Aula 1 definiçoes e historia da fisioterapia

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Aula 1 definiçoes e historia da fisioterapia

  1. 1. ETIMOLOGIA: PHYSIOTHERAPY = FISIOTERAPIAPHYSYO: Agentes naturaisTHERAPY: Cuidado/tratamento/terapia
  2. 2. FISIOTERAPIA - DEFINIÇÕES:Dicionário L. Portuguesa: “Tratamentodas doenças por agentes físicos”.Dicionário Médico: Tratamento com autilização de agentes físicos naturais ouartificiais, como a água, eletricidade,radiação luminosa, frio, calor. Vale-setambém da atitude do repouso, domovimento.
  3. 3. Resolução COFFITO - 8CIÊNCIA APLICADA TENDO POR OBJETODE ESTUDOS O MOVIMENTO HUMANO EMTODAS AS SUAS FORMAS DE EXPRESSÃOE POTENCIALIDADES, TANTO NASALTERAÇÕES PATOLÓGICAS QUANTONAS REPERCUSSÕES PSÍQUICAS EORGÂNICAS. OBJETIVOS:- Preservar, desenvolver ou restaurar aintegridade de órgãos, sistema ou função.- Promover, aperfeiçoar ou adaptar o indivíduo amelhora da sua qualidade de vida.
  4. 4. FISIOTERAPEUTA:É o profissional da área de Saúde, a quem competemétodos e técnicas fisioterápicas, com a finalidade derestaurar, desenvolver e conservar a capacidade física dopaciente. (Lei 938, 13/10/1969)Profissional de Saúde, com formação acadêmicaSUPERIOR, habilitado a construção dos diagnósticoscinéticos funcionais, a prescrição das condutasfisioterapêuticas, sua ordenação e indução no paciente,bem como, o acompanhamento da evolução do quadrofuncional e a sua alta. (www.crefito.com.br)
  5. 5. A HISTÓRIA DA FISIOTERAPIA A Fisioterapia é uma arte milenar, profissão que já vem sendo praticada desde os nossos antepassados, desde a idade da pedra, época em que o homem pré-histórico buscava o sol, a águas frias para amenizar o seu sofrimento e amenizar sua dor.
  6. 6. A H IS T Ó R IA D AF IS IO T E R A P IA Tem-se visto que, a utilização dos recursos físicos, água, luz, eletricidade, calor, frio e o movimento têm e vêm contribuindo bastante e a um longo tempo no sentido da promoção, preservação e recuperação das condições de saúde das populações, constituindo, assim, os r e c u r s o s f is io t e r a p ê u t ic o s .
  7. 7. 4 fases EMPÍRICA - Vai até o Século XIX. Foi até este século empírica e não científica; ELETROTERAPIA - II Guerra Mundial. Fase biológica. Utilização da ionto e galvanização. FISIOTERAPIA PROPRIAMENTE DITA - Entre a I e II Grande Guerra. FISIOTERAPIA REABILITACIONAL - Mutilados de guerra. Era preciso absorver essas pessoas para o trabalho, para que eles se reintegrassem à sociedade. Assim, começou a ser aplicada a FISIOTERAPIA (contemporânea).
  8. 8. Na década de 30 Rio Janeiro e São Paulo possuíam serviços de Fisioterapia i d e a l i z a d o s p o r m éd i c o s que tomavam para si a terapêutica de forma integral, experimentando recursos físicos que outros médicos, à época, não ousavam buscar para minimizar as seqüelas de seus pacientes.
  9. 9. Na década de 30 Esses médicos eram distintos dos outros por estarem preocupados não apenas com a estabilidade clínica de seu paciente, mas com sua r e c u p e r a çã o f ís i c a para que pudessem voltar a viver em sociedade, com iguais ou parecidas funções anteriores ao agravo da saúde.
  10. 10. Na década de 30 Essa visão ampla de compromisso com o paciente, engajando-se num tratamento mais eficaz que promovesse sua reabilitação, uma vez que as incapacidades físicas por vezes excluíam-no socialmente, levou aqueles médicos a serem denominados m éd i c o s d e r e a b i l i t a çã o .
