Avaliar unisuam

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Avaliar unisuam

  1. 1. AVALIAR UNISUAM Elaborado por Prof. Dr. Carlos Alberto Figueiredo da Silva
  2. 2. PROJETO AVALIAR UNISUAM O ano de 2013 foi definido como o “Ano da Avaliação na UNISUAM”. A partir daí, estamos a refletir sobre diversos aspectos, variáveis, problemas que interferem em nosso cotidiano. Em nossos encontros, temos nos remetido a artigos, vídeos, entrevistas, dinâmicas, com o intuito de produzirmos inovações nesse campo. Além disso, é necessária a produção de um documento que regulamente os procedimentos de avaliação da aprendizagem, para além das regras que já se encontram descritas nos diferentes manuais. Nesta apresentação você irá rever os principais tópicos discutidos, bem como o material que foi utilizado.
  3. 3. Educação, avaliação qualitativa e inovação Texto do Professor Pedro Demo, disponível no sítio http://www.publicacoes.inep.gov.br/arquivos/ %7B9CE8A069-41E9-42BC-BF85- 32CF01E43CB8%7D_Td%2036.pdf Apresentação: Prof. Carlos Figueiredo Profª Cláudia Costa
  4. 4. Universidade • Do ensino? • Da aprendizagem?
  5. 5. A universidade • Analisa ou enfrenta os problemas?
  6. 6. Desafio da Aprendizagem • Do estudante • Do Professor
  7. 7. Por que o aluno vem à universidade? • Autor? • Ator? • Reprodutor? “O aluno tem de se tornar autor”
  8. 8. Peça chave • O Professor
  9. 9. Aprendizagem • Aprender exige pesquisa • O professor tem de ser autor para que o aluno também o seja.
  10. 10. O primordial • Não poder ser: • A aula • O ensino • A instrução
  11. 11. O primordial • O primordial é a aprendizagem • “A obsessão para transmitir conteúdos precisa ser combatida, porque nada tem a ver com aprendizagem e produção própria de conhecimento”
  12. 12. Professor • Ensine menos e aprenda mais.
  13. 13. Professor • Mantenha-se em exercício de autoria.
  14. 14. Professor • Aprenda a produzir conteúdo próprio e estimule os alunos para produzirem seus próprios conteúdos.
  15. 15. Avaliação • É crucial que a avaliação seja diagnóstica e preventiva. • É processo.
  16. 16. O TESTE DA PROVA Gregory Cizek – Professor da Universidade da Carolina do Norte é especialista em avaliação e defende a AVALIAÇÃO CONTÍNUA. Para acessar a entrevista que dá suporte a próxima parte, vá ao sítio http://revistaeducacao.uol .com.br/textos/191/o- teste-da-prova-278726- 1.asp Apresentação: Prof. Carlos Figueiredo Profª Cláudia Costa
  17. 17. Validade das provas • O teste (a prova) está medindo conteúdos previstos pelo currículo e/ou ensinados em sala de aula?
  18. 18. Indicador de validade • Entretanto, o indicador de validade é apenas uma das informações necessárias para aferir a precisão das provas.
  19. 19. Indicador de confiabilidade • Este indicador está vinculado a uma medida de erro. É a diferença entre o valor obtido através de um processo de medição de uma grandeza e o seu valor verdadeiro.
  20. 20. Wikipédia • O ato de medir é, em essência, um ato de comparar, e essa comparação envolve erros de diversas origens (dos instrumentos, do operador, do processo de medida etc.). • Quando se pretende medir o valor de uma grandeza, pode-se realizar apenas uma ou várias medidas repetidas, dependendo das condições experimentais particulares ou ainda da postura adotada frente ao experimento. Em cada caso, deve-se extrair do processo de medida um valor adotado como melhor na representação da grandeza e ainda um limite de erro dentro do qual deve estar compreendido o valor real.
  21. 21. Validade e Confiabilidade • VALIDADE – Entender o que os números realmente significam não é simples. • CONFIABILIDADE – O quão consistente é a medida quando o teste é aplicado em diversos grupos de indivíduos?
  22. 22. A indicialidade da prova • Fazemos inferências que necessariamente podem não estar corretas. • Os indícios apontam para hipóteses. • Há necessidade de refletirmos sobre os resultados numéricos. • Há necessidade de se observar o currículo e o conteúdo que está sendo ministrado em sala de aula. • Há de se observar os objetivos a serem atingidos. • A avaliação deve ser contínua.
  23. 23. • A prova está a medir o que se propõe a medir?
  24. 24. Albert Einsten “Existem coisas que contam e não podem ser contadas, e coisas que são contadas mas não contam.”
