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Técnicas para alívio da dorAquecer o pé /rnContato materno Pele a peleAmamentação durante a coletaNunca apertar a perna ne...
Evita-se coletar em RN muito doentes,internadas ou sob medicação que altere ometabolismo, salvo sob orientação médica.Em c...
Coleta das amostras - material Luvas de procedimento Lanceta estéril descartável Recipiente com alcool a 70% para assep...
Técnica de coletao Aquecer o membro s/no   Lavar as mãos, calçar luvaso    Pedir para que ao responsável coloque o RN em d...
RECOMENDAÇÕES para envio da amostra                             35
CUIDADOS NUNCA:Realizar punção enquanto houver alcoolUtilizar alcool-antisséptico colorido ou iodado NUNCA coloque mais de...
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NÃO ACUMULE MATERIAL. COLETE DE FORMA CORRETA, PARA QUE NÃOHAJA NECESSIDADE DE REPETIÇÃO DO EXAME. É DIFÍCIL CONSEGUIR OUT...
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Ressecamento:                                 Acontece quando o material coletado é exposto ao calor ou ao frio           ...
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Comprometido:         Deve-se cuidar para que a ficha com as amostras de sangue não sejam colocadas em locais onde        ...
Amassada/arranhada                      Amostra sem sangue           Amostra correta                                      ...
O papel da enfermagem no PNTN                                47
bibliografia  APAE/SP. Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais/SP. Mais sobre o Teste do Pezinho.    [acesso em 16 ma...
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  1. 1. Objetivos deste Trabalho Breve histórico e Împortância da PNTNProcedimentos necessários quanto à coleta e amostras Cuidados da enfermagem no pré e no pós coleta Interpretação dos resultados Alívio da dor Principais patologias rastreadas Atuação da Enfermagem no teste do pezinho.
  2. 2. CONCEITO O termotriagem, que seorigina do vocábulofrancêstriage, significaseleção, separação Em Saúde Pública, a açãode um grupo, ou primária dos programas demesmo, escolha Triagem, ou seja, a detecçãoentre inúmeros – através de testes aplicadoselementos. numa população – de um grupo de indivíduos com probabilidade elevada de apresentarem determinadas patologias 4
  3. 3. • No final da década de 50, nos Estados Unidos, o biólogo Robert Guthrie passou a dirigir seus estudos para a prevenção da doença mental e, com este objetivo, adaptou o método de inibição bacteriana em que vinha trabalhando para a realização de identificação de erros inatos do metabolismo.Fundamentos históricos • Através desta metodologia poder-se-ia detectar patologias que tardiamente culminavam com o retardo mental dos pacientes • Desde a década de 60, a Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza a importância da realização dos programas populacionais de Triagem Neonatal, especialmente nos países em desenvolvimento, além de criar critérios para a realização dos mesmos. • No Brasil, a primeira tentativa ocorreu em 1976, na cidade de São Paulo, numa associação dedicada ao atendimento a crianças portadoras de deficiência mental (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE-SP) • Inicialmente realizava-se somente o diagnóstico de Fenilcetonúria, porém a partir de 1980 incorporou- se a detecção precoce do Hipotireoidismo Congênito • O Ministério da Saúde fez o lançamento, em 6 de junho de 2001 (Portaria GM/MS n.º822), do Programa Nacional de Triagem Neonatal. 5
  4. 4. 6
  5. 5. Hipotireoidismo Anemia Falciforme eFenilcetonúria e outras Congênito hemoglobinopatiasoutrasAminoacidopatiasDeterminações: PKU e Determinações: Determinações: HbS,Cromatografia de HbC, HbE e talassemias TSHaminoácidos 7
