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TREINAMENTO PARA
TRABALHADORES EM ALTURA
NR-35 TRABALHO EM ALTURA
Objetivo do treinamento
Este treinamento tem o objetivo de capacitar os trabalhadores
envolvidos direta ou indiretamente com atividades em altura,
quanto aos requisitos mínimos e as medidas de proteção para
o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a
organização e a execução, de forma a garantir a sua
segurança e saúde.
O que é Trabalho em Altura
De acordo com a Norma Regulamentadora número 35 do
Ministério do Trabalho – NR-35:
Considera-se trabalho em altura toda atividade executada
acima de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, onde haja
risco de queda.
IMPORTANTE
As atividades de acesso e a saída do trabalhador deste local
também deverão respeitar e atender esta norma. Ou seja,
mesmo que a plataforma de trabalho tenha toda a segurança
para o trabalhador, como guarda corpo e rodapé, se esta
plataforma estiver acima de dois metros de altura e acesso for
feito por uma escada tipo marinheiro, por exemplo, para fazer
o acesso a plataforma, o trabalhador terá que estar
atendendo a todos os requisitos da NR-35 – ser treinado,
estar apto pelo serviço médico e estar autorizado formalmente
pela empresa.
Acidentes típicos durante
Trabalho em Altura
Vejamos alguns exemplos de acidentes durante trabalho em
altura:
 Queda do trabalhador
 Queda de peças e ferramentas
 Contato com a rede elétrica
 Queda do andaime ou plataforma de trabalho
 Tombamento da PTA – Plataforma de Trabalho Aéreo
Quais são as causas destes
acidentes
A queda do trabalhador pode ocorrer por:
 Um mal súbito – doenças ocasionais (gripe, febre)
intoxicação alimentar, uso de medicamentos;
 Falta de cuidado e atenção;
 Não uso do Equipamento de Proteção Individual – EPI
(Cinto de Segurança para Trabalho em Altura);
 Não utilização de Equipamentos de Proteção Coletiva –
Redes ou bandejas de proteção ou guarda-corpo;
A queda do trabalhador pode ocorrer por:
 Auto confiança e confiança no outro;
 Improvisação da plataforma de trabalho ou do acesso a
plataforma;
 Fator Psicossocial
Quais são as causas destes
acidentes
A queda do trabalhador pode ocorrer por:
Não uso de EPI
Auto confiança Confiança no outro Improvisação
Fator Psicossocial
Quais são as causas destes
acidentes
A queda de peças e ferramentas podem ocorrer por:
 Não amarrar e prender as ferramentas;
 Não acondicionar as peças em recipientes apropriados;
 Deixar peças e ferramentas soltas sobre a plataforma de
trabalho;
 Não utilização de redes de proteção
Quais são as causas destes
acidentes
Contato com rede elétrica pode ocorrer por:
 Montagem de andaime próximo a rede elétrica;
 Movimentação de andaime sobre rodas;
 Movimentação de peças sobre andaime ou plataforma de
trabalho;
 Não realização da desenergização e bloqueio da rede
elétrica.
Quais são as causas destes
acidentes
Contato com rede elétrica pode ocorrer por:
Quais são as causas destes
acidentes
A queda do andaime ou plataforma de trabalho pode ocorrer
por:
 Improvisação de peças;
 Uso de taboas rachadas ou mal colocadas e sem fixação;
 Falta de travamento nas rodas do andaime;
 Desnivelamento do piso onde foi montado o andaime;
 Improvisação de peças do andaime;
 Improvisação de calços para nivelamento do andaime
Quais são as causas destes
acidentes
A queda do andaime ou plataforma de trabalho pode ocorrer
por:
Quais são as causas destes
acidentes
Tombamento da PTA – Plataforma de Trabalho Aéreo pode
ocorrer por:
 Desnivelamento do piso;
 Não observação da posição do cesto em relação ao contra
peso;
 Excesso de peso no cesto da PTA;
Quais são as causas destes
acidentes
Tombamento da PTA – Plataforma de Trabalho Aéreo pode
ocorrer por:
Quais são as causas destes
acidentes
Responsabilidades
Quem tem responsabilidade quando da realização de
atividades de Trabalho em Altura?
Quais são as responsabilidades de cada um?
 Responsabilidades do Empregador
 Responsabilidades do Trabalhador
Do Empregador
a) garantir a implementação das medidas de proteção
estabelecidas nesta Norma;
b) assegurar a realização da Análise de Risco - AR e,
quando aplicável, a emissão da Permissão de Trabalho –
PT;
c) desenvolver procedimento operacional para as atividades
rotineiras de trabalho em altura;
d) assegurar a realização de avaliação prévia das condições
no local do trabalho em altura, pelo estudo, planejamento
e implementação das ações e das medidas
complementares de segurança aplicáveis
Do Empregador
e) adotar as providências necessárias para acompanhar o
cumprimento das medidas de proteção estabelecidas nesta
Norma pelas empresas contratadas;
f) garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre
os riscos e as medidas de controle;
g) garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois
de adotadas as medidas de proteção definidas nesta Norma;
h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando
verificar situação ou condição de risco não prevista, cuja
eliminação ou neutralização imediata não seja possível
Do Empregador
i) estabelecer uma sistemática de autorização dos
trabalhadores para trabalho em altura;
j) assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob
supervisão, cuja forma será definida pela análise de riscos de
acordo com as peculiaridades da atividade;
k) assegurar a organização e o arquivamento da
documentação prevista nesta Norma
Do Trabalhador
a) cumprir as disposições legais e regulamentares sobre
trabalho em altura, inclusive os procedimentos expedidos
pelo empregador;
b) colaborar com o empregador na implementação das
disposições contidas nesta Norma;
c) interromper suas atividades exercendo o direito de recusa,
sempre que constatarem evidências de riscos graves e
iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras
pessoas, comunicando imediatamente o fato a seu superior
hierárquico, que diligenciará as medidas cabíveis;
d) zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas
que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no
trabalho
Capacitação
De acordo com a NR-35 – Trabalho em Altura, um
Trabalhador capacitado para trabalhar em altura é aquele
que: foi submetido e aprovado em treinamento, teórico e
prático, com carga horária mínima de oito horas.
IMPORTANTE: Lembrando aqui que, aqueles trabalhadores que
realizam apenas o acesso a um local alto, também deve passar por
este treinamento.
A realização deste treinamento deve ocorrer a cada 2 anos
para todos os trabalhadores que realizam atividades de
trabalho em altura.
Também deverá ocorrer uma reciclagem quando ocorrer
alguma das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de
trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a
noventa dias;
d) mudança de empresa.
Capacitação
Todo o trabalho em altura só poderá ser executado por
trabalhador capacitado e autorizado.
Sendo aquele que está capacitado, cujo estado de saúde foi
avaliado, tendo sido considerado apto para executar essa
atividade e que possua anuência formal da empresa.
