Geografia da Europa 2015/2016 - Artes - Música

212 visualizações

Publicada em

Conjunto de dispositivos utilizados para o acompanhamento pedagógico da Unidade Curricular «Geografia da Europa» integrada no Programa de Estudos 2015/2016 da Dalian University of Foreign Languages com a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
212
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • A Paixão segundo Mateus BWV 244 (em latim: Passio Domini nostri Jesu Christi secundum Evangelistam Matthaeum; em alemão: Matthäus-Passion), mais conhecida em países católicos como Paixão segundo São Mateus, é um oratório de Johann Sebastian Bach, que representa o sofrimento e a morte de Cristo segundo oEvangelho de Mateus, com libreto de Picander (Christian Friedrich Henrici).
    Com uma duração de mais de duas horas e meia (em algumas interpretações, mais de três horas) é a obra mais extensa do compositor. Trata-se, sem dúvida alguma, de uma das obras mais importantes de Bach e uma das obras-primas da música ocidental. Esta e a Paixão segundo São João são as únicas Paixões autênticas do compositor conservadas em sua totalidade. A Paixão segundo Mateus consta de duas grandes partes constituídas de 68 números, em que se alternam coros (cinco), corais, recitativos, ariosos e árias.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Paix%C3%A3o_segundo_S%C3%A3o_Mateus,_BWV_244

    Tocata e Fuga em Ré Menor, BWV 565 é uma peça de música de órgão escrita por Johann Sebastian Bach entre 1703 e 1707. A sua autoria e instrumentação são objeto de controvérsia, já que alguns estudiosos afirmaram que foi escrita de origem para violino por um outro compositor. É um dos trabalhos mais famosos do repertório de órgão e é usada em muitos filmes, videojogos e como tema para música rock.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Tocata_e_Fuga_em_R%C3%A9_Menor,_BWV_565

    Johann Sebastian Bach (Eisenach, 21 de março de 1685nota 1 — Leipzig, 28 de julho de 1750) foi um compositor, cantor, cravista, maestro, organista, professor, violinista e violista oriundo do Sacro Império Romano-Germânico, atual Alemanha.
    Nascido numa família de longa tradição musical, cedo mostrou possuir talento e logo tornou-se um músico completo. Estudante incansável, adquiriu um vasto conhecimento da música europeia de sua época e das gerações anteriores. Desempenhou vários cargos em cortes e igrejas alemãs, mas suas funções mais destacadas foram a de Kantor da Igreja de São Tomás e Diretor Musical da cidade de Leipzig, onde desenvolveu a parte final e mais importante de sua carreira. Absorvendo inicialmente o grande repertório de música contrapontística germânica como base de seu estilo, recebeu mais tarde a influência italiana e francesa, através das quais sua obra se enriqueceu e transformou, realizando uma síntese original de uma multiplicidade de tendências. Praticou quase todos os gêneros musicais conhecidos em seu tempo, com a notável exceção da ópera, embora suas cantatas maduras revelem bastante influência desta que foi uma das formas mais populares do período Barroco.
    Sua habilidade ao órgão e ao cravo foi amplamente reconhecida enquanto viveu e se tornou legendária, sendo considerado o maior virtuose de sua geração e um especialista na construção de órgãos. Também tinha grandes qualidades como maestro, cantor, professor e violinista, mas como compositor seu mérito só recebeu aprovação limitada e nunca foi exatamente popular, ainda que vários críticos que o conheceram o louvassem como grande. A maior parte de sua música caiu no esquecimento após sua morte, mas sua recuperação iniciou no século XIX e desde então seu prestígio não cessou de crescer. Na apreciação contemporânea Bach é tido como o maior nome da música barroca, e muitos o veem como o maior compositor de todos os tempos, deixando muitas obras que constituem a consumação de seu gênero. Entre suas peças mais conhecidas e importantes estão os Concertos de Brandenburgo, o Cravo Bem-Temperado, as Sonatas e Partitas para violino solo, a Missa em Si Menor, a Tocata e Fuga em Ré Menor, a Paixão segundo São Mateus, a Oferenda Musical, a Arte da Fuga e várias de suas cantatas.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Sebastian_Bach

  • Die Zauberflöte (A Flauta Mágica, KV 620, em alemão) é uma ópera em dois atos de Wolfgang Amadeus Mozart, com libreto alemão de Emanuel Schikaneder.
