SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 24
Livro de Emmanuel
Psicografia de Chico Xavier
Sintonia
Lição 28
 Muitos irão recordar dos rádios de antigamente que tinham um botão que
deveria ser girado no sentido anti-horário ou vice-versa a fim de que
pudéssemos sintonizar na rádio que queríamos ouvir. As opções não eram
muitas e moderno era o rádio que sintonizava tanto em AM (Amplitude
Modulada), quanto em FM (Frequência Modulada).
 “Sintonia é um termo relativo a condição de concordância, equilíbrio e
reciprocidade entre duas partes, de acordo com o sentido figurado da palavra.
 Na eletrônica, a definição de sintonia consiste na circunstância de igualdade de
frequências entre dois sistemas, que emanam as mesmas oscilações elétricas.
 Quando determinada pessoa diz que precisa “sintonizar o rádio”, quer dizer que o
aparelho receptor (rádio) precisa emitir uma mesma onda de frequência do emissor
(estação de rádio) para poder captar os seus sinais radiofônicos e reproduzi-lo.
 Relativamente ao sentido figurado de sintonia, quando se diz que existe “sintonia
entre duas pessoas”, significa que ambos estão em estado de acordo mútuo, ou
seja, em entendimento e harmonia, tanto no âmbito emocional, de pensamentos,
atividades e etc.
 A chamada “sintonia emocional”, por exemplo, pode ser considerada de fator
decisivo na construção e consolidação das relações humanas, pois cria-se uma
afinidade entre as duas pessoas, devido a equiparação de seus objetivos ou ideais.
 Etimologicamente, a palavra sintonia se originou a partir do grego suntonías,
termo que era relativo a tensão exercida entre do corpo, órgãos e espírito.” (Fonte:
https://www.significados.com.br/sintonia/)
 Compreendemos, assim, que a sintonia requer de nós um posicionamento
em harmonia com quem queremos sintonizar, seja a pessoa encarnada ou
desencarnada, apenas analisando o significado da palavra já nos é
permitido perceber que para sintonizarmos com algo ou alguém,
precisamos entrar em harmonia, vibrar na mesma frequência.
 Vejamos, então, o que Emmanuel nos oferece nesta lição e busquemos
aprender com mais esta valorosa lição.
 “As bases de todos os serviços de intercâmbio, entre os
desencarnados e encarnados, repousam na mente, não
obstantes as possibilidades de fenômenos naturais, no
campo da matéria densa, levados a efeito por entidades
menos evoluídas ou extremamente consagradas à
caridade sacrificial.
 De qualquer modo, porém, é no mundo mental que se
processa a gênese de todos os trabalhos da comunhão
de espírito a espírito.
 Daí procede a necessidade de renovação idealística, de
estudo, de bondade operante e de fé ativa, se
pretendemos conservar o contato com os Espíritos da
Grande Luz.”
 Roteiro
 No livro Seara dos Médiuns, Emmanuel afirma que “pensamento
vige na base de todos os fenômenos de sintonia na esfera da
alma” e faz uma analogia entre o processo mental e a vela,
auxiliando-nos a compreender este trecho inicial da lição:

 “A vela acesa arroja de si fótons ou força luminosa.
 O cérebro exterioriza princípios inteligentes ou energia mental.
 Na primeira, temos a chama. No segundo, identificamos a ideia.
 Uma e outro possuem campos característicos de atuação, que é
tanto mais vigorosa quanto mais se mostre perto do fulcro emissor.
 No fundo, os agentes a que nos referimos são neutros em si.
 Imaginemos, no entanto, o lume conduzido. Tanto pode revelar o
caminho de um santuário, quanto a trilha de um pântano.
 Tanto ajuda os braços do malfeitor na execução de um crime,
quanto auxilia as mãos do benfeitor no levantamento das boas
obras.
 Verificamos, no símile, que a energia mental, inelutavelmente
ligada à consciência que a produz, obedece à vontade.”
 Meu mundo mental decorre da forma como vivo, o que faço, o que
procuro, o que ouço, o que sinto. Mas nem longe é algo passivo, que
apenas recebe, sem poder reagir ou participar. Meu mundo mental é onde
se processa toda a gênese da minha vida, porque tudo o que faço, penso e
sinto, inicia-se com o meu pensar. Desta forma, compreender o poderoso
auxílio de uma boa sintonia é, sem dúvida, o caminho para a solução de
muitos problemas que atingem o homem.
 Precisamos, assim, sair deste processo passivo em que permitimos que
nosso mundo mental seja alimentado conforme os sabores que regem o
mundo material. Temos, hoje, a chance de escolher o alimento que a cada
instante é processado em nosso mundo íntimo. Como vivemos está
diretamente relacionado com o quem a nossa vontade já é capaz de
sintonizar.
 Caminhemos mais um pouco com o livro Roteiro.
 “Simbolizemos nossa mente como sendo uma pedra inicialmente
burilada. Tanto quanto a do animal, pode demorar-se, por muitos
séculos, na ociosidade ou na sombra, sob a crosta dificilmente
permeável de hábitos nocivos ou de impulsos degradantes, mas
se a expomos ao sol da experiência, aceitando os atritos, as
lições, os dilaceramentos e as dificuldades do caminho por
golpes abençoados do buril da vida, esforçando-nos por
aperfeiçoar o conhecimento e melhorar o coração, tanto quanto a
pedra burilada reflete a luz, certamente nos habilitamos a
receber a influência dos grandes gênios da sabedoria e do
amor, gloriosos expoentes da imortalidade vitoriosa,
convertendo-nos em valiosos instrumentos da obra assistencial
do Céu, em favor do reerguimento de nossos irmãos menos
favorecidos e para a elevação de nós mesmos às regiões mais
altas.” Roteiro

 Somos pedra bruta que está sendo lapidada e este
processo envolve Pedra em si, o Martelo (ou
Malho) e o Prego (ou Cinzel), ou seja, algo em
mim será trabalhado, moldado, retirado, e isso é
o que chamamos hoje de dor.
 Nossa cultura ocidental interpreta a dor como
algo negativo, que deve ser evitado e combatido.
Certamente todos nós queremos ser felizes, isto é
Universal, porém, toda reforma íntima, toda
melhoria pessoal requer esforço e novos
paradigmas e é precisamos termos força e
coragem para entrarmos neste processo que
revela belezas, que nos mostra novas faces de
nós mesmos. Como a pedra polida que brilha ou
permanece fosca e bruta, nossa vontade é o
cinzel que irá produzir as reformas que
necessitamos.
Humberto de Campos nos conta a história de
uma conversa entre Jesus e um sacerdote e nos
mostra que já naquelas primeiras pregações o
Mestre usava o valoroso exemplo da pedra e do
cinzel:
 “Nos primeiros dias do ano 30, antes de suas gloriosas manifestações, avistou-se
Jesus com o Batista, no deserto triste da Judéia, não muito longe das areias
ardentes da Arábia. Ambos estiveram juntos, por alguns dias, em plena Natureza,
no campo ríspido do jejum e da penitência do grande precursor, até que o Mestre
Divino, despedindo-se do companheiro, demandou o oásis de Jericó, uma bênção
de verdura e águas entre as inclemências da estrada agreste. De Jericó dirigiu-se
então a Jerusalém, onde repousou, ao cair da noite.

