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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA – UDESC 
UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL – UAB 
CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - UDESC 
CURSO DE PEDAGOGIA A DISTÂNCIA 
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Trabalho Final 
DISCIPLINA: Conteúdos e Metodologias do Ensino de História II 
SEMESTRE: 2014/2 – 6ª fase 
ALUNO(S): Carla Cristina Alves, Diékson Torcatto de Oliveira, Dayane F. Paz de Souza, Carla P. da Silva. 
ITEM 1 – RELATÓRIO DE PESQUISA: 
Dados da Instituição: Museu Vitor Meirelles. Endereço: Rua Victor Meirelles, 255 - Centro, Florianópolis SC. 
Diretora do Museu: Lourdes Rossetto 
Entrevista realizada com: Simone Rolim de Moura, Técnica em Assuntos Educacionais. Data e hora da entrevista: Dia 16 de setembro de 2014, às 17h00min. 
Elementos referentes à História do Museu: 
Victor Meirelles de Lima era natural de Florianópolis, antiga Nossa Senhora do desterro, nasceu dia 18 de agosto de 1832. Iniciou sua trajetória nos estudos artísticos entre 1838 e 1845 no estado de Santa Catarina, no ano de 1847 teve a oportunidade de estudar no Rio de Janeiro, na Academia Imperial Belas Artes no ano de 1852, conquistou vários prêmios artísticos com suas
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pinturas, sendo um desses prêmios o convite para Europa, onde permaneceu por nove anos, conheceu diversos artistas e mestres europeus. Retornou para o Brasil em 1861 com um vasto conhecimento artístico que influenciou na história brasileira. Veio a falecer aos 71 anos de idade na cidade do Rio de Janeiro. O museu que leva o nome do artista foi a casa onde ele nasceu e contém obras de artes realizadas pelo próprio, que divulgou obras do Brasil no período colonial, preservando história, a cultura e as belezas do Brasil, fazendo destas obras uma reflexão da história brasileira. O museu tem por objetivo preservar, armazenar, documentar, comunicar informações históricas e culturais nação brasileira e também manter as características do patrimônio histórico, preservando a arquitetura tornando-a um valor cultural para sociedade. 
Como o museu é mantido: 
O Museu trata-se de uma instituição sem fins lucrativos, aberto ao público. Está vinculado à Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). É um patrimônio Histórico que faz parte do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), sendo mantido com verbas da União. 
Qual a tipologia do Museu: 
No intuito de preservar o patrimônio cultural da nação, no ano de 1937 foi fundado o Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) - tendo como colaboradores os poetas Oswald de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Lucio Costa e Afonso Arinos, que colaboraram para o inicio da criação de vários museus no território brasileiro, com objetivos de preservar o patrimônio histórico. Desta forma, a casa de Victor Meirelles foi adquirida pela União no ano de 1946 e depois de quatro anos foi tombado como Patrimônio Histórico Nacional, veio a se tornar um museu histórico no dia 15 de novembro de 1952, fazendo parte do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), diretamente ligado ao Ministério da Cultura. Como não há um consenso na classificação dos museus e muitas vezes essas tipologias se fundem, pode-se também considerá-lo um museu de arte, devido haver exposto obras do artista que dá nome ao museu e também de outros.
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Quais as características do museu: 
Trata-se de uma antiga casa do século XVIII, uma tradicional casa de comerciante, de dois pisos, onde na parte inferior era o comércio dos pais de Victor Meirelles e na parte superior era a moradia. 
A casa preserva as características arquitetônicas bastante utilizadas entre o século XVIII e XIX. As paredes são de pedra, tijolo e estuque, preenchidos com barro, coberta por reboco e cal. As telhas cerâmicas são do estilo capa e canal e beirais em beira-seveira, comumente utilizados naquela época. A casa possui as portas voltadas para a rua, devido ao comércio na época. As portas e janelas eram fechadas com trancas e guilhotinas. Na frente da casa, há a ausência de recuos de calçada, assim como a demais casas construídas naquele período. 
