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HISTÓRIA LOCAL
Até o século XVIII, não havia estudos sobre as regiões locais e estudos
sobre a sociedade.
O Regional e o Global na Modernidade
Neste contexto se traduz em três vetores:
1º Vetor: Deslocamento na vida das pessoas associado
ao desenvolvimento da economia global;
Entre os séculos XV e XVII, as grandes navegações e o sistema colonial
conectaram organicamente a Europa, a América e ao litoral Africano, ao
mesmo tempo ampliaram os intercâmbios comerciais com a Ásia. A
expansão da economia foi suficiente para gerar forças unificadoras. Dessa
forma, processo de abertura e assimilação de novas influências (hábitos,
gostos, técnicas, ideias e valores) que se aproximaram e aplainaram as
diferenças regionais. (p.136)
2º Vetor: A Constituição e consolidação do Estado
Moderno;
Desde o final da Idade Média, um processo histórico complexo logrou a
eliminação de centenas de casas principescas mudando toda a paisagem
coloridas, que cederam lugar a algumas dezenas de Estados Modernos
que se alimentaram impulsos homogeneizadores com a intenção de
alcançar a condição de lugar principal, ou seja, se organizaram as
identidades, as lealdades individuais e coletivas para investirem no
nacionalismo.
3º Vetor: Duas correntes: Iluministas e Marxistas
As ideias iluministas apostaram firmemente na uniformização das
sociedades, como resultante da marcha história sob a égide (proteção)
do progresso material, científico e moral da sociedade, ou seja, todos
súditos de um rei com direitos de igualdade e liberdade - pensar na
humanidade enquanto totalidade devido aos padrões muito similares de
instituições econômicas, politicas e culturais.
No decurso do século XIX tanto os pensamentos europeus conservadores
quanto os de esquerda acreditavam que as diferenças entre os povos e
as regiões diminuiriam continuamente, Todos os espaços do mapa
ficariam preenchidos com indústrias.
A renovada importância do regional
O desenvolvimento do capitalismo provoca transformações.
Região: uma categoria histórica
História regional é aquela que toma espaço como terreno de estudo, que
enxerga as dinâmicas históricas no espaço e através do espaço,
obrigando o historiador a lidar com os processos de diferenciação de
áreas. A História Regional é a que vê o lugar, a região e o território como
a natureza da sociedade e da história e não apenas como o palco imóvel
onde a vida acontece. Ela é história econômica, social, demográfica,
cultural, política etc.
• Embate entre o tempo do mundo e o tempo dos lugares
Segundo Fernand Braudel o tempo do mundo remete a noção de um
tempo uniforme, comum a todos os espaços. Já o tempo dos lugares,
indica que na história sempre há muitos tempos sociais que convivem na
realidade do mundo e do e cabe ao “historiador regionalista”
compreender esse jogo de tempo do mundo e tempo dos lugares.
A História Regional na sala de aula
Os professores precisam se tornar pesquisadores, não se desanimar e
buscar ampliar suas leituras, prestar atenção às especificidades Local e
Regional, visitar museus e arquivos existentes nas áreas onde residem,
acumular informações diversas sobre suas localidades, municípios,
regiões e estados.
Sugestões apresentadas com o objetivo de estimular o trabalho
com a história regional e local em nossas escolas:
• Análise de cronografias*, memórias e sites;
• Crítica dos textos da “Macro-História”;
• Observação direta de sobrevivências e permanências;
• Leitura da literatura regional e de relatos de viajantes;
• Análise dos temas e formas do artesanato, música e arte;
• Exibição comentada de documentários e programas de TV.
ENSINO E APRENDIZAGEM DE HISTÓRIA NO PRIMEIRO CICLO
O ensino e aprendizagem da história estão voltados inicialmente para as
atividades em que os alunos possam compreender as semelhanças e as
diferenças, as permanências e as transformações do modo de vida social,
cultural e econômico de sua localidade, no presente e no passado através
de leitura de diferentes obras humanas. No primeiro ciclo as crianças
estão no inicio da alfabetização e por isso deve dar se preferencias aos
trabalhos com fontes orais e iconográficas a partir dai desenvolver
trabalhos com linguagem escrita. Deve-se também utilizar fontes
documentais fotografias, mapas, filmes etc...
O trabalho do professor consiste em introduzir o aluno na leitura das
diversas fontes de informação para que adquira pouca a pouco,
autonomia intelectual.
Objetivos de história para o primeiro ciclo
• Comparar acontecimentos no tempo, tendo como referencia
anterioridade posterioridade e simultaneidade;
• Reconhecer algumas semelhanças e diferenças sociais,
econômicas e culturais, de dimensão cotidiana, existentes no seu
grupo de convívio escolar e na sua localidade;
• Estabelecer relações entre o presente e o passado; e
• Identificar alguns documentos históricos e fontes de informações
discernindo algumas de suas funções.
