SlideShare uma empresa Scribd logo
ASSISTÊNCIA
FARMACÊUTICA
E A ANVISA
Equipe: Anacilia de Lima Silva
Ana Cecília Crisóstomo Freitas.
Ediany Caroliny Lima do Carmo.
Lucirene Sousa F. Queiroz.
Maria da Conceição Silva Lorenço.
Maria das Graças Cândido Cardoso.
Socorro Fernandes de Araújo.
• A Assistência Farmacêutica, nasceu em 1971 com a instituição da Central de
Medicamentos(CEME).
• Em 1997, A (CEME) foi desativada e suas atribuições transferida para diferentes
órgãos e setores do Ministério da saúde.
• Em 1998, foi aprovada a Política Nacional de Medicamentos (PNM), que definiu
as funções e finalidades da Assistência Farmacêutica dentro do SUS como um
grupo de atividades relacionados com o medicamento, destinadas apoiar as ações
de saúde demandadas por uma comunidade, incluindo o abastecimento de
medicamentos, garantindo o acesso de medicamento à população com base na
adoção da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME), que é
utilizado para assegurar o uso racional, a conservação e controle da qualidade e a
segurança e a eficácia terapêutica.
CONCEITO
Assistência Farmacêutica é o conjunto de ações relacionadas com o
medicamento, destinadas a apoiar as ações de saúde demandadas por uma
comunidade.
Envolve o abastecimento de medicamentos em todas e em cada uma de suas
etapas constitutivas, a conservação e controle de qualidade, a segurança e a
eficácia terapêutica dos medicamentos, o acompanhamento e a avaliação da
utilização, a obtenção e a difusão de informação sobre medicamentos e a
educação permanente dos profissionais de saúde, do paciente e da
comunidade para assegurar o uso racional de medicamentos.
(ANVISA,1998)
Como vimos, a assistência farmacêutica não é exclusiva
de um único profissional, ela é uma atividade
multiprofissional; onde participam farmacêuticos,
médicos, enfermeiros, químicos, biólogos, dentre
outros”.
A Assistência Farmacêutica representa hoje um dos setores de maior
impacto financeiro no âmbito das Secretarias Estaduais de Saúde (SES) e a
tendência de demanda por medicamentos é crescente.
CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
Devido a isso; a organização da Assistência Farmacêutica,
elaborou o ciclo da assistência farmacêutica na qual deve
seguir a sequencia ordenada; o resultado de uma atividade
é o ponto de partida para outra e a ausência ou a execução
de forma inadequada de uma delas, acaba impedindo o
correto funcionamento de todo o ciclo.
No Brasil, o medicamento ainda é considerado um bem de consumo
e não um insumo básico de saúde, o que favorece a desarticulação
dos serviços farmacêuticos.
SELEÇÃO
Programação
Aquisição
Armazenamento
Distribuição
Dispensação
CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
Seleção de medicamentos : é o eixo do ciclo, tem por objetivo escolher dentro os
medicamentos disponíveis no mercado, aqueles que atenderão com eficácia e segurança as
necessidades da população com base nas doenças prevalentes. A seleção deve ser realizada
por uma comissão/comitê estadual de Farmacologia, com objetivo de estabelecer a Relação
Estadual de Medicamentos(REME), definindo os medicamentos a serem disponibilizados
pela Secretaria Estadual de Saúde para atenção básica, média ou para a alta complexidade.
CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
Programação de medicamentos: tem por objetivo garantir a disponibilidade dos
medicamentos previamente selecionados na quantidade adequada e o tempo oportuno para
atender a necessidades da população.
Aquisição de medicamentos: conjunto de procedimentos pelos quais se efetua o
processo de compra dos medicamentos estabelecidos pela programação, com o objetivo de
disponibilizar os mesmo em quantidade, qualidade e menor custo/efetividade, visando
manter a regularidade e funcionamento do sistema.
CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
Armazenamento e distribuição de medicamentos: o armazenamento é
caracterizado por um conjunto de procedimentos técnicos e administrativos que envolvem
as atividades de recebimento, estocagem, segurança e conservação dos medicamentos, bem
como o controle de estoque.
A distribuição deve seguir de acordo com as necessidades dos solicitantes, deve garantis
rapidez na entrega, segurança e eficácia no sistema de informação e controle.
CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
Dispensação de medicamentos: tem como objetivo garantir a entrega do
medicamento correto ao usuário, na dosagem e quantidade prescrita, com
instruções suficientes para seu uso correto e seu acondicionamento, de modo a
a assegurar a qualidade do produto.
Hoje o grande desafio da Assistência Farmacêutica é, promover o uso
racional dos medicamentos.
Atualmente, ocorre em nosso pais um uso indiscriminado de
medicamentos , que podemos chamar de automedicação.
“Uso de medicamentos sem a prescrição, orientação e/ou acompanhamento
do profissional de saúde habilitado”.
Exemplos preocupantes sobre o uso de Medicamentos no Brasil
• O Dorflex® está entre os dez produtos farmacêuticos mais vendidos em 2015.
• No Brasil o consumo de inibidores de apetite chega a 23,6 toneladas anuais. Em 2010 os
principais representantes desta classe terapêutica constavam na lista dos dez medicamentos
mais prescritos no pais, totalizando 4.416.790 prescrições referentes ao período de 2009-
