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Uma nova catequese - reflexão para catequese em estilo catecumenal

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Reflexão para melhor compreensão da catequese em estilo catecumenal

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Uma nova catequese - reflexão para catequese em estilo catecumenal

  1. 1. 05/11/2014 LIANA PLENTZ - VIII SULÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICO
  2. 2. 05/11/2014 VIII SULÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICO
  3. 3. 05/11/2014 É evangelizar, anunciar valores, esperanças e alegrias que se carrega em seu próprio coração e que se faz verdade pelas mãos.
  4. 4. 05/11/2014
  5. 5. 05/11/2014 Ir ao encontro, tocar, amar, deixar-se amar, ouvir, confiar, abraçar, chorar as dores dos empobrecidos e estar com eles na luta pela vida.
  6. 6. 05/11/2014 É propor uma adesão pessoal ao Deus de Jesus Cristo, que age como fermento interior na transformação progressiva de cada ser humano e não mais verdades abstratas ou idealizadas.
  7. 7. 05/11/2014 É propor de forma livre e direta o Evangelho de Jesus como mensagem de esperança e alegria. Como um cântico novo das criaturas, louvando ao Criador e afirmando a fraternidade.
  8. 8. 05/11/2014 É ter a certeza de que Cristo Jesus é o único enviado de Deus para revelar-nos sua face e saciar nossa fome de infinito. A esta confissão de fé, deve corresponder o testemunho de vida, como Jesus, totalmente voltada para o Pai e totalmente voltada para o irmão, sobretudo o que sofre; isso não só em escala pessoal ou assistencial, mas também e, sobretudo, na dimensão social. ALTEMEYER, FERNANDO JUNIOR, in O Papa Francisco e a Igreja do coração de Jesus. Revista de Catequese n. 141. 2013
  9. 9. 05/11/2014 É repropor ao coração e à mente, muitas vezes distraídos e confusos dos homens de nosso tempo, e antes de tudo a nós mesmos, a beleza e a novidade perene do encontro com Cristo. É um apaixonar-se constante por Jesus.
  10. 10. 05/11/2014 É tornar a nossa fé credível, através de nossos atos, de nossas atitudes vividas alegremente.
  11. 11. 05/11/2014 Só por este fato, nossa vida cristã se tornaria e uma para aqueles que não creem ou se afastaram da fé.
  12. 12. 05/11/2014 É transformar as dificuldades que hoje encontramos ao evangelizar em novas oportunidades de anúncio do Evangelho. LIMA, Luiz Alves. O SÍNODO DOS BISPOS DE 2012, O ANO DA FÉ E A CATEQUESE. Revista de Catequese n. 141. 2013.
  13. 13. 05/11/2014 “Vale mais acender um fósforo do que reclamar da escuridão”.
  14. 14. 05/11/2014 É próprio de um filho de Deus queixar-se sistematicamente do mal, do clima pessimista e negativo que o rodeia? O que aconteceria se nos decidíssemos a fazer o que está ao alcance de nossas mãos? Mudaríamos o mundo! Os primeiros cristãos, que tinham uma fé viva e operante, mas eram numericamente poucos, conseguiram fazer isto.
  15. 15. 05/11/2014 É certo não fazer nada por pensar que talvez se possa fazer pouco?
  16. 16. 05/11/2014 O bem se espalha por natureza: tem um efeito multiplicador que ultrapassa de longe a sua eficácia imediata. Com a graça de Deus, todas as nossas ações, por mais pequenas que sejam, têm repercussões que ficam fora do nosso alcance.
  17. 17. 05/11/2014
  18. 18. 05/11/2014
  19. 19. 05/11/2014
  20. 20. 05/11/2014
  21. 21. 05/11/2014
  22. 22. 05/11/2014 Assim também não podemos pensar em nova prática se o nosso olhar não mudou, se nossa visão de Igreja e de mundo continua defasada e não acompanha a caminhada que está sendo feita. O essencial é compreender esse novo olhar, é incorporá-lo, é torná-lo nosso.
  23. 23. 05/11/2014 Custamos muito a sair da nossa zona de conforto e resistimos ao novo.
