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Social Responsible Investment - SRI

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Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE



         Universidade Federal do Rio de Janeiro
       Social Responsible Investiments (SRI)
                        e
      Avaliação de Empresas de Petróleo e Gás

                  Status Atual e Tendências


                  Fernando Bulhões
                         Tatiana Botelho



Gestão Ambiental do Petróleo
Programa de Planejamento Energético e Ambiental
COPPE / UFRJ
Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE
REFERÊNCIAS
 Fung, Hung-gay; Law, Sheryl A.; Yau, Jot. Social Responsible Investiment in a Global
 Enviroment. Edward Elgar Publishing: EUA, Massachussetts, 2010.

 Campos, Fabiana Moreno de; Lemme, Celso Funcia.                Investimento Socialmente
 Responsável no Mercado de Capitais: análise do desempenho de índices
 internacionais e fundos de ações brasileiros que consideram questões ambientais e
 sociais. Revista Eletrônica de Administração: Brasil, 08/2009.

 Sandberg,, Joakim; Juravle, Carmen; Hedesstrom, Ted Martin; Hamilton, Ian. The
 Heterogeneity of Socially Responsible Investment. Journal of Business Ethics: 2009.

 Huimin, Li; Adrian, Cheung; Eduardo, Roca. Yes, Idiosyncratic Risk Matters for Socially
 Responsible Investiments. International Research Journal of Finance and Economics,
 2010.

 Jansson, Magnus; Biel, Anders. Investment Institutions´ Beliefs about and Attitudes
 Toward Socially Responsible Investment (SRI): A Comparison between SRI and non-
 SRI Management. University of Gothenburg, Sweden: Sustainable Investment Research
 Platform, 2009.

 Jansson, Magnus; Biel, Anders; Andersson, Maria; Garling, Tommy. Investment Style and
 Perceived Drivers os Adoption of Socially Responsible Investment among Swedish
 Institutional Investors. University of Gothenburg, Sweden: Sustainable Investment
 Research Platform, 2010.

 Hawken, Paul; Natural Capital Institute. Socially Responsible Investing: How SRI
 industry has failed to respond to people who want to invest with conscience and                     1
 what can be done to change it. www.naturalcapital.org, 2004.
Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE



Agenda
  Introdução e Conceituação

  Questões atuais relevantes

  Iniciativas SRI

  Fundos SRI no Brasil

  Índices e Rankings

     Goldman Sachs

     DJSI

  Exemplos: Caso da BP

  Conclusão
                                                                                          2
Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE

Socially Responsible Investiment or Investing or Investors (SRI)

É um conceito “guarda chuva” para investimentos ou estratégias de
investimento que busquem provocar mudanças sociais positivas,
minimizar danos ambientais e/ou incorporar crenças éticas e religiosas.
SRI objetiva melhorar a performance dos negócios e a riqueza dos
investidores no longo prazo buscando a construção de um mundo
melhor.

SRI e Responsabilidde Social Corporativa (CSR) são dois lados da
mesma moeda. Enquanto o SRI busca satisfazer o interesse dos
investidores por boas práticas sociais, ambientais e de governança
corporativa (ESG) associadas a retornos financeiros atrativos, a CSR é a
abordagem gerencial da organização para compatibilizar os interesses
dos investidores por retornos financeiros e boas práticas de ESG.




                                                                                              3
Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE

Socially Responsible Investiment or Investing or Investors (SRI)


SRI se refere a prática de direcionar fundos de investimento
para combinar o objetivo financeiro com o compromisso
social. Esse compromisso pode ser variado, desde justiça
social, desenvolvimento econômico, paz, meio ambiente ou
religioso.
(Haigh and Hazelton, 2004)

SRI é uma forma de investir que considera as consequencias
sociais e ambientais, tanto positiva quanto negativa, dentro
do contexto de uma rigorosa analise financeira.
(SIF, 2006)



