Coelho News - 7ª Edição!

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JORNAL COELHO NEWS - EMEF COELHO NETO - SÃO PAULO/SP.

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Coelho News - 7ª Edição!

  1. 1. 7ª EDIÇÃO Setembro/2014 Relembrando a GREVE na Educação COELHO NEWS Objetivos dessa edi- ção: - relembrar a greve na Educação da ci- dade de São Paulo, ocorrida no primeiro semestre desse ano; - apontar para temá- ticas sociais impor- tantes e refletir so- bre elas; - destacar alguns dos diversos talen- tos de nossos alu- nos. Relembrando a greve na Educação 1 Situação da Saúde Pública 8 A importância da vacinação em cães e gatos 10 Espaço Aberto 14 Sobre Inclusão 20 Talentos do Coelho 22 Nesta edição: Greve, quando pensamos nessa pequena palavra não ima- ginamos o tamanho do seu efeito; professores lutam por seus direitos, e a meu ver a atitude que mais traz efeito é a famosa greve. Ela carrega consigo uma história de luta que não vem de agora, professores revolucionários deixam seus marcos na história da educação lutando por um ensino melhor e de qualidade. A visão das pessoas para com a educação pública sempre foi deturpada. Pois, mesmo sendo pública, ela não pode deixar de ter qualidade! Portanto, é nosso dever apoiar esses profissionais exce- lentes que passam por inúmeras dificuldades, mas mesmo assim não desistem da Educação Pública de Qualidade! Matheus Romão Reflexão Inicial EMEF COELHO NETO
  2. 2. Os professores decidiram entrar em greve por conta de seu salário e condições de trabalho ruins. Será que a greve valeu a pena? No ponto de salário, sim, nas condições de trabalho não, pois a situação é pra- ticamente a mesma. Então, avaliando de forma geral, a greve não valeu tanto a pena, porque o 2° bimestre foi embora e, pa- ra os alunos, será difícil recuperar. Já que se passou tanto tempo, os professores de- veriam ter continuado a greve para que o prefeito atendesse melhor suas reivindicações. Entre as possibilidades de melhoria, seria importante ressaltar: a estrutura das escolas, a quantidade de alunos nas salas de aula, as quadras, e até mesmo a higiene que é ruim. Além disso, o dinheiro in- vestido nos estádios e em outras coisas desnecessá- rias, poderia ser investido, por exemplo, em tablets - não só para os professo- res, mas também para os alunos, pois seria mais fá- cil aprender utilizando-os, do que só escrevendo em lousa e caderno. Vitor M. Braite 9B Foto: Professora Paula Birches, Ciências, da E.M.E.F Coelho Neto. A greve vale a pena? PÁGINA 2 7ª EDIÇÃO
  3. 3. A greve nas Escolas Muni- cipais prejudicou muitas crianças e adolescentes por perderem uma parcela de seus estudos. Por isso, nós, alunos, somos contra a greve nas escolas, mas também reconhecemos que os professores mere- cem um pouco mais de atenção, porque sem eles nós não seremos ninguém na vida! Afinal, uma pessoa sem estudo é uma pessoa sem futuro! Aliás, não é só porque es- tudamos nas Escolas Mu- nicipais que não temos um bom ensino! Sabemos que muitas es- colas deixam seus alunos passarem nas provas com notas muito baixas e eles vão seguindo. Mas, nós estudamos numa escola excelente, chamada … E.M.E.F Coelho Neto: Conhecida pelos professo- res que se dedicam aos seus alunos! Eles ficaram em greve porque isso é um direito deles! Opinião: Você é contra a greve? SIM( ) ou ( ) NÃO Luiz Felipe 7B Hyago Cegatto 7A Foto: Acampamento dos professores no centro de São Paulo Greve Da Educação Nas Escolas Públicas PÁGINA 3 7ª EDIÇÃO