  11. 11. Na década de 30 As faculdades de Medicina lhes eram úteis para embasar cientificamente sua prática médica, pelo acesso ao conhecimento adquirido pelos cientistas europeus sobre f i s i o l o g i a h u m a n a e o emprego crescente dos r e c u r s o s h íd r i c o s , e l ét r i c o s e t ér m i c o s .
  12. 12. Na década de 30 Através de trabalhos e apresentações de teses, criou- se uma cultura de atenção diferenciada às deficiências não apenas f ís i c a s , mas também m e n t a is e s e n s o r ia is . Esse foi um período valioso no sentido de tornar possível r e c u p e r a r f u n çõ e s d e s e r e s h u m a n o s que, em período não muito distante, não tinham perspectiva de melhora das suas incapacidades.
  13. 13. 2ª GUERRA MUNDIAL COMO FATOR DECISIVO DE DESENVOLVIMENTO Para poder recuperar funções, é preciso formar quem saiba recuperá-las A 2ª Guerra Mundial tem como novidade o envolvimento direto do Brasil, com o envio de pracinhas para a frente de combate dos Aliados, diferentemente da 1ª Guerra. Os reflexos dessa participação estão no desenvolvimento da Fisioterapia enquanto prática recuperadora das seqüelas físicas de guerra, com a modernização dos serviços de Fisioterapia no Rio de Janeiro e em São Paulo e criação de novos em outras capitais do país.
  14. 14. 2ª GUERRA MUNDIAL COMO FATOR DECISIVODE DESENVOLVIMENTO A modernização dos serviços, com o conseqüente aumento da oferta e da procura, vai levar a que os chamados médicos de reabilitação se preocupassem com a resolutividade dos tratamentos. Com este objetivo, empenharam-se para que o ensino da Fisioterapia como recurso terapêutico, então restrito aos bancos escolares das faculdades médicas nos campos teórico e prático, deveria ser difundido entre os paramédicos, que eram os praticantes da arte indicada pelos doutores de então.
  15. 15. DÉCADA DE 50 Assim, em 19 5 1 é realizado em São Paulo, na USP, o primeiro curso no Brasil para a f o r m a çã o d e t éc n i c o s em Fisioterapia, com duração de um ano em período integral, acessível a alunos com 2º grau completo e ministrado por médicos. Homenageando o professor de física biológica da Faculdade de Medicina, que criou um serviço de eletrorradiologia na referida cadeira em 1919, o curso paramédico levou o nome de Raphael de Barros, formando os primeiros f i s i o t e r a p i s t a s (denominação da época).
  16. 16. DÉCADA DE 50 Entidades como a Associação de Assistência à Criança Defeituosa (AACD), Lar Escola São Francisco e as Casas da Esperança surgem absorvendo esse novo conceito de assistência diferenciada, incorporando em seu meio os p a r a m éd i c o s dos novos cursos. As primeiras turmas formam os que estarão nos consultórios e clínicas auxiliando os médicos, que prescreviam os exercícios com e sem carga, as massagens, o uso do calor, da luz, dos banhos e dos rudimentares recursos eletroterápicos disponíveis para a recuperação do paciente.
  17. 17. DÉCADA DE 50 Os primeiros profissionais eram a u x i l i a r e s d o m éd i c o , seus ajudantes de ordem; não possuíam os conhecimentos necessários para o diagnóstico, o funcionamento normal e patológico avaliação do corpo humano, nem os mecanismos de lesão e conduta terapêutica.
  18. 18. DÉCADA DE 50 1958: criado o Instituto de Reabilitação, anexo à Cadeira de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP, em resposta à uma crescente demanda de pacientes, a grande maioria com necessidade de reabilitação pelas epidemias de poliomielite e pela II Guerra Mundial.