                                                                                              4
Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE

Iniciativas relacionadas e complementares ao SRI
     Fundos globais de investimento
     Fundos locais
     Índices como o Dow Jones Sustainability Index e o índice sócio-ambiental de empresas de energia
     do Goldman Sachs
     No Brasil o Índice de Sustentabilidade Empresarial – ISE (2005), metodologia FGV
     A ABRAPP pretende desenvolver princípios como PRI
     APIMEC com o IFC vem treinando analistas brasileiros em questões de ESG
     Princípios do Equador formulados pela International Finance Corporation – IFC
Braço do Banco Mundial para o setor privado que estabelecem critérios sócios-ambientais para
    concessão de crédito acima de US$ 50 milhões, com adesão dos principais bancos brasileiros
     Princípios para o Investimento Responsável (PRI)
Promovido pela United Nations Enviromental Program (UNEP) com mais de 400 empresas signatárias
   aos seguintes princípios:
1.   Incorporar critérios sociais, ambientais e de governança corporativa em seus processos de análise e
     decisão
2.   Serem proprietários ativos
3.   Divulgação das questões sociais, ambientais e de governança corporativa
4.   Promover a aceitação e implementação do PRI no setor de investimentos
5.   Reforçar a efetividade na implementação do PRI
                                                                                                            5
6.   Reportar progressos na implementação do PRI

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Social Responsible Investment - SRI