 Sentado como um peregrino, nas adjacências do Templo, Jesus foi notado por um
grupo de sacerdotes e pensadores ociosos, que se sentiram atraídos pelos seus
traços de formosa originalidade e pelo seu olhar lúcido e profundo. Alguns deles
se afastaram, sem maior interesse, mas Hanã, que seria, mais tarde, o juiz
inclemente de sua causa, aproximou-se do desconhecido e dirigiu-se-lhe com
orgulho:

 — Galileu, que fazes na cidade?
 — Passo por Jerusalém, buscando a fundação do
Reino de Deus! - exclamou o Cristo, com modesta
nobreza.
 — Reino de Deus? - tornou o sacerdote com
acentuada ironia. - E que pensas tu venha a ser isso?
 — Esse Reino é a obra divina no coração dos homens! - esclareceu Jesus, com
grande serenidade.
 — Obra divina em tuas mãos? - revidou Hanã, com uma gargalhada de desprezo.
 E, continuando as suas observações irônicas, perguntou:
 — Com que contas para levar avante essa difícil empresa? Quais são os teus
seguidores e companheiros?... Acaso terás Conquistado o apoio de algum príncipe
desconhecido e ilustre, para auxiliar-te na execução de teus planos?
 — Meus companheiros hão de chegar de todos os lugares - respondeu o Mestre
com humildade.
 — Sim - observou Hanã -, os ignorantes e os tolos estão em toda parte na Terra.
Certamente que esse representará o material de tua edificação. Entretanto,
propões-te realizar uma obra divina e já viste alguma estátua perfeita modelada
em fragmentos de lama?
 — Sacerdote - replicou-lhe Jesus, com energia serena -, nenhum mármore existe
mais puro e mais formoso do que o do sentimento, e nenhum cinzel é superior ao
da boa-vontade.”
 Sigamos em frente com a lição.
 “A fim de atingirmos tão alto objetivo é indispensável traçar um roteiro
para a nossa organização mental, no Infinito Bem, e segui-lo sem recuar.
 Precisamos compreender _ repetimos _ que os nossos pensamentos são
forças, imagens, coisas e criações visíveis e tangíveis no campo
espiritual.
 Atraímos companheiros e recursos, de conformidade com a natureza de
nossas idéias, aspirações, invocações e apelos.” Roteiro
 No livro infantil Alice no País das Maravilhas, que possui
valiosíssimas lições, Lewis Carrol nos oferece um oportuno
diálogo entre Alice e o Gato:
 Se não temos um objetivo, qualquer direção será válida. Por esta
razão, Emmanuel nos fala para traçarmos um Roteiro para a nossa
organização mental.
 Comecemos a observar desde o amanhecer, qual o nosso primeiro
pensamento? Elevo meus pensamentos em gratidão por mais um dia de
vida, ou já levanto correndo pensando em todas as atividades que
deverei desenvolver durante o dia? E a medida que o dia se passa,
desenvolvendo as variadas tarefas que a vida oferece, como está o meu
pensamento? Sou grato pelas oportunidades? Aprendo com as
dificuldades e tento superá-las com bom ânimo?
 Se olharmos com franqueza, veremos que não somos tão diferentes da
pequena Alice que em terra estranha não sabia bem para onde ir.
 Qual o nosso Roteiro? Qual a nossa direção? O que queremos?
 Caminhemos um pouco mais com Emmanuel.
 “Energia viva, o pensamento desloca, em torno de nós, forças sutis,
construindo paisagens ou formas e criando centros magnéticos ou ondas,
com os quais emitimos a nossa atuação ou recebemos a atuação dos
outros.
 Nosso êxito ou fracasso dependem da persistência ou da fé com que
nos consagramos mentalmente aos objetivos que nos propomos
alcançar.
 Semelhante lei de reciprocidade impera em todos os acontecimentos da
vida.
 Comunicar-nos-emos com as entidades e núcleos de pensamentos, com
os quais no colocamos em sintonia.” Roteiro
Se passamos o dia inteiro mau humorados, reclamando da vida,
descontentes com tudo o que nos cerca, ao nos dirigirmos, ao final do
dia, em prece, os benfeitores que nos assistem, como iremos alcançar a
sintonia necessária para recebermos deles as boas vibrações?
A forma como vivemos nos dá a exata dimensão de como pensamos e
por mais duro e difícil que seja admitir isso, tudo o que nos acontece está
sob a nossa direta responsabilidade. Com o nosso pensar atraímos
pessoas, situações e sentimentos.
 “Tanto quanto te vês compelido, diariamente, a
entrar na faixa das necessidades do corpo físico,
pensando, por exemplo, na alimentação e na higiene,
és convidado incessantemente a entrar na faixa das
requisições espirituais que te cercam.
 Um livro, uma página, uma sentença, uma palestra,
uma visita, uma notícia, uma distração ou qualquer
pequenino acontecimento que te parece sem
importância, pode representar silenciosa tomada de
ligação para determinado tipo de interesse ou de
assunto.
 Geralmente, toda criatura que ainda não traçou
caminho de sublimação moral a si mesma assemelha-
se ao viajante entregue, no mar, ao sabor das ondas.”
 “Receberás, portanto, variados apelos, nascidos do
campo mental de todas as inteligências encarnadas e
desencarnadas que se afinam contigo, tentando
influenciar-te, através das ondas inúmeras em que se
revela a gama infinita dos pensamentos da
Humanidade, mas, se buscas o Cristo, não ignoras
em que altura lhe brilha a faixa.
 Com a bússola do Evangelho, sabemos perfeitamente
onde se localizam o bem e o mal, razão por que,
dispondo todos nós do leme da vontade, o problema
de sintonia corre por nossa conta.”
 (Seara dos Médiuns, lição Faixas, Emmanuel)
 Quando os espíritos nos disseram que Jesus é nosso modelo e guia
(questão 459 do Livro dos Espíritos), estavam, justamente nos dando
uma “bússula”, um direcionamento evolutivo.
 Iremos aprender a lição, o progresso é lei divina e a todos,
indistintamente, atinge. A questão é que podemos escolher bons
professores que nos auxiliem a compreender as lições de que
necessitamos. Na Terra, não há melhor professor que Jesus, mas, está em
nosso querer ouvi-lo ou não.
Caminhemos mais um pouco com a lição.
“Nos mais simples quadros da natureza,
vemos manifestado o princípio da correspondência.
Um fruto apodrecido ao abandono estabelece no chão um foco infeccioso
que tende a crescer, incorporando elementos corruptores.
Exponhamos a pequena lâmina de cristal, limpa e bem cuidada, à luz do dia,
e refletirá infinitas cintilações do Sol.
Andorinhas seguem a beleza da primavera.
Corujas acompanham as trevas da noite.
O mato inculto asila serpentes.
A terra cultivada produz o bom grão.
Na mediunidade, essas leis se expressam, ativas.
Mentes enfermiças e perturbadas assimilam as correntes desordenadas
do desequilíbrio, enquanto que a boa-vontade e a boa intenção
acumulam os valores do bem.” Roteiro
As lições da Natureza nos permitem ver com clareza que a cada
dia temos a oportunidade de modificar o nosso mundo íntimo,
como diz a música “capinando a roçado dos meus íntimos
quintais... e quando a roça florescer ei de ser uma paisagem que
só faz lembrar você (Pai).”
 Qual o nosso mais profundo querer? Qual o nosso desejo para a
vida? Se ainda não o sabemos, precisamos descobrir e, ao
descobrir, precisamos trilhar um caminho nesta direção. É
simples, mas não é fácil.
 Dia a dia enfrentamos forças contrárias que nos impelem a
pensamentos negativos e equivocados. Como agir, como resistir?
Emmanuel nos oferece um exercício mental
interessante, comparando estes pensamentos ao
tráfego de carros em uma rua, sujeitos a um sinal
de trânsito. Vejamos:
 “Recorramos ainda aos símbolos do trânsito.
 Vigiemo-nos de espírito centralizado no bem de todos.
 Se somos mentalmente visitados por ideias de crueldade e
discórdia, lamentação ou desânimo, acendamos o sinal vermelho
do “não prossigas” no espaço que medeia entre o cérebro e os
lábios ou entre o pensamento e as mãos impedindo a palavra
falada ou escrita, inconveniente e destrutiva.
 Unicamente, assim, o fio de nossa atenção persistirá ligado ao
amor que desarma os adversários e nos faz livres,
permanentemente livres das forças negativas, consideradas por
influências do mal.” (Livro Algo Mais – lição Forças Contrárias)
 “Não prossigas”, podemos realizar este exercício atentos ao nosso
pensamento, assim como, ao dirigirmos, estamos atentos aos semáforos
do caminho.
 Caminhemos para o encerramento da lição.
 “Ninguém está só.
 Cada criatura recebe de acordo com aquilo que dá.
 Cada alma vive no clima espiritual que elegeu, procurando o tipo de
experiência em que situa a própria felicidade.
 Estejamos, assim, convictos de que os nossos companheiros na Terra
ou no Além são aqueles que escolhemos com as nossas solicitações
interiores, mesmo porque, segundo o antigo ensinamento evangélico,
“tecemos nosso tesouro onde colocamos o coração”. Roteiro
 Sintonizemos na “rádio do bem”, ouçamos melodias de amor,
caridade, alegria, esperança, caminhando a cada dia fortalecidos
pelo Evangelho do Cristo, lembrando do seu sábio dizer:
 “No mundo tereis aflições, tende bom ânimo, eu venci o mundo. “
João 16:33.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

