GLUTAMATO MONOSSÓDICO
Amanda, Angela, Caroline, Giane, José, Martha.
SUMÁRIO
 O que é glutamato?
 Como se obtém
 Gosto Umami
 Uso como aditivo alimentar
 Aspectos legais e segurança no c...
O QUE É GLUTAMATO?
 O glutamato monossódico (GMS) é o sal sódico
do ácido glutâmico (GLU), um aminoácido não
essencial am...
O QUE É GLUTAMATO?
 GLU:Sintetizado em quase todas as células;
 Precursor do ácido gama-aminobutírico (GABA);
 Neurotra...
O QUE É GLUTAMATO?
 Chamado de INS – 621  código Internacional;
 Cristais brancos, solúveis em água;
 Em gordura?
OBTENÇÃO DO GLUTAMATO:
 Kikunae Ikeda  algas/glúten (CARVALHO, 2011);
 Componente de sabor diferente para alimentos;
 ...
OBTENÇÃO DO GLUTAMATO:
 Hoje em dia:
 Síntese química e fermentação (mais usado);
 Alto rendimento e baixo custo;
 Cor...
GOSTO UMAMI
 O glutamato na forma livre é detectado por receptores
gustativos e proporciona o quinto gosto básico Umami
(...
GOSTO UMAMI
 Alimentos submetidos a processos  sofrem reações
de hidrólise protéica que produzem grandes
quantidades de ...
GOSTO UMAMI
 Realçador de sabor:
 Glutamato monossódico (GMS)  possui o mesmo papel
sensorial do glutamato livre de oco...
GOSTO UMAMI
 Redução do teor de sódio:
 O gosto umami permite que o GMS seja utilizado como
substituinte do cloreto de s...
GOSTO UMAMI
 Gosto Umami, em excesso, compromete a aceitação
sensorial dos alimentos:
 ANVISA se baseia nos estudos real...
GOSTO UMAMI - ESTUDOS
 ELMAN, SOARES e PINTO E SILVA (2010)
 Pacientes com câncer  redução na ingestão de
alimentos dev...
GOSTO UMAMI - ESTUDOS
 KOBAYASHI e KENNEDY (2001)
 A percepção do GMS pode ser influenciada por questões
genéticas, capa...
GOSTO UMAMI - ESTUDOS
 KOBAYASHI e KENNEDY (2001)
 Avaliação de soluções contendo diferentes concentrações
de GMS (0,925...
ESTUDOS EM HUMANOS
 Algumas horas após nascidos;
 Pinga uma gota da solução;
 Gosto facial reflexos;
 Mostra reações d...
ESTUDOS EM HUMANOS
 Home e mulher jovem franceses;
 Endograma;
 Quantifica variáveis de motivação para comer em
diferen...
ESTUDOS EM HUMANOS
 Palatabilidade melhorou, engolir mais rápido e
pausas mais curtas;
 Palatabilidade pode aumentar o c...
USO COMO ADITIVO ALIMENTAR
 Culinária asiática utilizado tradicionalmente;
 No ocidente há muito tempo vem sendo utiliza...
USO COMO ADITIVO ALIMENTAR
 Efeito sinérgico do com sais dissódicos, como o
inosinato (carnes e peixes), e o guanilato
(c...
ASPECTOS LEGAIS E SEGURANÇA NO
CONSUMO
 ―Síndrome do Restaurante Chinês‖ foi descrita
inicialmente na década de 60;
 Sin...
ASPECTOS LEGAIS E SEGURANÇA NO
CONSUMO
 A possível associação entre o consumo deste
aditivo com o desenvolvimento ou agra...
ASPECTOS LEGAIS E SEGURANÇA NO
CONSUMO
 Obesidade;
 Diabetes;
 Transtorno do décit de atenção com
hiperatividade;
 Au...
ASPECTOS LEGAIS E SEGURANÇA NO
CONSUMO
 Utilização deva ser informada no rótulo dos
produtos (FAO, 1974; FDA, 2006; BRASI...
