Análise Financeira de Caetano e Mont Alverne

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Apresentação resumida do relatório final, elaborado no MBA

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Análise Financeira de Caetano e Mont Alverne

  1. 1. Análise Financeira Apresentação do RelatórioCarlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 1
  2. 2. Agenda • Balanço funcional e Equilíbrio financeiro • Análise do ciclo de exploração • Análise económica e Demonstração de resultados • Análise dos fluxos de caixa • Comparação com o sector e com a Insco • ConclusõesCarlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 2
  3. 3. BALANÇO FUNCIONAL 2007 2006 2005 Capital próprio………………………………………………. 15.275.701 17.507.085 16.640.645 Capital alheio estável…………………………………………………. 17.291.000 18.624.000 19.962.856 Capitais permanentes 32.566.701 36.131.085 36.603.500 Activo Fixo………………………………………………………….. 34.143.210 38.552.520 38.682.491 Fundo de maneio -1.576.509 -2.421.435 -2.078.991 Clientes…………………………………………………………………. 656.996 552.493 522.677 Existências……………………………………………………………….. 14.548.230 11.579.826 14.425.383 Outros devedores de exploração………………………………………………………………. 4.784.859 653.309 1.216.448 Necessidades cíclicas 17.021.681 15.754.032 16.164.508 Fornecedores…………………………………………………………………………….. 9.816.198 7.453.810 9.093.053 Estado e outros entes públicos……………………………………………………………………… 346.109 406.388 357.395 Outros credores de exploração……………………………………………………………. 6.612.301 8.675.828 4.108.685 Recursos cíclicos 16.774.608 16.536.026 13.559.132 Necessidades de fundo de maneio 247.073 -781.995 2.605.376 Tesouraria líquida -1.823.582 -1.639.440 -4.684.366 Quadro I: Balanço FuncionalCarlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 3
  4. 4. Equilíbrio financeiro • Fundo de maneio • Necessidades de fundo de maneio • Tesouraria líquida • Situação financeiraCarlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 4
  5. 5. Análise do ciclo de exploração 2007 2006 2005 Prazo médio de recebimentos…………………………… 28,1 6,0 5,4 Prazo médio de pagamentos…………………………… 107,0 113,9 67,2 Prazo médio de armazenagem……………………………… 88,6 111,5 116,0 Duração do ciclo de exploração…………………………………… 3,6 9,7 54,2 Quando III: Rácios de funcionamentoCarlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 5
  6. 6. Evolução do volume de negócios 2007 2006 2005Taxa inflação anual…………………………………… 3,5 3,6 2,5Crescimento das vendas……………………………………………………… -0,8 4,9 ** Não comparável com 2004.Quadro IV: Crescimento do volume de negóciosCarlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 6
  7. 7. Demonstração de resultados - Análise financeira 2007 % %∆ 2006 % %∆ 2005 % Vendas………………………………………………………………………………… 64.271.486 100,0 -0,8 64.806.799 100,0 4,9 61.768.565 100,0 Custo das vendas……………………………………………………………………………… 74,1 47.686.407 74,2 0,1 47.616.901 4,9 45.381.504 70,6 Outros proveitos e ganhos operacionais……………………………………………… 8.676 59.575 0,1 0,0 45.487 0,1 FSE (variáveis)……………………………………………………………………………………7,1 5.002.570 7,8 10,1 4.542.955 -2,4 4.653.160 7,2 Margem de contribuição 11.642.084 18,1 -8,7 12.655.619 19,7 7,4 11.779.389 18,3 FSE (fixos)…………………………………………………………………………………… 882.806 1,4 10,1 801.698 1,2 -2,4 821.146 1,3 Pessoal………………………………………………………………………………………………………………………… 10,5 7.267.487 11,3 4,1 6.980.520 10,9 3,8 6.726.343 Amortizações……………………………………………………………………………………………………… 2.815.433 3.008.588 4,7 -2,4 3.081.364 4,8 9,4 4,4 Outros custos e perdas operacionais………………………………………………………………0,5 175.497 0,3 294.271 41.348 0,1 Resultados operacionais 307.705 0,5 -79,5 1.497.765 2,3 8,9 1.375.119 2,1 Resultados financeiros………………………………………………………………………… -1,9 -1.550.364 -2,4 29,0 -1.202.220 -0,1 -1.203.743 -1,9 Resultados correntes -1.242.658 -1,9 -520,5 295.545 0,5 72,5 171.377 0,3 Resultados extrordinários…………………………………………………………………………1,3 2.166.157 3,4 855.605 133.527 0,2 Resultados antes de impostos 923.499 1,4 1.151.151 1,8 304.904 0,5 Impostos sobre lucros………………………………………………………………………………………… 372 0,0 284.711 0,4 61.854 0,1 Resultado líquido 923.127 1,4 866.440 1,3 243.049 0,4 Quadro V: Demonstração de resultados funcionalCarlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 7
  8. 8. Estratégia de financiamento • Estratégia arriscada / delicada • FM < 0; TRL < 0 (típico do sector) • NFM > 0, desalinhada com o sector • Pico de actividade em Dez.Carlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 8