Capacitação
Planejamento, Organização e
Execução do Trabalho em Altura
Todo trabalho em altura será planejado e organizado pelo
empregador, através da elaboração de procedimentos de
trabalho, criação de formulários de Análise de Riscos e
Permissão de Trabalho. Colocação de sinalização nas áreas
de trabalho. Proporcionando treinamento aos trabalhadores e
supervisores. Fornecimento dos equipamentos e ferramentas
adequadas ao trabalho em altura. Encaminhando os
trabalhadores ao serviço médico para avaliação de sua
condição física e de saúde para realização de trabalho em
altura.
Durante o planejamento do trabalho devem ser adotadas as
medidas, de acordo com a seguinte hierarquia:
a) medidas para evitar o trabalho em altura, sempre que
existir meio alternativo de execução;
b) medidas que eliminem o risco de queda dos trabalhadores,
na impossibilidade de execução do trabalho de outra forma;
c) medidas que minimizem as consequências da queda,
quando o risco de queda não puder ser eliminado.
Planejamento, Organização e
Execução do Trabalho em Altura
Analise Preliminar de Riscos –
APR
Uma das melhores maneiras de planejar e organizar um
trabalho em altura é a realização de uma Análise Preliminar
de Riscos – APR, bastante criteriosa na qual, será observado
cada detalhe de cada etapa da atividade, os riscos possíveis
em cada etapa e a medida de controle para cada risco. E
ainda, se realmente é possível realizar tal atividade em altura
com segurança.
Nesta análise de Risco deve, além dos riscos inerentes ao
trabalho em altura, considerar os seguintes riscos:
a) o local em que os serviços serão executados e seu
entorno;
b) o isolamento e a sinalização no entorno da área de
trabalho;
c) o estabelecimento dos sistemas e pontos de ancoragem;
d) as condições meteorológicas adversas;
Analise Preliminar de Riscos –
APR
e) a seleção, inspeção, forma de utilização e limitação de uso
dos sistemas de proteção coletiva e individual, atendendo às
normas técnicas vigentes, às orientações dos fabricantes e
aos princípios da redução do impacto e dos fatores de queda;
f) o risco de queda de materiais e ferramentas;
g) os trabalhos simultâneos que apresentem riscos
específicos;
h) o atendimento aos requisitos de segurança e saúde
contidos nas demais normas regulamentadoras;
Analise Preliminar de Riscos –
APR
i) os riscos adicionais;
j) as condições impeditivas;
k) as situações de emergência e o planejamento do resgate e
primeiros socorros, de forma a reduzir o tempo da suspensão
inerte do trabalhador;
l) a necessidade de sistema de comunicação;
m) a forma de supervisão.
Analise Preliminar de Riscos –
APR
Atividades Rotineiras e Não
Rotineiras
Ainda no planejamento e organização do trabalho, o
empregador deve observar ser atividades de trabalho em
altura são rotineiras ou não rotineiras. Para cada uma delas
estabelecer os padrões a serem adotados.
Atividades Rotineiras
Entende-se como atividades rotineiras, aquelas habituais,
independente da frequência, mas que fazem parte do
processo de trabalho da empresa, como por exemplo: limpeza
de fachadas de prédios, trocas de lâmpadas, subir e descer
uma escada do tipo marinheiro com mais de 2,00 m de altura.
Atividades Rotineiras e Não
Rotineiras
Atividades Rotineiras
Para atividades rotineiras de trabalho em altura, a análise de
risco poderá estar contemplada em um procedimento
operacional ou instrução de trabalho.
Atividades Rotineiras e Não
Rotineiras
Atividades Rotineiras
O procedimento operacional ou instrução de trabalho, deverá
conter no mínimo os seguintes itens:
 As diretrizes e requisitos da tarefa;
 As orientações administrativas;
 O detalhamento da tarefa;
 As medidas de controle dos riscos característicos à rotina;
 As condições impeditivas;
 Os sistemas de proteção coletiva e individual necessários;
 As competências e responsabilidades
Atividades Rotineiras e Não
Rotineiras
Atividades NÃO Rotineiras
Atividades não rotineiras são as atividades não habituais que
estão fora do planejamento de execução e não contempladas
nas Análises de Risco e nos procedimentos. Existem tarefas
que tem frequência mínima, ou seja, realizadas de tempos em
tempos, mas é uma atividade conhecida e planejada que faz
parte ou não do processo de trabalho da empresa.
Atividades Rotineiras e Não
Rotineiras
Atividades NÃO Rotineiras
Portanto, as Atividades não Rotineiras deverão ser
previamente autorizadas mediante Permissão de Trabalho.
Ainda, as medidas de controle devem ser evidenciadas na
Análise de Risco. A análise de risco poderá ser realizada em
separado ou inserida dentro da Permissão de Trabalho.
Atividades Rotineiras e Não
Rotineiras
Permissão de Trabalho
Mas o que é a Permissão de Trabalho – PT?
A Permissão de Trabalho é o documento escrito contendo
conjunto de medidas de controle, visando ao desenvolvimento
de trabalho seguro, além de medidas de emergência e
resgate.
A Permissão de Trabalho deverá ser o documento para
formalizar à autorização para a execução da atividade, ou
seja, o local de trabalho, recursos e pessoal se encontram em
conformidade com a Análise de Riscos.
A Permissão de Trabalho deve conter:
a) os requisitos mínimos a serem atendidos para a execução
dos trabalhos;
b) as disposições e medidas estabelecidas na Análise de
Risco;
c) a relação de todos os envolvidos e suas autorizações.
Permissão de Trabalho
A Permissão de Trabalho deve ser emitida, aprovada pelo
responsável pela autorização da permissão, disponibilizada
no local de execução da atividade e, ao final, encerrada e
arquivada de forma a permitir sua rastreabilidade.
Permissão de Trabalho
A Permissão de Trabalho deve ter validade limitada à duração
da atividade, restrita ao turno de trabalho, podendo ser
revalidada pelo responsável pela aprovação nas situações em
que não ocorram mudanças nas condições estabelecidas ou
na equipe de trabalho.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
O Sistema de Proteção Contra Queda se divide em dois tipos,
que são:
 Equipamento de Proteção Coletiva (EPC ou SPCQ)
 Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
O sistema de proteção contra quedas deve:
a) ser adequado à tarefa a ser executada;
b) ser selecionado de acordo com Análise de Risco,
considerando, além dos riscos a que o trabalhador está
exposto, os riscos adicionais;
c) ser selecionado por profissional qualificado em segurança
do trabalho;
Sistemas de Proteção Contra
Queda
O sistema de proteção contra quedas deve:
d) ter resistência para suportar a força máxima aplicável
prevista quando de uma queda;
e) atender às normas técnicas nacionais ou na sua
inexistência às normas internacionais aplicáveis;
f) ter todos os seus elementos compatíveis e submetidos a
uma sistemática de inspeção.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
A seleção do sistema de proteção contra quedas deve
considerar a utilização:
a) de sistema de proteção coletiva contra quedas - SPCQ;
b) de sistema de proteção individual contra quedas - SPIQ,
nas seguintes situações:
b.1) na impossibilidade de adoção do SPCQ;
b.2) sempre que o SPCQ não ofereça completa proteção
contra os riscos de queda;
b.3) para atender situações de emergência.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Coletiva (EPC ou SPCQ)
Trata-se de todo dispositivo ou sistema de âmbito coletivo,
destinado à preservação da integridade física e da saúde dos
trabalhadores, assim como a de terceiros. São itens fixos ou
móveis, instalados no local de trabalho para a proteção
coletiva dos trabalhadores envolvidos na atividade ou para
evitar que as ocorrências da atividade, atinjam outras
pessoas não envolvidas mas que estão em áreas próximas
ao local.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Coletiva (EPC ou SPCQ)
São exemplos de Equipamentos de Proteção Coletiva:
Guarda corpo, grades, redes de proteção, tapumes, bandejas
nas laterais de prédios, linhas de vida.