ASPECTOS LEGAIS E SEGURANÇA NO
CONSUMO
 No Brasil, a ANVISA regulamenta o GMS com a
função de realçador de sabor em alime...
DOENÇAS/ARTIGOS
DOENÇAS/ARTIGOS
Obesidade Induzida por Glutamato Monossódico em
ratas Wistar prenhes Adultas
 Verificou-se que 60% dos an...
GLUTAMATO MONOSSÓDICO EM DIETA PADRÃO E EM
DIETA RICA EM FIBRAS: METABOLISMO E ESTRESSE
OXIDATIVO EM RATOS
DOENÇAS/ARTIGOS
 Objetivo: Este estudo determinou os efeitos da adição de
glutamato monossódico (MSG) a uma dieta padrão ...
DOENÇAS/ARTIGOS
 Resultados: o grupo MSG tinham disfunção metabólica pelo
aumento dos níveis de glicose, triacilglicerol,...
 Dados indicam que um excesso de injeção de GMS
causam danos no hipotálamo de ratos;
 Alguns autores mencionam também o
...
MATERIAIS E MÉTODOS
 Ratos;
 GMS em solução aquosa de 10%;
 Para estudar a relação entre a ingestão do GMS e
a idade da...
ARTIGO
 Para avaliar a relação entre a lesão no hipotálamo
e o ganho de peso, ratos foram divididos em três
grupos:
 Gru...
CONCLUSÕES
 Os danos causados pela ingestão do GMS
dependem da idade em que foi feita a
administração;
 Lesões no hipotá...
 Há muitos estudos retratando que quando os roedores
são alimentados com GMS ao invés de receber por
injeção, não houve a...
ARTIGO
 Experimentos 1 e 2. Influência da ingestão por bebida ou
comida de GMS no ganho de peso de ratos e camundongos:
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CONCLUSÃO
 Em todos os experimentos realizados, não houve
efeito no consumo de GMS no peso corporal,
ganho de peso, consu...
RESPOSTA....
 Objetivo:
 Avaliar se a ingestão de GMS associa-se com
distúrbios respiratórios do sono (DRS);
 DRS: Obesidade é o mai...
QUESTIONAMENTO...
 Palavras que podem induzir o leitor a uma resposta
não comprovada;
 Alguns fatores como o tabagismo, ...
10 ALIMENTOS
1. Molho de tomate
2. Hambúrguer de Soja
3. Sardinha
4. Farofa
5. Tempero para carne
6. Molho para salada
7. ...
REFERÊNCIAS
 DINIZ, Y. S. Monosodium glutamate in standard and high fiber diets: metabolic syndrome and oxidative stress ...
REFERÊNCIAS
 BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Sistema Internacional de Numeração de Aditivos
Alimentares...
REFERÊNCIAS
 ROGERS, M. D. Re: Association between monosodium glutamate intake and sleep-disordered breathing among
Chine...
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  1. 1. GLUTAMATO MONOSSÓDICO Amanda, Angela, Caroline, Giane, José, Martha.
  2. 2. SUMÁRIO  O que é glutamato?  Como se obtém  Gosto Umami  Uso como aditivo alimentar  Aspectos legais e segurança no consumo  Doenças  O que dizem os artigos recentes  10 alimentos  Conclusão  Referências
  3. 3. O QUE É GLUTAMATO?  O glutamato monossódico (GMS) é o sal sódico do ácido glutâmico (GLU), um aminoácido não essencial amplamente encontrado na natureza:
  4. 4. O QUE É GLUTAMATO?  GLU:Sintetizado em quase todas as células;  Precursor do ácido gama-aminobutírico (GABA);  Neurotransmissores no SNC (CARVALHO, 2011);  95% do glutamato vira glutationa, arginina e prolina;  Aplicação crescente  2007  2mi toneladas.