  24. 24. 05/11/2014 VIII SULÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICO
  25. 25. Somente transformados em verdadeiros discípulos missionários poderemos, com nosso exemplo e vivência, ser o evangelizador, o animador de uma catequese de iniciação à vida cristã. 05/11/2014 VIII SULÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICO
  26. 26. 05/11/2014 UM OLHAR INDAGADOR SOBRE A NOSSA PRÁTICA
  27. 27. Faz-se necessário nos perguntar: A que catequese desejamos preparar os novos catequistas? Há, em nossa Igreja, um grande desejo e busca por uma Catequese Iniciática, ou seja, queremos uma catequese que leve o catequizando à experiência da fé, adesão a Jesus Cristo e ao discipulado. 05/11/2014
  28. 28. O nosso modelo de catequese oferece somente informações sobre Jesus Cristo ou leva verdadeiramente a um encontro, a uma experiência de fé e discipulado? E ainda há que nos perguntar: Como a Igreja hoje forma os seus discípulos missionários? Por que muitos cristãos batizados abandonam o que aprendem na família, na catequese e na comunidade? Para qual modelo ou cenário de Igreja nós queremos formar os novos catequistas? 05/11/2014
  29. 29. Tendo definido bem estas questões, é possível estabelecer os critérios e as pistas que almejamos alcançar. Primeiro, é preciso decidir-se: Desejamos crescer na “experiência da fé com o Cristo Vivo”, num compromisso com uma “Igreja em estado permanente de missão”? Queremos nos propor responder a estes desafios com uma catequese de caráter mistagógico? Ou seja, uma catequese que realmente introduza os catequizandos aos mistérios da fé? (Ir. Maria Aparecida – VII SULÃO DE CATEQUESE) 05/11/2014
  30. 30. 05/11/2014 OS DESAFIOS QUE NOS TRAZEM A MUDANÇA DE ÉPOCA QUE VIVEMOS
  31. 31. 1. Como levar as pessoas a um contato vivo e pessoal com Jesus Cristo? 2. Como fazê-los mergulhar nas riquezas do Evangelho, 3. como iniciá-los verdadeira e eficazmente na vida da comunidade cristã 4. e fazê-los participar da vida divina, cuja expressão maior são os sacramentos da iniciação? 5. Como realizar uma iniciação de tal modo que os fiéis perseverem na comunidade cristã? 05/11/2014
  32. 32. 05/11/2014 Não se trata somente de nova metodologia. “Vinho novo em odres velhos”... Um novo olhar significa a quebra de paradigmas.
  33. 33. Não entendo um catequista que não é criativo. E a criatividade é como o pilar do ser catequista. Deus é criativo, não é fechado, nunca é rígido. Deus não é rígido! Nos acolhe, vem até nós, nos entende. Para ser fiel, ser criativo, você tem que saber como mudar. CRIATIVIDADE É COMO O PILAR DO SER CATEQUISTA
  34. 34. E por que eu deveria mudar? Para ajustar-me às circunstâncias em que eu tenho que anunciar o Evangelho. Para ficar com Deus devo ser capaz de ir para fora. Não tenha medo de ir para fora. Um catequista sem dinamismo acaba sendo uma estátua de museu, e temos muitos! Temos tantos! Por favor, não queremos estátuas de museu! Saber como mudar!