IMPORTANTE: O Equipamento de Proteção Coletiva (EPC
ou SPCQ) deve ser projetado por Profissional Legalmente
Habilitado.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Coletiva (EPC ou SPCQ)
Linhas de Vida Flexível e Rígida
Grades de Proteção
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Coletiva (EPC ou SPCQ)
Redes de Proteção
Bandejas de Proteção
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
De acordo com a NR-06 – Equipamento de Proteção
Individual é todo dispositivo ou produto, de uso individual
utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos
suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
De acordo com a NR-06 – Equipamento de Proteção
Individual conjugado é todo aquele composto por vários
dispositivos, que o fabricante tenha associado contra um ou
mais riscos que possam ocorrer simultaneamente e que
sejam suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no
trabalho. Ex.: Capacete com protetor auricular acoplado,
Capacete com protetor facial acoplado.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
Para Trabalho em Altura, o EPI Conjugado é o Cinto de
Segurança para Trabalho em Altura, o Talabarte e o
Mosquetão. Podendo incluir ainda o Trava Quedas para linha
de vida flexível ou rígida.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
Para Trabalho em Altura, o Equipamento de Proteção
Individual (EPI ou SPIQ) pode ser de:
 Restrição de movimentação;
 Retenção de queda;
 Posicionamento no trabalho; ou
 De acesso por cordas.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
EPI de Restrição de Movimentação: é aquele que limita a
movimentação de modo que o trabalhador não fique exposto
a risco de queda. Ou seja, não permite que a queda ocorra.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
EPI de Retenção de Queda: é aquele que não evita a queda,
mas a interrompe depois de iniciada, reduzindo as suas
consequências.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
O sistema de Retenção de Queda deve dispor de um meio de
absorção de energia para limitar as forças geradas no
trabalhador e também proteger a ancoragem.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
O sistema de retenção de queda é formado por um cinturão
paraquedista (obrigatoriamente), um talabarte de segurança
para retenção de queda ou um trava-queda e um dispositivo
de ancoragem.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
Pontos de conexão do Cinto de Segurança
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Cinto
paraquedista
pontos de
conexão,
conforme
ABNT.
Pontos
de
conexão,
conforme
ABNT
Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
EPI de Posicionamento no Trabalho: é um sistema de
trabalho configurado para permitir que o trabalhador
permaneça posicionado no local de trabalho, total ou
parcialmente suspenso, sem o uso das mãos.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
IMPORTANTE: Neste sistema de Posicionamento no
Trabalho, o trabalhador deve sempre utilizar junto um sistema
de retenção de queda.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
EPI de Acesso por Cordas: São os sistema de trabalho em
que são utilizadas cordas como meio de acesso e como
proteção contra quedas.
NOTA: Neste treinamento não trataremos do assunto Acesso
por Cordas, pois, este é um treinamento especifico com
várias etapas de treinamento, com duração mínima de 40
horas cada uma. Além do cumprimento de horas de trabalho
de Acesso por Corda.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
O SPIQ é constituído dos seguintes elementos:
a) sistema de ancoragem;
b) elemento de ligação;
c) equipamento de proteção individual.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
Os equipamentos de proteção individual devem ser:
a) certificados;
b) adequados para a utilização pretendida;
c) utilizados considerando os limites de uso;
d) ajustados ao peso e à altura do trabalhador.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
Na aquisição e periodicamente devem ser efetuadas
inspeções do Equipamento de Proteção Individual (EPI ou
SPIQ), recusando-se os elementos que apresentem defeitos
ou deformações.
Antes do início dos trabalhos o trabalhador deve efetuar
inspeção rotineira de todos os elementos do Equipamento de
Proteção Individual (EPI ou SPIQ).
Devendo-se registrar os resultados das inspeções realizadas.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
O Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) deve
ser selecionado de forma que a força de impacto transmitida
ao trabalhador seja de no máximo 6kN quando de uma
eventual queda. - 1 KN corresponde a 100 Kgf ou 100 kg –
Então, a força máxima e impacto que pode ser transmitida ao
trabalhador é de 600 kg.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Observações a serem feitas para utilização do Equipamento
de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
a) que o trabalhador deve permanecer conectado ao sistema
durante todo o período de exposição ao risco de queda;
b) distância de queda livre;
c) o fator de queda;
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Observações a serem feitas para utilização do Equipamento
de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
d) a utilização de um elemento de ligação que garanta um
impacto de no máximo 6 kN seja transmitido ao trabalhador
quando da retenção de uma queda;
e) a zona livre de queda;
f) compatibilidade entre os elementos do SPIQ.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Sistemas de Proteção Contra
Queda
O fator de queda
O fator de queda
Fator de queda < 1 ou Fator de queda 0
Neste fator, em situação de queda, o trabalhador terá um
impacto menor no corpo, pois o trava queda ou equipamento
de talabarte fica preso em um ponto de ancoragem acima da
cabeça.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
O fator de queda
Fator de queda = 1
Nesta situação, o trava queda ou equipamento de talabarte, é
fixado a um ponto de ancoragem situado na altura do
abdome, sendo assim, caso ocorra uma queda, o trabalhador
sofrerá o impacto equivalente ao tamanho do equipamento de
proteção de queda, e o impacto no corpo será aumentado.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
O fator de queda
Fator de queda = 2
Este fator é considerado como o mais perigoso, nele o
equipamento de talabarte ou trava queda fica preso em um
ponto de ancoragem abaixo dos pés do trabalhador, é
altamente arriscado pois em caso de queda o trabalhador terá
um impacto equivalente a 2 vezes o tamanho do equipamento
de proteção de queda, o impacto sofrido no corpo será ainda
maior.
Sistemas de Proteção Contra
Queda
A Zona Livre de Queda - ZLQ
Para o cálculo ZLQ, deve-se levar em consideração as
seguintes medidas:
 Comprimento do Talabarte – Verificar no manual do
fabricante;
 Comprimento do Absorvedor de Energia aberto – Verificar
no manual do fabricante;
 Comprimento máximo entre o ponto de ancoragem no
cinturão até os pés do trabalhador – Padronizada em 1,5
m;
 Altura de Segurança ou distância do pé do trabalhador até
o chão ou ao obstáculo mais próximo – Padronizada em
1,0 m
Sistemas de Proteção Contra Queda
A Zona Livre de Queda - ZLQ
Sistemas de Proteção Contra
Queda
Emergência e Salvamento
O resgate de trabalhadores que venham a sofre queda de
altura, pode ocorrer de três formas:
 Auto resgate;
 Resgate por outro trabalhador;
 Resgate por equipe especializada.