  25. 25. Avaliação da Aprendizagem • Vídeo do Prof. Cipriano Luckesi • http://www.youtube.com/watch? v=JqSRs9Hqgtc
  26. 26. Avaliação e Aprendizagem na Educação Superior O texto para esta parte é de Joe Garcia e pode ser baixado no sítio http://www.fcc.org.br/pesquisa/publicacoes/eae/ arquivos/1489/1489.pdf Apresentação: Prof. Dr. Geraldo Motta
  27. 27. Resumo • Relação entre Avaliação e Aprendizagem na Educação Superior • Influência das práticas de avaliação sobre os alunos • Importância das escolhas avaliativas exercidas pelos professores que atuam na graduação
  28. 28. Introdução • Desafio: transformar o currículo e redesenhar as experiências de aprendizagem • Reestruturação do Currículo → uma revisão nas práticas de avaliação e aprendizagem • O que avaliar? • Como avaliar? • Quais os melhores métodos para avaliar aprendizagem?
  29. 29. Introdução • Três tipos de Avaliação: diagnóstica, somativa ou formativa. • Cultura Avaliativa: predomina a utilização de provas escritas aplicadas de forma estanque • Como formar indivíduos capazes de elaboração teórico-conceitual se avaliamos apenas a capacidade de reter determinado conjunto de informações factuais?
  30. 30. Avaliação e Aprendizagem Avaliação exerce influência significativa sobre a aprendizagem dos estudantes. As experiências “sofridas” pelo aluno podem influenciar o modo como ele: 1.planeja e utiliza o seu tempo de estudo; 2.atribui prioridade às diversas atividades acadêmicas; 3.se prepara para as próximas avaliações.
  31. 31. Avaliação e Aprendizagem “O aluno fica impregnado pela cultura avaliativa de um determinado curso ou Instituição” “Diferentes tipos de avaliação determinam diferentes atitudes de aprendizagem dos estudantes”
  32. 32. Abordagens de Aprendizagem • Marton e Säljö (1976) • Abordagem Profunda → envolve o esforço efetivo de análise e compreensão de conceitos e princípios • Abordagem de Superfície → está relacionada à memorização de conteúdos factuais, desarticulada de compreensão efetiva e retenção de longo termo
  33. 33. Abordagens de Aprendizagem • Avaliações de perspectiva somativa atendem melhor às expectativas de uma aprendizagem superficial • Avaliações de natureza formativa favorecem uma aprendizagem profunda “Os estudantes interagem com os conteúdos curriculares para obter aquilo que lhes parece necessário aprender”
  34. 34. Abordagens de Aprendizagem Transformar e avançar as práticas de ensino de modo a adaptá-las às abordagens de aprendizagem dos alunos X Influenciar através das práticas avaliativas o modo como os alunos decidem por determinada abordagem de aprendizagem Marton e Säljö (1997), Biggs (1999), Cowman (1998), Entwistle e Tait (1990), Struyven, Dochy e Janssens (2005)
  35. 35. Avaliação e Estilos de Pensamento •Richard Sternberg(1997) em seu livro Thinking Styles apresenta o conceito de Estilo de Pensamento. •Avaliação influencia no Estilo de Pensamento do aluno. A preocupação dos alunos em saber o “jeito” como supostamente os professores “gostam” da redação das respostas em uma prova escrita, ou a estrutura e o conteúdo de um trabalho.
