Medicina Nuclear Aula Inicial Graduacao

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Aula geral de medicina nuclear
UFSCMPA - 22/03/2010

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  • http://www.dspguide.com/ch25/5.htm
  • Dos fatores mais importantes no prognóstico das doenças coronarianas crônicas, a fração de ejeção do VE seja o mais importante. Alguns pacientes com coronariopatia crônica e baixa fração de ejeção tem miocárdio hibernante, com disfunção ventricular esquerda reversível após revascularização.
  • Foi apreendido pelos autores que, mesmo pequenos defeitos na captação especialmente nos polos superiores e inferiores, representam alterações causadas por PNA. A discrepância de achados cintilográficos anormais na literatura, provavelmente seja conseqüente a subjetividade na interpretação das imagens, com considerável variação entre os diferentes serviços de medicina nuclear. O modelo não reconhecido de rim inchado, ou de pequenos defeitos irregularmente distribuídos, podem contribuir para essa discrepância. Tais defeitos podem obscurecer pequenos defeitos na captação, que são típicos sinais de PNA. Por outro lado, em outras instituições, os protocolos de investigação de PNA são diferentes, bem como os de follow-up.
  • CA de mama; dor na col. lombar; pesquisa de mets.
  • INICIALMENTE a RT curativa foi indicada para 179 pacientes e a RT paliativa para 23 antes do re-estadiamento pelo PET . Após o re-estadiamento com os dados do PET, 55 (27%) pacientes mudaram o estágio da doença, modificando a terapia. Em 55 PACIENTES O PET MODIFICOU A RADIOTERAPIA QUANTO A DOSE, O VOLUME OU A INTENÇÃO (CURATIVA X PALIATIVA X SEM TERAPIA).
  • Journal of Nuclear Medicine Vol. 48 No. 1 (Suppl) 68S-77S
  • high negative predictive value of FDG-PET in the setting of FUO, since in no patient with a negative FDG-PET could a morphological origin of the fever be determined.
  • R heumatoid arthritis (RA) synovitis is characterized by a massive leukocytic infiltrate, a proliferative synovial membrane, and a neovascularization that give rise to synovial hypertrophy. This pannus is directly responsible for cartilage and bone degradation and, thus, joint space narrowing and marginal erosions. An early identification of the pathologic synovitis is of major importance because it represents the primary location of the rheumatoid joint inflammatory process and is a therapeutic target ( 1,2 ). Clinical evaluation and conventional radiography of diseased joints are unfortunately unable to precisely and directly evaluate synovial inflammation. High-resolution ultrasonography (US) ( 3–8 ) and fat-suppressed gadolinium-enhanced MRI ( 3,6,9–12 ) have provided a new approach for depicting synovitis: they visualize the pannus developing in the inflamed joint, allow the measurement of its thickness or its volume, provide information about its vascularization, and detect early bone erosions. Although their contribution to the identification of the pannus is of great value, they remain morphologic techniques that give no direct information on the metabolic activity of the synovitis. Indeed, gray-scale US cannot differentiate active from chronic or fibrous synovitis and, in gadolinium-enhanced MRI, the enhanced uptake of contrast agent by the inflamed synovium is also due to hypervascularization and capillary permeability ( 9,13–15 ). As metabolic changes support and are likely to precede morphologic changes, molecular imaging techniques that record tissue biochemical characteristics in vivo might be of major interest in joint activity assessment.
  • Medicina Nuclear Aula Inicial Graduacao

