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Organização Ofensiva
Pré -Temporada 2017/18
Bruno Fidalgo
Relatório de Análise de Jogo| Notas de Jogo
Nº Titulares Pos
12 Tiago Sá GR
4 Jefferson LE
34 Raúl Silva DC
3 Rosic DC
47 Esgaio LD
35 Vukcevic MC
27 Fransérgio MC
26 F. Martins ME
23 P. Santos MD
99 Dyego Sousa AC
17 Rui Fonte AC
SC Braga vs CD Aves
Resultado
3-0
Marcadores
Sáb 8/07/17
Estrutura tática | 4-4-2 TR| Abel Ferreira
Nº Suplentes Pos
22 Anthony D’ Alberto DC
42 Inácio Miguel DC
97 Lucas Cunha LD
87 M. Goiano LE
14 R.Assis MC
8 M. Bakic MC
Nº Suplentes Pos
9 Hassan AC
20 Paulinho ME
7 Wilson Eduardo AC
71 P.Neto MD
Alterações Táticas | Apontamentos e notas individuais
• Onze inicial | 4-4-2 • Onze final | 4-4-2
Fransérgio | Enorme
preponderância em todo
o momento ofensivo,
sobretudo na fase de
construção. Forte
capacidade para ligar em
passe curto e longo.
Efetou muitos passes por
dentro, a queimar linhas.
Fábio Martins | Nem
sempre foi brilhante na
forma como recebia
entre linhas, ainda assim,
revelou uma
variabilidade de
movimentos importante.
Rui Fonte | Muito
versátil na forma como
se moveu na frente de
ataque. Procurou a
profundidade com
qualidade e surgiu
também em apoio.
Importante em zonas de
finalização.
Alterações estruturais e substituições | Não existiram alterações
estruturais durante toda a partida. Foi a partir de um 4-4-2 clássico
que a equipa foi evoluindo.
O jogo foi de carácter amigável e por isso foram muitas as
substituições efectuadas. (Optei por não as indicar e falar,
sobretudo, dos jogadores mais utilizados).
F.Martins é destro e jogou a partir da esquerda. P.Santos é
esquerdino e jogou a partir da direita.
Raúl Silva esquerdino (central pela esquerda). Rosic destro (central
pela direita).
O adversário organizou-se, defensivamente, em 4-4-2 clássico.
Relatório de Análise de Jogo| Fase de Contrução
 Durante todo o momento ofensivo a equipa alterou os seus posicionamentos.
 Nesta fase do jogo, a equipa revelou versatilidade na forma como incluiu os médios na 1ª fase de construção.
 Tanto Fransérgio como Vukcevic integraram a linha mais recuada de forma a permitir a projeção dos laterais.
 Utilizando, sobretudo uma saída a 3, a equipa construiu com uma grande amplitude. Os dois laterais projetavam-se em
simultâneo nesta fase, enquanto os médios alas derivavam para zonas interiores. Tendencialmente, um dos médios centro
baixava para o meio dos centrais. Também o fizeram à direita ou à esquerda.
 Fransérgio aprensentou algumas lacunas na forma como se mostra para receber. Em determinados momentos fechou o
campo de visão e poderia ter facilitado a pressão. Raúl, à esquerda, também alargou em demasia a linha de 3, o que
condicionou a ligação exterior com o lateral. Rosic, à direita, demonstrou dificuldades em ser vertical.
 A equipa revelou paciência nesta fase do jogo, ainda que pudesse ter sido mais rápida na circulação. Por vezes,
demonstraram incapaciade para desiquilibrar desde trás.
 Raramente foram pressionados. Quando foram, apresentaram soluções para sair da pressão. Os centrais utilizaram o médio
ala (apoio frontal) para ligar com médio centro (livre).
 Os centrais raramente provocaram ou progrediram com bola, acabando por bloquer diversas vezes. Raúl e sobretudo Fransérgio, apresentaram argumentos nos
passes que permitiram encontrar colegas entre linhas.