  35. 35. UM PROCESSO DE INICIAÇÃO CRISTÃ conduza a um encontro pessoal, cada vez maior,com Jesus Cristo que leva à conversão e ao seguimento em uma comunidade eclesial 05/11/2014 DAp 289 VIII SULÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICO
  36. 36. DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS Amadurecimento Seguimento em uma Comunidade eclesial conversão encontro pessoal com JESUS CRISTO Palavra de Deus querigma de fé 05/11/2014
  37. 37. 05/11/2014
  38. 38. Este é o desafio que queremos assumir em nossa catequese e, por consequência, o de levar os iniciantes a se encantarem, a se apaixonarem por Jesus Cristo O desafio é fazer Jesus acontecer na vida das pessoas. 05/11/2014
  39. 39. O Amor nunca cabe em si. Ele sempre se amplia e vai tomando todo espaço que encontra. Esta é a principal característica de quem encontra o amado: sair de si, contar, testemunhar o que o amor está fazendo consigo, buscando torná-lo ainda maior. Este transbordamento do amor o leva, sempre, na direção do outro. 05/11/2014 VIII SULÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICO
  40. 40. 05/11/2014
  41. 41. "Fazer Jesus acontecer" é apresentar a pessoa de Jesus ressuscitado de uma forma tão viva, tão fascinante, tão envolvente, tão forte e convincente que a pessoa fique impressionada, desejosa de conhecê-lo, de acolhê-lo e de se render a Ele. E isso é evangelizar. 05/11/2014
  42. 42. "Fazer Jesus acontecer“ é provocar um encontro tal entre Jesus Ressuscitado e uma pessoa que esta fique marcada pela personalidade, pelas qualidades, pelas maravilhas da pessoa de Jesus. Eis a evangelização! 05/11/2014
  43. 43. "Fazer Jesus acontecer" é anunciar Jesus de tal forma que os corações se abram a Ele e esse encontro se torne um acontecimento marcante na história das pessoas. Isto é evangelizar. 05/11/2014
  44. 44. 05/11/2014 Quando Jesus acontece, a pessoa entra em processo de evangelização. Quando Jesus acontece profundamente no coração, a pessoa é evangelizada. Aliás, a pessoa evangelizada não será nunca mais a mesma!” Pe. Alírio José Pedrini, SCJ in: "Evangelizar é fazer Jesus acontecer", ed. Pneuma
  45. 45. 05/11/2014 Com o corpo transformado pelo amor somos impelidos a evangelizar, a compartilhar com o mundo a boa notícia, o bem que o amor incondicional é capaz de operar.
  46. 46. Diante da realidade que nos cerca, é preciso que questionemos seguidamente a nossa 05/11/2014 vivência da fé: Para depois questionar o nosso apostolado:
  47. 47. PEDAGOGIA DA INICIAÇÃO Características essenciais 05/11/2014
  48. 48. 05/11/2014
  49. 49. 05/11/2014 Um processo e não apenas um aprendizado sobre as verdades da fé. Uma catequese de iniciação brota da experiência de fé e se destina a suscitar no catequizando, antes de tudo, uma análoga experiência de fé. (REVISTA DE CATEQUESE 141, p. 28)
  50. 50. A Igreja propõe uma catequese que não seja apenas mais um programa, mas que se configure como a comunicação da experiência do encontro com Cristo, o testemunho e o anúncio de pessoa a pessoa, de comunidade a comunidade. (DAp 145) 05/11/2014
  51. 51. Um projeto de catequese de cunho mistagógico que tenha por meta o caráter experiencial. O modo como se deu o processo de maturação da fé dos primeiros discípulos de Jesus Cristo, constitui para nós uma valiosa fonte para a catequese. 05/11/2014
  52. 52. 1. Processo formativo como verdadeira escola de fé e conversão 05/11/2014
  53. 53. “Não se começa a ser cristão por uma decisão ética ou uma grande ideia, mas pelo encontro com um acontecimento, com uma Pessoa, que dá um novo horizonte à vida e, com isso, uma orientação decisiva”. A descoberta do amor de Deus manifestado em Jesus Cristo, dom salvífico para toda a humanidade, não acontece sem a mediação dos outros (Rm 10,14). (DGAE 2012-2015) 05/11/2014
  54. 54. Por isso, independente das inúmeras dificuldades, é urgente que a paróquia se torne, cada vez mais, comunidade de comunidades vivas e dinâmicas de discípulos missionários de Jesus Cristo. 05/11/2014
  55. 55. 2 - O estilo de inspiração catecumenal deve proporcionar a interação catequese-liturgia-mudança de vida, acompanhando o ano litúrgico e as situações da vida, propondo o caminho mistagógico de iluminação e maturação da fé. Necessidade premente de sermos criativos na adaptação da pedagogia catecumenal para as diversas situações da pastoral. 05/11/2014
  56. 56. “A admiração pela pessoa de Jesus, seu chamado e seu olhar de amor despertam uma resposta consciente e livre desde o mais íntimo do coração do discípulo, uma adesão a toda a sua pessoa ao saber que Cristo o chama pelo nome (cf. Jo 10,3). É um ‘SIM’ que compromete radicalmente a liberdade do discípulo a se entregar a Jesus, Caminho, Verdade e Vida (cf. Jo 14,6) É uma resposta de amor a quem o amou primeiro “até o extremo” (cf. Jo 13,1). A resposta do discípulo amadurece neste amor de Jesus: “Eu te seguirei por onde quer que vás” (Lc 9,57).” (DAp 136) 05/11/2014
