SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 119
Módulo 5 – Cultura do
Palácio
Maneirismo
Carlos Jorge Canto Vie
Maneirismo
• Definição
– Período de transição entre o Renascimento pleno e o
Barroco;
– Origem do italiano maniera, que significa elegância;
– Também pode ser algo de pejorativo fundamentado no
conceito de uma arte "amaneirada" e conscientemente
"artificial".
– Situa-se cronologicamente entre 1525 e 1600:
• corresponde ao aparecimento de tendências antagónicas
que traduziram por um lado a necessidade de libertação das
regras rígidas fixadas no Renascimento;
• a afirmação do individualismo de alguns grandes artistas.
2Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Inicialmente
– Considerava-se que o Maneirismo derivava directamente
das concepções artísticas de Miguel Ângelo e Rafael
• Actualmente
– Considera-se que toda a fase final da arte de Miguel
Ângelo já é considerada maneirista.
3Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Primeiros sinais
– surgem nas composições complexas, fluidas, sinuosas e
movimentadas;
– na assunção de novos desafios técnicos como o uso do
"trompe-l'oeil" na pintura mural;
– do escorço, já imbuídos de uma forte carga emocional
dada através de contrastes cromáticos fortes, expressões
fisionómicas e corporais alteradas;
– uso exacerbado do nu em composições sofisticadas e algo
exageradas;
– um sentido cenográfico muito diferente do rigor
renascentista.
4Prof. Carlos Vieira
PINTURA
5Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Duas fases
– primeira fase do Maneirismo
• pintores de Florença Rosso Fiorentino e Pontormo.
– Segunda fase
• menos emotiva;
• igualmente distante do mundo racional e estático do
Renascimento;
• Os principais pintores italianos desta época foram
Parmigianino e Bronzino.
6Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Rosso Florentino (1494-1 540)
– Pinta sobretudo em Florença;
– Suicidou-se.
7Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 8
ROSSO FIORENTINO
Retrato de um jovem
1517-18
Óleo sobre madeira de Choupo
82 x 60 cm
Staatliche Museen, Berlim
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 9
ROSSO FIORENTINO
O Noivado da Virgem
1523
Óleo sobre madeira
325 x 250 cm
San Lorenzo, Florença
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 10
ROSSO FIORENTINO
Deposição da cruz
1528
Óleo sobre tela
270 x 201 cm
San Lorenzo, Sansepolcro
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 11
ROSSO FIORENTINO
Cristo morto com os anjos
1525-26
Óleo sobre tela
133,5 x 104 cm
Museum of Fine Arts
Boston
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 12
ROSSO FIORENTINO
Descida da cruz
1521
Óleo sobre madeira
375 x 196 cm
Catedral de Volterra
Maneirismo
• Jacomo Pontormo (1494- 1556)
– amigo de Rosso;
– de personalidade igualmente estranha e introvertida,
inacessível até aos mais próximos, foi um extraordinário
desenhador.
– A sua arte é peculiar, movida por uma espécie de agitação,
como no caso de "A Deposição"
13Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 14
PONTORMO, Jacopo
Alexandre de Medicis
1534-35
Óleo sobre madeira
100 x 81 cm
Philadelphia Museum of Art,
Filadelphia, EUA
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 15
PONTORMO, Jacopo
Deposição
c. 1528
Óleo sobre madeira
313 x 192 cm
Cappella Capponi, Santa Felicità
Florença
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 16
PONTORMO, Jacopo
Leda e o Cisne
1512-13
Óleo sobre madeira
55 x 40 cm
Galleria degli Uffizi
Florença
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 17
PONTORMO, Jacopo
A virgem e o menino com Stª Ana
e outros santos
c. 1529
Óleo sobre madeira
228 x 176 cm
Museu do Louvre, Paris
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 18
PONTORMO, Jacopo
Ceia em Emaus
1525
Óleo sobre tela
230 x 173 cm
Galleria degli Uffizi
Florença
Maneirismo
• Parmigianino (1503-1540)
– Profundamente influenciado
pela obra de Rafael;
– Afastou o seu conceito de
beleza da realidade observável
e natural.
19Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 20
PARMIGIANINO
Cupido
1523-24
Óleo sobre madeira
135 x 65,3 cm
Kunsthistorisches Museum,
Viena
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 21
PARMIGIANINO
Gian Galeazzo Sanvitale,
Conde de Fontanellato
1524
Óleo sobre madeira
109 x 81 cm
Pinacoteca, Museu Nacional, Nápoles
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 22
PARMIGIANINO
A Virgem do pescoço comprido
1534-40
Óleo sobre madeira
216 x 132 cm
Galleria degli Uffizi
Florença
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 23
PARMIGIANINO
A conversão de S. Paulo
-
Óleo sobre Tela
177,5 x 128,5 cm
Kunsthistorisches Museum
Viena
Maneirismo
• Agnolo Bronzino (1503-1572)
– expoentes máximos deste gosto subtil e sofisticado;
– executou obras com o apoio de patronos aristocráticos
como o Grão-Duque da Toscana e o rei de França.
24Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 25
BRONZINO, Agnolo
Adoração dos pastores
1539-40
Óleo sobre madeira
65 x 47 cm
Szépmûvészeti Múzeum
Budapeste
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 26
BRONZINO, Agnolo
Alegoria à alegria
1564
Óleo sobre choupo
40 x 30 cm
Galleria degli Uffizi
Florença
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 27
BRONZINO, Agnolo
Deposição
1565
Óleo sobre madeira
350 x 235 cm
Galleria dell'Accademia
Florença
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 28
BRONZINO, Agnolo
Pietà
c. 1530
Óleo sobre tela
105 x 100 cm
Galleria degli Uffizi
Florença
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 29
BRONZINO, Agnolo
Vénus, Cupido e a Inveja
1548-50
Óleo sobre choupo
192 x 142 cm
Szépmûvészeti Múzeum
Budapeste
Maneirismo
• Veneza
– Mais Tardio
– Pintores:
• Tintoretto (1518-94);
• Veronese (1528-88);
• Lotto (c. 1480-1556).
30Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Tintoretto
– uma arte de compromisso entre
Ticiano e Miguel Ângelo através de
uma pintura "anticlássica e
elegante".
– A Última Ceia (1592-94)
31Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 32
TINTORETTO
A ascenção da Virgem
c. 1550
Óleo sobre tela
244 x 137 cm
Gallerie dell'Accademia
Veneza
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 33
TINTORETTO
O nascimento de S. João Baptista
