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Escola Estadual De Educação Profissional Mário Alencar
Intoxicação Exógena Por Carbamatos
Curso: Tec. Enfermagem
Orientado...
Equipe:
ANA CAROLINA DA SILVA RABELO
ANA KARINE DE SOUSA MATIAS
Intoxicação exógena Por Carbamatos
TRABALHO APRESENTADO AO...
Introdução
• Conceito Sobre Intoxicação Exógena
Estatísticas
 Algumas estatísticas
 95% dos episódios cursam com pequenas consequências ou
nenhuma.
 92% dos casos são ...
Estatísticas
 Nos Estados Unidos (2004)
 2-3 milhões de intoxicações agudas por ano
 5-10% dos atendimentos de emergênc...
OBJETIVO
 VERIFICAR AS COMPLICAÇÕES REFERENTES A INTOXICAÇÃO EXOGENA
POR CARBAMATOS DENOMINAR A FISIOLOGIA, PATOLOGIA E S...
Fundamentação teórica
 Revisão Sistema Nervoso e Ação de
neurotransmissores
 Fisiopatologia da intoxicação por Carbamato...
• Fundamentação teórica
Sistema Nervoso
Sistema Nervoso
SNP
somático autônomo
SNC
Simpático Parassimpático
• Fundamentação teórica
Sistema Nervoso
 SOMATICO
AUTONÔMO
 SIMPATICO
 PARASSIMPATICO
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fisiopatologia da intoxicação por
carbamatos
CARBAMATOS
ACETILCOLINA
 Sistema colinérgico.
• Antagonista da Adrenalina
ACETILCOLINA
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SNC CORAÇÃO
nicotínicos
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Sintomatologia
 Sinais e Sintomas.
MUSCARINICOS
CORAÇÃO
TRATO RESPIRATORIO
TRATO GASTRO INTESTINAL
OLHOS
TRATO URINARIO
BRADCARDIA/FC-CC
DISPNEIA/TOSSE-SECRE...
Terapia medicamentosa
 Atropinização
Terapia medicamentosa
 Carvão Ativado
Terapia medicamentosa
Classificação do Pct intoxicado
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Terapia medicamentosa
Classificação do Pct.
GRAU 2- Sinais menores, acompanhados de um sinal maior.
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Terapia medicamentosa
Classificação do Pct.
 GRAU 5- Quadro completo, com pelo menos um sinal de gravidade.
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Estudo de Caso
Histórico
• Anamnese
• Exame Físico(evolução)
Principais Diagnósticos de Enfermagem
Planejamento pretende
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Histórico
Anamnese
 14.01.2015 Pct A.S.S Id:24anos sexo:Feminino; Admitida na unidade de
tratamento urgente por intoxicaç...
Histórico
exame físico
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Principais diagnósticos de enfermagem
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Principais diagnósticos de enfermagem
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Principais diagnósticos de enfermagem
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Planejamento
Risco de integridade da pele prejudicada
 Aplicar compressas frias ou mornas;
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Planejamento
Risco de aspiração
 Manter cabeceira elevada;
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Planejamento
Déficit no auto cuidado-banho e
higiene
relacionado
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Planejamento
Mobilidade física prejudicada
 Realizar mudança de decúbito;
 - Estimular paciente a sentar na poltrona;
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Planejamento
Padrão respiratório ineficaz
 Manter cabeceira elevada;
 - Verificar saturação de O2;
 - Incentivar pacien...
Atento Para Medicamentos Em uso.
 SRL 2000 ml; KCL 10% com 1 amp a cada soro de 500; vazão 100ml/h;
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Atento Para Quadro da Pct
 SVD
 AVC
 AVP
Considerações Finais
Este trabalho é de suma importância para esclarecimento dos futuros
profissionais de enfermagem e dos...
Referências
 1.Snell RS. Neuroanatomia Clínica.7th ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan;
2010.
 2.Machado ABM. Neuroanato...
agradecimentos
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Intoxicação Exógena por Carbamatos

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Trabalho sobre IEC e uma breve Apresentação sobre SNC e Diagnósticos de enfermagem.

