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DENSIDADE CAPILAR MUSCULAR FUNCIONAL             E HAS- RATOS SHR                                        500              ...
CORRELAÇÃO ENTRE DENSIDADE CAPILAR        FUNCIONAL CUTÂNEA E MUSCULAR              Implicações Clínicas                  ...
DENSIDADE CAPILAIR ESTRUTURAL MUSCULAR E MIOCÁRDICA E HAS     LECTINA Griffonia simplicifolia - FITCMÚSCULO ESQUELÉTICO   ...
DENSIDADE CAPILAR MUSCULAR ESTRUTURAL                 E HAS              MÚSCULO GRÁCIL RATOS SHR = ANGIOGÊNESE           ...
DENSIDADE CAPILAR MIOCÁRDICA                  ESTRUTURAL E HAS         VENTRÍCULO ESQUERDO RATOS SHR = ANGIOGÊNESE        ...
CAPACIDADE EM INSTALAÇÃO - INC• Estudos Clínicos  – Avaliação da densidade microvascular     • video-capilaroscopia cutâne...
REPRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA    DA MICROCIRCULAÇÃO
VIDEOCAPILAROSCOPIA CUTÂNEAAquisição e análise de imagens com sistema semi-automático   ARCHIMED/SAISAM (Microvision Instr...
ESTRUTURAS ANATÔMICAS DA PELE
   DIFERENCIAÇÃO ALTERAÇÕES FUNCIONAIS E    ESTRUTURAIS DA MICROCIRCULAÇÃO   Congestão venosa      Obtida com manguito ...
EFEITOS DO TRATAMENTO ANTI-HIPERTENSIVO    SOBRE A RAREFAÇÃO CAPILAR DA HAS                                NORMO (70)   HA...
CORRELAÇÃO PAS X DENSIDADE CAPILAR                            FUNCIONAL (■) (—, r = -0.27, P<0.05)                        ...
CORRELAÇÃO FRS X DENSIDADE CAPILAR                    FRS 5 ANOS (■) (r = -0.33, P<0.01 )                    FRS 10 ANOS (...
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RAREFAÇÃO MICROVASCULAR E DIABETES TIPO 1Tibiriçá E, Rodrigues E, Cobas RA, Gomes MB. Microvascular Research 73: 107–112, ...
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SISTEMA FARMACOLÓGICO DE MICRO-IONTOFORESE            SUBSTÂNCIA VASOATIVASVASODILATAÇÃO DEPENDENTE DE ENDOTÉLIO: ACETILCO...
Diabetes tipo 1 e Doença Cardiovascular Reatividade endotelial microvascular Vasodilatação dependente de endotélio - ion...
DISFUNÇÃO ENDOTELIAL MICROVASCULAR E DIABETES TIPO 1                                                                      ...
AVALIAÇÃO DA REATIVIDADE MICROVASCULAR ATRAVÉS DE       SISTEMA DE IMAGENS POR LASER-SPECKLE                        o IMAG...
AVALIAÇÃO DA REATIVIDADE MICROVASCULAR ATRAVÉS DE       SISTEMA DE IMAGENS POR LASER-SPECKLE
AVALIAÇÃO DA REATIVIDADE MICROVASCULAR ATRAVÉS DE       SISTEMA DE IMAGENS POR LASER-SPECKLE          HIPEREMIA REATIVA PÓ...
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  1. 1. I ENCONTRO DO PRONEX 30-07-2011LABORATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO CARDIOVASCULAR INSTITUTO OSWALDO CRUZ - FIOCRUZ EDUARDO TIBIRIÇÁ – Pesquisador Titular MARCOS ADRIANO DA ROCHA LESSA – Pesquisador Adjunto ISABELA TEIXEIRA BONOMO – Pesquisadora Visitante VANESSA ESTATO - Pesquisadora Visitante
  2. 2. EDUARDO TIBIRIÇÁ1980 - Graduação em Medicina - Faculdade de Medicina da PontifíciaUniversidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil.1982 - Título de Especialista em Anestesiologia - Hospital de Clínicas de PortoAlegre, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil.1985 - Título de Médico Associado do Hospital Universitário da Faculdade deMedicina da Université de Strasbourg, França1987 - Mestrado em farmacologia celular e molecular, Université de Strasbourg,França.1990 - Doutorado em Ciências, Université de Strasbourg, França.1992 - Laboratório de Investigação Cardiovascular - IOC - FIOCRUZ.2003 - Pós-doutorado, Hôpital Lariboisière , Université de Paris VII, França.2005 - 2010 - Professor Visitante, Departamento Medicina Interna – FCM,UERJ.