O museu Victor Meirelles construído na Nossa Senhora do Desterro (antigo nome da capital catarinense) fica localizado na antiga rua da Conceição, esquina com Rua da Pedreira, sendo hoje as ruas Saldanha Marinho e Victor Meirelles, situado no centro de Florianópolis. Em documentos não foram encontrados a data da construção da casa (museu), porém a Técnica em Assuntos Educacionais, Simone Rolim de Moura, responsável pelo museu, reforça que no ano de 1932 a casa já existia.
4 
Quais as características do acervo: 
O museu possui um vasto repertório de obras de arte produzidas por Victor Meirelles, sendo que apenas 5% de suas obras estão expostas ao público devido à falta de espaço, sendo o restante guardado de forma a ficarem protegidas. 
O museu possui dois tipos de coleções em seu acervo, sendo a primeira a coleção de Victor Meirelles e obras de outros artistas que estão relacionadas à sua trajetória. Nas Obras de Victor Meirelles destacam-se as pinturas feitas a óleo, imagens e pinturas de várias fases de sua vida. Além das obras de Victor Meirelles, no museu, destacam-se obras que foram realizadas na Europa, de artistas jovens, sendo estas obras marcadas por momentos importantes na trajetória de Victor Meirelles. E ainda, no museu têm obras do século XIX, XX e XXI que destacam e contextualizam períodos marcantes na história brasileira, fazendo com que estas artes sejam refletidas nos dias de hoje, pois elas nos trazem movimentos culturais e sociais vivenciados naquele período. 
Na antiga casa, as obras retomam ao período Neoclassismo ligados aos grandes movimentos ocorridos no período da Revolução Francesa e também do período do Romantismo, que valorizava a burguesia.
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Tem setor educativo? Neste caso atende as escolas da cidade? Como se organizam estas visitações? Qual o fluxo habitual de visitantes? 
O Museu Victor Meirelles é um espaço visitado por pessoas da sociedade e também por estudantes do estado e do Brasil. Atende ao público no horário comercial, poucas pessoas (sociedade) frequentam o local diariamente a não ser os apreciadores de obras artísticas. No entanto, o museu disponibiliza espaços onde ocorrem ações educacionais, possui materiais lúdicos, envolvendo a arte-história-educação. O local possui exposições na parte inferior que são temporárias e são trocadas a cada trimestre (cópias de obras, sendo preservada a original). Já na parte superior possui as obras permanentes ou de longa durabilidade, onde necessitam de um cuidado especial. O espaço é adequado para a preservação da obra: desde a iluminação correta, temperatura do ambiente e umidade do ar. Estes fatores são importantes na preservação da obra de Victor Meirelles.. 
O museu também conta com a ajuda de escolas e outras instituições para divulgar a História e a Arte brasileira, fazendo uma troca de informações educacionais, aonde o museu vai até a escola e/ou a escola vai até o museu, integrando assim a escola, o museu e a sociedade. 
Atualmente o museu possui sua programação cultural, frequentemente realiza palestras, oficinas e encontros relacionados à cultura e a arte brasileira. De acordo com a Técnica em Assuntos Educacionais, Simoni Rolim de Moura, umas das (co)responsáveis pelo museu, nos informou que no próximo ano (2015), o museu irá fechar as portas por um longo período, de aproximadamente dois anos. Para que seja realizada no local uma reforma geral, ampliando o espaço para novas obras, para atrair mais visitantes e o mais importante, é que o museu irá modificar a estrutura, principalmente a “interna” para atender as normas de acessibilidade, onde que pessoas idosas, cadeirantes e deficientes físicos possam desfrutar do espaço que faz parte da historia brasileira 
ITEM 2 – TEXTO DISSERTATIVO: 
A Importância da Arte para o ensino de História: construção de Identidade
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Ao incluir nas práticas pedagógicas a história local, juntamente com a história oral, faz-se com que o aluno reflita sobre o passado e sobre a construção da identidade, tanto na formação de identidade nacional quanto própria identidade individual, que é formada por meio da cultura e encontramos no tempo presente - tudo isso decorrente de fatos e acontecimentos históricos marcados pelo passado. 
