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Livro de Emmanuel
Psicografia de Chico Xavier
Desajuste Aparente
Lição 31
 Durante muitos anos a doutrina espírita foi alvo de críticas e combates
por parte dos mais diversos segmentos religiosos. Ser espírita era
sinônimo de ser adorador do diabo e qualquer pessoa que se
apresentasse como tal passava a ser mal vista, sofrendo o preconceito
dos que não a compreendiam.
 Decorrido o tempo, isto se foi
amainando e, hoje, percebe-se que já
existe uma convivência mais pacífica
e respeitosa, porém, há outro tipo de
crítica crescendo e que merece a
nossa atenção: a do próprio espírita.
 Certamente é importante olhar para si mesmo e identificar os pontos a
serem melhorados, de igual forma isto se dá dentro de um movimento
religioso, ou, antes que venham as críticas, um movimento
científico/filosófico/religioso. O espírita passou a criticar o movimento
espírita, em especial, os segmentos com os quais não concorda ou as
atitudes que não aprova. São conversas, palestras, blogs, vídeos, redes
sociais, tudo vale para dizer que o outro está errado.
 Nesta lição, Emmanuel nos convida a refletir sobre este desajuste
aparente. Caminhemos com ele.
 “Há quem afirme que a Doutrina dos Espíritos é viveiro de crentes
indisciplinados, pelo excesso das interpretações e pelo arraigado
individualismo dos pontos de vista. Outros proclamam que a Nova
Revelação desloca a vida mental daqueles que a esposam,
compelindo-os à renunciação. Tais enunciados, porém, não
encontram guarida nos fundamentos da verdade. O Espiritismo,
naturalmente, amplia os horizontes do ser.” Roteiro
 Há quem diga que se houver a reunião de quatro espíritas para decidir
sobre alguma teoria, depois de algum tempo, teremos mais 6 novas
teorias, satirizando o perfil de “excesso de interpretações” que
Emmanuel nos fala neste inicio de lição.
 A princípio tal fato não teria tão
grande importância, eis que no
mundo das idéias é bom pensar em
diversas opções, buscando a
verdade em suas várias faces que
nos são possíveis de compreensão.
A questão que se apresenta é o
segundo item que Emmanuel nos
traz, o “arraigado individualismo
dos pontos de vista”.
 Quando passo a afirmar que apenas
a minha teoria, seja qual for o
assunto, é a correta, fecho a porta
do diálogo saudável e da
oportunidade de ampliar meus
horizontes. Ouvir, refletir, reter o
que é bom, eis o caminho que os
antigos já ensinavam.
 Mas se tudo isto nos é perceptível,
estes excessos de interpretação
acompanhados do individualismo,
a lição nos convida a uma
percepção mais profunda do que
vemos e ouvimos, trazendo-nos o
aspecto positivo deste caminhar
natural, inclusive para nos dizer
que esta forma de viver e ver o
mundo é decorrente do próprio
Espiritismo, que amplia nossos
horizontes.
 Se ontem mantínhamos nossos pensamentos restritos ao que nos era
dito e permitido, hoje, temos a oportunidade de pensar, de buscar
dentro de nós definições, conceitos que sempre foram exteriores. Hoje,
não basta mais ao espírita saber o que fulano ou sicrano disse, mas, é
importante, também, o que cada um pensa individualmente no imo do
seu ser.
 Sigamos em frente.
 “A visão mais clara do Universo e a mais alta concepção da justiça
dilatam na mente a sede de libertação, para mais altos vôos do espírito,
e a compreensão mais clara, aliando-se à mais viva noção de
responsabilidade, estabelece sublimes sentimentos para a alma,
renovando os centros de interesse para o campo íntimo, que se vê, de
imediato, atraído para problemas que transcendem a experiência
vulgar.” Roteiro
 O conhecimento nos permite discernir melhor quanto
ao mundo que nos cerca, a todo momento fazemos
escolhas e quanto mais estivermos conscientes do que
estamos escolhendo e das consequências de nossas
escolhas, mais, também, teremos a oportunidade de
evoluir, direcionando nossa vida para o bem maior.
 Esta visão mais clara do Universo, que Emmanuel fala, também nos
permite deixar de lado, definitivamente, a postura de auto-piedade,
daquele que culpa tudo e todos por suas adversidades, mas nunca a si
mesmo.
