Norovírus

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Norovírus

  1. 1. Angela, Caroline, Eglem e Luísa
  2. 2. Sumário 1. Descrição da doença 2. Agente etiológico 3. Ocorrência 4. Reservatório 5. Período de incubação 6. Modo de transmissão 7. Susceptibilidade e resistência 8. Diagnóstico 9. Conduta médica e tratamento 10. Alimentos relacionados à transmissão da doença 11. Notícias/Vacina 12. Prevenção
  3. 3. Noroviroses  Doenças de origem viral (Norovírus)  Gastrenterites virais;  Gastrenterites não bacterianas agudas.  Norovírus → família Caliciviridae  Caliciviroses;  Anteriormente “Norwalk‐like viroses”.
  4. 4. Caliciviroses  Caliciviroses → Gastrenterites:  Água;  Alimentos;  Aglomerações humanas.  Banal, auto‐limitada, leve ou moderada;  1 - 3 dias.
  5. 5. Caliciviroses  Náusea, vômito, diarréia, dores;  30% → assintomáticos;  Altamente contagiosas:  Menos de 100 partículas virais: infecção;  Transmissão pessoa‐a‐pessoa: disseminação.  Desenvolvimento: 24 ‐ 48 horas após ingestão;  Duração: 24 ‐ 60 horas.
  6. 6. Caliciviroses  Quadros graves/hospitalização → raros  Perda de líquidos: internação para reidratação endovenosa; • Após a doença observa‐se possível desenvolvimento de intolerância transitória à lactose.
  7. 7. Agente etiológico: Norovírus  Gênero → Norovírus;  Família → Caliciviridae;  Pequenas estruturas virais (SRSVs)  classificadas como calicivirus;  1 fita de RNA;  1 única proteína estrutural;  Partículas virais de 26‐35 nm.
  8. 8. Norovírus  Família:  Vários grupos de vírus;  Distintos sorologicamente;  Nomeados por lugares de ocorrência dos surtos.  5 gêneros:  Divididos por características genômicas;  Norovírus, Sapovírus, Lagovírus, Vesivírus e Nebovírus;  Lagovírus, Vesivírus e Nebovírus : exclusivos de animais;  Sapovírus e Norovírus: principalmente seres humanos.
  9. 9. Ocorrência  Distribuição mundial e comum;  Predominantemente em surtos;  Afetando todas as idades;  Nos EUA: cerca de 23 milhões de casos anuais:  Freqüentemente associados ao consumo de frutos do mar crus, atingindo mais de 50% da população maior de 18 anos de idade.
  10. 10. Ocorrência  Cerca de 50% dos surtos de origem alimentar seriam noroviroses;  Locais de ocorrência: restaurantes, refeições de avião, navios de cruzeiros, escolas, hospitais, praias, parques aquáticos e outros com grandes aglomerações humanas.
  11. 11. Ocorrência  Estado de São Paulo (1999 a 2008):  Bactérias: 19,3%;  Vírus: 20,8%;  Parasitas: 3,3%;  Toxinas e outros: 0,8%;  Sem identificação do agente etiológico: 44,2% .  Surtos têm predomínio nos meses de verão:  Em 2009, mais de 70% ocorreram de janeiro a março.
  12. 12. Reservatório  Seres humanos e animais;  Lagovírus, Vesivírus e Nebovírus : exclusivos de animais;  Sapovírus e Norovírus: principalmente seres humanos.
  13. 13. Período de incubação  Comumente 24 - 48h:  Em surtos, média de 33 a 36 horas;  Podendo ocorrer 12 horas após a exposição.  Estudos mostram faixa de variação de 10- 50h.
  14. 14. Modo de Transmissão  Via fecal-oral;  Vômitos;  Água e alimentos contaminados.
  15. 15. Susceptibilidade e resistência  Todos são susceptíveis;  Re-infecções;  Curta imunidade por um período de 14 semanas;  Alta resistência;  Permanece em superfícies.
  16. 16. Diagnóstico  Sintomas: vômitos, diarréia, dor de estômago;  Identificação;  Técnicas e reagentes específicos.
  17. 17. Conduta médica e tratamento  Hidratação e reposição de eletrólitos;  Não há vacina disponível ainda;  Não há medicamento específico;  Annita® > indicada para várias parasitoses;  Redução da duração do quadro.
  18. 18. Alimentos relacionados  Água;  Frutas, verduras, legumes e frutos do mar, ingeridos crus ou mal cozidos;  Via manipulador do alimento.
  19. 19. Vacina e notícias  Massachusetts Medical Society, link: <http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1101245>
  20. 20.  Folha Online, link: <http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u495832.shtml>
  21. 21. Boas práticas de higiene nas mãos  Não tocar superfícies ou objetos infectados;  Lavar as mãos frequentemente com água e sabão:  Depois de ir ao banheiro;  Antes de se alimentar;  Após o cuidado de pessoas doentes;  Não levar a mão à boca;  Uso de álcool gel.
  22. 22. Desinfetar superfícies contaminadas  Que tenham sido contaminadas com vômito ou fezes de pessoas doentes; 1. Usar mascara cirurgica; 2. Usar luvas de borracha; 3. Retirar a matéria orgânica/secreções. 4. Lavagem da área afetada com água e sabão; 5. Lavar as luvas antes de retirá-las; 6. Lavar vigorosamente as mãos.
  23. 23. Água sanitária Diluição aproximada Concentração aproximada Aplicação 2,0% ‐ 2,5% Concentrada 20.000 – 25.000 ppm Uso em vaso sanitário. 2,0% ‐ 2,5% 100 ml em 100 ml de água 10.000 ppm Desinfecção de superfícies contaminadas. 2,0% ‐ 2,5% 10 ml em 1 litro de água 200 – 250 ppm Brinquedos, mamadeiras e utensílios de cozinha. Água sanitária para desinfecção
  24. 24. Cuidados pessoais de pessoas contaminadas  Não retornar as atividades até 24 – 72 horas após cessar os sintomas;  Não manipular alimentos;  Evitar piscinas;  Quando recuperados, lavar frequentemente as mãos.
  25. 25. Água e Alimentos  Conhecer a procedência dos alimentos;  Frutas e verduras – água sanitária a 2,5%;  Ostras e frutos do mar – ingeridos crus ou mal cozidos e de origem desconhecida;  Ferver a água a ser consumida;
  26. 26. Surtos em hospitais  Aerolização de vômitos e contaminação fecal de superfícies;  Separar os pacientes contaminados com gastrenterites dos que não estão afetados pela doença (sala de espera, internação, sanitários);  Instruir funcionários;
  27. 27. Descarte de resíduos  Descartar os resíduos das instalações sanitárias, fraldas, e panos ou papéis utilizados no processo de limpeza, em sacos plásticos hermeticamente fechados, de acordo com as normas de coleta de resíduos domiciliares do município.
  28. 28. Referências  Governo Estado de São Paulo. Manual das Doenças Transmitidas por Alimentos. Disponível em: <ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc _tec/hidrica/doc/IF10_Norovirus.pdf> Acesso em 01 de Junho de 2012.

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