  6. 6. FENILCETONÚRIA (PKU)É um erro inato do metabolismo, de herançaautossômica recessiva,Defeito metabólico (geralmente nafenilalanina hidroxilase) leva ao acúmulo defenilalanina (FAL) no sangueAumento da excreção urinária de ácidoFenilpinúvico e fenilalanina.1ª doença genética a ter um tratamentorealizado a partir de terapêutica dietéticaespecífica.Fenilcetonúria 1 caso em 12.000 nasc. 8
  7. 7. FENILCETONÚRIA (PKU) 9
  8. 8. Para que o aumento da FAL possa ser detectado, éfundamental que a criança tenha tido ingestão protéica,Portanto é recomendado que a coleta seja feita após48 horas do nascimento da criança.Nesse momento, mesmo crianças de risco, que ainda nãotiveram contato com leite materno, podem colher materialdesde que estejam sob dieta parenteral (rica em aminoácidosessenciais). 10
  9. 9. Tratamento PKUDieta com baixo teor de FAL(fenilalanina), porém com níveis suficientes deste aminoácido para promover crescimento e desenvolvimento adequados Requer uma dieta especial, com restrição de proteínas em geral. Em alguns casos, a mãe será orientada a suspender oaleitamento e substituí-lo por um leite especial com baixos teores de Fenilalanina(AA). 11
  10. 10. 12
  11. 11. Hipotireoidismo congênito  Quando a glândula tireóide do recém-nascido (RN) não é capaz de produzir quantidades adequadas de hormônios tireoidianos  generalizada dos processos metabólicos.  Defeito bioquímico na produção da tireoglobulina - molécula essencial na síntese dos hormônios tireoidianos.  A criança nasce com aspecto normalDurante a gestação, a passagem de hormônios tireoidianosmaternos pela placenta permite um desenvolvimento normal no período fetal.  Todas essas alterações após o nascimento, podem levar à deficiência mental e ao retardo de crescimento.  Dosagem de TSH e/ou T4 Hipotireoidismo congênito 1 caso em 4.000 nasc. 13
  12. 12. Os sinais mais comuns Hipotireoidismo hérnia umbilical, face grosseira, pele seca, hipotonia muscular, pescoço curto, recém-nascidos freqüentemente têm peso mais elevado. 14
  13. 13. Tratamento HipotireoidismoDeve ser iniciado tão logo o diagnóstico Exige seja confirmado. acompanhamento médico  O tratamento se baseia na As doses devem reposição do ser personalizadas. hormônio tireoidiano L-tiroxina)
  14. 14. 16
  15. 15. Quadro clínico Hipotireoidismo Quadro clínico clássico caracterizado por atraso global do DNPM (Desenvolvimento NeuroPsicoMotor), Deficiência mental, Comportamento agitado ou padrão autista, convulsões, alterações eletroencefalográficas ODOR CARACTERÍSTICO NA URINA. 17
  16. 16. ANEMIA FALCIFORME E HEMOGLOBINOPATIAS  É uma doença genética de herança autossômica  recessiva, devido a um defeito estrutural da cadeia Beta da Hemoglobina, que leva a uma deformação das hemácias em forma de foice.  A hemoglobina normal é designada de hemoglobina A (Hb A), hemoglobina anormal mais comum é denominada de Hemoglobina S (Hb S).  O heterozigoto, ou portador, é designado como traço falcêmico (Hb AS).  Outras hemoglobinas anormais podem ser encontradas tais como: HbC, HbD, HbE, HbJ.  Essas células têm sua membrana alterada e rompem-se mais facilmente, causando anemia hemolítica - a pessoa apresenta-se pálida e com icterícia. 18
  17. 17.  Crise de dor: proveniente dapelos glóbulos pequenos vasos sangüíneos obstrução de vermelhos em foice. Infecções: As pessoas compara infecções têm maior propensão doença falciforme e, principalmente as crianças, podem ter mais pneumonias e meningitesaumento de do Sangue no Baço: há palidez e Seqüestro volume do baço, repentinamente .  Trata-se de uma emergência. Ocorre mais freqüentemente em crianças menores de 5 anos.