2010.(Brasil,2011c).
• O uso indiscriminado de antimicrobianos atingiu níveis tão preocupantes que foi necessário
uma nova portaria governamental restrigindo as vendas em farmácias em virtude do
aparecimento de cepas multirresistentes de bactérias (Anvisa,2010).
.
• De Janeiro de 1989 a Agosto de 1992 foram vendidos no Brasil 48,9 milhões de comprimidos
de 200mcg de misoprostol, medicamento originalmente usado para o tratamento de úlcera
péptica, mas muito utilizado como abortivo. Considerando uma DDD(dose diária definida)
equivalente a 1 comprimido, tal consumo corresponde a 12,2 milhões de doses, ou seja, 4
comprimidos, que é a dose usual para provocar aborto (Coelho et al., 1993)
A Anvisa surgiu em 1990, devido a falta de qualidade e confiabilidade da
indústria farmacêutica, evidenciada por várias denúncias de medicamentos
falsificados, que possibilitaram o apoio político do Congresso Nacional para
sua aprovação, em diminuto tempo de tramitação. (Bueno,2005)
A Anvisa tem o papel de regulamentar todos os medicamentos, incluindo os
fitoterápicos, e fiscalizar as indústrias produtoras de medicamentos com o
intuito de proteger e promover a saúde da população.
Sendo assim, a Anvisa controla a produção, a liberação para consumo
(registro) e acompanha a comercialização dos medicamentos, podendo
retirá-los do mercado caso seu consumo apresente risco para a população.
Divide com os estados e municípios a responsabilidade pela inspeção de
fabricantes e pelo controle de qualidade dos medicamentos, realizando a
vigilância pós-comercialização, as ações de farmacovigilância e a regulação da
promoção de medicamentos.
Para que um medicamento seja liberado no mercado pela ANVISA, são
necessários cerca de 10 anos de testes. Esse período pode variar
dependendo da doença e do tipo de medicamento que está sendo testado,
além do investimento.
Para serem liberados para venda, os medicamentos precisam passar por
testes pré-clínicos e clínicos.
Testes pré-clínicos
1. Funcional
2. Ensaio ex vivo
3. Modelos in vivo
4. Ensaios de toxidade
Testes clínicos
Etapa 1
Etapa 2
Etapa 4
Etapa 3
Caso todos os teste tenham resultados positivos, a substância pode se
tornar um medicamento ser registrada no órgão competente, que no Brasil
é a ANVISA.
Medicamentos Referência, Genérico e Similar
Medicamentos de Referência ou de Marca : Medicamento registrado
como inovação junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI)
cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente
perante o Órgão Federal competente, a Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (ANVISA), por ocasião do registro.
Medicamentos Referência, Genérico e Similar
Medicamentos Genéricos : São medicamentos produzidos após a expiração
da proteção patentária ou de outros direitos de exclusividade. Para tanto,
devem comprovar eficácia, segurança e qualidade, além de presentar
biodisponibilidade igual a do medicamento de referência ou inovador.
Os medicamentos genéricos agem em nosso organismo da mesma forma que
os medicamentos de referência agiriam.
Medicamentos Referência, Genérico e Similar
Medicamentos similares: São aqueles que contêm o mesmo ou os mesmos
princípios ativos, apresentam a mesma concentração, forma farmacêutica, via
de administração, posologia e indicação terapêutica, e que são equivalentes
ao medicamento registrado no órgão federal responsável pela vigilância
sanitária, podendo diferir em características relativas ao prazo de validade,
embalagem, rotulagem, excipientes e veiculos, devendo sempre ser
identificados por nome comercial ou marca.
Diferença na Tarja dos Medicamentos
Medicamentos sem tarja: são isentos de prescrição médica, ou seja, não
necessitam de receita médica para serem adquiridos. Apesar disso, devem
ter sua utilização orientada por um farmacêutico.
Medicamentos de tarja vermelha: só podem ser dispensados
mediante prescrição médica ou odontológica.
Diferença na Tarja dos Medicamentos
Medicamentos de tarja preta ou de tarja vermelha com retenção de
receita: somente podem ser dispensados mediante prescrição médica ou
odontológica, com receita especial e retenção da mesma na farmácia ou
drogaria. Por serem a base de princípios ativos que agem no sistema nervoso
central ou por possuírem efeitos colaterais graves, como a dependência física
ou psicológica, esses medicamentos são sujeitos a controle especial.
Referências Bibliográficas:
Osorio-de-Castro CGS, Luiza VL, Castilho SR, Oliveira MAO, Jaramillo NJ, Assistência Farmacêutica:
Gestão e Prática para Profissionais da Saúde. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; 2014
Portal Saúde, disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/colec_progestores_livro7.pdf
Portal educação, disponível em: http://www.portaleducacao.com.br/farmacia/artigos/57627/atencao-
farmaceutica-no-sistema-unico-de-saude
http://www.portaleducacao.com.br/farmacia/artigos/15768/ciclo-da-assistencia-farmaceutica
Portal ANVISA, disponível em:
http://portal.anvisa.gov.br/documents/33856/397807/caderno_professor.pdf/4c4a31ba-aa1c-44dd-
b042-05285fb7efdc
Portal Fique Ciente, disponível em: http://www.fiqueciente.com.br/2015/10/quais-os-testes-
necessarios-para.html
“Descobri que quanto
mais eu estudo, mais
sorte eu pareço ter nas
provas”
FIM!