  3. 3. ACORDO DE COLABORAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE CARDIOLOGIA INSTITUTO OSWALDO CRUZ (MINISTÉRIO DA SAÚDE) NÚCLEO INTEGRADOR DE INVESTIGAÇÃO CARDIOVASCULAR• desenvolvimento de ações de pesquisa, ensino, atenção epromoção da saúde, envolvendo principalmente estudos dedoenças cardiometabólicas • compartilhar equipamentos do seu parque instrumental tecnológico, necessários às pesquisas. •possibilitar a cessão imediata em comodato de itens constantes do patrimônio no seu parque instrumental tecnológico necessários às pesquisas • compartilhar equipes de pesquisa e ensino
  4. 4. CAPACIDADE INSTALADA - IOC• Estudos Experimentais e Clínicos • Determinação perfil inflamatório (citocinas plasmáticas) • multiplex • Biologia molecular • Análise expressão protéica • transferência de proteínas: immunoblotting • plataforma proteômica: órgãos e plasma • RT-PCR
  5. 5. CAPACIDADE INSTALADA - IOCEstudos Experimentais • Microscopia intra-vital de fluorescência(epi-iluminação) • estudo dinâmico da microcirculação • Músculo esquelético, pele, cerebral, etc • Adesão leucocitária: processos inflamatórios • Treinamento físico de animais de pequeno e médio porte em esteira ergométrica • Protocolos de treinamento contínuo e intervalado • Modelos de isquemia do miocárdio • global e parcial (ligadura coronárias) • isquemia e reperfusão
  6. 6. CAPACIDADE INSTALADA - IOC
  7. 7. CAPACIDADE INSTALADA - IOC• Estudos Experimentais – Sistemas de órgão isolado (estudos in vitro) • artérias e veias: reatividade vascular • coração (langendorf) • estudos de cardioproteção • contratilidade do miocárdio – Sistemas de hemodinâmica experimental (estudos in vivo) • PA, FC, DC, ECG, força de contração, etc. • análise espectral da PA e FC • PA animais acordados (foto-pletismografia)
  8. 8. RAREFAÇÃO MICROVASCULAR E HIPERTENSÃO ARTERIAL Redução da densidade de arteríolas e capilares por unidade de volume de tecido Oclusão crônica de microvasos - perda vasos não perfundidos por apoptose Déficit de angiogênese capilarFuncional Rarefação capilar Estrutural Aumento da RVS et da PA (20 %) Modificado a partir de: Battegay et al. Curr Opin Pharmacol 7, 1-7, 2007
  9. 9. RAREFAÇÃO MICROVASCULAR E HIPERTENSÃO ARTERIAL da atividade do SRA biodisponibilidade de NO principal fatorNADPH oxidase das células angiogênico que endoteliais pela A II estimula a liberação de VEGF Apoptose de células déficit de endoteliais angiogênese capilar Rarefação capilar Modificado a partir de: Levy B. Sang Thrombose Vaisseaux 19:9-16, 2007
  10. 10. RAREFAÇÃO MICROVASCULAR E HIPERTENSÃO ARTERIAL NOVAS PERSPECTIVAS THERAPÊUTICAS ESTRATÉGIAS ANTI-HYPERTENSIVAS - MICROCIRCULAÇÃOnefropatia retinopatia síndrome lacunar miocardiopatia
  11. 11. MICROSCOPIA INTRAVITAL DE FLUORESCÊNCIA FITC-DEXTRAN DENSIDADE CAPILAR: MÚSCULO ESQUELÉTICO E PELE PELE MÚSCULO ESQUELÉICO
  12. 12. DENSIDADE CAPILAR CUTÂNEA FUNCIONAL E HIPERTENSÃO ARTERIAL PELE ORELHA RATOS SHR 500 Densidade Capilar Cutânea ** ** (capilares/mm2) 400 §* 300 §§ §§ 200 100 WKY SHR ATE ENA LOS NIF *P < 0.05; **P < 0.001 vs. SHR, §P < 0.05 §§P < 0.05 vs. WKYSabino B, Lessa MA, Nascimento AR, Rodrigues C,Henriques MG, Garzoni LR, Levy BI, Tibiriçá E J. Cardiovasc Pharmacol, 51: 402-9, 2008.
  13. 13. DENSIDADE CAPILAR MUSCULAR FUNCIONAL E HAS- RATOS SHR 500 ** Densidade Capilar Músculo ** (capilares/mm2) 400 § §§ 300 §§ 200 100 WKY SHR ATE ENA LOS NIF *P < 0.05; **P < 0.001 vs. SHR, §P < 0.05 §§P < 0.05 vs. WKYSabino B, Lessa MA, Nascimento AR, Rodrigues C,Henriques MG, Garzoni LR, Levy BI, Tibiriçá E J. Cardiovasc Pharmacol, 51: 402-9, 2008.