EIXO TEMÁTICO: HISTÓRIA LOCAL E DO COTIDIANO
• “A preocupação com os estudos de historia local é a de que os alunos
ampliem a capacidade de observar o seu entorno para a compressão de
relações social e econômica existentes no seu próprio tempo e reconheçam
a presença de outros tempos no seu dia-a-dia”. (p.40)
• “Os estudos da historia local conduzem aos estudos dos diferentes
modos de viver no presente e outros tempos, que existem ou que existiram
no mesmo espaço”. (p.40)
• “A preocupação em identificar os grupos indígenas que habitam ou
habitava na região próxima do convívio dos alunos é a de possibilitar a
compreensão da existência de diferenças entre os próprios grupos indígenas,
com especificidades de costumes, línguas diferentes, evitando criar a
imagem do índio como povo único e sem historia”. (p.41)
Localidade
“Levantamento de diferenças e semelhanças individuais, sociais, econômicas e
culturais entre os alunos da classe e entre eles e as demais pessoas que
convivem e trabalham na escola”. (p. 41)
“Identificação de transformações e permanências dos costumes das famílias
das crianças (pais, avós e bisavós) e nas instituições escolares”. (p. 41)
“Levantamento de diferenças e semelhanças entre as pessoas e os grupos
sociais que convivem na coletividade, nos aspectos sociais, econômicos e
culturais”. (p. 42)
“Identificação de transformação e permanências nas vivências culturais
(materiais e artísticas) da coletividade no tempo”. (p.42)
PLANO DE AULA: HISTÓRIA LOCAL
Estágio/ano: 5° ano.
Conteúdo(s): História e Geografia: História Local e do Cotidiano.
Objetivo(s): Reconhecer algumas semelhanças, diferenças, permanências e
transformações sociais, econômicas e culturais de dimensões cotidianas, existentes na
sua família, no seu grupo de convívio escolar e na sua localidade, estabelecendo
relações entre o presente e o passado.
Estratégias/Desenvolvimento: A aula será dividida em quatro etapas:
Primeira etapa: O professor, em sala de aula, realizará uma roda de conversa com os
alunos para explicar o conceito de história e de história local, utilizando como exemplo a
história da escola e a sua história de vida;
Segunda etapa: O professor deverá solicitar para que os alunos preencham, junto com
os seus familiares, um questionário que possui perguntas que visam identificar a origem
das pessoas que são próximas a eles;
Terceira etapa: Os alunos, em sala de aula, irão apresentar as respostas de seu
questionário. Na apresentação, os alunos poderão trazer fotos antigas de seus familiares
ou de pessoas próximas a eles;
Quarta etapa: O professor solicitará para que cada aluno pesquise a história do bairro
onde a escola se localiza, e, se possível, fotos do passado e atuais de tal bairro. Após as
pesquisas serem realizadas, o professor formará uma roda de conversa para que as
pesquisas sejam apresentas.
Duração: Dez aulas - aprox. cinco semanas.
Recursos/Materiais: Livros didáticos, computadores/tablets, fotos e folhas sulfites.
Avaliação: A avaliação será realizada pela observação e pelos registros, com base nas
pesquisas feitas pelos alunos.
Imagens de bairros que passaram por algumas transformações
São Miguel Paulista
São Miguel Paulista
São Miguel Paulista
AVENIDA PAULISTA
AVENIDA PAULISTA
LIBERDADE
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O risco a evitar no trabalho da História Regional em sala de aula é o de
conjurar “idades de ouro”, favorecendo o retorno de localismos e
regionalismos agressivos, a fabricação de representações distorcidas e
negativas sobre o “outro”, seja ele estrangeiro ou forasteiro.
Enfim, o professor, com estratégias diversificadas e aulas bem
preparadas, tem que ajudar os estudantes a descobrir o segredo:
qualquer coisa que diga algo sobre o presente ou o passado do nosso
espaço vivido fala mais sobre as nossas vidas e o estado de espírito de
cada um. Afirmar que o lugar e a região não tem outro centro que não
nós.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental.
Parâmetros Curriculares Nacionais: História e Geografia (primeiro ciclo do
Ensino Fundamental). Brasília: MEC/SEF, 1997.
MARTINS, Marcos Lobato. Novos temas nas aulas de história – História
regional. 1° Ed. São Paulo: Editora Contexto, 2009.
Dúvidas ?
Agradecemos a sua Atenção
ADRIANA CRISTINA SILVEIRA DE CARVALHO – RA 6378149
ANDRESSA ALVES AVELAR – RA 6425610
DIEGO DE JESUS MIRANDA – RA 4785809
MARIA GABRIELA NAFALSKI – RA 5589499
SUELI APARECIDA DE FREITAS CHURCHILL – RA 6348335
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História Local e o Cotidiano

  • 2. Até o século XVIII, não havia estudos sobre as regiões locais e estudos sobre a sociedade.