    Estreou no Theater auf der Wieden em Viena, no dia 30 de setembro de 1791.
    Emanuel Schikaneder era companheiro de loja maçónica de Mozart. À época, por influência da Revolução Francesa, a maçonaria adquiria simpatizantes ao mesmo tempo que era perseguida.
    A ópera mostra a filosofia do Iluminismo. Algumas de suas árias tornaram-se muito conhecidas, como o dueto de Papageno e Papagena, e as duas árias da Rainha da Noite. Os conceitos de liberdade, igualdade e fraternidade da Revolução Francesa transparecem em vários momentos na ópera, por exemplo quando o valor de Tamino, protagonista da história, é questionado por ser um príncipe, e que por tal motivo talvez não conseguisse suportar as duras provas exigidas para entrar no templo. Em sua defesa, Sarastro responde: "mais que um príncipe, é uma pessoa".
    Há dois casais que se formam na ópera, Papageno-Papagena, simbolizando o lado comum da humanidade, e Tamino-Pamina, simbolizando o iniciado. O contexto é uma luta entre a Rainha da Noite, que ambiciona o poder, e Sarastro, o grande sacerdote que só pratica o bem. Para Sarastro trabalha, porém, o mouro Monostatos, que tenta seduzir Pamina e se alia à Rainha da Noite.
    A obra começa com Tamino perdido na floresta, onde encontra Papageno, um homem alegre que aprecia os prazeres da vida e trabalha para a Rainha da Noite. Deste encontro Tamino fica sabendo que Pamina, filha da Rainha da Noite, foi sequestrada por Sarastro e, apaixonado pela sua beleza e a pedido da Rainha da Noite, decide resgatá-la.
    Sinopse:
    Há dois casais que se formam na ópera, Papageno-Papagena, simbolizando o lado comum da humanidade, e Tamino-Pamina, simbolizando o iniciado. O contexto é uma luta entre a Rainha da Noite, que ambiciona o poder, e Sarastro, o grande sacerdote que só pratica o bem. Para Sarastro trabalha, porém, o mouro Monostatos, que tenta seduzir Pamina e se alia à Rainha da Noite.
    A obra começa com Tamino perdido na floresta, onde encontra Papageno, um homem alegre que aprecia os prazeres da vida e trabalha para a Rainha da Noite. Deste encontro Tamino fica sabendo que Pamina, filha da Rainha da Noite, foi sequestrada por Sarastro e, apaixonado pela sua beleza e a pedido da Rainha da Noite, decide resgatá-la.
    Na sequência, ambos passam por várias provas antes de poderem se encontrar. Papageno também passa por um tipo de prova antes de encontrar Papagena, e este contraponto do homem comum que se comporta de modo diferente do príncipe diante das adversidades é o lado cómico que faz esta ópera tão popular.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Flauta_M%C3%A1gica

    Wolfgang Amadeus Mozart (AFI: [ˈvɔlfgaŋ amaˈdeus ˈmoːtsart], batizado Joannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart;1 Salzburgo, 27 de janeiro de 1756 – Viena, 5 de dezembro de 1791) foi um prolífico e influente compositor austríaco do período clássico.
    Mozart mostrou uma habilidade musical prodigiosa desde sua infância.
