbo fundidos para gerar linhas inteiras de
texto.
A fotografia começou a ser usada na imprensa
diária em 1880. A Alemanha foi o primeiro país a
produzir revistas ilustradas graficamente com
fotografias.
Em 1919, surge o New York Daily News,
primeiro jornal em formato tablóide.
A primeira transmissão de rádio transatlântica foi feita
em 1903, por Marconi.
As primeiras emissoras de rádio, surgidas na década de
1920, passaram a ter mais protagonismo que os jornais, no
acompanhamento passo-a-passo dos factos da
actualidade.
As primeiras transmissões de televisão foram feitas nos
Estados Unidos nos anos 1930 e, já nos anos 1950, a
televisão competia com a rádio pela possibilidade de
transmitir informação instantânea, com o adicional lado
sedutor da imagem.
O vídeo foi inventado em 1951, mas só começou a ser
usado em larga escala a partir dos anos 1970.
No decurso do século XX, o
desenvolvimento e a expansão dos meios de
comunicação em massa seguiram o progresso
científico e tecnológico. De facto, os meios,
além de servirem para veicular as informações,
são também os objectos tecnológicos com os
quais o usuário interage.
O avanço da tecnologia permitiu a
reprodução em grande quantidade de materiais
informativos a baixo custo. As tecnologias de
reprodução física, como a imprensa, a
gravação de discos de música e a reprodução
de filmes seguiram a reprodução de livros,
jornais e filmes a baixo preço para um amplo
público. Pela primeira vez, a televisão e a rádio
permitiram a reprodução electrónica de
informações.
Se, inicialmente, o termo "meios de comunicação de massa" se referia a jornais,
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História da escrita e evolução dos meios de comunicação

  • 1.
  • 2.
  • 3. A escrita, tecnologia de comunicação, foi criada e desenvolvida nas sociedades humanas e consiste em marcar num suporte específico palavras ou ideias. Acredita-se que a escrita se tenha originado a partir dos simples desenhos de ideogramas: por exemplo, o desenho de uma maçã representaria o fruto e um desenho de duas pernas poderia representar tanto o conceito de andar como o de ficar em pé. As mais antigas representações pictóricas conhecidas são apelidadas de Arte rupestre, pintura rupestre ou ainda gravura rupestre.
  • 4. As mais antigas gravações, datadas do Paleolítico Superior (40.000 a.C.), feitas em abrigos ou cavernas, nas paredes e tectos rochosos, aparecem também em superfícies rochosas ao ar livre. Um exemplo disso mesmo são as gravuras de Foz Côa em Portugal.
  • 5.
  • 6. Os símbolos foram-se tornando mais abstractos, evoluindo para símbolos sem aparente relação aos caracteres originais. Por exemplo, a letra M em português na verdade vem de um hieróglifo egípcio que retratava ondas na água e representava o mesmo som. Este foi um processo simbólico que possibilitou ao homem expandir a mensagem muito para além do tempo e do espaço de propagação da mesma, criando mensagens que se manteriam inalteradas por séculos e que poderiam ser proferidas a quilómetros de distância.
  • 7. São vários os factores que explicam o nascimento da escrita: - A necessidade de contabilizar os produtos comercializados, os impostos arrecadados e os funcionários do Estado; - O levantamento da estrutura das obras, que exigiria a criação de um sistema de sinais numéricos, para a realização dos cálculos geométricos. Com a escrita, o ser humano criou uma forma de registar as suas ideias e de comunicar.
  • 8. Os primeiros povos que utilizaram a escrita foram os Sumérios, com a escrita cuneiforme.
  • 9. Depois, os egípcios desenvolveram os hieróglifos e, mais tarde, a escrita hierática.
  • 10. A invenção do alfabeto e do sistema numérico foram muito importantes para a evolução da escrita e da sua difusão através de povos navegadores como os fenícios e os gregos e mais tarde, os romanos.
  • 11. O papiro era obtido utilizando a parte interna, branca e esponjosa, do caule do papiro, cortado em finas tiras que eram posteriormente molhadas, sobrepostas e cruzadas, para depois serem prensadas. A folha obtida era martelada, alisada e colada ao lado de outras folhas para formar uma longa fita que era depois enrolada. A escrita fazia-se paralelamente às fibras.