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Curso de Marketing Farmacêutico (SUPFAB 2013) - USP
Curso de Marketing Farmacêutico (SUPFAB 2013) - USPCurso de Marketing Farmacêutico (SUPFAB 2013) - USP
Curso de Marketing Farmacêutico (SUPFAB 2013) - USPThalles Peixoto
 
Atribuições clínicas do farmacêutico
Atribuições clínicas do farmacêuticoAtribuições clínicas do farmacêutico
Atribuições clínicas do farmacêuticoCassyano Correr
 
Farmacoterapia baseada em evidências: Uma abordagem sobre os processos da far...
Farmacoterapia baseada em evidências: Uma abordagem sobre os processos da far...Farmacoterapia baseada em evidências: Uma abordagem sobre os processos da far...
Farmacoterapia baseada em evidências: Uma abordagem sobre os processos da far...Cassyano Correr
 
Programa de Atenção Farmacêutica
Programa de Atenção FarmacêuticaPrograma de Atenção Farmacêutica
Programa de Atenção Farmacêuticagislaynev
 
04 atendente de farmácia (classificação de medicamentos)
04   atendente de farmácia (classificação de medicamentos)04   atendente de farmácia (classificação de medicamentos)
04 atendente de farmácia (classificação de medicamentos)Elizeu Ferro
 
O QUE DEVEMOS SABER SOBRE MEDICAMENTOS
O QUE DEVEMOS SABER SOBRE MEDICAMENTOSO QUE DEVEMOS SABER SOBRE MEDICAMENTOS
O QUE DEVEMOS SABER SOBRE MEDICAMENTOSLetícia Spina Tapia
 
3ª aula conceitos básicos sobre medicamentos
3ª aula   conceitos básicos sobre medicamentos3ª aula   conceitos básicos sobre medicamentos
3ª aula conceitos básicos sobre medicamentosClaudio Luis Venturini
 
Avaliação Global da Farmacoterapia
Avaliação Global da FarmacoterapiaAvaliação Global da Farmacoterapia
Avaliação Global da FarmacoterapiaCassyano Correr
 
Eventos adversos a medicamentos
Eventos adversos a medicamentosEventos adversos a medicamentos
Eventos adversos a medicamentosProqualis
 
Dispensação de medicamentos cepss
Dispensação de medicamentos cepssDispensação de medicamentos cepss
Dispensação de medicamentos cepssJulia Martins Ulhoa
 
Noções de semiologia e cuidado farmacêutico crfmg 2015_final
Noções de semiologia e cuidado farmacêutico crfmg 2015_finalNoções de semiologia e cuidado farmacêutico crfmg 2015_final
Noções de semiologia e cuidado farmacêutico crfmg 2015_finalangelitamelo
 
Acompanhamento farmacoterapeutico como começar! dr. rinaldo ferreira
Acompanhamento farmacoterapeutico   como começar! dr. rinaldo ferreiraAcompanhamento farmacoterapeutico   como começar! dr. rinaldo ferreira
Acompanhamento farmacoterapeutico como começar! dr. rinaldo ferreiraRinaldo Ferreira
 
Noções de legislação farmacêutica
Noções de legislação farmacêuticaNoções de legislação farmacêutica
Noções de legislação farmacêuticaLeonardo Souza
 
Farmacovigilância - Hospital Sírio Libanês
Farmacovigilância - Hospital Sírio LibanêsFarmacovigilância - Hospital Sírio Libanês
Farmacovigilância - Hospital Sírio LibanêsArquivo-FClinico
 
FARMACOVIGILANCIA HOSPITALAR
FARMACOVIGILANCIA HOSPITALARFARMACOVIGILANCIA HOSPITALAR
FARMACOVIGILANCIA HOSPITALARRoberto Taffarel
 
O farmacêutico na assistência farmacêutica do SUS
O farmacêutico na assistência farmacêutica do SUSO farmacêutico na assistência farmacêutica do SUS
O farmacêutico na assistência farmacêutica do SUSCentro Universitário Ages
 

Mais procurados (20)

Curso de Marketing Farmacêutico (SUPFAB 2013) - USP
Curso de Marketing Farmacêutico (SUPFAB 2013) - USPCurso de Marketing Farmacêutico (SUPFAB 2013) - USP
Curso de Marketing Farmacêutico (SUPFAB 2013) - USP
 
Atribuições clínicas do farmacêutico
Atribuições clínicas do farmacêuticoAtribuições clínicas do farmacêutico
Atribuições clínicas do farmacêutico
 
Farmacoterapia baseada em evidências: Uma abordagem sobre os processos da far...
Farmacoterapia baseada em evidências: Uma abordagem sobre os processos da far...Farmacoterapia baseada em evidências: Uma abordagem sobre os processos da far...
Farmacoterapia baseada em evidências: Uma abordagem sobre os processos da far...
 
Programa de Atenção Farmacêutica
Programa de Atenção FarmacêuticaPrograma de Atenção Farmacêutica
Programa de Atenção Farmacêutica
 
04 atendente de farmácia (classificação de medicamentos)
04   atendente de farmácia (classificação de medicamentos)04   atendente de farmácia (classificação de medicamentos)
04 atendente de farmácia (classificação de medicamentos)
 
O QUE DEVEMOS SABER SOBRE MEDICAMENTOS
O QUE DEVEMOS SABER SOBRE MEDICAMENTOSO QUE DEVEMOS SABER SOBRE MEDICAMENTOS
O QUE DEVEMOS SABER SOBRE MEDICAMENTOS
 
3ª aula conceitos básicos sobre medicamentos
3ª aula   conceitos básicos sobre medicamentos3ª aula   conceitos básicos sobre medicamentos
3ª aula conceitos básicos sobre medicamentos
 
Avaliação Global da Farmacoterapia
Avaliação Global da FarmacoterapiaAvaliação Global da Farmacoterapia
Avaliação Global da Farmacoterapia
 
“Assistência Farmacêutica No Sus”. Renata Macedo.
“Assistência Farmacêutica No Sus”. Renata Macedo.“Assistência Farmacêutica No Sus”. Renata Macedo.
“Assistência Farmacêutica No Sus”. Renata Macedo.
 