  57. 57. 05/11/2014
  58. 58. 3 - Produz a integração na comunidade; impulsiona o exercício de obras pastorais Catequese que ensina a dimensão social da fé, isto é, a caridade, a solidariedade, a fraternidade e a verdadeira libertação; que toque mais o coração e a vida, ajudando a realizar uma experiência viva, onde o catequizando se envolve afetivamente, cresce na fé, deseja ser melhor, cria o hábito da oração, aprende a gostar e viver a liturgia, as celebrações, a prática dos sacramentos.[1] 05/11/2014 BEM COMUM
  59. 59. 4 - Está compromissada com a justiça e a transformação social. 05/11/2014
  60. 60. CAMINHADA PROCESSO TRANSFORMA A VIDA ITINERÁRIO LEVA à VIVÊNCIA CRISTÃ CRIA NO CORAÇÃO DO CATEQUIZANDO O AMOR AOS IRMÃOS, O CUIDADO PELOS POBRES, A LUTA POR UM MUNDO MELHOR, A CONSCIÊNCIA DA TRANSFORMAÇÃO DA REALIDADE ONDE O OUTRO É IRMÃO. 05/11/2014
  61. 61. O crescimento da fé é um processo iniciático e permanente: De conversão, isto é de transformação profunda (através de etapas de separação, prova e renovação) e de assunção de uma atitude totalizante e central (que confere uma nova identidade), feita de renúncia à lógica “mundana” e de opções fundamentais por Cristo na Igreja; De interiorização progressiva de atitude de fé, alimentada pela esperança e pelo amor, no desenvolvimento harmônico dos três componentes: cognitivo, afetivo e comportamental. De caminho para maturidade da fé, em dinamismo sempre aberto para o ideal do adulto na fé. Cf. ALBERICH, Emílio. Catequese evangelizadora. Manual de Catequética Fundamental. Adaptação para o Brasil e América Latina: Pe. Luiz Alves de Lima. Editora Salesiana, 2004, p. 166. 05/11/2014
  62. 62. 05/11/2014 conversão transformação profunda (através de etapas de separação, prova e renovação) assunção de uma atitude totalizante e central (que confere uma nova identidade), renúncia à lógica “mundana” e de opções fundamentais por Cristo na Igreja;
  63. 63. 05/11/2014 interiorização progressiva de atitude de fé alimentada pela esperança e pelo amor no desenvolvimento harmônico dos três componentes: cognitivo, afetivo e comportamental
  64. 64. 05/11/2014
  65. 65. 05/11/2014
  66. 66. Nossas comunidades precisam ser comunidades diuturnamente mistagógicas, preparadas para permitir que o encontro com Jesus Cristo se faça e se refaça permanentemente. (DAp 246-257, 278) 05/11/2014
  67. 67. 05/11/2014 Todas as paróquias e pequenas comunidades devem ser células vivas, lugares para promover o encontro pessoal e comunitário com Cristo, experimentar a riqueza da liturgia e propiciar formação cristã inicial e permanente, e para educar todos os fiéis na fraternidade e caridade, especialmente para com os pobres. (Proposição 26 – Sínodo dos Bispos de 2012)
  68. 68. A comunidade deve ser a revelação do rosto acolhedor e amoroso de Deus, transformado em Boa-Nova para o povo, sobretudo para os pobres.
  69. 69. 05/11/2014
  70. 70. Em resposta a este novo olhar sobre a catequese, que deve ser de iniciação à vida cristã e de inspiração catecumenal , precisamos torná-la mais: 05/11/2014 cristocêntrica, bíblica, querigmática, mais celebrativa e - ter como meta orante (ritos), levar os iniciantes ao encontro com Jesus, à conversão de vida, ao discipulado, à inserção comunitária, à celebração da fé e à missão; ir além da preparação aos sacramentos da iniciação cristã, visando uma catequese permanente
  71. 71. - ser cristocêntrica, - proporcionando um verdadeiro encontro com Jesus, sua obra e sua missão;
  72. 72. A Igreja proclama que a chave, o centro e o fim de toda história humana se encontra em seu Senhor e Mestre. (GS 10,2)
  73. 73. MUDA O MODO DE VIVER novo estilo de vida, um novo modo de escolher e de avaliar as coisas, as pessoas e os acontecimentos
  74. 74. - ser bíblica, promovendo a leitura orante da Palavra e acompanhando o Ano Litúrgico, centrado na Vigília Pascal;
  75. 75. - ser querigmática, promovendo o anúncio alegre e dinâmico das realidades principais de nossa fé;
  76. 76. - ser mais celebrativa e orante, propiciando momentos especiais de ritos e celebrações que proporcionarão a experiência que formará a espiritualidade cristã;
  77. 77. - ter como meta levar os iniciantes ao encontro com Jesus, à conversão de vida, ao discipulado, à inserção comunitária, à celebração da fé e à missão;
  78. 78. - ir além da preparação aos sacramentos da iniciação cristã, visando uma catequese permanente.
