Universidade Presbiteriana Mackenzie
Curso de Letras
Metodologia de Ensino de Língua Inglesa
Camila Ferreira da Silva
Abri...
Resenha
Capítulo 4: Interação e criatividade num ambiente
comunicativo – p. 57-67
Capítulo 5: Algumas questões comunicacio...
Introdução
 O ensino de uma língua estrangeira requer grande habilidade dos docentes
para se conquistar bons resultados. ...
Capítulo 4
Interação e criatividade num ambiente comunicativo
 Interação x Criação = bons resultados nos processo de ensi...
Texto autêntico, material autêntico, autenticidade
 De acordo com Freda Mishan (2005): o texto autêntico refere-se a todo...
Os textos autênticos e a contextualização sociocultural
 Trabalhar a contextualização social utilizando textos autênticos...
Os projetos de trabalho
 Abordagem comunicativa com a natureza social da língua + material autêntico
= ambiente colaborat...
A abordagem comunicativa: Construção Social do Método
 Segundo Brown(2007) – método é um planejamento amplo para a aprese...
 Não existe o melhor método: "There is no best method“
 desenvolver um novo modo de ativar o senso variado de plausibili...
A Era Pós Método
 Reconhece potencial do professor – agente autônomo – impetrar sua própria
abordagem de ensino;
 Não ex...
 Particularidade, praticabilidade, possibilidade;
Particularidade: grupo particular de professores e alunos em um context...
Conclusão
 O processo de ensino aprendizagem de uma língua estrangeira deve estar
totalmente atrelado a cultura da língua...
Capítulo 5
Algumas questões comunicacionais para o terceiro milênio.
Para início de conversa
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Globalização, Cultura e Línguas: Glocalização, o global e o local
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O Ciberespaço e o ensino de línguas
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O ensino de línguas assistido por computador
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Conclusão cap. 5
 Em um mundo globalizado o conhecimento de língua estrangeira se faz
necessário, devido a grande plurali...
Conclusão
 O ensino de língua estrangeira requer do docente a preocupação em formar sujeitos
autônomos que dominem os con...
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Linguas estrangeiras - Vera Hanna - Mackenzie

  1. 1. Universidade Presbiteriana Mackenzie Curso de Letras Metodologia de Ensino de Língua Inglesa Camila Ferreira da Silva Abril 2015 Resenha do Livro HANNA, Vera L. Harabagi. Línguas estrangeiras: o ensino em um contexto cultural. São Paulo: Editora Mackenzie. 2012. (Coleção Conexão Inicial; v.2)
  2. 2. Resenha Capítulo 4: Interação e criatividade num ambiente comunicativo – p. 57-67 Capítulo 5: Algumas questões comunicacionais para o terceiro milênio - p. 71- 78
  3. 3. Introdução  O ensino de uma língua estrangeira requer grande habilidade dos docentes para se conquistar bons resultados. O livro Línguas estrangeiras, de Vera Lucia Hanna tem por objetivo mostrar os caminhos e métodos de ensino que podem ser bem sucedidos e acabar com a ideia de que aprender uma língua é aprender apenas suas estruturas linguísticas.
  4. 4. Capítulo 4 Interação e criatividade num ambiente comunicativo  Interação x Criação = bons resultados nos processo de ensino-aprendizagem de língua inglesa.  Aula é centrada no aluno  Professor – iniciador da interação e intermediário do processo de aprendizagem.  Para obter-se um dialogo bem sucedido é necessário que todos os atos comunicativos – gramatical, discursivo, sociolinguístico, pragmático e estratégico – estejam envolvidos.  Aprendizado e a prática de língua em contextos culturais.
  5. 5. Texto autêntico, material autêntico, autenticidade  De acordo com Freda Mishan (2005): o texto autêntico refere-se a todo texto que foi criado para preencher algum propósito cultural na língua da comunidade em que foi produzido. Um texto autêntico abriga a cultura, é um “texto flexível”, extraído da linguagem real, produzido por um falante ou autor real para uma audiência real para transmitir uma mensagem real.  Utilizar materiais autênticos é necessário para inserir os aprendizes aos hábitos, costumes, comportamentos e interações dos povos da língua-alvo.  Para Claire Kramsch (1994) a noção de autenticidade refere-se a aos textos que não foram criados para fins pedagógicos, mas que podem e devem ser levados à sala de aula. (HANNA; 2012; P. 59)
  6. 6. Os textos autênticos e a contextualização sociocultural  Trabalhar a contextualização social utilizando textos autênticos, pois estes refletem a maneira de pensar, agir, ser e sentir de quem os produziu.  Material autêntico: cultura, contemporaneidade e desafio
  7. 7. Os projetos de trabalho  Abordagem comunicativa com a natureza social da língua + material autêntico = ambiente colaborativo;  Tarefas centradas no aluno ;  Inclusão do aprendizado de línguas baseado em projetos de trabalho;  Transdisciplinar por natureza;  Resultado: aprendiz desenvolve autonomia, autoestima e confiança.  Projeto trabalha o estudo da língua e o uso da língua;
  8. 8. A abordagem comunicativa: Construção Social do Método  Segundo Brown(2007) – método é um planejamento amplo para a apresentação sistemática da língua, baseado numa abordagem selecionada;  Abordagem comunicativa: facilita um aprendizado autônomo e desenvolve a competência comunicativa.  "Maximizar oportunidades de interpretação, expressão, negociação e integração das quatro habilidades; a utilização de material autêntico, além de tarefas significativas, faz com que os envolvidos nessa prática comunicativa aproximem-se da "vida real" e alcancem, mais facilmente, um aprendizado de longa duração.“ (HANNA; 2012; P.66)  Construção social do método = interação do Professor com Aluno + materiais e atividades em sala de aula e fora dela.
