A Cultura monástica, cortesã e popular
Literatura na Idade Média <ul><li>Reis, castelos, nobres cavaleiros lutando em torneios para merecer a atenção de formosas...
O Sistema Feudal e a Literatura <ul><li>Na literatura aparecem relações entre nobres, cavaleiros e senhores feudais, regid...
A CULTURA MONÁSTICA
<ul><li>Durante  a idade Média, a igreja constituiu um importante foco de cultura erudita. Clérigo tornou-se sinónimo de l...
A Cultura Cortesã Numa época em que o livro era, ainda, raro e caro, a transmissão da cultura e até mesmo da literatura es...
A  cultura cortesã desenvolveu-se nas cortes régias. As principais manifestações da cultura cortesã eram as representações...
 
O trovador era o artista de origem nobre  que, geralmente acompanhado de instrumentos musicais, como o  alaúde  ou a  cist...
Os jograis eram os artistas profissionais de origem , que tanto atuava nas praças públicas, divertindo o público, assim co...
 
Segundo o código do amor cortês, um trovador deveria expressar seus elogios e súplicas a uma mulher da nobreza, casada, qu...
Os termos que definiam as relações feudais foram transpostos para as cantigas, caracterizando a linguagem do Trovadorismo:...
O amor era visto como uma forma de sublimação dos desejos que transformava o trovador num homem cortês. A dama era vista s...
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A cultura monástica, cortesã e popular parte 1

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  • Ao som de um trovador, o professor e os alunos podem ouvir uma das músicas mais populares na Idade Média, principalmente nos serões dos castelos. Será interessante o professor falar nos temas abordados nestas “Cantigas de Amor” e nas “Cantigas de Amigo”, não esquecendo de mencionar o exemplo português do rei-poeta D. Dinis, o qual escreveu muitas Cantigas , tocadas e cantadas na sua corte. Finalmente e apenas como curiosidade, o professor pode referir o papel da mulher, principalmente da mulher nobre, que raramente aparece e cujas funções se cingem à educação dos filhos, em tenra idade, aos bordados, à oração. Eram raras as situações em que a mulher aparecia em público.
  • A cultura monástica, cortesã e popular parte 1

    1. 1. A Cultura monástica, cortesã e popular
    2. 2. Literatura na Idade Média <ul><li>Reis, castelos, nobres cavaleiros lutando em torneios para merecer a atenção de formosas damas são imagens que constituíram a base dos textos dos trovadores e das novelas de cavalaria, divulgando os ideais de um comportamento cortês (galante) que se tornou um modelo até hoje explorado pela literatura ocidental . </li></ul>
    3. 3. O Sistema Feudal e a Literatura <ul><li>Na literatura aparecem relações entre nobres, cavaleiros e senhores feudais, regidas por um código de cavalaria baseado na lealdade, na honra, na bravura, na cortesia. </li></ul>
    4. 4. A CULTURA MONÁSTICA
    5. 5. <ul><li>Durante a idade Média, a igreja constituiu um importante foco de cultura erudita. Clérigo tornou-se sinónimo de letrado e os escritores eram, quase sempre, do Clero. A igreja dirigia o ensino. As escolas existentes eram monásticas e clericais e visavam dar formação religiosa aos futuros clérigos. </li></ul><ul><li>Existiam dois tipos de escolas: </li></ul><ul><li>As escolas monásticas situadas nos mosteiros, das quais se destacaram a do Mosteiro de Stª. Cruz de Coimbra e de Alcobaça. </li></ul><ul><li>As escolas catedrais, localizadas nas cidades juntos às catedrais e dirigidas pelos bispos (Sé de Braga e Coimbra ) </li></ul>
    6. 6. A Cultura Cortesã Numa época em que o livro era, ainda, raro e caro, a transmissão da cultura e até mesmo da literatura escrita que então começava a aparecer, fazia-se sobretudo, por via oral.
    7. 7. A cultura cortesã desenvolveu-se nas cortes régias. As principais manifestações da cultura cortesã eram as representações teatrais, a poesia trovadoresca, os romances de cavalaria e os livros de montaria, a música, os torneios, as festas e os banquetes.
    8. 9. O trovador era o artista de origem nobre que, geralmente acompanhado de instrumentos musicais, como o alaúde ou a cistre , compunha e entoava cantigas .
    9. 10. Os jograis eram os artistas profissionais de origem , que tanto atuava nas praças públicas, divertindo o público, assim como nos palácios senhoriais, com suas sátiras , mágicas , acrobacias , mímica . Eram &quot;homens de condição inferior que ora cantavam música e poesia alheias, ora eles próprios compunham, para tirarem proveito da sua arte&quot;.
    10. 12. Segundo o código do amor cortês, um trovador deveria expressar seus elogios e súplicas a uma mulher da nobreza, casada, que tivesse uma posição social reconhecida. Essa posição social era necessária para que fosse criada, nos textos literários, uma estrutura lírica equivalente à da relação de vassalagem .
    11. 13. Os termos que definiam as relações feudais foram transpostos para as cantigas, caracterizando a linguagem do Trovadorismo: a mulher era a senhora, o homem era o seu servidor (servo); prezava-se a generosidade, a lealdade e, acima de tudo, a cortesia.
    12. 14. O amor era visto como uma forma de sublimação dos desejos que transformava o trovador num homem cortês. A dama era vista sob uma perspectiva idealizada, de perfeição absoluta.

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