  19. 19. DÉCADA DE 50 Através de uma Portaria do Ministério da Saúde, foi regulamentada a profissão de massagista, e nessa oportunidade, esta categoria profissional ficou com a seguinte divisão: MASSAGISTA: aqueles que frequentaram cursos regulares, como os existentes na Escola Nacional de Educação Física e Desportos da Universidade do Brasil; MASSAGISTA PRÁTICO: aqueles que não eram oriundos de escolas regulares, mas, faziam cursos livres, tendo, porém, que se submeterem as provas teóricas e práticas que eram realizadas 2 vezes por ano, no Serviço Nacional de Fiscalização de Medicina e Farmácia.
  20. 20. DÉCADA DE 50 SP, 1959: criação da Associação Brasileira de Fisioterapeutas (ABF). Com o objetivo de desenvolver a fisioterapia no Brasil, promover o aperfeiçoamento profissional, estabelecer parâmetros jurídicos para o exercício da profissão, unificar a classe e discutir a formação do profissional. SP, 1962: a Associação Médica Brasileira (AMB) reconhece oficialmente a existência e importância da ABF
  21. 21. 1969 O Presidente Costa e Silva sofre um A.V.C. (hemiplegia com afasia). Sensibilizados com o bom tratamento dado ao Presidente pelos Fisioterapeutas, a Junta Militar resolve decretar a criação da profissão; Os Ministros da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, decretam a criação das profissões de FISIOTERAPEUTA, T. O. e seus auxiliares em 13 de outubro de 1969.
  22. 22. Em 1969, a fisioterapia no Brasil foi regulamentada como profissão através do decreto-lei n ( 938 de 13 de outubro de 1969).“Art.1°: É assegurado o exercício das profissões de fisioterapeuta eterapeuta ocupacional, observado o disposto no presente Decreto-lei.Art.2°: O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional, diplomados porescolas e cursos reconhecidos, são profissionais de nível superior. Art.3°: É atividade privativa do fisioterapeuta executar métodos etécnicas fisioterápicas com a finalidade de restaurar, desenvolver econservar a capacidade física do paciente.”1975 - Criação de Conselhos Regionais e Federais de Fisioterapia eTerapia Ocupacional. (CREFITO E COFFITO) - Decreto Lei n°6316 de 17 de dezembro de 1975.Art.13°: Para o exercício da profissão na Administração Pública Direta ouIndireta, nos estabelecimentos hospitalares, nas clínicas, ambulatórios,creches ou exercício de cargo, função ou emprego de assessoramento,chefia ou direção, será exigida, como condição essencial, a apresentaçãoda Carteira Profissional de Fisioterapeuta ou Terapeuta Ocupacional.
  23. 23. 1978 - Código de ética profissional1980 - Sindicato dos Fisioterapeutas e TerapeutasOcupacionais (SINFITO)1983 - Resolução n° 4 de 28 de fevereiro de 1983 do CFE fixoua duração dos cursos de fisioterapia para, no mínimo, 4 anos.Currículo MínimoI. Ciclo de Matérias Biológicas (morfologia, anatomia,histologia, fisiologia, bioquímica, biofísica, patologia...)II. Ciclo de Matérias de Formação Geral (sociologia,antropologia, psicologia, ética, saúde pública, metodologia depesquisa científica, estatística...)III.Ciclo de Matérias Pré-Profissionalizantes (fundamentos defisioterapia, cinesiologia, eletroterapia, massoterapia, bases emétodos de avaliação...)IV. Ciclo de Matérias Profissionalizantes (neurologia, ortopedia,cardiologia, pneumologia, pediatria, ginecologia, fisioterapiapreventiva, estágio supervisionado...)1994 - Lei federal 8856 de 1 de março de 1994 fixa a jornadade trabalho de 30 horas semanais.
  24. 24. 1975 O Presidente Ernesto Geisel cria o Conselho Federal de Fisioterapia (COFFITO) e o Conselho Regional de Fisioterapia e T.O. (CREFITO). A criação desses Conselhos se deve a implantação, meses antes, do Plano de Classificação de Cargos no Serviço Público Federal, que num artifício para tentar diminuir cargos e carreiras, englobavam diferentes profissionais com a mesma denominação. Desde essa época, os Fisioterapeutas, T.O. e Fonoaudiólogos ficaram sob a denominação de Técnicos de Reabilitação.