    Já competente nos instrumentos deteclado e no violino, começou a compor aos cinco anos de idade, e passou a se apresentar para a realeza europeia, maravilhando a todos com seu talento precoce. Chegando à adolescência, foi contratado como músico da corte em Salzburgo, porém as limitações da vida musical na cidade o impeliram a buscar um novo cargo em outras cortes, mas sem sucesso. Ao visitar Viena em 1781 com seu patrão, desentendeu-se com ele e solicitou demissão, optando por ficar na capital, onde, ao longo do resto de sua vida, conquistou fama, porém pouca estabilidade financeira. Seus últimos anos viram surgir algumas de suas sinfonias, concertos e óperas mais conhecidos, além de seu Requiem. As circunstâncias de sua morte prematura deram origem a diversas lendas. Deixou uma esposa, Constanze, e dois filhos.
    Foi autor de mais de seiscentas obras, muitas delas referenciais na música sinfônica, concertante, operística, coral, pianística e camerística. Sua produção foi louvada por todos os críticos de sua época, embora muitos a considerassem excessivamente complexa e difícil, e estendeu sua influência sobre vários outros compositores ao longo de todo o século XIX e início do século XX. Hoje Mozart é visto pela crítica especializada como um dos maiores compositores do ocidente, conseguiu conquistar grande prestígio mesmo entre os leigos, e sua imagem se tornou um ícone popular.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Wolfgang_Amadeus_Mozart

  • A sinfonia n.º 9 em ré menor, op. 125, "Coral", é a última sinfonia completa composta por Ludwig van Beethoven. Completada em 1824, a sinfonia coral mais conhecida como Nona Sinfonia é uma das obras mais conhecidas do repertório ocidental, considerada tanto ícone quanto predecessora da música romântica, e uma das grandes obras-primas de Beethoven.
    A nona sinfonia de Beethoven incorpora parte do poema An die Freude ("À Alegria"), uma ode escrita por Friedrich Schiller, com o texto cantado por solistas e um coro em seu último movimento. Foi o primeiro exemplo de um compositor importante que tenha se utilizado da voz humana com o mesmo destaque que os instrumentos, numa sinfonia, criando assim uma obra de grande alcance, que deu o tom para a forma sinfónica que viria a ser adotada pelos compositores românticos.
    A sinfonia n.º 9 tem um papel cultural de extrema relevância no mundo atual. Em especial, a música do último movimento, chamado informalmente de "Ode à Alegria", foi rearranjada por Herbert von Karajan para se tornar o hino da União Européia. Outra prova de sua importância na cultura atual foi o valor de 3,3 milhões de dólares atingido pela venda de um dos seus manuscritos originais, feita em 2003 pela Sotheby's, de Londres. Segundo o chefe do departamento de manuscritos da Sotheby's à época, Stephen Roe, a sinfonia "é um dos maiores feitos do homem, ao lado do Hamlet e do Rei Lear de Shakespeare".
    Foi apresentada pela primeira vez em 7 de maio de 1824, no Kärntnertortheater, em Viena, na Áustria. O regente foi Michael Umlauf, diretor musical do teatro, e Beethoven – dissuadido da regência pelo estágio avançado de sua surdez - teve direito a um lugar especial no palco, junto ao maestro.
  • A Valquíria (em alemão: Die Walküre) é uma ópera do compositor alemão Richard Wagner, a segunda parte das quatro que compõem a tetralogia Der Ring des Nibelungen ("O Anel do Nibelungo"). Sua estréia ocorreu no Teatro Nacional em Munique em 26 de junho de 1870, antes mesmo do término da ciclo do Anel. Para esta obra, Wagner se inspirou na lenda nórdica da Saga de Volsunga [A Saga dos Volsungos (nórdico antigo: Völsunga saga) é uma saga lendária islandesa do século XIII em forma de prosa, sobre a origem, auge e declínio do clã dos Volsungos (descendentes do rei Volsung), incluindo a história de Sigurd e de Brunilda e a destruição dos Burgúndios].
    A parte mais popularizada é a passagem musical da Cavalgada das Valquírias, que abre a primeira cena do terceiro ato.
  • Danúbio Azul (em alemão: An der schönen blauen Donau, "Sobre o belo Danúbio azul"), Op. 314, é uma valsa composta por Johann Strauss II que estreou no Wiener Männergesangsverein em 13 de fevereiro de 1867.

