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Pesquisa acerca de fluxos de capital e sua relação com o grau de competitividade das cidades-BRICS, com ênfase nas cidades brasileiras e chinesas.

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Cidades-BRICS competitivas: uma leitura da competitividade das principais cidades-BRICS através dos fluxos de IED

  1. 1. CIDADES-­‐BRICS  COMPETITIVAS   Uma  leitura  da  competitividade  das  principais  cidades-­‐BRICS   através  da  rede  de  investimentos  estrangeiros  diretos   Carolina  Vilela  Figueiredo     M.Sc.  Urban  Management  &  Development  -­‐  Erasmus  University  of  Rotterdam   E-­‐mail:  carolina?igueiredo3@gmail.com   1
  2. 2. Discussão   •  Importância das cidades no cenário global atual •  Fluxos, funções e redes •  Competitividade urbana e fatores locacionais •  Cidades BRICS - posição nos fluxos de IED e ranking de competitividade •  Recomendações para impulsionar a competitividade e atração de investimentos 2
  3. 3.   Cidades   •    Hoje, há cerca de 4.500 cidades no mundo com mais 100.000 habitantes. Mais de 50% da população mundial vive hoje em cidades. •  Até 2050, 600 cidades serão responsáveis por 2/3 do crescimento econômico global e abrigarão 25% da população mundial. •  420 destas cidades são emergentes. Na China, são 225 metrópoles e no Brasil, 10 cidades. •  Até 2025, haverá um acréscimo de 1,8 bilhão de consumidores no mundo, dos quais 1 bilhão em cidades emergentes. McKinsey,  2011   3
  4. 4.     Cidades   •  Deslocamento do eixo da influência econômica do Norte para o Sul, do Oeste para o Leste. •  O futuro da economia global depende do que acontece nas cidades – particularmente dos países emergentes. 4 McKinsey,  2011  
  5. 5. 5
  6. 6.     Cidades  -­‐  BRICS   •  43% População •  21% PIB mundial •  Posições de liderança na interseção de comércio internacional e fluxos de investimentos. •  Mega-eventos (cidade – espetáculo – city marketing) •  Territórios de dimensões continentais 6
  7. 7. Projeção  do  crescimento  do  PIB  das  principais  cidades-­‐ BRICS  (2005  –  2020)   7 www.citymayors.com
  8. 8. Cidades  -­‐  BRICS   •  Alto fardo social não acompanha fluxos de investimentos e crescimento econômico •  Fragmentação socioecoespacial e polarização •  Padrão de urbanização periférico e excludente •  Desafios urbanos: mobilidade, geração de empregos, rápido crescimento populacional, construção de moradias…como financiar tudo isso? 8
  9. 9. GLOBALIZAÇÃO REDE DE CIDADES Nova geografia de centralidade Fluxos Funções Competitividade Centralidades Hierarquias 9
  10. 10. •  Para entendermos as cidades, não podemos vê-las apenas como lugares no espaço, mas como sistemas de rede e fluxos (BATTY, 2013). •  Após a globalização, os fluxos tornaram-se mais densos, variados e multidirecionados (CORRÊA, 1997). 10
  11. 11. As cidades têm se desacoplado de sua geografia local para se situarem em um sistema de redes e fluxos. Espaço de fluxos globais Quanto mais funções de comando uma cidade possui, maior sua conectividade, mais fluxos e maior competitividade Castells 1996 “Sistema Global de Cidades” (FRIEDMANN 1986) A posição das cidades no sistema de redes indica sua força de conexão, centralidade, comando e poder “Ilhas de prosperidade” & “corredores da pobreza” Araujo 2000 “Cidades chaves” e “globais” & “Centros de concentração do comando” Sassen 2001 11