c. 1563
Óleo sobre tela
270 x 204 cm
San Zaccaria
Veneza
Maneirismo
34Óleo sobre tela, 119 x 168 cm
Galleria Nazionale d'Arte Antica, Roma
TINTORETTO
Cristo e a adultera
c. 1550
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 35
TINTORETTO
Cristo na casa de Marta e de Maria
1570-75
Óleo sobre tela
200 x 132 cm
Alte Pinakothek, Munique
Prof. Carlos Vieira 36
TINTORETTO
Anunciação
1583-87
Óleo sobre tela, 422 x 545 cm
37
TINTORETTO
Última ceia
1592-94
Óleo sobre tela, 365 x 568 cm, San Giorgio Maggiore, Veneza
Maneirismo
• Veronese
– revela uma arte de intensa
beleza, dedicada ao luxo.
– Trabalhos ricamente coloridos,
cheios de humanidade.
38Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 39
VERONESE, Paolo
Alegoria à sabedoria e à força
c. 1580
Óleo sobre tela
214.6 x 167 cm
Frick Collection
Nova Iorque
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 40
VERONESE, Paolo
Anunciação
c. 1560
Óleo sobre tela
110 x 87 cm
Fundación Colección Thyssen-Bornemisza
Madrid
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 41
VERONESE, Paolo
Coroação da Virgem
1555
Óleo sobre tela
200 x 170 cm
San Sebastiano
Veneza
Maneirismo
42
VERONESE, Paolo
Crucificação
1580-82
Óleo sobre tela, 287 x 447 cm, Gallerie dell'Accademia, Veneza
Prof. Carlos Vieira 43
VERONESE, Paolo
Crucificação
c. 1582
Museu do Louvre
102 x 102 cm
Museu do Louvre
Paris
Prof. Carlos Vieira 44
VERONESE, Paolo
Deposição de Cristo
1548-49
Óleo sobre tela
213 x 173 cm
Colecção Privada
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 45
• Lorenzo Lotto
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 46
LOTTO, Lorenzo
Cristo despede-se da sua mãe
1521
Óleo sobre tela
126 x 99 cm
Staatliche Museen
Berlim
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 47
LOTTO, Lorenzo
Deposição
1512
Óleo sobre madeira
298 x 197 cm
Pinacoteca Civica, Lesi
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 48
LOTTO, Lorenzo
A Virgem e o menino e os santos
1521
Óleo sobre tela
300 x 275 cm
San Bernardino in Pignolo
Bergamo
Maneirismo
• Outros pintores
– Correggio (1489-1 534):
• Obra onde se destaca o misticismo.
– Andrea del Sarto (1486-1531):
• grande subtileza cromática.
– Dosso Dossi (c. 1490-1542):
• pintor de Lucrécia Bórgia.
– Beccafumi (1485-1 551)
• trabalha em Siena.
49Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 50
CORREGGIO
Danaë
1530
Óleo sobre tela,
158 x 189 cm
Galleria Borghese,
Roma
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 51
CORREGGIO
Ecce Homo
-
Óleo sobre tela
National Gallery, Londres
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 52
CORREGGIO
Leda e o cisne
1531-32
Óleo sobre tela,
152 x 191 cm
Staatliche Museen,
Berlim
Maneirismo
53
ANDREA DEL SARTO
Anunciação
c. 1528
Óleo sobre madeira, 96 x 189 cm
Galleria Palatina (Palazzo Pitti), Florença
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 54
ANDREA DEL SARTO
Caridade
1518
Óleo sobre tela (Transferido), 185 x 137 cm
Museu do Louvre
Paris
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 55
ANDREA DEL SARTO
A última ceia
1520-25
Fresco, 525 x 871 cm
Convent of San Salvi,
Florença
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 56
DOSSI, Dosso
A Virgem e o Menino
c. 1525
Óleo sobre tela
Galleria Borghese
Roma
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 57
DOSSI, Dosso
S. Sebastião
-
Óleo sobre madeira
182 x 95 cm
Pinacoteca di Brera, Milão
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 58
BECCAFUMI, Domenico
Moises e o cordeiro dourado
1536-37
Óleo sobre madeira
197 x 139 cm
Duomo, Pisa
Maneirismo
59
BECCAFUMI, Domenico
Trinidade
1513
Óleo sobre madeira, 152 x 228 cm, Pinacoteca Nacional, Siena
Maneirismo
• Giuseppe Arcimboldo (?1527-
1593?)
– Pintor Italiano;
– Trabalha sobretudo em Praga;
– Utiliza imagens da natureza para
compor as suas pinturas.
Prof. Carlos Vieira 60
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 61
ARCIMBOLDO, Giuseppe
Terra
1566
Óleo sobre madeira
70 x 49 cm
Colecção privada
Maneirismo
62
ARCIMBOLDO, Giuseppe
Cabeça reversível com cesto de fruta, c. 1590
Óleo sobre Madeira, 56 x 42 cm
French & Company, Nova Iorque
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 63
ARCIMBOLDO, Giuseppe
Quatro estações na cabeça
c. 1590
Óleo sobre choupo
60 x 45 cm
Colecção Privada
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 64
ARCIMBOLDO, Giuseppe
Vertumnus
(Imperador Rudolf II)
c. 1590
Óleo sobre madeira
68 x 56 cm
Skoklosters Slott, Bålsta
Estocolmo
ARQUITECTURA
65Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Arquitectura
– também se traduziu por uma atitude de ruptura em
relação aos cânones clássicos.
– terceira década do século XVI:
• novo contexto histórico
• sobre as estruturas clássicas dos edifícios, foram inseridas
irregularidades, destruindo o equilíbrio (acabando com as
coordenadas axiais que organizavam o edifício segundo um eixo
simétrico);
• Utiliza-se consolas para dividir o espaço entre as janelas,
abandonando o princípio das três ordens.
66Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Decoração
– torna-se mais caprichosa e exagerada - ao cobrir as
colunas de pedra almofadada, como no Palácio Pitti, em
Florença;
– ao usar silharia rude, como no Palácio Tê, em Mântua;
– ao preferir espaços longitudinais e salas estreitas,
proporcionando uma ideia de maior profundidade;
– ao criar efeitos de surpresa e de fuga espacial, como os
conseguidos através de relações como calma/tensão e de
uma série de efeitos teatrais
67Prof. Carlos Vieira
Prof. Carlos Vieira 68
Palácio Tê, Mântua
Maneirismo
• As tipologias de edifícios:
– Palácios;
– Vilas;
– Bibliotecas;
– igrejas.
69Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Igrejas
– Solidez pesada das paredes;
– Nave única de abóbada de berço, usada por razões
acústicas;
– Capelas entre os contrafortes;
– Transepto pouco saliente;
– Capela-mor reduzida à abside e uma cúpula no cruzeiro.
imposições da Contra-Reforma, as igrejas passaram a ser um
local privilegiado da pregação e, por isso, o púlpito e o
altar deviam ser bem visíveis.
70Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Arquitectos
– Miquel Ângelo;
– Vasari;
– Júlio Romano (c. 1499-1546), discípulo de Rafael;