  • 1. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Universidade Federal do Rio de Janeiro Social Responsible Investiments (SRI) e Avaliação de Empresas de Petróleo e Gás Status Atual e Tendências Fernando Bulhões Tatiana Botelho Gestão Ambiental do Petróleo Programa de Planejamento Energético e Ambiental COPPE / UFRJ
  • 2. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE REFERÊNCIAS Fung, Hung-gay; Law, Sheryl A.; Yau, Jot. Social Responsible Investiment in a Global Enviroment. Edward Elgar Publishing: EUA, Massachussetts, 2010. Campos, Fabiana Moreno de; Lemme, Celso Funcia. Investimento Socialmente Responsável no Mercado de Capitais: análise do desempenho de índices internacionais e fundos de ações brasileiros que consideram questões ambientais e sociais. Revista Eletrônica de Administração: Brasil, 08/2009. Sandberg,, Joakim; Juravle, Carmen; Hedesstrom, Ted Martin; Hamilton, Ian. The Heterogeneity of Socially Responsible Investment. Journal of Business Ethics: 2009. Huimin, Li; Adrian, Cheung; Eduardo, Roca. Yes, Idiosyncratic Risk Matters for Socially Responsible Investiments. International Research Journal of Finance and Economics, 2010. Jansson, Magnus; Biel, Anders. Investment Institutions´ Beliefs about and Attitudes Toward Socially Responsible Investment (SRI): A Comparison between SRI and non- SRI Management. University of Gothenburg, Sweden: Sustainable Investment Research Platform, 2009. Jansson, Magnus; Biel, Anders; Andersson, Maria; Garling, Tommy. Investment Style and Perceived Drivers os Adoption of Socially Responsible Investment among Swedish Institutional Investors. University of Gothenburg, Sweden: Sustainable Investment Research Platform, 2010. Hawken, Paul; Natural Capital Institute. Socially Responsible Investing: How SRI industry has failed to respond to people who want to invest with conscience and 1 what can be done to change it. www.naturalcapital.org, 2004.
  • 3. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Agenda Introdução e Conceituação Questões atuais relevantes Iniciativas SRI Fundos SRI no Brasil Índices e Rankings Goldman Sachs DJSI Exemplos: Caso da BP Conclusão 2
  • 4. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Socially Responsible Investiment or Investing or Investors (SRI) É um conceito “guarda chuva” para investimentos ou estratégias de investimento que busquem provocar mudanças sociais positivas, minimizar danos ambientais e/ou incorporar crenças éticas e religiosas. SRI objetiva melhorar a performance dos negócios e a riqueza dos investidores no longo prazo buscando a construção de um mundo melhor. SRI e Responsabilidde Social Corporativa (CSR) são dois lados da mesma moeda. Enquanto o SRI busca satisfazer o interesse dos investidores por boas práticas sociais, ambientais e de governança corporativa (ESG) associadas a retornos financeiros atrativos, a CSR é a abordagem gerencial da organização para compatibilizar os interesses dos investidores por retornos financeiros e boas práticas de ESG. 3
  • 5. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Socially Responsible Investiment or Investing or Investors (SRI) SRI se refere a prática de direcionar fundos de investimento para combinar o objetivo financeiro com o compromisso social. Esse compromisso pode ser variado, desde justiça social, desenvolvimento econômico, paz, meio ambiente ou religioso. (Haigh and Hazelton, 2004) SRI é uma forma de investir que considera as consequencias sociais e ambientais, tanto positiva quanto negativa, dentro do contexto de uma rigorosa analise financeira. (SIF, 2006) 4
  • 6. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Iniciativas relacionadas e complementares ao SRI Fundos globais de investimento Fundos locais Índices como o Dow Jones Sustainability Index e o índice sócio-ambiental de empresas de energia do Goldman Sachs No Brasil o Índice de Sustentabilidade Empresarial – ISE (2005), metodologia FGV A ABRAPP pretende desenvolver princípios como PRI APIMEC com o IFC vem treinando analistas brasileiros em questões de ESG Princípios do Equador formulados pela International Finance Corporation – IFC Braço do Banco Mundial para o setor privado que estabelecem critérios sócios-ambientais para concessão de crédito acima de US$ 50 milhões, com adesão dos principais bancos brasileiros Princípios para o Investimento Responsável (PRI) Promovido pela United Nations Enviromental Program (UNEP) com mais de 400 empresas signatárias aos seguintes princípios: 1. Incorporar critérios sociais, ambientais e de governança corporativa em seus processos de análise e decisão 2. Serem proprietários ativos 3. Divulgação das questões sociais, ambientais e de governança corporativa 4. Promover a aceitação e implementação do PRI no setor de investimentos 5. Reforçar a efetividade na implementação do PRI 5 6. Reportar progressos na implementação do PRI