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Intoxicação Exógena por Carbamatos

  1. 1. Escola Estadual De Educação Profissional Mário Alencar Intoxicação Exógena Por Carbamatos Curso: Tec. Enfermagem Orientador: Everton Lavor Fortaleza, fevereiro de 2015
  2. 2. Equipe: ANA CAROLINA DA SILVA RABELO ANA KARINE DE SOUSA MATIAS Intoxicação exógena Por Carbamatos TRABALHO APRESENTADO AO CURSO TECNICO DE ENFERMAGEM DA E.E.E.P Mário Alencar dedicado a conclusão de curso. Orientador: Everton Lavor
  3. 3. Introdução • Conceito Sobre Intoxicação Exógena
  4. 4. Estatísticas  Algumas estatísticas  95% dos episódios cursam com pequenas consequências ou nenhuma.  92% dos casos são por ingestão aguda, e não crônica.  92% dos casos ocorrem por substância única.  85% dos casos ocorrem de modo não intencional.  59% dos casos ocorrem em indivíduos de 20 a 49 anos.  52% dos casos ocorrem em crianças menores de 6 anos.  47% dos casos envolvem farmacêuticos.
  5. 5. Estatísticas  Nos Estados Unidos (2004)  2-3 milhões de intoxicações agudas por ano  5-10% dos atendimentos de emergência  Mais de 5% das internações em UTI (adultos)  Aproximadamente 5% dos casos com internação hospitalar
  6. 6. OBJETIVO  VERIFICAR AS COMPLICAÇÕES REFERENTES A INTOXICAÇÃO EXOGENA POR CARBAMATOS DENOMINAR A FISIOLOGIA, PATOLOGIA E SUA TERAPEUTICA VINCULADA A INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM.
  7. 7. Fundamentação teórica  Revisão Sistema Nervoso e Ação de neurotransmissores  Fisiopatologia da intoxicação por Carbamatos  Sintomatologia  Terapêutica mais comum
  8. 8. • Fundamentação teórica Sistema Nervoso Sistema Nervoso SNP somático autônomo SNC Simpático Parassimpático
  9. 9. • Fundamentação teórica Sistema Nervoso  SOMATICO AUTONÔMO  SIMPATICO  PARASSIMPATICO ach Rec. Nicotínicos ach Rec.N Rec. Adrenérgicos (B1-B2-B3) ach Rec.N Rec. Muscarinicos (M1-M2-M3-M4-M5)
  10. 10. fisiopatologia da intoxicação por carbamatos CARBAMATOS
  11. 11. ACETILCOLINA  Sistema colinérgico. • Antagonista da Adrenalina
  12. 12. ACETILCOLINA  Receptores Nicotínicos, Muscarinicos e SN. Receptores colinérgicos muscarinicos SNC CORAÇÃO nicotínicos UNIÃO NEUROMUSCULARMUSCULATURA LISA GANGLIOS AUTONOMICOS SNC MEDULA ADRENAL
  13. 13. Sintomatologia  Sinais e Sintomas.
  14. 14. MUSCARINICOS CORAÇÃO TRATO RESPIRATORIO TRATO GASTRO INTESTINAL OLHOS TRATO URINARIO BRADCARDIA/FC-CC DISPNEIA/TOSSE-SECREÇÃO BRONQUICA EXCESSIVA/broncoconstricção VOMITOS/DOR ABDOMINAL- DIARREIA(relaxa os esfíncter + Aumenta o peristaltismo)) MIOSE INCONTINENCIA URINARIA SUDERESE INTENSA-SIALORREIA NICOTINICOS HIPERATIVIDADE SIMPATICA DISFUNÇÃO NEUROMUSCULAR TAQUICARDIA HIPERTENSÃO PUPILAS DILATADAS/MIDRIASE FASCICULAÇÃO/MUSCULATURA ESQUELETICA FRAQUEZA MUSCULAR PALIDEZ CAIMBRAS SNC AGITAÇÃO PSICOSES CONFUSÃO COMA CONVULSOES CEFALEIA LABILIDADE EMOCIONAL TREMORES SONOLENCIA ATAXIA
  15. 15. Terapia medicamentosa  Atropinização
  16. 16. Terapia medicamentosa  Carvão Ativado
  17. 17. Terapia medicamentosa Classificação do Pct intoxicado  GRAU 0- Sem sintomatologia 2hrs após a ingestão. Observação por 6 horas  GRAU 1- Um dos sinais menores até 2hrs após a ingestão.  Lavagem gástrica (LG) com 6 litros ou mais de SF a 0,9%(enquanto sair o agente tóxico);  - Observação por 12 horas. Mantendo-se assintomático, liberar o paciente. Caso apresente sintomatologia, reclassificar e proceder à conduta.
