A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA




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A Expo’98 e o desenvolvimento
de Lisboa
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GRANDE LISBOA




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Grande Lisboa | Informação Geral




Conurbação da Área Metropolitana         ...
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   Grande Lisboa | 90s | Assimetria territorial da Zona Ribeirinha


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EXPO’98 | Uma oportunidade para renovar a parte oriental




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MODELO INSTITUCIONAL E
OPERACIONAL




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Modelo Institucional | Modelo Organizacional

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Modelo Institucional | Modelo Legal

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 Modelo Institucional | Modelo Financeiro

Um novo modelo de actuação no
terri...
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Princípios         Estratégia   ...
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Modelo Operacional | Estratégia pos EXPO’98

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VISÃO ESTRATÉGICA




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Visão Estratégica | Ligações prioritárias


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Visão Estratégica | Ligações prioritárias | Margem Sul




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Visão Estratégica | Ligações prioritárias | Centro da cidade




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Visão Estratégica | Oportunidade para replanear a frente ribeirinha




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Visão Estratégica | Reordenamento sócio produtivo
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Visão Estratégica | Reordenamento sócio produtivo
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Visão Estratégica | Integração urbana e sustentabilidade




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PLANEAMENTO URBANO




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Planeamento Urbano | Instrumentos legais

9 /10/ 1993 - são atribuídas à PARQU...
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Planeamento Urbano | Concurso internacional de ideias
1994 - Concurso de ideia...
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Planeamento Urbano | Mobilidade

 Articulação com a rede viária local e
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Planeamento Urbano | Plano de Urbanização | Funções Urbanas

  O território mu...
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Planeamento Urbano | Plano perspectivado com dois horizontes
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Planeamento Urbano | Distribuição de usos dominantes

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Planeamento Urbano | 1999 | Revisão do Plano de Urbanização
Após o sucesso int...
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1ª Fase | antes da EXPO’98




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1ª Fase | 1ª fase do planeamento urbano | 1993 – 1998


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   1ª Fase | Recinto da Exposição | dados globais




70 hectares de recinto d...
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     1ª Fase | Recinto da Exposição | Organização dos espaços




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1ª Fase | Recinto da Exposição | Construções permanentes e
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1ª Fase | Espaço público




Princípios           A doca como elemento estrutu...
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  1ª Fase | O Processo de Execução | principais infraestruturas
Galerias técni...
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   1ª Fase | Requalificação ambiental
Oportunidade estratégica para a renovaçã...
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1ª Fase | Equipamentos Âncora



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1ª Fase | Áreas Residenciais




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2ª Fase | pós EXPO’98




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     2ª Fase | Território multifuncional




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2ª Fase | Áreas residenciais




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2ª Fase | Equipamentos


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2ª Fase | Equipamentos desportivos

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 2ª Fase | Comércio, restauração e hotelaria




Instalação de proeminentes em...
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 2ª Fase | Centro de Negócios




Instalação de proeminentes empresas portugue...
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FACTORES-CHAVE DE SUCESSO




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Expo 98



    1993 |
             Criação da Parque EXPO 98 |Empresa com 100%...
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Factores-chave de sucesso | Um conceito de renovação urbana
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Factores-chave de sucesso
| Equipamentos âncora


  Pavilhão Atlântico        ...
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Factores-chave de sucesso
| Comércio, restauração, hotelaria e centro de negóc...
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IMPACTOS ECONÓMICOS




