Papel do E-Formador (Curso E-Formadores)

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Papel do E-Formador (Curso E-Formadores)

  1. 1. PAPEL DO E-FORMADOR Formação de E-Formadores Carlos Pimenta Célia Pereira Jorge Martins Marisa Ramoa [ Maio 2010 ]
  2. 2. <ul><li>A noção de E-Formador </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Em e-learning, os termos: </li></ul><ul><li>Professor , Formador , Tutor , Moderador , </li></ul><ul><li>são associados ao prefixo E- </li></ul><ul><li>ou às palavras virtual ou online . </li></ul><ul><li>Dão assim origem a: E- Formador </li></ul><ul><li> E- Moderador </li></ul><ul><li> Formador Virtual , … </li></ul>A noção de E-Formador O QUE É UM E-FORMADOR?
  4. 4. <ul><li>Funções formativas no contexto do e-learning: </li></ul><ul><li>Concepção das acções </li></ul><ul><li>Implementação e condução, </li></ul><ul><li>Criação de conteúdos, etc. </li></ul>A noção de E-Formador Essas funções podem ser distribuídas por uma equipa de formação, ou executadas pela mesma pessoa: O E-Formador
  5. 5. <ul><li>Papel essencialmente de Tutor; </li></ul><ul><li>O E-Formador não ensina, facilita a aprendizagem; </li></ul><ul><li>Os “actos docentes” são centrados no formando; </li></ul><ul><li>Faz a mediação entre os conteúdos e o formando através da tecnologia. </li></ul>A noção de E-Formador O QUE DISTINGUE O E-FORMADOR?
  6. 6. <ul><li>Pessoa responsável por: </li></ul><ul><li>planear, implementar, orientar, monitorar e avaliar uma acção de formação em regime de e-learning. </li></ul>A noção de E-Formador NOÇÃO DE E-FORMADOR (RESUMO):
  7. 7. <ul><li>“ Na educação tradicional </li></ul><ul><li>o professor ensina, </li></ul><ul><li>na educação à distância </li></ul><ul><li>uma instituição ensina. </li></ul><ul><li>Esta é uma diferença radical” </li></ul>A noção de E-Formador FORMADOR TRADICIONAL VS E-FORMADOR Keegan (1988)
  8. 8. <ul><li>O Papel e as tarefas do </li></ul><ul><li>E-Formador </li></ul>
  9. 9. O Papel e as tarefas do E-Formador
  10. 10. O Papel e as tarefas do E-Formador
  11. 11. <ul><li>No processo de formação e que, de acordo com Mason (1998), tem três dimensões: </li></ul><ul><li>Alguns autores acrescentam um quarto tipo de interacção: </li></ul><ul><li>interacção entre o formando e a interface ou plataforma </li></ul>O Papel e as tarefas do E-Formador
  12. 12. <ul><li>Collison et al. (2000) dividem o papel do e-formador (que designam por e-moderator) em três categorias: </li></ul>O Papel e as tarefas do E-Formador
  13. 13. O Papel e as tarefas do E-Formador Por seu lado Berge (1995), classifica a intervenção dos moderadores em quatro áreas
  14. 14. <ul><li>“ Para poderem desempenhar a variedade das funções atrás referidas, os e-formadores devem possuir um conjunto de características pessoais, e habilidades e competências pedagógicas, tecnológicas e comunicacionais”. </li></ul><ul><li>Eloy Rodrigues </li></ul>O Papel e as tarefas do E-Formador Corolário
  15. 15. O Papel e as tarefas do E-Formador Hywel Thomas da Training Foundation, sintetizou, numa mnemónica de 4 P’s, as qualidades que os e-formadores devem possuir:
  16. 16. O Papel e as tarefas do E-Formador Tarefas dos e-formadores Acolhimento Criar e animar grupos Encorajar e motivar Promover a colaboração entre os Participantes Promover a interacção, participação e orientação Facilitar as discussões Fornecer retorno/resposta (feedback) rápido Monitorar o progresso Fornecer conselhos e apoio técnico Garantir o sucesso das conferências
  17. 17. O Papel e as tarefas do E-Formador Tarefas dos e-formadores Definir trabalhos e tarefas Controlar o ritmo Assegurar-se que os alunos estão a trabalhar ao ritmo certo Assegurar que os objectivos do curso são atingidos Dar informação e acrescentar conhecimento o Fornecer informação, desenvolver, clarificar, explicar Avaliar os participantes Controlar os progressos obtidos Fornecer comentários aos trabalhos dos alunos Avaliar o curso Concluir o curso Tornar-se facilitador de uma comunidade de aprendizagem
  18. 18. <ul><li>O que muda, particularmente, no desempenho do formador em contexto virtual de aprendizagem é a relação de espaço, tempo e comunicação com os formandos. </li></ul>O Papel e as tarefas do E-Formador
  19. 19. <ul><li>uma maior dedicação, </li></ul><ul><li>mais tempo na planificação, </li></ul><ul><li>preparação e acompanhamento do processo formativo </li></ul><ul><li> um maior apoio de uma equipa técnico- pedagógica </li></ul>O Papel e as tarefas do E-Formador Do E-Formador é necessário
  20. 20. <ul><li>Em suma </li></ul><ul><li>as tecnologias da informação e comunicação desencadearam novas estratégias de difusão da informação e novos modelos de comunicação, modificando atitudes e comportamentos face à formação </li></ul>O Papel e as tarefas do E-Formador
  21. 21. <ul><li>Os desafios do E-Formador </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Com a terceira geração de ensino a distância, a interacção diversifica-se e multiplica-se, através da emergência de uma comunidade de aprendizagem que lhe confere a dimensão social até então ausente permitindo novas abordagens pedagógicas e redefinindo o papel do professor e do estudante de ensino a distância. </li></ul>Os desafios do E-Formador Papel do tutor/ E- Formador no ensino
  23. 23. Os desafios do E-Formador Papel do tutor no ensino online Esta é uma mudança que se considera a vários níveis, radical.
