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Como lidar com situações difíceis - Durante e após o divórcio

Trabalho de Seminário Integrado sobre os capítulos 7 e 8 do livro "Educação Infantil - Como lidar com situações difíceis?". Este trabalho aborda um assunto muito intrigante, que é a separação dos pais, a guarda, novos relacionamentos e etc.. Assunto muito importante pare ser estudado, pois é uma coisa muito comum de se acontecer nos dias de hoje e os professores tem um papel muito importante nesta hora, porque é na escola que a criança passa sua maior parte do dia, sendo assim é neste ambiente onde ela poderá se sentir bem e se abrir caso ela esteja muito triste. Além de tudo isso, o slide também trás ideias de atividades inclusas nos capítulos 23 e 24 do livro para fazer com as crianças que estejam passando, não só por esse problema, mas como tantos outros.

Como lidar com situações difíceis - Durante e após o divórcio

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Como lidar com situações
difíceis?
DURANTE E APÓS O DIVÓRCIO
Separação e divórcio: Examinando a
questão
 O divórcio não é um problema ou evento único. Ele é prolongado, começando
com estresse e brigas na família e progredindo até a separação, disputas pela
guarda dos filhos, adaptações na família, sentimentos difíceis nos momentos de
visita, dificuldades com outros familiares, namoro dos pais, novo casamento e
famílias novas. Os conflitos entre os pais ás vezes podem aumentar após o
divórcio, com consequências negativas para as crianças. As famílias que passam
por um divórcio geralmente sentem um certo grau de dor e tensão.
 Pais com guarda legal compartilhada dividem o processo de tomada de decisões
em questões relacionadas com a criança, como a formação religiosa, a
escolarização e os cuidados médicos. Eles devem tentar se dar bem, ser civilizados
na presença da criança e não se criticarem.
 O ambiente da creche ou da escola, por ser terreno neutro, muitas vezes se torna
o local onde as crianças são transferidas entre os pais, e onde eles deixam
recados.
 Os professores têm que evitar adotar lados ou representar um dos pais para o
outro.
Considerações Sobre o Desenvolvimento
Infantil
 Você vai me trocar? As crianças podem temer que, se os pais pararem de se amar, eles
também não as amarão mais.
 Sentimentos de negação. É comum que as crianças neguem o problema inicialmente.
Os pais podem precisar repetir a mensagem muitas vezes.
 Culpa e responsabilidade. Elas podem sentir que fizeram o pai ir embora, ou que são
responsáveis pelas brigas dos pais. A culpa que elas carregam acaba com a sua
autoestima
 Se elas foram muito, muito boas, então... As crianças que pensam que causaram o
divórcio, podem pensar que podem “descausar” o divórcio se forem muito boas e
adoráveis, ficando doentes, tornando-se um problema na escola ou fazendo outras
coisas para chamar a atenção dos pais.
 Sentindo-se impotente. Elas podem se sentir desimportante porque não é a
principal preocupação dos pais.
 Necessidade de atenção extra. Precisam de atenção extra dos pais recém-
separados, que frequentemente têm muito menos tempo e energia mental para
dedicar à criança. À medida que os pais lutam para desenvolver independência e
autoestima, a criança pode ser deixada para trás.
 Problemas de criação. Os pais podem perder a capacidade de criar os filhos e os
filhos podem ter menos supervisão e atenção.
 Sentindo-se abandonado. As crianças podem se sentir abandonadas pelos pai
ausente e temer que o outro também as deixe. Os pais às vezes não dão nenhuma
explicação aos seus filhos quando contratam uma babá e começam a sair a noite.
Isso aumenta os sentimentos de abandono da criança podendo deixá-la mais
temerosa e insegura.
 Dia de troca. Ela pode ter dificuldade para encontrar seu rumo no novo ambiente
e testar seus limites. Isso ocorre especialmente com crianças menores.
 Agressividade e raiva. Crianças que testemunharam violência doméstica são mais
prováveis de ser fisicamente agressivas.