    Johann Strauss, dito II (nascido Johann Baptist Strauss ou Johann Sebastian Strauß; Viena, 25 de Outubro de 1825 — Viena, 3 de Junho de 1899) foi um grande compositor austríaco da Era Romântica famoso por ter escrito mais de 500 valsas, polkas, marchas, e quadrilhas. Filho de Johann Strauss I, e irmão dos compositores Josef Strauss e Eduard Strauss. Conhecido como "O Rei da Valsa", foi responsável pela popularidade da valsa em Viena durante o século XIX. Algumas das mais famosas obras incluem The Blue Danube (O Danúbio Azul), Wein Weib und Gesang, Tales from the Vienna Woods, Tritsch-Tratsch-Polka, o Kaiser-Walzer, e da opereta Die Fledermaus (O Morcego).
  • Rigoletto é uma ópera em três atos do compositor italiano Giuseppe Verdi, com libreto de Francesco Maria Piave. Estreou no teatro La Fenice de Veneza em março de 1851. Ópera inspirada na peça de teatro Le roi s'amuse de Victor Hugo. A ópera no entanto desvia ligeiramente da peça, devido à censura imposta. A personagem do Duque era inicialmente o Rei, e alguma parte do texto teve de ser alterado devido ao conteúdo político.

    A ópera Aida nasceu, em 1869, de um convite de Ismail Paxá, soberano egípcio, a Verdi, para que compusesse um hino para os festejos nacionais da inauguração do canal de Suez, em pleno Egito. Inicialmente, Verdi começou por não aceitar, por recusar compor peças para fins comemorativos ou de ocasião. O soberano chegou a endereçar o mesmo convite a Gounod e a Wagner. Já a congeminar a ideia de uma ópera grandiosa Verdi acabaria por aceitar o repto de Ismail, convencido pela leitura do argumento de um grande egiptólogo da época, Auguste Mariette, que foi decisivo para convencer o compositor italiano. Mariette é tido, em algumas fontes, como o autor do libreto da Aida, a par de C. du Locle (o texto destes franceses poderá, talvez, ter inspirado Ghislanzoni, tradicionalmente referido como autor oficial do libreto da ópera). Recorde-se que o canal foi inaugurado antes da estreia da ópera, pois o convite apenas foi aceite em junho de 1870 e a composição da partitura por Verdi demorou mais que o previsto, além de que deflagrou, em 1870, na Europa, a Guerra Franco-Prussiana, um conflito que agitou o mundo e tornou perigosas viagens e deslocações ao exterior. Ópera de carácter épico, de grande aparato cénico (à francesa, com coros, ballets, grandes cenários, atos muito longos), dividida em quatro atos e oito cenas, cantada em italiano, é uma das mais populares de Giuseppe Verdi. Exótica, cenicamente grandiosa, com grandes efeitos, plenos de dramatismo e intensidade narrativa, com grande modernidade em termos de mensagem, é um das maiores criações operáticas de todos os tempos, que afamou anda mais um dos grandes compositores daquele tempo, Verdi. A sua estreia no Egito, a par da intensidade dramática, deu ainda uma maior espetacularidade a Aida. A ópera narra o drama do amor entre uma escrava etíope chamada Aida, mas de origem nobre (e escravizada no reino faraónico) e um general egípcio chamado Radamés, comandante das forças de ocupação do país da escrava (Etiópia). Pelo meio desta paixão, surge a sua condenação pelo pai de Aida, Amonasro, rei da Etiópia, que exige também vingança pela prisão e escravatura da filha. A juntar a esta oposição de Amonasro, pai de Aida, aparece o amor de Amnéris, filha do faraó do Egito, por Radamés. O faraó tinha concedido a mão de sua filha a Radamés como prémio pela conquista da Etiópia, mas o militar, apaixonado por Aida, a princesa etíope reduzida à condição de escrava, tenta fugir para longe quer do seu país quer do da amada. Projeto falhado, pois os amantes foram descobertos na sua fuga, por sacerdotes egípcios, do culto