– Baldassarre Peruzzi (1481-1536), também arquitecto e
pintor;
– Vignola (1507-1573), autor do modelo da Igreja de Il Gesú,
que se manterá por todo o Barroco;
– Palladio
• defendeu o retorno à ordem clássica.
71Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Palladio
– personificou a serenidade grega, a ordem renascentista e a
criatividade maneirista;
– Exemplos
• Igreja de São Giorqio Maqqiore, em Veneza;
• Villa Rotonda.
– O termo "palladiano" tornou-se sinónimo de arquitectura
clássica, especialmente na arte palaciana
do século XVIII.
72Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 73
Júlio Romano
Palácio del Tê
1525 e 1534
Mântua
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 74
Júlio Romano
Palácio del Tê
1525 e 1534
Mântua
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 75
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 76
Miguel Ângelo
Biblioteca Laurenciana
1525-42
Florença
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 77
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 78
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 79
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 80
Vignola
Igreja de Il Gesú
1568
Roma
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 81
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 82
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 83
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 84
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 85
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 86
Andrea Palladio
Villa Barbaro
1560
Treviso, Itália
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 87
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 88
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 89
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 90
Prof. Carlos Vieira 91
Andrea Palladio
San Giorqio Maqqiore
1566
Veneza, Itália
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 92
Andrea Palladio
San Giorqio Maqqiore
1566
Veneza, Itália
Prof. Carlos Vieira 93
ESCULTURA
94Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Escultura maneirista
– nunca conseguiu igualar a qualidade da pintura
e da arquitectura.
– A obra de Miguel Ângelo foi fonte de inspiração, mas
poderá ter sido factor de inibição.
– As obras mais significativas foram realizadas fora de Itália:
• espanhol Alonso Berruquete
95Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Em Itália
– a partir de meados do século XVI
• pela perda do rigor da representação clássica;
• o realismo racional foi substituído por um grande
virtuosismo técnico e formal;
• Privilegiou-se a subjectividade, os sentimentos, a
sensualidade e o efeito puramente plástico e
decorativo
96Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Estatuária
– modalidade mais comum;
– cumpriu funções monumentais, representativas e decorativas
– teve um cunho mais profano que religioso:
• sob a influência reformista assistiu-se a um período de austeridade
quase iconoclasta nas igrejas.
– São exemplo deste tipo de escultura:
• a estatuária individual;
• grupos escultóricos;
• Estátuas equestres:
• várias fontes esculpidas, cujo género se começou a divulgar neste
período.
97Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Estatuária de pequena dimensão
– Muito utilizada neste período;
– De sentido mais decorativo;
– Destinava-se a coleccionadores e outra clientela privada
98Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Estatuária individual
– Tendências pela figura contorcionada sobre si mesma,
artificialmente serpentinada, numa linha sinuosa e
helicoidal que evolui em ascensão.
– Preciosismos técnicos (escorços difíceis, contrapostos e
posições em desequilibrio), reproduziram-se movimentos
fluidos e angulosos;
– Intensificação de expressões faciais e corporais,
acentuando o jogo dos volumes e os contrastes luz-
sombra.
99Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Temas
– grupos escultóricos de temática mitológica, alegórica ou
comemorativa;
– Eram colocados em lugares públicos com carácter
monumental;
– Abandonou-se completamente a regra da estatuária do
Renascimento clássico que defendia a unifacialidade da
obra (único ângulo de visão) e a utilização de um só bloco
de material.
– Substituíram esta concepção pela perspectiva
estereométrica e multivisual que permite a contemplação
omnilateral da obra.
100Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Bartolomeo Ammannati (1511-1592)
101Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 102
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 103
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 104
Maneirismo
• O Carro de Neptuno na fonte do
mesmo nome, situada na Praça de Senhoria,
em Florença Aqui o autor explorou os efeitos
estéticos resultantes do forte contraste cro-
mático dos materiais usados: o mármore
branco e o bronze
105Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Giovanni di Bologna (1529-1608)
• exerce influência sobre os escultores europeus.
106Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 107
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 108
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 109
Maneirismo
• A Fonte de Neptuno (1563-66), em Bolonha, com 3,35 m de
altura, que introduz a água corrente como ele-
mento decorativo;
110Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• ApoIo, bronze com 88 em de altura, onde o gosto pelas
formas sinuosas e contorcionadas sobre si próprias estão bem
evidenciadas;
111Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• O Rapto das Sabinas (1582), composição sinuosa que envolve
três personagens num movimento helicoidal ascen-
dente de grande expressividade e dramatismo
112Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
• Benvenuto Cellini (I501-I571)
– nasceu em Florença;
– Foi escultor e ourives;
– Trabalhou na corte dos Médicis
em Florença e a de Francisco I
em França
–
Perseu (1545-54) e o
Saleiro (1539-43)
113Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 114
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 115
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 116
Maneirismo
117Prof. Carlos Vieira
Maneirismo
Prof. Carlos Vieira 118
Maneirismo
119Prof. Carlos Vieira