  36. 36. Considerações Finais • As práticas de avaliação apresentam diversas implicações sobre as atitudes de aprendizagem • As escolhas avaliativas do professor ampliam ou limitam as oportunidades de aprendizagem • A prática avaliativa do professor é um Marco Referencial para a abordagem de aprendizagem dos estudantes (nível de esforço, estratégia de estudo, conteúdos a serem priorizados, percepção)
  37. 37. Aprendizagem • http://www.youtube.com/watch?v=Pz4vQM_EmzI&feature=related
  38. 38. PROPOSTA DO GRUPO 4 AVALIAÇÃO UNIFICADA Componentes: Professores Luiz Felipe, Claudia, Sergio Barbosa, Marilane e Luciane Fundamentação: A UNISUAM carece de uma política de avaliação e orientações para o corpo docente de técnicas para construção de Instrumentos de avaliação. Isto se evidencia através de alguns indicadores gerenciais indícios de comprometimento à imagem da Instituição com os resultados das avaliações do MEC (ENADE) e mercado de trabalho. Logo, entende-se que com a adoção de uma proposta de avaliação unificada a UNISUAM terá uma política institucionalizada e com melhores ferramentas de gestão para cobrança de resultados junto ao corpo docente e aferição com maior eficácia o nível de aprendizagem dos alunos, tomando como base as ementas das disciplinas. Proposta: Definir uma Normativa para Avaliação Unificada para todas as disciplinas dos cursos da UNISUAM com as seguintes diretrizes: Definição de uma equipe de trabalho pelo NDE. Priorizar os TI´s; A equipe terá a responsabilidade de criar um banco de questões do curso; O NDE terá a responsabilidade de aprovar o Instrumento de Avaliação sem o conhecimento do corpo docente, bem como definir as técnicas necessárias para construção do instrumento avaliativo; Na aplicação do Instrumento de Avaliação poderá ser adotado o critério de separação dos alunos por quartis já cumpridos na grade curricular: até 30% da grade; de 31% a 60% da grade; de 61% a 80% da grade e acima de 80% da grade. Vantagens: Definir uma política e normativa com orientação clara para o corpo discente. Melhorar os Instrumentos de Avaliação aferindo o nível de aprendizagem dos alunos nas disciplinas. Buscar o fiel cumprimento das ementas. Desvantagem: Apesar da proposta ter como ideia central otimizarmos os TI´s, poderá haver acréscimo de custo com a necessidade de remunerar docentes não TI´s
  39. 39. PROPOSTA DO GRUPO 1 AUTOAVALIAÇÃO DISCENTE Componentes: Professores Carlos Figueiredo, Carlos Xerfan, Maria Angélica, Adriana Martins. Fundamentação A avaliação da aprendizagem é um dos temas mais frequentes nas discussões pedagógicas em todos os níveis. Qual é o sentido de avaliar? O se deseja com isto? A quem cabe avaliar? O que é avaliado? Quem é avaliado? Poderíamos enumerar centenas de questões como estas. Entretanto, algo nos incomoda de forma mais contundente: os instrumentos de medida que utilizamos conseguem de forma efetiva nos auxiliar na avaliação? E a participação do aluno no processo de avaliação? Ele tem voz? Dever-se-ia transferir algumas das ações de avaliação para o aluno? O que se busca? Que o aluno consiga desenvolver a autonomia necessária para adquirir competências? O processo de avaliação poderia desenvolver a autonomia do aluno? Proposta O professor, grosso modo, tem 3 competências instrumentais básicas: planejar, executar e avaliar. Nossa proposta focaliza a terceira competência e, neste sentido, propõe uma participação ativa do aluno no processo de avaliação. Parte da competência do professor seria transferida para o aluno. Assim, após a correção das provas pelo professor, no dia em que se convencionou realizar a “vista de prova”, o aluno faria também a correção de sua prova, com a possibilidade de recuperar pontos perdidos. Por exemplo, numa questão que valia 1,0 ponto, questão esta que o aluno errou totalmente, caso ele consiga desenvolver um texto no qual discuta o que errou, por que errou, qual é a resposta correta e em que ele se apoia para apontar a resposta correta, o professor poderia considerar uma pontuação de até 20% nesta questão, o que lhe daria 0,2 pontos e assim sucessivamente com as outras questões. Uma prova com 5 questões, cada uma delas valendo 2 pontos, e o aluno obtém nota 5, a partir da análise do professor, o aluno poderia recuperar até 20% em cada questão. Ou seja, na primeira questão em que havia conseguido 1,0, na (re)correção passaria a ter 1,2. Se nas outras questões ocorresse o mesmo, a nota inicial que era 5,0 passaria a ser 6,0. Vantagens. Desenvolvimento da aprendizagem criativa. Ação sobre os conteúdos ministrados. Amadurecimento das relações entre alunos e professores. Responsabilidade pela aprendizagem. Desvantagem. Em turmas grandes, a operacionalização desta proposta pode não ser viável.