 O SC Braga priviligiou uma saída curta e apoiada, assente no passe curto e no jogo posicional. Ainda assim, não foram raras as vezes que optaram pelo passe
longo desde trás. Estes passes procuraram sobretudo os avançados, que atacavam a profundidade a partir do lado cego dos centrais mas também os laterais
que se projetavam. Neste capítulo, destaque, novamente, para Fransérgio.
 Nesta fase, é importante destacar a variabilidade de movimentos dos “médios alas”. Fábio Martins e Pedro Santos alteraram a forma como pretendem receber.
Muitas vezes baixaram em apoio para receber fora do bloco, trazendo com eles, opositores. Nestes momentos, raramente enquadraram. Noutros momentos,
optaram por se posicionar entre linhas. Nesses casos, a equipa ganhou maior profundidade.
Relatório de Análise de Jogo| Fase de Contrução e Criação
 A equipa nem sempre aproveitou da melhor forma a superioridade criada através da saída
a 3. Os centrais não conduziaram e os médios alas baixaram, muitas vezes, para zonas
que prejudicaram a progressão. Ainda assim, entraram muitas vezes em zonas de criação
através do futebol apoiado. Os laterais foram muito solicitados.
 Nesta fase, os médios centro funcionaram, sobretudo, como coberturas ofensivas,
possibilitando as frequentes variações de centro de jogo e precavendo a perda da bola.
 Fransérgio continuou a demonstrar qualidade na forma como encontrava os colegas, no
corredor central, entre linhas.
 P.Santos e F.Martins surgiram imensas vezes entre linhas, ainda tenham tido dificuldades
em dar sequências aos passes que recebiam nessas zonas.
 Também nesta fase, foram surgindo alguns movimentos interessantes de ataque à
profundidade. Após passe recuado, vimos o médio ala do lado contrário a ameçar o espaço
entre centrais, ao mesmo tempo que o avançado baixava em apoio. Estas ações nem
sempre estiveram totalmente coordenadas mas notaram-se as intenções.
 Com a bola a entrar no lateral, vimos diagonais dos avançados nesse corredor ou mesmo
do médio ala que, partindo de uma posição interior, procurava a diagonal para fora.
 Os avançados procuraram imenso o lado cego dos centrais na altura de atacar a
profundidade.
 Em algumas situações pontuais, R.Esgaio surgiu por dentro, dando a linha a P.Santos.
Relatório de Análise de Jogo| Fase de Criação e Finalização
 A equipa conseguiu alternar a forma como atacou. Fê-lo mais por fora ainda que tenha
demonstrado capacidade para ameaçar por dentro. À circulação à largura e procura de
espaços para aumentar velocidade por fora, adicionaram momento de aceleração no
corredor central.
 Quando a bola entrou entre linhas, os avançados procuraram rápido a profundidade, ainda
que raramente tenham conseguido receber. Com bola no corredor lateral, variaram entre a
criação de superioridade através de deslocamentos laterais ou, havendo mais espaço para
o lateral, procuraram preencher as zonas de finalização.
 Quando a equipa jogou por fora, nem sempre foram tomadas as melhores opções. Existiu
alguma precipitação na forma como se optou pelo cruzamento. Muitas vezes com 1 ou 2
jogadores na área em clara situação de inferioridade numérica e espacial.
 Nesta fase, sempre que o ataque se desenvolve por um dos corredores exteriores, os
laterais revelam preocupações em ajustar o seu posicionamento. Normalmente fecham
ligeiramente dentro, na linha do médios centro, equilibrando a equipa durante o ataque.
 Na maioria dos casos a equipa chegou a zonas de finalização através de cruzamentos.
Jefferson foi o jogador que mais procurou solicitar os seus colegas. A tendência foi para
colocar um passe entre a linha defensiva e o GR a meia altura ou rasteira.