CB 16 Esboço do Livro O Evangelho Segundo o Espiritismo
CB 16 Esboço do Livro O Evangelho Segundo o EspiritismoCB 16 Esboço do Livro O Evangelho Segundo o Espiritismo
CB 16 Esboço do Livro O Evangelho Segundo o EspiritismoRoseli Lemes
 
Evangeliza - Mediunidade com Jesus
Evangeliza - Mediunidade com JesusEvangeliza - Mediunidade com Jesus
Evangeliza - Mediunidade com JesusAntonino Silva
 
O CENTRO ESPÍRITA SEGUNDO ALLAN KARDEC
O CENTRO ESPÍRITA SEGUNDO ALLAN KARDECO CENTRO ESPÍRITA SEGUNDO ALLAN KARDEC
O CENTRO ESPÍRITA SEGUNDO ALLAN KARDECJorge Luiz dos Santos
 
O céu e o Inferno
O céu e o InfernoO céu e o Inferno
O céu e o Infernoigmateus
 
A terra planeta de provas e expiações
A terra planeta de provas e expiaçõesA terra planeta de provas e expiações
A terra planeta de provas e expiaçõesGraça Maciel
 
Palestra - Reencarnação, na Bíblia e na Ciência
Palestra - Reencarnação, na Bíblia e na CiênciaPalestra - Reencarnação, na Bíblia e na Ciência
Palestra - Reencarnação, na Bíblia e na CiênciaAlisson Campelo
 
Palestra ESE cap 8 bem aventurados puros
Palestra ESE cap 8 bem aventurados purosPalestra ESE cap 8 bem aventurados puros
Palestra ESE cap 8 bem aventurados purosTiburcio Santos
 
Mediunidade com Jesus - n.17
Mediunidade com Jesus - n.17Mediunidade com Jesus - n.17
Mediunidade com Jesus - n.17Graça Maciel
 
Evolução em Dois Mundos - Primeira Parte - Capítulo XX - Corpo e Espiritual e...
Evolução em Dois Mundos - Primeira Parte - Capítulo XX - Corpo e Espiritual e...Evolução em Dois Mundos - Primeira Parte - Capítulo XX - Corpo e Espiritual e...
Evolução em Dois Mundos - Primeira Parte - Capítulo XX - Corpo e Espiritual e...Cynthia Castro
 
Princípios Básicos do Espiritismo
Princípios Básicos do EspiritismoPrincípios Básicos do Espiritismo
Princípios Básicos do Espiritismopaikachambi
 
Missionários da luz resumo capítulo ii
Missionários da luz  resumo capítulo iiMissionários da luz  resumo capítulo ii
Missionários da luz resumo capítulo iiSergio Rodriguez
 
AS BEM AVENTURANÇAS - Visão Espírita
AS BEM AVENTURANÇAS - Visão EspíritaAS BEM AVENTURANÇAS - Visão Espírita
AS BEM AVENTURANÇAS - Visão EspíritaAnderson Dias
 
Cap 15 Fora da caridade não há salvação
Cap 15 Fora da caridade não há salvaçãoCap 15 Fora da caridade não há salvação
Cap 15 Fora da caridade não há salvaçãogmo1973
 

Mais procurados (20)

CB 16 Esboço do Livro O Evangelho Segundo o Espiritismo
CB 16 Esboço do Livro O Evangelho Segundo o EspiritismoCB 16 Esboço do Livro O Evangelho Segundo o Espiritismo
CB 16 Esboço do Livro O Evangelho Segundo o Espiritismo
 
Evangeliza - Mediunidade com Jesus
Evangeliza - Mediunidade com JesusEvangeliza - Mediunidade com Jesus
Evangeliza - Mediunidade com Jesus
 
O CENTRO ESPÍRITA SEGUNDO ALLAN KARDEC
O CENTRO ESPÍRITA SEGUNDO ALLAN KARDECO CENTRO ESPÍRITA SEGUNDO ALLAN KARDEC
O CENTRO ESPÍRITA SEGUNDO ALLAN KARDEC
 
O céu e o Inferno
O céu e o InfernoO céu e o Inferno
O céu e o Inferno
 
Motivos de Resignação
Motivos de ResignaçãoMotivos de Resignação
Motivos de Resignação
 
O Passe
O PasseO Passe
O Passe
 
A terra planeta de provas e expiações
A terra planeta de provas e expiaçõesA terra planeta de provas e expiações
A terra planeta de provas e expiações
 
A cólera e a revolta
A cólera e a revoltaA cólera e a revolta
A cólera e a revolta
 
Palestra - Reencarnação, na Bíblia e na Ciência
Palestra - Reencarnação, na Bíblia e na CiênciaPalestra - Reencarnação, na Bíblia e na Ciência
Palestra - Reencarnação, na Bíblia e na Ciência
 
Palestra ESE cap 8 bem aventurados puros
Palestra ESE cap 8 bem aventurados purosPalestra ESE cap 8 bem aventurados puros
Palestra ESE cap 8 bem aventurados puros
 
NinguéM Poderá Ver O Reino De Deus Se
NinguéM Poderá Ver O Reino De Deus SeNinguéM Poderá Ver O Reino De Deus Se
NinguéM Poderá Ver O Reino De Deus Se
 
Mediunidade com Jesus - n.17
Mediunidade com Jesus - n.17Mediunidade com Jesus - n.17
Mediunidade com Jesus - n.17
 
Evolução em Dois Mundos - Primeira Parte - Capítulo XX - Corpo e Espiritual e...
Evolução em Dois Mundos - Primeira Parte - Capítulo XX - Corpo e Espiritual e...Evolução em Dois Mundos - Primeira Parte - Capítulo XX - Corpo e Espiritual e...
Evolução em Dois Mundos - Primeira Parte - Capítulo XX - Corpo e Espiritual e...
 