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Como lidar com situações difíceis - Durante e após o divórcio

  • 1. Como lidar com situações difíceis? DURANTE E APÓS O DIVÓRCIO
  • 2. Separação e divórcio: Examinando a questão  O divórcio não é um problema ou evento único. Ele é prolongado, começando com estresse e brigas na família e progredindo até a separação, disputas pela guarda dos filhos, adaptações na família, sentimentos difíceis nos momentos de visita, dificuldades com outros familiares, namoro dos pais, novo casamento e famílias novas. Os conflitos entre os pais ás vezes podem aumentar após o divórcio, com consequências negativas para as crianças. As famílias que passam por um divórcio geralmente sentem um certo grau de dor e tensão.  Pais com guarda legal compartilhada dividem o processo de tomada de decisões em questões relacionadas com a criança, como a formação religiosa, a escolarização e os cuidados médicos. Eles devem tentar se dar bem, ser civilizados na presença da criança e não se criticarem.
  • 3.  O ambiente da creche ou da escola, por ser terreno neutro, muitas vezes se torna o local onde as crianças são transferidas entre os pais, e onde eles deixam recados.  Os professores têm que evitar adotar lados ou representar um dos pais para o outro.
  • 4. Considerações Sobre o Desenvolvimento Infantil  Você vai me trocar? As crianças podem temer que, se os pais pararem de se amar, eles também não as amarão mais.  Sentimentos de negação. É comum que as crianças neguem o problema inicialmente. Os pais podem precisar repetir a mensagem muitas vezes.  Culpa e responsabilidade. Elas podem sentir que fizeram o pai ir embora, ou que são responsáveis pelas brigas dos pais. A culpa que elas carregam acaba com a sua autoestima  Se elas foram muito, muito boas, então... As crianças que pensam que causaram o divórcio, podem pensar que podem “descausar” o divórcio se forem muito boas e adoráveis, ficando doentes, tornando-se um problema na escola ou fazendo outras coisas para chamar a atenção dos pais.
  • 5.  Sentindo-se impotente. Elas podem se sentir desimportante porque não é a principal preocupação dos pais.  Necessidade de atenção extra. Precisam de atenção extra dos pais recém- separados, que frequentemente têm muito menos tempo e energia mental para dedicar à criança. À medida que os pais lutam para desenvolver independência e autoestima, a criança pode ser deixada para trás.  Problemas de criação. Os pais podem perder a capacidade de criar os filhos e os filhos podem ter menos supervisão e atenção.
  • 6.  Sentindo-se abandonado. As crianças podem se sentir abandonadas pelos pai ausente e temer que o outro também as deixe. Os pais às vezes não dão nenhuma explicação aos seus filhos quando contratam uma babá e começam a sair a noite. Isso aumenta os sentimentos de abandono da criança podendo deixá-la mais temerosa e insegura.  Dia de troca. Ela pode ter dificuldade para encontrar seu rumo no novo ambiente e testar seus limites. Isso ocorre especialmente com crianças menores.  Agressividade e raiva. Crianças que testemunharam violência doméstica são mais prováveis de ser fisicamente agressivas.
  • 7. Quando Procurar Ajuda  Regressão. Elas podem ter comportamentos como chupar o dedo, usar padrões de fala imaturos, urinar na cama e ficar mais apegadas.  Menos autoestima. Discussões com os amigos, retraimento, agressividade, ataques temperamentais.  Depressão. Tristeza extrema, retraimento, indiferença, falta de concentração e envolvimento em atividades, todos são sintomas de depressão em crianças. Se esses sintomas durarem por muito tempo, são sinais de que a criança precisa de ajuda extra.  Atuação. Ela pode se comportar de maneira agressiva e ter problemas frequentes na escola- talvez na esperança de chamar a atenção dos pais pra si.  Doenças. A criança pode fingir estar doente ou desenvolver uma doença real ou se machucar para fazer os pais se concentrarem nela. Obs: Se os comportamentos continuarem por um período prolongado ou forem muito incomuns para aquela criança, converse com outras pessoas e recomende apoio para ela.
  • 8. Quem Pode Ajudar  Uma agência de orientação familiar;  Terapeutas de casais e de família;  Religiosos;  Mediadores de guarda.