Eventos adversos a medicamentos
Eventos adversos a medicamentosEventos adversos a medicamentos
Eventos adversos a medicamentos
 
Dispensação de medicamentos cepss
Dispensação de medicamentos cepssDispensação de medicamentos cepss
Dispensação de medicamentos cepss
 
Noções de semiologia e cuidado farmacêutico crfmg 2015_final
Noções de semiologia e cuidado farmacêutico crfmg 2015_finalNoções de semiologia e cuidado farmacêutico crfmg 2015_final
Noções de semiologia e cuidado farmacêutico crfmg 2015_final
 
Acompanhamento farmacoterapeutico como começar! dr. rinaldo ferreira
Acompanhamento farmacoterapeutico   como começar! dr. rinaldo ferreiraAcompanhamento farmacoterapeutico   como começar! dr. rinaldo ferreira
Acompanhamento farmacoterapeutico como começar! dr. rinaldo ferreira
 
Noções de legislação farmacêutica
Noções de legislação farmacêuticaNoções de legislação farmacêutica
Noções de legislação farmacêutica
 
Farmacovigilância - Hospital Sírio Libanês
Farmacovigilância - Hospital Sírio LibanêsFarmacovigilância - Hospital Sírio Libanês
Farmacovigilância - Hospital Sírio Libanês
 
FARMACOVIGILANCIA HOSPITALAR
FARMACOVIGILANCIA HOSPITALARFARMACOVIGILANCIA HOSPITALAR
FARMACOVIGILANCIA HOSPITALAR
 
Tipos de receituarios
Tipos de receituariosTipos de receituarios
Tipos de receituarios
 
Atendente de Farmácia - portaria 344
Atendente de Farmácia - portaria 344Atendente de Farmácia - portaria 344
Atendente de Farmácia - portaria 344
 
Formas farmacêuticas
Formas farmacêuticasFormas farmacêuticas
Formas farmacêuticas
 
O farmacêutico na assistência farmacêutica do SUS
O farmacêutico na assistência farmacêutica do SUSO farmacêutico na assistência farmacêutica do SUS
O farmacêutico na assistência farmacêutica do SUS
 

Destaque

Assistência farmacêutica HAB/SES/DF 2015
Assistência farmacêutica HAB/SES/DF   2015Assistência farmacêutica HAB/SES/DF   2015
Assistência farmacêutica HAB/SES/DF 2015Alzira Figueiredo
 
Noções de farmacologia
Noções de farmacologiaNoções de farmacologia
Noções de farmacologiaSheilla Sandes
 
Ciclo da assistência farmacêutica1
Ciclo da assistência farmacêutica1Ciclo da assistência farmacêutica1
Ciclo da assistência farmacêutica1Suzana Zaba Walczak
 
RDC 60.2014 - Registro de medicamentos novos, similares e genéricos
RDC 60.2014 - Registro de medicamentos novos, similares e genéricosRDC 60.2014 - Registro de medicamentos novos, similares e genéricos
RDC 60.2014 - Registro de medicamentos novos, similares e genéricosVanessa Rodrigues
 
Aula 9 Riscos da automedicação
Aula 9 Riscos da automedicaçãoAula 9 Riscos da automedicação
Aula 9 Riscos da automedicaçãoAna Filadelfi
 
Experiências em Farmácia Clínica
Experiências  em Farmácia ClínicaExperiências  em Farmácia Clínica
Experiências em Farmácia ClínicaSandra Brassica
 
Entendendo a Assistência Farmacêutica no Brasil
Entendendo a Assistência Farmacêutica no BrasilEntendendo a Assistência Farmacêutica no Brasil
Entendendo a Assistência Farmacêutica no BrasilThalles Peixoto
 
Atuação clínica do farmacêutico - Congresso Riopharma 2015
Atuação clínica do farmacêutico - Congresso Riopharma 2015Atuação clínica do farmacêutico - Congresso Riopharma 2015
Atuação clínica do farmacêutico - Congresso Riopharma 2015Cassyano Correr
 
7 passos para a implementação de serviços farmacêuticos na farmácia comunitária
7 passos para a implementação de serviços farmacêuticos na farmácia comunitária7 passos para a implementação de serviços farmacêuticos na farmácia comunitária
7 passos para a implementação de serviços farmacêuticos na farmácia comunitáriaCassyano Correr
 
Automação aplicada à gestão em farmácia hospitalar
Automação aplicada à gestão em farmácia hospitalarAutomação aplicada à gestão em farmácia hospitalar
Automação aplicada à gestão em farmácia hospitalarAdriano Heitz Nascimento
 
Método Clínico para os Cuidados Farmacêuticos
Método Clínico para os Cuidados FarmacêuticosMétodo Clínico para os Cuidados Farmacêuticos
Método Clínico para os Cuidados FarmacêuticosCassyano Correr
 
A assistência farmacêutica no sus cff
A assistência farmacêutica no sus cffA assistência farmacêutica no sus cff
A assistência farmacêutica no sus cffMárcio Batista
 

Destaque (15)

Assistência farmacêutica HAB/SES/DF 2015
Assistência farmacêutica HAB/SES/DF   2015Assistência farmacêutica HAB/SES/DF   2015
Assistência farmacêutica HAB/SES/DF 2015
 
Noções de farmacologia
Noções de farmacologiaNoções de farmacologia
Noções de farmacologia
 
Ciclo da assistência farmacêutica1
Ciclo da assistência farmacêutica1Ciclo da assistência farmacêutica1
Ciclo da assistência farmacêutica1
 
RDC 60.2014 - Registro de medicamentos novos, similares e genéricos
RDC 60.2014 - Registro de medicamentos novos, similares e genéricosRDC 60.2014 - Registro de medicamentos novos, similares e genéricos
RDC 60.2014 - Registro de medicamentos novos, similares e genéricos
 
Artigo
ArtigoArtigo
Artigo
 
Aula 9 Riscos da automedicação
Aula 9 Riscos da automedicaçãoAula 9 Riscos da automedicação
Aula 9 Riscos da automedicação
 
Experiências em Farmácia Clínica
Experiências  em Farmácia ClínicaExperiências  em Farmácia Clínica
Experiências em Farmácia Clínica
 