  5. 5. O QUE É GLUTAMATO?  Chamado de INS – 621  código Internacional;  Cristais brancos, solúveis em água;  Em gordura?
  6. 6. OBTENÇÃO DO GLUTAMATO:  Kikunae Ikeda  algas/glúten (CARVALHO, 2011);  Componente de sabor diferente para alimentos;  1866  Primeiro isolamento;  1909 patenteado Ajinomoto;  Produção inicial: Hidrólise do glúten com ácido clorídrico e aquecimento (20h);  Filtraçãoconcentração (24h);  30 dias de armazenamento para cristalizar  ...
  7. 7. OBTENÇÃO DO GLUTAMATO:  Hoje em dia:  Síntese química e fermentação (mais usado);  Alto rendimento e baixo custo;  Corynebacterium e Brevibacterium;  FermentaEsterilizaConcentraPrecipita FiltraCentrifugaSeca. Ajusta pH 3,2 (PI) e depois neutraliza
  8. 8. GOSTO UMAMI  O glutamato na forma livre é detectado por receptores gustativos e proporciona o quinto gosto básico Umami (SOLMS, 1969; KAWAMURA e KARE, 1987).  Receptores específicos para o glutamato:  Língua, estômago e intestino (Chaudhari et al, 1996 e 2001; Maruyama et al, 2006; Niijima, 2000);  Glutamato  botões gustativos  sinais para o cérebro  gosto Umami.
  9. 9. GOSTO UMAMI  Alimentos submetidos a processos  sofrem reações de hidrólise protéica que produzem grandes quantidades de glutamato livre, resultando em altos teores de Umami.
  10. 10. GOSTO UMAMI  Realçador de sabor:  Glutamato monossódico (GMS)  possui o mesmo papel sensorial do glutamato livre de ocorrência natural;  A única diferença entre a molécula de ácido glutâmico e de MSG é o sódio;  Nos alimentos  MSG se dissocia  tornando-se livre para conferir mais Umami  realça e harmoniza o sabor.
  11. 11. GOSTO UMAMI  Redução do teor de sódio:  O gosto umami permite que o GMS seja utilizado como substituinte do cloreto de sódio, reduzindo seu uso entre 30 e 40% nos alimentos (YAMAGUCHI e TAKAHASHI, 1984).  GMS  13 % de sódio;  Sal de cozinha  40% de sódio.
  12. 12. GOSTO UMAMI  Gosto Umami, em excesso, compromete a aceitação sensorial dos alimentos:  ANVISA se baseia nos estudos realizados pelo JECFA e FDA  não estabelece restrições para a utilização do MSG pela indústria de alimentos;  Fabricantes  sugerem utilização de 0,1% a 0,8 % no alimento pronto para consumo.
  13. 13. GOSTO UMAMI - ESTUDOS  ELMAN, SOARES e PINTO E SILVA (2010)  Pacientes com câncer  redução na ingestão de alimentos devido às alterações sensoriais decorrente da quimioterapia (BIANCHI e ANTUNES, 2008).  O uso do GMS pode melhorar a palatabilidade auxiliando a alimentação de pacientes debilitados.  Crianças portadoras de câncer e sob tratamento quimioterápico  avaliadas quanto a capacidade de identificar diferentes concentrações de GMS:  Baixa (0,49-0,62 g/L);  Média (0,80-1,57 g/L);  Alta (2,03-3,96 g/L).
  14. 14. GOSTO UMAMI - ESTUDOS  KOBAYASHI e KENNEDY (2001)  A percepção do GMS pode ser influenciada por questões genéticas, capacidade de atenção ou sensibilidade resultante do prolongado consumo do aditivo;  17 ocidentais  alimentos com GMS;  18 ocidentais  alimentos sem GMS;  18 orientais  alimentos sem GMS. 10 dias
  15. 15. GOSTO UMAMI - ESTUDOS  KOBAYASHI e KENNEDY (2001)  Avaliação de soluções contendo diferentes concentrações de GMS (0,925; 1,25 e 2,5 mM);  Orientais identificaram o GMS na menor concentração ofertada (0,925mM);  Ocidentais expostos previamente a alimentação com GMS identificaram (1,25mM);  Ocidentais sem exposição prévia ao aditivo identificaram o GMS somente nas maiores concentrações ofertadas (2,5mM).  Genética, capacidade de atenção ou sensibilidade.
