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UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
NÚCLEO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA E AÇÃO SOBRE
MULHER E RELAÇÕES DE SEXO E GÊNERO
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GÊNERO E DIVERSIDAE NA
ESCOLA (GDE)
Fonte: Os exemplos, contidos na Folha de Apoio, foram adaptados do Projeto
Reserva Ambiental Guaribas: perspectivas didático-pedagógicas, cadastrado no
Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade (SISBIO), vinculado ao
Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID (Universidade
Federal da Paraíba(UFPB), Campus IV, Curso de Pedagogia).
FOLHA DE APOIO:
ALGUMAS ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO ESBOÇO
DO PROJETO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO
Certamente, você já deve ter elaborado algum projeto em sua vida pessoal,
acadêmica ou profissional. Compreendemos o Projeto Didático-Pedagógico como
um tipo de organização e planejamento de atividades com foco no ensino. Essas
atividades têm como ponto de partida uma situação-problema e são distribuídas
em um tempo. A distribuição das atividades deverá ser compatível com o
calendário da instituição onde você levantou os dados contidos em seu
diagnóstico.
ATENÇÃO: O modelo do esboço do Projeto Didático-Pedagógico deverá ser
preenchido de maneira sintética. Atentar para o fato de que você não elaborará um
projeto didático-pedagógico, mas um esboço do projeto, contendo o desenho do
que seria o seu projeto. Todavia, esse traçado é muito importante para a definição
futura do seu trabalho de final de Curso, pois ele representa o alicerce sob o qual
será assentado o projeto. Portanto, esse momento se trata das buscas, das escolhas,
do contato inicial com uma bibliografia e com as fontes de apoio às ações.
ORIENTAÇÕES:
CABEÇALHO:
 Primeiros dizeres de um escrito.
EXEMPLO DE CABEÇALHO:
NOME DA INSTITUIÇÃO: Universidade Federal da Paraíba, Campus IV, Litoral
Norte.
COORDENAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO: docente do Programa Institucional de
Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID (UFPB/Campus IV).
GRUPO ALVO: 40 discentes do Curso de Pedagogia
TÍTULO DO PROJETO: RESERVA AMBIENTAL GUARIBAS:
PERSPECTIVAS DIDÁTICO-PEDAGÓGICAS
PRINCIPAL DIFICULDADE A SER SUPERADA (DIAGNÓSTICO/
ESTRUTURA, RECURSOS MATERIAIS E/OU HUMANOS): escassez de
atividades voltadas para o Estudo do Meio nas escolas de Rio Tinto.
JUSTIFICATIVA:
 Responde à pergunta: o que a (o) levou à escolha desta situação-problema?
Demonstrar os motivos que a (o) levaram a elaborar o projeto. Sugestões:
basear-se em sua vivência com o tema, em sua experiência de formação e/ou
profissional; contextualizar a escola ou outra instituição em que você,
provavelmente, executaria o projeto, explicitando o problema identificado;
indicar a contribuição do projeto para a área da educação e do ensino com
abordagem nas temáticas de gênero e sexualidade/orientação sexual.
EXEMPLO DE JUSTIFICATIVA:
O projeto “Reserva Ambiental Guaribas: perspectivas didático-
pedagógicas” surgiu de um problema existente em algumas escolas de Rio Tinto-
PB: a escassez de atividades didático-pedagógicas voltadas para o Estudo do
Meio. Diante dessa constatação, identificada por meio do diagnóstico escolar
realizado nessas escolas, optamos por desenvolver o Estudo do Meio, com ações
que contribuam para o fortalecimento da formação docente e do ensino público
nas escolas da rede municipal de Rio Tinto onde o problema foi identificado.
Conforme o Plano Operativo de Prevenção e Combate aos Incêndios
Florestais na Reserva Biológica Guaribas, o objetivo dessa Unidade de Conservação é
“(...) proteger um dos últimos remanescentes de Floresta Atlântica do Estado da Paraíba e
abrigar espécies raras, endêmicas e ameaçadas de extinção.(...)”. Quanto à suas
localização e abrangência, ela
Está situada nos municípios de Mamanguape (91,59%) e Rio
Tinto (8,41%), no estado da Paraíba, dista em 51,6 km de João
Pessoa. (...). Abrange a seguinte área: SEMA 1 - 673,64
hectares; SEMA 2 - 3.016,09 hectares; e SEMA 3 - 338,82
hectares, perfazendo um total de 4.028,55 hectares. (...).Possui
plano de manejo, aprovado pela Portaria nº 74/03-N de 25 de
novembro de 2003.