  79. 79. Isso não depende de grandes programas e estruturas, mas de homens e mulheres novos que encarnem essa tradição e novidade, como discípulos de Jesus Cristo e missionários de seu reino, protagonistas de uma vida nova para uma América Latina que deseja se reconhecer com a luz e a força do Espírito. (DAp 11) 05/11/2014
  80. 80. 05/11/2014 INSPIRAR-SE NO MODO PEDAGÓGICO E MISTAGÓGICO COM QUE JESUS FORMOU SEUS DISCÍPULOS
  81. 81. Segundo os evangelhos, Jesus formou os seus primeiros discípulos dentro de um processo participativo, interativo e, progressivo. 05/11/2014
  82. 82. A intenção do catequista Jesus parece ser muito clara. Seus seguidores o acompanharão em sua vida itinerante pelos caminhos da Galileia e da Judeia; compartilharão com ele sua experiência de Deus; juntos dele aprenderão a acolher a chegada do Reino de Deus; guiados por ele participarão da tarefa de anunciar a todos a vinda do reinado de Deus. Ele mesmo os educará e preparará para esta missão. 05/11/2014
  83. 83. Ele não os chamou para estudar a lei nem para saber de cor as tradições religiosas de seu tempo. Não vivem dedicados ao estudo minucioso dos inúmeros preceitos e normas. Sua relação com este grupo, os futuros catequistas, é uma vinculação pessoal com alguém que os vai iniciando no projeto cheio de Deus (Carlos Mesters). 05/11/2014
  84. 84. A exemplo de Jesus Cristo, ser profeta é falar ao coração dos catequizandos, é ser capaz de entrar em diálogo com o diferente e compartilhar sua verdade evangélica e suscitar no outro a inquietude da Verdade que professa. 05/11/2014
  85. 85. Jesus Mestre, se coloca na dinâmica da igualdade como aquele que ensina com autoridade e humildade. Seu saber toca o coração dos interlocutores, contagia os demais. É um entusiasta e encantado com aquilo que faz. 05/11/2014
  86. 86. 05/11/2014
  87. 87. Como Mistagogos precisamos ler e interpretar a sacramentalidade da vida, os símbolos da cultura, os acontecimentos da existência humana, cada situação ordinária e extraordinária da mesma e seu significado midiático para abrir-se à transcendência, ajudando a alcançar o sentido pleno da vida. 05/11/2014
  88. 88. 05/11/2014
  89. 89. 05/11/2014
  90. 90. 05/11/2014 VIII SULÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICO
  91. 91. 05/11/2014 Este é o sonho de Deus: um mundo evangelizado, onde todos são irmãos e a lei é o amor. Um grande sonho ao qual somos convocados a participar e torná-lo realidade.
  92. 92. 05/11/2014 O campo em que os Apóstolos e os primeiros cristãos tinham que lançar a semente era um terreno duro, com abrolhos, cardos e espinhos. Não obstante, a semente que espalharam frutificou abundantemente. Numas terras deu cem, noutras sessenta, noutras trinta. Basta que haja uma pequena correspondência, por menor que seja, para que o fruto não se faça esperar, pois a semente é de Deus, e é Ele quem faz crescer a vida divina nas almas. (Falar com Deus)
  93. 93. 05/11/2014 As dificuldades da vida fazem parte do caminho. A vida necessita ser vivida com horizontes, com esperança e sonhos. Quem não sonha não vive.
