Aula 4 Cf1

1.847 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.847
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
73
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Aula 4 Cf1

  1. 1. Nocicepção, I: Introdução à fisiologia da dor e à anestesia Aula 4
  2. 2. Programa <ul><li>Definição de dor: Componentes motivacional-afetivos & componentes sensorial-discriminativos. </li></ul><ul><li>Vias nociceptivas; </li></ul><ul><li>Modulação descendente da dor; </li></ul><ul><li>Anestesia local: Mecanismos de ação, vias de administração, características físico-químicas; </li></ul><ul><li>Anestesia geral: Monoanestesia vs. anestesia balanceada, vias de administração, mecanismos de ação. </li></ul>
  3. 3. Dor vs. nocicepção <ul><li>Dor: Resposta subjetiva à entrada nociceptiva ao cérebro. </li></ul><ul><li>Nocicepção: Consciência da estimulação de nociceptores por um estímulo nocivo. </li></ul>
  4. 4. Entrada nociceptiva e dor Dor primária Dor secundária <ul><li>Fibras A δ </li></ul><ul><li>Tálamo somatossensorial </li></ul><ul><li>Córtex somatossensorial </li></ul><ul><li>Fibras C </li></ul><ul><li>Tálamo central </li></ul><ul><li>Formação reticular </li></ul><ul><li>Hipotálamo </li></ul><ul><li>Grísea periaqueductal </li></ul>Consciência de ambas intensificada pela emoção Componente motivacional-afetivo Componente sensorial-discriminativo
  5. 5. Sistema somatossensorial Receptores de tato na pele apresentam campos receptivos pequenos Receptores de dor na pele apresentam campos receptivos grandes Via nociceptiva
  6. 6. Receptores Terminações livres
  7. 7. A complexidade das fibras nociceptivas
  8. 8. Entrada medular
  9. 9. Mais complexidade: A sinapse no corno dorsal
  10. 10. Mais complexidade: A sinapse no corno dorsal <ul><li>Aminoácidos excitatórios: Aspartato, glutamato [EPSP, plasticidade, atividade sustentada]. </li></ul><ul><li>Neuropeptídeos: Substância P, neurocinina A (NKA), peptídeo relacionado ao gene da calcitocina (CGRP) [EPSP lento]; neuropeptídeo Y, galanina, peptídeo vasointestinal vasoativo (VIP), colocistoquinina (CCK) [concentrações internas de cálcio]; endomorfina [modulação pré-sináptica e IPSP] </li></ul><ul><li>Purinas: ATP [aumento na transmissão Glu e EPSP], adenosina [inibição de correntes pós de cálcio e aumento de correntes pós de potássio]. </li></ul><ul><li>Neurotrofinas: NGF, BDNF, NT-4, NT-5, NT-3, GDNF [sensibilização, sinaptogênese] </li></ul>
  11. 11. Fibras ascendentes
  12. 12. Fibras descendentes
  13. 13. Circuitos da dor (Melzack & Casey, 1968) Sistema motivacional-afetivo (monitor central de intensidade) Sistema sensorial-discriminativo (análise espaço-temporal) L S Medial Lateral Sistema motor Processos de controle central Sistema inibitório descendente
  14. 15. Inibição da condução nervosa em diferentes tipos de axônios
  15. 17. Estrutura química <ul><li>Os anestésicos locais costumam ser aminas primárias ou terciárias. </li></ul><ul><li>O nitrogênio liga-se, através de uma cadeia intermediária, a um motivo lipofílico (p. ex., um anel aromático). </li></ul>
  16. 18. Estrutura química <ul><li>A presença de um grupo amina significa que os anestésicos locais existe ou como uma amina neutra, ou como um cátion de amônio (i.e., carga +)  varia em função do p Ka e do pH do ambiente. </li></ul><ul><li>Na forma protonada, a molécula irá possuir tanto um motivo hidrofílico polar (nitrogênio protonado) quanto um motivo lipofílico apolar (anel aromático): MOLÉCULA ANFIFÍLICA. </li></ul>
  17. 19. Estrutura química Forma catiônica ativa - anfifílica Forma permeável - lipofílica Habilidade de penetrar em barreiras lipofílicas e membranas celulares Baixa Alta
  18. 20. Aditivos à anestesia local <ul><li>Bicarbonato: Adicionado à anestésicos locais, em locais de pH ácido, para diminuir a latência para anestesia. </li></ul><ul><li>Adrenalina: Usada para vasodilatação, prolongando a duração da anestesia e reduzindo a conc. plasmática do agente local; também usado como marcador para i.v. </li></ul>
  19. 21. Anestesia geral <ul><li>Estado reversível de inibição do SNC, induzido por drogas, usado em procedimentos cirúrgicos que necessitam da eliminação da cs, da resposta à dor, de mvmts defensivos involuntários, e de reflexos autonômicos. </li></ul>
  20. 22. Monoanestesia vs. anestesia balanceada
  21. 23. Anestesia balanceada
  22. 24. Anestésicos inalados
  23. 25. Vias de eliminação de anestésicos voláteis
  24. 26. Anestésicos intravenosos
  25. 27. Término da ação de anestésicos intravenosos por redistribuição
  26. 28. <ul><li>http://www.slideshare.net/caio_maximino/aula-4-cf1 </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul>

×