  12. 12. •  O mundo encontra-se organizado em subespaços articulados dentro de uma lógica global. •  Hoje uma cidade pode não apenas manter intercâmbio com sua vizinha imediata, mas com outras distantes e fora de seu país. •  O espaço globalizado apresenta "zonas luminosas" , “zonas opacas”, "zonas densas”, “espaços do mandar e do fazer”, regiões de perdas e ganhos. •  O espaço é o teatro de fluxos com diferentes níveis, intensidades e orientações. •  O espaço global é formado por redes desiguais emaranhadas em diferentes escalas. (Milton  Santos  ,  1988;  1994)   12
  13. 13. •  Tendência de emergência de “vetores urbanos geopolíticos”, interligados não apenas por meio de fluxos econômicos, mas também através de suas relações geopolíticas. Xangai Hong Kong Brasília Pequim Rio de Janeiro Viena Chicago Nova Iorque São Paulo Washing ton Nairobi 13 Genebra Saskia  Sassen,   2012  
  14. 14. Competitividade  e  fatores   locacionais   •  A competitividade urbana ou regional corresponde ao sucesso em que lugares – cidades ou regiões – competem entre si sobre divisas de exportações ou em atração de capital e mão de obra (KIETSON et al., 2004). •  Tentativa de se estimar a força econômica relativa de uma cidade e seu potencial comparado a outras cidades na rede. •  Lugares (países, regiões ou cidades) não competem entre si, mas empresas. Lugares não vão à falência, empresas, sim. (KRUGMAN, 1994,96).   14
  15. 15. Competitividade  e  fatores   locacionais   •  A competitividade urbana está intimamente relacionada ao fluxos entre cidades ao invés dos fixos e das formas (ambiente construído) que nelas se encontram (CASTELLS, 1996; DERUDDER et al. 2003; WALL 2009). •  Palavras de ordem do presente são “fluidez” e “competitividade”, exigindo a diminuição de fronteiras à circulação do capital (SANTOS, 1994). •  Competitividade urbana é um “fenômeno em rede”, já que nehuma cidade se desenvolve isoladamente”(BEAVERSTOCK et al.,2002; STORPER, 1997). 15
  16. 16. Competitividade  e  fatores   locacionais   •  Fatores de localização são indicadores que explicam por que algumas empresas preferem investir e se estabelecer em algumas cidades, em vez de outras. •  É tarefa da cidade criar um ambiente favorável capaz de atrair não apenas investimentos, mas também negócios e capital humano e, portanto, tornar-se mais bem sucedida na rede (SASSEN, 2002). •  O grau de competitividade de uma cidade depende de fatores locacionais, escopo e natureza de suas conexões/ fluxos e funções (FRIEDMANN, 1986). •  “Formas, funções, fluxos” (WALL, 2009) 16
  17. 17. Coopetição  em  rede   •  Relações simultâneas de competição e cooperação entre dois ou mais rivais no mercado global (BRANDENBURG e NALEBUFF, 1996). •  Semelhanças nas funções econômicas, fatores locacionais e fluxos geram competição •  Diferenças geram complementaridade e cooperação (BURGER et al., 2011; WALL, 2009) . 17
  18. 18. Quadro  conceitual     Investimentos Fatores Locacionais + Funções Competição Coopetição Complementa ridade FIGUEIREDO, C.V, 2012. 18
  19. 19. Fluxos Funções Competitivi dade fatores locacionais Como entender as cidades-BRICS através desses conceitos? 19
  20. 20. Metodologia   •  Método: Análise de Redes Espaciais (Burger et al., 2011; Wall, 2009) •  Base de dados de IED: fDi markets/Financial Times (funções e fluxos) 4.618 cidades e 158 países •  Fluxogramas no software Ucinet (posição e centralidade) •  Base de dados de competitividade: Global Cities Competitiveness Index - The Economist Intelligence Unit – 2012 120 cidades e 8 indicadores •  Regressão multivariada no software SPSS (relação entre IED e competitividade) 20