de Ísis. Râmfis, um sumo-sacerdote egípcio, é a voz da condenação religiosa e do Egito a este amor de Aida e Radamés e à sua fuga, considerada traição à pátria por parte do jovem general. Condenado, recebeu como pena o subterramento. Amnéris clamou para que indultassem o seu amado, não correspondido, Radamés, que entretanto sofria por não mais ver o seu amor, Aida. Apesar dos pedidos de Amnéris, que apelidou os sacerdotes de "tigres sedentos de sangue", de tirânicos e cruéis, o jovem Radamés estava irreversivelmente condenado. Aida, na última cena, ao tomar conhecimento da condenação e pena a que votaram Radamés, decide também enterrar-se viva, na sepultura onde mais tarde Radamés, na execução da sua pena, a haveria de encontrar. Juntos os dois amados, enterrados vivos, encerra-se então a bela ópera com o celebérrimo O Terra, addio. O segundo ato, Gloria all'Egitto, espetacular e colossal tornou-se a parte mais célebre da Aida, com Ismail Paxá a adotá-lo então como hino do Egito. Ainda hoje serve para encenar ou avivar atos solenes grandiosos, espetáculos grandiosos, como aliás foi, em pleno Teatro da Ópera do Cairo, a primeira exibição desta ópera. Aida de Verdi. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011. [Consult. 2011-11-28]. Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$aida-de-verdi>.
  • Also sprach Zarathustra, Op. 30 (em alemão: Assim falou Zaratustra) é um poema sinfônico composto em 1896 por Richard Strauss, inspirado no tratado filosófico de mesmo nome escrito por Friedrich Nietzche. O próprio compositor conduziu a primeira performance na cidade de Frankfurt. Uma execução típica dura cerca de meia hora.
    Sua introdução tornou-se muito conhecida por ter sido usada como tema musical no filme 2001: A Space Odyssey, de Stanley Kubrick, de 1968.
  • A Abertura Solene Para o Ano de 1812 é uma obra orquestral de Pyotr Ilyich Tchaikovsky comemorando o fracasso da invasão francesa à Rússia em 1812 e a subsequente devastação da Grande Armada de Napoleão. A obra é mais conhecida pela sua sequência de tiros de canhão que é, em alguns concertos ao ar livre, executada com canhões verdadeiros.

    Entre outras peças do autor, como a Marcha Eslava, esta é uma obra de caráter fortemente nacionalista, composta no ano de 1880, para a comemoração da vitória russa sobre as tropas Napoleônicas.
    A composição se baseia num antagonismo entre a inicial vitória francesa e a posterior revanche russa. A França é musicalmente representada pelo tema de La Marseillaise, hino da Revolução Francesa. A posterior vitória russa no mês seguinte, é representada por um diminueto do hino czarista Deus Salve o Czar e é seguido pelo sonoro e clássico troar de canhões. Assim, encerra-se a contraposição entre as duas vitórias - de início, a francesa, representada pela La Marseillaise, e no final, pelo triunfo russo, retratado pelo hino czarista.
    A obra contrapõe o hino da Rússia e o hino da França, com fragmentos do folclore russos temas religiosos. A Abertura 1812 começa com um coro inspirado no hino ‘Deus ajude vosso povo’, da igreja ortodoxa russa.
    Após a Revolução do sovietes e a consequente extinção do hino czarista, a obra sofreu modificações, sendo o tema original substituído pelo coro final da ópera Ivan Susanin, de Mikhail Glinka, cujo nome original é "A Vida pelo Tzar", modificação também realizada por ordem do regime soviético.
    Em sua forma completa, a peça é executada por coro, orquestra sinfônica e banda militar com o auxílio de peças de artilharia e carrilhão. Em execuções em salas fechadas, costuma-se substituir os canhões por tímpanos (tambores), a fim de se obter um efeito semelhante ao do disparo das peças.