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

02 arquitetura barroca
02 arquitetura barroca02 arquitetura barroca
02 arquitetura barrocaVítor Santos
 
Módulo 6 arquitetura barroca
Módulo 6   arquitetura barrocaMódulo 6   arquitetura barroca
Módulo 6 arquitetura barrocaCarla Freitas
 
Cultura da Catedral - Escultura Gótica
Cultura da Catedral - Escultura GóticaCultura da Catedral - Escultura Gótica
Cultura da Catedral - Escultura GóticaCarlos Vieira
 
Módulo 5 - Contexto Histórico
Módulo 5 - Contexto HistóricoMódulo 5 - Contexto Histórico
Módulo 5 - Contexto HistóricoCarla Freitas
 
Cultura do Palácio - Pintura do renascimento
Cultura do Palácio - Pintura do renascimentoCultura do Palácio - Pintura do renascimento
Cultura do Palácio - Pintura do renascimentoCarlos Vieira
 
Mozart - As Bodas de Fígaro
Mozart - As Bodas de FígaroMozart - As Bodas de Fígaro
Mozart - As Bodas de Fígarohcaslides
 
Rococó da Europa para o mundo
Rococó da Europa para o mundoRococó da Europa para o mundo
Rococó da Europa para o mundoAna Barreiros
 
Módulo 6 escultura barroca
Módulo 6   escultura barrocaMódulo 6   escultura barroca
Módulo 6 escultura barrocaCarla Freitas
 
Módulo 7 caso pratico 1 bodas de figaro
Módulo 7   caso pratico 1 bodas de figaroMódulo 7   caso pratico 1 bodas de figaro
Módulo 7 caso pratico 1 bodas de figaroCarla Freitas
 