  25. 25. O SISTEMA COFFITO-CREFITOS CRIADO AO FINAL DOS ANOS 70 "Auxiliar de Fisioterapia": previsto, não constituído e ilegalmente incorporado ao mercado Trinta e um anos após o Decreto-lei n.º 938/69, o fisioterapeuta é uma das profissões mais procuradas do país nos concursos vestibulares das principais instituições públicas de ensino superior, de acordo com a proporção entre candidatos/vaga e com a multiplicação de novos cursos nas escolas particulares em todo Brasil. O f is io t e r a p e u t a p a s s o u a s e r u m a p r o f i s s ã o c o b i ça d a p e l a j u v e n t u d e n a úl t i m a d éc a d a d o s éc u l o X X .
  26. 26. Década de 1970 e 1980: Crescimento da profissão e abertura de outros cursos superiores de fisioterapia: além da USP, que foi a pioneira no Brasil, abriram cursos a UFSCAR (1978), PUCCAMP (1973), UNIMEP (1976), FZL/UNICID (1984), pioneiro nas instituições particulares, coordenado por Sonia Regina Manso e Sérgio Mingrone
  27. 27. 1983 Mudanças no currículo do curso de fisioterapia e uma duração de 4 anos. Aumento dos conteúdos e número de disciplinas, estágio prático supervisionado e preocupação em formar um profissional com maior conhecimento científico.Currículo Mínimo I. Ciclo de Matérias Biológicas (morfologia, anatomia, histologia, fisiologia, bioquímica, biofísica, patologia...) II. Ciclo de Matérias de Formação Geral (sociologia, antropologia, psicologia, ética, saúde pública, metodologia de pesquisa científica, estatística...) III.Ciclo de Matérias Pré-Profissionalizantes (fundamentos de fisioterapia, cinesiologia, eletroterapia, massoterapia, bases e métodos de avaliação...) IV. Ciclo de Matérias Profissionalizantes (neurologia, ortopedia, cardiologia, pneumologia, pediatria, ginecologia, fisioterapia preventiva, estágio supervisionado...)
  28. 28. 1984 O Presidente Figueiredo teve hérnia de disco e viu a valorização da Fisioterapia. Nos retirou da condição de Técnicos de Reabilitação. em fevereiro nos colocou como FISIOTERAPEUTAS;
  29. 29. 1994 através do Decreto 90.640 de 19/12/1994, tivemos a identidade profissional reconhecida no Serviço Público Federal. Essa Lei nos dá o direito de AVALIAR, ORIENTAR, PRESCREVER E COORDENAR A FISIOTERAPIA na saúde pública em geral.
  30. 30. Congressos Brasileiros de Fisioterapia (CBF) A primeira reunião de escala nacional realizada por fisioterapeutas no Brasil foi em 1962, denominada como a primeira conferência da ABF. A partir daí, predominam os Congressos Brasileiros de Fisioterapia (CBF), assim datados, numerados e localizados1964 – I CBF – Rio de Janeiro, capital da antiga Guanabara.19 7 2 – I I C B F – S ã o P a u l o , c a p i t a l .1976 – III CBF – Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.1979 – IV CBF – Recife, em Pernambuco.1981 – V CBF – Salvador, na Bahia.1983 – VI CBF – Curitiba, no Paraná.1985 – VII CBF – Belo Horizonte, em Minas Gerais.1987 – VIII CBF – Rio de Janeiro, capital.19 8 9 – I X C B F – S ã o P a u l o , c a p i t a l .1991 – X CBF – Fortaleza, no Ceará.19 9 3 – X I C B F – S ã o P a u l o , c a p i t a l .1995 – XII CBF – Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.19 9 7 – X I I I C B F – S ã o P a u l o , c a p i t a l .1999 – XIV CBF – Salvador, na Bahia.