 Os avançados e o médio ala do lado contrário procuraram preencher as zona de finalização
na grande área. Destaque para os contra-movimentos feitos por Rui Fonte!

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  • 2. Relatório de Análise de Jogo| Notas de Jogo Nº Titulares Pos 12 Tiago Sá GR 4 Jefferson LE 34 Raúl Silva DC 3 Rosic DC 47 Esgaio LD 35 Vukcevic MC 27 Fransérgio MC 26 F. Martins ME 23 P. Santos MD 99 Dyego Sousa AC 17 Rui Fonte AC SC Braga vs CD Aves Resultado 3-0 Marcadores Sáb 8/07/17 Estrutura tática | 4-4-2 TR| Abel Ferreira Nº Suplentes Pos 22 Anthony D’ Alberto DC 42 Inácio Miguel DC 97 Lucas Cunha LD 87 M. Goiano LE 14 R.Assis MC 8 M. Bakic MC Nº Suplentes Pos 9 Hassan AC 20 Paulinho ME 7 Wilson Eduardo AC 71 P.Neto MD
  • 3. Alterações Táticas | Apontamentos e notas individuais • Onze inicial | 4-4-2 • Onze final | 4-4-2 Fransérgio | Enorme preponderância em todo o momento ofensivo, sobretudo na fase de construção. Forte capacidade para ligar em passe curto e longo. Efetou muitos passes por dentro, a queimar linhas. Fábio Martins | Nem sempre foi brilhante na forma como recebia entre linhas, ainda assim, revelou uma variabilidade de movimentos importante. Rui Fonte | Muito versátil na forma como se moveu na frente de ataque. Procurou a profundidade com qualidade e surgiu também em apoio. Importante em zonas de finalização. Alterações estruturais e substituições | Não existiram alterações estruturais durante toda a partida. Foi a partir de um 4-4-2 clássico que a equipa foi evoluindo. O jogo foi de carácter amigável e por isso foram muitas as substituições efectuadas. (Optei por não as indicar e falar, sobretudo, dos jogadores mais utilizados). F.Martins é destro e jogou a partir da esquerda. P.Santos é esquerdino e jogou a partir da direita. Raúl Silva esquerdino (central pela esquerda). Rosic destro (central pela direita). O adversário organizou-se, defensivamente, em 4-4-2 clássico.
  • 4. Relatório de Análise de Jogo| Fase de Contrução  Durante todo o momento ofensivo a equipa alterou os seus posicionamentos.  Nesta fase do jogo, a equipa revelou versatilidade na forma como incluiu os médios na 1ª fase de construção.  Tanto Fransérgio como Vukcevic integraram a linha mais recuada de forma a permitir a projeção dos laterais.  Utilizando, sobretudo uma saída a 3, a equipa construiu com uma grande amplitude. Os dois laterais projetavam-se em simultâneo nesta fase, enquanto os médios alas derivavam para zonas interiores. Tendencialmente, um dos médios centro baixava para o meio dos centrais. Também o fizeram à direita ou à esquerda.  Fransérgio aprensentou algumas lacunas na forma como se mostra para receber. Em determinados momentos fechou o campo de visão e poderia ter facilitado a pressão. Raúl, à esquerda, também alargou em demasia a linha de 3, o que condicionou a ligação exterior com o lateral. Rosic, à direita, demonstrou dificuldades em ser vertical.  A equipa revelou paciência nesta fase do jogo, ainda que pudesse ter sido mais rápida na circulação. Por vezes, demonstraram incapaciade para desiquilibrar desde trás.  Raramente foram pressionados. Quando foram, apresentaram soluções para sair da pressão. Os centrais utilizaram o médio ala (apoio frontal) para ligar com médio centro (livre).  Os centrais raramente provocaram ou progrediram com bola, acabando por bloquer diversas vezes. Raúl e sobretudo Fransérgio, apresentaram argumentos nos passes que permitiram encontrar colegas entre linhas.  O SC Braga priviligiou uma saída curta e apoiada, assente no passe curto e no jogo posicional. Ainda assim, não foram raras as vezes que optaram pelo passe longo desde trás. Estes passes procuraram sobretudo os avançados, que atacavam a profundidade a partir do lado cego dos centrais mas também os laterais que se projetavam. Neste capítulo, destaque, novamente, para Fransérgio.  Nesta fase, é importante destacar a variabilidade de movimentos dos “médios alas”. Fábio Martins e Pedro Santos alteraram a forma como pretendem receber. Muitas vezes baixaram em apoio para receber fora do bloco, trazendo com eles, opositores. Nestes momentos, raramente enquadraram. Noutros momentos, optaram por se posicionar entre linhas. Nesses casos, a equipa ganhou maior profundidade.