Medicamentos
MedicamentosMedicamentos
Medicamentos
 
Entendendo a Assistência Farmacêutica no Brasil
Entendendo a Assistência Farmacêutica no BrasilEntendendo a Assistência Farmacêutica no Brasil
Entendendo a Assistência Farmacêutica no Brasil
 
Atuação clínica do farmacêutico - Congresso Riopharma 2015
Atuação clínica do farmacêutico - Congresso Riopharma 2015Atuação clínica do farmacêutico - Congresso Riopharma 2015
Atuação clínica do farmacêutico - Congresso Riopharma 2015
 
7 passos para a implementação de serviços farmacêuticos na farmácia comunitária
7 passos para a implementação de serviços farmacêuticos na farmácia comunitária7 passos para a implementação de serviços farmacêuticos na farmácia comunitária
7 passos para a implementação de serviços farmacêuticos na farmácia comunitária
 
Automação aplicada à gestão em farmácia hospitalar
Automação aplicada à gestão em farmácia hospitalarAutomação aplicada à gestão em farmácia hospitalar
Automação aplicada à gestão em farmácia hospitalar
 
Método Clínico para os Cuidados Farmacêuticos
Método Clínico para os Cuidados FarmacêuticosMétodo Clínico para os Cuidados Farmacêuticos
Método Clínico para os Cuidados Farmacêuticos
 
Atenção farmacêutica aula i
Atenção farmacêutica    aula iAtenção farmacêutica    aula i
Atenção farmacêutica aula i
 
A assistência farmacêutica no sus cff
A assistência farmacêutica no sus cffA assistência farmacêutica no sus cff
A assistência farmacêutica no sus cff
 

Semelhante a Assistencia farmaceutica e a anvisa

0508 Educação sanitária - Rose
0508 Educação sanitária - Rose0508 Educação sanitária - Rose
0508 Educação sanitária - Roselaiscarlini
 
Dispensação de medicamentos II - PNM .pptx
Dispensação de medicamentos II - PNM .pptxDispensação de medicamentos II - PNM .pptx
Dispensação de medicamentos II - PNM .pptxGabrielMonteze
 
Assistencia farmaceutica
Assistencia farmaceuticaAssistencia farmaceutica
Assistencia farmaceuticajlpgemeinder
 
Ciclo da Assistência Farmacêutica.pptx
Ciclo da Assistência Farmacêutica.pptxCiclo da Assistência Farmacêutica.pptx
Ciclo da Assistência Farmacêutica.pptxRitaViviane
 
Aspectos legislacao fitoterapicos
Aspectos legislacao fitoterapicosAspectos legislacao fitoterapicos
Aspectos legislacao fitoterapicosNayara Dávilla
 
10 atendente de farmácia (dispensação de farmacia)
10   atendente de farmácia (dispensação de farmacia)10   atendente de farmácia (dispensação de farmacia)
10 atendente de farmácia (dispensação de farmacia)Elizeu Ferro
 
Aquisicao de medicamentos_para_a_af_no_sus (1)
Aquisicao de medicamentos_para_a_af_no_sus (1)Aquisicao de medicamentos_para_a_af_no_sus (1)
Aquisicao de medicamentos_para_a_af_no_sus (1)ARNON ANDRADE
 
POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTENCIA E RENAME.pptx
POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTENCIA E RENAME.pptxPOLÍTICA NACIONAL DE ASSISTENCIA E RENAME.pptx
POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTENCIA E RENAME.pptxJssicaMora1
 
Aula 1 Introdução A IF (1).pdf
Aula 1 Introdução A IF  (1).pdfAula 1 Introdução A IF  (1).pdf
Aula 1 Introdução A IF (1).pdfRoseSchneider9
 
atenofarmacutica-111020152517-phpapp01.pdf
atenofarmacutica-111020152517-phpapp01.pdfatenofarmacutica-111020152517-phpapp01.pdf
atenofarmacutica-111020152517-phpapp01.pdfProfYasminBlanco
 
114 cartilha direito_medicamentos
114 cartilha direito_medicamentos114 cartilha direito_medicamentos
114 cartilha direito_medicamentosvisacamacan
 
Dia do farmacêutico
Dia do farmacêuticoDia do farmacêutico
Dia do farmacêuticoBruno Pereira
 
_Conceito_Assist_Farmac_Atividade_Ciclo.pptx
_Conceito_Assist_Farmac_Atividade_Ciclo.pptx_Conceito_Assist_Farmac_Atividade_Ciclo.pptx
_Conceito_Assist_Farmac_Atividade_Ciclo.pptxNaidilene Aguilar
 
Política nacional de medicamentos
Política nacional de medicamentosPolítica nacional de medicamentos
Política nacional de medicamentosAna Barth
 
Com rcio e_controle_de_qualidade_de_plantas_medicinais_no_brasil
Com rcio e_controle_de_qualidade_de_plantas_medicinais_no_brasilCom rcio e_controle_de_qualidade_de_plantas_medicinais_no_brasil
Com rcio e_controle_de_qualidade_de_plantas_medicinais_no_brasilExpedito Junio da Silva Sousa
 
681 --avaliacao-dos-indicadores-de-prescricao
681 --avaliacao-dos-indicadores-de-prescricao681 --avaliacao-dos-indicadores-de-prescricao
681 --avaliacao-dos-indicadores-de-prescricaoNemésio Carlos Silva
 
atencao-farmaceutica farmacia clinica.pdf
atencao-farmaceutica farmacia clinica.pdfatencao-farmaceutica farmacia clinica.pdf
atencao-farmaceutica farmacia clinica.pdfNaidilene Aguilar
 
Palestra 8 - "Reconciliação medicamentosa: Um serviço clínico"
Palestra 8 - "Reconciliação medicamentosa: Um serviço clínico"Palestra 8 - "Reconciliação medicamentosa: Um serviço clínico"
Palestra 8 - "Reconciliação medicamentosa: Um serviço clínico"JOFARUFPR
 