  31. 31. Sociedades Sociedades de estudo foram formadas, algumas delas também realizando congressos, jornadas e demais atividades com regularidade e imenso respeito entre os fisioterapeutas especializados. O destaque é para a Sociedade Brasileira de Fisioterapia Respiratória e Intensiva - SOBRAFIR, fruto do trabalho incansável de Maria Ignez Feltrin e outros incansáveis colegas. SONAFE…
  32. 32. REABILITAÇÃODicionário L. Portuguesa: “Ato ouefeito de reabilitar”- Recuperação dos incapacitados- Restituir o convívio social ouatividades profissionais- Recuperação de um doente ou uminválido para torná-lo capaz de retornara uma posição digna na sociedade.
  33. 33. Reabilitação é um processo global e dinâmicoorientado para recuperação física e psicológicada pessoa portadora de deficiência, tendo emvista a sua integridade social. Considerando quea reabilitação é um processo de consolidação deobjetivos terapêuticos, não caracterizando áreasde exclusividade profissional, e sim uma propostamultiprofissional voltada para a recuperação e obem estar do indivíduo. Compete a cadaprofissional autonomia técnica no seu campoespecífico – ATUAÇÂO INTERDISCIPLINAR.
  34. 34. Deficiência
  35. 35. DefiniçãoOrganização Mundial da Saúde (OMS - 1989)“Classificação internacional das deficiências, incapacidadese desvantagens”Deficiência – caracteriza-se por perdas ou alterações quepodem ser temporárias ou permanentes e que incluem eexistência ou ocorrência de uma anomalia, defeito ou perdana função ou estrutura de um órgão ou função.Exemplos: alteração do órgão (perda do olho), alteração dafunção (perda da visão)
  36. 36. Incapacidade – Reflete as conseqüências dadeficiência em termos de desempenho e atividadefuncional do indivíduo. Falta de capacidade paraexercer atividade dentro dos limites considerados“normais” para o ser humano ou seja, essenciaispara a vida cotidiana. Também pode ser temporáriaou permanente.Desvantagem – Reflete a adaptação do indivíduo ea interação dele na sociedade. Impedimento sofridoresultante da deficiência ou incapacidade.
  37. 37. Todos somos iguais?- Perante a lei todos deveriam ser absolutamenteiguais. (Cidadãos com os mesmos direitos e deveres) (Educação, trabalho, lazer, esporte, voto,pensamento, crença....)- Do ponto de vista físico cada pessoa difere daoutra. (condição física, sensorial, orgânica, mental- Raça ou cor da pele?
  38. 38. Quem são as pessoas deficientes?De cada 10 pessoas, pelo menos uma possui algumtipo de limitação em sua capacidade física, visual,auditiva ou mental.•Deficientes físicos: possuem algum tipo deparalisia, limitações do aparelho locomotor,amputados, malformações...•Deficientes sensoriais (visuais ou auditivos):perda parcial ou total que limite o seu desempenhonormal.•Deficientes mentais: retardo mental em diversosníveis.•Deficientes múltiplos: possuem várias deficiências.•Deficiente orgânico: problemas orgânicos quelevam a limitações ou discriminação (diabéticos,renais crônicos, epiléticos).
  39. 39. Como uma pessoa fica deficiente?- Doenças contraídas pela mãe na gestação- Malformações fetais (Genética)- Problemas durante o parto- Doenças no decorrer da vida que deixam seqüelas- Traumatismos e acidentes diversosA maioria das causas de deficiência pode ser evitadas com aprevençãoExemplos (pré natal, vacinações, cinto de segurança)
  40. 40. Quais são os mitos da deficiência?Conceito errados: “Incapazes ou inúteis”Afirmaç ão popular: “Melhor morrer que ficar aleijado”Castigo divino (catolicismo/cristianismo/judaísmo) oukarma (budismo)Não devemos ter “pena” (inutilidade) das pessoas comdeficiência e sim sentimento de solidariedade, que sejacapaz de auxiliá-las na luta por sua plena integração social.
  41. 41. O que é estigma?- Identidade deteriorada- Imagem construída- Identidade social- Marca negativaInfluência do meio ambiente – Fora do que éNORMAL??(classe, raça, religião, região, deformidades físicas....)