  16. 16. ESTUDOS EM HUMANOS  Algumas horas após nascidos;  Pinga uma gota da solução;  Gosto facial reflexos;  Mostra reações de aceitação;  Sopa de vegetais com MSG;  Reação caracterizada por relaxamento no rosto;  Não é uma medida de sensação de gosto;
  17. 17. ESTUDOS EM HUMANOS  Home e mulher jovem franceses;  Endograma;  Quantifica variáveis de motivação para comer em diferentes pontos durante a comida;  Patê foi espontaneamente comido em quantidades maiores quando tinha GMS;  Aumentou a estimulação para comer;
  18. 18. ESTUDOS EM HUMANOS  Palatabilidade melhorou, engolir mais rápido e pausas mais curtas;  Palatabilidade pode aumentar o consumo e facilitar a aquisição de preferência para novos alimentos;  Pode servir para aumentar o apetite ( pessoas da terceira idade).
  19. 19. USO COMO ADITIVO ALIMENTAR  Culinária asiática utilizado tradicionalmente;  No ocidente há muito tempo vem sendo utilizado em ampla variedade de alimentos (carnes e vegetais);  Preparações caseiras ou processos industriais;  Concentração varia entre 0,20% a 1% (p/p);  Estudos mostram que o uso em maiores concentrações não proporciona vantagem sobre os efeitos desejados;  Estabilização na intensidade da percepção do gosto.
  20. 20. USO COMO ADITIVO ALIMENTAR  Efeito sinérgico do com sais dissódicos, como o inosinato (carnes e peixes), e o guanilato (cogumelos);  Utilizado com moderação nestes alimentos;  Interação com estes nucleotídeos produz efeito até seis vezes superior ao esperado(DURÁN-MÉRAS et al., 1993);  Objetivo é reduzir a concentração de sódio (problemas cardiovasculares);  Também é uma importante fonte deste composto/mesmo em menor concentração;
  21. 21. ASPECTOS LEGAIS E SEGURANÇA NO CONSUMO  ―Síndrome do Restaurante Chinês‖ foi descrita inicialmente na década de 60;  Sintomas como ardência no pescoço, braços e tronco, tensão em músculos faciais, dor de cabeça e lacrimejamento;  Possivelmente, após o consumo de alimentos formulados com GMS;  Estudos não demonstrou resultados capazes de estabelecer uma relação entre o consumo e síndrome;
  22. 22. ASPECTOS LEGAIS E SEGURANÇA NO CONSUMO  A possível associação entre o consumo deste aditivo com o desenvolvimento ou agravamento da asma, foi descartada conforme estudo realizado em ratos induzidos à asma;  A administração por via oral de GMS, não exerceu nenhum efeito sobre a situação induzida, seja no desenvolvimento ou na ocorrência de uma resposta aguda(YONEDA et al., 2011);  Estudos demonstram seu possível relacionamento ao desenvolvimento de doenças crônicas como:
  23. 23. ASPECTOS LEGAIS E SEGURANÇA NO CONSUMO  Obesidade;  Diabetes;  Transtorno do décit de atenção com hiperatividade;  Autismo;  Epilepsia, além de ser genotóxico a vários órgãos (HE et al., 2008, ERB, 2006);  Nas concentrações como é habitualmente consumido este aditivo não representa perigo aos consumidores (BEYREUTHERI et al., 2006);  As principais agências reguladoras que normatizam a produção de alimentos não estimam concentrações limite.