(Disponível:http://www.ibama.gov.br/phocadownload/category/
44-p?download=2340. Acesso em: 25/03/2014)
Portanto, as atividades a serem realizadas na Reserva Biológica Guaribas e
nas escolas municipais de Rio Tinto-PB não estão inseridas em uma disciplina,
mas no planejamento docente que visa a atender o Programa Institucional de
Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID (UFPB/Campus IV). Sendo assim,
caracteriza-se como um projeto de ensino.
Propomos, portanto, realizar um Estudo do Meio como uma das
possibilidades de ampliar as leituras de discentes do Curso de Pedagogia sobre o
cotidiano e a realidade local. O Estudo do Meio se espraiará em outras atividades
a serem desenvolvidas em algumas escolas do município de Rio Tinto na
Educação Infantil e nos primeiros anos do Ensino Fundamental (4º e 5º Anos)
atendidas pelo referido Programa.
Trata-se, pois, de fortalecer a formação discente em um projeto de ensino
com foco no Estudo do Meio. O projeto se constitui, portanto em uma das
dinâmicas de formação docente no interior do PIBID que contribuirá com o
conhecimento de um grupo de cerca de 40 discentes acerca do estudo do
cotidiano e da realidade local.
CHAMADA 1: No esboço do projeto, inserir as linhas gerais da justificativa. Não
há a necessidade de elaborar um texto, justificando suas intenções. Aponte apenas
o problema identificado no preenchimento do diagnóstico. Além de apontar o
problema, você deve justificá-lo. Inclusive, você já deve ter realizado essa tarefa
nas duas últimas semanas. Observe os destaques para a inserção do problema, da
contextualização do espaço onde, provavelmente, realizará o projeto, o foco do
seu projeto, o público específico com o qual trabalhará, bem como o número de
pessoas que participará das atividades do projeto.
OBJETIVOS E METAS:
 Formular dois objetivos específicos baseados na situação-problema. Utilizar
verbos no infinitivo, indicando as ações que serão realizadas.
 Compreendemos as metas de um projeto como um conjunto de ações
relacionadas aos objetivos;
EXEMPLO DE OBJETIVOS ESPECÍFICOS E METAS:
Objetivo 1 - Refletir sobre os aspectos didático-pedagógicos observados na visita à
Reserva Ambiental Guaribas;
META 1 - Realizar escuta e registro escrito em diário de campo sobre Palestra e
conversas informais obtidas por meio de diálogos com educadores e educadoras
da Reserva;
META 2 – Discutir e socializar os dados obtidos com todos os membros do
grupo;
Objetivo 2 - Identificar as possibilidades educativas da Reserva Ambiental Guaribas,
tendo como referência as várias áreas do conhecimento;
META 1 - Formular sugestões didáticas nas diversas áreas do conhecimento
(Cada grupo escolherá uma área do conhecimento para formular suas sugestões).
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
 Indicação de como irá realizar as ações propostas, descrevendo a organização do
trabalho pedagógico: as atividades, as etapas e as tarefas a serem realizadas, bem
como os fundamentos metodológicos para a sua realização.
EXEMPLO DE PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
Ao Estudo do Meio se relacionam o estudo do cotidiano e da realidade
local que são fundamentais à formação das crianças, sobretudo porque é através
de grupos e espaços próximos que começam a conhecer o mundo. Parafraseando
Nidelcoff (1979, p. 10), quando aborda a compreensão da realidade pelas crianças,
esclarecendo o que se compreende por meio e estudo, consideramos que as
afirmações da autora são válidas também no que se refere à formação de jovens
no ensino superior, já que urge romper com a cadeia normatizadora do saber e do
que há de aprendizagem mecânica, pelo uso da memorização e da repetição de
informações, na educação tradicional:
„o meio‟ é toda aquela realidade, física, biológica,
humana, que as rodeia [as crianças], à qual se ligam de
uma maneira direta através da experiência e com a qual
estão em intercâmbio permanente. Não se pode, portanto,
precisar os limites do meio, porque à medida que a criança
cresce, seus relacionamentos com a realidade que a rodeia
se tornam „imperiosos‟...minha rua, meu bairro, meu
lugarejo, os arredores do meu lugarejo...