  42. 42. Quais são as principais necessidades das pessoas deficientes?- Reabilitação e Habilitação- Eliminação de obstáculos físicos- Educação especial- Material de uso pessoal- Profissionalização e acesso ao trabalho- Eliminação do preconceito social- Integração social- Direitos diferenciais
  43. 43. Tipos de deficiências físicas:•Lesão cerebral (paralisia cerebral, hemiplegias)•Lesão medular (tetraplegias, paraplegias)•Miopatias (distrofias musculares)•Patologias degenerativas do sistema nervoso central (esclerose múltipla)•Lesões nervosas periféricas•Amputações•Seqüelas de politraumatismos•Malformações congênitas•Distúrbios posturais da coluna•Seqüelas de patologias da coluna•Distúrbios dolorosos da coluna vertebral e das articulações dos membros•Artropatias•Reumatismos inflamatórios da coluna e das articulações•Lesões por esforços repetitivos (L.E.R.)•Seqüelas de queimaduras•E outros
  44. 44. Causas:•Paralisia Cerebral: por prematuridade; anóxia perinatal; desnutrição; materna;rubéola; toxoplasmose; trauma de parto; subnutrição; outras.•Hemiplegias: por acidente vascular cerebral; aneurisma cerebral; tumorcerebral e outras.•Lesão medular: por ferimento por arma de fogo; ferimento por arma branca;acidentes de trânsito; mergulho em águas rasas. Traumatismos diretos; quedas;processos infecciosos; processos degenerativos e outros.•Amputações: causas vasculares; traumas; malformações congênitas; causasmetabólicas e outras.•Mal formações congênitas: por exposição à radiação; uso de drogas; causasdesconhecidas.•Artropatias: por processos inflamatórios; processos degenerativos; alteraçõesbiomecânicas; hemofilia; distúrbios metabólicos e outros.
  45. 45. Fatores de risco:• Violência urbana• Acidentes desportivos• Acidentes do trabalho• Tabagismo• Maus hábitos alimentares e posturais• Uso de drogas• Sedentarismo• Epidemias/endemias• Agentes tóxicos• Falta de saneamento básico
  46. 46. RECURSOS UTILIZADOS: - Ação isolada ou conjunta de fontes geradoras de calor, frio, luz,elétrica, além de agentes cinésico-mecânicos e outros (evolução daprodução científica da área).EXEMPLO DE RECURSOS:- TERMOTERAPIA: Tratamento através do uso do calor e/ou frio.- FOTOTERAPIA: Radiações luminosas.- ELETROTERAPIA: Terapia que se utiliza da eletricidade.- MASSOTERAPIA / TERAPIA MANUAL: Manipulação do corpodo paciente através de técnicas (deslizamento, fricções, percussões,etc.)- HIDROTERAPIA: Uso da água com fins terapêuticos.- CINESIOTERAPIA: Terapia através do movimento.- MECANOTERAPIA: Utilização de aparelhos cinéticos ativos oupassivos.
  47. 47. ATRIBUIÇÕES:- Avaliação físico-funcional do paciente- Prescrição do tratamento- Aplicação do tratamento- Reavaliação-Alta ÁREAS DE ATUAÇÃO:- Presta serviço nas áreas de: SAÚDE, EDUCAÇÃO,ESPORTE, EMPRESA, PESQUISA.•Fisioterapia Clínica (Ambulatorial e hospitalar)•Saúde Coletiva•Educação•Exigências legais•Outras
  48. 48. Especialidades emFisioterapia  Fisioterapia ortopédica, traumatológica e reumatológica;  Fisioterapia desportiva;  Fisioterapia do trabalho;  Fisioterapia pneumológica (adulto e infantil);  Fisioterapia cardiológica;  Fisioterapia neurológica;  Fisioterapia pediátrica;  Fisioterapia uroginecológica;  Fisioterapia dermatofuncional;  Fisioterapia geriátrica e gerontológica;
  49. 49. OBRIGADO.

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