Princípios Básicos do Espiritismo
Princípios Básicos do EspiritismoPrincípios Básicos do Espiritismo
Princípios Básicos do Espiritismo
 
Allan Kardec
Allan KardecAllan Kardec
Allan Kardec
 
Missionários da luz resumo capítulo ii
Missionários da luz  resumo capítulo iiMissionários da luz  resumo capítulo ii
Missionários da luz resumo capítulo ii
 
AS BEM AVENTURANÇAS - Visão Espírita
AS BEM AVENTURANÇAS - Visão EspíritaAS BEM AVENTURANÇAS - Visão Espírita
AS BEM AVENTURANÇAS - Visão Espírita
 
Cap 15 Fora da caridade não há salvação
Cap 15 Fora da caridade não há salvaçãoCap 15 Fora da caridade não há salvação
Cap 15 Fora da caridade não há salvação
 
Objetivo da encarnação
Objetivo da encarnaçãoObjetivo da encarnação
Objetivo da encarnação
 
Gestação e Espiritismo
Gestação e EspiritismoGestação e Espiritismo
Gestação e Espiritismo
 

Semelhante a Estudo do livro Roteiro, lição 28

Estudo do livro Roteiro lição 30
Estudo do livro Roteiro lição 30Estudo do livro Roteiro lição 30
Estudo do livro Roteiro lição 30Candice Gunther
 
Estudo do livro Roteiro lição 20
Estudo do livro Roteiro lição 20Estudo do livro Roteiro lição 20
Estudo do livro Roteiro lição 20Candice Gunther
 
Estudando a mediunidade
Estudando a mediunidadeEstudando a mediunidade
Estudando a mediunidadehavatar
 
Estudando a mediunidade (martins peralva)
Estudando a mediunidade (martins peralva)Estudando a mediunidade (martins peralva)
Estudando a mediunidade (martins peralva)Helio Cruz
 
8 entre a-terra_e_o_ceu-1954
8 entre a-terra_e_o_ceu-19548 entre a-terra_e_o_ceu-1954
8 entre a-terra_e_o_ceu-1954paulasa pin
 
Andre luiz -_chico_xavier_-_entre_a_terra_e_o_céu
Andre luiz -_chico_xavier_-_entre_a_terra_e_o_céuAndre luiz -_chico_xavier_-_entre_a_terra_e_o_céu
Andre luiz -_chico_xavier_-_entre_a_terra_e_o_céuhavatar
 
Estudo do livro Roteiro lição 7
Estudo do livro Roteiro lição 7Estudo do livro Roteiro lição 7
Estudo do livro Roteiro lição 7Candice Gunther
 
Assistência espiritual, obsessão e desobsessão
Assistência espiritual, obsessão e desobsessãoAssistência espiritual, obsessão e desobsessão
Assistência espiritual, obsessão e desobsessãoRivaldo Guedes Corrêa. Jr
 
Tomadas mentais.pptx
Tomadas mentais.pptxTomadas mentais.pptx
Tomadas mentais.pptxM.R.L
 
Aula 3 - Colônias Espirituais - Espíritos Dormem? Comem? etc...
Aula 3 - Colônias Espirituais - Espíritos Dormem? Comem? etc...Aula 3 - Colônias Espirituais - Espíritos Dormem? Comem? etc...
Aula 3 - Colônias Espirituais - Espíritos Dormem? Comem? etc...Breno Ortiz Tavares Costa
 
Estudando com Andre Luiz - Os Mensageiros capitulo 01 Renovação
Estudando com Andre Luiz - Os Mensageiros   capitulo 01 RenovaçãoEstudando com Andre Luiz - Os Mensageiros   capitulo 01 Renovação
Estudando com Andre Luiz - Os Mensageiros capitulo 01 RenovaçãoJose Luiz Maio
 

Semelhante a Estudo do livro Roteiro, lição 28 (20)

Estudo do livro Roteiro lição 30
Estudo do livro Roteiro lição 30Estudo do livro Roteiro lição 30
Estudo do livro Roteiro lição 30
 
Estudo do livro Roteiro lição 20
Estudo do livro Roteiro lição 20Estudo do livro Roteiro lição 20
Estudo do livro Roteiro lição 20
 
Estudando a mediunidade
Estudando a mediunidadeEstudando a mediunidade
Estudando a mediunidade
 
8 entreaterraeoceu-1954-101008115411-phpapp01
8 entreaterraeoceu-1954-101008115411-phpapp018 entreaterraeoceu-1954-101008115411-phpapp01
8 entreaterraeoceu-1954-101008115411-phpapp01
 
Estudando a mediunidade (martins peralva)
Estudando a mediunidade (martins peralva)Estudando a mediunidade (martins peralva)
Estudando a mediunidade (martins peralva)
 
8 entre a-terra_e_o_ceu-1954
8 entre a-terra_e_o_ceu-19548 entre a-terra_e_o_ceu-1954
8 entre a-terra_e_o_ceu-1954
 
Andre luiz -_chico_xavier_-_entre_a_terra_e_o_céu
Andre luiz -_chico_xavier_-_entre_a_terra_e_o_céuAndre luiz -_chico_xavier_-_entre_a_terra_e_o_céu
Andre luiz -_chico_xavier_-_entre_a_terra_e_o_céu
 
Estudo do livro Roteiro lição 7
Estudo do livro Roteiro lição 7Estudo do livro Roteiro lição 7
Estudo do livro Roteiro lição 7
 
Assistência espiritual, obsessão e desobsessão
Assistência espiritual, obsessão e desobsessãoAssistência espiritual, obsessão e desobsessão
Assistência espiritual, obsessão e desobsessão
 
A região do Umbral
A região do UmbralA região do Umbral
A região do Umbral
 
Fraternidade E Ecumenismo
Fraternidade E EcumenismoFraternidade E Ecumenismo
Fraternidade E Ecumenismo
 
Tomadas mentais.pptx
Tomadas mentais.pptxTomadas mentais.pptx
Tomadas mentais.pptx
 
Universalismo crstico apostila - 007 - 2011 - lar (1)
Universalismo crstico   apostila - 007 - 2011 - lar (1)Universalismo crstico   apostila - 007 - 2011 - lar (1)
Universalismo crstico apostila - 007 - 2011 - lar (1)
 
Aula 3 - Colônias Espirituais - Espíritos Dormem? Comem? etc...
Aula 3 - Colônias Espirituais - Espíritos Dormem? Comem? etc...Aula 3 - Colônias Espirituais - Espíritos Dormem? Comem? etc...
Aula 3 - Colônias Espirituais - Espíritos Dormem? Comem? etc...
 