Quando e como ocorre cada uma delas?
Auto Resgate:
É quando o trabalhador ao sofrer uma queda e ficar preso
pelo sistema de proteção contra queda, seja ele individual
(cinto de segurança) ou coletivo (rede de proteção), consegue
por si só alcançar um local seguro e sair da situação ou
aguardar a equipe de resgate, sem sofrer maiores
consequências.
Emergência e Salvamento
Resgate por Outro Trabalhador:
É quando o trabalhador ao sofrer uma queda e ficar preso
pelo sistema de proteção contra queda, seja ele individual
(cinto de segurança) ou coletivo (rede de proteção), porém,
não consegue por si só alcançar um local seguro e sair da
situação. Mas, um outro trabalhador envolvido na atividade,
consegue de forma segura alcançar o trabalhador que sofreu
a queda, levando-o para um local seguro e sair da situação ou
aguardar a equipe de resgate, sem sofrer maiores
consequências.
Emergência e Salvamento
NOTA
Estes dois tipos de resgate citados acima são importantes
para minimizar os efeitos da Suspensão Inerte, quando o
trabalhador ficar suspenso pelo cinto de segurança após uma
queda de altura.
Emergência e Salvamento
Resgate por Equipe Especializada:
Como o próprio nome diz, é uma equipe que recebe
treinamento especifico para resgate de trabalhadores que
sofreram algum tipo de acidente durante a realização de
atividade em altura.
Emergência e Salvamento
Resgate por Equipe Especializada:
As pessoas desta equipe, responsáveis pela execução das
medidas de salvamento, devem estar capacitadas a executar
o resgate, prestar primeiros socorros e possuir aptidão física
e mental compatível com a atividade a desempenhar.
Emergência e Salvamento
Primeiros socorros
Primeiros socorros é o cuidado imediato a alguém ferido ou
doente, com a finalidade de: preservar a vida, promover a
recuperação ou prevenir que o caso piore, portanto trata-se
de uma atenção rápida, imediata a uma pessoa que está em
perigo de vida, realizando tais cuidados para manter as suas
funções vitais e reduzindo seus agravos até que a vitima
receba atendimento de emergência adequado.
Emergência e Salvamento
Primeiros socorros
A equipe de resgate deverá, sempre que chegar ao local da
ocorrência, tomar as seguintes providencias:
 Avaliar a condição do local da ocorrência e isolar a área,
evitando que pessoas não envolvidas no resgate acessem
o local e comprometam a ação da equipe de atendimento
a emergência;
 Buscar por informações sobre a ocorrência com
testemunhas e responsáveis pela atividade;
Emergência e Salvamento
Primeiros socorros
A equipe de resgate deverá, sempre que chegar ao local da
ocorrência, tomar as seguintes providencias:
 Colocar seus equipamentos de proteção individual;
 Avaliar e planejar a melhor estratégia para realizar o
socorro a vítima;
 Realizar o socorro a vítima;
 Ao final do resgate recolher todo o material e retirar o
isolamento, liberando a área.
Emergência e Salvamento
Primeiros socorros
QUEDA DE ALTURA
Se um trabalhador cai de uma laje, ou de um andaime, a
primeira suspeita será de que ele pode ter fraturado o
pescoço ou a coluna cervical. Por esta razão não se mexe no
acidentado, já que poderá complicar ainda mais o quadro de
lesão.
Emergência e Salvamento
Primeiros socorros
SUSPENSÃO INERTE
As situações de emergência e o planejamento do resgate e
primeiros socorros, de forma a reduzir o tempo da suspensão
inerte do trabalhador.
A progressão do quadro clínico em indivíduos que
permaneceram inconscientes, pela redução do fluxo
sanguíneo cerebral, podem causar a morte em 4 a 6 minutos.
Emergência e Salvamento
Primeiros socorros
SUSPENSÃO INERTE
IMPORTANTE: Em caso de suspensão inerte o resgate
deverá ser executado o mais rápido possível, pois, apesar de
parecer uma situação simples, a vítima pode vir a óbito em
poucos minutos sem sequer, ter sofrido lesões ou
hemorragias.
Emergência e Salvamento
Primeiros socorros
CONVULSÃO
Caso isso ocorra, siga as seguintes orientações:
 O maior cuidado é com a cabeça: coloque a mão sob ela,
ao virar a vítima de lado;
 Não tente puxar a língua para fora da boca, nem conter
seus movimentos;
 Não dê líquidos para beber nem para cheirar;
 Afaste objetos próximos.
Emergência e Salvamento
Primeiros socorros
CONVULSÃO
Ao cair o trabalhador pode bater com as costas no chão, com
a cabeça ou mesmo fortemente com os pés no chão. Esta
situação pode fazer com que o trabalhador entre em
convulsão.
Emergência e Salvamento
Primeiros socorros
PERFURAÇÕES E HEMORRAGIAS
Se um corpo estranho (um prego, um pedaço de madeira, ou
pedaço de vergalhão, por exemplo) perfurar e ficar empalado
no corpo do acidentado, NÃO retire o objeto no local do
acidente. Para retira-lo é preciso seguir procedimento de
contenção do sangramento, lavagem e curativo, como num
corte. O melhor local para fazer a retirada do objeto é em uma
unidade de pronto atendimento.
Emergência e Salvamento
Primeiros socorros
CHOQUE ELÉTRICO
Não toque a vítima se ela ainda estiver tomando o choque.
Primeiro, busque a fonte geral da energia, e desligue a
corrente.
Depois, chame a equipe de emergência ou o SAMU ou os
Bombeiros.
Se o acidentado estiver inconsciente e não respirar, é porque
teve parada cardiorrespiratória.
Emergência e Salvamento
Primeiros socorros
FRATURA OU LUXAÇÃO
Nunca tente colocar um osso quebrado no lugar. Se houver
fratura ou luxação, mantenha a pessoa imobilizada, e chame
a equipe de emergência ou o SAMU, ou os Bombeiros.
Se houver fratura exposta, o trabalho é de contenção do
sangramento, com pano ao redor do ferimento e leve
compressão.
Emergência e Salvamento
Referencias
Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978
NR 6 - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL – EPI - Portaria MTb n.º 870, de 06 de julho de 2017
NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO - Portaria MTPS n.º 208,
de 08 de dezembro de 2015
NR-35 TRABALHO EM ALTURA - Portaria MTb n.º 1.113, de 21 de setembro de 2016 22/09/16
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
ABNT NBR 11370:1990 - Equipamento de proteção individual - Cinturão e talabarte de segurança - Especificação
e métodos de ensaio
NBR14626 de 05/2010 - Equipamento de proteção individual contra queda de altura - Trava-queda deslizante
guiado em linha flexível
ABNT NBR 14.627 – EPI – Trava-queda Guiado em Linha Rígida - Especificação e métodos de ensaio
NBR14628 de 05/2010 - Equipamento de proteção individual contra queda de altura - Trava-queda retrátil
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  • 1. TREINAMENTO PARA TRABALHADORES EM ALTURA NR-35 TRABALHO EM ALTURA
  • 2. Objetivo do treinamento Este treinamento tem o objetivo de capacitar os trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com atividades em altura, quanto aos requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a sua segurança e saúde.
