Monumentos da primeira guerra mundial

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Monumentos da primeira guerra mundial

  1. 1. Monumentos portugueses aos soldados mortos na Primeira Guerra Mundial Trabalho de História e Geografia de Portugal Professor Carlos Baptista Afonso Oliveira, Tiago Araújo, Vasco Cayolla, 6ºA Ano Letivo 2014/2015
  2. 2. Índice  Introdução 2  Comissão do Monumento Nacional aos Mortos da Grande Guerra 3  Lisboa – Monumento aos Mortos da Primeira Grande Guerra 4  Évora – Monumento aos Mortos da Primeira Grande Guerra 5  Porto – Monumento aos Mortos da Primeira Grande Guerra 6  Coimbra – Monumento aos Mortos da Primeira Grande Guerra 7  Aveiro – Monumento aos Mortos da Primeira Grande Guerra 8  Lamego – Estátua do Soldado Desconhecido 9  Vila Real – Monumento a Carvalho Araújo 10  Conclusão 11  Bibliografia Webgrafia 12 2
  3. 3. Introdução  Entre 1914 e 1918 ocorreu a Primeira Guerra Mundial (ou Primeira Grande Guerra), tendo sido uma das guerras mais mortíferas de sempre.  Nela, morreram cerca de 3000 portugueses, e muitos outros ficaram mutilados, tuberculosos ou gaseados.  Muitos concelhos portugueses construíram monumentos alusivos aos mortos da Primeira Grande Guerra.  Vamos apresentar alguns desses monumentos que encontramos em várias publicações comemorativas do Centenário da Primeira Grande Guerra. 3
  4. 4. Comissão do Monumento Nacional aos Mortos da Grande Guerra A Comissão do Monumento Nacional aos mortos da Grande Guerra foi organizada pela portaria de 9 de abril de 1920, publicada pelos ministérios da Guerra, da Marinha e das Colónias. Destinava-se a angariar fundos para a construção de Monumentos Nacionais aos Mortos. Na fotografia pode ver-se o Presidente da República no lançamento da primeira pedra de construção do Monumento aos mortos da Primeira Grande Guerra em Lisboa. 4
  5. 5. Lisboa – Monumento aos Mortos da Primeira Grande Guerra Monumento construído em memória aos mortos na Primeira Guerra Mundial e, também, à glorificação dos combatentes vivos, inaugurado no início da década de 30 (1931). 5
  6. 6. Évora – Monumento aos Mortos da Primeira Grande Guerra Este monumento foi inaugurado em 1933 pelo Presidente da República Óscar Carmona. O brasão da cidade de Évora faz parte do monumento e tem a seguinte inscrição em latim: “Feliis Pró Pátria Caesis Ebora”, que significa “Évora oferece aos filhos mortos pela pátria”. Dos lados esquerdo e direito do brasão tem as legendas: “França 1917-1918” e “África 1914-1918”, que foram os países onde mais portugueses morreram durante a 1ª Guerra Mundial. 6
  7. 7. Porto – Monumento aos Mortos da Primeira Grande Guerra Foi inaugurado em 9 de Abril de 1928 e situa-se na Praça Carlos Alberto, no Porto. O primeiro monumento tinha sido inaugurado em 30 de Julho de 1919 e foi destruído em 1925 por não agradar à população, tendo sido substituído pelo atual, que se mostra neste slide. É uma estrutura tipo "padrão" com soldado em posição de vigília (de guarda). 7
  8. 8. Coimbra – Monumento aos Mortos da Primeira Grande Guerra Foi inaugurado em 1932 e atualmente ainda decorre em 11 de Novembro (anualmente), junto ao monumento, a homenagem aos mortos na guerra, através de uma cerimónia que compreende a deposição de flores e a guarda de honra. 8
  9. 9. Aveiro – Monumento aos Mortos da Primeira Grande Guerra Acompanhando a tendência nacional de se construírem monumentos de homenagem aos mortos da Primeira Grande Guerra, este que se apresenta neste slide foi inaugurado a 27 de Março de 1934, numa cerimónia presidida pelo Dr. Lourenço Simões Peixinho, uma figura ilustre de Aveiro e um grande impulsionador deste monumento. 9
  10. 10. Lamego – Estátua do Soldado Desconhecido Esta estátua foi inaugurada em 1932. O seu tamanho, por ser muito grande tem, desde a sua construção, gerado alguma polémica. Contudo, de um modo geral, o monumento desperta nos visitantes bastante curiosidade e nos habitantes de Lamego um respeito especial. 10
  11. 11. Vila Real – Monumento a Carvalho Araújo Carvalho Araújo, foi comandante de um pequeno navio chamado “Augusto Castilho”, a bordo do qual acabou por morrer em combate. No dia 14 de Outubro de 1918, lutou contra um submarino alemão, ao largo dos Açores, durante mais de duas horas, para proteger um navio de passageiros. As suas munições esgotaram-se, e ele acabou por morrer no mesmo dia em que nasceu uma das suas filhas, e alguns dias antes do fim da Primeira Guerra Mundial. Este monumento a Carvalho Araújo, inaugurado em 1931, situa-se em Vila Real, pois as suas origens familiares são dessa cidade.11
  12. 12. Conclusão  Em Portugal existem muitos monumentos de homenagem aos soldados mortos na Primeira Grande Guerra, pois foi muito importante a nossa participação nesta guerra, já que ajudou Portugal a atingir os seus objetivos:  Garantir os direitos sobre as colónias (Angola e Moçambique);  Manter o compromisso de aliança com Inglaterra;  Afirmar o prestígio e a influência do Estado Republicano junto das potências europeias.  Agora, que passam 100 anos da Primeira Grande Guerra pensamos que ao mostrar estes monumentos podíamos, também nós, lembrar e homenagear todos os que combateram e morreram nesta guerra. 12
  13. 13. Bibliografia/ Webgrafia  Publicação Comemorativa do jornal “Público” do Centenário da Primeira Guerra Mundial: Suplementos Nº 00, 10, 27, 32, 34, 36, 41.  Google (visitporto.travel; Portugal1914.org; portugalgrandeguerra.defesa.pt) 13
  14. 14. FIM OBRIGADO PELA VOSSA ATENÇÃO 14

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