  9. 9. Risco e margem de segurança 2007 2006 2005 Grau Alavanca Operacional 37,8 8,4 8,6 Grau Alavanca Financeira -0,2 5,1 8,0 Grau Alavanca Combinado -9,4 42,8 68,7 Quadro VI: Avaliação do risco 2007 2006 2005 Ponto Critico das Vendas 62.572.762 57.137.054 54.557.737 Margem de Segurança Operacional 2,6% 11,8% 11,7% Quadro VII: Margem de segurançaCarlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 9
  10. 10. Efeito de alavanca financeira 2007 2006 2005Efeito dos encargos financeiros RC/RO………………………… -4,04 0,20 0,12 2,25Múltiplo da estrutura financeira AE/CP……………………………… 2,16 2,48Efeito alavanca financeira……………………………………… -9,09 0,43 0,31Quadro VIII: Efeito de alavanca financeiraCarlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 10
  11. 11. Fluxo das actividades operacionaisCarlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 11
  12. 12. Fluxo das actividades operacionais • Os fluxos operacionais diminuíram • Em 2005 a expansão foi financiada por terceiros • Em 2007 a diminuição do fluxo deveu-se às vendas a créditoCarlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 12
  13. 13. Fluxo das actividades de investimento • Em 2005 investimento na expansão • Em 2006 terminou o investimento • Em 2007 fluxo positivo devido à venda de activos (terrenos)Carlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 13
  14. 14. Fluxo das actividades de financiamento • Os fluxos de financiamento diminuíram • Em 2005 foram positivos devido ao aumento de capital • Em 2007 diminuíram devido á regularização de existênciasCarlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 14
  15. 15. Análise dos fluxos de caixa • A expansão de 2005 foi financiada pelo ciclo operacional e pelo aumento de capital. • Em 2006 os fluxos operacionais foram consumidos pelo investimento e pelo financiamento. • Em 2007 os fluxos operacionais e de investimento foram consumidos pelo financiamento.Carlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 15
  16. 16. Comparação com o sector Quartil Quartil Sol Mar Mediana inferior superior 2007 Racios de actividade Prazo médio de cobrança (dias)……………………………….. 1 2 5 28 Prazo médio de pagamento (dias)…………………………………….. 78 70 87 107 Rotação das existências (nº vezes)………………………………….12,09 8,57 16,77 5,50 Rotação das activo (nº vezes)…………………………………. 1,29 1,65 2,24 1,23 Racios de liquidez Liquidez geral (%)……………………………………………………. 43,19 82,85 104,93 94,53 Liquidez reduzida (%)…………………………………………………….. 16,45 36,24 64,98 31,16 Estrutura financeira Autonomia financeira (%)………………………………………………….. 6,02 28,92 33,74 29,34 Taxa de endividamento (%)…………………………………………… 13,59 57,25 126,09 70,66 Rendibilidade Rendibilidade do capital próprio (%)………………………………….. 6,17 18,26 42,88 6,00 Rendibilidade operacional das vendas (%)…………………………. 2,31 -0,63 4,87 0,48 Efeito de alavanca financeira………………………………………….. 2,09 2,93 3,15 -10,97 Quadro IX: Comparação com o sectorCarlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 16
  17. 17. Comparação com o sector • Principais problemas: – baixa rotação das existências – EAF desfavorável • Empresa está desalinhada com o sectorCarlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 17
  18. 18. Comparação com a Insco INSCO Mont’Alverne 2004 2005 Vendas 142.494.177 64.271.486 Margem de Contribuição 22,8% 19,0% Resultado Operacional 2,1% 2,2% Margem de Segurança 9,6% 11,7% GAO 10,4 8,6 GAF 1,6 8,0 GAC 16,9 68,7 Prazo de recebimentos 0,0 2,3 Prazo de pagamentos 59,4 78,0 Prazo das existências 41,0 85,2 Ciclo de exploração -18,3 9,5 Efeito alavanca financeiro 1,08 0,31Carlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 18
  19. 19. Valor económico acrescentado 2007 2006 2005 Custo do capital alheio 12,45 12,05 9,86 EVA -909.957 -1.242.740 -1.398.435 Quadro X: Valor económico acrescentadoCarlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 19
  20. 20. Conclusões • A qualidade dos resultados não é alta • Resultados extraordinários em 2007 • Regularização de existências em 2007 • Aumento da estrutura de custos em 2007 • Matraca financeira • Resultados dependente da relação entre empresas do grupoCarlos Resendes • José Carlos Dâmaso Análise Financeira 20

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