Jornal a sintese 3a edição
Jornal a sintese    3a ediçãoJornal a sintese    3a edição
Jornal a sintese 3a edição
 
Jornal a síntese 3a edição
Jornal a síntese   3a ediçãoJornal a síntese   3a edição
Jornal a síntese 3a edição
 
Estudando com Andre Luiz - Os Mensageiros capitulo 01 Renovação
Estudando com Andre Luiz - Os Mensageiros   capitulo 01 RenovaçãoEstudando com Andre Luiz - Os Mensageiros   capitulo 01 Renovação
Estudando com Andre Luiz - Os Mensageiros capitulo 01 Renovação
 
Universalismo crstico apostila - 007 - 2011 - lar
Universalismo crstico   apostila - 007 - 2011 - larUniversalismo crstico   apostila - 007 - 2011 - lar
Universalismo crstico apostila - 007 - 2011 - lar
 
( Espiritismo) # - estudando a mediunidade
( Espiritismo)   # - estudando a mediunidade( Espiritismo)   # - estudando a mediunidade
( Espiritismo) # - estudando a mediunidade
 
Centro de Planejamento de Reencarnações
Centro de Planejamento de ReencarnaçõesCentro de Planejamento de Reencarnações
Centro de Planejamento de Reencarnações
 

Mais de Candice Gunther

Poesias Maria Dolores - Serie Max Rive
Poesias Maria Dolores - Serie Max RivePoesias Maria Dolores - Serie Max Rive
Poesias Maria Dolores - Serie Max RiveCandice Gunther
 
Carta aos Corintios com Emmanuel - Sabedoria
Carta aos Corintios com Emmanuel - SabedoriaCarta aos Corintios com Emmanuel - Sabedoria
Carta aos Corintios com Emmanuel - SabedoriaCandice Gunther
 
Carta aos Coríntios com Emmanuel - A Cidade de Corinto
Carta aos Coríntios com Emmanuel - A Cidade de CorintoCarta aos Coríntios com Emmanuel - A Cidade de Corinto
Carta aos Coríntios com Emmanuel - A Cidade de CorintoCandice Gunther
 
Estudo do livro Roteiro lição 40
Estudo do livro Roteiro lição 40Estudo do livro Roteiro lição 40
Estudo do livro Roteiro lição 40Candice Gunther
 
Estudo do livro Roteiro lição 39
Estudo do livro Roteiro lição 39Estudo do livro Roteiro lição 39
Estudo do livro Roteiro lição 39Candice Gunther
 
Estudo do livro Roteiro lição 38
Estudo do livro Roteiro lição 38Estudo do livro Roteiro lição 38
Estudo do livro Roteiro lição 38Candice Gunther
 
Estudo do livro Roteiro liçãoo 37
Estudo do livro Roteiro liçãoo 37Estudo do livro Roteiro liçãoo 37
Estudo do livro Roteiro liçãoo 37Candice Gunther
 
Poesias de Maria Dolores - Serie Turner
Poesias de Maria Dolores - Serie TurnerPoesias de Maria Dolores - Serie Turner
Poesias de Maria Dolores - Serie TurnerCandice Gunther
 
Estudo do livro Roteiro lição 35
Estudo do livro Roteiro lição 35Estudo do livro Roteiro lição 35
Estudo do livro Roteiro lição 35Candice Gunther
 
Estudo do livro Roteiro lição 34
Estudo do livro Roteiro lição 34Estudo do livro Roteiro lição 34
Estudo do livro Roteiro lição 34Candice Gunther
 
Estudo do livro Roteiro lição 33
Estudo do livro Roteiro lição 33Estudo do livro Roteiro lição 33
Estudo do livro Roteiro lição 33Candice Gunther
 
Estudo do livro Roteiro lição 32
Estudo do livro Roteiro lição 32Estudo do livro Roteiro lição 32
Estudo do livro Roteiro lição 32Candice Gunther
 
Estudo do livro Roteiro lição 29
Estudo do livro Roteiro lição 29Estudo do livro Roteiro lição 29
Estudo do livro Roteiro lição 29Candice Gunther
 
Estudo do livro Roteiro lição 27
Estudo do livro Roteiro lição 27Estudo do livro Roteiro lição 27
Estudo do livro Roteiro lição 27Candice Gunther
 
Estudo do livro Roteiro lição 26
Estudo do livro Roteiro lição 26Estudo do livro Roteiro lição 26
Estudo do livro Roteiro lição 26Candice Gunther
 
Estudo do livro Roteiro, lição 25
Estudo do livro Roteiro, lição 25Estudo do livro Roteiro, lição 25
Estudo do livro Roteiro, lição 25Candice Gunther
 

Mais de Candice Gunther (20)

Poesias Maria Dolores - Serie Max Rive
Poesias Maria Dolores - Serie Max RivePoesias Maria Dolores - Serie Max Rive
Poesias Maria Dolores - Serie Max Rive
 
A obra de Chico Xavier
A obra de Chico XavierA obra de Chico Xavier
A obra de Chico Xavier
 
Carta aos Corintios com Emmanuel - Sabedoria
Carta aos Corintios com Emmanuel - SabedoriaCarta aos Corintios com Emmanuel - Sabedoria
Carta aos Corintios com Emmanuel - Sabedoria
 
Dissensões
Dissensões Dissensões
Dissensões
 
Carta aos Coríntios com Emmanuel - A Cidade de Corinto
Carta aos Coríntios com Emmanuel - A Cidade de CorintoCarta aos Coríntios com Emmanuel - A Cidade de Corinto
Carta aos Coríntios com Emmanuel - A Cidade de Corinto
 
Estudo do livro Roteiro lição 40
Estudo do livro Roteiro lição 40Estudo do livro Roteiro lição 40
Estudo do livro Roteiro lição 40
 
Estudo do livro Roteiro lição 39
Estudo do livro Roteiro lição 39Estudo do livro Roteiro lição 39
Estudo do livro Roteiro lição 39
 
Estudo do livro Roteiro lição 38
Estudo do livro Roteiro lição 38Estudo do livro Roteiro lição 38
Estudo do livro Roteiro lição 38
 
Estudo do livro Roteiro liçãoo 37
Estudo do livro Roteiro liçãoo 37Estudo do livro Roteiro liçãoo 37
Estudo do livro Roteiro liçãoo 37
 
Poesias de Maria Dolores - Serie Turner
Poesias de Maria Dolores - Serie TurnerPoesias de Maria Dolores - Serie Turner
Poesias de Maria Dolores - Serie Turner
 
Estudo do livro Roteiro lição 35
Estudo do livro Roteiro lição 35Estudo do livro Roteiro lição 35
Estudo do livro Roteiro lição 35
 
Estudo do livro Roteiro lição 34
Estudo do livro Roteiro lição 34Estudo do livro Roteiro lição 34
Estudo do livro Roteiro lição 34
 
Estudo do livro Roteiro lição 33
Estudo do livro Roteiro lição 33Estudo do livro Roteiro lição 33
Estudo do livro Roteiro lição 33
 
