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uma ligação emocional
e afectiva cuja
qualidade terá forte
impacto na adaptação à
realidade, sobretudo no
plano do
relacionamento
interpessoal. A mãe é,
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social e afectivo da
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qual, habitualmente,
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vinculação bastante
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explora o meio.
· A criança chora
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separação mostra-
se perturbada e
não é
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· Nos
reencontros com
a mãe, a criança
saúda-a
ativamente,
sinaliza-a e
procura o
contacto com ela.
· Existe
equilíbrio entre
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comportamentos
de vinculação e de
exploração.
Vinculação Insegura
Ambivalente:
· A criança
permanece junto da
mãe, aparenta
alguma ansiedade e
explora pouco o meio.
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mostra-se
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· Nos reencontros
com a mãe o
comportamento da
criança pode alternar,
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contacto e contacto
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com a mãe, a criança
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Evitante:
· A criança permanece
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criança pode chorar ou
não e, se ficar perturbada
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· Nos reencontros com
a mãe, a criança desvia o
olhar e evita o contacto
com ela.
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segura proporciona à
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segura, a criança
canaliza a sua energia
psíquica para a
exploração do meio
que a rodeia. As mães
de crianças seguras
revelam-se empáticas
face às necessidades da
criança, sendo que
identificam os sinais da
criança e reagem
pronta e
adequadamente à
sinalização. Avaliam o
cuidado a prestar à
criança,
principalmente, em
função da situação e do
temperamento da
criança. São por norma
mães disponíveis,
carinhosas e
cooperantes.
Vinculação
Desorganizada:
· O comportamento da
criança parece não ter
um objectivo claro ou
uma explicação.
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manifesta medo da
mãe e alguma confusão
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Bebé
Influência da
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  • 5.
  • 6. Jean- Dominique Família Papinou (pai) Filhos Pessoas chegadas Amigos Laurent Joséphine Céline Théophile Hortense Céleste
  • 7. A importância do afeto no desenvolvimento do ser humano: A Relação Mãe - BebéAprendizagem Grande parte da aprendizagem da criança verifica-se no plano do desenvolvimento social e afectivo. Aquela aprende a interagir com os outros e forma laços afectivos e pessoais. O que é: é a primeira forma de socialização e tem consequências duráveis e importantes do ponto de vista social e emocional. vinculação é o laço afectivo especial que se desenvolve entre o bebé e a pessoa que dele cuida e que lhe dá segurança emocional e conforto. ligação física Com o corte do cordão umbilical termina uma ligaç ão física mui to íntima em relação à mãe ligação emocional e afectiva uma ligação emocional e afectiva cuja qualidade terá forte impacto na adaptação à realidade, sobretudo no plano do relacionamento interpessoal. A mãe é, nos primeiros tempos de vida, o elemento central do universo social e afectivo da criança e aquele com o qual, habitualmente, estabelece uma vinculação bastante forte.
  • 8. Tipos de vinculação Vinculação Segura: A criança utiliza a mãe como base de segurança a partir da qual explora o meio. · A criança chora com pouca frequência no entanto, nos momentos de separação mostra- se perturbada e não é reconfortada por outras pessoas. · Nos reencontros com a mãe, a criança saúda-a ativamente, sinaliza-a e procura o contacto com ela. · Existe equilíbrio entre os comportamentos de vinculação e de exploração. Vinculação Insegura Ambivalente: · A criança permanece junto da mãe, aparenta alguma ansiedade e explora pouco o meio. · Nos momentos de separação a criança mostra-se muito perturbada. · Nos reencontros com a mãe o comportamento da criança pode alternar, entre tentativas de contacto e contacto com sinais de rejeição (empurrar, pontapés…) · Após o reencontro com a mãe, a criança fica vigilante. · Os comportamentos de vinculação predominam face aos comportamentos exploratórios. Vinculação Insegura Evitante: · A criança permanece mais ou menos indiferente quanto à proximidade da mãe e entrega-se à exploração do meio. · Na ausência da mãe a criança pode chorar ou não e, se ficar perturbada é provável que outras pessoas a consigam reconfortar. · Nos reencontros com a mãe, a criança desvia o olhar e evita o contacto com ela. · Os comportamentos exploratórios prevalecem face aos comportamentos de vinculação. A vinculação segura proporciona à criança uma maior disponibilidade de fazer mais aprendizagens, uma vez que se sente segura, a criança canaliza a sua energia psíquica para a exploração do meio que a rodeia. As mães de crianças seguras revelam-se empáticas face às necessidades da criança, sendo que identificam os sinais da criança e reagem pronta e adequadamente à sinalização. Avaliam o cuidado a prestar à criança, principalmente, em função da situação e do temperamento da criança. São por norma mães disponíveis, carinhosas e cooperantes. Vinculação Desorganizada: · O comportamento da criança parece não ter um objectivo claro ou uma explicação. · A criança executa movimentos incompletos, estereoti pados e paragens. · A criança manifesta medo da mãe e alguma confusão ou desorientação.
  • 9. A Relação Mãe - Bebé Influência da família na construção da autoestima dos filhos O que influencia Comportamento Visão da vida A falta de influencia ou falta de afeto parental pode levar a que a criança tenha tipos de comportament os incorretos ou até mesmo “explosivos” A influencia que os pais têm pode levar ao modo de como as crianças vêm a vida. Por exemplo a falta de afeto dos mesmos pode levar a uma visão muito negativista. Aceitação As crianças procuram sempre a aceitação dos seus pais sendo que a falta da mesma pode levar a criança a ter atitudes extremas para ter a aceitação dos pais.
  • 10. Autoestima Mudanças e transformações na sociedade A influência da familía Relacionamentos familiares Modelo estrutural Vivemos hoje, num mundo onde há uma crise de valores. E quando nossos jovens entram neste mundo adotado de posturas e comportamentos, sofrem transtornos emocionais. Antigamente, cada membro da família tinha seus papéis bem concretos. A convivência e a atenção com o filhos eram mais presentes em sua rotina, pelo fato da mãe cuidar apenas dos afazeres domésticos e dos filhos. Com a ida das mulheres ao mercado de trabalho esta convivência afetiva se distanciou, provocando nas crianças e adolescentes uma baixa autoestima. Baixa autoestima Causas Abuso sexual Maus tratos Gravidez na adolescência Discussões entre os pais