Dessa forma, ao utilizar o Museu Victor Meirelles podemos enriquecer as práticas pedagógicas utilizando das artes visuais para o ensino de História, pois temos à disposição fotos, obras de arte, documentos, imagens antigas pintadas a óleo, para que possamos retomar e discutir o passado. 
Conforme Corsino (2006.p.9) no que se refere à Arte para o ensino aprendizagem, podemos entender que: 
A arte, [...] desenho, pintura, escultura, teatro, música, cinema, literatura – traz as sutilezas e riquezas do homem como indivíduo e como parte de um contexto sociocultural. Pois a obra de arte tem um caráter particular e universal, [...] porque é ao mesmo tempo uma criação individual – um ponto de vista frente à realidade – e uma produção cultural de uma determinada época e grupo social. Além de conhecimento de mundo e autoconhecimento, ela provoca descobertas e transformações de ideias, emoções e formas de reagir e agir ao e no mundo, pelos sentidos construídos. 
Neste sentido, há de se perceber que o Museu Victor Meirelles é um arquivo de memórias da sociedade contemporânea, pois em seu acervo (histórico) contém diversas obras de arte pintadas por Victor Meirelles e outros grandes artistas europeus que fizeram história não somente na arte brasileira, mas em diversas áreas do conhecimento, devido à reprodução das pinturas. Por meio dessa apreciação artística, surgem novos questionamentos a respeito da história brasileira e da construção da identidade nacional, uma vez que, no museu, nos deparamos com a construção da identidade da nação, por meio de imagens e pinturas que destacam a cultura brasileira. 
Uma das obras de destaque, segundo Simone (entrevistada) e a Autora Tridapalli, é a obra “A Primeira Missa” pintada por Victor Meirelles na Europa no século XIX, que nos leva a refletir o passado, suas crenças, belezas, etnias etc. No entanto, esta obra especificamente não encontra-se no museu, porém podemos encontrar a imagem reproduzida em livros didáticos ou na internet. Com esta obra como tema, podemos levar para sala de aula assuntos como a religião (a influencia da Igreja), as etnias (miscigenação no Brasil), como os imigrantes chegaram ao nosso território. Podemos trabalhar também em sala de com os povos indígenas e com afrodescendentes que foram escravizados e excluídos da sociedade por um longo período, trazendo questões étnico-raciais e a importância de respeitar as diferenças existentes em nossa sociedade. 
Neste viés, devemos utilizar o museu para enriquecer as práticas pedagógicas e qualificar a educação brasileira, valorizando a importância da história local e valorizando a história oral que também pode ser utilizada para coletar dados mais antigos da nossa sociedade. Dessa forma, estaremos contribuindo para que haja em sala de aula, debates, questionamentos e ou críticas encontradas nas obras de artes. Ao utilizarmos as fontes históricas, mostramos aos alunos que elas foram feitas pelo homem, em um determinado tempo e espaço, e que, posteriormente, ela é interpretada pelos “homens” em outro tempo, fazendo uma retomada ao passado. Assim, o que queremos mostrar é que através das obras expostas no museu é possível constatar valores culturais e sociais entre os povos europeus, imigrantes, indígenas e afrodescendentes que viviam no Brasil, e, que contribuíram para a formação da identidade nacional.