  • 3. O que é Trabalho em Altura De acordo com a Norma Regulamentadora número 35 do Ministério do Trabalho – NR-35: Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de queda.
  • 4. IMPORTANTE As atividades de acesso e a saída do trabalhador deste local também deverão respeitar e atender esta norma. Ou seja, mesmo que a plataforma de trabalho tenha toda a segurança para o trabalhador, como guarda corpo e rodapé, se esta plataforma estiver acima de dois metros de altura e acesso for feito por uma escada tipo marinheiro, por exemplo, para fazer o acesso a plataforma, o trabalhador terá que estar atendendo a todos os requisitos da NR-35 – ser treinado, estar apto pelo serviço médico e estar autorizado formalmente pela empresa.
  • 5. Acidentes típicos durante Trabalho em Altura Vejamos alguns exemplos de acidentes durante trabalho em altura:  Queda do trabalhador  Queda de peças e ferramentas  Contato com a rede elétrica  Queda do andaime ou plataforma de trabalho  Tombamento da PTA – Plataforma de Trabalho Aéreo
  • 6. Quais são as causas destes acidentes A queda do trabalhador pode ocorrer por:  Um mal súbito – doenças ocasionais (gripe, febre) intoxicação alimentar, uso de medicamentos;  Falta de cuidado e atenção;  Não uso do Equipamento de Proteção Individual – EPI (Cinto de Segurança para Trabalho em Altura);  Não utilização de Equipamentos de Proteção Coletiva – Redes ou bandejas de proteção ou guarda-corpo;
  • 7. A queda do trabalhador pode ocorrer por:  Auto confiança e confiança no outro;  Improvisação da plataforma de trabalho ou do acesso a plataforma;  Fator Psicossocial Quais são as causas destes acidentes
  • 8. A queda do trabalhador pode ocorrer por: Não uso de EPI Auto confiança Confiança no outro Improvisação Fator Psicossocial Quais são as causas destes acidentes
  • 9. A queda de peças e ferramentas podem ocorrer por:  Não amarrar e prender as ferramentas;  Não acondicionar as peças em recipientes apropriados;  Deixar peças e ferramentas soltas sobre a plataforma de trabalho;  Não utilização de redes de proteção Quais são as causas destes acidentes
  • 10. Contato com rede elétrica pode ocorrer por:  Montagem de andaime próximo a rede elétrica;  Movimentação de andaime sobre rodas;  Movimentação de peças sobre andaime ou plataforma de trabalho;  Não realização da desenergização e bloqueio da rede elétrica. Quais são as causas destes acidentes
  • 11. Contato com rede elétrica pode ocorrer por: Quais são as causas destes acidentes
  • 12. A queda do andaime ou plataforma de trabalho pode ocorrer por:  Improvisação de peças;  Uso de taboas rachadas ou mal colocadas e sem fixação;  Falta de travamento nas rodas do andaime;  Desnivelamento do piso onde foi montado o andaime;  Improvisação de peças do andaime;  Improvisação de calços para nivelamento do andaime Quais são as causas destes acidentes
  • 13. A queda do andaime ou plataforma de trabalho pode ocorrer por: Quais são as causas destes acidentes
  • 14. Tombamento da PTA – Plataforma de Trabalho Aéreo pode ocorrer por:  Desnivelamento do piso;  Não observação da posição do cesto em relação ao contra peso;  Excesso de peso no cesto da PTA; Quais são as causas destes acidentes
  • 15. Tombamento da PTA – Plataforma de Trabalho Aéreo pode ocorrer por: Quais são as causas destes acidentes
  • 16. Responsabilidades Quem tem responsabilidade quando da realização de atividades de Trabalho em Altura? Quais são as responsabilidades de cada um?  Responsabilidades do Empregador  Responsabilidades do Trabalhador
  • 17. Do Empregador a) garantir a implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma; b) assegurar a realização da Análise de Risco - AR e, quando aplicável, a emissão da Permissão de Trabalho – PT; c) desenvolver procedimento operacional para as atividades rotineiras de trabalho em altura; d) assegurar a realização de avaliação prévia das condições no local do trabalho em altura, pelo estudo, planejamento e implementação das ações e das medidas complementares de segurança aplicáveis
  • 18. Do Empregador e) adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas; f) garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle; g) garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção definidas nesta Norma; h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco não prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível
  • 19. Do Empregador i) estabelecer uma sistemática de autorização dos trabalhadores para trabalho em altura; j) assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão, cuja forma será definida pela análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade; k) assegurar a organização e o arquivamento da documentação prevista nesta Norma
  • 20. Do Trabalhador a) cumprir as disposições legais e regulamentares sobre trabalho em altura, inclusive os procedimentos expedidos pelo empregador; b) colaborar com o empregador na implementação das disposições contidas nesta Norma; c) interromper suas atividades exercendo o direito de recusa, sempre que constatarem evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras pessoas, comunicando imediatamente o fato a seu superior hierárquico, que diligenciará as medidas cabíveis; d) zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho
  • 21. Capacitação De acordo com a NR-35 – Trabalho em Altura, um Trabalhador capacitado para trabalhar em altura é aquele que: foi submetido e aprovado em treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas. IMPORTANTE: Lembrando aqui que, aqueles trabalhadores que realizam apenas o acesso a um local alto, também deve passar por este treinamento.
  • 22. A realização deste treinamento deve ocorrer a cada 2 anos para todos os trabalhadores que realizam atividades de trabalho em altura. Também deverá ocorrer uma reciclagem quando ocorrer alguma das seguintes situações: a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho; b) evento que indique a necessidade de novo treinamento; c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias; d) mudança de empresa. Capacitação
  • 23. Todo o trabalho em altura só poderá ser executado por trabalhador capacitado e autorizado. Sendo aquele que está capacitado, cujo estado de saúde foi avaliado, tendo sido considerado apto para executar essa atividade e que possua anuência formal da empresa. Capacitação
  • 24. Planejamento, Organização e Execução do Trabalho em Altura Todo trabalho em altura será planejado e organizado pelo empregador, através da elaboração de procedimentos de trabalho, criação de formulários de Análise de Riscos e Permissão de Trabalho. Colocação de sinalização nas áreas de trabalho. Proporcionando treinamento aos trabalhadores e supervisores. Fornecimento dos equipamentos e ferramentas adequadas ao trabalho em altura. Encaminhando os trabalhadores ao serviço médico para avaliação de sua condição física e de saúde para realização de trabalho em altura.