  24. 24. <ul><li>O papel do tutor no ensino online complexifica-se e ganha um maior destaque relativamente àquele que desempenhou noutras gerações de ensino a distância. </li></ul><ul><li>O tutor online foi re-investido de muitas funções que habitualmente são atribuídas a um professor no ensino presencial e que, no ensino a distância, se procurava que fossem preenchidas pelos materiais de aprendizagem. </li></ul>Os desafios do E-Formador Papel do tutor no ensino online
  25. 25. <ul><li>O ensino online implica mudanças importantes na concepção do papel do tutor . </li></ul><ul><li>Ao introduzir o grupo como nova dimensão da interacção no ensino a distância, o ensino online permite que diferentes tipos de interacção se concretizem no mesmo contexto e realiza, no mesmo passo, uma viragem para a dimensão social da comunicação e da aprendizagem. </li></ul>Os desafios do E-Formador SUBTITULO
  26. 26. <ul><li>Nesta base, o tutor de ensino a distância regressa ao paradigma da sala de aula, embora a uma sala de aula com novas características. </li></ul>Os desafios do E-Formador Papel do tutor no ensino online
  27. 27. Os desafios do E-Formador Papel do tutor no ensino online Papel do formador em contexto presencial Tutor online Embora se assista a uma certa aproximação ao papel do professor em contexto presencial, ser tutor online é diferente de ser professor do ensino presencial.
  28. 28. Os desafios do E-Formador A tutoria online exige competências específicas, incluindo competências técnicas e, até, características pessoais especiais. Competências do tutor no ensino online
  29. 29. Os desafios do E-Formador Fonte:. Salmon (2000a: 40) Competências do tutor no ensino online Características Qualidades Compreensão do processo online, Confiança; Competências técnicas, Espírito Construtivo; Competências de comunicação online, Capacidade para Estimular o Desenvolvimento Domínio dos conteúdos Talento de Facilitação Características pessoais; Aptidão para Partilhar Conhecimento Criatividade.
  30. 30. <ul><li>As competências e abordagens pedagógicas necessárias neste novo contexto de ensino-aprendizagem não são automaticamente transferíveis para o ambiente online. </li></ul><ul><li>Requerendo, uma formação concreta que, idealmente, deverá passar por uma experiência de aprendizagem online prévia. </li></ul>Os desafios do E-Formador - Competências do tutor no ensino online
  31. 31. <ul><li>Ivan Illich (2001) </li></ul><ul><li>“ A medida que eu domino a ferramenta, eu preencho o mundo com sentido; mas à medida que a ferramenta me domina, ela molda a sua estrutura e impõem-me um ideia de mim mesmo ”. </li></ul>Os desafios do E-Formador
  32. 32. <ul><li>A relevância futura da </li></ul><ul><li>função de E-Formador </li></ul>
  33. 33. <ul><li>Ao analisar o mercado de e-learning há que não esquecer a sua relação com </li></ul><ul><li>a tecnologia, que apresenta algumas características específicas extremamente interessantes: </li></ul><ul><li>A tecnologia é cada vez mais flexivel, variável e adaptável; </li></ul><ul><li>A tecnologia é cada vez mais um bem comum, quase uma commodity; </li></ul><ul><li>As aplicações de software crescem a um ritmo alucinante; </li></ul><ul><li>Tem-se assistido nos últimos anos a uma rápida mudança nos standards da tecnologia e na concorrência em termos mundiais. </li></ul>A relevância futura da função de E-Formador O E-learning, uma área de actividade em plena expansão
  34. 34. <ul><li>Em 2010 a Europa deverá ser &quot;a economia baseada no conhecimento mais competitivo do mundo, capaz de um crescimento económico sustentável com mais e melhores postos de trabalho e maior coesão social&quot;. </li></ul><ul><li>(Conselho Europeu. Lisboa, Março de 2000) </li></ul>A relevância futura da função de E-Formador O E-formador é um agente económico competitivo.