  4. 4. A greve das escolas, na nossa opinião, é um di- reito dos professores, pois eles não recebem o salário adequado para seu trabalho, e pela educação. O dinheiro que se inves- tiu nos estádios da Copa do Mundo poderia ser usado para melhorar as escolas públicas; colo- carem carteiras e cadei- ras adequadas para nós, alunos, porque já pensou nessa situação, estudar em carteiras cheias de chiclete, rabis- cadas, sujas e cadeiras quebradas?! O Brasil poderia ser um país melhor com a edu- cação excelente se ti- vesse um pouco mais de interesse nesse as- sunto! Nós acreditamos que os professores não foram à greve só pelo dinheiro, mas sim pela melhoria na educação! POR FAVOR, GOVER- NO, VAMOS COOPE- RAR COM NOSSA EDUCAÇÃO! Taina de M. Padilha Kimberly P. dos Santos 7C Quem se importa? PÁGINA 4 7ª EDIÇÃO “Na nossa opinião, tem que mudar muitas coisas nas escolas em São Paulo, como melhores professores e mais respeito por parte dos alunos.” Gabriel P. M. Silva Esthefane M. de Menezes 9D
  5. 5. Fotos: Professores e demais funcionários da E.M.E.F Coelho Neto em passeata no centro de São Paulo, em 20 de maio — Um dia de luta na “defesa da educação pública de qualidade”! PÁGINA 5 7ª EDIÇÃO A E.M.E.F Coelho Neto participa ativamente na luta por uma educação melhor!
  6. 6. Os motivos das paralisações PÁGINA 6 7ª EDIÇÃO OPINIÃO “Eu penso que, para a escola ficar melhor, falta ter mais lição, matérias e dias de aula para um bom ensino; se arrumassem isso, as escolas ficariam bem melhores. Também deveriam ampliar as atividades na escola para nós aprendermos mais.” Geovanna A.Vasconcelos 8A A greve de professores não foi só por questão salarial. Fizeram essa greve para melhorar a qualidade de ensino, material adequado para os alunos, diminuir o número de alunos por sala para terem uma aula melhor. Ainda existem milhares de crianças sem acesso a escolas de qualidade e à creche. Mesmo a greve de professores exigindo todas essas coisas, foi inútil. Além dos alunos ficarem um longo tempo sem aula, as coisas continuam as mesmas. Na nossa escola, por exemplo, a gente precisa de mais computadores, materi- ais de qualidade e mais recursos para deficientes físicos. Fonte: www.sinpeem.com.br Jhonatas L. Olivares e Bruno L. dos Santos 8B Em São Paulo, os professores das escolas municipais e de algumas escolas estaduais, decidiram entrar em greve à procura de uma educação melhor, e melhores condições de trabalho. “Os professores são contra a proposta da prefeitura de abono de 15,38% no pi- so salarial. Segundo o sindicato da categoria, os professores querem que essa porcentagem seja incorporada ao salário de todos os professores, inclusive os aposentados.” (http://educacao.uol.com.br) Gabriella Dantas e Ketylley Gabrielle 9D
  7. 7. PÁGINA 7 7ª EDIÇÃO
  8. 8. Faltam médicos e o go- verno não está fazendo nada em relação à saú- de pública. Vamos me- lhorar isso, Brasil! Há muita lentidão nos atendimentos, escassez de remédios, de equipa- mentos, e quando você tenta marcar uma con- sulta por telefone demo- ra muito! O Sistema Único de Sa- úde (SUS) era para ser o melhor do mundo, de- vido à sua concepção de ser o melhor na teo- ria. Porém, na prática esta realidade é bem di- ferente, os usuários que buscam por atendimento gratuito, ou seja, pelo SUS, recebem muitas vezes descaso com re- lação à prestação de serviços. Existe hoje no Brasil a superlotação dos hospi- tais que não conseguem atender à demanda crescente da população. Fonte: http://www.jcnet.com.br/ editori- as_noticias.php?codigo= 230282 Situação da Saúde Pública PÁGINA 8 7ª EDIÇÃO Os hospitais deveriam ter um padrão de qualidade como o mostrado na foto abaixo. Para tanto, faz-se necessário ter mais leitos, macas, cadeiras de rodas, incubadoras e ambulâncias. O governo precisa investir mais na estrutura da saúde brasileira .
