O pensamento social

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O pensamento social

  1. 1. O Pensamento social em bases científicas Roberto Mosca Junior
  2. 2. A emerg ência do pensamento social em bases científicas <ul><li>Introduç ão : </li></ul><ul><li>Revoluções Burguesas. </li></ul><ul><li>Liberdades Humanas, direitos individuais e legitimidade dos movimentos sociais. </li></ul><ul><li>Particularidades da vida humana e da sociedade. </li></ul><ul><li>Filosofia social, escolas de pensamento e primeiras formulaç ões sociológicas. </li></ul>
  3. 3. O Darwinismo social <ul><li>Expans ão da indústria, revoluções burguesas, séc. XIX e capitalismo. </li></ul><ul><li>Lucro e produção ampliada de bens. </li></ul><ul><li>Crises de superprodução, guerra concorrencial e queda na taxa de lucro. </li></ul><ul><li>Livre concorrência vs concentração das atividades produtivas. </li></ul>
  4. 4. O Darwinismo social <ul><li>Monop ólios e Oligopólios. </li></ul><ul><li>Expansão do mercado e da produção. </li></ul><ul><li>Capital financeiro exigia expansão e conquista de novos mercados consumidores. </li></ul><ul><li>África e Ásia. </li></ul><ul><li>Matéria-prima bruta a baixo custa, mão de obra barata, pequenos mercados consumidores e obras de infra-estrutura. </li></ul>
  5. 5. O Darwinismo social <ul><li>Capitalismo e conquista da África e da Ásia pela Europa exigiam justificativas que ultrapassassem os interesses econômicos imediatos. </li></ul><ul><li>Aparência Humanitária, que ocultava a violência transformando-a em “missão civilizadora”. </li></ul><ul><li>A civilizaç ão era oferecida, como forma de “elevar” as nações colonizadas do seu estado primitivo a um nível mais desenvolvido. </li></ul><ul><li>O mais alto grau de civilização a que um povo poderia chegar seria a sociedade capitalista industrial do séc. XIX. </li></ul>
  6. 6. O Darwinismo social <ul><li>Modelo te órico das ciências naturais, Darwin. </li></ul><ul><li>Tais idéias transpostas para a análise da sociedade, resultaram no Darwinismo social. </li></ul><ul><li>As sociedades se modificam e se desenvolvem de forma semelhante, segundo um mesmo modelo e que tais transformações representariam sempre a passagem de um estágio inferior para outro superior, em que o organismo social se mostraria mais evoluído, mais adaptado e mais complexo </li></ul>
  7. 7. O Darwinismo social <ul><li>Sobreviv ência dos organismos: sociedades e indivíduos -, mais fortes e mais evoluídos. </li></ul><ul><li>África e Ásia - “fósseis vivos”. </li></ul><ul><li>Primitivos, representavam estágios anteriores do passado da humanidade. </li></ul><ul><li>Assim as sociedades mais simples e de tecnologia menos avançada deveriam evoluir em direção a níveis de maior complexidade e progresso na escala da evolução social, até atingir o estágio mais avançado ocupado pela sociedade industrial européia. </li></ul>
  8. 8. O Darwinismo social <ul><li>A explicaç ão aparentemente “científica”, não explicava as dificuldades da própria Europa. </li></ul><ul><li>Naquela época, como hoje, os frutos do progresso não eram igualmente distribuídos e nem todos participavam das benesses da civilização. Inúmeros movimentos de reivindicação de camponeses e operários provam isso. </li></ul><ul><li>Como o positivismo explicava essa distorç ão. </li></ul>
  9. 9. Uma vis ão crítica do dawinismo social- ontem e hoje <ul><li>Conceitos f ísicos e biológicos, para estudo das sociedades e do comportamento humano promoveu desvios interpretativos graves. </li></ul><ul><li>Preconceitos e interesses particulares. </li></ul><ul><li>Estudo da cultura. </li></ul><ul><li>O caráter cultural da vida humana imprime ao desenvolvimento das suas formas de vida princípios diferentes daquele existente na natureza. </li></ul><ul><li>Seleção natural. </li></ul>
  10. 10. Uma vis ão crítica do dawinismo social- ontem e hoje <ul><li>Transformaç ão do ambiente em favor da sua adaptação e sobrevivência. </li></ul><ul><li>Complexidade da cultura humana limita a lei da seleção natural. </li></ul><ul><li>Sua dependência é cada vez menor em relação ao meio. </li></ul><ul><li>Determinadas realidades sociais ainda hoje são justificadas pela competição e sobrevivência do mais forte. (leis do mercado, liberalismo e neoliberalismo). </li></ul><ul><li>Competitividade como princípio natural, e portanto universal e exterior a vontade dos homens. </li></ul>
  11. 11. Uma vis ão crítica do dawinismo social- ontem e hoje <ul><li>Sobreviv ência do melhor, do mais forte e do mais adaptado. </li></ul><ul><li>O mercado como outros elementos da cultura humana, obedece a formas de organização social essencialmente humanas, e pro essas razões históricas. (Mutáveis e relativas) </li></ul>
  12. 12. Duas formas de avaliar as mudanças socias. <ul><li>Otimismo e progresso material. </li></ul><ul><li>Desenvolvimento industrial e conflitos sociais. </li></ul><ul><li>Exig ências de mudanças políticas e econômicas. </li></ul><ul><li>Pensadores sociais positivistas: Ordem e progresso. </li></ul><ul><li>Movimento est ático e dinâmico. (Comte) </li></ul>
  13. 13. Uma vis ão crítica do dawinismo social- ontem e hoje <ul><li>As instituiç ões que mantém coesão: família, religião, propriedade, linguagem e direito. </li></ul><ul><li>Darwinismo social e acontecimentos recentes: Afeganistão (2001), Iraque (1991 e 2003). </li></ul>
  14. 14. Organicismo <ul><li>Os organicistas procuravam caracter ísticas universais da espécie humana deixando de lado a particularidades. </li></ul>
  15. 15. Evolucionismo e hist ória da humanidade <ul><li>Um grande movimento geral da humanidade, que iria de uma origem comum a um fim semelhante, influenciou n ão só as análises da sociedade como as concepções explicativas de seu movimento histórico. </li></ul>
  16. 16. Da filosofia social à sociologia <ul><li>Positivismo primeira forma de pensamento sociol ógico. </li></ul><ul><li>Definiu objeto, conceitos e metodologia. </li></ul><ul><li>Augusto Comte. </li></ul><ul><li>Positivismo-positivo: certo, seguro, definitivo. </li></ul><ul><li>Crença no poder da razão(cientificismo). </li></ul>

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