Com a finalidade de coletar informações durante a visita de campo,
adotaremos a observação, compreendendo-a como “(...) o exame minucioso ou a
mirada atenta sobre um fenômeno no seu todo ou em algumas de suas partes; é a
captação precisa do objeto examinado. (...)”. (RICHARDSON, 1999, p. 259).
Existem vários tipos de observação, no caso qualitativo e com finalidades
de reconhecimento de área, optamos por utilizá-la de maneira assistemática, ou
seja, trata-se da ”Tarefa de observar mais livre, sem fichas ou listas de registro,
embora tenha de cumprir o plano de observação que deve estar determinado
pelos objetivos da pesquisa (recomendável para estudos exploratórios)”.
(RICHARDSON, 1999, p. 261). (grifos nosso). Visando a complementar a coleta
de dados, recorreremos a conversas informais.
Os instrumentos para efetivar os variados tipos de registro serão o diário
de campo, a máquina fotográfica e/ou celulares. Para efetivar o trabalho
proposto, o grupo será disposto da seguinte forma:
1) Todos os grupos de trabalho (GTs) elaborarão um registro em seu diário
de campo sobre a palestra proferida por educador ambiental da Reserva;
2) GT 1 - Produção de documento visual (fotografias);
3) GT 2 - Registro sonoro (uso de celular ou gravador).
4) GT 3 - Conversa com os educadores da Reserva (documento misto).
Baseada nos estudos de Laplantine (1999), consideramos que a abordagem
norteadora da visita de campo nos conduzirá a uma visão interdisciplinar,
aproximando o campo da educação ao campo da antropologia, sobretudo no que
se refere a aspectos do exercício etnográfico, propiciador da aproximação e
escuta da cultura do Outro, fazendo calar a nossa própria cultura. Além disso,
nessa relação humana de investigação e de ensino, tomamos o princípio de
alteridade que nos faz pensar também sobre a nossa própria cultura, ou seja, da
relação dos humanos com o meio e com a realidade social. Portanto, o exercício
que tem por esteira o Estudo do Meio nos conduz a uma pauta em que também se
educa pela experiência cultural de convivência com o Outro nos diversos
espaços em que se manifesta a vida, a exemplo da relação dos humanos com o
meio físico e biológico. (Informação verbal obtida em aulas ministradas por
Chaves, em 2013).
CHAMADA 2: No esboço do projeto, inserir os traços da metodologia. Não há a
necessidade de elaborar um texto, justificando suas intenções. Aqui você irá
pontuar como organizará o trabalho com os sujeitos identificados na justificativa,
bem como indicará as fontes para realizar as atividades de ensino. Veja que
destacamos, em negrito, os traços da metodologia utilizada no projeto da Reserva.
CRONOGRAMA:
 Distribuição das atividades a serem desenvolvidas no tempo disponível para
realizar cada atividade indicada no esboço do projeto.
EXEMPLO DE CRONOGRAMA:
 Primeira visita de campo à Reserva Ambiental Guaribas (02/04/2014);
 Cadastro do projeto no SISBIO (08/04/2014);
 Estudo de texto sobre o Estudo do Meio (08/04/2014);
 Solicitação de transporte para a condução das (os) bolsistas à Reserva
(30/04/2014);
 Aula expositiva e dialogada sobre o Estudo do Meio (15/04/2014);
 Elaboração de roteiro de observação (22/04/2014);
 Orientação sobre o preenchimento de diário de campo (22/04/2014);
 Aula de campo na Reserva Ambiental Guaribas (06/05/2014);
 Registro das informações (06/05/2014).
 Sistematização da documentação (registro em diário de campo, fotografias,
documento misto – roteiro de observação e filmagens) (13 a 31/05/2014);
 Socialização do material produzido (03 e 10/06/2014);
 Escolha de uma das áreas do conhecimento e elaboração de oficinas a serem
aplicadas nas escolas (17/06/2014);
 Execução das oficinas nas escolas (05, 06 e 07/09/2014).