  21. 21. FUNÇÕES  e  FLUXOS   21
  22. 22. 22
  23. 23. BRICS  and  non-­‐BRICS  basic  distribu3on  of  investments  (2003  -­‐  2012)   Row  Labels   2003   2004   2005   2006   2007   2008   2009   2010   2011   2012   Volume  %   Growth  %   BRICS   2156   2709   2456   2884   2482   3248   2521   2678   2981   1898   21   2.30%   non-­‐BRICS   5274   6431   7242   8570   10545   13728   12673   13035   13423   9567   79   12.40%   Grand  Total   7430   9140   9698   11454   13027   16976   15194   15713   16404   11465   100   10%   BRICS  and  non-­‐BRICS  country    distribu3on  of  investments  (2003  -­‐  2012)   Row  Labels   2003   2004   2005   2006   2007   2008   2009   2010   2011   2012   Volume  %   Growth  %   Brazil   251   241   168   165   160   259   283   345   489   317   10   8.8%   China   1210   1500   1271   1410   1281   1568   1165   1283   1349   782   49   -­‐0.2%   India   330   610   507   863   620   796   625   594   700   502   24   5.4%   Russia   308   310   448   356   363   505   339   354   291   196   13   -­‐0.1%   South  Africa   57   48   62   90   58   120   109   102   152   101   3   12.6%   Grand  Total   2156   2709   2456   2884   2482   3248   2521   2678   2981   1898   100   2.3%   FDI markets.com database
  24. 24. Distribuição de IED (entrada) nos BRICS 2003 2012 1800   1600   1400   1200   Brazil   1000   China   India   800   Russia   South  Africa   600   400   200   0   2003   2004   2005   2006   2007   2008   2009   2010   2011   24 2012   FDI markets.com database
  25. 25. Exemplo: Londres, Paris, Tóquio, Xangai. EXCEL London   Paris   Tokyo   Shanghai   1   2   3   4   From   London   London   London   London   Paris   Paris   Paris   Paris   Tokyo   Tokyo   Tokyo   Tokyo   Shanghai   Shanghai   Shanghai   Shanghai   To   London   Paris   Tokyo   Shanghai   London   Paris   Tokyo   Shanghai   London   Paris   Tokyo   Shanghai   London   Paris   Tokyo   Shanghai   UCINET Investment  (log)   0   5   10   15   10   0   5   15   10   5   0   5   5   5   5   0   From   1   1   1   1   2   2   2   2   3   3   3   3   4   4   4   To   1   2   3   4   1   2   3   4   1   2   3   4   1   2   3   Investment   0   5   10   15   10   0   5   15   10   5   0   5   5   5   5   4   4   0   25
  26. 26. 26 Elaborado por Ronald Wall, extraído de FDI markets.com database
  27. 27. África  do  Sul   4%   Brasil   10%   Rússia   13%   China     49%   Índia   24%   Total: China: 12.819 investimentos Índia: 6.147 investimentos Rússia: 3.470 investimentos Brasil: 2.678 investimentos África do Sul: 899 investimentos 27
  28. 28. Volume  of  sectoral  investments  into  combined  BRICS  (2003  -­‐  2012)                                   Row  Labels   SoSware  &  IT  services   Financial  Services   Business  Services   Industrial  Machinery,  Equipment  &  Tools   Chemicals   Food  &  Tobacco   Transporta3on   Automo3ve  Components   Tex3les   Electronic  Components   Communica3ons   Metals   Consumer  Products   Automo3ve  OEM   Real  Estate   Plas3cs   Hotels  &  Tourism   Semiconductors   Consumer  Electronics   Pharmaceu3cals   Coal,  Oil  and  Natural  Gas   Business  Machines  &  Equipment   Beverages   Building  &  Construc3on  Materials   Rubber   Engines  &  Turbines   Medical  Devices   Paper,  Prin3ng  &  Packaging   Aerospace   Warehousing  &  Storage   Leisure  &  Entertainment   Alterna3ve/Renewable  energy   Non-­‐Automo3ve  Transport  OEM   Biotechnology   Healthcare   Wood  Products   Ceramics  &  Glass   Minerals   Space  &  Defence   Grand  Total   2003   231   121   60   116   178   103   66   77   62   82   81   113   60   93   53   80   56   78   78   36   41   26   32   34   13   19   15   27   10   16   30   7   11   3   10   17   8   11   2   2156   2004   350   160   153   146   175   123   84   104   104   109   85   79   106   118   55   94   68   106   82   33   34   49   34   32   23   13   19   35   13   21   26   4   10   9   10   27   7   5   4   2709   2005   297   188   117   138   117   120   91   90   69   113   108   117   84   72   62   73   38   72   65   34   50   47   26   27   24   18   11   32   17   29   32   4   17   10   7   22   6   9   3   2456   2006   337   253   162   142   130   113   127   111   113   113   138   107   127   101   80   80   62   72   46   39   36   37   43   36   18   24   25   28   20   32   35   17   17   15   16   16   5   9   2   2884   2007   279   230   161   201   132   72   116   105   83   85   98   85   76   69   97   54   58   52   31   35   32   27   23   29   29   22   17   25   15   22   18   30   11   12   5   12   23   8   3   2482   2008   289   310   274   233   127   161   127   132   136   128   99   127   92   90   163   60   95   47   30   41   54   30   32   52   33   34   24   21   37   26   19   26   20   15   11   15   25   12   1   3248   2009   221   202   242   202   116   139   114   82   105   82   80   75   98   100   82   43   50   23   43   39   44   24   38   13   27   27   25   10   21   20   10   28   13   27   30   3   11   6   6   2521   2010   214   171   214   200   133   109   79   104   136   136   112   110   106   111   44   82   63   36   56   52   15   35   28   24   41   52   40   20   32   19   7   29   18   11   17   1   9   6   6   2678   2011   265   206   273   277   156   120   125   134   122   116   123   116   105   115   48   83   48   33   39   40   27   38   27   23   34   36   55   25   32   13   19   32   16   12   12   2   15   11   8   2981   2012   213   193   232   132   97   58   115   97   88   49   86   59   72   37   50   37   30   15   15   20   19   25   11   8   14   10   16   11   19   12   5   12   10   11   7   1   6   3   3   1898   Grand  Total   2696   2034   1888   1787   1361   1118   1044   1036   1018   1013   1010   988   926   906   734   686   568   534   485   369   352   338   294   278   256   255   247   234   216   210   201   189   143   125   125   116   115   80   38   26013   Percentage   10.4   7.8   7.3   6.9   5.2   4.3   4.0   4.0   3.9   3.9   3.9   3.8   3.6   3.5   2.8   2.6   2.2   2.1   1.9   1.4   1.4   1.3   1.1   1.1   1.0   1.0   0.9   0.9   0.8   0.8   0.8   0.7   0.5   0.5   0.5   0.4   0.4   0.3   0.1   100                                                       FDI markets.com database