  24. 24. ASPECTOS LEGAIS E SEGURANÇA NO CONSUMO  Utilização deva ser informada no rótulo dos produtos (FAO, 1974; FDA, 2006; BRASIL,2001);  Segundo estudos da FAO, o uso de GMS nas concentrações utilizadas em alimentos não representa perigo aos consumidores;  Ressalvas a alimentos destinados a crianças menores de um ano, que em razão da carência de de estudos, sugere-se que não seja utilizado (FAO, 1974);
  25. 25. ASPECTOS LEGAIS E SEGURANÇA NO CONSUMO  No Brasil, a ANVISA regulamenta o GMS com a função de realçador de sabor em alimentos e permite seu uso;  Quantidades sucientes para que se obtenham os efeitos desejáveis;  Podendo ser empregado dentre uma grande diversidade de alimentos (BRASIL, 2001);  Uso em produtos cárneos (classe de alimentos onde é utilizado em maior volume);  Regulamentado pela Portaria nº 1.004, de 11 de Dezembro de 1998.
  26. 26. DOENÇAS/ARTIGOS
  27. 27. DOENÇAS/ARTIGOS Obesidade Induzida por Glutamato Monossódico em ratas Wistar prenhes Adultas  Verificou-se que 60% dos animais tratados com GM apresentaram obesidade, podendo acarretar também na diminuição da fertilidade;  A obesidade associada ao diabetes tipo 2 é devido ao aumento de deposição de gorduras nos adipócitos e na corrente sanguínea;  O aumento intracelular dos depósitos de TAG na musculatura, fígado e pâncreas, atenuam o metabolismo da glicose, interferindo nos níveis de insulina;  Tendência a diminuição das proteínas totais e tendência ao aumento dos níveis de glicose no sangue para o grupo tratado com glutamato monossódico.
  28. 28. GLUTAMATO MONOSSÓDICO EM DIETA PADRÃO E EM DIETA RICA EM FIBRAS: METABOLISMO E ESTRESSE OXIDATIVO EM RATOS
  29. 29. DOENÇAS/ARTIGOS  Objetivo: Este estudo determinou os efeitos da adição de glutamato monossódico (MSG) a uma dieta padrão e uma dieta rica em fibras sobre o metabolismo da glicose, perfil lipídico e estresse oxidativo em ratos.  Métodos: os Ratos Wistar machos foram alimentados com  uma dieta padrão (controle),  uma dieta padrão suplementada com 100 g de MSG por quilo de peso corporal de ratos,  uma dieta rica em fibras, ou  uma dieta rica em fibras suplementado com 100 g de MSG por quilograma de peso corporal.  Após 45 d de tratamento, foram analisados ​​para as concentrações de insulina, glicose, triacilglicerol, hidroperóxidos de lipídios e substâncias totais antioxidantes.
  30. 30. DOENÇAS/ARTIGOS  Resultados: o grupo MSG tinham disfunção metabólica pelo aumento dos níveis de glicose, triacilglicerol, insulina, aumento dos níveis de hidroperóxido lipídico e diminuição dos níveis de substâncias antioxidante total.  Conclusões: MSG adicionado a uma dieta aumenta a ingestão de alimentos. A superalimentação induz desordens metabólicas associados com o stress oxidativo. A dieta enriquecida com fibra impediu mudanças nos níveis de glicose, insulina e níveis de triglicérides que foram vistos no grupo MSG. Então, dietas enriquecidas com fibra são benéfica, melhorando o stress oxidativo e ―evitam‖ superalimentação, que é induzida por uma dieta de MSG.