A arquitetura gótica
A arquitetura góticaA arquitetura gótica
A arquitetura góticaAna Barreiros
 
Arquitetura renascentista
Arquitetura renascentistaArquitetura renascentista
Arquitetura renascentistaAna Barreiros
 
Arte do Renascimento - Pintura
Arte do Renascimento - PinturaArte do Renascimento - Pintura
Arte do Renascimento - PinturaCarlos Vieira
 
A cultura do salão neoclássico
A cultura do salão   neoclássicoA cultura do salão   neoclássico
A cultura do salão neoclássicocattonia
 
05 a cultura do palácio 2
05 a cultura do palácio 205 a cultura do palácio 2
05 a cultura do palácio 2Vítor Santos
 

Mais procurados (20)

Maneirismo
ManeirismoManeirismo
Maneirismo
 
02 arquitetura barroca
02 arquitetura barroca02 arquitetura barroca
02 arquitetura barroca
 
Módulo 6 arquitetura barroca
Módulo 6   arquitetura barrocaMódulo 6   arquitetura barroca
Módulo 6 arquitetura barroca
 
Cultura da Catedral - Escultura Gótica
Cultura da Catedral - Escultura GóticaCultura da Catedral - Escultura Gótica
Cultura da Catedral - Escultura Gótica
 
Módulo 5 - Contexto Histórico
Módulo 5 - Contexto HistóricoMódulo 5 - Contexto Histórico
Módulo 5 - Contexto Histórico
 
Cultura do Palácio - Pintura do renascimento
Cultura do Palácio - Pintura do renascimentoCultura do Palácio - Pintura do renascimento
Cultura do Palácio - Pintura do renascimento
 
Maneirismo
ManeirismoManeirismo
Maneirismo
 
Rococó
RococóRococó
Rococó
 
Pintura barroca
Pintura barrocaPintura barroca
Pintura barroca
 
Mozart - As Bodas de Fígaro
Mozart - As Bodas de FígaroMozart - As Bodas de Fígaro
Mozart - As Bodas de Fígaro
 
Rococó da Europa para o mundo
Rococó da Europa para o mundoRococó da Europa para o mundo
Rococó da Europa para o mundo
 
Módulo 6 escultura barroca
Módulo 6   escultura barrocaMódulo 6   escultura barroca
Módulo 6 escultura barroca
 
Escultura barroca
Escultura barrocaEscultura barroca
Escultura barroca
 
Rococó, HCA 11º
Rococó, HCA 11ºRococó, HCA 11º
Rococó, HCA 11º
 
Módulo 7 caso pratico 1 bodas de figaro
Módulo 7   caso pratico 1 bodas de figaroMódulo 7   caso pratico 1 bodas de figaro
Módulo 7 caso pratico 1 bodas de figaro
 
A arquitetura gótica
A arquitetura góticaA arquitetura gótica
A arquitetura gótica
 
Arquitetura renascentista
Arquitetura renascentistaArquitetura renascentista
Arquitetura renascentista
 
Arte do Renascimento - Pintura
Arte do Renascimento - PinturaArte do Renascimento - Pintura
Arte do Renascimento - Pintura
 
A cultura do salão neoclássico
A cultura do salão   neoclássicoA cultura do salão   neoclássico
A cultura do salão neoclássico
 
05 a cultura do palácio 2
05 a cultura do palácio 205 a cultura do palácio 2
05 a cultura do palácio 2
 

Destaque

Maneirismo
ManeirismoManeirismo
Maneirismocattonia
 
Cultura do Palácio - Maneirismo internacional
Cultura do Palácio - Maneirismo internacionalCultura do Palácio - Maneirismo internacional
Cultura do Palácio - Maneirismo internacionalCarlos Vieira
 
O maneirismo – século xvi (1520 1590)
O maneirismo – século xvi (1520 1590)O maneirismo – século xvi (1520 1590)
O maneirismo – século xvi (1520 1590)Professor Gilson Nunes
 
Maneirismo, barroco e rococo
Maneirismo, barroco e rococoManeirismo, barroco e rococo
Maneirismo, barroco e rococovictorosa
 
Cultura do Salão – Lisboa pombalina
Cultura do Salão – Lisboa pombalinaCultura do Salão – Lisboa pombalina
Cultura do Salão – Lisboa pombalinaCarlos Vieira
 
Ir ao cinema em teresina (resumo)
Ir ao cinema em teresina (resumo)Ir ao cinema em teresina (resumo)
Ir ao cinema em teresina (resumo)Jordan Bruno
 
Arte Maneirismo
Arte ManeirismoArte Maneirismo
Arte Maneirismolucfabbr
 
Miguel Ângelo - Pintura
Miguel Ângelo - PinturaMiguel Ângelo - Pintura
Miguel Ângelo - PinturaCarlos Vieira
 
Matriz[1]
Matriz[1]Matriz[1]
Matriz[1]Cie02
 
Cultura do Palco - Arquitectura Barroca
Cultura do Palco - Arquitectura BarrocaCultura do Palco - Arquitectura Barroca
Cultura do Palco - Arquitectura BarrocaCarlos Vieira
 