  29. 29. Distribuição de IED por função/setor 2003 – 2013 para cada BRICS Wood  Products   Warehousing  &  Storage   TransportaVon   TexVles   Space  &  Defence   Aerospace   8,00   7,00   AlternaVve/Renewable  energy   AutomoVve  Components   AutomoVve  OEM   Beverages   6,00   Biotechnology   5,00   Soaware  &  IT  services   Building  &  ConstrucVon  Materials   4,00   Semiconductors   Business  Machines  &  Equipment   3,00   Rubber   Business  Services   2,00   China   India   1,00   Real  Estate   Ceramics  &  Glass   Brazil   0,00   PlasVcs   Russia   Chemicals   PharmaceuVcals   South  Africa   Coal,  Oil  and  Natural  Gas   Paper,  PrinVng  &  Packaging   CommunicaVons   Non-­‐AutomoVve  Transport  OEM   Consumer  Electronics   Minerals   Consumer  Products   Metals   Medical  Devices   Leisure  &  Entertainment   Industrial  Machinery,  Equipment  &  Tools   Hotels  &  Tourism   Electronic  Components   29 Engines  &  Turbines   Financial  Services   Food  &  Tobacco   Healthcare   FDI markets.com database
  30. 30. No entanto, grande parte da economia global não é comandada por transações realizadas entre EstadosNações, mas sim por fluxos entre “vetores geopolíticos urbanos” que emergem cidades-chaves no sistema mundial de cidades (SASSEN, 2012) 30
  31. 31. Top 10 das cidades responsáveis pelo maior volume de IED – 2012 31 FDI markets.com database
  32. 32. Rede de fluxos de IED para as cidades chinesas entre 2003 e 2012 32 Elaborado por Zhang (2012) extraído de FDI markets.com database
  33. 33. - 18% de IED da China (2012) - 1900 investimentos (2003-2012) - 387 mil empregos - Funções: Financeiro, Negócios, TIC e Varejo Pequim   Hong   Kong   - 30% de IED da China (2012) - 941 empregos - Investimentos domésticos para Xangai e Pequim: USD 22 bi - Função geopolítica Xangai   - 39% de IED da China (2012) - 3400 investimentos (2003-2012) - 730 mil empregos - Funções: Financeiro, Negócios, TIC, Hotelaria e Turismo (constução), automobilístico (construção) FDI markets.com database 33
  34. 34. Rede de fluxos de IED para as cidades brasileiras entre 2003 e 2012 34 Elaborado por Figueiredo (2012), extraído de FDI markets.com database
  35. 35. Entrada de IED (US$ bilhões) em São Paulo e Rio de Janeiro 35000,00 30000,00 25000,00 Sao Paulo Rio de Janeiro 20000,00 15000,00 10000,00 5000,00 0,00 35 FDI markets.com database
  36. 36. - Função geopolítica - 15% de IED do Brasil (2003 – 2012) - USD 50 bi em IED (2003-2012) - 71 mil empregos - Funções: Energia Brasília   RJ   SP   - 25% de IED do Brasil (2003 2012) - USD 77 bi em IED (2003-2012) - 196 mil empregos - Funções: TIC FDI markets.com database 36
  37. 37. Fatores  locacionais    de     competitividade     37
  38. 38. Fatores  locacionais   ÍNDICE DE COMPETITIVIDADE DE CIDADES – 2012 (THE ECONOMIST INTELLIGENCE UNIT ,2012) Força econômica Maturidade Financeira Caráter social e cultural Gestão ambiental Capital físico Eficácia institucional Capital humano Apelo global 38
  39. 39. Fatores  locacionais   Fatores  locacionais  de   compe33vidade   Força  econômica   Indicadores   PIB  global  da  cidade;  Taxa  de  crescimento;  Tamanho  da  classe  média;  Integração  regional  de   mercado     Maturidade  financeira   Amplitude  e  profundidade  da  aglomeração  financeira,  Presença  de  bolsa  de  valores,    Auto-­‐ suficiência  tributária     Caráter  social  e   cultural   Liberdade  de  expressão;  Direitos  humanos;  Abertura  e  diversidade;  Violência;  Cultura     Gestão  Ambeintal   Governança  ambiental;  Risco  de  ocorrência  de  desastres  naturais     Capital  nsico   Infraestrutura  nsica;  Transporte  público;  Transporte  de  telecomunicação     Eficácia  insVtucional     Processo  eleitoral;  Autonomia  fiscal  do  governo  local;  Tributação;  Eficácia  governamental   Capital  humano   Crescimento  populacional;  Educação;  Sistema  de  saúde;  PEA;  Contratação  de  estrangeiros;   Empreendedorismo     Apelo  global     Número  de  grandes  coorporações  (Fortune  500);    Frequência  de  vôos  internacionais;   Conferências  e  convenções  internacionais;  Liderança  global  no  ensino  superior  e   think  tanks   39