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Concordando com Corsino (2006. P. 63), ao incluir em nossas práticas docentes os estudos relacionados a pesquisas ou visitas em museus, estaremos ampliando o aprendizado do aluno, aumentando e aprimorando o repertório de conhecimentos do sujeito, tornando-o capaz de refletir e pensar sobre a obra contemplada. E ao mesmo tempo, estaremos estimulando o aluno a refletir sobre a realidade, ao expor as obras do museu, principalmente pinturas e imagens, que chamam a atenção, onde que é possível (antes, durante e depois) surgir questionamentos e debates a respeito da obra. E ainda, outras perguntas podem surgir, como; o período em que a obra foi realizada, o porquê de pintar aquela imagem (registro), o porquê de registrar aquele momento, qual que era a intenção do artista (autor), o que o artista quer nos falar (mostrar) e quem era o artista. 
E assim, no decorrer estudos sobre a disciplina de história, ao observar as obras do museu, a beleza natural brasileira ganha destaque. Temos o exemplo da obra referida anteriormente, “A Primeira Missa”, que tinha como objetivo conquistar o observador pela beleza natural do Brasil. Também podemos observar que se tinha como objetivo resgatar as raízes da identidade brasileira, onde o artista mostra uma realidade “em um determinado tempo”, onde havia vários povos vivendo em um mesmo território, mostrando as diferentes raças e etnias, a religião, e que nos leva a refletir sobre a construção de nossa identidade. 
Conforme Franz (2007) esta obra nos mostra que: 
O País se firmava como nação independente. Pensava-se em criar uma identidade nacional, e a arte era considerada um lugar privilegiado para pensar a sociedade e para inventar uma nova identidade. As Belas Artes eram instrumento de civilização e glória, tendo o poder de contribuir na educação dos povos, com capacidade de interferir diretamente na realidade. A ideia de arte ligada à pedagogia e à civilização estava bem de acordo com o projeto civilizatório da jovem nação, independente desde 1822. 
Além disso, podemos perceber o quanto Victor Meirelles dava importância para a arte e a educação brasileira, fato citado no Dossiê Educativo (p. 30), onde reforça que: 
Victor Meirelles desenvolvia seu perfil educador: “O artista queria pôr em prática um procedimento didático semelhante ao da visitação aos museus e panoramas na Europa”. Meirelles estipulava dias em que a entrada era gratuita para alunos de escolas municipais, que deveriam fazer a visita acompanhados de professores ou diretores. Além disso, disponibilizava folhetos explicativos, de caráter descritivo e documentário, a fim de facilitar a compreensão da imagem Coelho (2007, p. 128, 129). 
Neste sentido, as fontes históricas que encontramos em museus, lugares, entre outros aguçam a curiosidade da história do passado, fazem o homem conhecer o passado e questionar o presente. Portanto, a visita ao museu nos possibilita mostrar que a arte e a cultura são indissociáveis uma da outra.
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REFERÊNCIAS: 
FRANZ, Teresinha Sueli. Victor Meirelles e a Construção da Identidade Brasileira. Disponível em: http://www.dezenovevinte.net/obras/vm_missa.htm. Acesso em: 03 out. 2014. 
____________. Museu Victor Meirelles. Disponível em: http://www.museuvictormeirelles.gov.br/. Acesso em: 03 out. 2014. 
MORAES, Julia Nolasco L. Dossiê educativo Museu Victor Meirelles. Florianópolis SC Copiart. 2009 
TRIDAPALLI, Ana Laura. Conteúdos e metodologia do ensino de história II / Ana Laura Tridapalli, Caroline Jaques Cubas, Josiane Schweitzer ; [designer instrucional: Daniela Viviani] – 1ª ed.– Florianópolis : DIOESC : UDESC/CEAD/UAB, 2013. 
CORSINO, Patrícia. O cotidiano na Educação Infantil, Editora Salto para o Futuro, Rio de Janeiro. 2006 
DIAS, Célia. Tipos de Museu. Disponível em: http://fontesgerais.blogspot.com.br/2011/09/tipos-de-museus.html. Acesso em: 03 out. 2014.

