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Adesão antirretroviral HAAT

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Adesão antirretroviral HAAT

  1. 1. ADESÃO AO TRATAMENTO ANTIRRETROVIRAL (ATAR) Ariane Costa Átila Araújo Carla Lorena Gliane Barbosa
  2. 2. Adesão ? O comportamento de uma pessoa – tomar remédio, seguir uma dieta ou fazer mudanças no estilo de vida – que corresponde às recomendações da equipe de saúde.
  3. 3. Adesão ao Tratamento O termo "adesão" ao tratamento deve ser visto como uma atividade conjunta na qual o paciente entende, concorda e segue a prescrição estabelecida pelo seu médico. Significa que deve existir uma "aliança terapêutica" entre médico e paciente, na qual são reconhecidas não apenas a responsabilidade específica de cada um no processo, mas também de todos que estão envolvidos (direta ou indiretamente ) no tratamento.
  4. 4. A Importância da adesão para o processo de tratamento
  5. 5. Importância da Adesão ao Tratamento . ↓ Internações hospitalares; . ↓ Complicações oportunistas; . ↓Mortalidade associada ao HIV; . Caráter evolutivo crônico controlável; . Evolução dos fármacos; . Diminuição do núm. de tomadas (associações). . Desenvolvimento de resistência viral; . ↓ Menor expectativa de vida; . Múltiplas complicações (afecções oportunistas); . Efeitos adversos dos medicamentos. Pontos positivos Pontos negativos
  6. 6. Epidemiologia . Década de 1990 houve avanços no conhecimento da patologia(ampliação terapia); . No Brasil, 1992 começou a distribuição de medicamentos antirretrovirais; . 1996, introdução da HAART (terapia antirretroviral altamente ativa). 1996 - 2008 30%Núm. de novas infecções 2000-2008 20%Núm. de convivendo 1996 - 2008 33% mortalidade
  7. 7. Células de defesa são alvo do HIV
  8. 8. Antirretrovirais impedem ação do HIV
  9. 9. https://www.youtube.com/watch?v=OPv6zCsIEPo
  10. 10. É fundamental seguir o tratamento à risca Os modernos antirretrovirais são motivo de comemoração, mas também de compromisso.
  11. 11. Construir uma relação de confiança com a equipe de saúde também depende do seu envolvimento com o tratamento, do quanto você quer falar e ouvir.
  12. 12. Consultas e exames Os exames são imprescindíveis para que o médico possa analisar como seu organismo está reagindo aos medicamentos.
  13. 13. Sua relação com os antirretrovirais
  14. 14. Alimentação ✓ Carboidratos Energia
  15. 15. Alimentação ✓ Proteínas Todos os tecidos do corpo são formados por elas. São as principais componentes dos anticorpos e dos músculos. Constroem, “consertam” e mantêm o corpo, além de aumentarem a resistência do organismo às infecções.
  16. 16. Alimentação ✓ Gorduras Fornecem energia. O organismo precisa delas em pequenas quantidades. Algumas vitaminas usam-nas para serem transportadas no organismo, assim como alguns medicamentos antirretrovirais também.
  17. 17. Cuidado ✓ Antes de cozinhar, lavar bem as mãos e os utensílios que forem ser usados. ✓ Copos ou pratos rachados não devem ser usados, pois os germes se acumulam nas rachaduras. ✓ O lixo deve estar bem tampado e longe dos alimentos. ✓ Manter os alimentos fora do alcance dos insetos, roedores e outros animais. Cobrir ou guardar em vasilhas bem fechadas. ✓ Não consumir alimentos com alterações de cor ou cheiro. ✓ Descongelar as carnes na geladeira e não em temperatura ambiente. Evitar comer carne crua. ✓ O leite pasteurizado deve ser mantido na geladeira depois de aberto e a atenção na validade deve ser constante. Se não for pasteurizado, recomenda-se ferver antes de beber. ✓ Evitar comer ovos crus. Cozinhar até ficarem duros (6 a 8 minutos de fervura)
  18. 18. Estratégias Para uma Boa Adesão 1.Simplificação do regime terapêutico; . Reduzindo o número de comprimidos e doses por dia; . Orientações verbais e por escrito sobre a prescrição, de uma forma clara e precisa. A TERAPIA NÃO DEVE SER INICIADA ATÉ QUE OS OBJETIVOS E NECESSIDADE DE ADESÃO AO TRATAMENTO SEJAM ENTENDIDOS E ACEITOS PELO PACIENTE.
  19. 19. Estratégias Para uma Boa Adesão 2. Adequação do regime terapêutico ao estilo de vida do paciente; . O profissional deve identificar junto com o paciente as rotinas de vida diária e que são facilmente seguidas e que podem coincidir com os horários adequados para a ingestão dos medicamentos; . Recomenda-se que os pacientes tomem a medicação antes da atividade de rotina selecionada, no sentido de reduzir a possibilidade de esquecimento e omissão da dose.
  20. 20. Estratégias Para uma Boa Adesão 3. Elabore juntamente com o paciente uma típica escala diária de tomada dos medicamentos, definindo os horários, as atividades relacionadas com as tomadas e o oriente para anotá-las em um diário, agenda pessoal ou calendário.
  21. 21. Estratégias Para uma Boa Adesão 4. Mantenha o paciente sempre bem informado sobre os progressos do seu tratamento, dos resultados de seus exames laboratoriais e seu significado. Durante cada visita médica de controle, é importante rever com o paciente todo o esquema terapêutico. Tente sempre esclarecer qualquer dúvida com relação ao tratamento e atividades relacionadas com o mesmo nestas ocasiões.
  22. 22. Estratégias Para uma Boa Adesão 5. Oriente o paciente a utilizar dispositivos alarmes portáteis, despertadores ou "beepers" para lembrá-lo das tomadas dos medicamentos. ✓ Lembre–se que alguns medicamentos devem ser tomados em intervalos de horário relativamente rígidos devido às suas propriedades farmacocinéticas.
  23. 23. Estratégias Para uma Boa Adesão 6. Em caso de mudanças na rotina de vida diária do paciente: planeje antecipadamente as modificações necessárias nos horários e na escala de tomada dos medicamentos de forma a não prejudicar o efeito global do tratamento. Em caso de viagens, é importante orientar o paciente quanto às condições de acondicionamento, necessidade de suprimentos extras de medicamentos e ajustes de horários em caso de diferenças de fuso horário.
  24. 24. Finalidade: Qualidade De Vida Segundo a Organização Mundial da Saúde, qualidade de vida é definido como: “a percepção do indivíduo de sua posição na vida no contexto da cultura e do sistema de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações”.
  25. 25. Acta Paul Enferm, 2014, UFC. . Estudo transversal com pac. ambulatoriais do HU(set. de 2011 - abr. de 2012) . Aplicação questionários sócio econômico e qualidade de vida. . Adesão inadequada nos primeiros anos acarreta diminuição da qualidade de vida. Rev Saúde Pública, 2010, USP. . Revisão científica,MEDLINE, (1998-2008) . Dos 21 estudos somente 12 preenche os critério de inclusão, sendo que 10 apresentam correlação positiva para adesão e qualidade de vida. Acta Paul Enferm, 2015, UFPI. . Estudo transversal com pac. amb. atendido centro especializado (Ago- Dez. de 2013) . Aplicação questionários sócio econômico e qualidade de vida. .Estudo não relaciona tratamento. . Estudo revela que os homossexuais HIV pos. menor qualidade de vida devido a preconceitos
  26. 26. OBRIGADO

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