RESULTADOS:
 Refere-se ao produto gerado, a partir dos objetivos e das ações formuladas. O
item sinaliza onde se pretende chegar. Veja o exemplo abaixo:
EXEMPLO DE RESULTADO ESPERADO:
Resultado esperado:
Transposição didática de aspectos relacionados ao Estudo do Meio, a partir dos
aspectos didático-pedagógicos observados na Reserva. A referida transposição dar-se-á
por meio do registro escrito, sonoro e/ou visual, a serem utilizados em rodas de
leitura em quatro (4) escolas da Rede Pública de Ensino de Rio Tinto, contribuindo
assim com a formação das (os) discentes da UFPB.
CHAMADA 3: No esboço do projeto, apontar um dos resultados esperados. Não
há a necessidade de elaborar um texto, justificando suas intenções. Você poderá
dizer apenas que um dos resultados pretendidos será a transposição didática por
meio de rodas de leitura.
AVALIAÇÃO CONTÍNUA:
 Refere-se ao tipo de avaliação que irá utilizar no projeto. De forma geral, pode
ser denominamos de avaliação contínua, pois ela ocorre antes mesmo da
elaboração do Projeto Didático-Pedagógico e continua no transcorrer de sua
execução, compondo o final do Projeto.
EXEMPLO DE AVALIAÇÃO CONTÍNUA:
AVALIAÇÃO INICIAL: refere-se ao que os sujeitos do projeto conhecem sobre
gênero e sexualidade/orientação sexual, superficialmente, mas precisam
aprofundar. Caso desconheçam totalmente as relações de gênero e
sexualidade/orientação sexual, será um indicativo de que você necessita pensar as
ações do projeto adequando-as a essa realidade. Reflita também sobre a faixa
etária, a etnia, a escolarização, a classe social, o gênero e a orientação sexual e
outros marcadores sociais dos sujeitos colaboradores do projeto. Essa reflexão
norteará a escolha das fontes de ensino a serem utilizadas na metodologia do
projeto. O próprio diagnóstico preenchido por você pode ser útil para pensar em
uma avaliação inicial ou diagnóstica, pois nesse instrumento você preencheu
informações que a (o) auxiliará na elaboração do projeto.
AVALIAÇÃO INTERMEDIÁRIA: o envolvimento dos sujeitos e suas
reflexões sobre os objetivos e metas traçados, podem ser bons indicadores na
avaliação intermediária. A avaliação intermediária deve ser realizada no
transcorrer do projeto; momento oportuno para que você realize mudanças que
considere necessárias.
AVALIAÇÃO PONTUAL: na avaliação final, você pode verificar os objetivos e
metas alcançados, aqueles que precisam ser redefinidos. Esse é o momento
importante para apontar novas perspectivas e analisar os produtos gerados.
CHAMADA 4: para saber mais consulte o texto, AVALIAÇÃO –PROCESSUAL
E PONTUAL (p. 70-73), contido no material que você recebeu no ato de sua
matrícula.
REFERÊNCIAS:
 Somente aquelas utilizadas na justificativa e nos procedimentos metodológicos.
Seguir as normas da ABNT. Você pode utilizar algumas das fontes
bibliográficas do módulo que está ocorrendo - Metodologia de Projetos
Didático-Pedagógicos sobre Gênero e Sexualidade/Orientação Sexual.
EXEMPLO DE REFERÊNCIAS:
CHAVES, Gislaine da Nóbrega Chaves. Informação verbal (2013).
LAPLANTINE, François. Aprender Antropologia. São Paulo: Brasiliense, 1999.
NIDELCOFF, Maria Teresa. A escola e a compreensão da realidade: ensaio
sobre a metodologia das ciências sociais. São Paulo: Brasiliense, 1979.
RICHARDSON, Roberto Jarry et al. Pesquisa social: métodos e técnicas. 3. ed.
rev. e amp. São Paulo: Atlas, 1999.
ANEXOS:
 No esboço do Projeto, você deve indicar todas as fontes (produzidas por
terceiros) a serem utilizadas no transcorrer das ações, caso pretenda utilizá-las, a
exemplo de literatura de cordel, texto de livro didático, músicas, filmes,
documentários, cartilhas etc. Vale destacar que, no projeto Reserva Ambiental
Guaribas: perspectivas didático-pedagógicas, cujos exemplos constam nos itens
desta Folha de Apoio, não utilizamos nenhum anexo ou apêndice, dada a
natureza de nossa proposta se relacionar ao Estudo do Meio.