  • A Abertura Solene Para o Ano de 1812 é uma obra orquestral de Pyotr Ilyich Tchaikovsky comemorando o fracasso da invasão francesa à Rússia em 1812 e a subsequente devastação da Grande Armada de Napoleão. A obra é mais conhecida pela sua sequência de tiros de canhão que é, em alguns concertos ao ar livre, executada com canhões verdadeiros.

    Entre outras peças do autor, como a Marcha Eslava, esta é uma obra de caráter fortemente nacionalista, composta no ano de 1880, para a comemoração da vitória russa sobre as tropas Napoleônicas.
    A composição se baseia num antagonismo entre a inicial vitória francesa e a posterior revanche russa. A França é musicalmente representada pelo tema de La Marseillaise, hino da Revolução Francesa. A posterior vitória russa no mês seguinte, é representada por um diminueto do hino czarista Deus Salve o Czar e é seguido pelo sonoro e clássico troar de canhões. Assim, encerra-se a contraposição entre as duas vitórias - de início, a francesa, representada pela La Marseillaise, e no final, pelo triunfo russo, retratado pelo hino czarista.
    A obra contrapõe o hino da Rússia e o hino da França, com fragmentos do folclore russos temas religiosos. A Abertura 1812 começa com um coro inspirado no hino ‘Deus ajude vosso povo’, da igreja ortodoxa russa.
    Após a Revolução do sovietes e a consequente extinção do hino czarista, a obra sofreu modificações, sendo o tema original substituído pelo coro final da ópera Ivan Susanin, de Mikhail Glinka, cujo nome original é "A Vida pelo Tzar", modificação também realizada por ordem do regime soviético.
    Em sua forma completa, a peça é executada por coro, orquestra sinfônica e banda militar com o auxílio de peças de artilharia e carrilhão. Em execuções em salas fechadas, costuma-se substituir os canhões por tímpanos (tambores), a fim de se obter um efeito semelhante ao do disparo das peças.
  • Carmina Burana - O Fortuna, Imperatrix Mundi
    O Fortuna,Ó Sorte,
    Velut Luna, És como a Lua
    Statu variabilis, Mutável
    Semper crescis Sempre aumentas
    Aut decrescis; Ou diminuis;
    ita detestabilis A detestável vida
    Nunc obdurat Ora oprime
    Et tunc curat E ora cura
    Ludo mentis aciem, Para brincar com a mente;
    Egestatem, Miséria,
    Potestatem Poder,
    Dissolvit ut glaciem. Ela os funde como gelo.
    Sors immanis Sorte imensa
    Et inanis, E vazia,
    Rota tu volubilis Tu, roda volúvel
    Status malus, És má,
    Vana salus Vã é a felicidade
    Semper dissolubilis, Sempre dissolúvel,
    Obumbrata Nebulosa
    Et velata E velada
    Michi quoque niteris; Também a mim contagias;
    Nunc per ludum Agora por brincadeira
    Dorsum nudum O dorso nu
    Fero tui sceleris. Entrego à tua perversidade.
    Sors salutis A sorte na saúde
    Et virtutis E virtude
    Michi nunc contraria Agora me é contrária.
    Est affectus Dá
    Et defectus E tira
    Semper in angaria. Mantendo sempre escravizado
    Hac in hora Nesta hora
    Sine mora Sem demora
    Corde pulsum tangite; Tange a corda vibrante;
    Quod per sortem Porque a sorte
    Sternit fortem, Abate o forte,
    Mecum omnes plangite! Chorai todos comigo!
  • Ne me quitte pas é uma canção francófona, composta, escrita e cantada por Jacques Brel, publicada em 1959 pela Warner-Chappell. Foi escrita no decorrer da separação de Brel e de Suzanne Gabriello e interpretada por muitos outros artistas em francês ou versão em outros idiomas. A letra original foi escrita seguindo a métrica.
    Segundo Brel, a música não é sobre o amor, mas sobre a covardia dos homens.