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Relatório e Texto Dissertativo sobre o Museu Vitor Meirelles

  • 1. UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA – UDESC UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL – UAB CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - UDESC CURSO DE PEDAGOGIA A DISTÂNCIA 1 Trabalho Final DISCIPLINA: Conteúdos e Metodologias do Ensino de História II SEMESTRE: 2014/2 – 6ª fase ALUNO(S): Carla Cristina Alves, Diékson Torcatto de Oliveira, Dayane F. Paz de Souza, Carla P. da Silva. ITEM 1 – RELATÓRIO DE PESQUISA: Dados da Instituição: Museu Vitor Meirelles. Endereço: Rua Victor Meirelles, 255 - Centro, Florianópolis SC. Diretora do Museu: Lourdes Rossetto Entrevista realizada com: Simone Rolim de Moura, Técnica em Assuntos Educacionais. Data e hora da entrevista: Dia 16 de setembro de 2014, às 17h00min. Elementos referentes à História do Museu: Victor Meirelles de Lima era natural de Florianópolis, antiga Nossa Senhora do desterro, nasceu dia 18 de agosto de 1832. Iniciou sua trajetória nos estudos artísticos entre 1838 e 1845 no estado de Santa Catarina, no ano de 1847 teve a oportunidade de estudar no Rio de Janeiro, na Academia Imperial Belas Artes no ano de 1852, conquistou vários prêmios artísticos com suas
  • 2. 2 pinturas, sendo um desses prêmios o convite para Europa, onde permaneceu por nove anos, conheceu diversos artistas e mestres europeus. Retornou para o Brasil em 1861 com um vasto conhecimento artístico que influenciou na história brasileira. Veio a falecer aos 71 anos de idade na cidade do Rio de Janeiro. O museu que leva o nome do artista foi a casa onde ele nasceu e contém obras de artes realizadas pelo próprio, que divulgou obras do Brasil no período colonial, preservando história, a cultura e as belezas do Brasil, fazendo destas obras uma reflexão da história brasileira. O museu tem por objetivo preservar, armazenar, documentar, comunicar informações históricas e culturais nação brasileira e também manter as características do patrimônio histórico, preservando a arquitetura tornando-a um valor cultural para sociedade. Como o museu é mantido: O Museu trata-se de uma instituição sem fins lucrativos, aberto ao público. Está vinculado à Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). É um patrimônio Histórico que faz parte do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), sendo mantido com verbas da União. Qual a tipologia do Museu: No intuito de preservar o patrimônio cultural da nação, no ano de 1937 foi fundado o Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) - tendo como colaboradores os poetas Oswald de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Lucio Costa e Afonso Arinos, que colaboraram para o inicio da criação de vários museus no território brasileiro, com objetivos de preservar o patrimônio histórico. Desta forma, a casa de Victor Meirelles foi adquirida pela União no ano de 1946 e depois de quatro anos foi tombado como Patrimônio Histórico Nacional, veio a se tornar um museu histórico no dia 15 de novembro de 1952, fazendo parte do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), diretamente ligado ao Ministério da Cultura. Como não há um consenso na classificação dos museus e muitas vezes essas tipologias se fundem, pode-se também considerá-lo um museu de arte, devido haver exposto obras do artista que dá nome ao museu e também de outros.