APÊNDICES:
 No esboço do Projeto, devem ser mencionadas todas as fontes que você
produziu, a exemplo de planos de oficina, pequenas histórias que elaborou (com
finalidade didático-pedagógica), fotografias (com finalidade de aplicação em
atividades de ensino) etc. Caso não tenha produzido nenhum tipo de fonte, não
há a obrigatoriedade de que sejam citadas no esboço do Projeto.

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ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO ESBOÇO DO PROJETO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO

  • 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA NÚCLEO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA E AÇÃO SOBRE MULHER E RELAÇÕES DE SEXO E GÊNERO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GÊNERO E DIVERSIDAE NA ESCOLA (GDE) Fonte: Os exemplos, contidos na Folha de Apoio, foram adaptados do Projeto Reserva Ambiental Guaribas: perspectivas didático-pedagógicas, cadastrado no Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade (SISBIO), vinculado ao Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID (Universidade Federal da Paraíba(UFPB), Campus IV, Curso de Pedagogia). FOLHA DE APOIO: ALGUMAS ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO ESBOÇO DO PROJETO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO Certamente, você já deve ter elaborado algum projeto em sua vida pessoal, acadêmica ou profissional. Compreendemos o Projeto Didático-Pedagógico como um tipo de organização e planejamento de atividades com foco no ensino. Essas atividades têm como ponto de partida uma situação-problema e são distribuídas em um tempo. A distribuição das atividades deverá ser compatível com o calendário da instituição onde você levantou os dados contidos em seu diagnóstico. ATENÇÃO: O modelo do esboço do Projeto Didático-Pedagógico deverá ser preenchido de maneira sintética. Atentar para o fato de que você não elaborará um projeto didático-pedagógico, mas um esboço do projeto, contendo o desenho do que seria o seu projeto. Todavia, esse traçado é muito importante para a definição futura do seu trabalho de final de Curso, pois ele representa o alicerce sob o qual será assentado o projeto. Portanto, esse momento se trata das buscas, das escolhas, do contato inicial com uma bibliografia e com as fontes de apoio às ações. ORIENTAÇÕES: CABEÇALHO:  Primeiros dizeres de um escrito. EXEMPLO DE CABEÇALHO: NOME DA INSTITUIÇÃO: Universidade Federal da Paraíba, Campus IV, Litoral Norte. COORDENAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO: docente do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID (UFPB/Campus IV). GRUPO ALVO: 40 discentes do Curso de Pedagogia
  • 2. TÍTULO DO PROJETO: RESERVA AMBIENTAL GUARIBAS: PERSPECTIVAS DIDÁTICO-PEDAGÓGICAS PRINCIPAL DIFICULDADE A SER SUPERADA (DIAGNÓSTICO/ ESTRUTURA, RECURSOS MATERIAIS E/OU HUMANOS): escassez de atividades voltadas para o Estudo do Meio nas escolas de Rio Tinto. JUSTIFICATIVA:  Responde à pergunta: o que a (o) levou à escolha desta situação-problema? Demonstrar os motivos que a (o) levaram a elaborar o projeto. Sugestões: basear-se em sua vivência com o tema, em sua experiência de formação e/ou profissional; contextualizar a escola ou outra instituição em que você, provavelmente, executaria o projeto, explicitando o problema identificado; indicar a contribuição do projeto para a área da educação e do ensino com abordagem nas temáticas de gênero e sexualidade/orientação sexual. EXEMPLO DE JUSTIFICATIVA: O projeto “Reserva Ambiental Guaribas: perspectivas didático- pedagógicas” surgiu de um problema existente em algumas escolas de Rio Tinto- PB: a escassez de atividades didático-pedagógicas voltadas para o Estudo do Meio. Diante