  • 7. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Iniciativas SRI Who cares wins – Integrando mercados financeiros a um mundo em transformação, Pacto Mundial ONU (1999), 20 instituições financeiras, 9 países (2004) Mais ambiental que social, elenca recomendações para que todos os atores do sistema integrem efetivamente os fatores ESG à seus procedimentos e missão (empresas, bancos, assets, corretoras, seguradoras, auditorias, consultorias, bolsas de valores, organizações educacionais, governos, agências, ONGs, fundos de pensão e investidores) “As instituições que apoiam este relatório estão convencidas de que, num mundo mais globalizado, interdependente e competitivo, o modo como são geridas as questões ambientais, sociais e de governança corporativa é parte integrante da própria administração geral da companhina e isso é necessário para competir com sucesso…..Companhias de melhor desempenho nesse campo podem aumentar seu valor para os acionistas, por exemplo, administrando adequadamente os riscos, antecipando ações nos marcos regulatórios ou tendo acesso a novos mercados, contribuindo ao mesmo tempo para o desenvolvimento sustentável das sociedades nas quais operam…Mais do que tudo, essas questões podem ter forte impacto na reputação e nas marcas, um ítem crescentemente importante na agregação de valor para a companhia.” Entre os emergentes, a BOVESPA e as bolsasde Istambul e Jakarta subscreveram o pacto Global Reporting Initiative – GRI, independente e de adesão voluntária, desenvolve e dissemina diretrizes para harmonizar os relatórios das organizações segundo critérios aceitos globalmente: Indicadores econômicos (a organização e seus impactos nos mercados e na economia), ambientais (poluição, emissão, reciclagem, redução de desperdícios do consumo de água e energia) e sociais (práticas trabalhistas, direitos humanos, transparência anti-corrupção) ANBID, Conselho de Auto-Regulação de Fundos de Investimento, fundos SRI e de boa governança corporativa poderão se intitular “Ações Sustentabilidade/Governança” promovendo padronização e 6 divulgação (2008)
  • 8. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Princípios de Investimento Responsáveis (UN-PRI) Lançado Maio 2006 Planteia 6 princípios com ações de como incorporar ESG nas suas decisões rotineiras de investimento. Cria uma rede de investidores socialmente responsáveis; Trabalha com o Global Compact para alinhar expectativas de investidores e empresas; Total de 855 signatários, representando entorno de US$22 trilhões de ativos; 44 Signatários Brasileiros: ex: BDF Management, PREVI, Arus, Banesprev, CELPOS, Centrus, DESBAN, Funcef Brazil, Fundação 14, Fundação BrTPREV, Economus, Infraprev, Bradesco Asset Management, Green Capital Investimentos, Itaú Asset Management, Petros, SUSTAIN Capital and Valia. •Fonte:www.unpri.org7
  • 9. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Influencia nos acordos internacionais 8
  • 10. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Estudos 9 •Benchmarking Report Petrobras, April 2006
  • 11. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Questões atuais relacionadas a SRI Investimentos emergentes cuja melhor análise e avaliação precisam incorporar fatores não financeiros relacionados às práticas ambientais, sociais e de governança Organizações que incorporam os riscos SAGC em suas estratégias de longo prazo devem comunicar-se mais precisa e continuamente com seus grupos de interesse Construção de portfólios SRI 10
  • 12. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Proposta Preliminar de Perguntas para Pesquisa Quais os benchmarks e índices SRI relevantes para análise de empresas de petróleo? Quais as características e condições de contorno do processo decisório SRI para investimento em empresas de petróleo? Como o SRI influência o desempenho socioambiental de empresas de petróleo? Quais são os critérios socioambientais relevantes para os SRIs em empresas de petróleo? Há impactos financeiros relevantes com a incorporação de aspectos sociais e ambientais nas decisões de investimento? Como se evidência a heterogeneidade dos SRI? 11
  • 13. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Fundos SRI no Brasil Carteira de Fundos “Ações de Sustentabilidade e Governança” • Estes são fundos que investem somente em empresas que apresentam bons níveis de governança corporativa, ou que se destacam em responsabilidade social e ambiental. No caso, a participação pela empresa no Índice de Sustentabilidade Empresarial, divulgado pela BOVESPA, é o critério utilizado pelos fundos para a seleção de investimentos. • Existiam no Brasil, ao final de 2008, 19 fundos deste tipo, que totalizavam US$ 1,14 bilhões em ativos. Em termos de participação no mercado brasileiro de fundos de investimento, as aplicações que utilizam critérios ambientais para seleção de seu portfólio, contribuíram com apenas 0,17% do total. Fundo Ações Sustentabilidade e Governança