  • 3. 3 Quais as características do museu: Trata-se de uma antiga casa do século XVIII, uma tradicional casa de comerciante, de dois pisos, onde na parte inferior era o comércio dos pais de Victor Meirelles e na parte superior era a moradia. A casa preserva as características arquitetônicas bastante utilizadas entre o século XVIII e XIX. As paredes são de pedra, tijolo e estuque, preenchidos com barro, coberta por reboco e cal. As telhas cerâmicas são do estilo capa e canal e beirais em beira-seveira, comumente utilizados naquela época. A casa possui as portas voltadas para a rua, devido ao comércio na época. As portas e janelas eram fechadas com trancas e guilhotinas. Na frente da casa, há a ausência de recuos de calçada, assim como a demais casas construídas naquele período. O museu Victor Meirelles construído na Nossa Senhora do Desterro (antigo nome da capital catarinense) fica localizado na antiga rua da Conceição, esquina com Rua da Pedreira, sendo hoje as ruas Saldanha Marinho e Victor Meirelles, situado no centro de Florianópolis. Em documentos não foram encontrados a data da construção da casa (museu), porém a Técnica em Assuntos Educacionais, Simone Rolim de Moura, responsável pelo museu, reforça que no ano de 1932 a casa já existia.
  • 4. 4 Quais as características do acervo: O museu possui um vasto repertório de obras de arte produzidas por Victor Meirelles, sendo que apenas 5% de suas obras estão expostas ao público devido à falta de espaço, sendo o restante guardado de forma a ficarem protegidas. O museu possui dois tipos de coleções em seu acervo, sendo a primeira a coleção de Victor Meirelles e obras de outros artistas que estão relacionadas à sua trajetória. Nas Obras de Victor Meirelles destacam-se as pinturas feitas a óleo, imagens e pinturas de várias fases de sua vida. Além das obras de Victor Meirelles, no museu, destacam-se obras que foram realizadas na Europa, de artistas jovens, sendo estas obras marcadas por momentos importantes na trajetória de Victor Meirelles. E ainda, no museu têm obras do século XIX, XX e XXI que destacam e contextualizam períodos marcantes na história brasileira, fazendo com que estas artes sejam refletidas nos dias de hoje, pois elas nos trazem movimentos culturais e sociais vivenciados naquele período. Na antiga casa, as obras retomam ao período Neoclassismo ligados aos grandes movimentos ocorridos no período da Revolução Francesa e também do período do Romantismo, que valorizava a burguesia.
  • 5. 5 Tem setor educativo? Neste caso atende as escolas da cidade? Como se organizam estas visitações? Qual o fluxo habitual de visitantes? O Museu Victor Meirelles é um espaço visitado por pessoas da sociedade e também por estudantes do estado e do Brasil. Atende ao público no horário comercial, poucas pessoas (sociedade) frequentam o local diariamente a não ser os apreciadores de obras artísticas. No entanto, o museu disponibiliza espaços onde ocorrem ações educacionais, possui materiais lúdicos, envolvendo a arte-história-educação. O local possui exposições na parte inferior que são temporárias e são trocadas a cada trimestre (cópias de obras, sendo preservada a original). Já na parte superior possui as obras permanentes ou de longa durabilidade, onde necessitam de um cuidado especial. O espaço é adequado para a preservação da obra: desde a iluminação correta, temperatura do ambiente e umidade do ar. Estes fatores são importantes na preservação da obra de Victor Meirelles.. O museu também conta com a ajuda de escolas e outras instituições para divulgar a História e a Arte brasileira, fazendo uma troca de informações educacionais, aonde o museu vai até a escola e/ou a escola vai até o museu, integrando assim a escola, o museu e a sociedade. Atualmente o museu possui sua programação cultural, frequentemente realiza palestras, oficinas e encontros relacionados à cultura e a arte brasileira. De acordo com a Técnica em Assuntos Educacionais, Simoni Rolim de Moura, umas das (co)responsáveis pelo museu, nos informou que no próximo ano (2015), o museu irá fechar as portas por um longo período, de aproximadamente dois anos. Para que seja realizada no local uma reforma geral, ampliando o espaço para novas obras, para atrair mais visitantes e o mais importante, é que o museu irá modificar a estrutura, principalmente a “interna” para atender as normas de acessibilidade, onde que pessoas idosas, cadeirantes e deficientes físicos possam desfrutar do espaço que faz parte da historia brasileira ITEM 2 – TEXTO DISSERTATIVO: A Importância da Arte para o ensino de História: construção de Identidade