  • 5. Relatório de Análise de Jogo| Fase de Contrução e Criação  A equipa nem sempre aproveitou da melhor forma a superioridade criada através da saída a 3. Os centrais não conduziaram e os médios alas baixaram, muitas vezes, para zonas que prejudicaram a progressão. Ainda assim, entraram muitas vezes em zonas de criação através do futebol apoiado. Os laterais foram muito solicitados.  Nesta fase, os médios centro funcionaram, sobretudo, como coberturas ofensivas, possibilitando as frequentes variações de centro de jogo e precavendo a perda da bola.  Fransérgio continuou a demonstrar qualidade na forma como encontrava os colegas, no corredor central, entre linhas.  P.Santos e F.Martins surgiram imensas vezes entre linhas, ainda tenham tido dificuldades em dar sequências aos passes que recebiam nessas zonas.  Também nesta fase, foram surgindo alguns movimentos interessantes de ataque à profundidade. Após passe recuado, vimos o médio ala do lado contrário a ameçar o espaço entre centrais, ao mesmo tempo que o avançado baixava em apoio. Estas ações nem sempre estiveram totalmente coordenadas mas notaram-se as intenções.  Com a bola a entrar no lateral, vimos diagonais dos avançados nesse corredor ou mesmo do médio ala que, partindo de uma posição interior, procurava a diagonal para fora.  Os avançados procuraram imenso o lado cego dos centrais na altura de atacar a profundidade.  Em algumas situações pontuais, R.Esgaio surgiu por dentro, dando a linha a P.Santos.
  • 6. Relatório de Análise de Jogo| Fase de Criação e Finalização  A equipa conseguiu alternar a forma como atacou. Fê-lo mais por fora ainda que tenha demonstrado capacidade para ameaçar por dentro. À circulação à largura e procura de espaços para aumentar velocidade por fora, adicionaram momento de aceleração no corredor central.  Quando a bola entrou entre linhas, os avançados procuraram rápido a profundidade, ainda que raramente tenham conseguido receber. Com bola no corredor lateral, variaram entre a criação de superioridade através de deslocamentos laterais ou, havendo mais espaço para o lateral, procuraram preencher as zonas de finalização.  Quando a equipa jogou por fora, nem sempre foram tomadas as melhores opções. Existiu alguma precipitação na forma como se optou pelo cruzamento. Muitas vezes com 1 ou 2 jogadores na área em clara situação de inferioridade numérica e espacial.  Nesta fase, sempre que o ataque se desenvolve por um dos corredores exteriores, os laterais revelam preocupações em ajustar o seu posicionamento. Normalmente fecham ligeiramente dentro, na linha do médios centro, equilibrando a equipa durante o ataque.  Na maioria dos casos a equipa chegou a zonas de finalização através de cruzamentos. Jefferson foi o jogador que mais procurou solicitar os seus colegas. A tendência foi para colocar um passe entre a linha defensiva e o GR a meia altura ou rasteira.  Os avançados e o médio ala do lado contrário procuraram preencher as zona de finalização na grande área. Destaque para os contra-movimentos feitos por Rui Fonte!