Estudo do livro Roteiro lição 32
Estudo do livro Roteiro lição 32Estudo do livro Roteiro lição 32
Estudo do livro Roteiro lição 32
 
Roteiro lição 31
Roteiro lição 31Roteiro lição 31
Roteiro lição 31
 
Viver com misericórdia
Viver com misericórdiaViver com misericórdia
Viver com misericórdia
 
Estudo do livro Roteiro lição 29
Estudo do livro Roteiro lição 29Estudo do livro Roteiro lição 29
Estudo do livro Roteiro lição 29
 
Estudo do livro Roteiro lição 27
Estudo do livro Roteiro lição 27Estudo do livro Roteiro lição 27
Estudo do livro Roteiro lição 27
 
Estudo do livro Roteiro lição 26
Estudo do livro Roteiro lição 26Estudo do livro Roteiro lição 26
Estudo do livro Roteiro lição 26
 
Estudo do livro Roteiro, lição 25
Estudo do livro Roteiro, lição 25Estudo do livro Roteiro, lição 25
Estudo do livro Roteiro, lição 25
 

Último

ESPECIALIDADES ARQUEOLOGIA BIBLICA DBV.pdf
ESPECIALIDADES ARQUEOLOGIA BIBLICA DBV.pdfESPECIALIDADES ARQUEOLOGIA BIBLICA DBV.pdf
ESPECIALIDADES ARQUEOLOGIA BIBLICA DBV.pdfDaddizinhaRodrigues
 
Culto esboço de Pregação expositiva sermão em João.docx
Culto esboço de Pregação expositiva sermão em João.docxCulto esboço de Pregação expositiva sermão em João.docx
Culto esboço de Pregação expositiva sermão em João.docxManoel Candido Pires Junior
 
Coletânea De Orações Cristãs Parte 2
Coletânea De Orações Cristãs Parte 2Coletânea De Orações Cristãs Parte 2
Coletânea De Orações Cristãs Parte 2Nilson Almeida
 
Bíblia Sagrada - Ezequiel - slides powerpoint.pptx
Bíblia Sagrada - Ezequiel - slides powerpoint.pptxBíblia Sagrada - Ezequiel - slides powerpoint.pptx
Bíblia Sagrada - Ezequiel - slides powerpoint.pptxIgreja Jesus é o Verbo
 
Leandro Pires - O Eu Superior Nosso Verdadeiro Mestre.pdf
Leandro Pires - O Eu Superior Nosso Verdadeiro Mestre.pdfLeandro Pires - O Eu Superior Nosso Verdadeiro Mestre.pdf
Leandro Pires - O Eu Superior Nosso Verdadeiro Mestre.pdfFrancisco Baptista
 
Boletim Espiral número 74, de abril de 2024
Boletim Espiral número 74, de abril de 2024Boletim Espiral número 74, de abril de 2024
Boletim Espiral número 74, de abril de 2024Fraternitas Movimento
 
Bíblia Sagrada - Daniel - slide powerpoint.pptx
Bíblia Sagrada - Daniel - slide powerpoint.pptxBíblia Sagrada - Daniel - slide powerpoint.pptx
Bíblia Sagrada - Daniel - slide powerpoint.pptxIgreja Jesus é o Verbo
 

Último (7)

ESPECIALIDADES ARQUEOLOGIA BIBLICA DBV.pdf
ESPECIALIDADES ARQUEOLOGIA BIBLICA DBV.pdfESPECIALIDADES ARQUEOLOGIA BIBLICA DBV.pdf
ESPECIALIDADES ARQUEOLOGIA BIBLICA DBV.pdf
 
Culto esboço de Pregação expositiva sermão em João.docx
Culto esboço de Pregação expositiva sermão em João.docxCulto esboço de Pregação expositiva sermão em João.docx
Culto esboço de Pregação expositiva sermão em João.docx
 
Coletânea De Orações Cristãs Parte 2
Coletânea De Orações Cristãs Parte 2Coletânea De Orações Cristãs Parte 2
Coletânea De Orações Cristãs Parte 2
 
Bíblia Sagrada - Ezequiel - slides powerpoint.pptx
Bíblia Sagrada - Ezequiel - slides powerpoint.pptxBíblia Sagrada - Ezequiel - slides powerpoint.pptx
Bíblia Sagrada - Ezequiel - slides powerpoint.pptx
 
Leandro Pires - O Eu Superior Nosso Verdadeiro Mestre.pdf
Leandro Pires - O Eu Superior Nosso Verdadeiro Mestre.pdfLeandro Pires - O Eu Superior Nosso Verdadeiro Mestre.pdf
Leandro Pires - O Eu Superior Nosso Verdadeiro Mestre.pdf
 
Boletim Espiral número 74, de abril de 2024
Boletim Espiral número 74, de abril de 2024Boletim Espiral número 74, de abril de 2024
Boletim Espiral número 74, de abril de 2024
 
Bíblia Sagrada - Daniel - slide powerpoint.pptx
Bíblia Sagrada - Daniel - slide powerpoint.pptxBíblia Sagrada - Daniel - slide powerpoint.pptx
Bíblia Sagrada - Daniel - slide powerpoint.pptx
 