  • 6. 6 Ao incluir nas práticas pedagógicas a história local, juntamente com a história oral, faz-se com que o aluno reflita sobre o passado e sobre a construção da identidade, tanto na formação de identidade nacional quanto própria identidade individual, que é formada por meio da cultura e encontramos no tempo presente - tudo isso decorrente de fatos e acontecimentos históricos marcados pelo passado. Dessa forma, ao utilizar o Museu Victor Meirelles podemos enriquecer as práticas pedagógicas utilizando das artes visuais para o ensino de História, pois temos à disposição fotos, obras de arte, documentos, imagens antigas pintadas a óleo, para que possamos retomar e discutir o passado. Conforme Corsino (2006.p.9) no que se refere à Arte para o ensino aprendizagem, podemos entender que: A arte, [...] desenho, pintura, escultura, teatro, música, cinema, literatura – traz as sutilezas e riquezas do homem como indivíduo e como parte de um contexto sociocultural. Pois a obra de arte tem um caráter particular e universal, [...] porque é ao mesmo tempo uma criação individual – um ponto de vista frente à realidade – e uma produção cultural de uma determinada época e grupo social. Além de conhecimento de mundo e autoconhecimento, ela provoca descobertas e transformações de ideias, emoções e formas de reagir e agir ao e no mundo, pelos sentidos construídos. Neste sentido, há de se perceber que o Museu Victor Meirelles é um arquivo de memórias da sociedade contemporânea, pois em seu acervo (histórico) contém diversas obras de arte pintadas por Victor Meirelles e outros grandes artistas europeus que fizeram história não somente na arte brasileira, mas em diversas áreas do conhecimento, devido à reprodução das pinturas. Por meio dessa apreciação artística, surgem novos questionamentos a respeito da história brasileira e da construção da identidade nacional, uma vez que, no museu, nos deparamos com a construção da identidade da nação, por meio de imagens e pinturas que destacam a cultura brasileira. Uma das obras de destaque, segundo Simone (entrevistada) e a Autora Tridapalli, é a obra “A Primeira Missa” pintada por Victor Meirelles na Europa no século XIX, que nos leva a refletir o passado, suas crenças, belezas, etnias etc. No entanto, esta obra especificamente não encontra-se no museu, porém podemos encontrar a imagem reproduzida em livros didáticos ou na internet. Com esta obra como tema, podemos levar para sala de aula assuntos como a religião (a influencia da Igreja), as etnias (miscigenação no Brasil), como os imigrantes chegaram ao nosso território. Podemos trabalhar também em sala de com os povos indígenas e com afrodescendentes que foram escravizados e excluídos da sociedade por um longo período, trazendo questões étnico-raciais e a importância de respeitar as diferenças existentes em nossa sociedade. Neste viés, devemos utilizar o museu para enriquecer as práticas pedagógicas e qualificar a educação brasileira, valorizando a importância da história local e valorizando a história oral que também pode ser utilizada para coletar dados mais antigos da nossa sociedade. Dessa forma, estaremos contribuindo para que haja em sala de aula, debates, questionamentos e ou críticas encontradas nas obras de artes. Ao utilizarmos as fontes históricas, mostramos aos alunos que elas foram feitas pelo homem, em um determinado tempo e espaço, e que, posteriormente, ela é interpretada pelos “homens” em outro tempo, fazendo uma retomada ao passado. Assim, o que queremos mostrar é que através das obras expostas no museu é possível constatar valores culturais e sociais entre os povos europeus, imigrantes, indígenas e afrodescendentes que viviam no Brasil, e, que contribuíram para a formação da identidade nacional.