Semelhante a Assistencia farmaceutica e a anvisa (20)

0508 Educação sanitária - Rose
0508 Educação sanitária - Rose0508 Educação sanitária - Rose
0508 Educação sanitária - Rose
 
Dispensação de medicamentos II - PNM .pptx
Dispensação de medicamentos II - PNM .pptxDispensação de medicamentos II - PNM .pptx
Dispensação de medicamentos II - PNM .pptx
 
Assistencia farmaceutica
Assistencia farmaceuticaAssistencia farmaceutica
Assistencia farmaceutica
 
Ciclo da Assistência Farmacêutica.pptx
Ciclo da Assistência Farmacêutica.pptxCiclo da Assistência Farmacêutica.pptx
Ciclo da Assistência Farmacêutica.pptx
 
Aspectos legislacao fitoterapicos
Aspectos legislacao fitoterapicosAspectos legislacao fitoterapicos
Aspectos legislacao fitoterapicos
 
Big Cim
Big CimBig Cim
Big Cim
 
10 atendente de farmácia (dispensação de farmacia)
10   atendente de farmácia (dispensação de farmacia)10   atendente de farmácia (dispensação de farmacia)
10 atendente de farmácia (dispensação de farmacia)
 
Sem Remédio
Sem RemédioSem Remédio
Sem Remédio
 
Aquisicao de medicamentos_para_a_af_no_sus (1)
Aquisicao de medicamentos_para_a_af_no_sus (1)Aquisicao de medicamentos_para_a_af_no_sus (1)
Aquisicao de medicamentos_para_a_af_no_sus (1)
 
POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTENCIA E RENAME.pptx
POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTENCIA E RENAME.pptxPOLÍTICA NACIONAL DE ASSISTENCIA E RENAME.pptx
POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTENCIA E RENAME.pptx
 
Aula 1 Introdução A IF (1).pdf
Aula 1 Introdução A IF  (1).pdfAula 1 Introdução A IF  (1).pdf
Aula 1 Introdução A IF (1).pdf
 
atenofarmacutica-111020152517-phpapp01.pdf
atenofarmacutica-111020152517-phpapp01.pdfatenofarmacutica-111020152517-phpapp01.pdf
atenofarmacutica-111020152517-phpapp01.pdf
 
114 cartilha direito_medicamentos
114 cartilha direito_medicamentos114 cartilha direito_medicamentos
114 cartilha direito_medicamentos
 
Dia do farmacêutico
Dia do farmacêuticoDia do farmacêutico
Dia do farmacêutico
 
_Conceito_Assist_Farmac_Atividade_Ciclo.pptx
_Conceito_Assist_Farmac_Atividade_Ciclo.pptx_Conceito_Assist_Farmac_Atividade_Ciclo.pptx
_Conceito_Assist_Farmac_Atividade_Ciclo.pptx
 
Política nacional de medicamentos
Política nacional de medicamentosPolítica nacional de medicamentos
Política nacional de medicamentos
 
Com rcio e_controle_de_qualidade_de_plantas_medicinais_no_brasil
Com rcio e_controle_de_qualidade_de_plantas_medicinais_no_brasilCom rcio e_controle_de_qualidade_de_plantas_medicinais_no_brasil
Com rcio e_controle_de_qualidade_de_plantas_medicinais_no_brasil
 
681 --avaliacao-dos-indicadores-de-prescricao
681 --avaliacao-dos-indicadores-de-prescricao681 --avaliacao-dos-indicadores-de-prescricao
681 --avaliacao-dos-indicadores-de-prescricao
 
atencao-farmaceutica farmacia clinica.pdf
atencao-farmaceutica farmacia clinica.pdfatencao-farmaceutica farmacia clinica.pdf
atencao-farmaceutica farmacia clinica.pdf
 
Palestra 8 - "Reconciliação medicamentosa: Um serviço clínico"
Palestra 8 - "Reconciliação medicamentosa: Um serviço clínico"Palestra 8 - "Reconciliação medicamentosa: Um serviço clínico"
Palestra 8 - "Reconciliação medicamentosa: Um serviço clínico"
 

Último

Protocolo Zero Rugas - formato digital01
Protocolo Zero Rugas - formato digital01Protocolo Zero Rugas - formato digital01
Protocolo Zero Rugas - formato digital01perfilnovo3rich
 
Manual de Higienização Hospitalar, limpeza.pdf
Manual de Higienização Hospitalar, limpeza.pdfManual de Higienização Hospitalar, limpeza.pdf
Manual de Higienização Hospitalar, limpeza.pdfManuel Pacheco Vieira
 
Anticonvulsivante / Hipnoanalgésicos.pdf
Anticonvulsivante / Hipnoanalgésicos.pdfAnticonvulsivante / Hipnoanalgésicos.pdf
Anticonvulsivante / Hipnoanalgésicos.pdfPAULOVINICIUSDOSSANT1
 
Relação de Medicos Edital 13 - Coparticipação (1).pdf
Relação de Medicos Edital 13 - Coparticipação (1).pdfRelação de Medicos Edital 13 - Coparticipação (1).pdf
Relação de Medicos Edital 13 - Coparticipação (1).pdfAdivaldoSantosRibeir
 
Escala-CARS-1.pdf teste para crianças com autismo
Escala-CARS-1.pdf teste para crianças com autismoEscala-CARS-1.pdf teste para crianças com autismo
Escala-CARS-1.pdf teste para crianças com autismoJose Ribamar
 
Farmacologia do Sistema Nervoso Autonomo
Farmacologia do Sistema Nervoso AutonomoFarmacologia do Sistema Nervoso Autonomo
Farmacologia do Sistema Nervoso AutonomoPAULOVINICIUSDOSSANT1
 

Último (6)

