Escola E.B. 2,3 Fernando Pessoa
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História e Geografia de Portugal
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Introdução
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No dia 12 de Março de 1809, durante a segunda invasão francesa, o General
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Mais tarde a Ponte foi refeita, mas só em 1843 foi inaugurada a nova Ponte
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Conclusão
Através da realização deste trabalho ficamos a conhecer melhor um pouco da
história do Porto e sobre a tragédi...
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Bibliografia
Para realizar este trabalho de História e Geografia de Portugal consultámos os
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  1. 1. Escola E.B. 2,3 Fernando Pessoa Bruna Riba n.º 3, 6.º E Catarina Veiga n.º 4, 6.º E História e Geografia de Portugal Professor Carlos Baptista Santa Maria da Feira, 25/11/2014
  2. 2. 2
  3. 3. 3 Índice Índice ...…………………………........………......……………….…………………...3 Introdução ..…………………………........…………………………………………...4 Como surgiu a Ponte das Barcas? ...…….....………………………………………5 A tragédia da Ponte das Barcas ...………….......…………………………………..7 Conclusão ………..……………………………….........……………………………..9 Bibliografia …..…………………………………….........……………..…………….10
  4. 4. 4 Introdução Decidimos realizar este trabalho porque gostávamos de saber mais sobre a tragédia da Ponte das Barcas e a história da cidade do Porto. Para o realizar efetuámos pesquisas na internet, recolhemos os artigos mais relevantes sobre esta história, lemos tudo cuidadosamente e organizámos a informação, por forma a definir o seu índice. . Tivemos algumas dificuldades a executar este trabalho pois tínhamos que o fazer juntas e como não vivemos perto foi um pouco complicado, mas, apesar de tudo, conseguimos fazê-lo e aprender um pouco mais da história de Portugal, mais concretamente sobre a Ponte das Barcas e a sua tragédia.
  5. 5. 5 Como surgiu a Ponte das Barcas? A Ponte das Barcas foi uma ponte construída sobre o rio Douro, na cidade do Porto, no início do século XIX, para permitir a comunicação de pessoas e mercadorias entre as margens do Douro, que era feita através de barcos. A necessidade de haver uma travessia para a margem Sul do Douro, que se fazia com recurso a barcos, jangadas, barcaças ou batelões, para a circulação de pessoas e mercadorias do Porto, tornou-se uma preocupação ao longo dos séculos. Assim, ao longo dos anos houve várias “Pontes das Barcas” construídas com objetivos específicos, como a rápida deslocação de militares. No entanto, percebeu-se que havia necessidade de construir uma passagem com objetivos mais duradouros. Foi assim que foi construída a Ponte das Barcas, projetada por Carlos Amarante e inaugurada a 15 de Agosto de 1806, dia de Nossa Senhora do Pilar. Era constituída por trinta e três barcas, com cerca de mil palmos de extensão, ligadas por cabos de aço e que se abria e fechava para dar passagem às grandes embarcações que subiam e desciam o rio. Sobre essas barcaças estava disposta uma plataforma de pranchas que permitia a travessia. Em tempo de cheias a ponte era desmantelada para evitar a sua destruição. Imagem 1 – Ponte das Barcas, antes da sua tragédia. Para passar a ponte era necessário pagar portagem, cujo valor variava consoante a afluência à mesma. Assim, nos dias de muita concorrência na passagem, principalmente às terças e sábados, os preços praticados eram os seguintes:
  6. 6. 6  Cada pessoa a pé - 5 réis  Cada pessoa a cavalo - 20 réis  Carro de uma junta de bois - 40 réis  Cadeirinhas de mãos - 60 réis  Liteira - 120 réis  Sege -160 réis À noite, passados 45 minutos do pôr do sol, os preços duplicavam, taxa que se mantinha até 45 minutos antes do nascer do sol, em momento que era anunciado pelo toque de um sino. Imagem 2- Travessia de pessoas e produtos pela Ponte das Barcas. A Ponte das Barcas revestiu-se de uma enorme importância para o desenvolvimento das comunicações entre as zonas ribeirinhas, mas também no contexto inter-regional, na ligação entre as margens norte e sul do rio Douro.