 O grande desafio que se apresenta é reconhecermos nossas faltas, nossa
imperfeição e não paralisarmos na culpa, mas exercitarmos o auto-
perdão juntamente com atitudes que visam a reparação dos males e
desenganos que causamos.
 Trata-se de um verdadeiro despertar da alma, que, mais consciente de
si mesma, passa a sentir-se responsável pela própria condição de
felicidade ou infelicidade, buscando a cada dia experiências que o
enriqueçam, ou seja, que transcendem a experiência vulgar, ainda tão
atrelada aos prazeres dos sentidos, ao que a matéria efêmera nos é
capaz de proporcionar.
 Sigamos em frente com a lição.
 “Realmente, para quem estima os padrões convencionalistas, com
plena adaptação ao menor esforço, não será fácil manejar caracteres
livres, nos domínios da fé, porque os desvairamentos da personalidade
invariavelmente nos espreitam, tentando-nos a impor sobre outrem o
tacão do nosso modo de ser. Dentro da Nova Revelação, todavia, não
há lugar para qualquer processo de cristalização dogmática ou de
tirania intelectual. A imortalidade desvendada convida o homem a
afirmar-se e o centro espiritual do aprendiz desloca-se para interesses
que transcendem a esfera comum.” Roteiro
 A vida em sociedade nos impõe modelos de comportamento, muitos
dos quais precisamos romper. Padrões convencionalistas, como o
consumismo, a aparência mantida em detrimento da verdade, o ter em
detrimento do ser, e tantos outros moldes que a todo dia somos
convidados a aderir.
 Sentimentos cristalizados ao longo de muitos séculos dos quais
necessitamos despertar. Fugimos do auto-conhecimento, da busca pelo
nosso ser integral, porque este caminho é cheio de obstáculos e
desafios. Mudar um comportamento requer do espírito um grande
esforço.

 Vem, porém, a doutrina espírita e nos mostra que somos fruto de
experiências múltiplas. Qual a repercussão que este conhecimento nos
traz? Acreditar em reencarnação me torna diferente de quem não
acredita?
 Emmanuel nos diz que a imortalidade desvendada é
um convite a que nos percebamos como aprendizes.

 Aprendiz é que se reconhece imperfeito mas que
busca a cada dia melhorar-se. É, também, alguém
que reconhece este mesmo estado nos que o cercam,
tendo assim, maior indulgência com as imperfeições
alheias, eis que consciente que todos estão em
trajetória evolutiva, cada um a seu tempo e no seu
ritmo.

 Deixamos, assim, de tentar impor pontos de vista, crenças, hábitos,
passamos a olhar a vida como oportunidade reiterada de aprendizado,
de enriquecimento espiritual. E este envolvimento é tão profundo que
deixamos de nos importar com as coisas menores da vida cotidiana. É
isto que Emmanuel nos quer dizer com “desloca-se para interesses que
transcendem a esfera comum.”
 Em estudo anterior tivemos a oportunidade de aprender, também com
Emmanuel, que para saber onde estão nossos verdadeiros interesses,
basta observar o que fazemos quando estamos sozinhos. Será que este
momento já transcende a esfera comum? Será que já nos ocupamos
com leituras edificantes, com momentos reflexivos em busca do auto-
conhecimento?
 Precisamos despertar para a vida verdadeira.
 Sigamos em frente com a lição.
 “As inteligências de todos os tipos, tanto quanto os mundos,
gravitam em torno de núcleos de força, que as influenciam
sustentam. O panorama do infinito, descortinado ao homem pelo
nossos ideal, atrai o cérebro e o coração para outros poderes, e a
criatura encarnada, imperceptivelmente induzida a operar em
serviços diferentes, parece desajustada e sedenta, à procura de
valores efetivamente importantes para os seus destinos na vida
eterna.” Roteiro
 O que nos influencia e sustenta? Para onde nossa inteligência se dirige
e se alimenta?
 Paulo dizia que não somos do mundo, mas estamos nele,
reconhecendo, assim, que nosso espírito transcende a este momento de
vida material.