    A primeira versão de Brel data de 11 de setembro de 1959, como parte do álbum La Valse à mille temps.
    Em 1961, é produzida a primeira versão (em flamengo / holandês), intitulada Laat me niet alleen.
    Treze anos após a versão original, em 20 de junho de 1972, Jacques Brel lança uma nova versão para o álbum que leva o mesmo nome, Ne Me Quitte Pas.
  • Let It Be é o décimo terceiro e último álbum lançado pelo grupo inglês de rock The Beatles. Gravado em janeiro de 1969, o álbum foi somente lançado em julho de 1970, após o disco Abbey Road (último disco gravado) e junto com o documentário de mesmo nome. Inicialmente se chamaria Get Back.
    O único single foi "The Long And Winding Road", apesar de músicas como “Across The Universe” e “Let It Be” também se tornarem grandes sucessos.
  • Geografia da Europa 2015/2016 - Artes - Música

    1. 1. Geografia da Europa Programa de Estudos 2015/2016 Dalian University of Foreign Languages Carlos Medeiros 2015/2016 FCSH/UNL - DUFL 1
    2. 2. GEOGRAFIA DA EUROPA As sete artes liberais englobam, desde a Idade Média, dois grupos de disciplinas: o trivium e o quadrivium.  O trivium concentra o estudo do texto literário por meio de 3 ferramentas de linguagem pertinentes à mente:  lógica (ou dialéctica);  gramática e;  retórica.  O quadrivium engloba o ensino do método científico através de 4 ferramentas relacionadas à matéria e à quantidade:  aritmética (a teoria do número);  música (a aplicação da teoria do número);  geometria (a teoria do espaço) ;  astronomia (a aplicação da teoria do espaço). AsSeteArtesLiberais,figurado'Hortusdeliciarum'de 'SaraivavonLandsberg'(séculoXII) 3FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    3. 3. GEOGRAFIA DA EUROPA O conceito das Belas Artes, tal como foi explanado por Charles Batteaux (1713-80), em Les Beaux Arts réduits à un même príncipe (1746), reporta-se à Pintura, Escultura, Música, e Poesia, inserindo a Arquitectura, juntamente com a Eloquência, no conjunto de artes que combinam beleza e utilidade. No entanto, sensivelmente na mesma época, na Enciclopédia de Diderot e D'Alembert (1717-83), a Arquitectura encontra-se incluída entre as Belas- Artes, para além da Pintura, Escultura, Poesia e Música, já enunciadas por Batteaux. (…) O Cinema considerado a 7ª arte, desde o Manifesto das Sete Artes de Ricciotto Canudo (1911) - onde se incluem a Música, a Dança, a Pintura, a Escultura, o Teatro, e a Literatura - continuava a reivindicar o seu estatuto artístico ao longo do século XX. Rodrigues, Ana – Artes Visuais in Dicionário Crítico : Arte. URL: http://www.arte- coa.pt/index.php?Language=pt&Page=Saberes&SubPage=ComunicacaoELinguagemArte&Menu 2=ArteImagemETecnica&Slide=108&Filtro=108 3FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    4. 4. GEOGRAFIA DA EUROPA  Artes:  Música  Dança  Pintura  Escultura  Arquitectura  Literatura  Teatro  Cinema 3FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    5. 5. Música (do grego mousiké, «relativo às musas», pelo latim musĭca-, «música; poesia») 1. arte de combinar harmoniosamente vários sons, frequentemente de acordo com regras definidas 2. qualquer composição musical 3. concerto vocal ou instrumental 4. conjunto de músicos 5. filarmónica, orquestra 6. conjunto de sons agradáveis, harmonia 7. cadência, ritmo coloquial arte de atrair, de seduzir coloquial conversa que aborrece coloquial treta, lábia; coloquial dar música a alguém fazer troça de alguém, tentar convencer alguém através de conversa aliciante música clássica música da tradição ocidental dos séculos anteriores ao séc. XIX, música resultante de processos de composição elaborados, distinguindo-se do popular, do folclore e do jazz, música erudita http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/m%C3%BAsica GEOGRAFIA DA EUROPA 3FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    6. 