Admistrador Total de Ativos (US$ milhões) 1 Itaú Governança Corporativa Ações FI Itaú 184,43 2 Real FI Ações Ethical II Santander 178,62 3 Itaú Excelência Social Ações FI Itaú 159,35 4 Itaú Person Governança Corp Ações FICFI Itaú 158,33 5 Real FIQ FIA Ethical Santander 128,23 6 Itaú Person Excelência Social Ações FICFI Itaú 110,16 7 Legg Mason Ações Sustentabilidade Empresarial Legg Mason 48,10 8 HSBC FIA Sustent Empresarial HSBC 41,65 9 Itaú Excelência Social Ações FICFI Itaú 41,08 10 Bradesco FIA Índice de Sustent Empresarial Bradesco 31,82 11 Bradesco Prime Fic FIA ISE Bradesco 14,11 12 BB Top Ações ISE FIA Banco do Brasil 13,74 13 BB Ações ISE FICFIA Banco do Brasil 11,23 14 Bradesco FIC FIA Governança Corporativa Bradesco 5,36 15 Itaú Empresa Govern Corp Ações Itaú 4,29 16 Itaú Governança Corporativa Ações FICFI Itaú 4,02 17 Caixa FI Açõews ISE Caixa 3,15 18 Safra ISE FI Ações Safra 2,32 19 Unibanco Sustentabilidade FIA Itau 2,30 12 Total 1.142,29
  • 14. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE •SRI MARKET SIZE Tamanho do Mercado - Europa 13 Fonte: Eurosif; Social Investment Forum 2010;
  • 15. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Tamanho do Mercado – Estados Unidos 14 Fonte: http://www.socialinvest.org/resources/sriguide/srifacts.cfm;
  • 16. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Abordagem para estruturação de portfólios SRI Exclusões éticas: número alto de filtros aplicados (não só tabaco ou só armas); Filtros positivos: investimento em empresas com bom desempenho (best in class - DJSI) ou que produzem produtos ou serviços sustentáveis (ex. empresas de energia renovável); Exclusões simples e baseada em acordos internacionais: (ex. tabaco, armas, pornogradia, direitos humanos, testes em animais) e ou baseada em acordos ou normas internacionais (OECD, ONU, ILO, etc); Engajamento: gestores de fundos dialogam com empresa para influenciar na gestão, pode incluir utilização de poder de voto; Integração: avaliação de risco social, ambiental, ético e de governança integrada com a analise financeira tradicional. Fonte: EuroSif, 2006 15
  • 17. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Críticas à construção de portfólios SRI Limita as opções de investimento e a chance de maiores retornos Em 2003 nos EUA, o portfólio acumulado dos fundos SRI não era diferente do acumulado dos demais fundos Os nomes dos fundos e suas descrições podem decepicionar diante da estratégia praticada na gestão do fundo As diversas metodologias de enquadramento para fundos SRI permitem praticamente qualquer empresa de capital aberto integrar um fundo SRI Ausëncia de transparëncia e responsabilização (accountability) quanto ao enquadramento, metodologia e seus critérios Ausëncia de regulação e padrões financeiros Dificulta comparações entre fundos pelos investidores Mais de 90% das empresas da Fortune 500 integram portfólios SRI Gestores de fundos decidem sobre critérios para satisfazer interesses subjetivos e difusos de investidores Decisões de inclusão podem ser fortemente influenciadas pela gestão da imagem das empresas, amplificando e omitindo informações Gestores de fundos que analisam a empresa com um todo podem ignorar detalhes obscuros de suas operações Embora o ativismo dos acionistas possa ser esperado, pouquíssimos fundos engajam-se em atividades com seus investidores ou investidas 16
  • 18. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Existem mais de 100 instituições de ranking Das 108 apresentadas, somente 21 existia em 2000 Fonte: SustainAbility, 2010 17
  • 19. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Rankings Existem diversos tipos de rankings de sustentabilidade empresarial: Focado no investidor (e.g. Dow Jones Sustainability Index 4), Focado no consumidor (e.g. GoodGuide 5), Especifico da indústria (e.g. Tomorrow’s Value Rating 6) Para comparar os ranking é necessário saber: Fonte de pesquisa, Foco de questões Foco em industrias, Foco geográfico Transparência da metodologia Sustainability, 2010 18
  • 20. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Atributos dos Rankings Fonte de Pesquisa . Abrangência Geográfica Obtenção de dados Fonte: SustainAbility, 2010 19
  • 21. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Atributos dos Rankings Informação de fontes alternativas Abrangência de Temas Divulgação da Metodologia Fonte: SustainAbility, 2010 20
  • 22. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Interdependência dos Rankings Fonte: SustainAbility, 2010 21
  • 23. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Credibilidade 22 Fonte: SustainAbility, 2010
  • 24. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Rankings Mais Relevantes para o Setor de Petróleo e Gás Dow Jones Sustainability Index/ FTSE4GOOD/ ISE Bovespa Goldman Sachs Energy SUSTAIN Global 100 Most Sustainable Corporations in the World – World Economic Forum Carbon Disclosure Project Management & Excellence World's Most Sustainable and Ethical Oil Companies CERES – Investors and Environmentalists for Sustainable Prosperity 23