  18. 18. Terapia medicamentosa Classificação do Pct. GRAU 2- Sinais menores, acompanhados de um sinal maior.  Lavagem gástrica (LG) com 6 litros ou mais de SF a 0,9% (enquanto sair o agente toxico);  - Carvão ativado (CA) via sonda nasogástrica (SNG), por lavagem, em dose única de 25g em 250ml de SF a 0,9% para adulto, e 0,5g/kg para crianças.  - Catártico salino Hidróxido de magnésio - 30 ml via SNG 1 hora após CA;  - Atropina - 1mg, EV, de 15/15 min;  - Telerradiografia de tórax - quando houver suspeita de broncoaspiração;  - Reavaliação de 2/2 horas, com nova classificação, quando necessário;  - Observação por pelo menos 12 horas, após término da atropinização.
  19. 19. Terapia medicamentosa Classificação do Pct.  GRAU 3- Sinais menores, acompanhados de dois sinais maiores com comprometimento respiratório.  LG com 8 litros de SF a 0,9% ou mais;  - CA via SNG, de 6/6 horas, até 24 horas  - Catártico salino, 1 hora após cada dose do carvão;  - Atropina - 1,5mg, EV, de 15/15 min, para adultos e 0,03mg/kg/dose, de 15/15 min, para crianças;  - Telerradiografia de tórax;  - Medidas sintomáticas e de suporte;  - Reavaliação e nova classificação, se necessário, de 2/2 horas  - Observação por pelo menos 18 horas, após término da Atropinização.  - Cuidado com a Atropinização destes pacientes, pois ao mesmo tempo que pode ter uma melhora rápida, devendo haver a diminuição da dose da atropina, pode evoluir com comprometimento respiratório, necessitando aumentar a dose.
  20. 20. Terapia medicamentosa Classificação do Pct.  GRAU 4- Sinais menores, acompanhados de três ou mais sinais maiores com comprometimento respiratório.  LG com 10L de SF a 0,9% ou mais;  - Atropina - 2,0 mg, EV, de 10/10 min, em adultos, e 0,05mg/kg/dose, de 10/10 min,em crianças;  - CA, via SNG, de 6/6 horas, por 24 horas;  - Catártico salino;  - Telerradiografia de tórax;  - Monitorização cardíaca;  - Medidas sintomáticas e de suporte;  - Reavaliação de 1/1 hora  - Observação por no mínimo 24h após término da atropinização.  - Avaliar indicação de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), pelo risco de desenvolver Insuficiência Respiratória.
  21. 21. Terapia medicamentosa Classificação do Pct.  GRAU 5- Quadro completo, com pelo menos um sinal de gravidade.  Atropina - 2mg, EV, de 10/10min, em adultos, e 0,05mg/kg/dose, de 10/10min, em crianças;  - Em casos muito graves pode ser aumentada a dose;  - Observação por 24 e 48h, no mínimo, após término da atropinização  - Indicação de UTI.  Contra-Indicações Drogas que causam depressão do Sistema Nervoso Central, como Morfina, Barbitúricos, Reserpina, Fenotiazínicos; Aminofilina, Teofilina; e Insulina. O Contrathion está contra-indicado em intoxicação por Carbamatos, a não ser quando:caso onde haja associação entre carbamato e OF.
  22. 22. Estudo de Caso Histórico • Anamnese • Exame Físico(evolução) Principais Diagnósticos de Enfermagem Planejamento pretende Implementação fazer Avaliação
  23. 23. Histórico Anamnese  14.01.2015 Pct A.S.S Id:24anos sexo:Feminino; Admitida na unidade de tratamento urgente por intoxicação exógena pelo uso de carbamatos; SIC, nega uso de drogas , medicações, e usou chumbinho para suicídio após desilusão amorosa ; pct, Inconsciente , agitação psicomotora, sialorreia intensa, bradicardia e brandpeia, SP02: 70%. FC:53bpm; PA:100x60mmhg; Puncionado AVP em MSD para hidratação venosa rigorosa em uso de SRL; Iniciado esquema de Atropinização com 15amp de atropina a 0,25mg/ml ; iniciado analgesia com Fentanil 2ml EV; Realizado I.O.T tubo de n°7,5.