  • 3. O Regional e o Global na Modernidade
  • 4. Neste contexto se traduz em três vetores:
  • 5. 1º Vetor: Deslocamento na vida das pessoas associado ao desenvolvimento da economia global; Entre os séculos XV e XVII, as grandes navegações e o sistema colonial conectaram organicamente a Europa, a América e ao litoral Africano, ao mesmo tempo ampliaram os intercâmbios comerciais com a Ásia. A expansão da economia foi suficiente para gerar forças unificadoras. Dessa forma, processo de abertura e assimilação de novas influências (hábitos, gostos, técnicas, ideias e valores) que se aproximaram e aplainaram as diferenças regionais. (p.136)
  • 6. 2º Vetor: A Constituição e consolidação do Estado Moderno; Desde o final da Idade Média, um processo histórico complexo logrou a eliminação de centenas de casas principescas mudando toda a paisagem coloridas, que cederam lugar a algumas dezenas de Estados Modernos que se alimentaram impulsos homogeneizadores com a intenção de alcançar a condição de lugar principal, ou seja, se organizaram as identidades, as lealdades individuais e coletivas para investirem no nacionalismo.
  • 7. 3º Vetor: Duas correntes: Iluministas e Marxistas As ideias iluministas apostaram firmemente na uniformização das sociedades, como resultante da marcha história sob a égide (proteção) do progresso material, científico e moral da sociedade, ou seja, todos súditos de um rei com direitos de igualdade e liberdade - pensar na humanidade enquanto totalidade devido aos padrões muito similares de instituições econômicas, politicas e culturais. No decurso do século XIX tanto os pensamentos europeus conservadores quanto os de esquerda acreditavam que as diferenças entre os povos e as regiões diminuiriam continuamente, Todos os espaços do mapa ficariam preenchidos com indústrias.
  • 8. A renovada importância do regional O desenvolvimento do capitalismo provoca transformações.
  • 9. Região: uma categoria histórica História regional é aquela que toma espaço como terreno de estudo, que enxerga as dinâmicas históricas no espaço e através do espaço, obrigando o historiador a lidar com os processos de diferenciação de áreas. A História Regional é a que vê o lugar, a região e o território como a natureza da sociedade e da história e não apenas como o palco imóvel onde a vida acontece. Ela é história econômica, social, demográfica, cultural, política etc.
  • 10. • Embate entre o tempo do mundo e o tempo dos lugares Segundo Fernand Braudel o tempo do mundo remete a noção de um tempo uniforme, comum a todos os espaços. Já o tempo dos lugares, indica que na história sempre há muitos tempos sociais que convivem na realidade do mundo e do e cabe ao “historiador regionalista” compreender esse jogo de tempo do mundo e tempo dos lugares.
  • 11. A História Regional na sala de aula Os professores precisam se tornar pesquisadores, não se desanimar e buscar ampliar suas leituras, prestar atenção às especificidades Local e Regional, visitar museus e arquivos existentes nas áreas onde residem, acumular informações diversas sobre suas localidades, municípios, regiões e estados.
  • 12. Sugestões apresentadas com o objetivo de estimular o trabalho com a história regional e local em nossas escolas: • Análise de cronografias*, memórias e sites; • Crítica dos textos da “Macro-História”; • Observação direta de sobrevivências e permanências; • Leitura da literatura regional e de relatos de viajantes; • Análise dos temas e formas do artesanato, música e arte; • Exibição comentada de documentários e programas de TV.
  • 13. ENSINO E APRENDIZAGEM DE HISTÓRIA NO PRIMEIRO CICLO
  • 14. O ensino e aprendizagem da história estão voltados inicialmente para as atividades em que os alunos possam compreender as semelhanças e as diferenças, as permanências e as transformações do modo de vida social, cultural e econômico de sua localidade, no presente e no passado através de leitura de diferentes obras humanas. No primeiro ciclo as crianças estão no inicio da alfabetização e por isso deve dar se preferencias aos trabalhos com fontes orais e iconográficas a partir dai desenvolver trabalhos com linguagem escrita. Deve-se também utilizar fontes documentais fotografias, mapas, filmes etc... O trabalho do professor consiste em introduzir o aluno na leitura das diversas fontes de informação para que adquira pouca a pouco, autonomia intelectual.
  • 15. Objetivos de história para o primeiro ciclo • Comparar acontecimentos no tempo, tendo como referencia anterioridade posterioridade e simultaneidade; • Reconhecer algumas semelhanças e diferenças sociais, econômicas e culturais, de dimensão cotidiana, existentes no seu grupo de convívio escolar e na sua localidade; • Estabelecer relações entre o presente e o passado; e • Identificar alguns documentos históricos e fontes de informações discernindo algumas de suas funções.