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Impactos Económicos| Os contributos para o desenvolvimento
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 Parque das Nações | Impactos
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         Transformar o Território,
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  1. 1. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA ZARAGOZA FEV 2007 | 1
  2. 2. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA A Expo’98 e o desenvolvimento de Lisboa Grande Lisboa Modelo institucional e operacional Visão estratégica Planeamento Urbano 1ª Fase | antes da EXPO’98 2ª Fase | pós EXPO’98 Factores chave de sucesso Impactos Económicos ZARAGOZA FEV 2007 | 2
  3. 3. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA GRANDE LISBOA ZARAGOZA FEV 2007 | 3
  4. 4. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Grande Lisboa | Informação Geral Conurbação da Área Metropolitana Cidade de Lisboa 84,8 km2 18 Municípios | 2.935 km2 6.246,1 habitantes / km2 2.661.850 habitantes / 2001 546.657 habitantes / 2001 ZARAGOZA FEV 2007 | 4
  5. 5. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Grande Lisboa | 90s | Assimetria territorial da Zona Ribeirinha Zona Ocidental Zona Oriental Equipamentos culturais e de lazer Isolamento e segregação Área qualificada afastamento da cidade do rio ZARAGOZA FEV 2007 | 5
  6. 6. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA EXPO’98 | Uma oportunidade para renovar a parte oriental ZARAGOZA FEV 2007 | 6
  7. 7. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA MODELO INSTITUCIONAL E OPERACIONAL ZARAGOZA FEV 2007 | 7
  8. 8. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Modelo Institucional | Modelo Organizacional Criação da Empresa Pública Parque EXPO’98, SA, com duas missões principais: 1. Desenvolver um projecto de renovação urbana do território onde iria ter lugar a Exposição Mundial de Lisboa EXPO’98. 2. Implementar o projecto de renovação urbana e de requalificação ambiental de uma área de 330 hectares na degradada zona oriental de Lisboa. Para este objectivo, a Parque EXPO’98 SA foi dotada de poderes administrativos especiais que concentraram em si, uma única entidade, o centro de decisão da operação. ZARAGOZA FEV 2007 | 8
  9. 9. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Modelo Institucional | Modelo Legal Um novo modelo de actuação no território Princípio um território / uma entidade gestora Desafectação do domínio público do estado os bens sob jurisdição da administração do Porto Regime específico de ordenamento urbano para a Zona de Intervenção ZARAGOZA FEV 2007 | 9
  10. 10. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Modelo Institucional | Modelo Financeiro Um novo modelo de actuação no território princípio da auto-sustentabilidade dependência de project finance privado garantias do Estado Português ZARAGOZA FEV 2007 | 10
  11. 11. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Modelo Operacional | Metodologia Princípios Estratégia Programação Project management Pressupostos Desenvolvimento urbano Conceito Master Plan Plano Geral Plano 1 Plano 2 Layout / Plano 3 Evento conteúdos Plano 4 Marketing 1998 ZARAGOZA FEV 2007 | 11
  12. 12. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Modelo Operacional | Estratégia pos EXPO’98 Pré-determinar usos para cada pavilhão, considerando a sua integração na nova centralidade de Lisboa no período pos-Expo’98. Integrar os espaços públicos e as infraestruturas da Expo’98 no Plano Geral. Considerar uma estratégia que aproveite a vantagem da atracção da Expo’98 no Plano Geral através: | Da criação de uma nova dinâmica nos hábitos da população | Da criação de branding Constituir, desde o início do processo, uma organização que garanta a coordenação durante a Expo’98 e durante o período de transição pos- Expo’98. Criar um sistema de monitorização para o Plano tendo em consideração o impacto na operação global. ZARAGOZA FEV 2007 | 12
  13. 13. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA VISÃO ESTRATÉGICA ZARAGOZA FEV 2007 | 13
  14. 14. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Visão Estratégica | Ligações prioritárias com o aeroporto com a margem sul com o centro da cidade ZARAGOZA FEV 2007 | 14
  15. 15. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Visão Estratégica | Ligações prioritárias | Aeroporto ZARAGOZA FEV 2007 | 15
  16. 16. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Visão Estratégica | Ligações prioritárias | Margem Sul ZARAGOZA FEV 2007 | 16