  • 12. O Pergaminho (do grego pergaméne e do latim pergamina ou pergamena), é o nome dado a uma pele de animal, geralmente de cabra, carneiro, cordeiro ou ovelha, preparada para nela ser escrito algo. O seu nome lembra o da cidade grega de Pérgamo, na Ásia Menor, onde se acredita que terá sido criado. Os pergaminhos feitos de peles delicadas de bezerros ou cordeiros, eram chamados de velino, suporte para a escrita, fino, macio e claro, usado para documentos e obras importantes.
  • 13. O pergaminho foi o suporte de escrita mais largamente utilizado na antiguidade ocidental, principalmente na Idade Média, até à descoberta e consequente difusão do papel. Nos mosteiros cristãos eram mantidas bibliotecas de pergaminhos, onde monges letrados se dedicavam à cópia de manuscritos antigos, devendo-se a essa actividade monástica a sobrevivência e divulgação dos textos clássicos da cultura grega e latina no Ocidente. Hoje em dia, o pergaminho é utilizado para a confecção de diplomas universitários, títulos e letras do Tesouro Nacional, por ser considerado um material difícil de ser falsificado, graças às nuances naturais e à sua grande durabilidade.
  • 14.
  • 15. A biblioteca da cidade de Alexandria, hoje a maior cidade comercial do Egipto, foi uma das maiores bibliotecas do mundo antigo, centro de todo o conhecimento do homem da época. Consta que terá sido fundada no inicio do século III a.C., durante o reinado de Ptolomeu II no Egipto, após o seu pai ter construído o templo das musas. Consta-se também que a biblioteca chegou a ter mais de 400.000 rolos de papiro, podendo até ter chegado a ter 1.000.000. A antiga Biblioteca de Alexandria tinha como principal objectivo preservar e divulgar a cultura nacional, papel que desempenhou até 646 d.C. data em que foi destruída num incêndio acidental.
  • 16.
  • 17. O termo imprensa deriva da prensa móvel, processo gráfico aperfeiçoado por Johannes Guttenberg no século XV e que, a partir do século XVIII, foi usado para imprimir jornais, então os únicos veículos jornalísticos existentes.
  • 18. Em 1440, Gutenberg desenvolve a tecnologia da prensa móvel, utilizando os tipos móveis: caracteres avulsos gravados em blocos de madeira ou chumbo, que eram rearrumados numa tábua para formar palavras e frases do texto. Na Baixa Idade Média, as folhas escritas com notícias comerciais e económicas tornam-se muito comuns. Esta arte propagou-se com uma rapidez impressionante pelo vale do Rio Reno e por toda a Europa. Entre 1452 e 1470, a imprensa conquistou nove cidades germânicas e várias localidades italianas, bem como Paris e Sevilha. Dez anos depois, registava-se a existência de oficinas de impressão em 108 cidades; em 1500, o seu número era de 226.
  • 19. O primeiro jornal de que há notícia foi a Acta Diurna, que o imperador Augusto mandava colocar no Fórum Romano (século I). A publicação, gravada em tábuas de pedra, foi fundada em 59 a.C. por ordem de Júlio César. Continha a listagem de eventos ordenados pelo Ditador. Na Roma Antiga e em todo o Império Romano, a Acta Diurna era afixada nos espaços públicos e publicava factos diversos, notícias militares, obituários, crónicas desportivas, entre outros.
  • 20. O primeiro jornal em papel foi publicado como um panfleto manuscrito a partir de 713 d.C., em Pequim, na China. Em 1041, também na China, foi inventado o caracter móvel. O alfabeto chinês, uma vez que era ideográfico e não fonético, utilizava um número de caracteres muito maior que o alfabeto latino europeu.
  • 21. Nos séculos XVIII e XIX, os líderes políticos tomaram consciência do grande poder que os jornais poderiam ter para influenciar a população e proliferaram os jornais de facções e partidos políticos. O The Times, de Londres, começa a circular em 1785, ainda com o nome de The Daily Universal Register. No século XIX, os empresários descobriram o potencial comercial do jornalismo e surgiram as primeiras publicações parecidas com os diários actuais. Nos Estados Unidos, Joseph Pulitzer (que deu o nome aos prémios jornalísticos) e William Randolph Hearst criaram grandes jornais destinados à venda em massa. Em 1833, foi fundado o New York Sun, primeiro jornal “popular”, vendido a um centavo de dólar. Já o The Guardian, um dos jornais mais vendidos do Reino Unido até hoje, surge em 1821.