  31. 31.  Dados indicam que um excesso de injeção de GMS causam danos no hipotálamo de ratos;  Alguns autores mencionam também o desenvolvimento subsequente de obesidade e anormalidades endocrinológicas;
  32. 32. MATERIAIS E MÉTODOS  Ratos;  GMS em solução aquosa de 10%;  Para estudar a relação entre a ingestão do GMS e a idade da administração , foram feitos testes:  Doses simples de 2mg MSG/g de peso corporal;  Dias testados: 1 a 30 dias após o nascimento;  Depois de 6h, os ratinhos eram sacrificados, em nome da ciência;
  33. 33. ARTIGO  Para avaliar a relação entre a lesão no hipotálamo e o ganho de peso, ratos foram divididos em três grupos:  Grupo 1: 1 dose diariamente, durante os 5 primeiros dias de vida ,de 2 mg GMS/ peso corporal;  Grupo 2 : 1 dose diariamente, do 6° até o 10° dia de vida ,de 2 mg GMS/ peso corporal;  Grupo 3: Controle: ingestão de solução salina;  Analisavam regularmente o tamanho do rato, peso e consumo de alimento;  Em diferentes dias após a ingestão de GMS os ratos eram sacrificados, e retirava-se o cérebro e o fígado para análises.
  34. 34. CONCLUSÕES  Os danos causados pela ingestão do GMS dependem da idade em que foi feita a administração;  Lesões no hipotálamos são menores em ratos mais novos;  Nos mais velhos ocorre a extensão da lesão no cérebro;  A maioria dos ratos do grupo 1 desenvolveu obesidade na 10ª semana de idade; grupos 2 e controle não houve alteração;
  35. 35.  Há muitos estudos retratando que quando os roedores são alimentados com GMS ao invés de receber por injeção, não houve alteração do peso;  O autor acredita que a ideia inicial de obesidade foi um equívoco, e muitos pensam assim;  Estudo recente reacendeu essa dúvida com um trabalho sobre obesidade em chineses consumidores de GMS; Não houve replicação em outra amostra e os resultados estão sendo contestados;
  36. 36. ARTIGO  Experimentos 1 e 2. Influência da ingestão por bebida ou comida de GMS no ganho de peso de ratos e camundongos:  Não houve efeitos no peso, ganho de peso em qualquer forma de ingestão ;  Experimento 4: Influência de ingerir (bebendo) GMS no peso corporal de ratos obesos:  Não teve efeitos no peso corporal, nem em ganho de peso muito menos na composição do corpo;  Experimento 5: Influência de ingerir (bebendo) GMS no peso corporal de ratos com tendência a obesidade:  Nada de influência;
  37. 37. CONCLUSÃO  Em todos os experimentos realizados, não houve efeito no consumo de GMS no peso corporal, ganho de peso, consumo de energia e composição do corpo;  Ele questiona outros autores que realizaram experimentos semelhantes e obtiveram respostas diferentes.  Os resultados do trabalho não podem comprovar que ingerir voluntariamente o GMS não afeta o peso;
  38. 38. RESPOSTA....
  39. 39.  Objetivo:  Avaliar se a ingestão de GMS associa-se com distúrbios respiratórios do sono (DRS);  DRS: Obesidade é o maior fator de risco; outros fatores são: bebidas alcóolica e cigarros;  Conclusão:  Os autores concluem que há uma relação entre GMS e o distúrbio.
  40. 40. QUESTIONAMENTO...  Palavras que podem induzir o leitor a uma resposta não comprovada;  Alguns fatores como o tabagismo, álcool e excesso de peso exercem grande efeito sobre a análise e não está bem explicado no estudo...