Arte románico en el norte de palencia ( i )
Arte románico en el norte de palencia ( i )Arte románico en el norte de palencia ( i )
Arte románico en el norte de palencia ( i )arturo.a.c
 

Destaque (20)

Maneirismo
ManeirismoManeirismo
Maneirismo
 
Maneirismo
ManeirismoManeirismo
Maneirismo
 
Maneirismo
Maneirismo Maneirismo
Maneirismo
 
Cultura do Palácio - Maneirismo internacional
Cultura do Palácio - Maneirismo internacionalCultura do Palácio - Maneirismo internacional
Cultura do Palácio - Maneirismo internacional
 
Maneirismo
ManeirismoManeirismo
Maneirismo
 
O maneirismo – século xvi (1520 1590)
O maneirismo – século xvi (1520 1590)O maneirismo – século xvi (1520 1590)
O maneirismo – século xvi (1520 1590)
 
A Arte Maneirista
A Arte ManeiristaA Arte Maneirista
A Arte Maneirista
 
Maneirismo, barroco e rococo
Maneirismo, barroco e rococoManeirismo, barroco e rococo
Maneirismo, barroco e rococo
 
Cultura do Salão – Lisboa pombalina
Cultura do Salão – Lisboa pombalinaCultura do Salão – Lisboa pombalina
Cultura do Salão – Lisboa pombalina
 
Arte Gótica
Arte GóticaArte Gótica
Arte Gótica
 
Ir ao cinema em teresina (resumo)
Ir ao cinema em teresina (resumo)Ir ao cinema em teresina (resumo)
Ir ao cinema em teresina (resumo)
 
Miguel Ângelo
Miguel ÂngeloMiguel Ângelo
Miguel Ângelo
 
Arte Maneirismo
Arte ManeirismoArte Maneirismo
Arte Maneirismo
 
Renascimento
RenascimentoRenascimento
Renascimento
 
Miguel Ângelo - Pintura
Miguel Ângelo - PinturaMiguel Ângelo - Pintura
Miguel Ângelo - Pintura
 
Slides Marta
Slides MartaSlides Marta
Slides Marta
 
Miguel Ângelo
Miguel ÂngeloMiguel Ângelo
Miguel Ângelo
 
Matriz[1]
Matriz[1]Matriz[1]
Matriz[1]
 
Cultura do Palco - Arquitectura Barroca
Cultura do Palco - Arquitectura BarrocaCultura do Palco - Arquitectura Barroca
Cultura do Palco - Arquitectura Barroca
 
Arte románico en el norte de palencia ( i )
Arte románico en el norte de palencia ( i )Arte románico en el norte de palencia ( i )
Arte románico en el norte de palencia ( i )
 

Semelhante a Cultura do Palácio - Maneirismo

Cultura do Palco - Pintura barroca internacional
Cultura do Palco - Pintura barroca internacional Cultura do Palco - Pintura barroca internacional
Cultura do Palco - Pintura barroca internacional Carlos Vieira
 
Artitalia dal rinascimento al rococo
Artitalia dal rinascimento al rococoArtitalia dal rinascimento al rococo
Artitalia dal rinascimento al rococoArtitalia
 
Cultura da Catedral - Pintura Gótica
Cultura da Catedral - Pintura GóticaCultura da Catedral - Pintura Gótica
Cultura da Catedral - Pintura GóticaCarlos Vieira
 
Cultura do Salão – Pintura do rococó
Cultura do Salão – Pintura do rococóCultura do Salão – Pintura do rococó
Cultura do Salão – Pintura do rococóCarlos Vieira
 
O barroco e suas imagens2
O barroco e suas imagens2O barroco e suas imagens2
O barroco e suas imagens2CrisBiagio
 
O mar na arte
O mar na arte O mar na arte
O mar na arte BE ESGN
 
F renascimento 2 2011 2
F renascimento 2  2011 2F renascimento 2  2011 2
F renascimento 2 2011 2Marina Dantas
 
História da arte iv
História da arte ivHistória da arte iv
História da arte ivPaula Poiet
 
Arte Barroca na Europa
Arte Barroca na EuropaArte Barroca na Europa
Arte Barroca na EuropaLuciano Dias
 
História da arte ii - Introdução (Recapitulação: séculos XVI, XVII e XVIII)
História da arte ii - Introdução (Recapitulação: séculos XVI, XVII e XVIII)História da arte ii - Introdução (Recapitulação: séculos XVI, XVII e XVIII)
História da arte ii - Introdução (Recapitulação: séculos XVI, XVII e XVIII)Paula Poiet
 
Módulo 7 escultura e pintura neoclássica
Módulo 7   escultura e pintura neoclássicaMódulo 7   escultura e pintura neoclássica
Módulo 7 escultura e pintura neoclássicaCarla Freitas
 
Plano de Aula - Oficina de Artes - As Pinturas Renascentistas
Plano de Aula  - Oficina de Artes - As Pinturas RenascentistasPlano de Aula  - Oficina de Artes - As Pinturas Renascentistas
Plano de Aula - Oficina de Artes - As Pinturas RenascentistasPIBID HISTÓRIA
 