  • 25. Durante o planejamento do trabalho devem ser adotadas as medidas, de acordo com a seguinte hierarquia: a) medidas para evitar o trabalho em altura, sempre que existir meio alternativo de execução; b) medidas que eliminem o risco de queda dos trabalhadores, na impossibilidade de execução do trabalho de outra forma; c) medidas que minimizem as consequências da queda, quando o risco de queda não puder ser eliminado. Planejamento, Organização e Execução do Trabalho em Altura
  • 26. Analise Preliminar de Riscos – APR Uma das melhores maneiras de planejar e organizar um trabalho em altura é a realização de uma Análise Preliminar de Riscos – APR, bastante criteriosa na qual, será observado cada detalhe de cada etapa da atividade, os riscos possíveis em cada etapa e a medida de controle para cada risco. E ainda, se realmente é possível realizar tal atividade em altura com segurança.
  • 27. Nesta análise de Risco deve, além dos riscos inerentes ao trabalho em altura, considerar os seguintes riscos: a) o local em que os serviços serão executados e seu entorno; b) o isolamento e a sinalização no entorno da área de trabalho; c) o estabelecimento dos sistemas e pontos de ancoragem; d) as condições meteorológicas adversas; Analise Preliminar de Riscos – APR
  • 28. e) a seleção, inspeção, forma de utilização e limitação de uso dos sistemas de proteção coletiva e individual, atendendo às normas técnicas vigentes, às orientações dos fabricantes e aos princípios da redução do impacto e dos fatores de queda; f) o risco de queda de materiais e ferramentas; g) os trabalhos simultâneos que apresentem riscos específicos; h) o atendimento aos requisitos de segurança e saúde contidos nas demais normas regulamentadoras; Analise Preliminar de Riscos – APR
  • 29. i) os riscos adicionais; j) as condições impeditivas; k) as situações de emergência e o planejamento do resgate e primeiros socorros, de forma a reduzir o tempo da suspensão inerte do trabalhador; l) a necessidade de sistema de comunicação; m) a forma de supervisão. Analise Preliminar de Riscos – APR
  • 30. Atividades Rotineiras e Não Rotineiras Ainda no planejamento e organização do trabalho, o empregador deve observar ser atividades de trabalho em altura são rotineiras ou não rotineiras. Para cada uma delas estabelecer os padrões a serem adotados.
  • 31. Atividades Rotineiras Entende-se como atividades rotineiras, aquelas habituais, independente da frequência, mas que fazem parte do processo de trabalho da empresa, como por exemplo: limpeza de fachadas de prédios, trocas de lâmpadas, subir e descer uma escada do tipo marinheiro com mais de 2,00 m de altura. Atividades Rotineiras e Não Rotineiras
  • 32. Atividades Rotineiras Para atividades rotineiras de trabalho em altura, a análise de risco poderá estar contemplada em um procedimento operacional ou instrução de trabalho. Atividades Rotineiras e Não Rotineiras
  • 33. Atividades Rotineiras O procedimento operacional ou instrução de trabalho, deverá conter no mínimo os seguintes itens:  As diretrizes e requisitos da tarefa;  As orientações administrativas;  O detalhamento da tarefa;  As medidas de controle dos riscos característicos à rotina;  As condições impeditivas;  Os sistemas de proteção coletiva e individual necessários;  As competências e responsabilidades Atividades Rotineiras e Não Rotineiras
  • 34. Atividades NÃO Rotineiras Atividades não rotineiras são as atividades não habituais que estão fora do planejamento de execução e não contempladas nas Análises de Risco e nos procedimentos. Existem tarefas que tem frequência mínima, ou seja, realizadas de tempos em tempos, mas é uma atividade conhecida e planejada que faz parte ou não do processo de trabalho da empresa. Atividades Rotineiras e Não Rotineiras
  • 35. Atividades NÃO Rotineiras Portanto, as Atividades não Rotineiras deverão ser previamente autorizadas mediante Permissão de Trabalho. Ainda, as medidas de controle devem ser evidenciadas na Análise de Risco. A análise de risco poderá ser realizada em separado ou inserida dentro da Permissão de Trabalho. Atividades Rotineiras e Não Rotineiras
  • 36. Permissão de Trabalho Mas o que é a Permissão de Trabalho – PT? A Permissão de Trabalho é o documento escrito contendo conjunto de medidas de controle, visando ao desenvolvimento de trabalho seguro, além de medidas de emergência e resgate. A Permissão de Trabalho deverá ser o documento para formalizar à autorização para a execução da atividade, ou seja, o local de trabalho, recursos e pessoal se encontram em conformidade com a Análise de Riscos.
  • 37. A Permissão de Trabalho deve conter: a) os requisitos mínimos a serem atendidos para a execução dos trabalhos; b) as disposições e medidas estabelecidas na Análise de Risco; c) a relação de todos os envolvidos e suas autorizações. Permissão de Trabalho
  • 38. A Permissão de Trabalho deve ser emitida, aprovada pelo responsável pela autorização da permissão, disponibilizada no local de execução da atividade e, ao final, encerrada e arquivada de forma a permitir sua rastreabilidade. Permissão de Trabalho A Permissão de Trabalho deve ter validade limitada à duração da atividade, restrita ao turno de trabalho, podendo ser revalidada pelo responsável pela aprovação nas situações em que não ocorram mudanças nas condições estabelecidas ou na equipe de trabalho.