  41. 41. 10 ALIMENTOS 1. Molho de tomate 2. Hambúrguer de Soja 3. Sardinha 4. Farofa 5. Tempero para carne 6. Molho para salada 7. Requeijão 8. Biscoito 9. Sanduíche 10. Salgadinhos
  42. 42. REFERÊNCIAS  DINIZ, Y. S. Monosodium glutamate in standard and high fiber diets: metabolic syndrome and oxidative stress in rats. Nutrition (Burbank, Los Angeles County, Calif.). 2005.  TONUCCI, J; TOLEDO, M.T. Obesidade Induzida por Glutamato Monossódico em ratas Wistar prenhes. REB Volume 4 (2): 10-24, 2011.  TABELA NUTRICIONAL. Produtos que contém Glutamato monossódico. Disponível em: < http:// www.tabelanutricional.com.br/contem/ingrediente/glutamato-monossodico>. Acesso em 04 de setembro de 2013.  SOLMS, J. The taste of amino acids, peptides, and proteins. Journal of Agricultural and Food Chemistry, 17, pp. 686-688, 1969. KAWAMURA, Y.,  KARE, M.R. UMAMI: a basic taste. New York: Marcel Dekker, 1987. CHAUDHARI, N., PEREIRA, E., ROPER, S.D. Taste receptors for umami: the case for multiple receptors. American Journal of Clinical Nutrition, 90, pp. 738-742, 2009.  YAMAGUCHi S, Takahashi C. Interactions of monosodium glutamate and sodium chloride on saltiness and palatability of a clear soup. J Food Sci. 1984; 49: 82–85.  ELMAN, I., SOARES, N.S., PINTO E SILVA, M.E.M. Análise da sensibilidade do gosto umami em crianças com câncer. Revista Brasileira de Cancerologia, 56(2), pp. 237-242, 2010  KOBAYASHI, C., KENNEDY, L.M. Experience-induced changes in taste identication of monosodium glutamate (MSG). Physiology & Behavior, 75(1-2), pp. 57-63, 2001.  BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução-RDC n. 1, de 2 de janeirode 2001. Regulamento técnico que aprova o uso de aditivos com a função de realçadores de sabor, estabelecendo seus limites máximos para os alimentos. Diário Ocial da União. Brasília, Seção 1, pp. 21, 4 jan. 2001.  FAO/WHO. Toxicological evaluation of food additives with a review of general th principles and specications. 17 Report of the Joint FAO/WHO Expert Committee on Food Additives. FAO Nutrition Meetings Report Series n.53, WHO Technical Reports Series n. 539, 1974.
  43. 43. REFERÊNCIAS  BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Sistema Internacional de Numeração de Aditivos Alimentares. Brasília, 2001. Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br/alimentos/aditivo.htm>. Accesso em 02 de setembro de 2013.  BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Portaria nº 1004, de 11 de dezembro de 1998. Regulamento técnico que aprova o uso de aditivos e seus limites máximos em carnes e produtos cárneos. Diário Ocial da União. Brasília, Seção 1, pp. 28, 14 dez.1998.  HE, K., ZHAO, L., DAVIGLUS, M.L., DYER, A.R., HORN, L.V., GARSIDE, D. Association of monosodium glutamate intake with overweigth in Chinese adults. The Intermap Study. Obesity, 16(8), pp. 1875-1880, 2008.  BEYREUTHER, K., BIESALSKI, H.K., FERNSTROM, J.D., GRIMM, P., HAMMES, W.P., HEINEMANN, U. Consensus meeting: monosodium glutamate-an update. European Journal of Clinical Nutrition, 61(3), pp. 304- 313, 2007.  DURÁN-MERÁS, I., PEÑA, A.M., ESPINOSA-MANSILLA, A., SALINAS, F. Multicomponent determination off avor enhancers in food preparations by partial least squares and principal component regression modeling of spectrophotometric data.Analyst, 118(7), pp. 807-813, 1993.  YONEDA, J., CHIN, K., TORII, K., SAKAI, R. Effects of oral monosodium glutamate in mouse models of asthma. Food and Chemical Toxicology, 49(1), pp. 299-304, 2011.  CARVALHO, P.R.R.M. Características e segurança do glutamato monossódico como aditivo alimentar: Artigo de revisão. Visão Acadêmica, Curitiba, v.12, n.1, Jan. – Jun, 2011.  COLLISON, K. S. et al. Letter-to-the-Editor on ―No effects of monosodium glutamate consumption on the body weight or composition of adult rats and mice‖ — further information. Physiology & Behavior, v. 110–111, n. 0, p. 1-2, 2/17/ 2013. Disponível em: < http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0031938412004052 >.
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