  35. 35. <ul><li>&quot;Até o ano 2010, o mercado do e-Learning poderá alcançar 50 milhões de dólares anuais&quot;, revelou o artigo &quot;e-Learning&quot;, </li></ul><ul><li>divulgado pela consultora especializada em tecnologias emergentes, com o apoio de estudos realizados pelas empresas Cortona Consulting, Market Data Retrieval, e pela organização American Society for Training and Development. </li></ul>A relevância futura da função de E-Formador As oportunidades de negócio para o E-formador
  36. 36. <ul><li>60% dos fornecedores de formação portugueses oferecem serviços de e-learning; </li></ul><ul><li>A formação via web é utilizada maioritariamente em empresas com mais de 500 trabalhadores; </li></ul><ul><li>A taxa de utilização da aprendizagem mediada por recursos electrónicos nas acções formativas é somente de 20% </li></ul><ul><li>Existe um hiato de 40% entre a oferta e a procura </li></ul>A relevância futura da função de E-Formador A SITUAÇÃO DO E-LEARNING EM PORTUGAL
  37. 37. <ul><li>Principais Barreiras iniciais: </li></ul><ul><li>Iliteracia da população portuguesa </li></ul><ul><li>Fraca capacidade de investimento do tecido empresarial português </li></ul><ul><li>Implementação débil e pouco estruturada de projectos de formação a distância </li></ul><ul><li>Fraca qualidade dos conteúdos formativos </li></ul><ul><li>Elevado descrédito das reais virtualidades desta modalidade formativa </li></ul>A relevância futura da função de E-Formador A SITUAÇÃO DO E-LEARNING EM PORTUGAL
  38. 38. <ul><li>“ O e-Learning é apenas uma versão do uso das novas tecnologias de informação e comunicação para ajudar a transformar o mundo da educação e da formação, tendo Portugal de vencer este desafio para se tornar mais competitivo” , </li></ul><ul><li>Roberto Carneiro, antigo ministro da educação, à margem da Conferência Europeia de e-Learning em Lisboa. </li></ul>A relevância futura da função de E-Formador O FUTURO DO E-LEARNING EM PORTUGAL
  39. 39. <ul><li>O E-formador deve transmitir aos seus formandos as seguintes qualidades: </li></ul><ul><li>Adaptação </li></ul><ul><li>Comunicação </li></ul><ul><li>Flexibilidade </li></ul><ul><li>Motivação </li></ul><ul><li>Competência técnica </li></ul><ul><li>Competência Humana </li></ul>A relevância futura da função de E-Formador O E-FORMADOR, ACTOR PRINCIPAL DO FUTURO DO E-LEARNING
  40. 40. <ul><li>O Formador destaca-se como o principal agente para: </li></ul><ul><li>Melhorar o interesse dos formandos em relação ao E-LEARNING </li></ul><ul><li>Desenvolver o Mercado do E-LEARNING EM PORTUGAL </li></ul><ul><li>Desenvolver as qualificações técnicas dos formandos </li></ul><ul><li>Facilitar a aprendizagem através destas novas ferramentas. </li></ul>A relevância futura da função de E-Formador O E-FORMADOR, ACTOR PRINCIPAL DO FUTURO DO E-LEARNING
  41. 41. <ul><li>Portugal ainda está no inicio de uma nova aventura que ira proceder ao melhoramento global da produtividade e competitividade dos portugueses e do tecido empresarial nacional. Neste contexto evolutivo, o E-formador aparece como um actor essencial na transmissão e melhoramento das competências técnico-pedagógicas da população em geral. </li></ul>A relevância futura da função de E-Formador Conclusão
  42. 42. <ul><li>www.portaldos formadores .com </li></ul><ul><li>www.zona-s.pt </li></ul><ul><li>https://repositorium.sdum.uminho.pt/ </li></ul><ul><li>O papel do e-formador (formador a distância) deEloy Rodrigues da </li></ul><ul><li>Universidade do Minho - Serviços de Documentação </li></ul>Webgrafia
  43. 43. <ul><li>Papel do E-Formador </li></ul><ul><li>Carlos Pimenta </li></ul><ul><li>Célia Pereira </li></ul><ul><li>Jorge Martins </li></ul><ul><li>Marisa Ramoa </li></ul><ul><li>Maio/2010 </li></ul>

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