dessa constatação, identificada por meio do diagnóstico escolar realizado nessas escolas, optamos por desenvolver o Estudo do Meio, com ações que contribuam para o fortalecimento da formação docente e do ensino público nas escolas da rede municipal de Rio Tinto onde o problema foi identificado. Conforme o Plano Operativo de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais na Reserva Biológica Guaribas, o objetivo dessa Unidade de Conservação é “(...) proteger um dos últimos remanescentes de Floresta Atlântica do Estado da Paraíba e abrigar espécies raras, endêmicas e ameaçadas de extinção.(...)”. Quanto à suas localização e abrangência, ela Está situada nos municípios de Mamanguape (91,59%) e Rio Tinto (8,41%), no estado da Paraíba, dista em 51,6 km de João Pessoa. (...). Abrange a seguinte área: SEMA 1 - 673,64 hectares; SEMA 2 - 3.016,09 hectares; e SEMA 3 - 338,82 hectares, perfazendo um total de 4.028,55 hectares. (...).Possui plano de manejo, aprovado pela Portaria nº 74/03-N de 25 de novembro de 2003. (Disponível:http://www.ibama.gov.br/phocadownload/category/ 44-p?download=2340. Acesso em: 25/03/2014) Portanto, as atividades a serem realizadas na Reserva Biológica Guaribas e nas escolas municipais de Rio Tinto-PB não estão inseridas em uma disciplina, mas no planejamento docente que visa a atender o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID (UFPB/Campus IV). Sendo assim, caracteriza-se como um projeto de ensino. Propomos, portanto, realizar um Estudo do Meio como uma das possibilidades de ampliar as leituras de discentes do Curso de Pedagogia sobre o cotidiano e a realidade local. O Estudo do Meio se espraiará em outras atividades
  • 3. a serem desenvolvidas em algumas escolas do município de Rio Tinto na Educação Infantil e nos primeiros anos do Ensino Fundamental (4º e 5º Anos) atendidas pelo referido Programa. Trata-se, pois, de fortalecer a formação discente em um projeto de ensino com foco no Estudo do Meio. O projeto se constitui, portanto em uma das dinâmicas de formação docente no interior do PIBID que contribuirá com o conhecimento de um grupo de cerca de 40 discentes acerca do estudo do cotidiano e da realidade local. CHAMADA 1: No esboço do projeto, inserir as linhas gerais da justificativa. Não há a necessidade de elaborar um texto, justificando suas intenções. Aponte apenas o problema identificado no preenchimento do diagnóstico. Além de apontar o problema, você deve justificá-lo. Inclusive, você já deve ter realizado essa tarefa nas duas últimas semanas. Observe os destaques para a inserção do problema, da contextualização do espaço onde, provavelmente, realizará o projeto, o foco do seu projeto, o público específico com o qual trabalhará, bem como o número de pessoas que participará das atividades do projeto. OBJETIVOS E METAS:  Formular dois objetivos específicos baseados na situação-problema. Utilizar verbos no infinitivo, indicando as ações que serão realizadas.  Compreendemos as metas de um projeto como um conjunto de ações relacionadas aos objetivos; EXEMPLO DE OBJETIVOS ESPECÍFICOS E METAS: Objetivo 1 - Refletir sobre os aspectos didático-pedagógicos observados na visita à Reserva Ambiental Guaribas; META 1 - Realizar escuta e registro escrito em diário de campo sobre Palestra e conversas informais obtidas por meio de diálogos com educadores e educadoras da Reserva; META 2 – Discutir e socializar os dados obtidos com todos os membros do grupo; Objetivo 2 - Identificar as possibilidades educativas da Reserva Ambiental Guaribas, tendo como referência as várias áreas do conhecimento; META 1 - Formular sugestões didáticas nas diversas áreas do conhecimento (Cada grupo escolherá uma área do conhecimento para formular suas sugestões).