  7. 7. 7 Tragédia da Ponte das Barcas No dia 12 de Março de 1809, durante a segunda invasão francesa, o General Soult entrou em Portugal, por Chaves, e dirigiu-se ao Porto. A cidade foi conquistada e saqueada pelas tropas francesas, tendo a população tentado resistir como pode, como foi o caso na Serra do Pilar, onde as tropas portuguesas replicaram o ataque. Mas os ataques continuaram e, a 29 de Março, os habitantes do Porto dirigiram-se, em fuga, para a Ponte das Barcas, tentando passar para o lado de Gaia. A Ponte, com o peso e os balanços dos populares, destruiu-se num troço, abrindo uma larga abertura sobre o rio, por onde caíram à água e se afogaram inúmeras pessoas, cerca de 4000 pessoas, na sua maioria mulheres e crianças. Imagem 3- Tragédia na Ponte das Barcas, durante a segunda invasão francesa. Após esta tragédia Soult, querendo ganhar a simpatia dos portuenses, proibiu novos saques, mandou patrulhar as lojas, mercados e igrejas para evitar novas pilhagens, desculpou o povo do direito de portagem e mandou distribuir sopa às pessoas carenciadas. No dia 12 de Maio Soult foi batido, no Porto, pelas tropas anglo-lusas, comandadas pelo Duque de Wellington, e foi obrigado a retirar para Espanha, atravessando a 18 de Maio a fronteira em Montalegre, acabando assim a segunda invasão francesa.
  8. 8. 8 Mais tarde a Ponte foi refeita, mas só em 1843 foi inaugurada a nova Ponte Pênsil, que a substituiu. A “Ponte Pênsil”, “Ponte de Ferro”, ou “Ponte D. Maria II”, como foi chamada, cujo projecto e execução foi da responsabilidade do Engenheiro Claranges Lucotte, demorou 1 ano, 9 meses e 15 dias a ser construída e abriu subitamente ao público no dia 18 de Fevereiro de 1843, em virtude de uma grande cheia que obrigou ao apressado desmantelamento da velha ponte móvel. O desastre da Ponte das Barcas marcou a história e a memória dos portuenses, pelo que o local onde esteve a ponte tornou-se um local de romaria popular. Aí eram deixadas velas e dinheiro pelas alminhas, as "Alminhas da Ponte”, atualmente assinaladas na zona da Ribeira por uma placa evocativa de Teixeira Lopes, que continua a ser um local de devoção. Para perpetuar a memória do desastre da Ponte dos Barcas todos os anos, no dia 29 de Março, saía em procissão a Irmandade de S. José das Taipas, que se dirigia para a Ribeira, para sufragar as almas da ponte.
  9. 9. 9 Conclusão Através da realização deste trabalho ficamos a conhecer melhor um pouco da história do Porto e sobre a tragédia da Ponte das Barcas. Aprendemos que a Ponte das Barcas foi uma ponte construída sobre o rio Douro, na cidade do Porto, e que servia para fazer a travessia de mercadorias e de pessoas entre as duas margens do rio, revestindo-se de enorme importância para o desenvolvimento do comércio fluvial. Também aprendemos como o trágico acontecimento da queda da Ponte das Barcas marcou os portuenses, que todos os anos, desde então, o recordam. Em 2009, por ocasião do bicentenário da tragédia da Ponte das Barcas, foi inaugurado, pelo Presidente da República, um monumento evocativo, da autoria do arquitecto Souto Moura. A peça, feita em aço patinável, encontra-se no local onde se situava a amarra norte da Ponte das Barcas, bem perto da Ponte D. Luís. No local da amarração sul da Ponte das Barcas existe uma peça simétrica. As peças em ferro, de oito metros de comprimento, estão cravadas à terra e projectam-se em direcção ao rio. De acordo com o autor “É um monumento evocativo da Ponte das Barcas e, como uma ponte, tem duas margens e duas intervenções simétricas dos lados do Porto e de Gaia. É uma chapa aplicada no cais que foi dobrada para receber, eventualmente, os cabos de uma ponte". Por fim, resta-nos dizer que gostámos muito de fazer este trabalho e, certamente, não será o único que faremos em conjunto!
  10. 10. 10 Bibliografia Para realizar este trabalho de História e Geografia de Portugal consultámos os seguintes sites, onde procurámos obter informações sobre esta história: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ponte_das_Barcas http://estoriasdahistoria12.blogspot.pt/2013/03/29-de-marco-de-1809-desastre- da-ponte.html http://www.jn.pt/Dossies/dossie.aspx?content_id=1185176&dossier=200%20an os%20das%20invas%F5es%20francesas http://noticias.sapo.pt/info/artigo/986684 http://registosdehistoria.blogspot.pt/ http://corta-fitas.blogs.sapo.pt/4270563.html http://www.infopedia.pt/$ponte-das-barcas

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