  9. 9.  Não existe o melhor método: "There is no best method“  desenvolver um novo modo de ativar o senso variado de plausibilidade do professor.  Alcançar um ensino reflexivo e efetivo  Criação da Era Pós-Método
  10. 10. A Era Pós Método  Reconhece potencial do professor – agente autônomo – impetrar sua própria abordagem de ensino;  Não existe o método ideal: Tudo depende a quem se destina, em quais circunstâncias se aplica e para quais propósitos;  Plausibilidade do professor: atividades dinâmicas e produtivas;  “Prabhu conclui que cada método terá mais ou menos sucesso na medida em que interage om o sendo de plausibilidade de cada professor e que abarca o intercambio de percepções entre os linguistas aplicados com o proposito do ensino de línguas se aproximarem sempre mais da necessidade real dos aprendizes.” (HANNA; 2012; P.68)
  11. 11.  Particularidade, praticabilidade, possibilidade; Particularidade: grupo particular de professores e alunos em um contexto institucional particular em um ambiente sociocultural particular. Praticabilidade: há ação no pensamento e pensamento na ação Possibilidade: importância do conhecimento da identidade individual dos alunos e do professor.  Língua reflete cultura;
  12. 12. Conclusão  O processo de ensino aprendizagem de uma língua estrangeira deve estar totalmente atrelado a cultura da língua-alvo, pois para se aprender uma língua é primordial conhecer a forma de agir, pensar, gostar de um determinado povo, para que assim, possa desenvolver o próprio senso critico de forma abrangente e ter uma visão da língua como processo social e não somente como um código.
  13. 13. Capítulo 5 Algumas questões comunicacionais para o terceiro milênio. Para início de conversa  Néstor Garcia Canclini, 2007: principal papel da tecnologia é o de gerar novos fluxos comunicacionais em processos globais informatizados.  Globalização - da língua inglesa;  GLOBISH = inglês como língua franca-> ferramenta de comunicação / dialeto mundial do terceiro milênio.  Não saber inglês – exclusão
  14. 14. Globalização, Cultura e Línguas: Glocalização, o global e o local  “O neologismo global - refere-se à dimensão local em termos de produção de uma cultura global” (HANNA; 2012; P.73)  Diversidade é a essência da vida social / globalização não apaga as diferenças  além da competência num código linguístico diferente, assumam, por meio do contraste, similitudes e dessemelhanças entre diversas culturas, consciência não só da própria identidade e cultura, mas também da percepção do modo como é visto pelos outros com quem interage -> falantes interculturais. (HANNA; BASTOS, 2012)  Os localismos desenvolvem os “novos ingleses”: Spanglish, Japlish, Chinglish.
  15. 15.  “É um linguajar que não pertence a ninguém´, é usado na comunicação entre pessoas de diferentes locais com um numero bastante reduzido de vocábulos.” (HANNA, 2012, p.77).  Internet – meio linguístico novo
  16. 16. O Ciberespaço e o ensino de línguas  Ensino de línguas -> materiais autênticos integrados às tecnologias de informação.  A interação e a negociação + computador = aprimora a perspectiva sociocultural.  Ciberespaço -> construção do conhecimento por meio de práticas colaborativas.
  17. 17. O ensino de línguas assistido por computador  Computador é um campo de pesquisa que evolui rapidamente;  Permite ao aprendiz o máximo de exposição à língua em contextos significativos e os levam a construir próprio conhecimento;  Computador tinha como função : - tutor - comunicativo (estimulador) - ferramenta de ensino Computador incitara de varias formas, o aprendiz a usar e a entender a língua. - motivador
  18. 18. Conclusão cap. 5  Em um mundo globalizado o conhecimento de língua estrangeira se faz necessário, devido a grande pluralização cultural existente e cada vez mais crescente. No âmbito escolar , pode-se acompanhar esse processo de globalização através da tecnologia, que promove um conhecimento amplo e próximo a diversas realidades e facilita o desenvolvimento da capacidade comunicativa do aprendiz de um novo idioma.
  19. 19. Conclusão  O ensino de língua estrangeira requer do docente a preocupação em formar sujeitos autônomos que dominem os conhecimentos linguísticos da língua alvo, mas que também estejam inseridos de forma ativa na cultura da mesma, promovendo a eles uma nova forma de pensar e agir em situações diversas de comunicação. Para obter-se êxito nesse processo de ensino aprendizagem, cabe ao docente desenvolver métodos eficazes e utilizarem matérias autênticos para aprimorarem o ensino. E adaptar suas aulas envolvendo às novas tecnologias, globalização e ao multiculturalismo.

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