  • 4. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:  Indicação de como irá realizar as ações propostas, descrevendo a organização do trabalho pedagógico: as atividades, as etapas e as tarefas a serem realizadas, bem como os fundamentos metodológicos para a sua realização. EXEMPLO DE PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: Ao Estudo do Meio se relacionam o estudo do cotidiano e da realidade local que são fundamentais à formação das crianças, sobretudo porque é através de grupos e espaços próximos que começam a conhecer o mundo. Parafraseando Nidelcoff (1979, p. 10), quando aborda a compreensão da realidade pelas crianças, esclarecendo o que se compreende por meio e estudo, consideramos que as afirmações da autora são válidas também no que se refere à formação de jovens no ensino superior, já que urge romper com a cadeia normatizadora do saber e do que há de aprendizagem mecânica, pelo uso da memorização e da repetição de informações, na educação tradicional: „o meio‟ é toda aquela realidade, física, biológica, humana, que as rodeia [as crianças], à qual se ligam de uma maneira direta através da experiência e com a qual estão em intercâmbio permanente. Não se pode, portanto, precisar os limites do meio, porque à medida que a criança cresce, seus relacionamentos com a realidade que a rodeia se tornam „imperiosos‟...minha rua, meu bairro, meu lugarejo, os arredores do meu lugarejo... Com a finalidade de coletar informações durante a visita de campo, adotaremos a observação, compreendendo-a como “(...) o exame minucioso ou a mirada atenta sobre um fenômeno no seu todo ou em algumas de suas partes; é a captação precisa do objeto examinado. (...)”. (RICHARDSON, 1999, p. 259). Existem vários tipos de observação, no caso qualitativo e com finalidades de reconhecimento de área, optamos por utilizá-la de maneira assistemática, ou seja, trata-se da ”Tarefa de observar mais livre, sem fichas ou listas de registro, embora tenha de cumprir o plano de observação que deve estar determinado pelos objetivos da pesquisa (recomendável para estudos exploratórios)”. (RICHARDSON, 1999, p. 261). (grifos nosso). Visando a complementar a coleta de dados, recorreremos a conversas informais. Os instrumentos para efetivar os variados tipos de registro serão o diário de campo, a máquina fotográfica e/ou celulares. Para efetivar o trabalho proposto, o grupo será disposto da seguinte forma: 1) Todos os grupos de trabalho (GTs) elaborarão um registro em seu diário de campo sobre a palestra proferida por educador ambiental da Reserva; 2) GT 1 - Produção de documento visual (fotografias); 3) GT 2 - Registro sonoro (uso de celular ou gravador). 4) GT 3 - Conversa com os educadores da Reserva (documento misto).
  • 5. Baseada nos estudos de Laplantine (1999), consideramos que a abordagem norteadora da visita de campo nos conduzirá a uma visão interdisciplinar, aproximando o campo da educação ao campo da antropologia, sobretudo no que se refere a aspectos do exercício etnográfico, propiciador da aproximação e escuta da cultura do Outro, fazendo calar a nossa própria cultura. Além disso, nessa relação humana de investigação e de ensino, tomamos o princípio de alteridade que nos faz pensar também sobre a nossa própria cultura, ou seja, da relação dos humanos com o meio e com a realidade social. Portanto, o exercício que tem por esteira o Estudo do Meio nos conduz a uma pauta em que também se educa pela experiência cultural de convivência com o Outro nos diversos espaços em que se manifesta a vida, a exemplo da relação dos humanos com o meio físico e biológico. (Informação verbal obtida em aulas ministradas por Chaves, em 2013). CHAMADA 2: No esboço do projeto, inserir os traços da metodologia. Não há a necessidade de elaborar um texto, justificando suas intenções. Aqui você irá pontuar como organizará o trabalho com os sujeitos identificados na justificativa, bem como indicará as fontes para realizar as atividades de ensino. Veja que destacamos, em negrito, os traços da metodologia utilizada no projeto da Reserva. CRONOGRAMA:  Distribuição das atividades a serem desenvolvidas no tempo disponível para realizar cada atividade indicada no esboço do projeto. EXEMPLO DE CRONOGRAMA:  Primeira visita de campo à Reserva Ambiental Guaribas (02/04/2014);  Cadastro do projeto no SISBIO (08/04/2014);  Estudo de texto sobre o Estudo do Meio (08/04/2014);  Solicitação de transporte para a condução das (os) bolsistas à Reserva (30/04/2014);  Aula expositiva e dialogada sobre o Estudo do Meio (15/04/2014);  Elaboração de roteiro de observação (22/04/2014);  Orientação sobre o preenchimento de diário de campo (22/04/2014);  Aula de campo na Reserva Ambiental Guaribas (06/05/2014);  Registro das informações (06/05/2014).  Sistematização da documentação (registro em diário de campo, fotografias, documento misto – roteiro de observação e filmagens) (13 a 31/05/2014);  Socialização do material produzido (03 e 10/06/2014);  Escolha de uma das áreas do conhecimento e elaboração de oficinas a serem aplicadas nas escolas (17/06/2014);  Execução das oficinas nas escolas (05, 06 e 07/09/2014). RESULTADOS:
  • 6.  Refere-se ao produto gerado, a partir dos objetivos e das ações formuladas. O item sinaliza onde se pretende chegar. Veja o exemplo abaixo: EXEMPLO DE RESULTADO ESPERADO: Resultado esperado: Transposição didática de aspectos relacionados ao Estudo do Meio, a partir dos aspectos didático-pedagógicos observados na Reserva. A referida transposição dar-se-á por meio do registro escrito, sonoro e/ou visual, a serem utilizados em rodas de leitura em quatro (4) escolas da Rede Pública de Ensino de Rio Tinto, contribuindo assim com a formação das (os) discentes da UFPB. CHAMADA 3: No esboço do projeto, apontar um dos resultados esperados. Não há a necessidade de elaborar um texto, justificando suas intenções. Você poderá dizer apenas que um dos resultados pretendidos será a transposição didática por meio de rodas de leitura. AVALIAÇÃO CONTÍNUA:  Refere-se ao tipo de avaliação que irá utilizar no projeto. De forma geral, pode ser denominamos de avaliação contínua, pois ela ocorre antes mesmo da elaboração do Projeto Didático-Pedagógico e continua no transcorrer de sua execução, compondo o final do Projeto. EXEMPLO DE AVALIAÇÃO CONTÍNUA: AVALIAÇÃO INICIAL: refere-se ao que os sujeitos do projeto conhecem sobre gênero e sexualidade/orientação sexual, superficialmente, mas precisam aprofundar. Caso desconheçam totalmente as relações de gênero e sexualidade/orientação sexual, será um indicativo de que você necessita pensar as ações do projeto adequando-as a essa realidade. Reflita também sobre a faixa etária, a etnia, a escolarização, a classe social, o gênero e a orientação sexual e outros marcadores sociais dos sujeitos colaboradores do projeto. Essa reflexão norteará a escolha das fontes de ensino a serem utilizadas na metodologia do projeto. O próprio diagnóstico preenchido por você pode ser útil para pensar em uma avaliação inicial ou diagnóstica, pois nesse instrumento você preencheu informações que a (o) auxiliará na elaboração do projeto. AVALIAÇÃO INTERMEDIÁRIA: o envolvimento dos sujeitos e suas reflexões sobre os objetivos e metas traçados, podem ser bons indicadores na avaliação intermediária. A avaliação intermediária deve ser realizada no transcorrer do projeto; momento oportuno para que você realize mudanças que considere necessárias.
  • 7. AVALIAÇÃO PONTUAL: na avaliação final, você pode verificar os objetivos e metas alcançados, aqueles que precisam ser redefinidos. Esse é o momento importante para apontar novas perspectivas e analisar os produtos gerados. CHAMADA 4: para saber mais consulte o texto, AVALIAÇÃO –PROCESSUAL E PONTUAL (p. 70-73), contido no material que você recebeu no ato de sua matrícula. REFERÊNCIAS:  Somente aquelas utilizadas na justificativa e nos procedimentos metodológicos. Seguir as normas da ABNT. Você pode utilizar algumas das fontes bibliográficas do módulo que está ocorrendo - Metodologia de Projetos Didático-Pedagógicos sobre Gênero e Sexualidade/Orientação Sexual. EXEMPLO DE REFERÊNCIAS: CHAVES, Gislaine da Nóbrega Chaves. Informação verbal (2013). LAPLANTINE, François. Aprender Antropologia. São Paulo: Brasiliense, 1999. NIDELCOFF, Maria Teresa. A escola e a compreensão da realidade: ensaio sobre a metodologia das ciências sociais. São Paulo: Brasiliense, 1979. RICHARDSON, Roberto Jarry et al. Pesquisa social: métodos e técnicas. 3. ed. rev. e amp. São Paulo: Atlas, 1999. ANEXOS:  No esboço do Projeto, você deve indicar todas as fontes (produzidas por terceiros) a serem utilizadas no transcorrer das ações, caso pretenda utilizá-las, a exemplo de literatura de cordel, texto de livro didático, músicas, filmes, documentários, cartilhas etc. Vale destacar que, no projeto Reserva Ambiental Guaribas: perspectivas didático-pedagógicas, cujos exemplos constam nos itens desta Folha de Apoio, não utilizamos nenhum anexo ou apêndice, dada a natureza de nossa proposta se relacionar ao Estudo do Meio. APÊNDICES:  No esboço do Projeto, devem ser mencionadas todas as fontes que você produziu, a exemplo de planos de oficina, pequenas histórias que elaborou (com finalidade didático-pedagógica), fotografias (com finalidade de aplicação em atividades de ensino) etc. Caso não tenha produzido nenhum tipo de fonte, não há a obrigatoriedade de que sejam citadas no esboço do Projeto.