  9. 9. PÁGINA 9 7ª EDIÇÃO
  10. 10. A importância da vacinação em cães e gatos PÁGINA 10 7ª EDIÇÃO Os mascotes com mais de quatro meses de idade devem receber anualmente a vacina antirrábica (contra raiva, doença grave e sem cura manifestada por sinais neurológicos). Os animais devem ser vacinados desde pequenos – 45 a 60 dias de vida – para criar anticorpos contra vírus e bactérias que causam doenças graves e fatais, como a cinomose, en- fermidade viral com sintomas gastrointestinais, respirató- rios, neurológicos e cutâneos. “Filhotes recebem inicial- mente três doses de vacina com intervalos entre 20 e 30 di- as. Na última dose recebem a antirrábica”. Manter a carteirinha de vacinação atualizada é fundamental para a saúde do seu pet. De acordo com as “Novas diretrizes vacinais para cães e gatos – uma abordagem técnica e ética”, publicadas na re- vista científica Clínica Veterinária, a vacinação ainda é o método de proteção mais confiável e eficaz contra as doenças infeccio- sas que acometem os animais. Antes da vacinação Para dar aquela “picadinha”, o veterinário deve fazer um exame clí- nico para verificar se o pet está saudável e apto a receber a vacina, pois qualquer problema, como diarreia, febre, infecções, vermes, pulgas e carrapatos, tem de ser tratado antes da vacinação.
  11. 11. PÁGINA 11 7ª EDIÇÃO Além das vacinas prioritárias, o veterinário pode indi- car outras específicas, dependendo do histórico do animal e da região onde vive. Em regiões mais susce- tíveis à ocorrência da leptospirose (causada por dife- rentes bactérias e responsável por lesões e hemorra- gias nos rins e fígado), por exemplo, o animal precisa tomar o reforço contra a doença a cada seis meses. As principais vacinas são contra a giárdia (causada por parasita no intestino), a tosse dos canis (infecção respiratória aguda) e a leishmaniose visceral (doença grave transmitida pela picada do mosquito-palha).
  12. 12. Qual a vacina mais indicada? PÁGINA 12 7ª EDIÇÃO Quem define qual é a vacina mais recomendada para o seu animal de estimação é o médico veterinário, pois este avalia aspectos varia- dos como a idade do animal, seu histórico de saúde, a raça e grau de exposição a vírus e bactérias, informações que estão ligadas ao cotidia- no do pet. As vacinas caninas são chamadas de V8, V10 e V11 e protegem os pelu- dos contra as doenças: cinomose, coronavirose (transmitida por fezes contaminadas), hepatite infecciosa (doença viral com manifestação he- pática e ocular), leptospirose, parvovirose (vírus que causa diarreia e vô- mito), além da influenza e do adenovírus, que são patologias virais do sistema respiratório. A principal diferença entre elas é que a V10 e a V11 contêm agentes protetores contra mais variações da leptospirose.