  40. 40. Sugestões do Prof. Geraldo Motta para compor o regulamento ou orientações para a realização de provas PARA O ALUNO • Evite chegar atrasado nos dias de aplicação de provas. • Antes do início da aplicação da prova procure ir ao banheiro e relaxar um pouco. Um bom estado de espírito e um pouco de tranquilidade são importantes para um bom desempenho na prova. • O professor irá iniciar a prova 15 minutos após o horário de início da aula, ou seja, às 08h45min no turno da manhã e às 18h45min no turno da noite. • Ao iniciar a prova, o professor irá estabelecer o tempo de duração da prova e definir um atraso máximo, nunca inferior a 30 minutos, para que os alunos que cheguem depois de iniciada a prova ainda possam realizá-la. • Em hipótese nenhuma será permitdo que um aluno entre na sala para fazer a prova depois que o primeiro aluno tenha saído. • Antes de receber a prova guarde todo o seu material deixando sobre a mesa apenas caneta, lápis, borracha e calculadora, caso a calculadora seja permitida em sua prova. • Certifique-se também de que seu telefone celular e demais aparelhos eletrônicos encontram-se desligados e devidamente guardados dentro de sua mochila ou bolsa. O professor irá zerar imediatamente a prova de qualquer aluno flagrado utilizando o telefone celular ou outro dispositivo eletrônico durante a realização da prova. • Ao receber sua prova verifique se ela está legível e contém o total de folhas indicado pelo professor, assinando-a imediatamente. • Procure resolver todas as questões da prova à caneta e seguindo as demais orientações existentes no cabeçalho da prova, quando houver. • Procure manter o silêncio, evitando chamar o professor ou fazer perguntas durante a realização da prova pois isto prejudica a concentração e o raciocínio de seus colegas. • Para as provas com consulta, providencie seu próprio material de consulta, uma vez que não será permitida a utilização do mesmo material por mais de um aluno durante a prova. Caso isto aconteça, o professor irá imediatamente zerar as provas dos dois alunos que estão compartilhando material. • Ao término do tempo estabelecido para a realização da prova entregue-a imediatamente quando solicitado pelo professor. • Depois de terminar a prova recolha cuidadosamente todo o seu material e saia da sala levando todos os seus pertences. • Em hipótese alguma será permitido que um aluno que já terminou a prova retorne para o interior da sala. • Não se utlize de nenhum tipo de folha de papel além das folhas da prova e nem tente falar com outro aluno durante a realização da prova mesmo que não tenha a intenção de “colar”. O professor irá zerar imediatamente a prova do(s) aluno(s) que esteja(m) incorrendo neste tipo de comportamento inadequado. • Todas as provas zeradas devido a comportamentos ilícitos dos alunos serão encaminhadas pelo professor diretamente à coordenação do curso.
  41. 41. PARA O PROFESSOR • Evite chegar atrasado nos dias de aplicação de provas. • Utilize os primeiros 15 minutos de aula para arrumar a sala e organizar os alunos em seus lugares, começando a prova às 08h45min no turno da manhã e 18h45min no turno da noite. • Estabeleça de forma clara o tempo de duração da prova e o tempo mínimo de permanência do aluno dentro da sala, nunca inferior a 30 minutos, para que os alunos com um atraso não exagerado possam entrar na sala antes que o primeiro aluno tenha saído. • Jamais permita que um aluno começe a fazer a prova depois que outros alunos já tenham terminado a prova e saído da sala. • Jamais permita que um aluno que já terminou a prova retorne para o interior da sala. • Em caso de provas sem consulta, exija que o aluno mantenha todo o seu material guardado durante a realização da prova, ficando sobre a mesa apenas caneta e/ou lápis e as folhas de prova. • Em caso de provas com consulta, nunca permita que o mesmo material de consulta seja utilizado por mais de um aluno. Cada aluno deve providenciar seu próprio material para consulta durante a prova. • Evite preencher diários, corrigir provas ou realizar quaisquer outras atividades que tomem a sua atenção durante a aplicação das provas. • Mantenha sua atenção inteiramente voltada para os alunos durante toda a realização da prova, procurando evitar comportamentos ilícitos por parte dos alunos. • Estabeleça regras bem claras quanto a possibilidade ou não do uso de calculadoras durante a prova, determinando inclusive o tipo de calculadora que pode ser utilizado. Em hipótese alguma permita que o aparelho celular seja usado como uma calculadora durante uma prova. • Proiba o uso de celulares e outros aparelhos eletrônicos durante a realização da prova, solicitando aos alunos que guardem estes dispositivos desligados dentro de suas bolsas ou mochilas. • Acompanhe a ata de prova durante a sua passagem pelos alunos, de modo que cada aluno assine a ata sob a sua observação. • Não permita que um aluno saia da sala para ir ao banheiro durante a realização da prova. • Exija preferencialmente que o aluno faça toda a prova à caneta ou, a seu cirtério, no mínimo exija que o aluno escreva todas as respostas à caneta em local prório para isso na prova. • Não hesite em zerar a prova de alunos flagrados utilizando o telefone celular ou qualquer outro dispositivo eletrônico durante a prova. • Não hesite em zerar a prova de alunos flagrados fazendo uso de papéis com “cola”, grampeando os papéis na própria prova. • Encaminhe à coordenação do curso todas as provas zeradas devido a comportamentos ilícitos dos alunos. Caso o aluno deseje, poderá pegar a sua prova na coordenação. • Seja rigoroso no cumprimento do tempo estabelecido para a realização da prova, sendo este nunca inferior a duas horas para disciplinas de quatro tempos.

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