  • 25. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Principais questões dos investidores SRI em empresas de O&G Políticas, Diretrizes & Padrões – escopo e abrangência Governança– responsabilidades, accountability e integração com questões de negócios Gestão de Risco– sistemática, abrangência e preparação para resposta Gestão da Cadeia de Fornecedores– padrões, auditorias e avaliação de risco Transparência– Relatórios de Sustentabilidade, EITI, Ouvidoria, relações com governo, engajamento de partes interessadas Recursos Humanos– Avaliação com critérios de sustentabilidade e compensação variável Desempenho: indicadores de saúde e segurança 24
  • 26. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Histórico dos Estudos da Goldman Sachs A Iniciativa de Finanças do PNUMA solicitou em 2003 à GS que identificasse questões ambientais e sociais que possam afetar as empresas da indústria de P&G em termos de: competitividade e Reputação. Quantificando, quando possível, o impacto no valor das ações. Criou-se o índice ambiental e social de empresas de energia da GS (GSEES) com 30 critérios e 23 empresas analisadas – Fevereiro 2004 Por causa de alguns erros de interpretação do Balanço Social em Inglês, a Petrobras ficou em 16o lugar (com a pontuação correta ficaria em 12o lugar). Este ano questões de governança foram adicionadas ao índice, criando o ESG- com 42 critérios e 26 empresas analisadas. 25
  • 27. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE EXEMPLO: GOLDMAN SACHS ESG FRAMEWORK 26 Fonte: Goldman Sachs SUSTAIN, 2007
  • 28. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Peso por Setor – Critérios Aplicados U U U/E E E Empregados - Específicos 27 •Benchmarking Report Petrobras, April 2006
  • 29. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Critérios Específicos para Energia Stakeholder Investimento em P&D relativo ao CAPEX Investimento em comunidade relativo ao CAPEX Engajamento: código de conduta, ouvidoria, participação no EITI e VPSHR Transparência de Pagamentos: governos, impostos e executivos Meio Ambiente Uso de energia e emissões de GEE aplicam-se a todas as indústrias Redução de flare em relação a produção de hidrocarbonetos Produção de gás Investimento em CCS Eco-eficiência (água, resíduos) Vazamentos de petróleo Gestão da biodiversidade 28 •Benchmarking Report Petrobras, April 2006
  • 30. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Integrando o Índice ESG com analise das Cias de Energia Qualidade da Gestão Acesso a reservas futuras Desempenho e avaliação Índice ESG Melhores 100 Projetos Director’s Cut Forte correlação entre lideres Retorno econômico é Avaliação e desempenho são do ESG e de novas reservas impulsionado por acesso a impulsionados por retornos novas reservas (new legacy econômicos assets) •Fonte: Pesquisa Goldman Sachs 29
  • 31. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE EXEMPLO: GOLDMAN SACHS SUSTAIN 30 •Source: Goldman Sachs SUSTAIN, 2007
  • 32. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE 31 •Benchmarking Report Petrobras, April 2006
  • 33. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Conclusão: A indústria de P&G está mudando rapidamente - somente as empresas com melhor gestão poderão sobreviver e prosperar Campos são maiores Projetos mais desafiadores – áreas sensíveis, águas profundas, condições climáticas, reinvidicações comunitárias, etc. Aumento de riscos - mais de 78% das reservas do T100 são em países não OECD. Competição está mais acirrada – Em 1991: onze das maiores 20 eram do EUA, hoje somente quatro. Mais diversa e melhor capitalizada. Questões de recursos humanos estão mais intensivas – menos pessoas para mais projetos Transição para o gás e além (beyond) 32
  • 34. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE SAM Sustainable Asset Management • Fundada em 1995, adiquirida pelo Robeco 2006 • Matriz em Zurich • Mais de 100 funcionários • Produtos • Gestão de Recursos (EUR 11.2 billões) • Indices (Geral & Temático) • Private Equity (Clean Tech) • Cooperação com o Indice Dow Jones– O primeiro índice global de sustentabilidade (Dow Jones Sustainability Index) em 1999; • Dow Jones Sustainability Europe and Dow Jones Sustainability Eurozone Index • Dow Jones Sustainability North America Index and Dow Jones Sustainability United States Index • Dow Jones Sustainability Asia Pacific Index • Dow Jones Sustainability Korea Index • Indices Customizations 33 •Benchmarking Report Petrobras, April 2006