  94. 94. Quando se caminha com esperança, as pedras do caminho não são tropeços de caminhada porque a luz do horizonte é maior, mais ampla e ajuda a ultrapassar as pedras. É o que Jesus fez com os dois discípulos, que caminhavam rumo a Emaús. 94
  95. 95. "Diante de uma vida sem sentido, Jesus nos revela a vida íntima de Deus em seu mistério mais elevado, a comunhão trinitária. É tal o amor de Deus, que faz do homem, peregrino neste mundo, sua morada: "Viremos a ele e viveremos nele" (Jo 14,23). 05/11/2014
  96. 96. Diante do desespero de um mundo sem Deus, que só vê na morte o final definitivo da existência, Jesus nos oferece a ressurreição e a vida eterna na qual Deus será tudo em todos (cf. 1Cor 15,28). 05/11/2014
  97. 97. Diante da idolatria dos bens terrenos, Jesus apresenta a vida em Deus como valor supremo: "de que vale alguém ganhar o mundo e perder a sua vida?" (Mc 8,36) (Evangelii Nuntiandi 8; DAp 109). 05/11/2014
  98. 98. DENTRO DESTE DESAFIO QUE A IGREJA HOJE NOS APRESENTA, SOMOS CHAMADOS A DAR UMA RESPOSTA FIRME E CORAJOSA: 05/11/2014
  99. 99. 05/11/2014
  100. 100. ESTAMOS CONSEGUINDO RECRIAR E RE-ELABORAR O PENSAMENTO DE ACORDO COM OS DESAFIOS QUE A IGREJA NOS APRESENTA? OU RESISTIMOS AO NOVO E CONTINUAMOS SEMPRE COM AS MESMAS PRÁTICAS? OU COPIAMOS UMA COISINHA BONITINHA DALI, OUTRA ACOLÁ, QUE NÃO REFLETEM A VIDA DO NOSSO INICIANTE? QUE PASSOS PRECISAMOS DAR PARA QUE POSSAMOS PROMOVER A INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ? 05/11/2014
  101. 101. 05/11/2014
  102. 102. JESUS CAMINHA COM ELES 102 Não estamos sós. Jesus caminha conosco! E nesta caminhada, Jesus nos convida a refazer e remodelar o caminho, à medida que as pessoas vão descobrindo novas perguntas, respostas e propostas para a vida.
  103. 103. 05/11/2014 VIII SULÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICO
  104. 104. 05/11/2014 Este espírito otimista, alegre e cheio de fortaleza, é imprescindível para progredirmos no amor de Deus e para levarmos a cabo uma fecunda atividade apostólica.
  105. 105. 05/11/2014
  106. 106. 05/11/2014 "Assim brilhe também a sua luz diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem a Deus Pai que está nos céus". (Mt 5,16)
  107. 107. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS VII SULÃO DE CATEQUESE. VIVÊNCIA DA FÉ: Discípulo formando e formador de novos discípulos. Palestra. Ir. Maria Aparecida Barboza –DIRETÓRIO NACIONAL DE CATEQUESE DOCUMENTO DE APARECIDA REVISTA DE CATEQUESE RITOS E CELEBRAÇÕES, Dr. Alberto Matos Professor, Pastor, Administrador at Florida Christian University - Orlando, FL - USA METODOLOGIA DE INSPIRAÇÃO CATECUMENAL, Pe. Antônio José de Almeida, 3ª. SEMANA BRASILEIRA DE CATEQUESE A NECESSIDADE DOS RITOS, Eliomar Ribeiro, padre jesuíta, Mestre em Teologia Pastoral, assessor da PJ, pároco na periferia de Fortaleza – CE LELO, Antônio Francisco. A Iniciação Cristã. Catecumenato, dinâmica sacramental e testemunho, São Paulo, Paulina, 2005. LELO, Antônio Francisco. Catequese com estilo catecumenal. 5ª. Edição, São Paulo, Paulinas, 2008. MESTERS, Carlos. Vai! Eu estou contigo!. Vocação e compromisso à luz da Palavra de Deus. São Paulo, Paulinas, 2010. PEDRINI, Alírio José, SCJ. Evangelizar é fazer Jesus acontecer, ed. Pneuma BRANDES, Dom Orlando, Cartilha sobre a Iniciação Cristã. In revista de catequese, n.126, abril-junho 2009-12-01 05/11/2014

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