Cultura do Barroco - Palácio de Versalhes
Cultura do Barroco - Palácio de VersalhesCultura do Barroco - Palácio de Versalhes
Cultura do Barroco - Palácio de VersalhesCarlos Vieira
 
Slide - Pinturas renascentistas
Slide - Pinturas renascentistasSlide - Pinturas renascentistas
Slide - Pinturas renascentistasPIBID HISTÓRIA
 

Semelhante a Cultura do Palácio - Maneirismo (20)

Cultura do Palco - Pintura barroca internacional
Cultura do Palco - Pintura barroca internacional Cultura do Palco - Pintura barroca internacional
Cultura do Palco - Pintura barroca internacional
 
Artitalia dal rinascimento al rococo
Artitalia dal rinascimento al rococoArtitalia dal rinascimento al rococo
Artitalia dal rinascimento al rococo
 
Cultura da Catedral - Pintura Gótica
Cultura da Catedral - Pintura GóticaCultura da Catedral - Pintura Gótica
Cultura da Catedral - Pintura Gótica
 
Cultura do Salão – Pintura do rococó
Cultura do Salão – Pintura do rococóCultura do Salão – Pintura do rococó
Cultura do Salão – Pintura do rococó
 
Jacques-Louis David
Jacques-Louis DavidJacques-Louis David
Jacques-Louis David
 
Barroco
BarrocoBarroco
Barroco
 
O barroco e suas imagens2
O barroco e suas imagens2O barroco e suas imagens2
O barroco e suas imagens2
 
Renascençapdf
RenascençapdfRenascençapdf
Renascençapdf
 
O mar na arte
O mar na arte O mar na arte
O mar na arte
 
F renascimento 2 2011 2
F renascimento 2  2011 2F renascimento 2  2011 2
F renascimento 2 2011 2
 
História da arte iv
História da arte ivHistória da arte iv
História da arte iv
 
Arte Barroca na Europa
Arte Barroca na EuropaArte Barroca na Europa
Arte Barroca na Europa
 
História da arte ii - Introdução (Recapitulação: séculos XVI, XVII e XVIII)
História da arte ii - Introdução (Recapitulação: séculos XVI, XVII e XVIII)História da arte ii - Introdução (Recapitulação: séculos XVI, XVII e XVIII)
História da arte ii - Introdução (Recapitulação: séculos XVI, XVII e XVIII)
 
1 fauvismo
1 fauvismo1 fauvismo
1 fauvismo
 
100 pinturas
100 pinturas100 pinturas
100 pinturas
 
Módulo 7 escultura e pintura neoclássica
Módulo 7   escultura e pintura neoclássicaMódulo 7   escultura e pintura neoclássica
Módulo 7 escultura e pintura neoclássica
 
Plano de Aula - Oficina de Artes - As Pinturas Renascentistas
Plano de Aula  - Oficina de Artes - As Pinturas RenascentistasPlano de Aula  - Oficina de Artes - As Pinturas Renascentistas
Plano de Aula - Oficina de Artes - As Pinturas Renascentistas
 
A Arte Neoclássica
A Arte NeoclássicaA Arte Neoclássica
A Arte Neoclássica
 
Cultura do Barroco - Palácio de Versalhes
Cultura do Barroco - Palácio de VersalhesCultura do Barroco - Palácio de Versalhes
Cultura do Barroco - Palácio de Versalhes
 
Slide - Pinturas renascentistas
Slide - Pinturas renascentistasSlide - Pinturas renascentistas
Slide - Pinturas renascentistas
 

Mais de Carlos Vieira

Cultura do Salão – Introdução ao Neoclassico
Cultura do Salão – Introdução ao NeoclassicoCultura do Salão – Introdução ao Neoclassico
Cultura do Salão – Introdução ao NeoclassicoCarlos Vieira
 
Cultura do Salão – Rococo internacional
Cultura do Salão – Rococo internacionalCultura do Salão – Rococo internacional
Cultura do Salão – Rococo internacionalCarlos Vieira
 
Cultura do Salão – Escultura do rococo
Cultura do Salão – Escultura do rococoCultura do Salão – Escultura do rococo
Cultura do Salão – Escultura do rococoCarlos Vieira
 
Cultura do Salão - Origens do rococo
Cultura do Salão - Origens do rococoCultura do Salão - Origens do rococo
Cultura do Salão - Origens do rococoCarlos Vieira
 
Cultura do Palco - Barroco em Portugal
Cultura do Palco - Barroco em Portugal Cultura do Palco - Barroco em Portugal
Cultura do Palco - Barroco em Portugal Carlos Vieira
 
Cultura do Palco - Escultura Barroca
Cultura do Palco - Escultura BarrocaCultura do Palco - Escultura Barroca
Cultura do Palco - Escultura BarrocaCarlos Vieira
 
Cultura do Palácio - Renascimento e Maneirismo em Portugal
Cultura do Palácio - Renascimento e Maneirismo em PortugalCultura do Palácio - Renascimento e Maneirismo em Portugal
Cultura do Palácio - Renascimento e Maneirismo em PortugalCarlos Vieira
 