 Muitos de nós caminhamos na correria cotidiana. Acordamos e
corremos, dormimos e voltamos a correr. E, vem então o sentimento de
desajuste e sede, porque as posses e as riquezas deste mundo não
preenchem nosso ser.
 O que realmente importa?
 Imaginemos alguém que fará grande viagem, é certo de que ele irá se
preparar, buscando conhecer o seu destino e preparando sua bagagem
com tudo o que irá necessitar no lugar para onde irá.
 Este mesmo pensamento podemos utilizar para pensar na vida
espiritual. Se acreditamos que há vida após a morte, que levamos
apenas o bem que realizamos em nós, mediante o bem que fomos
capazes de semear em outras vidas, então, iremos perceber que
estamos nos preparando para a grande viagem. Como estão nossas
malas? Como está nosso conhecimento do mundo espiritual?

 Sigamos em frente.
 “As escolas religiosas oficializadas ou organizadas, presas a
imperativos de estabilidade econômicas, habitualmente gravitam em
derredor da riqueza perecível ou da autoridade temporal da Terra e
jazem magnetizadas pela idéia de domínio e influência que, no mundo,
facilitam a solidariedade e a união, de vez que a maioria dos espíritos
encarnados, ainda cegos para a divina luz, reúnem-se e obedecem
alegremente, ao redor do ouro ou do comando sobre os mais fracos.”
Roteiro
 Riqueza e poder, os mestres do nosso tempo. Nossa sociedade cultua
estes “deuses”, raros os que vivem de forma sóbria, sem adentrar nos
valores que regem este verdadeiro culto ao dinheiro e ao poder.
 Pensemos um pouco em nossa vida, realmente
precisamos de tantos sapatos, bolsas, roupas e
demais bens? São necessidades ou estamos
gravitando nesta forma de viver, quais presas
que orbitam em torno de uma fonte magnética,
incapazes de se libertar?
 Romper com esta vida não é fácil e pode custar muito. Paulo de Tarso,
ao aderir a proposta de vida de Jesus, de amor e fraternidade, perdeu
tudo o que tinha, seus amigos, sua família, sua profissão, tudo lhe foi
tirado quando ele decidiu-se por uma nova forma de viver.
 Mas, como podemos nos libertar deste mundo e caminhar de forma
livre e consciente? Eis que Emmanuel nos auxilia a compreender, sob
as luzes da doutrina espírita.
 “Mas no Espiritismo é difícil aglutinar caracteres libertados, sob o
estandarte nivelador da convenção. Assim como aconteceu nos
trezentos anos que antecederam a escravização política do Evangelho
redentor, o discípulo da nossa Doutrina Consoladora pretende
encontrar um caminho de acesso à vida superior.
 Aceita as facilidades humanas _ para dar com largueza e
desprendimento da posse.
 Disputa o contentamento de trabalhar _ para servir.
 Busca a liberdade _ para submeter-se às obrigações que lhe cabem.
 Adquire luz _ para ajudar na extinção das trevas.
 “Está no mundo sem ser do mundo.”
 É alguém que, em negando a si mesmo, busca a Mestre da Verdade,
recebendo, de boa vontade, a cruz do próprio sacrifício para a jornada
de ressurreição.” Roteiro
 Chico Xavier viveu com muita
simplicidade. Não obstante, passou por ele
muito dinheiro. Ele recebeu a doação de
fazendas, terrenos, dinheiro, joias, mas
tudo o que recebia era algo para “dar
largueza e desprendimento da posse.” Ele
doava a quem necessitava e permanecia
em sua forma livre de viver, servindo a
todos.
 Em geral, trabalhamos para nós mesmos, para termos segurança e
conforto. Mas a lição nos indica o que o trabalho possui uma outra face
– trabalhar para servir. Aquilo que era para muitos um fardo e uma
obrigação, adquire aspecto santo, puro, deixa de ser algo apenas
material para tornar-se oportunidade bendita de auxiliar o mundo em
que vivemos a ser um lugar melhor.
 Ao assumir o seu papel na criação, o homem passa a ser luz para os que o
cercam, auxiliando a todos com seu trabalho, com sua vida. Não importa a
tarefa, importa como a realizamos.