  24. 24. Histórico exame físico  21.01.2015 ás 17:00 –Pct; A.S.S, Id: 24anos sexo: Feminino; 7°D.I.H por intoxicação exógena por carbamatos, em sedoanalgesia, ECG2=o6t,pupilas(PIRF)T.O.T, em VM modo SIMV, VC(v) FR: 12 rpm, Fio2:32%,Peep= 5 Sto2=99% ausculta normal MVU presentes e uniformes S/RA; tórax simétrico, expande bilateralmente, ACV= Bradicardia. FC=52 bpm. BCNF com RCR em RT, hemodinamicamente estável, mantendo PA=125x63mmhg,sem uso de DVA, TGI; em dieta com SNG em Aspiração, RG abundante de aspecto escuro, realizado teste da catalase; resultado negativo; ausência de vômitos; abdome; plano, flácido RHA positivo, sem massas ou VMG; SVD, diurese presente com aspecto turvo; Evacuações presentes com aspecto pastoso e quantidade moderada; edemas na face e nos MMSS; AVP, em MSE, ulceras por pressão de 1°grau; MID; calcâneo lateralizado exterior ,embalanço hídrico; uso de SRL 2000 ml; KCL 10% com 1 amp a cada soro de 500; vazão 100ml/h; Cefepine 2g iv 8/8 h dipirona 2ml+ 18AD 6/6h; hidrocortisona 100mg; NB:SF0,9% berotec 10mgotas + atrovent 30gotas; segue sobre cuidados de enfermagem.~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~Ana Rabelo; Ana Karine.
  25. 25. Principais diagnósticos de enfermagem Risco de integridade da pele prejudicada relacionado à: (x) fragilidade da pele pela desidratação ( x) pressão sobre a pele (x) infecção.
  26. 26. Principais diagnósticos de enfermagem  Risco de aspiração relacionado à:  (X)alimentação por sonda ( ) presença de TQT (X) nível de consciência reduzido.
  27. 27. Principais diagnósticos de enfermagem  Déficit no auto cuidado-banho e higiene relacionado à: (X) fraqueza ( ) dor ( )fadiga, evidenciado por: (X) incapacidade de fazer a própria higiene (X)intolerância a atividade.
  28. 28. Principais diagnósticos de enfermagem  Mobilidade física prejudicada relacionada à: ( )utilização de equipamentos externos (X) força insuficiente para movimentar- se ( ) fadiga ( )cirurgias, evidenciado à: ( ) pós- operatórios ( X) restrições imposta ao movimento (X) capacidade motora prejudicada.
  29. 29. Principais diagnósticos de enfermagem  Padrão respiratório ineficaz relacionado à: ( ) ansiedade, evidenciado por: (X) dispnéia ( ) tosse (X)saturação de O2 alterada.