Estudo do livro Roteiro, lição 28

  • 1. Livro de Emmanuel Psicografia de Chico Xavier Sintonia Lição 28
  • 2.  Muitos irão recordar dos rádios de antigamente que tinham um botão que deveria ser girado no sentido anti-horário ou vice-versa a fim de que pudéssemos sintonizar na rádio que queríamos ouvir. As opções não eram muitas e moderno era o rádio que sintonizava tanto em AM (Amplitude Modulada), quanto em FM (Frequência Modulada).
  • 3.  “Sintonia é um termo relativo a condição de concordância, equilíbrio e reciprocidade entre duas partes, de acordo com o sentido figurado da palavra.  Na eletrônica, a definição de sintonia consiste na circunstância de igualdade de frequências entre dois sistemas, que emanam as mesmas oscilações elétricas.  Quando determinada pessoa diz que precisa “sintonizar o rádio”, quer dizer que o aparelho receptor (rádio) precisa emitir uma mesma onda de frequência do emissor (estação de rádio) para poder captar os seus sinais radiofônicos e reproduzi-lo.  Relativamente ao sentido figurado de sintonia, quando se diz que existe “sintonia entre duas pessoas”, significa que ambos estão em estado de acordo mútuo, ou seja, em entendimento e harmonia, tanto no âmbito emocional, de pensamentos, atividades e etc.  A chamada “sintonia emocional”, por exemplo, pode ser considerada de fator decisivo na construção e consolidação das relações humanas, pois cria-se uma afinidade entre as duas pessoas, devido a equiparação de seus objetivos ou ideais.  Etimologicamente, a palavra sintonia se originou a partir do grego suntonías, termo que era relativo a tensão exercida entre do corpo, órgãos e espírito.” (Fonte: https://www.significados.com.br/sintonia/)
  • 4.  Compreendemos, assim, que a sintonia requer de nós um posicionamento em harmonia com quem queremos sintonizar, seja a pessoa encarnada ou desencarnada, apenas analisando o significado da palavra já nos é permitido perceber que para sintonizarmos com algo ou alguém, precisamos entrar em harmonia, vibrar na mesma frequência.  Vejamos, então, o que Emmanuel nos oferece nesta lição e busquemos aprender com mais esta valorosa lição.
  • 5.  “As bases de todos os serviços de intercâmbio, entre os desencarnados e encarnados, repousam na mente, não obstantes as possibilidades de fenômenos naturais, no campo da matéria densa, levados a efeito por entidades menos evoluídas ou extremamente consagradas à caridade sacrificial.  De qualquer modo, porém, é no mundo mental que se processa a gênese de todos os trabalhos da comunhão de espírito a espírito.  Daí procede a necessidade de renovação idealística, de estudo, de bondade operante e de fé ativa, se pretendemos conservar o contato com os Espíritos da Grande Luz.”  Roteiro
  • 6.  No livro Seara dos Médiuns, Emmanuel afirma que “pensamento vige na base de todos os fenômenos de sintonia na esfera da alma” e faz uma analogia entre o processo mental e a vela, auxiliando-nos a compreender este trecho inicial da lição:   “A vela acesa arroja de si fótons ou força luminosa.  O cérebro exterioriza princípios inteligentes ou energia mental.  Na primeira, temos a chama. No segundo, identificamos a ideia.  Uma e outro possuem campos característicos de atuação, que é tanto mais vigorosa quanto mais se mostre perto do fulcro emissor.  No fundo, os agentes a que nos referimos são neutros em si.  Imaginemos, no entanto, o lume conduzido. Tanto pode revelar o caminho de um santuário, quanto a trilha de um pântano.  Tanto ajuda os braços do malfeitor na execução de um crime, quanto auxilia as mãos do benfeitor no levantamento das boas obras.  Verificamos, no símile, que a energia mental, inelutavelmente ligada à consciência que a produz, obedece à vontade.”
  • 7.  Meu mundo mental decorre da forma como vivo, o que faço, o que procuro, o que ouço, o que sinto. Mas nem longe é algo passivo, que apenas recebe, sem poder reagir ou participar. Meu mundo mental é onde se processa toda a gênese da minha vida, porque tudo o que faço, penso e sinto, inicia-se com o meu pensar. Desta forma, compreender o poderoso auxílio de uma boa sintonia é, sem dúvida, o caminho para a solução de muitos problemas que atingem o homem.  Precisamos, assim, sair deste processo passivo em que permitimos que nosso mundo mental seja alimentado conforme os sabores que regem o mundo material. Temos, hoje, a chance de escolher o alimento que a cada instante é processado em nosso mundo íntimo. Como vivemos está diretamente relacionado com o quem a nossa vontade já é capaz de sintonizar.  Caminhemos mais um pouco com o livro Roteiro.
  • 8.  “Simbolizemos nossa mente como sendo uma pedra inicialmente burilada. Tanto quanto a do animal, pode demorar-se, por muitos séculos, na ociosidade ou na sombra, sob a crosta dificilmente permeável de hábitos nocivos ou de impulsos degradantes, mas se a expomos ao sol da experiência, aceitando os atritos, as lições, os dilaceramentos e as dificuldades do caminho por golpes abençoados do buril da vida, esforçando-nos por aperfeiçoar o conhecimento e melhorar o coração, tanto quanto a pedra burilada reflete a luz, certamente nos habilitamos a receber a influência dos grandes gênios da sabedoria e do amor, gloriosos expoentes da imortalidade vitoriosa, convertendo-nos em valiosos instrumentos da obra assistencial do Céu, em favor do reerguimento de nossos irmãos menos favorecidos e para a elevação de nós mesmos às regiões mais altas.” Roteiro 
  • 9.  Somos pedra bruta que está sendo lapidada e este processo envolve Pedra em si, o Martelo (ou Malho) e o Prego (ou Cinzel), ou seja, algo em mim será trabalhado, moldado, retirado, e isso é o que chamamos hoje de dor.  Nossa cultura ocidental interpreta a dor como algo negativo, que deve ser evitado e combatido. Certamente todos nós queremos ser felizes, isto é Universal, porém, toda reforma íntima, toda melhoria pessoal requer esforço e novos paradigmas e é precisamos termos força e coragem para entrarmos neste processo que revela belezas, que nos mostra novas faces de nós mesmos. Como a pedra polida que brilha ou permanece fosca e bruta, nossa vontade é o cinzel que irá produzir as reformas que necessitamos.
  • 10. Humberto de Campos nos conta a história de uma conversa entre Jesus e um sacerdote e nos mostra que já naquelas primeiras pregações o Mestre usava o valoroso exemplo da pedra e do cinzel:  “Nos primeiros dias do ano 30, antes de suas gloriosas manifestações, avistou-se Jesus com o Batista, no deserto triste da Judéia, não muito longe das areias ardentes da Arábia. Ambos estiveram juntos, por alguns dias, em plena Natureza, no campo ríspido do jejum e da penitência do grande precursor, até que o Mestre Divino, despedindo-se do companheiro, demandou o oásis de Jericó, uma bênção de verdura e águas entre as inclemências da estrada agreste. De Jericó dirigiu-se então a Jerusalém, onde repousou, ao cair da noite.   Sentado como um peregrino, nas adjacências do Templo, Jesus foi notado por um grupo de sacerdotes e pensadores ociosos, que se sentiram atraídos pelos seus traços de formosa originalidade e pelo seu olhar lúcido e profundo. Alguns deles se afastaram, sem maior interesse, mas Hanã, que seria, mais tarde, o juiz inclemente de sua causa, aproximou-se do desconhecido e dirigiu-se-lhe com orgulho: 