 O livro Paulo e Estevão nos conta a história de Jeziel, que mais tarde,
como cristão , passaria a ser chamado de Estevão. Antes disso, porém, ele
é feito escravo e vai trabalhar nas galeras. Poucos sobreviviam a trabalho
tão duro e extenuante, porém, Jeziel se destacava pelo bom ânimo e por
servir com alegria.
 “— Mas todo o serviço é de Deus, amigo — respondeu Jeziel altamente
inspirado —, e desde que aqui nos encontramos em atividade honesta e de
consciência tranquila, devemos guardar a convicção de servos do Cria
dor, trabalhando em suas obras.
 Para todas as complicações da nova modalidade de sua existência, tinha
uma fórmula conciliatória, harmonizando os ânimos mais exaltados. O
feitor surpreendia-se com a delicadeza do seu trato e capacidade de
trabalho, que se aliavam aos mais altos valores da educação religiosa
recebida no lar.” Paulo e Estevão
 Finalizando a lição.
 “E demorando-se cada discípulo, em esfera variada de trabalho,
observamos que eles todos, à maneira de viajores, peregrinando escada
acima _ cada qual contemplando a vida e a paisagem do degrau em que
se encontra _, oferecem o espetáculo de almas em desajuste e
extremamente separadas entre si, porquanto os habitantes do vale ou da
planície, acostumados aos mesmos quadros de cada dia, com a
repetição das mesmas nuances de claridade solar, não conseguem
esquecer, de improviso, as velhas atitudes de muito tempo em nem
podem entender o roteiro dos que se desinteressam da ilusão,
caminhando, em sentido contrário ao deles, ao encontro de outra luz.”
Roteiro
 Qual a esfera de trabalho que escolhemos estar? Qual a paisagem que a
vida cotidiana nos revela? O que precisamos aprender para seguir em
frente nesta trajetória evolutiva infinita?
 A lição é rica e não é para o outro, mas para mim, porque apenas eu
poderei escolher o caminho que quero seguir. A cada dia poderei ter
paz e alegria, se souber aproveitar as oportunidades de aprendizado,
mesmo as que pedem silêncio e resignação. Somos os autores da nossa
própria felicidade.

 Que cada instante de nossa vida seja um caminhar para o “encontro da
luz” que já habita em nós e espera o nosso querer e a nossa vontade
para brilhar.

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Roteiro lição 31

  • 1. Livro de Emmanuel Psicografia de Chico Xavier Desajuste Aparente Lição 31
  • 2.  Durante muitos anos a doutrina espírita foi alvo de críticas e combates por parte dos mais diversos segmentos religiosos. Ser espírita era sinônimo de ser adorador do diabo e qualquer pessoa que se apresentasse como tal passava a ser mal vista, sofrendo o preconceito dos que não a compreendiam.
  • 3.  Decorrido o tempo, isto se foi amainando e, hoje, percebe-se que já existe uma convivência mais pacífica e respeitosa, porém, há outro tipo de crítica crescendo e que merece a nossa atenção: a do próprio espírita.  Certamente é importante olhar para si mesmo e identificar os pontos a serem melhorados, de igual forma isto se dá dentro de um movimento religioso, ou, antes que venham as críticas, um movimento científico/filosófico/religioso. O espírita passou a criticar o movimento espírita, em especial, os segmentos com os quais não concorda ou as atitudes que não aprova. São conversas, palestras, blogs, vídeos, redes sociais, tudo vale para dizer que o outro está errado.
  • 4.  Nesta lição, Emmanuel nos convida a refletir sobre este desajuste aparente. Caminhemos com ele.  “Há quem afirme que a Doutrina dos Espíritos é viveiro de crentes indisciplinados, pelo excesso das interpretações e pelo arraigado individualismo dos pontos de vista. Outros proclamam que a Nova Revelação desloca a vida mental daqueles que a esposam, compelindo-os à renunciação. Tais enunciados, porém, não encontram guarida nos fundamentos da verdade. O Espiritismo, naturalmente, amplia os horizontes do ser.” Roteiro  Há quem diga que se houver a reunião de quatro espíritas para decidir sobre alguma teoria, depois de algum tempo, teremos mais 6 novas teorias, satirizando o perfil de “excesso de interpretações” que Emmanuel nos fala neste inicio de lição.