  13. 13. Cuidados com os gatos PÁGINA 13 7ª EDIÇÃO Para definir qual é a vacina mais recomendada para o seu animal de estimação, o médico veterinário avalia aspectos variados como a idade do animal, seu histórico de saúde, a raça e grau de exposição a vírus e bactérias, informações que estão ligadas ao cotidiano do pet. Para manter a imunização dos felinos em dia: “Temos de ser responsáveis ao decidir ter um pet, pois muitas doenças podem ser evitadas” já que muitos donos de gatos acham que eles não precisam ser vacinados. Os felinos recebem inicialmente três do- ses da vacina polivalente (V3, V4 ou V5). A V3 protege os gatos contra a panleucopenia (doença viral transmitida pelo contato com fezes e objetos contaminados), a calicivirose (infecção respiratória causada por vírus) e a rinotraqueíte (causa problemas respiratórios e alterações oculares). A V4 também previne a clamidiose, doença bacteriana causadora de lesões oculares. Já a V5, além das outras doenças, evita a leucemia viral felina (FeLV), sem cura e contraída pela saliva de animais contaminados. Além de todas essas doenças, gatos também devem ser imunizados contra a raiva, com reforço anual. Fonte: www.meuamigocao.org/vacina/ Maria Eduarda Silva de Oliveira 6D
  14. 14. ESPAÇO ABERTO Seção dedicada à escrita de textos com temáticas livres e assuntos variados, do interesse dos redatores e leitores do COELHO NEWS. PÁGINA 14 7ª EDIÇÃO O menino do cemitério Um certo dia um menino estava andando numa mata escura, quando de repente ouviu uma voz: - Socorro! Socorro! Alguém me ajude, por favor! O menino olhou para cima, para baixo e para os lados; quando olhou para o seu lado esquerdo viu um vulto preto que passou rapidamen- te... e novamente ouviu uma voz grossa gritando: - Alguém me ajude! O menino, assustado, continuou andando. Passaram-se alguns minu- tos e ele permanecia ouvindo vozes e barulhos estranhos. Horas de- pois, percebeu que estava em frente ao portão do cemitério, nova- mente ouvindo aquela voz horrenda implorando: - Socorro! Alguém ai? Entre para me ajudar! Estão me matando!
  15. 15. PÁGINA 15 7ª EDIÇÃO O menino, com muito medo, resolveu entrar. Afastou o portão e final- mente entrou, andando no meio do cemitério. Ele verificou o relógio e era meia-noite em ponto! Muito assustado, continuou caminhando e novamente escutou a mesma voz grossa pedindo-lhe ajuda. O menino decidiu seguir aquela voz estranha vinda de bem longe. Ele andou por algum tempo… E finalmente chegou bem próximo da- quela voz horripilante; ela vinha de dentro de um túmulo! O menino, que nesse momento estava vermelho e muito suado, conseguiu che- gar em frente ao túmulo e perguntou: - Alguém ai? De repente, ouve-se um barulho estranho e uma mão o puxa rapida- mente para dentro do túmulo. O garoto desapareceu e nunca mais ouviram falar sobre ele e sua his- tória. Maria Eduarda 6D
  16. 16. Páscoa: Ela já passou... Mas você parou para pensar no seu significado? PÁGINA 16 7ª EDIÇÃO Páscoa ou Domingo da Ressurreição é uma data que celebra a ressurrei- ção de Jesus, ocorrida três dias depois da sua crucificação no Calvário, conforme o relato do Novo Testamento. O termo “Páscoa” tem uma ori- gem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, esse termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é en- tre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é “passagem”. Esta é uma das datas comemorativas mais importantes do nosso calen- dário. Porém, atualmente, tornou-se uma data tão comercial, que poucos lembram ou conhecem seu verdadeiro significado, sendo que a origem do termo remonta a aproximadamente 1.445 anos antes de Cristo. O ovo é símbolo bastante antigo, anterior ao Cristianismo, que representa a fertilidade e o renascimento da vida. Muitos séculos antes do nascimen- to de Cristo, a troca de ovos no Equinócio da Primavera (21 de Março) era um costume