  • 39. Sistemas de Proteção Contra Queda O Sistema de Proteção Contra Queda se divide em dois tipos, que são:  Equipamento de Proteção Coletiva (EPC ou SPCQ)  Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ)
  • 40. O sistema de proteção contra quedas deve: a) ser adequado à tarefa a ser executada; b) ser selecionado de acordo com Análise de Risco, considerando, além dos riscos a que o trabalhador está exposto, os riscos adicionais; c) ser selecionado por profissional qualificado em segurança do trabalho; Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 41. O sistema de proteção contra quedas deve: d) ter resistência para suportar a força máxima aplicável prevista quando de uma queda; e) atender às normas técnicas nacionais ou na sua inexistência às normas internacionais aplicáveis; f) ter todos os seus elementos compatíveis e submetidos a uma sistemática de inspeção. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 42. A seleção do sistema de proteção contra quedas deve considerar a utilização: a) de sistema de proteção coletiva contra quedas - SPCQ; b) de sistema de proteção individual contra quedas - SPIQ, nas seguintes situações: b.1) na impossibilidade de adoção do SPCQ; b.2) sempre que o SPCQ não ofereça completa proteção contra os riscos de queda; b.3) para atender situações de emergência. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 43. Equipamento de Proteção Coletiva (EPC ou SPCQ) Trata-se de todo dispositivo ou sistema de âmbito coletivo, destinado à preservação da integridade física e da saúde dos trabalhadores, assim como a de terceiros. São itens fixos ou móveis, instalados no local de trabalho para a proteção coletiva dos trabalhadores envolvidos na atividade ou para evitar que as ocorrências da atividade, atinjam outras pessoas não envolvidas mas que estão em áreas próximas ao local. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 44. Equipamento de Proteção Coletiva (EPC ou SPCQ) São exemplos de Equipamentos de Proteção Coletiva: Guarda corpo, grades, redes de proteção, tapumes, bandejas nas laterais de prédios, linhas de vida. IMPORTANTE: O Equipamento de Proteção Coletiva (EPC ou SPCQ) deve ser projetado por Profissional Legalmente Habilitado. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 45. Equipamento de Proteção Coletiva (EPC ou SPCQ) Linhas de Vida Flexível e Rígida Grades de Proteção Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 46. Equipamento de Proteção Coletiva (EPC ou SPCQ) Redes de Proteção Bandejas de Proteção Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 47. Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) De acordo com a NR-06 – Equipamento de Proteção Individual é todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 48. Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) De acordo com a NR-06 – Equipamento de Proteção Individual conjugado é todo aquele composto por vários dispositivos, que o fabricante tenha associado contra um ou mais riscos que possam ocorrer simultaneamente e que sejam suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. Ex.: Capacete com protetor auricular acoplado, Capacete com protetor facial acoplado. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 49. Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) Para Trabalho em Altura, o EPI Conjugado é o Cinto de Segurança para Trabalho em Altura, o Talabarte e o Mosquetão. Podendo incluir ainda o Trava Quedas para linha de vida flexível ou rígida. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 50. Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) Para Trabalho em Altura, o Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) pode ser de:  Restrição de movimentação;  Retenção de queda;  Posicionamento no trabalho; ou  De acesso por cordas. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 51. Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) EPI de Restrição de Movimentação: é aquele que limita a movimentação de modo que o trabalhador não fique exposto a risco de queda. Ou seja, não permite que a queda ocorra. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 52. Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) EPI de Retenção de Queda: é aquele que não evita a queda, mas a interrompe depois de iniciada, reduzindo as suas consequências. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 53. Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) O sistema de Retenção de Queda deve dispor de um meio de absorção de energia para limitar as forças geradas no trabalhador e também proteger a ancoragem. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 54. Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) O sistema de retenção de queda é formado por um cinturão paraquedista (obrigatoriamente), um talabarte de segurança para retenção de queda ou um trava-queda e um dispositivo de ancoragem. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 55. Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) Pontos de conexão do Cinto de Segurança Sistemas de Proteção Contra Queda Cinto paraquedista pontos de conexão, conforme ABNT. Pontos de conexão, conforme ABNT
  • 56. Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) EPI de Posicionamento no Trabalho: é um sistema de trabalho configurado para permitir que o trabalhador permaneça posicionado no local de trabalho, total ou parcialmente suspenso, sem o uso das mãos. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 57. Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) IMPORTANTE: Neste sistema de Posicionamento no Trabalho, o trabalhador deve sempre utilizar junto um sistema de retenção de queda. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 58. Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) EPI de Acesso por Cordas: São os sistema de trabalho em que são utilizadas cordas como meio de acesso e como proteção contra quedas. NOTA: Neste treinamento não trataremos do assunto Acesso por Cordas, pois, este é um treinamento especifico com várias etapas de treinamento, com duração mínima de 40 horas cada uma. Além do cumprimento de horas de trabalho de Acesso por Corda. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 59. Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) O SPIQ é constituído dos seguintes elementos: a) sistema de ancoragem; b) elemento de ligação; c) equipamento de proteção individual. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 60. Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) Os equipamentos de proteção individual devem ser: a) certificados; b) adequados para a utilização pretendida; c) utilizados considerando os limites de uso; d) ajustados ao peso e à altura do trabalhador. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 61. Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) Na aquisição e periodicamente devem ser efetuadas inspeções do Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ), recusando-se os elementos que apresentem defeitos ou deformações. Antes do início dos trabalhos o trabalhador deve efetuar inspeção rotineira de todos os elementos do Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ). Devendo-se registrar os resultados das inspeções realizadas. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 62. Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) O Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) deve ser selecionado de forma que a força de impacto transmitida ao trabalhador seja de no máximo 6kN quando de uma eventual queda. - 1 KN corresponde a 100 Kgf ou 100 kg – Então, a força máxima e impacto que pode ser transmitida ao trabalhador é de 600 kg. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 63. Observações a serem feitas para utilização do Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) a) que o trabalhador deve permanecer conectado ao sistema durante todo o período de exposição ao risco de queda; b) distância de queda livre; c) o fator de queda; Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 64. Observações a serem feitas para utilização do Equipamento de Proteção Individual (EPI ou SPIQ) d) a utilização de um elemento de ligação que garanta um impacto de no máximo 6 kN seja transmitido ao trabalhador quando da retenção de uma queda; e) a zona livre de queda; f) compatibilidade entre os elementos do SPIQ. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 65. Sistemas de Proteção Contra Queda O fator de queda
  • 66. O fator de queda Fator de queda < 1 ou Fator de queda 0 Neste fator, em situação de queda, o trabalhador terá um impacto menor no corpo, pois o trava queda ou equipamento de talabarte fica preso em um ponto de ancoragem acima da cabeça. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 67. O fator de queda Fator de queda = 1 Nesta situação, o trava queda ou equipamento de talabarte, é fixado a um ponto de ancoragem situado na altura do abdome, sendo assim, caso ocorra uma queda, o trabalhador sofrerá o impacto equivalente ao tamanho do equipamento de proteção de queda, e o impacto no corpo será aumentado. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 68. O fator de queda Fator de queda = 2 Este fator é considerado como o mais perigoso, nele o equipamento de talabarte ou trava queda fica preso em um ponto de ancoragem abaixo dos pés do trabalhador, é altamente arriscado pois em caso de queda o trabalhador terá um impacto equivalente a 2 vezes o tamanho do equipamento de proteção de queda, o impacto sofrido no corpo será ainda maior. Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 69. A Zona Livre de Queda - ZLQ Para o cálculo ZLQ, deve-se levar em consideração as seguintes medidas:  Comprimento do Talabarte – Verificar no manual do fabricante;  Comprimento do Absorvedor de Energia aberto – Verificar no manual do fabricante;  Comprimento máximo entre o ponto de ancoragem no cinturão até os pés do trabalhador – Padronizada em 1,5 m;  Altura de Segurança ou distância do pé do trabalhador até o chão ou ao obstáculo mais próximo – Padronizada em 1,0 m Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 70. A Zona Livre de Queda - ZLQ Sistemas de Proteção Contra Queda
  • 71. Emergência e Salvamento O resgate de trabalhadores que venham a sofre queda de altura, pode ocorrer de três formas:  Auto resgate;  Resgate por outro trabalhador;  Resgate por equipe especializada. Quando e como ocorre cada uma delas?