    1. 1. Diagnóstico por Imagem Medicina Nuclear Carlos Eduardo Anselmi Laboratório de Medicina Nuclear Complexo Hospitalar Santa Casa www.slideshare.net/caduanselmi/presentations
    2. 2. Diagnóstico por Imagem <ul><li>Medicina Nuclear </li></ul><ul><li>Raio – X </li></ul><ul><li>Tomografia </li></ul><ul><li>Ultra-som </li></ul><ul><li>Ressonância Magnética </li></ul>
    3. 7. Tomografia
    4. 12. Medicina Nuclear?
    5. 14. Medicina Nuclear?
    6. 15. Medicina Nuclear?
    7. 16. Medicina Nuclear
    8. 19. Efeitos da radiação?
    9. 20. Medicina Nuclear <ul><li>Fármacos </li></ul><ul><li>FDG </li></ul><ul><li>Citrato de Gálio </li></ul><ul><li>MDP </li></ul><ul><li>Radionuclídeos </li></ul><ul><li>18 F </li></ul><ul><li>67 Gálio </li></ul><ul><li>99m Tc </li></ul><ul><li>Detectores </li></ul><ul><li>SPECT </li></ul><ul><li>PET </li></ul><ul><li>PET/CT </li></ul>
    10. 21. Medicina Nuclear <ul><li>NOMECLATURA </li></ul><ul><ul><li>Isótopo </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>99mTc </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>131-I </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>18-F </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Fármaco </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>DTPA </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>MIBG </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>FDG </li></ul></ul></ul><ul><li>Exemplos </li></ul><ul><ul><li>99mTc-DTPA </li></ul></ul><ul><ul><li>131-I MIBG </li></ul></ul><ul><ul><li>18F-FDG </li></ul></ul>
    11. 22. 18F-FDG - Bioquímica Hexoquinase Glicose-6- fosfatase Glicólise 18 FDG 18 FDG 18 FDG-6-F Célula Tumoral Capilar Proteína transportadora de glicose
    12. 23. Biodistribuição 99mTc-DTPA
    13. 24. Cérebro
    14. 28. Alzheimer
    15. 29. Outras Demências Frontal Vascular
    16. 30. Demência de Alzheimer PET <ul><li>MCI (mild cognitive deficit) – 10 a 15% / ano </li></ul><ul><li>PET com FDG- 18 F tem maior valor preditivo </li></ul><ul><li>1 ano antes dos sintomas notados pelo paciente </li></ul><ul><li>J Cereb Blood Flow Metab 2001; 21 (Suppl):S426. </li></ul><ul><li>Neuroreport 2001; 12 (4): 851–855. </li></ul>
    17. 31. Demência de Alzheimer PET <ul><li>Estudo multicêntrico </li></ul><ul><li>Capacidade de predizer a progressão dos sintomas: Sensibilidade = 93% </li></ul><ul><li>Capacidade de predizer a não-progressão dos sintomas: Especificidade = 76% </li></ul><ul><li>Concordância interobservadores = 94% </li></ul>Silverman D. JAMA Vol. 286 No. 12, 2120–27, 2001
    18. 32. Demência de Alzheimer Futuro <ul><li>Detecção dos emaranhados neurofibrilares (NFT) e das placas amilóides beta (aB). </li></ul><ul><li>[18F]FDDNP-PET: se liga nas NFT`s e nas proteínas amilóides Beta, possibilitando a detecção em pacientes. </li></ul><ul><li>Possibilita a avaliação do tratamento. </li></ul><ul><li>Se liga ao mesmo local que os AINES (ibuprofeno, naproxifeno). </li></ul>
    19. 33. C intilografia da Tireóide Cintilografia com 131 Iodo: ausência de tecido iodocaptante Captação: 33,2% Cintilografia com 131 Iodo: restos
    20. 34. C intilografia da Tireóide Rastreamento positivo para metástases
    21. 35. C intilografia da Tireóide Rastreamento negativo para metástases
    22. 36. Perfusão/Inalação
    23. 37. Perfusão/Inalação Negativo para TEP RX: pneumonia
    24. 38. Avaliação pré-transplante pulmonar
    25. 39. PERFUSÃO MIOCÁRDICA Cortes Tomográficos
    26. 40. Isquemia Ínfero-septal
    27. 42. Isquemia anterior
    28. 43. Isquemia anterior
    29. 44. Isquemia anterior Imagens 3D
    30. 45. Informação adicional da perfusão em pacientes sem DAC conhecida Exercise myocardial perfusion SPECT in patients without known coronary artery disease: incremental prognostic value and use in risk stratification. Circulation 1996 Mar 1;93(5):905-14 IAM ou morte em 2200 pacientes seguidos por 2,2 anos (LOW =1623, INTER=319, HIGH=258.)
    31. 46. ECG de repouso normal: vale a pena estratificar ? <ul><li>3058 pacientes / 16 ± 0,5 anos </li></ul><ul><li>Informação adicional aos dados clínicos e do TE </li></ul><ul><li>Custo-efetivo apenas nos grupos de Duke intermediário ou alto </li></ul>Value of Stress Myocardial Perfusion Single Photon Emission Computed Tomography in Patients With Normal Resting Electrocardiograms: An Evaluation of Incremental Prognostic Value and Cost-Effectiveness. Rory Hachamovitch R, Berman DS, Kiat H, Cohen I, Friedman JD, Shaw LJ. Circulation 2002;105:823-829.
    32. 47. VIABILIDADE MIOCÁRDICA Mortalidade x Tratamento
    33. 49. Cintilografia Renal Dinâmica Normal
    34. 50. Hidronefrose com Obstrução E ? Diurético
    35. 51. Pielonefrite
    36. 52. Linf ocintilografia
    37. 53. Linf ocintilografia Anterior Lateral E
    38. 54. Linf ocintilografia
    39. 55. Linfonodo sentinela
    40. 56. Cintilografia óssea
    41. 59. SPECT/CT SPECT CT
    42. 60. SPECT <ul><li>Cintilografia tomográfica </li></ul>
    43. 61. CT
    44. 62. LINFONODO SENTINELA Imagem planar
    45. 63. LINFONODO SENTINELA SPECT
    46. 64. LINFONODO SENTINELA SPECT/CT
    47. 65. LINFONODO SENTINELA SPECT/CT
    48. 66. LINFONODO SENTINELA SPECT/CT
    49. 71. CT console PET console PET/CT scanner Somatom AR.SP ECAT ART CT PET Fused image viewer SISTEMA PET/CT
    50. 72. PET - CT PHS CT PET 3,78m 1,6m 1,9m
    51. 73. PET/CT http://www.gehealthcare.com/usen/pet/discoverysers.html
    52. 74. Linfoma Pré terapia Pós terapia
    53. 76. Dizendorf, E.V. et al: JNM Vol.44 No.1,24-29,2003 Tumores Pacientes Modificação da RT -------------------------------------------------------------- Cab.e pescoço 55 18 (33%) Ginecológicos 28 9 (32%) Mama 28 7 (25%) Pulmão 26 8 (31%) Linfoma 24 5 (21%) Gastrointestinal 18 4 (22%) Primário ? 4 3 (75%) Melanoma 2 1 (50%) Outros 17 0 (0%) -------------------------------------------------------------- Total 202 55 (27%) Impacto do PET no Estadiamento e na Conduta em Radioterapia
    54. 77. Planejamento terapêutico
    55. 78. Febre de origem indeterminada JNM 2007;48:35
    56. 79. Avaliação de artrite reumatóide J Nucl Med 2004; 45:956–964
    57. 80. Aterosclerose JNM 2008;49:871

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