Protocolo Zero Rugas - formato digital01
Protocolo Zero Rugas - formato digital01Protocolo Zero Rugas - formato digital01
Protocolo Zero Rugas - formato digital01
 
Manual de Higienização Hospitalar, limpeza.pdf
Manual de Higienização Hospitalar, limpeza.pdfManual de Higienização Hospitalar, limpeza.pdf
Manual de Higienização Hospitalar, limpeza.pdf
 
Anticonvulsivante / Hipnoanalgésicos.pdf
Anticonvulsivante / Hipnoanalgésicos.pdfAnticonvulsivante / Hipnoanalgésicos.pdf
Anticonvulsivante / Hipnoanalgésicos.pdf
 
Relação de Medicos Edital 13 - Coparticipação (1).pdf
Relação de Medicos Edital 13 - Coparticipação (1).pdfRelação de Medicos Edital 13 - Coparticipação (1).pdf
Relação de Medicos Edital 13 - Coparticipação (1).pdf
 
Escala-CARS-1.pdf teste para crianças com autismo
Escala-CARS-1.pdf teste para crianças com autismoEscala-CARS-1.pdf teste para crianças com autismo
Escala-CARS-1.pdf teste para crianças com autismo
 
Farmacologia do Sistema Nervoso Autonomo
Farmacologia do Sistema Nervoso AutonomoFarmacologia do Sistema Nervoso Autonomo
Farmacologia do Sistema Nervoso Autonomo
 