  • 22. No século XIX surgem também as primeiras empresas dedicadas à recolha de informações sobre a actualidade, que eram vendidas aos jornais. Estas empresas ficaram conhecidas como agências de notícias ou agências de imprensa. A primeira delas foi fundada em 22 de Outubro de 1835 pelo francês Charles-Louis Havas: a Agence des Feuilles Politiques, Correspondance Générale, que viria a se tornar a actual Agence France- Presse. Em 1848, vários jornais de Nova York se juntam para formar a agência Associated Press, durante a guerra dos EUA contra o México. O principal motivo da associação, na época, foi a redução de custos.
  • 23. Em 1851, o alemão Paul Julius Reuter funda a agência Reuters. No mesmo ano, é fundado o The New York Times, o principal jornal de Nova York e até hoje um dos mais importantes nos EUA e no mundo. A United Press International é criada em 1892. A agência alemã Transocean é fundada em 1915 para cobrir a I Guerra Mundial na Europa, com a visão da Tríplice Aliança (Alemanha, Império Austro-Húngaro e Itália). Em 1949, as três principais agências alemãs unem-se para formar a Deutsche Presse-Agentur (DPA).
  • 24.
  • 25. O início da Guerra Civil dos Estados Unidos da América, em 1861, é um marco para a imprensa, pelas inovações técnicas e novas condições de trabalho. Repórteres e fotógrafos recebem credenciais para cobrir o conflito. De lá, desenvolvem o lead para assegurar que a parte principal da notícia chegará à redacção pelo telégrafo. Os jornais inventam as manchetes, títulos em letras grandes na primeira página, para destacar as novidades da guerra. O primeiro jornal a enviar correspondentes para dois lados de uma guerra foi o The Guardian, de Manchester, na Guerra Franco-Prussiana, em 1871.
  • 26. Em 1844, a invenção do telégrafo por Samuel Morse revoluciona a transmissão de informações e permite o envio de notícias a longas distâncias. Mas o telégrafo só ganharia um aumento exponencial da sua capacidade a partir da instalação dos cabos submarinos, que unem os continentes, na segunda metade do século XIX. O primeiro despacho transatlântico por telégrafo foi enviado pela AP em 1858.
  • 27. Surgem então as primeiras grandes novidades nas técnicas de impressão. A primeira rotativa começa a funcionar em 1847, nos EUA. No ano seguinte, o Times de Londres cria uma rotativa que imprime 10 mil exemplares por hora. O linótipo foi inventado em 1889, por Otto Merganthaler, revolucionando as técnicas de composição de página com o uso de tipos de chumbo fundidos para gerar linhas inteiras de texto. A fotografia começou a ser usada na imprensa diária em 1880. A Alemanha foi o primeiro país a produzir revistas ilustradas graficamente com fotografias. Em 1919, surge o New York Daily News, primeiro jornal em formato tablóide.
  • 28. A primeira transmissão de rádio transatlântica foi feita em 1903, por Marconi. As primeiras emissoras de rádio, surgidas na década de 1920, passaram a ter mais protagonismo que os jornais, no acompanhamento passo-a-passo dos factos da actualidade. As primeiras transmissões de televisão foram feitas nos Estados Unidos nos anos 1930 e, já nos anos 1950, a televisão competia com a rádio pela possibilidade de transmitir informação instantânea, com o adicional lado sedutor da imagem. O vídeo foi inventado em 1951, mas só começou a ser usado em larga escala a partir dos anos 1970.
  • 29. No decurso do século XX, o desenvolvimento e a expansão dos meios de comunicação em massa seguiram o progresso científico e tecnológico. De facto, os meios, além de servirem para veicular as informações, são também os objectos tecnológicos com os quais o usuário interage. O avanço da tecnologia permitiu a reprodução em grande quantidade de materiais informativos a baixo custo. As tecnologias de reprodução física, como a imprensa, a gravação de discos de música e a reprodução de filmes seguiram a reprodução de livros, jornais e filmes a baixo preço para um amplo público. Pela primeira vez, a televisão e a rádio permitiram a reprodução electrónica de informações.
  • 30. Se, inicialmente, o termo "meios de comunicação de massa" se referia a jornais, rádio e televisões, no final do século XX a internet também entrou fortemente no sector.