  • 5.  A princípio tal fato não teria tão grande importância, eis que no mundo das idéias é bom pensar em diversas opções, buscando a verdade em suas várias faces que nos são possíveis de compreensão. A questão que se apresenta é o segundo item que Emmanuel nos traz, o “arraigado individualismo dos pontos de vista”.  Quando passo a afirmar que apenas a minha teoria, seja qual for o assunto, é a correta, fecho a porta do diálogo saudável e da oportunidade de ampliar meus horizontes. Ouvir, refletir, reter o que é bom, eis o caminho que os antigos já ensinavam.
  • 6.  Mas se tudo isto nos é perceptível, estes excessos de interpretação acompanhados do individualismo, a lição nos convida a uma percepção mais profunda do que vemos e ouvimos, trazendo-nos o aspecto positivo deste caminhar natural, inclusive para nos dizer que esta forma de viver e ver o mundo é decorrente do próprio Espiritismo, que amplia nossos horizontes.  Se ontem mantínhamos nossos pensamentos restritos ao que nos era dito e permitido, hoje, temos a oportunidade de pensar, de buscar dentro de nós definições, conceitos que sempre foram exteriores. Hoje, não basta mais ao espírita saber o que fulano ou sicrano disse, mas, é importante, também, o que cada um pensa individualmente no imo do seu ser.
  • 7.  Sigamos em frente.  “A visão mais clara do Universo e a mais alta concepção da justiça dilatam na mente a sede de libertação, para mais altos vôos do espírito, e a compreensão mais clara, aliando-se à mais viva noção de responsabilidade, estabelece sublimes sentimentos para a alma, renovando os centros de interesse para o campo íntimo, que se vê, de imediato, atraído para problemas que transcendem a experiência vulgar.” Roteiro
  • 8.  O conhecimento nos permite discernir melhor quanto ao mundo que nos cerca, a todo momento fazemos escolhas e quanto mais estivermos conscientes do que estamos escolhendo e das consequências de nossas escolhas, mais, também, teremos a oportunidade de evoluir, direcionando nossa vida para o bem maior.  Esta visão mais clara do Universo, que Emmanuel fala, também nos permite deixar de lado, definitivamente, a postura de auto-piedade, daquele que culpa tudo e todos por suas adversidades, mas nunca a si mesmo.  O grande desafio que se apresenta é reconhecermos nossas faltas, nossa imperfeição e não paralisarmos na culpa, mas exercitarmos o auto- perdão juntamente com atitudes que visam a reparação dos males e desenganos que causamos.
  • 9.  Trata-se de um verdadeiro despertar da alma, que, mais consciente de si mesma, passa a sentir-se responsável pela própria condição de felicidade ou infelicidade, buscando a cada dia experiências que o enriqueçam, ou seja, que transcendem a experiência vulgar, ainda tão atrelada aos prazeres dos sentidos, ao que a matéria efêmera nos é capaz de proporcionar.
  • 10.  Sigamos em frente com a lição.  “Realmente, para quem estima os padrões convencionalistas, com plena adaptação ao menor esforço, não será fácil manejar caracteres livres, nos domínios da fé, porque os desvairamentos da personalidade invariavelmente nos espreitam, tentando-nos a impor sobre outrem o tacão do nosso modo de ser. Dentro da Nova Revelação, todavia, não há lugar para qualquer processo de cristalização dogmática ou de tirania intelectual. A imortalidade desvendada convida o homem a afirmar-se e o centro espiritual do aprendiz desloca-se para interesses que transcendem a esfera comum.” Roteiro  A vida em sociedade nos impõe modelos de comportamento, muitos dos quais precisamos romper. Padrões convencionalistas, como o consumismo, a aparência mantida em detrimento da verdade, o ter em detrimento do ser, e tantos outros moldes que a todo dia somos convidados a aderir.
  • 11.  Sentimentos cristalizados ao longo de muitos séculos dos quais necessitamos despertar. Fugimos do auto-conhecimento, da busca pelo nosso ser integral, porque este caminho é cheio de obstáculos e desafios. Mudar um comportamento requer do espírito um grande esforço.   Vem, porém, a doutrina espírita e nos mostra que somos fruto de experiências múltiplas. Qual a repercussão que este conhecimento nos traz? Acreditar em reencarnação me torna diferente de quem não acredita?
