Aula 6 Biomedicina

2.007 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.007
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
17
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
93
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Aula 6 Biomedicina

  1. 1. Sistema nervoso autonômico: Introdução Aula 6
  2. 2. Programa <ul><li>História da definição e conceituação funcional do SNA; </li></ul><ul><li>Anatomia básica do SNA; </li></ul><ul><li>Eixo simpático e eixo parassimpático e a organização de sinapses noradrenérgicas e colinérgicas; </li></ul><ul><li>Co-transmissão no SNA </li></ul><ul><li>Aferentes do SNA: Nocicepção, interocepção, sentidos especiais. </li></ul><ul><li>Eferentes do SNA: gânglios simpáticos, nervos cranianos, vias pélvicas, regulação pelo SNC; </li></ul><ul><li>Algumas funções do SNA: Controle e acomodação do diâmetro da pupila e lacrimação; piloereção; atividade sexual; carga alostática; mal-estar. </li></ul>
  3. 3. Definições de SNA <ul><li>Phillipe Pinel (1745-1826): As doenças mentais são causadas pela função anormal dos gânglios abdominais. </li></ul><ul><li>Bichat (1771-1802): Divisão da atividade em duas formas, uma governada pelo cérebro (“vida relacional”) e outra governada pelos gânglios abdominais (“vida vegetativa”). </li></ul><ul><li>John Langley (1852-1925): Cunhou o termo “sistema nervoso autonômico”; notou a ausência de pericários aferentes nos gânglios autonômicos e definiu o SNA como um sistema puramente motor. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Langley (1903): Podemos considerar “como fibras autonômicas aquelas que dão origem aos reflexos em tecidos autonômicos, e que são incapazes de originar diretamente a sensação”. </li></ul>
  5. 5. Problematizando a autonomia do SNA <ul><li>Os nrns nos gânglios autonômicos não apresentam padrões de disparo suficientemente integrados para regular funções fisiológicas (possível exceção: nrns no SNE). </li></ul><ul><li>Quando o controle cerebral dos nrns pré-ganglionares espinais é removido (p. ex., quadriplegia), funções cardiovasculares, entéricas e da bexiga são profundamente afetadas. </li></ul><ul><li>Essas observações apontam para um quadro no qual o SNA é melhor entendido como uma das saídas pelas quais o SNC controla os órgãos. </li></ul>
  6. 6. Uma definição de compromisso <ul><li>Refere-se aos neurônios, gânglios e plexos situados na cabeça, tórax, abdome e pélvis, e às conexões axonais desses neurônios. </li></ul><ul><li>Esses neurônios inervam glândulas de secreção exócrina, coração, musculatura lisa de paredes de vasos e órgãos do trato GI, sistema respiratório e geniturinário, músculos da íris e corpo ciliar. </li></ul><ul><li>Junto com as vias motoras somáticas que inervam músculos esqueléticos e vias neuroendócrinas, são a forma com que o sistema nervoso central manda comandos para o resto do corpo. </li></ul>
  7. 7. Divisões do SNA Receptor ionotrópico; despolarização rápida Receptores metabotrópicos; despolarização lenta, efeitos celulares Inibição pré-sináptica recíproca
  8. 8. Co-transmissão <ul><li>Fibras pré-ganglionares </li></ul><ul><ul><li>Neuropeptídeos medeiam EPSPs lentos, facilitando a transmissão colinérgica. </li></ul></ul><ul><li>SNE </li></ul><ul><ul><li>Substância P </li></ul></ul><ul><ul><li>Peptídeo intestinal vasoativo (VIP) </li></ul></ul><ul><ul><li>Encefalina </li></ul></ul><ul><ul><li>5-HT </li></ul></ul><ul><ul><li>ATP </li></ul></ul><ul><li>Parassimpático </li></ul><ul><ul><li>ATP </li></ul></ul><ul><ul><li>Neuropeptídeo Y (NPY) </li></ul></ul><ul><ul><li>Galanina </li></ul></ul><ul><li>Simpático </li></ul><ul><ul><li>VIP </li></ul></ul><ul><ul><li>Peptído relacionado a gene da calcitocina (CGRP) </li></ul></ul><ul><ul><li>Somatostatina </li></ul></ul><ul><ul><li>Peptídeos opióides </li></ul></ul>
  9. 9. Aferentes do SNA <ul><li>Quase toda a comunicação neuronal de uma víscera a outra é mediada por nrns aferentes com pericários localizados nos gânglios da raiz dorsal , ou nos gânglios nodosos dos nervos cranianos inferiores . </li></ul><ul><li>Portanto, os processos integrativos responsáveis pela organização das funções viscerais ocorrem principalmente dentro do SNC. </li></ul>