Assistencia farmaceutica e a anvisa

  • 2. Equipe: Anacilia de Lima Silva Ana Cecília Crisóstomo Freitas. Ediany Caroliny Lima do Carmo. Lucirene Sousa F. Queiroz. Maria da Conceição Silva Lorenço. Maria das Graças Cândido Cardoso. Socorro Fernandes de Araújo.
  • 3. • A Assistência Farmacêutica, nasceu em 1971 com a instituição da Central de Medicamentos(CEME). • Em 1997, A (CEME) foi desativada e suas atribuições transferida para diferentes órgãos e setores do Ministério da saúde. • Em 1998, foi aprovada a Política Nacional de Medicamentos (PNM), que definiu as funções e finalidades da Assistência Farmacêutica dentro do SUS como um grupo de atividades relacionados com o medicamento, destinadas apoiar as ações de saúde demandadas por uma comunidade, incluindo o abastecimento de medicamentos, garantindo o acesso de medicamento à população com base na adoção da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME), que é utilizado para assegurar o uso racional, a conservação e controle da qualidade e a segurança e a eficácia terapêutica.
  • 4. CONCEITO Assistência Farmacêutica é o conjunto de ações relacionadas com o medicamento, destinadas a apoiar as ações de saúde demandadas por uma comunidade. Envolve o abastecimento de medicamentos em todas e em cada uma de suas etapas constitutivas, a conservação e controle de qualidade, a segurança e a eficácia terapêutica dos medicamentos, o acompanhamento e a avaliação da utilização, a obtenção e a difusão de informação sobre medicamentos e a educação permanente dos profissionais de saúde, do paciente e da comunidade para assegurar o uso racional de medicamentos. (ANVISA,1998)
  • 5. Como vimos, a assistência farmacêutica não é exclusiva de um único profissional, ela é uma atividade multiprofissional; onde participam farmacêuticos, médicos, enfermeiros, químicos, biólogos, dentre outros”. A Assistência Farmacêutica representa hoje um dos setores de maior impacto financeiro no âmbito das Secretarias Estaduais de Saúde (SES) e a tendência de demanda por medicamentos é crescente.
  • 6. CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Devido a isso; a organização da Assistência Farmacêutica, elaborou o ciclo da assistência farmacêutica na qual deve seguir a sequencia ordenada; o resultado de uma atividade é o ponto de partida para outra e a ausência ou a execução de forma inadequada de uma delas, acaba impedindo o correto funcionamento de todo o ciclo. No Brasil, o medicamento ainda é considerado um bem de consumo e não um insumo básico de saúde, o que favorece a desarticulação dos serviços farmacêuticos.
  • 8. Seleção de medicamentos : é o eixo do ciclo, tem por objetivo escolher dentro os medicamentos disponíveis no mercado, aqueles que atenderão com eficácia e segurança as necessidades da população com base nas doenças prevalentes. A seleção deve ser realizada por uma comissão/comitê estadual de Farmacologia, com objetivo de estabelecer a Relação Estadual de Medicamentos(REME), definindo os medicamentos a serem disponibilizados pela Secretaria Estadual de Saúde para atenção básica, média ou para a alta complexidade. CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Programação de medicamentos: tem por objetivo garantir a disponibilidade dos medicamentos previamente selecionados na quantidade adequada e o tempo oportuno para atender a necessidades da população.
  • 9. Aquisição de medicamentos: conjunto de procedimentos pelos quais se efetua o processo de compra dos medicamentos estabelecidos pela programação, com o objetivo de disponibilizar os mesmo em quantidade, qualidade e menor custo/efetividade, visando manter a regularidade e funcionamento do sistema. CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Armazenamento e distribuição de medicamentos: o armazenamento é caracterizado por um conjunto de procedimentos técnicos e administrativos que envolvem as atividades de recebimento, estocagem, segurança e conservação dos medicamentos, bem como o controle de estoque. A distribuição deve seguir de acordo com as necessidades dos solicitantes, deve garantis rapidez na entrega, segurança e eficácia no sistema de informação e controle.
  • 10. CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Dispensação de medicamentos: tem como objetivo garantir a entrega do medicamento correto ao usuário, na dosagem e quantidade prescrita, com instruções suficientes para seu uso correto e seu acondicionamento, de modo a a assegurar a qualidade do produto.
  • 11. Hoje o grande desafio da Assistência Farmacêutica é, promover o uso racional dos medicamentos. Atualmente, ocorre em nosso pais um uso indiscriminado de medicamentos , que podemos chamar de automedicação. “Uso de medicamentos sem a prescrição, orientação e/ou acompanhamento do profissional de saúde habilitado”.
  • 12. Exemplos preocupantes sobre o uso de Medicamentos no Brasil • O Dorflex® está entre os dez produtos farmacêuticos mais vendidos em 2015. • No Brasil o consumo de inibidores de apetite chega a 23,6 toneladas anuais. Em 2010 os principais representantes desta classe terapêutica constavam na lista dos dez medicamentos mais prescritos no pais, totalizando 4.416.790 prescrições referentes ao período de 2009- 2010.(Brasil,2011c). • O uso indiscriminado de antimicrobianos atingiu níveis tão preocupantes que foi necessário uma nova portaria governamental restrigindo as vendas em farmácias em virtude do aparecimento de cepas multirresistentes de bactérias (Anvisa,2010). . • De Janeiro de 1989 a Agosto de 1992 foram vendidos no Brasil 48,9 milhões de comprimidos de 200mcg de misoprostol, medicamento originalmente usado para o tratamento de úlcera péptica, mas muito utilizado como abortivo. Considerando uma DDD(dose diária definida) equivalente a 1 comprimido, tal consumo corresponde a 12,2 milhões de doses, ou seja, 4 comprimidos, que é a dose usual para provocar aborto (Coelho et al., 1993)
  • 13. A Anvisa surgiu em 1990, devido a falta de qualidade e confiabilidade da indústria farmacêutica, evidenciada por várias denúncias de medicamentos falsificados, que possibilitaram o apoio político do Congresso Nacional para sua aprovação, em diminuto tempo de tramitação. (Bueno,2005)
  • 14. A Anvisa tem o papel de regulamentar todos os medicamentos, incluindo os fitoterápicos, e fiscalizar as indústrias produtoras de medicamentos com o intuito de proteger e promover a saúde da população. Sendo assim, a Anvisa controla a produção, a liberação para consumo (registro) e acompanha a comercialização dos medicamentos, podendo retirá-los do mercado caso seu consumo apresente risco para a população.
  • 15. Divide com os estados e municípios a responsabilidade pela inspeção de fabricantes e pelo controle de qualidade dos medicamentos, realizando a vigilância pós-comercialização, as ações de farmacovigilância e a regulação da promoção de medicamentos.
  • 16. Para que um medicamento seja liberado no mercado pela ANVISA, são necessários cerca de 10 anos de testes. Esse período pode variar dependendo da doença e do tipo de medicamento que está sendo testado, além do investimento. Para serem liberados para venda, os medicamentos precisam passar por testes pré-clínicos e clínicos.
  • 17. Testes pré-clínicos 1. Funcional 2. Ensaio ex vivo 3. Modelos in vivo 4. Ensaios de toxidade Testes clínicos Etapa 1 Etapa 2 Etapa 4 Etapa 3
  • 18. Caso todos os teste tenham resultados positivos, a substância pode se tornar um medicamento ser registrada no órgão competente, que no Brasil é a ANVISA.
  • 19. Medicamentos Referência, Genérico e Similar Medicamentos de Referência ou de Marca : Medicamento registrado como inovação junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente perante o Órgão Federal competente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), por ocasião do registro.
  • 20. Medicamentos Referência, Genérico e Similar Medicamentos Genéricos : São medicamentos produzidos após a expiração da proteção patentária ou de outros direitos de exclusividade. Para tanto, devem comprovar eficácia, segurança e qualidade, além de presentar biodisponibilidade igual a do medicamento de referência ou inovador. Os medicamentos genéricos agem em nosso organismo da mesma forma que os medicamentos de referência agiriam.
  • 21. Medicamentos Referência, Genérico e Similar Medicamentos similares: São aqueles que contêm o mesmo ou os mesmos princípios ativos, apresentam a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, e que são equivalentes ao medicamento registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária, podendo diferir em características relativas ao prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes e veiculos, devendo sempre ser identificados por nome comercial ou marca.
  • 22. Diferença na Tarja dos Medicamentos Medicamentos sem tarja: são isentos de prescrição médica, ou seja, não necessitam de receita médica para serem adquiridos. Apesar disso, devem ter sua utilização orientada por um farmacêutico. Medicamentos de tarja vermelha: só podem ser dispensados mediante prescrição médica ou odontológica.
  • 23. Diferença na Tarja dos Medicamentos Medicamentos de tarja preta ou de tarja vermelha com retenção de receita: somente podem ser dispensados mediante prescrição médica ou odontológica, com receita especial e retenção da mesma na farmácia ou drogaria. Por serem a base de princípios ativos que agem no sistema nervoso central ou por possuírem efeitos colaterais graves, como a dependência física ou psicológica, esses medicamentos são sujeitos a controle especial.
  • 24.
  • 25. Referências Bibliográficas: Osorio-de-Castro CGS, Luiza VL, Castilho SR, Oliveira MAO, Jaramillo NJ, Assistência Farmacêutica: Gestão e Prática para Profissionais da Saúde. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; 2014 Portal Saúde, disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/colec_progestores_livro7.pdf Portal educação, disponível em: http://www.portaleducacao.com.br/farmacia/artigos/57627/atencao- farmaceutica-no-sistema-unico-de-saude http://www.portaleducacao.com.br/farmacia/artigos/15768/ciclo-da-assistencia-farmaceutica Portal ANVISA, disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/documents/33856/397807/caderno_professor.pdf/4c4a31ba-aa1c-44dd- b042-05285fb7efdc Portal Fique Ciente, disponível em: http://www.fiqueciente.com.br/2015/10/quais-os-testes- necessarios-para.html
  • 26. “Descobri que quanto mais eu estudo, mais sorte eu pareço ter nas provas” FIM!