  • 12.  Emmanuel nos diz que a imortalidade desvendada é um convite a que nos percebamos como aprendizes.   Aprendiz é que se reconhece imperfeito mas que busca a cada dia melhorar-se. É, também, alguém que reconhece este mesmo estado nos que o cercam, tendo assim, maior indulgência com as imperfeições alheias, eis que consciente que todos estão em trajetória evolutiva, cada um a seu tempo e no seu ritmo.   Deixamos, assim, de tentar impor pontos de vista, crenças, hábitos, passamos a olhar a vida como oportunidade reiterada de aprendizado, de enriquecimento espiritual. E este envolvimento é tão profundo que deixamos de nos importar com as coisas menores da vida cotidiana. É isto que Emmanuel nos quer dizer com “desloca-se para interesses que transcendem a esfera comum.”
  • 13.  Em estudo anterior tivemos a oportunidade de aprender, também com Emmanuel, que para saber onde estão nossos verdadeiros interesses, basta observar o que fazemos quando estamos sozinhos. Será que este momento já transcende a esfera comum? Será que já nos ocupamos com leituras edificantes, com momentos reflexivos em busca do auto- conhecimento?  Precisamos despertar para a vida verdadeira.
  • 14.  Sigamos em frente com a lição.  “As inteligências de todos os tipos, tanto quanto os mundos, gravitam em torno de núcleos de força, que as influenciam sustentam. O panorama do infinito, descortinado ao homem pelo nossos ideal, atrai o cérebro e o coração para outros poderes, e a criatura encarnada, imperceptivelmente induzida a operar em serviços diferentes, parece desajustada e sedenta, à procura de valores efetivamente importantes para os seus destinos na vida eterna.” Roteiro  O que nos influencia e sustenta? Para onde nossa inteligência se dirige e se alimenta?
  • 15.  Paulo dizia que não somos do mundo, mas estamos nele, reconhecendo, assim, que nosso espírito transcende a este momento de vida material.  Muitos de nós caminhamos na correria cotidiana. Acordamos e corremos, dormimos e voltamos a correr. E, vem então o sentimento de desajuste e sede, porque as posses e as riquezas deste mundo não preenchem nosso ser.  O que realmente importa?
  • 16.  Imaginemos alguém que fará grande viagem, é certo de que ele irá se preparar, buscando conhecer o seu destino e preparando sua bagagem com tudo o que irá necessitar no lugar para onde irá.  Este mesmo pensamento podemos utilizar para pensar na vida espiritual. Se acreditamos que há vida após a morte, que levamos apenas o bem que realizamos em nós, mediante o bem que fomos capazes de semear em outras vidas, então, iremos perceber que estamos nos preparando para a grande viagem. Como estão nossas malas? Como está nosso conhecimento do mundo espiritual? 
  • 17.  Sigamos em frente.  “As escolas religiosas oficializadas ou organizadas, presas a imperativos de estabilidade econômicas, habitualmente gravitam em derredor da riqueza perecível ou da autoridade temporal da Terra e jazem magnetizadas pela idéia de domínio e influência que, no mundo, facilitam a solidariedade e a união, de vez que a maioria dos espíritos encarnados, ainda cegos para a divina luz, reúnem-se e obedecem alegremente, ao redor do ouro ou do comando sobre os mais fracos.” Roteiro  Riqueza e poder, os mestres do nosso tempo. Nossa sociedade cultua estes “deuses”, raros os que vivem de forma sóbria, sem adentrar nos valores que regem este verdadeiro culto ao dinheiro e ao poder.
  • 18.  Pensemos um pouco em nossa vida, realmente precisamos de tantos sapatos, bolsas, roupas e demais bens? São necessidades ou estamos gravitando nesta forma de viver, quais presas que orbitam em torno de uma fonte magnética, incapazes de se libertar?  Romper com esta vida não é fácil e pode custar muito. Paulo de Tarso, ao aderir a proposta de vida de Jesus, de amor e fraternidade, perdeu tudo o que tinha, seus amigos, sua família, sua profissão, tudo lhe foi tirado quando ele decidiu-se por uma nova forma de viver.  Mas, como podemos nos libertar deste mundo e caminhar de forma livre e consciente? Eis que Emmanuel nos auxilia a compreender, sob as luzes da doutrina espírita.