  40. 40. Ranking  2012   106   105   102   100   98   98   97   94   93   92   91   87   84   83   82   79   76   75   73   70   68   67   64   62   58   52   43   39   4   BRICS  ci3es  compe33venes  index  by  category   69.3   Hong  Kong   Beijing   56   Shanghai   55.2   51.7   Shenzhen   49.4   Moscow   48.3   São  Paulo   47.4   Guangzhou   47.1   Johannesburg   Delhi   46.7   Mumbai   46.6   45.9   Cape  Town   Tianjin   45.4   44.9   Rio  de  Janeiro   44.6   Bangalore   Dalian   44   43.5   Chengdu   43.4   Suzhou  (Jiangsu)   Chongqing   Qingdao   Ahmedabad   Hangzhou   42.9   42.1   41.9   41.6   41.2   Durban   Pune   39.8   Hyderabad   39.4   Belo  Horizonte   39.4   Saint  Petersburg   39.3   39   Porto  Alegre   Chennai   Kolkata   Economic  strength  (30%)   InsVtuVonal  effecVveness  (15%)   Environmental  and  natural  hazards  (5%)   38.1   40 37.8   Physical  capital  (10%)   Social  and  cultural  character  (5%)   Global  appeal  (10%)   Financial  maturity  (10%)   Human  capital  (15%)   The Economist Intelligence Unit, 2012
  41. 41. 4º 39º 43º Pequim Hong Kong Xangai Força econômica Capital físico e maturidade financeira (100 pontos) Esforços do governo nacional em melhorias de infraestrutura urbana, mobilidade e saneamento, facilidade de se fazer negócios e crescente classe média. (BOCAYUVA & VELOSO DOS SANTOS, 2011; A.T. KEARNEY, 2012). 41
  42. 42. 62º 76º 98º 102º Porto Alegre Eficácia institucional Belo Horizonte Rio de Janeiro São Paulo Força econômica, capital físico e apelo global. Gestão ambiental Caráter social e cultural 42 Pior desempenho em capital humano das cidades - BRICS
  43. 43. 62º 76º 98º 102º Porto Alegre Belo Horizonte Rio de Janeiro São Paulo momentum de intensas estratégias em “city marketing” e relações internacionais; megaeventos esportivos; 43 imagem de cidades competitivas em roadshows.
  44. 44. 58º 68º 70º 94º 100º Deli 67º Moscou Joanesbu rgo Mumbai Durban São Petersbur go Maturidade financeira e apelo global   Eficiência institucional Pouca maturidade financeira   44 Pouca eficiência institucional  
  45. 45. Tianjin Shenzhen Dalian Guangzhou Xangai Hong Kong Xangai Shenzhen Pequim Moscou Hong Kong São Paulo Rio de Janeiro Bangalore Chengdu Pune Força econômica Maturidade Financeira Caráter social e cultural Gestão ambiental Capital físico Eficácia institucional Capital humano Apelo global Hong Kong Cape Town Shenzhen Delhi Pequim Hong Kong Xangai São Paulo Moscou Hong Kong Xangai Shenzhen Pequim Moscou Hong Kong Johannesburg Cape Town 45
  46. 46. Fluxos de IED (fDi markets) 7º 10º 8º Pequim 4º São   Paulo 3º 2º Xangai Hong Kong Moscou Mumbai Competitividade (The Economist Intelligence Unit) 70º Mumbai 62º São Paulo 58º 43º 39º Pequim 5º Hong Kong Xangai Moscou 46