  17. 17. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Visão Estratégica | Ligações prioritárias | Centro da cidade ZARAGOZA FEV 2007 | 17
  18. 18. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Visão Estratégica | Oportunidade para replanear a frente ribeirinha Nova polarização urbana Valorização e singularidade do território => necessidade de um conceito urbano qualificador e diferenciador ZARAGOZA FEV 2007 | 18
  19. 19. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Visão Estratégica | Reordenamento sócio produtivo | Nova centralidade multifuncional relevância económica, comercial lúdica prevalência dos equipamentos culturais ZARAGOZA FEV 2007 | 19
  20. 20. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Visão Estratégica | Reordenamento sócio produtivo | projecto de escala metropolitana sinergia com a envolvente melhoria na qualidade de vida mobilidade territorial ZARAGOZA FEV 2007 | 20
  21. 21. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Visão Estratégica | Integração urbana e sustentabilidade ZARAGOZA FEV 2007 | 21
  22. 22. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA PLANEAMENTO URBANO ZARAGOZA FEV 2007 | 22
  23. 23. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Planeamento Urbano | Instrumentos legais 9 /10/ 1993 - são atribuídas à PARQUE EXPO’98 SA as competências de planeamento e gestão do território. 15 /07/ 1994 - é aprovado o Plano de Urbanização da Zona de Intervenção da EXPO’98. 31 /12/ 1999 - é aprovada a Revisão do Plano de Urbanização da Zona de Intervenção da EXPO’98. PLANO DE URBANIZAÇÃO - UNIDADES OPERATIVAS ZARAGOZA FEV 2007 | 23
  24. 24. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Planeamento Urbano | Concurso internacional de ideias 1994 - Concurso de ideias para o conceito da exposição Plano de Urbanização para a Zona de Intervenção da EXPO’98 ZARAGOZA FEV 2007 | 24
  25. 25. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Planeamento Urbano | Mobilidade Articulação com a rede viária local e reconfiguração do sistema regional. Estratégia integrada dos diferentes modos de transporte público ZARAGOZA FEV 2007 | 25
  26. 26. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Planeamento Urbano | Plano de Urbanização | Funções Urbanas O território multifuncional, com uma forte intervenção ambiental ÁREAS VERDES EQUIPAMENTO HABITAÇÃO SERVIÇOS COMÉRCIO LAZER ZARAGOZA FEV 2007 | 26
  27. 27. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Planeamento Urbano | Plano perspectivado com dois horizontes 1998 2010 ZARAGOZA FEV 2007 | 27
  28. 28. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Planeamento Urbano | Distribuição de usos dominantes Habitação: 1.240.000m2 Escritórios: 610.000m2 Comércio: 170.000m2 Outros: 300.000m2 Total: 2.320.000m2 2010 ZARAGOZA FEV 2007 | 28
  29. 29. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Planeamento Urbano | Planos de Pormenor PP3 Arq. Troufa Real . Zona Sul . 390.000m2 PP1 Arq. Tomás Taveira . Zona Central . 500.000m2 PP2 Arq. Manuel Salgado / Risco . Recinto Expo . 610.000m2 PP4 Arq. Cabral de Melo / M. Almeida . Zona Norte . 720.000m2 PP5 Arq. Nuno Teotónio Pereira . 110.000 m2 PP6 Arq. Joao Nunes . 1 170 .000m2 ZARAGOZA FEV 2007 | 29
  30. 30. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Planeamento Urbano | 1999 | Revisão do Plano de Urbanização Após o sucesso internacional da EXPO´98, a Parque EXPO´98 operou em tempo recorde, um plano de urbanização que transformou radicalmente uma zona perdida numa nova centralidade urbana. Distribuição Territorial | Área de construção | Privado (residencial, comércio, serviços) 962.550 m2 Residencial 1.239.465 m2 Infraestruturas urbanas 573.750 m2 Escritório 636.479 m2 Público (espaços verdes e frente ribeirinha) 1.864.400 m2 Comércio 198.670 m2 Aquático/hídrico (doca e marina) 102.000 m2 Outros 419.127 m2 Total 3.502.700 m2 Total 2.493.741 m2 ZARAGOZA FEV 2007 | 30
  31. 31. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 1ª Fase | antes da EXPO’98 ZARAGOZA FEV 2007 | 31
  32. 32. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 1ª Fase | 1ª fase do planeamento urbano | 1993 – 1998 Informação Geral | Expropriações e demolições. Planeamento e projectos. Descontaminação do solo. Infraestrutura urbana (área de intervenção e envolvente) Concepção/execução da EXPO’98. Concepção/execução do espaço público. 1ª fase de comercialização de lotes Construção/desenvolvimento das utilidades públicas Informação numérica | Construção para a EXPO’98 180.000 m2 (estruturas definitivas) Promoção imobiliária 520.000 m2 (habitação/comércio/serviços) ZARAGOZA FEV 2007 | 32