  18. 18. A hidroxiuréia (HU) é, atualmente, a drogamais estudada para o tratamento dashemoglobinopatias. A HU, agente mielossupressor, previne crisesvaso-oclusivas em adultos com anemiafalciforme . 20
  19. 19. 22
  20. 20. 23
  21. 21. • Determinações: Fenilcetonúria e • PKU Aminoacidos • Cromatografia de aminoácidos • Determinações:Hipotireoidismo Congênito • TSH e T4 Anemia Falciforme e • Determinações:outras Hemoglobinopatias • HbS, HbC, HbE e talassemias • Determinações: Hiperplasia Adrenal • 17-OH-Progesterona Congênita • Determinações: Fibrose Cística • IRT 24
  22. 22. Hipotireoidismo Anemia Falciforme HiperplasiaFenilcetonúria e Congênito e outras Adrenal outras Determinações: hemoglobinopa Congênita Aminoacidopati TSH e T4 tias Determinações: as Determinações: 17-OH- Determinações: HbS, HbC, HbE Progesterona PKU e e talassemias Cromatografia de aminoácidosFibrose Cística Galactosemia Deficiência de Toxoplasmose Determinações: Determinações: Biotinidase Congênita IRT Galactose e Determinações: Determinações: Galactose-1- Atividade da IgM anti- Fosfato Biotinidase Toxoplasma gondii 25
  23. 23. GALACTOSEMIA 26
  24. 24. O RN apresenta peso baixo ao O RNnascer, fígado e baço ao apresenta peso baixo nascer, fígado e baço dilatados, icterícia, anemia, petéquias dilatados, icterícia, anemia, petéquias (manchas vermelhas e delicadas na (manchas vermelhas e delicadas na pele, provocadas pelo sangramentopele, provocadas pelo sangramento dos dos capilares) e prejuízo ocular capilares) e prejuízo ocular evidenciado por inflamação daevidenciado por inflamação da retina retina 27
  25. 25. Hipotireoidismo Anemia Falciforme Hiperplasia AdrenaFenilcetonúria e Congênito e outras Congênita outras Determinações: hemoglobinopat Determinações: Aminoacidopati TSH e T4 ias 17-OH- as Determinações: Progesterona Determinações: HbS, HbC, HbE e PKU e talassemias Cromatografia de aminoácidos Galactosemia Deficiência de Toxoplasmose Deficiência de Determinações: Biotinidase Congênita Glicose-6- Galactose e Determinações: Determinações: Fósforo Galactose-1- Atividade da IgM anti- Desidrogenase Fosfato Biotinidase Toxoplasma Determinações: gondii Atividade da glicose-6-fosfato- desidrogenaseCitomegalovirose Doença de Chagas Rubéola Congênita Fibrose Cística Congênita Congênita Determinações: Determinações: Determinações: Determinações: IgM anti-vírus da IRT IgM anti- Anticorpos totais Rubéola Citomegalovírus anti- Trypanosoma cruzi 28
  26. 26. Coleta da amostra- importante Informação Ambiente tranquilo e sem umidades Não é necessáriojejumPreparo psicológico Orientar quantoda mãe para participar à busca dona coleta resultadoHumanizar quanto aobem estar e conforto 29
  27. 27. Considerando circunstâncias em relaçao ao partoe obtenção das amostras Nascimento em instituições Nascimento domiciliar Orientação às gestantes Segunda coleta Recusa da coleta 30
  28. 28. Técnicas para alívio da dorAquecer o pé /rnContato materno Pele a peleAmamentação durante a coletaNunca apertar a perna nem o pé do bebeNunca girar a lanceta quando puncionar ocalcanhar do RNObservar local adequado para não gerarsequelas 31
  29. 29. Evita-se coletar em RN muito doentes,internadas ou sob medicação que altere ometabolismo, salvo sob orientação médica.Em caso de transfusão: coletar o sangue antesdo procedimento ser realizado.Caso necessário recoleta aguardar 90 diasapós transfusão. 32
  30. 30. Coleta das amostras - material Luvas de procedimento Lanceta estéril descartável Recipiente com alcool a 70% para assepsia Algodão e/ou gaze estéril Papel filtro do PNTN Local adequado para colocar o papel filtro após apunção. 33
  31. 31. Técnica de coletao Aquecer o membro s/no Lavar as mãos, calçar luvaso Pedir para que ao responsável coloque o RN em decubito ventral em seu ombro(arroto) ou posição de amamentaro Profissional sentar em frente às costas da criança, retirar bolsa de água quente e realizar antissepsia, aguardar a secagem do alcoolo Massagear o pé do bebe até a área do calcâneoo Certificar-se que esteja avermelhado. 34
  32. 32. RECOMENDAÇÕES para envio da amostra 35
  33. 33. CUIDADOS NUNCA:Realizar punção enquanto houver alcoolUtilizar alcool-antisséptico colorido ou iodado NUNCA coloque mais de uma gota de sangue num mesmo círculo. Se o fluxo de sangue diminuir antes de completar o preenchimento do círculo, repita o procedimento em outro círculo. NUNCA toque ou suje círculos impregnados com o sangue. Deixe o cartão com as amostras secar ao ar, na posição horizontal por três ou quatro horas, em temperatura ambiente, distante da luz direta do sol e evitando contato com qualquer superfície. Sangue do cordão umbilical NÃO deve ser usado como amostra. 36
