O Farol

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Estudo realizado na Fraternidade Espírita Caravana de Luz

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O Farol

  1. 1.   Conta-se que um capitão, ainda bastante jovem, tinha acabado de se formar na Escola de Oficiais da Marinha e estava servindo num grande navio de guerra. Sua frota estava fazendo exercícios num arquipélago, em meio a milhares de ilhas. Eles já estavam chegando no final do dia, o tempo estava péssimo, com névoa densa e a visibilidade muito ruim. • Num certo momento, o vigia avisou ao comandante que havia uma luz piscando do lado direito. O comandante perguntou se a luz estava constante ou em movimento, e o vigia confirmou que a luz estava parada e num curso de colisão. • O comandante mandou uma mensagem para o suposto navio informando que ele estava numa rota de colisão e que seria necessário mudar seu curso em vinte graus, imediatamente...
  2. 2.    Recebeu a seguinte mensagem: É melhor vocês mudarem seu percurso imediatamente. O capitão pensou que a tripulação do outro navio não sabia quem ele era e transmitiu outra mensagem: Eu sou um capitão, por favor mude seu percurso em vinte graus. Veio outra mensagem: Eu sou marinheiro de segunda classe, senhor, e estou alertando que é preciso mudar o curso do seu navio, senhor. O comandante ficou enfurecido e enviou sua mensagem final: Estou no comando da mais importante nau da frota. Não podemos manobrar tão rápido. Mude seu curso imediatamente. Isto é uma ordem! Então, o comandante recebeu a mensagem final: Senhor, é impossível mudar nossa rota. Isto aqui é um farol. E eu, sou apenas o faroleiro.
  3. 3.  Quando o Mestre de Nazaré Se posicionou diante dos doutores da lei, dos poderosos, dos que se julgavam acima do bem e do mal, qual farol iluminando a noite escura dos corações, foi crucificado.  Aqueles homens não admitiam que um simples carpinteiro, sem títulos nem riquezas materiais pudesse lhes indicar o rumo que deveriam seguir para evitar o naufrágio na escuridão das próprias trevas.
  4. 4.  (...) o Divino Farol que continua orientando todos os que, cansados de se debater na noite escura dos sofrimentos e nas tempestades geradas pela ignorância, desejam chegar a um porto seguro. CD Momento Espírita v. 6, ed. Fep
  5. 5. “Porque onde dois ou três estão reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” Jesus (Mt 18;20)
  6. 6. O Centro Espírita • Núcleo de estudo, de fraternidade, de oração e de trabalho, praticados dentro dos princípios espíritas;
  7. 7. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre; O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós. João 14:16-17 E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. (João 8:32)
  8. 8. São escolas de formação espiritual e moral, que trabalham à luz da Doutrina Espírita; Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. (João 14:6)
  9. 9.  São postos de atendimento fraternal para todos os que os buscam com o propósito de obter orientação, esclarecimento, ajuda ou consolação; Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Mateus 11:28
  10. 10.  oficina de trabalho que proporciona aos seus frequentadores oportunidades de exercitarem o próprio aprimoramento íntimo pela prática do Evangelho em suas atividades; Assim como o corpo sem espírito está morto, também a fé sem obras está morta. Tiago 2:26
  11. 11.   Realizar Palestras Públicas destinadas ao público em geral, nas quais são desenvolvidos temas abordados à luz da Doutrina Espírita; Realizar reuniões de Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita, de forma programada, metódica e constante, destinadas às pessoas de todas as idades e de todos os níveis culturais e sociais, que possibilitem um conhecimento abrangente e aprofundado do Espiritismo em todos os seus aspectos;
  12. 12. Os Centros Espíritas têm por atividades básicas:    Realizar atividades de Atendimento Espiritual para as pessoas que procuram esclarecimento, orientação, ajuda e assistência espiritual e moral. Realizar reuniões de Estudo e Educação da Mediunidade, com base nos princípios e objetivos espíritas, esclarecendo, orientando e preparando trabalhadores para as atividades mediúnicas; Realizar Reuniões Mediúnicas destinadas à prática da assistência aos espíritos desencarnados necessitados de orientação e esclarecimento;
  13. 13. Os Centros Espíritas têm por atividades básicas: • Realizar atividades de Evangelização Espírita da Infância e da Juventude, de forma programada, metódica e sistematizada, atendendo a criança e o jovem, esclarecendo-os e orientando-os dentro dos princípios da Doutrina Espírita; • Realizar atividades de Divulgação da Doutrina Espírita utilizando todos os veículos e meios de comunicação social compatíveis com os princípios espíritas, tais como: palestras, conferências, livros, jornais, revistas, boletins, folhetos, mensagens, rádio, televisão, internet, cartazes, fitas de vídeo e áudio; “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura.” JESUS (Marcos, 16:15)
  14. 14. Os Centros Espíritas têm por atividades básicas: • Realizar atividades do Serviço de Assistência e Promoção Social Espírita destinado a pessoas carentes que buscam ajuda material: assistindo-as em suas necessidades mais imediatas; promovendo-as por meio de cursos e trabalhos de formação profissional e pessoal; e esclarecendo-as com os ensinos morais do Evangelho à luz da Doutrina Espírita; “Todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes”. (Mt 25, 40)
  15. 15. Os Centros Espíritas têm por atividades básicas: • Realizar Atividades Administrativas necessárias ao seu normal funcionamento, compatíveis com a sua estrutura organizacional e com a legislação do seu país; “Dá conta de tua administração.” – JESUS (Lucas 16:2). “(...) Para se fazer algo sério, é necessário submeter-se às necessidades impostas pelos costumes da época em que se vive; essas necessidades são bem diferentes daquelas dos tempos de vida patriarcal e o próprio interesse do Espiritismo exige que se calculem os meios de ação, a fim de que o caminho não se interrompa pela metade.” ALLAN KARDEC (Testamento Filosófico – 1868; A respeito da nova organização da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, O Livro dos Médiuns).
  16. 16. Os Centros Espíritas têm por atividades básicas:  Participar das atividades que têm por objetivo a União dos Espíritas e das Instituições Espíritas e a Unificação do Movimento Espírita, conjugando esforços, somando experiências, permutando ajuda e apoio, aprimorando as atividades espíritas e fortalecendo a ação dos espíritas.
  17. 17.  A prática da caridade de modo que a mesma abranja todos os meios e métodos possíveis ao alcance do centro espírita. (Divaldo Pereira Franco- Doutrina Espírita no tempo e no Espaço) Fora da caridade não há salvação.

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