  33. 33. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 1ª Fase | Recinto da Exposição | dados globais 70 hectares de recinto da Exposição 2 | áreas internacionais 309.000 m2 de área total de construção, 5 | pavilhões temáticos 146 | países com 179.000 m2 de construção permanente, 14 | organizações internacionais e 130.000 m2 de estruturas temporárias 132 | dias de festa ZARAGOZA FEV 2007 | 33
  34. 34. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 1ª Fase | Recinto da Exposição | Organização dos espaços | Entradas 2.600 m2| Pavilhões dos Patrocinadores (participações não oficiais) 69.000 m2| Pavilhões dos Participantes Oficiais 98.000 m2| Centro de Exposições / Galerias 4.200 m2| Organizações Internacionais 39.700 m2| Áreas administrativas e serviços 7.600 m2| Organizações Nacionais | Áreas logísticas e de animação ZARAGOZA FEV 2007 | 34
  35. 35. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 1ª Fase | Recinto da Exposição | Construções permanentes e temporárias 179.000 m2 | Construções permanentes 130.000 m2 | Estruturas temporárias ZARAGOZA FEV 2007 | 35
  36. 36. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 1ª Fase | A Exposição 10.128.204 - visitantes ZARAGOZA FEV 2007 | 36
  37. 37. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 1ª Fase | Espaço público Princípios A doca como elemento estruturante subjacentes para o A frente ribeirinha projecto do espaço publico: Articulação entre as zonas pedonais e rede viária Espaço público de lazer integrado na área urbana ZARAGOZA FEV 2007 | 37
  38. 38. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 1ª Fase | O Processo de Execução | principais infraestruturas Galerias técnicas subterrâneas Telecomunicações em fibra óptica Água Electricidade Sistema de aquecimento e arrefecimento Recolha centralizada de resíduos sólidos (RSU) Utilidades públicas ZARAGOZA FEV 2007 | 38
  39. 39. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 1ª Fase | Requalificação ambiental Oportunidade estratégica para a renovação urbana e requalificação ambiental: descontaminação dos solos despoluição da foz do Rio Trancão selagem do aterro sanitário de Beirolas ZARAGOZA FEV 2007 | 39
  40. 40. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 1ª Fase | Equipamentos Âncora Novos equipamentos culturais, de lazer e transportes: Pavilhão Atlântico Oceanário Pavilhão de Portugal Teatro Camões Pavilhão do Conhecimento Torre Vasco da Gama Estação do Oriente ZARAGOZA FEV 2007 | 40
  41. 41. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 1ª Fase | Áreas Residenciais ZARAGOZA FEV 2007 | 41
  42. 42. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 2ª Fase | pós EXPO’98 ZARAGOZA FEV 2007 | 42
  43. 43. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 2ª Fase | Plano de Execução | 2.ª Fase de Urbanização | 1998 - 2006* Informação Geral | Demolição das estruturas modulares da exposição Conclusão dos trabalhos de urbanização e de espaços públicos Concepção e desenvolvimento do projecto de gestão urbana Conclusão da comercialização de terrenos e arranque da 2.ª fase de promoção imobiliária Consolidação das infraestruturas e outras utilidades públicas Informação numérica | Habitantes (previsão) 25.000 Final de 2006 é a data previsível para a Trabalhadores (previsão) 22.500 conclusão do projecto ZARAGOZA FEV 2007 | 43
  44. 44. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 2ª Fase | Território multifuncional Espaços Verdes e de Área Residencial Equipamentos Área Empresarial Lazer ZARAGOZA FEV 2007 | 44
  45. 45. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 2ª Fase | Áreas residenciais ZARAGOZA FEV 2007 | 45
  46. 46. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 2ª Fase | Equipamentos Novos equipamentos de saúde e ensino: Schools Creches e jardins de infância Escolas pré-primaria Ensino básico e secundário Ensino superior Ensino técnico Residências para estudantes IPJ – Instituto Português da Juventude Associação Cultura Sénior Hospital CUF Descobertas ZARAGOZA FEV 2007 | 46
  47. 47. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 2ª Fase | Equipamentos desportivos Novas áreas desportivas: Pavilhão Atlântico Centro Náutico do Oceanário de Lisboa Club House «Skate Park» Terreiro dos Radicais Clube de ténis Tejo Bike Campo de futebol Espaço público ZARAGOZA FEV 2007 | 47