  14. 14. CORRELAÇÃO ENTRE DENSIDADE CAPILAR FUNCIONAL CUTÂNEA E MUSCULAR Implicações Clínicas 600 WKY r = 0.654 Densidae Capilar Muscular p < 0.0001 SHR ATE 500 (capilares/mm2) ENA LOS NIF 400 300 200 100 100 200 300 400 500 600 Densidade Capilar Cutânea (capilares/mm2)Sabino B, Lessa MA, Nascimento AR, Rodrigues C,Henriques MG, Garzoni LR, Levy BI, Tibiriçá E J. Cardiovasc Pharmacol, 51: 402-9, 2008.
  15. 15. DENSIDADE CAPILAIR ESTRUTURAL MUSCULAR E MIOCÁRDICA E HAS LECTINA Griffonia simplicifolia - FITCMÚSCULO ESQUELÉTICO VENTRÍCULO ESQUERDO 100 µm
  16. 16. DENSIDADE CAPILAR MUSCULAR ESTRUTURAL E HAS MÚSCULO GRÁCIL RATOS SHR = ANGIOGÊNESE 2.0 ** ** Relação Capilares/Fibras 1.8 * 1.6 § §§ 1.4 1.2 1.0 WKY SHR ATE ENA LOS NIF *P < 0.05, **P < 0.001 vs. SHR; §P < 0.05, §§P < 0.05 vs. WKYSabino B, Lessa MA, Nascimento AR, Rodrigues C,Henriques MG, Garzoni LR, Levy BI, Tibiriçá E J. Cardiovasc Pharmacol, 51: 402-9, 2008.
  17. 17. DENSIDADE CAPILAR MIOCÁRDICA ESTRUTURAL E HAS VENTRÍCULO ESQUERDO RATOS SHR = ANGIOGÊNESE 0.7 ** ** Relação Vv[cap]/Vv[fib] 0.6 0.5 §§ §§ §§ 0.4 0.3 WKY SHR ATE ENA LOS NIF *P < 0.05, **P < 0.001 vs. SHR; §P < 0.05, §§P < 0.05 vs. WKYSabino B, Lessa MA, Nascimento AR, Rodrigues C,Henriques MG, Garzoni LR, Levy BI, Tibiriçá E J. Cardiovasc Pharmacol, 51: 402-9, 2008.
  18. 18. CAPACIDADE EM INSTALAÇÃO - INC• Estudos Clínicos – Avaliação da densidade microvascular • video-capilaroscopia cutânea • rarefação capilar HAS, diabetes, SM – Avaliação da função endotelial vascular da microcirculação • sistema de imagens fluxo microvascular tecnologia espectro laser • doenças cardiometabólicas • correlação entre disfunção endotelial sistêmica e coronariana
  19. 19. REPRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA DA MICROCIRCULAÇÃO
  20. 20. VIDEOCAPILAROSCOPIA CUTÂNEAAquisição e análise de imagens com sistema semi-automático ARCHIMED/SAISAM (Microvision Instruments, France) 1 mm2 + + +
  21. 21. ESTRUTURAS ANATÔMICAS DA PELE
  22. 22.  DIFERENCIAÇÃO ALTERAÇÕES FUNCIONAIS E ESTRUTURAIS DA MICROCIRCULAÇÃO Congestão venosa  Obtida com manguito inflado a 60 mmHg durante 2 min: rarefação estrutural Hiperemia reativa  Oclusão arterial durante 4 min: recrutamento capilar máximo – vasodilatação dependente de endotélio
  23. 23. EFEITOS DO TRATAMENTO ANTI-HIPERTENSIVO SOBRE A RAREFAÇÃO CAPILAR DA HAS NORMO (70) HAS (24) HAS + TT (76) 85 **P<0.01, ***P<0.001. 80 *** 75 *** DENSIDADE CAPILAR ** 70 ** (mm2) 65 60 55 50 FUNCIONAL ESTRUTURAL Debbabi H, Uzan L, Mourad JJ, Safar M, Levy BI, Tibiriçá E. Am. J. Hypertens. 19: 477, 2006.
  24. 24. CORRELAÇÃO PAS X DENSIDADE CAPILAR FUNCIONAL (■) (—, r = -0.27, P<0.05) ESTRUTURAL () (- - -, r = -0.36, P<0.01)NORMOTENSOS = ↓ DENSIDADE CAPILAR  PRESSÃO ARTERIAL 150 145 140 135 PAS (mmHg) 130 125 120 115 110 105 100 30 35 40 45 50 55 60 65 70 75 80 85 90 95 Densidade Capilar (capilares/mm2) Debbabi H, Uzan L, Mourad JJ, Safar M, Levy BI, Tibiriçá E. Am. J. Hypertens. 19: 477, 2006.