  • 7. 7 Concordando com Corsino (2006. P. 63), ao incluir em nossas práticas docentes os estudos relacionados a pesquisas ou visitas em museus, estaremos ampliando o aprendizado do aluno, aumentando e aprimorando o repertório de conhecimentos do sujeito, tornando-o capaz de refletir e pensar sobre a obra contemplada. E ao mesmo tempo, estaremos estimulando o aluno a refletir sobre a realidade, ao expor as obras do museu, principalmente pinturas e imagens, que chamam a atenção, onde que é possível (antes, durante e depois) surgir questionamentos e debates a respeito da obra. E ainda, outras perguntas podem surgir, como; o período em que a obra foi realizada, o porquê de pintar aquela imagem (registro), o porquê de registrar aquele momento, qual que era a intenção do artista (autor), o que o artista quer nos falar (mostrar) e quem era o artista. E assim, no decorrer estudos sobre a disciplina de história, ao observar as obras do museu, a beleza natural brasileira ganha destaque. Temos o exemplo da obra referida anteriormente, “A Primeira Missa”, que tinha como objetivo conquistar o observador pela beleza natural do Brasil. Também podemos observar que se tinha como objetivo resgatar as raízes da identidade brasileira, onde o artista mostra uma realidade “em um determinado tempo”, onde havia vários povos vivendo em um mesmo território, mostrando as diferentes raças e etnias, a religião, e que nos leva a refletir sobre a construção de nossa identidade. Conforme Franz (2007) esta obra nos mostra que: O País se firmava como nação independente. Pensava-se em criar uma identidade nacional, e a arte era considerada um lugar privilegiado para pensar a sociedade e para inventar uma nova identidade. As Belas Artes eram instrumento de civilização e glória, tendo o poder de contribuir na educação dos povos, com capacidade de interferir diretamente na realidade. A ideia de arte ligada à pedagogia e à civilização estava bem de acordo com o projeto civilizatório da jovem nação, independente desde 1822. Além disso, podemos perceber o quanto Victor Meirelles dava importância para a arte e a educação brasileira, fato citado no Dossiê Educativo (p. 30), onde reforça que: Victor Meirelles desenvolvia seu perfil educador: “O artista queria pôr em prática um procedimento didático semelhante ao da visitação aos museus e panoramas na Europa”. Meirelles estipulava dias em que a entrada era gratuita para alunos de escolas municipais, que deveriam fazer a visita acompanhados de professores ou diretores. Além disso, disponibilizava folhetos explicativos, de caráter descritivo e documentário, a fim de facilitar a compreensão da imagem Coelho (2007, p. 128, 129). Neste sentido, as fontes históricas que encontramos em museus, lugares, entre outros aguçam a curiosidade da história do passado, fazem o homem conhecer o passado e questionar o presente. Portanto, a visita ao museu nos possibilita mostrar que a arte e a cultura são indissociáveis uma da outra.
  • 8. 8 REFERÊNCIAS: FRANZ, Teresinha Sueli. Victor Meirelles e a Construção da Identidade Brasileira. Disponível em: http://www.dezenovevinte.net/obras/vm_missa.htm. Acesso em: 03 out. 2014. ____________. Museu Victor Meirelles. Disponível em: http://www.museuvictormeirelles.gov.br/. Acesso em: 03 out. 2014. MORAES, Julia Nolasco L. Dossiê educativo Museu Victor Meirelles. Florianópolis SC Copiart. 2009 TRIDAPALLI, Ana Laura. Conteúdos e metodologia do ensino de história II / Ana Laura Tridapalli, Caroline Jaques Cubas, Josiane Schweitzer ; [designer instrucional: Daniela Viviani] – 1ª ed.– Florianópolis : DIOESC : UDESC/CEAD/UAB, 2013. CORSINO, Patrícia. O cotidiano na Educação Infantil, Editora Salto para o Futuro, Rio de Janeiro. 2006 DIAS, Célia. Tipos de Museu. Disponível em: http://fontesgerais.blogspot.com.br/2011/09/tipos-de-museus.html. Acesso em: 03 out. 2014.