  34. 34. 37
  35. 35. 38
  36. 36. 39
  37. 37. 40
  38. 38. NÃO ACUMULE MATERIAL. COLETE DE FORMA CORRETA, PARA QUE NÃOHAJA NECESSIDADE DE REPETIÇÃO DO EXAME. É DIFÍCIL CONSEGUIR OUTRAAMOSTRA APÓS A ALTA. ERROS DE COLETA Uma amostra mal coletada determina a reconvocação do bebê e uma nova coleta. Isto acarreta atraso no resultado e um custo operacional. Conheça as principais causas de erros de coleta no Teste do Pezinho: Hemólise: O sangue aparenta aspecto de diluição. Provavelmente houve contato da amostra coletada com algum líquido (soro, água, etc.) ou houve mistura do álcool da anti-sepsia com a gota no momento da coleta (não foi desprezada a primeira porção de sangue). É preciso sempre deixar o álcool secar completamente antes da punção. Pode acontecer também quando se comprime demais o calcanhar do bebê. O sangue aparenta coloração mais clara ou a amostra apresenta um segundo círculo com sangue bem mais claro. 41
  39. 39. Insuficiência de sangue: Acontece quando os círculos não são preenchidos totalmente ou há sangue só em um lado do papel filtro. Isto ocorre quando não houve formação da gota para pingar nopapel, principalmente se a coleta não aconteceu com o bebê em pé, no colo da mãe. Excesso de sangue: Quando deixa pingar gota sobre gota e não movimenta o papel filtro para ajudar a espalhar o sangue, formando excesso de sangue num só local. O sangue fica espesso, mais escuro e brilhante. 42
  40. 40. Ressecamento: Acontece quando o material coletado é exposto ao calor ou ao frio em excesso. É importante cuidar do armazenamento. Procure guardar os exames em local arejado enquanto aguarda os dias de envio das amostras para o laboratório. Envelhecido: A amostra de sangue é considerada envelhecida quando demora mais de 30 dias para dar entrada no laboratório. Isto impede a realização da análise e pode comprometer o bebê, caso seja positivo para alguma das doenças pesquisadas pelo "Teste do Pezinho". 43
  41. 41. 44
  42. 42. Comprometido: Deve-se cuidar para que a ficha com as amostras de sangue não sejam colocadas em locais onde haja manipulação de líquidos e gases (pias, lavatórios, salas de esterilização, etc.), Evitando assim a contaminação. Cuidar também para que não haja insetos no local onde se aguarda a secagem do sangue das amostras. Contaminado Transfusão: Colete sempre o sangue antes da transfusão ser realizada. Se você coletar após a transfusão o teste do pezinho não poderá ser realizado, pois o sangue transfundido altera o resultado do exame.Em caso de necessidade de repetição só poderá ser coletado novamente o sangue após 90 dias (3 meses) decorrida a transfusão anterior. 45
  43. 43. Amassada/arranhada Amostra sem sangue Amostra correta 46
  44. 44. O papel da enfermagem no PNTN 47
  45. 45. bibliografia APAE/SP. Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais/SP. Mais sobre o Teste do Pezinho. [acesso em 16 mar 2009]. Disponível em: <http://apaesp.org.br/testedopezinhohome. aspx>. BACKES, Carlos Eduardo. Triagem Neonatal como um problema de Saúde Pública. Rev. Bras. Hematol. Hemoter. , 2005:27 (1) 43-47. Bandeira FMC et al. 1999. Características de recém-nascidos portadores de hemoglobina "S" detectados através de triagem em sangue de cordão umbilical. Journal of Pediatics. 75 (3):167- 171. BEHRMAN, Richard E.; KLIEGMAN, Robert M.; JENSON, Hal B., Nelson: Tratado de Pediatria. 17º ed., Volume 1. Tradução Richard E. Bherman, Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Normas Técnicas e Rotinas Operacionais do Programa de Triagem Neonatal. Brasília (DF); 2002. ________. Ministério da Saúde. Manual de Normas Técnicas e Rotinas Operacionais do Programa de Triagem Neonatal. Brasília (DF); 2004._________. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n822, de 06 de junho de 2001.2001a [acesso em19 mar 2009]. Disponível em: <http://dtr2001.saude.gov.br/sas/portarias/port2001/gm/gm-822.htm>. _________. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 822, GM ANEXO I.Saúde da Pessoa com Deficiência. Implantação do Programa de Triagem Neonatal. 2001b. [acesso em 15 jan 2009]. Disponível em: <http://portal.saude.gov.br/porta/sas/sapd/visualizar_texto.cfm/idtxt=22728/anexo1.htm> __________. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 822, GM ANEXO II.Saúde da Pessoa com Deficiência. PNTN: Princípios e Diretrizes, Critérios/Exigências para Habilitação nas Fazes de Implantação.2001c. [acesso em 15 jan 2009]. Disponível em: <http://portal.saude.gov.br/porta/sas/sapd/visualizar_texto.cfm/idtxt=22729/anexo2.htm> 48
  46. 46. 49
  47. 47. OBRIGADA 50

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