  30. 30. Planejamento Risco de integridade da pele prejudicada  Aplicar compressas frias ou mornas;  - Realizar mudança de decúbito;  - Supervisionar a pele;  Passar óleo de milho  creme, após o banho;  - Colocar coxins em proeminências ósseas; manter colchão piramidal;  - Hidratar região perianal com Creme para assaduras após troca de fraldas;  - Observar e anotar edemas;  - Observar e anotar estado de consciência; Implementação Aplicar compressas ( ) frias ( ) mornas;  - Realizar mudança de decúbito; (X)  - Supervisionar a pele (X)  - Passar (X) óleo de milho ( ) creme, após o banho;  - Colocar coxins em proeminências ósseas;  - ( ) Instalar ( ) manter colchão piramidal;  - Hidratar região perianal com creme para assaduras após troca de fraldas;  - Observar e anotar edemas (X)  - Observar e anotar estado de consciência(X) AVALIAÇÂO
  31. 31. Planejamento Risco de aspiração  Manter cabeceira elevada;  - Aspirar secreções;  - Orientar -auxiliar -realizar higiene oral;  - Estimular -oferecer -auxiliar na ingesta oral;  - Observar e anotar estado de consciência; Implementação  - Manter cabeceira elevada (X)  - Aspirar secreções (X)  - ( ) Orientar ( ) auxiliar ( ) realizar higiene oral;  - ( ) Estimular ( ) oferecer ( ) auxiliar na ingesta oral;  -Observar e anotar estado de consciência (X) AVALIAÇÃO
  32. 32. Planejamento Déficit no auto cuidado-banho e higiene relacionado  - Encaminha -auxiliar-realizar banho;  -Orientar-auxiliar-realizar higiene oral;  - Realizar tricotomia na região;  - Realizar e anotar troca de fraldas;  - Hidratar região perianal com creme para assaduras após troca de fraldas;  - Observar e anotar estado de consciência; Implementação  ( ) Encaminhar ( ) auxiliar (X) realizar banho;  - ( ) Orientar ( ) auxiliar (X) realizar higiene oral;  - Realizar tricotomia na região;  - Realizar e anotar troca de fraldas;  - Hidratar região perianal com creme para assaduras após troca de fraldas;  - Observar e anotar estado de consciência(X) AVALIAÇÃO
  33. 33. Planejamento Mobilidade física prejudicada  Realizar mudança de decúbito;  - Estimular paciente a sentar na poltrona;  - Estimular-auxiliar -supervisionar a deambulação;  - Encaminhar-auxiliar-realizar banho;  - Observar e anotar edemas;  - Observar e anotar estado de consciência; Implementação  - Realizar mudança de decúbito(X)  - Estimular paciente a sentar na poltrona;  - ( ) Estimular ( ) auxiliar ( ) supervisionar a deambulação;  - ( ) Encaminhar ( ) auxiliar ( X)realizar banho;  - Observar e anotar edemas(X)  - Observar e anotar estado de consciência(X) AVALIAÇÃO
  34. 34. Planejamento Padrão respiratório ineficaz  Manter cabeceira elevada;  - Verificar saturação de O2;  - Incentivar paciente a tossir;  - Observar e anotar padrão respiratório: -tosse-expectoração- dispneia;  - Atentar para presença de -cianose periférica- perioral;  - Observar e anotar estado de consciência; Implementação  - Manter cabeceira elevada(X)  - Verificar saturação de O2(X)  - Incentivar paciente a tossir;  - Observar e anotar padrão respiratório: ( ) tosse ( ) expectoração (X) dispnéia;  - Atentar para presença de (X) cianose periférica ( ) perioral;  - Observar e anotar estado de consciência(X) AVALIAÇÂO
  35. 35. Atento Para Medicamentos Em uso.  SRL 2000 ml; KCL 10% com 1 amp a cada soro de 500; vazão 100ml/h; Cefepine 2g iv 8/8 h - antibiótico  dipirona 2ml+ 18AD 6/6h;- analgésico e antitérmico  hidrocortisona 100mg;- anti-inflamatório  NB:SF0,9% berotec 10mgotas + atrovent 30gotas;- bronco dilatador  Sedoanalgesia-Fentanil e dormonid
  36. 36. Atento Para Quadro da Pct  SVD  AVC  AVP
  37. 37. Considerações Finais Este trabalho é de suma importância para esclarecimento dos futuros profissionais de enfermagem e dos ouvintes presentes sobre o tema abordado, e dos perigos que os carbamatos ocasiona na sociedade se mal manuseado, assim podemos realizar a promoção e prevenção da saúde.
  38. 38. Referências  1.Snell RS. Neuroanatomia Clínica.7th ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2010.  2.Machado ABM. Neuroanatomia Funcional. 2nd ed. São Paulo: Atheneu, 2006.  3. Baehr M, Frotscher M. Duus Diagnóstico Topográfico em Neurologia,4th ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2008.  4.Netter FH.Atlas de Anatomia Humana 5th ed.rio de janeiro: elsevier; 2011.  5.Rubin M, Safdieh JE. Netter Neuroanatomia Essencial. 1st ed.Rio de Janeiro: Elsevier;2008
  39. 39. agradecimentos

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