  25. 25. CORRELAÇÃO FRS X DENSIDADE CAPILAR FRS 5 ANOS (■) (r = -0.33, P<0.01 ) FRS 10 ANOS () (r = -0.31, P<0.05) HIPERTENSOS TRATADOS DENSIDADE CAPILAR MÉDIA (capilares/mm2)Debbabi H, Uzan L, Mourad JJ, Safar M, Levy BI, Tibiriçá E. Am. J. Hypertens. 19: 477, 2006.
  26. 26. RAREFAÇÃO MICROVASCULAR E SÍNDROME METABÓLICAFrancischetti EA, Tibiriça E, Silva EG, Rodrigues E, Celoria BM, de Abreu VG. MicrovascularResearch 81: 325–330, 2011.
  27. 27. RAREFAÇÃO MICROVASCULAR E DIABETES TIPO 1Tibiriçá E, Rodrigues E, Cobas RA, Gomes MB. Microvascular Research 73: 107–112, 2007.Tibiriçá E, Rodrigues E, Cobas RA, Gomes MB. Rev Diabet Stud 4: 85-88, 2007..Tibiriçá E, Rodrigues E, Cobas RA, Gomes MB. Diabetol Metab Syndr. 3;1(1):24, 2009.
  28. 28. EFFETS DU TRAITEMENT ANTI-HYPERTENSEUR SUR LA RAREFACTION CAPILLAIRE DE L’HTA Résultats Préliminaires Densidade capilar basal Densidade capilar à hiperemia reativa * 100 * 100 84,577,22 81,676,93 § 76,062.1 § 74,752,43 80 80 62,383,16 62,752,72 cap/mm2 cap/mm2 60 60 40 40 20 20 0 0 Pré-tratamento Pós-tratamento Controle Pré-tratamento Pós-tratamento Controle N=16 N=16 N=9 N=16 N=16 N=9 § P < 0,05 pré vs pós tratamento P < 0,05 pré vs controle * P = NS pós tratamento vs controle
  29. 29. AVALIAÇÃO DA REATIVIDADE MICROVASCULAR ATRAVÉS DE FLUXOMETRIA LASER-DOPPLER
  30. 30. SISTEMA FARMACOLÓGICO DE MICRO-IONTOFORESE SUBSTÂNCIA VASOATIVASVASODILATAÇÃO DEPENDENTE DE ENDOTÉLIO: ACETILCOLINA VASODILATAÇÃO INDEPENDENTE DE ENDOTÉLIO: NPS
  31. 31. Diabetes tipo 1 e Doença Cardiovascular Reatividade endotelial microvascular Vasodilatação dependente de endotélio - iontoforese de AChGrupo controle Diabético Diabético DCV
  32. 32. DISFUNÇÃO ENDOTELIAL MICROVASCULAR E DIABETES TIPO 1 CTL DM1 1600 fluxo microvascular 1400% Aumento doFLUXO MICROVASCULAR 1200 1000 800 % AUMENTO DO 600 400 200 0 1 2 3 4 Iontoforese de Acetilcolina (1-8 mC) ACETILCOLINA Gomes MB, Matheus AS, Tibiriçá E. Microvasc Res. 76:132-133, 2008 .
  33. 33. AVALIAÇÃO DA REATIVIDADE MICROVASCULAR ATRAVÉS DE SISTEMA DE IMAGENS POR LASER-SPECKLE o IMAGENS DO FLUXO MICROVASCULAR EM TEMPO REAL o VELOCIDADE DO VÍDEO o GRANDES SUPERFÍCIES o QUANTIFICAÇÃO FLUXO (PU)
  34. 34. AVALIAÇÃO DA REATIVIDADE MICROVASCULAR ATRAVÉS DE SISTEMA DE IMAGENS POR LASER-SPECKLE
  35. 35. AVALIAÇÃO DA REATIVIDADE MICROVASCULAR ATRAVÉS DE SISTEMA DE IMAGENS POR LASER-SPECKLE HIPEREMIA REATIVA PÓS-OCLUSIVA
  36. 36. AVALIAÇÃO DA REATIVIDADE MICROVASCULAR ATRAVÉS DE SISTEMA DE IMAGENS POR LASER-SPECKLE IONTOFORESE DE ACH
  37. 37. AVALIAÇÃO DA REATIVIDADE MICROVASCULAR ATRAVÉS DE SISTEMA DE IMAGENS POR LASER-SPECKLE IONTOFORESE DE ACH

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