  • 35. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Índice Global Dow Jones de Sustentabilidade • Lançado em 1999 • Cobre 10% das 2500 maiores empresas do Dow Jones Global Total Stock Market Index • DJSI Global 80 – líderes de sustentabilidade. Lançado em Agosto de 2008. • Dow Jones Sustainability World Index (DJSI World) • Dow Jones Sustainability World Index ex Alcohol (DJSI World ex Alcohol) • Dow Jones Sustainability World Index ex Tobacco (DJSI World ex Tobacco) • Dow Jones Sustainability World Index ex Gambling (DJSI World ex Gambling) • Dow Jones Sustainability World Index ex Armaments and Firearms (DJSI World ex Armaments and Firearms) • Dow Jones Sustainability World Index ex Alcohol, Tobacco, Gambling, • Armaments and Firearms (DJSI World ex All) 34 •Benchmarking Report Petrobras, April 2006
  • 36. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Metodologia de Comparação da SAM • Avaliação integrada de critérios economicos, sociais e ambientais com vista em criação de valor de longo prazo. • Sistemática baseada em “best in class”: • Estudos empiricos (in-house ou cooperação com Universidades) • Estudos de terceira parte • Engajamento com network de especialistas e empresas • 58 industries • Avaliação específica para industrias • Principal fonte: Formulário e documentos da empresa • Revisão annual de melhores práticas • Monitoramento contínuo de empresas em relação a temas controversiais • Auditado por terceira parte 35 •Benchmarking Report Petrobras, April 2006
  • 37. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Fontes de Informação Questionário Interação com empresa Desempenho de Sustentabilidade Documentos da Cia Corporativa Imprensa ONGs Partes Interessadas 36 •Benchmarking Report Petrobras, April 2006
  • 38. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Pesos para o Setor de Petróleo e Gás 39% Especifico 100% 40% Industria 32% 60% Geral 29% Econômico Ambiental Social Total Critérios Critérios Gerais Indústria 37
  • 39. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Critérios de Análise do DJSI Oportunidades Riscos Econômico • Portfólio de Gas • Governança Corporativa • Exploração e Produção • Gestão de Risco e Crise. • Gestão da Marca • Procedimentos Anti Corrupção • Relacionamento com clientes • Transparência Ambiental • Gestão Ambiental. • Desempenho Ambiental • Estratégia do Clima • Vazamentos • Biodiversidade • Estratégia do Clima • Eco eficiência • Riscos relacionados a água • Refino/Combustiveis+limpos • Energia Renovável Social • Retenção e Atração de Talentos • Politicas de Direitos Humanos • Desenvolvimento de Capital Humano • Impacto nas comunidades • Engajamento com partes interessadas • Saúde e Segurança Ocupacional • Cidadania Corporativa e Filantropia • Práticas laborais • Padrões para Fornecedores See http://www.sustainability-index.com/htmle/assessment/criteria.html for full list of criteria and weightings 38 •Benchmarking Report Petrobras, April 2006
  • 40. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE 39
  • 41. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Exemplos Ilustrativos da Integração de ESG na análise de investimentos utilizando o vazamento da BP •Uma consultora entrevistou 4 gestoras de recursos. •Objetivo: verificar como que ESG influenciou suas visões da BP antes e depois do acidente. •Esses exemplos permitem visualizar a variedade de aplicações da integração de ESG na analise financeira de empresas. 40 Fonte: http://www.mercer.com/articles/1395175
  • 42. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Exemplo 1 – Gestora de Recursos Reino Unido; metodologia própria, divisão em setores Classificação Antes do Acidente Deepwater Horizon •ESG - Levemente acima da média (Financeiro+ESG=abaixo da média) •Questões: • Estatísticas de saúde e segurança em queda • Acidentes de Texas City e Prudhoe Bay afetaram negativamente a reputação • Sistema de remuneração não priorizava questões de ESG Classificação Depois do Acidente Deepwater Horizon •Abaixo da média •Confiança na gestão de saúde e segurança •Gestor encerrou posição em todas as empresas que historicamente desempenhavam abaixo da média 41
  • 43. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Exemplo 2 – Gestora de Recursos Global; avaliação ESG tercerizada e Engagement Classificação Antes do Acidente Deepwater Horizon •Exposição mínima da BP em parte porcausa de questões de ESG •Opinião baseada em conversa com outros drillers, fornecedores e gestores da BP. 42
  • 44. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Exemplo 3 – Gestora de Recursos Global; metodologia própria disponibilizada para gestores de recursos Classificação Antes do Acidente Deepwater Horizon •Pouca exposição – BP estava cara (over-valued) Classificação Depois do Acidente Deepwater Horizon •Reavaliaram com base no preço de mercado •Avaliaram implicações do acidente a curto, médio e longo prazo na BP e na indústria de petróleo •Pesquisa ficará disponível para os gestores de recursos, que tomam sua próprias decisões sobre investimento 43