  • 11.  — Galileu, que fazes na cidade?  — Passo por Jerusalém, buscando a fundação do Reino de Deus! - exclamou o Cristo, com modesta nobreza.  — Reino de Deus? - tornou o sacerdote com acentuada ironia. - E que pensas tu venha a ser isso?  — Esse Reino é a obra divina no coração dos homens! - esclareceu Jesus, com grande serenidade.  — Obra divina em tuas mãos? - revidou Hanã, com uma gargalhada de desprezo.  E, continuando as suas observações irônicas, perguntou:  — Com que contas para levar avante essa difícil empresa? Quais são os teus seguidores e companheiros?... Acaso terás Conquistado o apoio de algum príncipe desconhecido e ilustre, para auxiliar-te na execução de teus planos?  — Meus companheiros hão de chegar de todos os lugares - respondeu o Mestre com humildade.  — Sim - observou Hanã -, os ignorantes e os tolos estão em toda parte na Terra. Certamente que esse representará o material de tua edificação. Entretanto, propões-te realizar uma obra divina e já viste alguma estátua perfeita modelada em fragmentos de lama?  — Sacerdote - replicou-lhe Jesus, com energia serena -, nenhum mármore existe mais puro e mais formoso do que o do sentimento, e nenhum cinzel é superior ao da boa-vontade.”
  • 12.  Sigamos em frente com a lição.  “A fim de atingirmos tão alto objetivo é indispensável traçar um roteiro para a nossa organização mental, no Infinito Bem, e segui-lo sem recuar.  Precisamos compreender _ repetimos _ que os nossos pensamentos são forças, imagens, coisas e criações visíveis e tangíveis no campo espiritual.  Atraímos companheiros e recursos, de conformidade com a natureza de nossas idéias, aspirações, invocações e apelos.” Roteiro
  • 13.  No livro infantil Alice no País das Maravilhas, que possui valiosíssimas lições, Lewis Carrol nos oferece um oportuno diálogo entre Alice e o Gato:
  • 14.  Se não temos um objetivo, qualquer direção será válida. Por esta razão, Emmanuel nos fala para traçarmos um Roteiro para a nossa organização mental.  Comecemos a observar desde o amanhecer, qual o nosso primeiro pensamento? Elevo meus pensamentos em gratidão por mais um dia de vida, ou já levanto correndo pensando em todas as atividades que deverei desenvolver durante o dia? E a medida que o dia se passa, desenvolvendo as variadas tarefas que a vida oferece, como está o meu pensamento? Sou grato pelas oportunidades? Aprendo com as dificuldades e tento superá-las com bom ânimo?  Se olharmos com franqueza, veremos que não somos tão diferentes da pequena Alice que em terra estranha não sabia bem para onde ir.  Qual o nosso Roteiro? Qual a nossa direção? O que queremos?
  • 15.  Caminhemos um pouco mais com Emmanuel.  “Energia viva, o pensamento desloca, em torno de nós, forças sutis, construindo paisagens ou formas e criando centros magnéticos ou ondas, com os quais emitimos a nossa atuação ou recebemos a atuação dos outros.  Nosso êxito ou fracasso dependem da persistência ou da fé com que nos consagramos mentalmente aos objetivos que nos propomos alcançar.  Semelhante lei de reciprocidade impera em todos os acontecimentos da vida.  Comunicar-nos-emos com as entidades e núcleos de pensamentos, com os quais no colocamos em sintonia.” Roteiro
  • 16. Se passamos o dia inteiro mau humorados, reclamando da vida, descontentes com tudo o que nos cerca, ao nos dirigirmos, ao final do dia, em prece, os benfeitores que nos assistem, como iremos alcançar a sintonia necessária para recebermos deles as boas vibrações? A forma como vivemos nos dá a exata dimensão de como pensamos e por mais duro e difícil que seja admitir isso, tudo o que nos acontece está sob a nossa direta responsabilidade. Com o nosso pensar atraímos pessoas, situações e sentimentos.
  • 17.  “Tanto quanto te vês compelido, diariamente, a entrar na faixa das necessidades do corpo físico, pensando, por exemplo, na alimentação e na higiene, és convidado incessantemente a entrar na faixa das requisições espirituais que te cercam.  Um livro, uma página, uma sentença, uma palestra, uma visita, uma notícia, uma distração ou qualquer pequenino acontecimento que te parece sem importância, pode representar silenciosa tomada de ligação para determinado tipo de interesse ou de assunto.  Geralmente, toda criatura que ainda não traçou caminho de sublimação moral a si mesma assemelha- se ao viajante entregue, no mar, ao sabor das ondas.”
  • 18.  “Receberás, portanto, variados apelos, nascidos do campo mental de todas as inteligências encarnadas e desencarnadas que se afinam contigo, tentando influenciar-te, através das ondas inúmeras em que se revela a gama infinita dos pensamentos da Humanidade, mas, se buscas o Cristo, não ignoras em que altura lhe brilha a faixa.  Com a bússola do Evangelho, sabemos perfeitamente onde se localizam o bem e o mal, razão por que, dispondo todos nós do leme da vontade, o problema de sintonia corre por nossa conta.”  (Seara dos Médiuns, lição Faixas, Emmanuel)
  • 19.  Quando os espíritos nos disseram que Jesus é nosso modelo e guia (questão 459 do Livro dos Espíritos), estavam, justamente nos dando uma “bússula”, um direcionamento evolutivo.  Iremos aprender a lição, o progresso é lei divina e a todos, indistintamente, atinge. A questão é que podemos escolher bons professores que nos auxiliem a compreender as lições de que necessitamos. Na Terra, não há melhor professor que Jesus, mas, está em nosso querer ouvi-lo ou não.
  • 20. Caminhemos mais um pouco com a lição. “Nos mais simples quadros da natureza, vemos manifestado o princípio da correspondência. Um fruto apodrecido ao abandono estabelece no chão um foco infeccioso que tende a crescer, incorporando elementos corruptores. Exponhamos a pequena lâmina de cristal, limpa e bem cuidada, à luz do dia, e refletirá infinitas cintilações do Sol. Andorinhas seguem a beleza da primavera. Corujas acompanham as trevas da noite. O mato inculto asila serpentes. A terra cultivada produz o bom grão. Na mediunidade, essas leis se expressam, ativas. Mentes enfermiças e perturbadas assimilam as correntes desordenadas do desequilíbrio, enquanto que a boa-vontade e a boa intenção acumulam os valores do bem.” Roteiro
  • 21. As lições da Natureza nos permitem ver com clareza que a cada dia temos a oportunidade de modificar o nosso mundo íntimo, como diz a música “capinando a roçado dos meus íntimos quintais... e quando a roça florescer ei de ser uma paisagem que só faz lembrar você (Pai).”  Qual o nosso mais profundo querer? Qual o nosso desejo para a vida? Se ainda não o sabemos, precisamos descobrir e, ao descobrir, precisamos trilhar um caminho nesta direção. É simples, mas não é fácil.  Dia a dia enfrentamos forças contrárias que nos impelem a pensamentos negativos e equivocados. Como agir, como resistir?
  • 22. Emmanuel nos oferece um exercício mental interessante, comparando estes pensamentos ao tráfego de carros em uma rua, sujeitos a um sinal de trânsito. Vejamos:  “Recorramos ainda aos símbolos do trânsito.  Vigiemo-nos de espírito centralizado no bem de todos.  Se somos mentalmente visitados por ideias de crueldade e discórdia, lamentação ou desânimo, acendamos o sinal vermelho do “não prossigas” no espaço que medeia entre o cérebro e os lábios ou entre o pensamento e as mãos impedindo a palavra falada ou escrita, inconveniente e destrutiva.  Unicamente, assim, o fio de nossa atenção persistirá ligado ao amor que desarma os adversários e nos faz livres, permanentemente livres das forças negativas, consideradas por influências do mal.” (Livro Algo Mais – lição Forças Contrárias)
  • 23.  “Não prossigas”, podemos realizar este exercício atentos ao nosso pensamento, assim como, ao dirigirmos, estamos atentos aos semáforos do caminho.  Caminhemos para o encerramento da lição.  “Ninguém está só.  Cada criatura recebe de acordo com aquilo que dá.  Cada alma vive no clima espiritual que elegeu, procurando o tipo de experiência em que situa a própria felicidade.  Estejamos, assim, convictos de que os nossos companheiros na Terra ou no Além são aqueles que escolhemos com as nossas solicitações interiores, mesmo porque, segundo o antigo ensinamento evangélico, “tecemos nosso tesouro onde colocamos o coração”. Roteiro
  • 24.  Sintonizemos na “rádio do bem”, ouçamos melodias de amor, caridade, alegria, esperança, caminhando a cada dia fortalecidos pelo Evangelho do Cristo, lembrando do seu sábio dizer:  “No mundo tereis aflições, tende bom ânimo, eu venci o mundo. “ João 16:33.