  48. 48. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 2ª Fase | Comércio, restauração e hotelaria Instalação de proeminentes empresas portuguesas e multinacionais: Centro Comercial Vasco da Gama, Hotel Tryp Oriente (****), Hotel Art's Vip Executive (****), Hotel Tivoli Tejo (****), Hotel Olissippo Oriente (****), Casino Lisboa ZARAGOZA FEV 2007 | 48
  49. 49. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA 2ª Fase | Centro de Negócios Instalação de proeminentes empresas portuguesas e multinacionais: Adidas Portugal, EMI Music Portugal, EURO RSCG, Vodafone, Sony, IBM, SportTV, Grupo Amorim, Seat, Mitsubishi, BMW, Sonaecom, SABIOL - Sociedade Agro-Biológica, Agência Europeia de Segurança Marítima, FIL - Feira Internacional de Lisboa ZARAGOZA FEV 2007 | 49
  50. 50. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA FACTORES-CHAVE DE SUCESSO ZARAGOZA FEV 2007 | 50
  51. 51. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Expo 98 1993 | Criação da Parque EXPO 98 |Empresa com 100% de capital público (Governo Português 99.07%, Municipalidade de Lisboa 0.93%) até1998 | Requalificação e consolidação da área de intervenção (Parque das Nações) Exposição Mundial (EXPO ’98) 2000 | A empresa completa a intervenção ZARAGOZA FEV 2007 | 51
  52. 52. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Factores-chave de sucesso | Um conceito de renovação urbana inovador e versátil Um conceito objectivo | uma nova centralidade Escala Metropolitana equipamentos âncora | novas acessibilidades Escala Local multifuncionalidade | arquitectura singular | espaço público Modelo Institucional Planeamento | Desenho urbano | Rápida aprovação de projectos Infraestruturas inovadoras RSU | redes de climatização centralizadas | galerias técnicas Requalificação ambiental Marketing territorial ZARAGOZA FEV 2007 | 52
  53. 53. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Factores-chave de sucesso | Equipamentos âncora Pavilhão Atlântico 500.000 visitantes/ano eventos (2005) 103 Oceanário 943.000 visitantes/ano (2005) Teatro Camões 50.000 visitantes (2005) Pavilhão do Conhecimento 290.000 visitantes (2005) Estação do Oriente 65.000.000 visitantes/ano (2005) Teleférico 320.000 visitantes/ano (2005) Ensino pré-escolar 140+55 alunos (2005/2006) básico e secundário 700 alunos (2005/2006) superior 750+1600 alunos (2005/2006) tecnológico 350 alunos (2005/2006) Hospital CUF Descobertas 159 camas ZARAGOZA FEV 2007 | 53
  54. 54. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Factores-chave de sucesso | Comércio, restauração, hotelaria e centro de negócios área estimativa de emprego gerado Vodafone 35.195 m2 emprego 2.346 Sony 6.746 m2 emprego 450 BMW 1.290 m2 emprego 86 Agencia Europeia de Segurança Marítima 7.000 m2 emprego 467 Serviços (total) 507.887 m2 emprego 33.859 Feira Internacional de Lisboa 500.000 visitantes (2005) eventos (2004) 30 Casino Lisboa 2.000.000 visitantes/ano (expectativa) Hotéis (4 unidades) 968 quartos Restauração e bebidas 54 estabelecimentos capacidade 7.550 Centro Comercial Vasco da Gama 20.156.000 visitantes (2004) lojas 167 Estacionamentos (Parque Expo) 525.000 viaturas (2005) ZARAGOZA FEV 2007 | 54
  55. 55. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA IMPACTOS ECONÓMICOS ZARAGOZA FEV 2007 | 55
  56. 56. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Impactos Económicos| Os contributos para o desenvolvimento económico Investimento do Estado Português - 561 M € Investimento Comunitário - 200 M € Um total de 761 M € de investimento público gerou 4.435 M € de retorno em impostos directos para o estado Português 1/3 do aumento do PIB em 1998 foi devido ao projecto da EXPO´98 Emprego indirecto | 1994 / 98 – 18.000 1997 – 19.000 1998 – 23.000/29.000 Nº of Touristas em 1998 aumentou 10% Proveitos do turismo em 1998 aumentou 13% ZARAGOZA FEV 2007 | 56
  57. 57. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Parque das Nações | Impactos | Investimento e perspectivas de Receitas 2.300.000 m2 X 2.500 € / m2 Estado Português 25% Receita Fiscal para o 8X Estado Português 0.5 Biliões € gerada pelo projecto União Europeia 10% 4.4 Biliões € Terrenos 0.2 Biliões € Projectos Turismo Infraestruturas Construção Banca 65% Construção Municípios Mediação 1.3 Biliões € Património 9.2 Biliões € ZARAGOZA FEV 2007 | 57
  58. 58. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA ZARAGOZA FEV 2007 | 58
  59. 59. A EXPO 98 E O DESENVOLVIMENTO DE LISBOA Transformar o Território, Promover qualidade de vida, Acrescentar valor www.parqueexpo.pt ZARAGOZA FEV 2007 | 59

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