  10. 10. SNC  SNA <ul><li>Os nrns pré-ganglionares para o SNA se localizam no tronco encefálico e em regiões da medula espinhal. </li></ul><ul><li>A saída simpática é controlada pelo bulbo raquidiano, ponte e hipotálamo (n. paraventricular, n. ventromedial). </li></ul><ul><li>A saída parassimpática é controlada pelo blbo, ponte e hipotálamo lateral </li></ul>
  11. 11. Aferentes nociceptivos viscerais <ul><li>Todas as vísceras são inervadas por axônios não-mielinizados provenientes dos gânglios da raiz dorsal que respondem a estímulos nocivos. </li></ul><ul><li>Quando ativados, esses aferentes produzem uma pcpt cs de dor localizada no órgão. </li></ul><ul><li>Podem resultar em respostas mediadas pelo simpático (p. ex., aumento na PA), mas também ativam atv. motora somática. </li></ul>
  12. 12. Aferentes baroceptivos e quimioceptivos <ul><li>Os baroceptores medem a PA via terminações sensoriais especializadas nas artérias carótidas. </li></ul><ul><li>Mudanças na atividade dos baroceptores ativam centros cerebrais que levam a efeitos simpáticos no coração e vasos sangüíneos (via nervos glossofaríngeo e vagal). </li></ul><ul><li>Quimioceptores no seio da carótida sinalizam alterações nos níveis de O 2 no sangue. </li></ul><ul><li>Mudanças na atividade desses quimioceptores ativam centros cerebrais que levam a efeitos autonômicos e motores de aumento na PA e taxa cardíaca, aumento na taxa de respiração, e mvmts da cabeça e face. </li></ul>Diminuição na ventilação Aumento no P CO 2 arterial ↓ pH sangue Atv. quimioceptores CO 2 plasma Nrns espinais Aumento na ventilação
  13. 13. Aferentes dos sentidos especiais <ul><li>A acomodação do diâmetro da pupila é uma função autonômica (miose/midríase) que responde à entrada sensorial vinda do sistema visual (nível global de incidência de luz). </li></ul>
  14. 14. Aferentes dos sentidos especiais <ul><li>Diversos tipos de entrada auditiva podem levar a uma atividade simpática sobre o coração e vasos sangüíneos  reflexo de sobressalto. </li></ul><ul><li>Músicas com determinadas ressonâncias emocionais podem nos levar a sensações de “arrepio”, geradas pela ativação simpática de músculos lisos associados aos folículos pilosos. </li></ul>
  15. 15. O sistema nervoso simpático Fibras pré-ganglionares saem dos nervos espinhais torácicos e lombares Transmissão volumétrica
  16. 16. Ativação da medula adrenal
  17. 17. SN simpático: NERs Ativam fosfolipase C Inibem transformação ATP em AMPc Estimulam transformação ATP em AMPc Degradação: MAO (pré/pós), COMT (pós) Autoceptores: feedback negativo para o quanta de NE liberado
  18. 18. Feedback em autoceptores α -adrenérgicos e classes farmacológicas
  19. 19. Biologia molecular dos adrenoceptores
  20. 20. Biologia molecular da NE e da Epi Sítios de reação metabólicos: MAO Sítios de reação metabólicos: COMT Dificuldade de penetração na BHE
  21. 21. Neuroquímica da NE
  22. 22. Alguns exemplos da ação da NE
  23. 23. Agonistas dos adrenoceptores Ação vasoconstritora local Quando associados a anestésicos locais, essa ação preserva a atividade anestésica
  24. 24. iMAOs como simpatomiméticos indiretos
  25. 25. Cocaína e anfetamina como simpatomiméticos indiretos
  26. 26. Epinefrina como agente hemostásico <ul><li>A epi pode ser usada topicamente em ferimentos com sangramento para produzir hemostasia local por vasoconstrição. </li></ul><ul><li>Deve-se tomar cuidado com a “vasodilatação rebote” com o fim da atividade vasoconstritora e com efeitos sistêmicos devido à passagem da epi para a circulação. </li></ul>
  27. 27. α -simpatomiméticos
  28. 28. Antiadrenérgicos centrais e periféricos
  29. 29. β - Simpatolíticos Farmacodinâmica Efeitos sobre canais de sódio Afinidade
  30. 30. β - Simpatolíticos
  31. 31. O sistema nervoso parassimpático Fibras pré-ganglionares saem dos nervos espinhais torácicos e lombares
  32. 32. Receptores colinérgicos Gânglios: ( α 3) 2 ( β 4) 3 ( α 4) 2 ( β 2) 3 ou ( α 7) 2 SNC:
  33. 33. Parassimpatomiméticos Diretos: agonistas ACh Indiretos: bloqueiam AChE
  34. 34. Estimulação ou bloqueio do sistema parassimpático
  35. 35. Parassimpatolíticos
  36. 36. <ul><li>http://www.slideshare.net/caio_maximino/aula-6-biomedicina </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul>

×