6. MÚSICA Johann Sebastian Bach, 1685-1750 Paixão Segundo São Mateus (BWV 244), 1729 Tocata e Fuga em Ré Menor (BWV 565), 1703- 1707 ALEMANHA 7FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    7. 7. MÚSICA Wolfgang Amadeus Mozart, 1756-1791 Piano Sonata No. 11 (3º movimento: Alla Turca – Allegretto), 1783? A Flauta Mágica, 1791 (Ária «A Rainha da Noite») [cenas filme «Amadeus»] ÁUSTRIA 8FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    8. 8. MÚSICA Ludwig von Beethoven, 1770-1827 Sinfonia n.º 9 em ré menor, opus 125, "Coral", 1824 (4º andamento – «Ode à Alegria») ALEMANHA 9FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    9. 9. MÚSICA Richard Wagner, 1813-1883 O Anel do Nibelungo - A Valquíria, 1848-1874 (Acto III, «Cavalgada das Valquírias») ALEMANHA 10FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    10. 10. MÚSICA Johann Strauss II, 1825-1899 O Danúbio Azul (An der schönen blauen Donau, "Sobre o belo Danúbio azul"), Op. 314, 1866 ÁUSTRIA 11FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    11. 11. MÚSICA Giuseppe Verdi, 1813- 1901 Rigoletto, 1851 (Ária do III Ato, «La donna è mobile») Aida, 24 dezembro 1871 (Ato II, Cena II, «Marcha Triunfal») ITÁLIA 12FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    12. 12. MÚSICA Richard Strauss, 1864-1949 Assim falou Zaratustra (Also Sprach Zarathustra), Op.30, 1896 ALEMANHA 13FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    13. 13. MÚSICA Georges Bizet, 1836-1875 Carmen, 1875 (Ária «La Habanera», Ato I) FRANÇA 14FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    14. 14. MÚSICA Pyotr Ilyich Tchaikovsky, 1840-1893 Abertura 1812, op. 49, 1880 RÚSSIA 15FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    15. 15. MÚSICA Franz Liszt, 1881-1886 Rapsódia Húngara n.º 2, 1847 HUNGRIA 16FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    16. 16. MÚSICA Maurice Ravel, 1875- 1937 Bolero, 1928 FRANÇA 17FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    17. 17. MÚSICA Carl Orff, 1895-1982 Carmina Burana, 1936 (Movimento de abertura e de fecho «O Fortuna, Imperatrix Mundi») ALEMANHA 18FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    18. 18. MÚSICA Amália Rodrigues, 1920- 1999 Barco Negro (David Mourão-Ferreira/Caco Velho/Piratini) - 1954, 1957, 1960, 1962, 1971, 1973, 1987, 1990 PORTUGAL 19FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    19. 19. MÚSICA Jacques Brel, 1929- 1978 La valse à mille temps, 1959 Ne me quitte pas BÉLGICA 20FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    20. 20. MÚSICA The Rolling Stones (I can get no) Satisfaction, 1965 INGLATERRA 21FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    21. 21. MÚSICA The Beatles Let it be, 1970 Let it be INGLATERRA 22FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    22. 22. MÚSICA ABBA ABBA, 1975 Mamma Mia SUÉCIA 23FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    23. 23. MÚSICA Kraftwerk Trans-Europe Express , 1977 Trans-Europe Express ALEMANHA 24FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    24. 24. MÚSICA Sex Pistols Never Mind The Bollocks Here's The Sex Pistols, 1977 God Save the Queen INGLATERRA 25FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    25. 25. MÚSICA Pink Floyd The Wall, 1979 Another Brick in the Wall, Part 2 INGLATERRA 26FCSH/UNL - DUFL2015/2016
    26. 26. MÚSICA Queen A Night at the Opera, 1975 Bohemian Rhapsody INGLATERRA 27FCSH/UNL - DUFL2015/2016

    ×