  47. 47. Observações  finais   •  O capital estrangeiro se concentra espacialmente em algumas cidades “chaves” ou “zonas luminosas”. Porém não deixa de ser circulante entre outras cidades nas suas respectivas redes urbanas. •  O padrão de alocação de investimentos nas cidades-BRICS está diretamente relacionamento aos fatores locacionais, funções e natureza das conexões de cada cidade, indicando também sua competitividade e centralidade perante às outras. 47
  48. 48. Observações  finais   •  São os indicadores financeiros e econômicos que vêm impulsionando as cidades BRICS para o topo dos rankings de competitividade, ao invés de outras dimensões, como a educação, a saúde, a qualidade da vida, a cultura e o capital humano. •  Ao mesmo tempo que as principais cidades-BRICS apresentam espaços “inteligentes” definidos pelo capital das TIC, elas revelam ainda um território socialmente fragmentado. 48
  49. 49. Recomendações   •  Foco em indicadores essenciais, como: capital físico (infraestrutura física e eficácia de transporte público); capital humano (educação e saúde); e eficácia institucional em muitas cidades-BRICS 49
  50. 50. Porto Alegre Belo Horizonte Johannesburg Rio de Janeiro Durban Porto Alegre Belo Horizonte Kolkata Hyderabad Chennai Pune Pune Tianjin Qingdao Hangzhou Chongqing Saint Petersburg Tianjin Dalian Mumbai Kolkata Força econômica Maturidade Financeira Caráter social e cultural Gestão ambiental Capital físico Eficácia institucional Capital humano Apelo global Kolkata Hyderabad Chennai Bangalore Pune Dalian Hangzhou Chengdu Moscou Saint Petersburg São Paulo Saint Petersburg Rio de Janeiro Belo Horizonte Porto Alegre Chongqing Tianjin Dalian Pune 50
  51. 51. Recomendações   •  Estratégicas multiescalares focadas não somente em competição, mas também complementaridade. •  Tendência de redes urbanas complementares e especializadas. Uma região pode ser mais competitiva e atraente que cidades isoladas. •  Cooperação e diálogo intra-BRICS (Plano de Ação da Declaração de Sanya, 2011). •  Urgência de estudos comparativos sobre investimentos e competitividade a nível de vetores urbanos e escalas locais. 51
  52. 52. Recomendações   •  Planejamento urbano •  Inteligência territorial 52 Pajevic, 2011.
  53. 53.   OBRIGADA!   53
  54. 54. Referências     •  ALDERSON,  A.  S.;  BECKFIELD,  J.  Power  and  PosiVon  in  the  World  City  System.  AJS,  v.  109,  n.  4,  p.  811-­‐851,   2004.   •  ARAUJO,  T.  B.  Dinâmica  regional  brasileira  nos  noventa:  rumo  à  desintegração  compeVVva?  In:  de   CASTRO,  I.  E.;  MIRANDA,  M.;  EGLER,  C.  G.,  Orgs.  Redescobrindo  o  Brasil.  500  anos  depois,  2a  edição,  Rio   de  Janeiro:  Bertrand  Brasil,  FAPERJ,  2000.   •  BATTY,  M.  The  New  Science  of  CiVes.  Cambridge,  MA:  The  MIT  Press  2013.     •  BEAVERSTOCK,  J.  V.;  DOEL,  M.  A.;  HUBBARD,  P.J.;  TAYLOR  P.  J.  Azending  to  the  world:  compeVVon,   cooperaVon  and  connecVvity  in  the  world  city  network.  Global  Networks,  v.  2,  p.  111-­‐132,  2002.   •  BOCAYUVA,  P.  C.  C.;  VELOSO  DOS  SANTOS,  S.  Cidades-­‐BRICS  e  o  fenômeno  urbano  global.  Carta   Internacional,  vol.  6,  n.  2,  p.  55-­‐75,  2011.   •  BRANDENBURGER,  A.  M.;  NALEBUFF,  B.  J.  Co-­‐ope33on,  New  York:  Doubleday  Currency,  1996.   •  BURGER,  M.  J.;  VAN  DER  KNAAP,  G.A.;  WALL,  R.S.  Revealed  CompeVVon  for  Greenfield  Investments   between  European  Regions.  Journal  of  Economic  Geography,  Oxford  University  Press,  2011.   •  CASTELLS,  M.  