  • 72. Auto Resgate: É quando o trabalhador ao sofrer uma queda e ficar preso pelo sistema de proteção contra queda, seja ele individual (cinto de segurança) ou coletivo (rede de proteção), consegue por si só alcançar um local seguro e sair da situação ou aguardar a equipe de resgate, sem sofrer maiores consequências. Emergência e Salvamento
  • 73. Resgate por Outro Trabalhador: É quando o trabalhador ao sofrer uma queda e ficar preso pelo sistema de proteção contra queda, seja ele individual (cinto de segurança) ou coletivo (rede de proteção), porém, não consegue por si só alcançar um local seguro e sair da situação. Mas, um outro trabalhador envolvido na atividade, consegue de forma segura alcançar o trabalhador que sofreu a queda, levando-o para um local seguro e sair da situação ou aguardar a equipe de resgate, sem sofrer maiores consequências. Emergência e Salvamento
  • 74. NOTA Estes dois tipos de resgate citados acima são importantes para minimizar os efeitos da Suspensão Inerte, quando o trabalhador ficar suspenso pelo cinto de segurança após uma queda de altura. Emergência e Salvamento
  • 75. Resgate por Equipe Especializada: Como o próprio nome diz, é uma equipe que recebe treinamento especifico para resgate de trabalhadores que sofreram algum tipo de acidente durante a realização de atividade em altura. Emergência e Salvamento
  • 76. Resgate por Equipe Especializada: As pessoas desta equipe, responsáveis pela execução das medidas de salvamento, devem estar capacitadas a executar o resgate, prestar primeiros socorros e possuir aptidão física e mental compatível com a atividade a desempenhar. Emergência e Salvamento
  • 77. Primeiros socorros Primeiros socorros é o cuidado imediato a alguém ferido ou doente, com a finalidade de: preservar a vida, promover a recuperação ou prevenir que o caso piore, portanto trata-se de uma atenção rápida, imediata a uma pessoa que está em perigo de vida, realizando tais cuidados para manter as suas funções vitais e reduzindo seus agravos até que a vitima receba atendimento de emergência adequado. Emergência e Salvamento
  • 78. Primeiros socorros A equipe de resgate deverá, sempre que chegar ao local da ocorrência, tomar as seguintes providencias:  Avaliar a condição do local da ocorrência e isolar a área, evitando que pessoas não envolvidas no resgate acessem o local e comprometam a ação da equipe de atendimento a emergência;  Buscar por informações sobre a ocorrência com testemunhas e responsáveis pela atividade; Emergência e Salvamento
  • 79. Primeiros socorros A equipe de resgate deverá, sempre que chegar ao local da ocorrência, tomar as seguintes providencias:  Colocar seus equipamentos de proteção individual;  Avaliar e planejar a melhor estratégia para realizar o socorro a vítima;  Realizar o socorro a vítima;  Ao final do resgate recolher todo o material e retirar o isolamento, liberando a área. Emergência e Salvamento
  • 80. Primeiros socorros QUEDA DE ALTURA Se um trabalhador cai de uma laje, ou de um andaime, a primeira suspeita será de que ele pode ter fraturado o pescoço ou a coluna cervical. Por esta razão não se mexe no acidentado, já que poderá complicar ainda mais o quadro de lesão. Emergência e Salvamento
  • 81. Primeiros socorros SUSPENSÃO INERTE As situações de emergência e o planejamento do resgate e primeiros socorros, de forma a reduzir o tempo da suspensão inerte do trabalhador. A progressão do quadro clínico em indivíduos que permaneceram inconscientes, pela redução do fluxo sanguíneo cerebral, podem causar a morte em 4 a 6 minutos. Emergência e Salvamento
  • 82. Primeiros socorros SUSPENSÃO INERTE IMPORTANTE: Em caso de suspensão inerte o resgate deverá ser executado o mais rápido possível, pois, apesar de parecer uma situação simples, a vítima pode vir a óbito em poucos minutos sem sequer, ter sofrido lesões ou hemorragias. Emergência e Salvamento
  • 83. Primeiros socorros CONVULSÃO Caso isso ocorra, siga as seguintes orientações:  O maior cuidado é com a cabeça: coloque a mão sob ela, ao virar a vítima de lado;  Não tente puxar a língua para fora da boca, nem conter seus movimentos;  Não dê líquidos para beber nem para cheirar;  Afaste objetos próximos. Emergência e Salvamento
  • 84. Primeiros socorros CONVULSÃO Ao cair o trabalhador pode bater com as costas no chão, com a cabeça ou mesmo fortemente com os pés no chão. Esta situação pode fazer com que o trabalhador entre em convulsão. Emergência e Salvamento
  • 85. Primeiros socorros PERFURAÇÕES E HEMORRAGIAS Se um corpo estranho (um prego, um pedaço de madeira, ou pedaço de vergalhão, por exemplo) perfurar e ficar empalado no corpo do acidentado, NÃO retire o objeto no local do acidente. Para retira-lo é preciso seguir procedimento de contenção do sangramento, lavagem e curativo, como num corte. O melhor local para fazer a retirada do objeto é em uma unidade de pronto atendimento. Emergência e Salvamento
  • 86. Primeiros socorros CHOQUE ELÉTRICO Não toque a vítima se ela ainda estiver tomando o choque. Primeiro, busque a fonte geral da energia, e desligue a corrente. Depois, chame a equipe de emergência ou o SAMU ou os Bombeiros. Se o acidentado estiver inconsciente e não respirar, é porque teve parada cardiorrespiratória. Emergência e Salvamento
  • 87. Primeiros socorros FRATURA OU LUXAÇÃO Nunca tente colocar um osso quebrado no lugar. Se houver fratura ou luxação, mantenha a pessoa imobilizada, e chame a equipe de emergência ou o SAMU, ou os Bombeiros. Se houver fratura exposta, o trabalho é de contenção do sangramento, com pano ao redor do ferimento e leve compressão. Emergência e Salvamento
  • 88. Referencias Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 NR 6 - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL – EPI - Portaria MTb n.º 870, de 06 de julho de 2017 NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO - Portaria MTPS n.º 208, de 08 de dezembro de 2015 NR-35 TRABALHO EM ALTURA - Portaria MTb n.º 1.113, de 21 de setembro de 2016 22/09/16 ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT NBR 11370:1990 - Equipamento de proteção individual - Cinturão e talabarte de segurança - Especificação e métodos de ensaio NBR14626 de 05/2010 - Equipamento de proteção individual contra queda de altura - Trava-queda deslizante guiado em linha flexível ABNT NBR 14.627 – EPI – Trava-queda Guiado em Linha Rígida - Especificação e métodos de ensaio NBR14628 de 05/2010 - Equipamento de proteção individual contra queda de altura - Trava-queda retrátil NBR 16325-1 de 12/2014 - Proteção contra quedas de altura - Parte 1: Dispositivos de ancoragem tipos A, B e D NBR 16325-2 de 12/2014 - Proteção contra quedas de altura - Parte 2: Dispositivos de ancoragem tipo C NBR15835 de 05/2010 - Equipamento de proteção individual contra queda de altura - Cinturão de segurança tipo abdominal e talabarte de segurança para posicionamento e restrição NBR15836 de 05/2010 - Equipamento de proteção individual contra queda de altura - Cinturão de segurança tipo para-quedista NBR15837 de 05/2010 - Equipamento de proteção individual contra queda de altura - Conectores NBR16489 de 07/2017 - Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura — Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção Informações sobre a Suspensão Inerte: http://www.guiavertical.com.br/noticias/25/trabalho-em-altura:- sindrome-da-suspensao-inerte.html – Acessado em 21/09/2017 as 08:30hs AM