  • 16. EIXO TEMÁTICO: HISTÓRIA LOCAL E DO COTIDIANO
  • 17. • “A preocupação com os estudos de historia local é a de que os alunos ampliem a capacidade de observar o seu entorno para a compressão de relações social e econômica existentes no seu próprio tempo e reconheçam a presença de outros tempos no seu dia-a-dia”. (p.40) • “Os estudos da historia local conduzem aos estudos dos diferentes modos de viver no presente e outros tempos, que existem ou que existiram no mesmo espaço”. (p.40) • “A preocupação em identificar os grupos indígenas que habitam ou habitava na região próxima do convívio dos alunos é a de possibilitar a compreensão da existência de diferenças entre os próprios grupos indígenas, com especificidades de costumes, línguas diferentes, evitando criar a imagem do índio como povo único e sem historia”. (p.41)
  • 19. “Levantamento de diferenças e semelhanças individuais, sociais, econômicas e culturais entre os alunos da classe e entre eles e as demais pessoas que convivem e trabalham na escola”. (p. 41) “Identificação de transformações e permanências dos costumes das famílias das crianças (pais, avós e bisavós) e nas instituições escolares”. (p. 41) “Levantamento de diferenças e semelhanças entre as pessoas e os grupos sociais que convivem na coletividade, nos aspectos sociais, econômicos e culturais”. (p. 42) “Identificação de transformação e permanências nas vivências culturais (materiais e artísticas) da coletividade no tempo”. (p.42)
  • 20. PLANO DE AULA: HISTÓRIA LOCAL
  • 21. Estágio/ano: 5° ano. Conteúdo(s): História e Geografia: História Local e do Cotidiano. Objetivo(s): Reconhecer algumas semelhanças, diferenças, permanências e transformações sociais, econômicas e culturais de dimensões cotidianas, existentes na sua família, no seu grupo de convívio escolar e na sua localidade, estabelecendo relações entre o presente e o passado.
  • 22. Estratégias/Desenvolvimento: A aula será dividida em quatro etapas: Primeira etapa: O professor, em sala de aula, realizará uma roda de conversa com os alunos para explicar o conceito de história e de história local, utilizando como exemplo a história da escola e a sua história de vida; Segunda etapa: O professor deverá solicitar para que os alunos preencham, junto com os seus familiares, um questionário que possui perguntas que visam identificar a origem das pessoas que são próximas a eles; Terceira etapa: Os alunos, em sala de aula, irão apresentar as respostas de seu questionário. Na apresentação, os alunos poderão trazer fotos antigas de seus familiares ou de pessoas próximas a eles; Quarta etapa: O professor solicitará para que cada aluno pesquise a história do bairro onde a escola se localiza, e, se possível, fotos do passado e atuais de tal bairro. Após as pesquisas serem realizadas, o professor formará uma roda de conversa para que as pesquisas sejam apresentas.
  • 23. Duração: Dez aulas - aprox. cinco semanas. Recursos/Materiais: Livros didáticos, computadores/tablets, fotos e folhas sulfites. Avaliação: A avaliação será realizada pela observação e pelos registros, com base nas pesquisas feitas pelos alunos.
  • 24. Imagens de bairros que passaram por algumas transformações
  • 31. CONSIDERAÇÕES FINAIS O risco a evitar no trabalho da História Regional em sala de aula é o de conjurar “idades de ouro”, favorecendo o retorno de localismos e regionalismos agressivos, a fabricação de representações distorcidas e negativas sobre o “outro”, seja ele estrangeiro ou forasteiro. Enfim, o professor, com estratégias diversificadas e aulas bem preparadas, tem que ajudar os estudantes a descobrir o segredo: qualquer coisa que diga algo sobre o presente ou o passado do nosso espaço vivido fala mais sobre as nossas vidas e o estado de espírito de cada um. Afirmar que o lugar e a região não tem outro centro que não nós.
  • 32. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: História e Geografia (primeiro ciclo do Ensino Fundamental). Brasília: MEC/SEF, 1997. MARTINS, Marcos Lobato. Novos temas nas aulas de história – História regional. 1° Ed. São Paulo: Editora Contexto, 2009.
  • 34. Agradecemos a sua Atenção
  • 35. ADRIANA CRISTINA SILVEIRA DE CARVALHO – RA 6378149 ANDRESSA ALVES AVELAR – RA 6425610 DIEGO DE JESUS MIRANDA – RA 4785809 MARIA GABRIELA NAFALSKI – RA 5589499 SUELI APARECIDA DE FREITAS CHURCHILL – RA 6348335 VIVIANE DUO SILVA – RA 6392690 GRUPO