Cultura do Palácio - Arquitectura renascentista
Cultura do Palácio - Arquitectura renascentistaCultura do Palácio - Arquitectura renascentista
Cultura do Palácio - Arquitectura renascentistaCarlos Vieira
 
Cultura do Palácio - Humanismo
Cultura do Palácio - HumanismoCultura do Palácio - Humanismo
Cultura do Palácio - HumanismoCarlos Vieira
 
Módulo 5 – Cultura do Palácio
Módulo 5 – Cultura do PalácioMódulo 5 – Cultura do Palácio
Módulo 5 – Cultura do PalácioCarlos Vieira
 
Cultura do Palácio - O Palácio
Cultura do Palácio - O PalácioCultura do Palácio - O Palácio
Cultura do Palácio - O PalácioCarlos Vieira
 
Cultura da Catedral - Introdução ao Módulo
Cultura da Catedral - Introdução ao MóduloCultura da Catedral - Introdução ao Módulo
Cultura da Catedral - Introdução ao MóduloCarlos Vieira
 

Mais de Carlos Vieira (20)

Cubismo
CubismoCubismo
Cubismo
 
Abstracionismo
AbstracionismoAbstracionismo
Abstracionismo
 
O Patriota
O PatriotaO Patriota
O Patriota
 
As sufragistas
As sufragistasAs sufragistas
As sufragistas
 
Madame bovary
Madame bovaryMadame bovary
Madame bovary
 
Cavalo de guerra
Cavalo de guerraCavalo de guerra
Cavalo de guerra
 
Danton
DantonDanton
Danton
 
Cultura do Salão – Introdução ao Neoclassico
Cultura do Salão – Introdução ao NeoclassicoCultura do Salão – Introdução ao Neoclassico
Cultura do Salão – Introdução ao Neoclassico
 
Cultura do Salão – Rococo internacional
Cultura do Salão – Rococo internacionalCultura do Salão – Rococo internacional
Cultura do Salão – Rococo internacional
 
Cultura do Salão – Escultura do rococo
Cultura do Salão – Escultura do rococoCultura do Salão – Escultura do rococo
Cultura do Salão – Escultura do rococo
 
Cultura do Salão - Origens do rococo
Cultura do Salão - Origens do rococoCultura do Salão - Origens do rococo
Cultura do Salão - Origens do rococo
 
Cultura do Palco - Barroco em Portugal
Cultura do Palco - Barroco em Portugal Cultura do Palco - Barroco em Portugal
Cultura do Palco - Barroco em Portugal
 
Cultura do Palco - Escultura Barroca
Cultura do Palco - Escultura BarrocaCultura do Palco - Escultura Barroca
Cultura do Palco - Escultura Barroca
 
Cultura do Palácio - Renascimento e Maneirismo em Portugal
Cultura do Palácio - Renascimento e Maneirismo em PortugalCultura do Palácio - Renascimento e Maneirismo em Portugal
Cultura do Palácio - Renascimento e Maneirismo em Portugal
 
Cultura do Palácio - Arquitectura renascentista
Cultura do Palácio - Arquitectura renascentistaCultura do Palácio - Arquitectura renascentista
Cultura do Palácio - Arquitectura renascentista
 
Cultura do Palácio - Humanismo
Cultura do Palácio - HumanismoCultura do Palácio - Humanismo
Cultura do Palácio - Humanismo
 
Módulo 5 – Cultura do Palácio
Módulo 5 – Cultura do PalácioMódulo 5 – Cultura do Palácio
Módulo 5 – Cultura do Palácio
 
Cultura do Palácio - O Palácio
Cultura do Palácio - O PalácioCultura do Palácio - O Palácio
Cultura do Palácio - O Palácio
 
Os três porquinhos
Os três porquinhosOs três porquinhos
Os três porquinhos
 
Cultura da Catedral - Introdução ao Módulo
Cultura da Catedral - Introdução ao MóduloCultura da Catedral - Introdução ao Módulo
Cultura da Catedral - Introdução ao Módulo
 

Último

Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfCultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfaulasgege
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024GleyceMoreiraXWeslle
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdfDemetrio Ccesa Rayme
 
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptxErivaldoLima15
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullyingMary Alvarenga
 
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfSlides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfpaulafernandes540558
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxJMTCS
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxJMTCS
 
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptxAula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptxpamelacastro71
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?MrciaRocha48
 
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxAULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxGislaineDuresCruz
 
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfTIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfmarialuciadasilva17
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfIedaGoethe
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptAlineSilvaPotuk
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas BrasileirosMary Alvarenga
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdfCarlosRodrigues832670
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaFernanda Ledesma
 
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileirosMary Alvarenga
 
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parteDança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira partecoletivoddois
 

Último (20)

Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfCultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
 
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
 
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfSlides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
 
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptxAula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
 
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
 
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxAULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
 
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfTIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
 
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
 
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parteDança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
 

Cultura do Palácio - Maneirismo