  • 45. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Exemplo 4 – Gestora de Recursos Global; equipe dedicada a Investimentos Socialmente Responsáveis (não contribui para avaliação mainstream) Classificação Antes do Acidente Deepwater Horizon •Mainstream: Visão negativa das Oil Majors baseado na pespectiva que os ativos estão em declínio •Fundo SRI: Preferência para empresas de gás natural vis a vis petróleo. BP for a do universo de investimento com base na baixa pontuação na matriz de sustentabilidade. Classificação Depois do Acidente Deepwater Horizon •Mainstream: Após a queda significativa no preço das ações, os gestores de portfólio aumentaram sua posição da companhia. •Fundo SRI: abaixou ainda mais a pontuação da BP na sua matriz de sustentabilidade. 44
  • 46. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Conclusão Interesse dos investidores aumentaram a visibilidade e transparência das questões ambientais nas empresas de P&G Reforçou o elo entre atuação responsável e retorno financeiro Criação de uma competitividade saudável Transformação de incentivo: regulatório investidores. 45
  • 47. Uma nova questão se coloca! Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Desastres ambientais, como o causado pelo acidente na Deepwater Horizon, alteram o portfólio de investimentos dos principais fundos de investimento em empresas de petróleo? Furacão Katrina afeta a produção de 14 refinarias, diminuindo em 2,2 milhões bbl/d o refino nos EUA Após o furacão Entrada em vigor Gustav, EUA atinge do Protocolo de o menor nível de Kyoto Publicação do estoque de gasolina Relatório Stern desde 1967 Antes das metas 2008 2009 2010 2005 2006 2007 de emissão de GEE para países Ciclone no Oceano Anexo 1 Índico interrompe a Lançamento do produção de petróleo em Cingapura e na EU-ETS Austrália Recorde de Publicação do Furacão Dolly Acidente na temperatura no 4º Relatório do interrompe em 5% a Plataforma verão causa IPCC produção de óleo Deepwater Horizon “apagão” na no Golfo do México no Golfo do México China 46
  • 48. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Especificamente no que diz respeito à BP... 47
  • 49. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Date Open High Low Close Avg Vol Adj Close* Nov 15, 2010 43.60 43.64 41.32 42.03 6,908,800 42.03 Nov 8, 2010 43.16 44.37 42.69 42.99 10,416,900 42.99 Nov 1, 2010 40.99 43.98 40.61 43.79 11,537,900 43.79 Oct 25, 2010 40.61 41.35 39.58 40.80 9,488,800 40.80 Oct 18, 2010 40.66 41.74 40.22 40.50 8,421,300 40.50 Oct 11, 2010 41.32 41.75 40.40 40.62 7,299,300 40.62 Oct 4, 2010 41.46 42.08 40.73 41.92 7,618,600 41.92 Sep 27, 2010 38.39 42.00 37.86 41.95 17,403,300 41.95 Sep 20, 2010 38.36 38.99 37.84 38.46 7,400,300 38.46 Sep 13, 2010 38.35 38.85 37.49 38.03 7,119,500 38.03 Sep 7, 2010 37.71 38.67 37.13 38.22 9,039,600 38.22 Aug 30, 2010 35.64 37.43 34.50 37.43 8,663,400 37.43 Aug 23, 2010 36.42 36.91 34.16 35.56 12,202,800 35.56 Aug 16, 2010 38.42 38.85 35.53 36.40 12,265,300 36.40 Aug 9, 2010 41.56 41.59 37.49 38.93 15,322,800 38.93 Aug 2, 2010 39.00 41.50 38.95 41.33 24,497,400 41.33 Houve forte impacto no valor das Jul 26, 2010 37.93 39.00 37.32 38.47 23,591,300 38.47 ações! Jul 19, 2010 36.00 36.88 34.58 36.86 33,979,500 36.86 Jul 12, 2010 35.64 39.81 35.42 37.10 65,923,700 37.10 Jul 6, 2010 31.03 34.17 30.74 34.05 49,972,000 34.05 Jun 28, 2010 27.65 30.42 26.75 29.35 60,125,700 29.35 Jun 21, 2010 30.64 31.18 26.83 27.02 74,388,100 27.02 Jun 14, 2010 32.39 33.00 29.58 31.76 141,660,500 31.76 Jun 7, 2010 38.13 38.15 29.00 33.97 147,152,400 33.97 Jun 1, 2010 37.34 39.41 36.20 37.16 90,828,300 37.16 May 24, 2010 42.49 45.57 40.61 42.95 37,290,400 42.95 May 17, 2010 47.20 47.56 43.31 43.86 28,504,200 43.86 May 10, 2010 49.12 49.89 46.00 46.87 27,038,800 46.87 May 5, 2010 0.84 Dividend May 3, 2010 49.36 52.00 47.35 49.06 63,227,300 49.06 Apr 26, 2010 59.77 59.87 51.36 52.15 37,534,700 51.29 Apr 19, 2010 58.86 60.70 58.75 59.88 4,812,200 58.90 Apr 12, 2010 59.27 60.98 58.71 59.88 5,012,100 58.90 Apr 5, 2010 58.27 59.50 58.00 59.46 5,011,200 58.48 48
  • 50. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Que afetou a rentabilidade dos seus papéis, por isso levando a uma substancial queda na sua alavancagem em fundos mútuos. Somente esse fator levou à queda na alavancagem? •Posição em 01/04/2010: (30/06/2010) e (05-07/2010) •US$ 16,2 bilhões (10 maiores holders institucionais) •US$ 6,7 bilhões (10 maiores fundos mútuos) •(Fonte: Bloomberg) US$ 4,5 bilhões (holders) US$ 1,6 bilhões (fundos mútuos) (Fonte: Bloomberg) 49
  • 51. Fernando Bulhões, PhD Candidate, Planejamento Energético, UFRJ - COPPE Isso sobretudo é um problema para a BP, pois... Alta alavancagem financeira implica em dificuldades adicionais na captação de recursos junto à terceiros!!! Alavancagem Financeira (AT/PL) 3 3 2,8 2,73 2,7 Petrobras 2,6 2,57 2,55 Repsol 2,51 AT/PL 2,49 2,49 2,48 RoyalDutchShell 2,46 2,4 BP ExxonMobil 2,31 Chevron 2,24 2,2 2,13 2,14 2,05 2,05 2 2 2,01 1,92 1,92 1,94 1,85 1,86 1,85 1,8 1,82 2004 2005 2006 2007 2008 Ano 50