  • 19.  “Mas no Espiritismo é difícil aglutinar caracteres libertados, sob o estandarte nivelador da convenção. Assim como aconteceu nos trezentos anos que antecederam a escravização política do Evangelho redentor, o discípulo da nossa Doutrina Consoladora pretende encontrar um caminho de acesso à vida superior.  Aceita as facilidades humanas _ para dar com largueza e desprendimento da posse.  Disputa o contentamento de trabalhar _ para servir.  Busca a liberdade _ para submeter-se às obrigações que lhe cabem.  Adquire luz _ para ajudar na extinção das trevas.  “Está no mundo sem ser do mundo.”  É alguém que, em negando a si mesmo, busca a Mestre da Verdade, recebendo, de boa vontade, a cruz do próprio sacrifício para a jornada de ressurreição.” Roteiro
  • 20.  Chico Xavier viveu com muita simplicidade. Não obstante, passou por ele muito dinheiro. Ele recebeu a doação de fazendas, terrenos, dinheiro, joias, mas tudo o que recebia era algo para “dar largueza e desprendimento da posse.” Ele doava a quem necessitava e permanecia em sua forma livre de viver, servindo a todos.  Em geral, trabalhamos para nós mesmos, para termos segurança e conforto. Mas a lição nos indica o que o trabalho possui uma outra face – trabalhar para servir. Aquilo que era para muitos um fardo e uma obrigação, adquire aspecto santo, puro, deixa de ser algo apenas material para tornar-se oportunidade bendita de auxiliar o mundo em que vivemos a ser um lugar melhor.
  • 21.  Ao assumir o seu papel na criação, o homem passa a ser luz para os que o cercam, auxiliando a todos com seu trabalho, com sua vida. Não importa a tarefa, importa como a realizamos.  O livro Paulo e Estevão nos conta a história de Jeziel, que mais tarde, como cristão , passaria a ser chamado de Estevão. Antes disso, porém, ele é feito escravo e vai trabalhar nas galeras. Poucos sobreviviam a trabalho tão duro e extenuante, porém, Jeziel se destacava pelo bom ânimo e por servir com alegria.  “— Mas todo o serviço é de Deus, amigo — respondeu Jeziel altamente inspirado —, e desde que aqui nos encontramos em atividade honesta e de consciência tranquila, devemos guardar a convicção de servos do Cria dor, trabalhando em suas obras.  Para todas as complicações da nova modalidade de sua existência, tinha uma fórmula conciliatória, harmonizando os ânimos mais exaltados. O feitor surpreendia-se com a delicadeza do seu trato e capacidade de trabalho, que se aliavam aos mais altos valores da educação religiosa recebida no lar.” Paulo e Estevão
  • 22.  Finalizando a lição.  “E demorando-se cada discípulo, em esfera variada de trabalho, observamos que eles todos, à maneira de viajores, peregrinando escada acima _ cada qual contemplando a vida e a paisagem do degrau em que se encontra _, oferecem o espetáculo de almas em desajuste e extremamente separadas entre si, porquanto os habitantes do vale ou da planície, acostumados aos mesmos quadros de cada dia, com a repetição das mesmas nuances de claridade solar, não conseguem esquecer, de improviso, as velhas atitudes de muito tempo em nem podem entender o roteiro dos que se desinteressam da ilusão, caminhando, em sentido contrário ao deles, ao encontro de outra luz.” Roteiro  Qual a esfera de trabalho que escolhemos estar? Qual a paisagem que a vida cotidiana nos revela? O que precisamos aprender para seguir em frente nesta trajetória evolutiva infinita?
  • 23.  A lição é rica e não é para o outro, mas para mim, porque apenas eu poderei escolher o caminho que quero seguir. A cada dia poderei ter paz e alegria, se souber aproveitar as oportunidades de aprendizado, mesmo as que pedem silêncio e resignação. Somos os autores da nossa própria felicidade.   Que cada instante de nossa vida seja um caminhar para o “encontro da luz” que já habita em nós e espera o nosso querer e a nossa vontade para brilhar.