que celebrava o fim do Inverno e o início de uma estação marcada pelo florescimento da natureza. Para obterem uma boa colheita, os agricultores enterravam ovos nas terras de cultivo. No imaginário das crianças, a entrega dos ovos de chocolate é feita por um coelho de olhos vermelhos e pelos branquinhos. A história fica ainda mais verdadeira para os pequenos quando encontram pegadas do animal e pedacinhos de cenoura espalhados pela casa. Todos esses artifícios só reforçam a lenda do coelhinho da Páscoa, disseminada na Europa e trazi- da para a América há mais de 300 anos. O simpático mamífero foi incorporado à Páscoa por meio de contos cria- dos no velho continente. Uma das narrativas mais conhecidas do mundo conta que uma mulher pobre escondeu ovos coloridos num ninho para entregá-los aos filhos na manhã da festividade religiosa. Contudo, quan- do as crianças descobriram o lugar, um grande coelho passou rapida- mente e espalhou os presentinhos, dando aos pequenos a ilusão de que o bicho carregava e distribuía os ovos. Maria Eduarda e Vitória Kathleen 6D
  17. 17. O pastor e o lobo PÁGINA 17 7ª EDIÇÃO O pastor costumava levar seu rebanho para bem longe da aldeia e fazer uma brincadeira de mau gosto, em que ele gritava assim: “Socorro, socorro, os lobos estão vindo atacar meu rebanho!”. As pessoas largavam o que estavam fazendo e saíam das suas casas pa- ra ajudá-lo. Quando chegavam ao local, o pastor se contorcia de tanto rir. Certo dia, como de costume, o pastor levou seu rebanho para bem longe da aldeia, quando surgiram de verdade dez lobos. Então o pastor gritou pedindo ajuda, desesperado porque os lobos estavam mesmo atacando seu rebanho! Mas as pessoas não acreditaram na palavra dele, e sem contar com ajuda de ninguém, viu os lobos devorarem todos os seus carneiros. O pastor fi- cou muito triste e arrependeu-se por ter mentido durante toda a sua vida. Vitória Kathleen 6D Moral da história: Ninguém consegue acreditar nas pessoas mentirosas, mesmo quando elas dizem a verdade.
  18. 18. Objetivo: Incentivar os hábitos de estudo, motivar e aprimorar os conheci- mentos científicos. Para as alunas Gabrielle e Geovanna (8D), o filme é uma história de superação onde mesmo com grandes impedimentos e obstáculos podemos alcançar nossos objetivos. Para as alunas Lorena e Jéssica (8D) o filme nos faz sonhar e acreditar. Podemos chegar aonde queremos, basta que nos esforcemos para isso. Segundo a aluna Naomy e Karolaine (8C), não podemos julgar pela raça, jeitos ou maneiras de falar e se vestir, além do que a cada dia podemos nos tornar pessoas melhores. Mesmo que não formos bons alunos, podemos nos tornar os “melhores”, pois no filme o garoto inicialmente não possuía quase nenhum conhecimento e ao longo de sua vida, com incentivo da mãe, se tornou o maior neurocirurgião do mundo. Também podemos conquistar, relata Alessandra e Beatriz (8C). Contribuição: Profª. Adriana Evangelista de Barros (Ciências) REFLEXÃO: Filme “Mãos talentosas” Alunos que assistiram dão suas opiniões PÁGINA 18 7ª EDIÇÃO “Mesmo com grandes impedimentos e obstáculos podemos alcançar nossos objetivos” GABRIELLE e GEOVANNA 8D
  19. 19. O lago Vai ficar marcado Onde aquela menina Linda estava Não vou esquecer Menina linda Dos olhos claros Vai ficar marcado Naquele lago Menina linda Do sorriso estampado Não vou esquecer Naquele lago Vai ficar marcado Não vou esquecer A luz do lago Batendo em Seus cabelos dourados Menina linda perfeita Naquele lago Não sabia se Era uma miragem Aquela menina Dos olhos claros Naquele lago Hyan Cegatto 9A O lago PÁGINA 19 7ª EDIÇÃO