The  rise  of  the  network  society.  Blackwell,  Oxford,  1996.     •  CORRÊA,  R.  L.  Trajetórias  geográficas.  Rio  de  Janeiro:  Bertrand  Brasil,  1997.   •  DERUDDER,  B.;  TAYLOR  P.J.;  WITLOX  F.;  CATALANO  G.  Hierarchical  Tendencies  and  Regional  Pazerns  in   the  World  City  Network:  A  global  Urban  Analysis  of  234  CiVes.  Regional  Studies,  n.  37,  p.  875-­‐886,  2003.   •  ERNST  &  YOUNG.  Capturing  the  momentum.  Ernst  &  Young´s  2012  azracVveness  survey,  Brazil.  2012.   Disponível  em:  <hzp://www.ey.com/PublicaVon/vwLUAssets/Capturing_the_momentum_Brazil/$FILE/ Capturing_the_momentum_Brazil.pdf  >  .  Acesso  em:  22  mai.  2013.   54
  55. 55. Referências   •  •  •  •  •  •  •  •  •  •  •  •  •  FIGUEIREDO,  C.  V.  2012.  Sao  Paulo  beyond  borders:  An  invesVgaVon  of  the  city´s  compeVVveness  and   complementarity  in  LaVn  America.  Master  Thesis,  InsVtute  for  Housing  and  Urban  Development  Studies,  Erasmus   University  of  Rozerdam,  Rozerdam.   FRIEDMANN,  J.  World  City  Hypothesis.  Development  and  Change,  vol.  17,  p.  69-­‐83,  London,  Beverly  Hills  and  New   Delhi,  SAGE,  1986.   KIETSON,  M.  et  al.  Regional  CompeVVveness:  An  Elusive  yet  Key  Concept?  Regional  Studies,  Taylor  and  Francis   Journals,  vol.  38(9),  p.  991-­‐999,  2004.   KRUGMAN,  P.  CompeVVveness:  a  dangerous  obsession,  Foreign  Affairs,  n.  73,  p.  28–44;  repr.  KRUGMAN,  P.  1996,   Pop  Interna3onalism,  p.  3–24.  MIT  Press,  Cambridge,  MA,1994.   McKINSEY  GLOBAL  INSTITUTE.  2012.  Urban  world:  mapping  the  economic  power  of  ciVes.  Accessed: hzp://www.mckinsey.com/insights/urbanizaVon/urban_world   SANTOS,  M.  Metamorfoses  do  espaço  habitado,  fundamentos  teórico  e  metodológico  da  geografia.    Hucitec,  São   Paulo,  1988.     SANTOS,  M.  Técnica,  espaço,  tempo.  Globalização  e  meio  técnico-­‐cienƒfico-­‐informacional.  Edusp,  1994.   SASSEN,  S.  ‘Beyond  State-­‐to-­‐State  GeopoliVcs:  Urban  Vectors  Dominate’.  In:  A.T.Kearney,  Inc.  2012.  Global  Ci3es   Index  and  Emerging  Ci3es  Outlook.  Disponível  em:  < hzp://www.atkearney.com/documents/10192/dfedfc4c-­‐8a62-­‐4162-­‐90e5-­‐2a3f14f0da3a>.  Acesso  em  22  mai.   2013.   SASSEN,  S.  The  global  City:  New  York,  London,  Tokyo,  2d  ed,  Princeton,  N.J.:  Princeton  University  Press,  2001.   STORPER,  M.  The  Regional  World:  Territorial  Development  in  a  Global  Economy,  Guildford  Press,  New  York,  1997.    The  Economist  Intelligence  Unit.  2012.  Hot  spots:  Benchmarking  global  city  compeVVveness  2012.   WALL,  R.  S.  Netscape:  ciVes  and  global  corporate  networks.  ERIM  and  Haveka  Publishers,  2009.   ZHANG,  Z.  2012.  The  story  behind  the  Hu-­‐Line:  FDI  and  City  CompeVVveness  Analysis  of  Coastal  and  Inland   Chinese  Major  CiVes.  Master  Thesis,  InsVtute  for  Housing  and  Urban  Development  Studies,  Erasmus  University  of   Rozerdam,  Rozerdam.   55
  56. 56. CIDADES-­‐BRICS  COMPETITIVAS   Uma  leitura  da  competitividade  das  principais  cidades-­‐BRICS   através  da  rede  de  investimentos  estrangeiros  diretos   Carolina  Vilela  Figueiredo     M.Sc.  Urban  Management  &  Development  -­‐  Erasmus  University  of  Rotterdam   E-­‐mail:  carolina?igueiredo3@gmail.com   56

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