  20. 20. O maior desafio das pessoas com deficiência física não está na capacidade de aprender, mas na coordenação motora. Se estiverem atrasadas no de- senvolvimento intelectual é porque não tiveram uma educação apropriada. Na Escola O professor regular precisa saber se a criança tem alguma restrição médica que a impeça de fazer atividades dentro ou fora da sala de aula; é importan- te que o professor acompanhe seu estado de saúde e conheça os efeitos dos medicamentos que toma. Nas aulas de educação física ou qualquer outro esporte, o professor deve in- centivar a socialização das crianças por meio de brincadeiras, para que to- dos participem. Nas escolas, muitas crianças zombam das pessoas com deficiência. Sendo assim, é importante pensarmos e tomarmos atitudes em relação a todas as necessidades que elas possuem: no que diz respeito à locomoção, todos os lugares deveriam ter rampas para facilitar seu acesso; os que usam cadeiras de roda em locais públicos deveriam ter o acesso facilitado nos elevadores, prédios e ônibus; quanto aos ônibus, devem ser adaptados aos deficientes, embora o próprio motorista algumas vezes se recuse a utilizar o elevador! Para melhorar a situação, as escolas devem ter elevadores e rampas ade- quados aos portadores de deficiência. A grande maioria delas, porém, ainda não tem professores e nem estagiários especializados nesse atendimento; contudo isso é fundamental. Opinião Todas as escolas deveriam estar abertas às necessidades das pessoas com deficiência, pois muitas, infelizmente, ainda têm preconceito para com esses alunos e não os aceitam. Isso com certeza deve mudar! FONTE: revistasescola.abril.com.br. Larissa Gomes e Nicole Cristiny 9B SOBRE INCLUSÃO PÁGINA 20 7ª EDIÇÃO
  21. 21. PÁGINA 21 7ª EDIÇÃO
  22. 22. O lugar onde vivo O lugar onde vivo é legal Lá ninguém se dá mal Onde vivo para brincar cada um tem seu gosto Um desenha, outro joga bola e o outro pinta o rosto. Onde vivo cada um faz sua parte Nós brincamos, pai trabalha, gato mia e cachorro late Onde vivo temos animais Onde vivo é demais. Onde vivo é uma beleza Nós não maltratamos a natureza Onde vivo quando passa um estranho o cachorro vai e late Onde vivo comemos chocolate. Eu gosto muito da minha família Vivemos com muito amor e alegria Onde vivo eu e meu irmão brincamos de bola E depois tenho que ir para a escola. TALENTOS DO COELHO Poemas dos 5ºs Anos (Parte I) PÁGINA 22 7ª EDIÇÃO Poema Vencedor: Lucas Gomes de Souza - 5B .
  23. 23. 5A Viviany Azevedo Santos PÁGINA 23 7ª EDIÇÃO O labirinto Tem muitas curvas Não dá pra saber onde tá Simplesmente estamos perdidos Sem saber pra onde ir Sem saber pra onde voltar. Simplesmente você não sabe Onde está Simplesmente não sabe se Está no céu ou no ar Simplesmente é tão simples Que você nem pode imaginar. O labirinto não é Tão simples Mas pode ser muito fácil.
  24. 24. 5C Raimili Anjos da Costa Gabriela Freitas PÁGINA 24 7ª EDIÇÃO FAMÍLIA Família é um presente, igual a uma estrela cadente. Família existe mil, mas a minha é a melhor do Brasil. Família deixo aqui um recado, vocês pra mim são como um dado. Toda família sente dor, Quando perde um grande amor.
  25. 25. O lugar onde vivo Na minha imaginação O lugar onde vivo é assim: Cheio de pessoas que moram no meu coração E ao mesmo tempo, pessoas que eu nunca vi. Às vezes penso em me mudar! Mas penso: pessoas maravilhosas moram nesse lugar Amigos, colegas, parentes? Claro! Nesse mundo moderno tem tanta gente. 5D Nathan Campos Valdivino Professores Organizadores do Jornal Coelho News: Caique Pedro Augusto (Professor Orientador de Informática Educativa); Gisele Saviani (Ciências) e Sumair Maria Panichi (Inglês). Agradecemos a todos os alunos, professores e equipe gestora da EMEF Coelho Neto pela construção do COELHO NEWS. Agradecemos também aos nossos ex-alunos Alexandro dos Santos Silva, Igor Everton da Silva, Lucas Cargerani, Matheus Romão e Péricles Souza de Oliveira. PÁGINA 25 7ª EDIÇÃO PARABÉNS a todos os nossos queridos alunos, que se esforçaram muito nesse lindo trabalho de Produção de Poemas! Na próxima edição, veremos mais talentos de nossa escola!

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