  • 9. Como Lidar  Oferecer estabilidade, amizade e apoio para a criança e seus pais pode ajudar durante o estresse do divórcio.
  • 10. Como Lidar com a Equipe  Estimule o uso de terminologia positiva. Oriente as pessoas a não usarem o termo “lar destruído”.  Investigue outras questões. Não pense que todas as dificuldades da criança devem-se unicamente do divórcio. Alguns problemas podem não ter nenhuma relação.
  • 11. Como Lidar com a Criança  Mantenha-se disponível para a criança. Fale que você sabe da situação e que está disponível para conversar e para ouvir. Não se intrometa ou pressione a criança para se abrir.  Estimule a expressão. Faça atividades sobre sentimentos, para que as crianças aprendam que todos temos uma variedade de sentimentos e emoções e para ajudá-las a falar sobre eles. Elas devem se sentir livres para expressar suas emoções.  Trabalhe com a aceitação das mudanças. Fale sobre mudanças e faça atividades para reforçar a ideia de que as mudanças fazem parte da vida.  Desestimule a culpa. Elas precisam ser lembradas que não têm culpa do divórcio ou da separação de seus pais. Os pais são as melhores pessoas para transmitir essa mensagem, mas o professor também pode ajudar. As crianças também devem saber que não podem fazer nada para fazer seus pais voltarem.
  • 12.  Reforce o amor dos pais. Enfatize para as crianças que, embora as pessoas possam deixar de ser marido e mulher, elas nunca vão deixam de ser o papai e a mamãe.  Enfatize o amor e a segurança. A criança deve ouvir dos pais, e você deve reforçar essa mensagem positivamente, que sempre cuidarão, protegerão e as amarão, não importa o que os adultos decidirem sobre as coisas práticas da vida.  Faça desenhos das pessoas que elas amam. Mostre para as crianças todas as pessoas diferentes que as amam e cuidam delas (incluindo você). Estimule-as a fazer desenhos de todas as pessoas de suas vidas que as amam.  Proporcione firmeza. É melhor que a criança, nessa hora, não mude de classes ou professores. Quanto menor a criança, mais isso será importante.
  • 13. Como lidar com as outras crianças  Ensine palavras relacionadas com a família. Discuta palavras relacionadas à família: recém-casados, mãe, pai, irmã, irmão, avós, tio, tia, primos, meios-irmãos, padrastos, madrastas. Desenvolva vocabulário. Fale com as crianças sobre todos os tipos de famílias.  Use livros infantis. Selecione livros infantis que representam todos os tipos de famílias.
  • 14. Como lidar com os bebês  Observe o estresse do bebê. Eles podem apresentar mais ansiedade na separação e podem precisar de mais contato físico e conforto.  Proporcione estabilidade nos cuidados. Não mude os professores do bebê enquanto a família estiver nessa transição.
  • 15. Como lidar com os pais  Mantenha-se informado. O diretor e os professores devem ser informados de mudanças importantes na casa que possam afetar o comportamento da criança na escola. Essa mensagem deve ser reafirmada periodicamente em boletins ou materiais enviados para casa. Garanta aos pais que a confidencialidade será mantida.  Apoie os pais. Os pais sentem-se vulneráveis nesse momento. Eles podem ter medo da suas criticas, podem precisar de seu apoio, respeito e aceitação como seres humanos e como pais.  Mantenha-se neutro. Se os pais precisam expressar sua raiva, oriente-os a não faze-lo na presença da criança. Os pais costumam pensar que as crianças não entendem ou não estão prestando atenção, mas já ouviram tudo. Não é bom para as crianças ouvir coisas negativas sobre seus pais. Fale a eles que realmente a crianças precisa ter sentimentos positivos para com ambos os pais. Se necessário, sugira que os pais conversem com você individualmente, ou sugira outro profissional, como um orientador familiar, para que os pais possam conversar.
  • 16.  Apresente o ponto de vista da criança. Seu papel é apresentar a perspectiva da criança e faze-los entender como não causar danos possíveis a criança. Fale sobre o que a criança pode estar pensando se ela revelar algo a você.  Sugira livros. Recomende materiais de leitura para adultos e crianças e indique outras pessoas e entidades da comunidade aos pais.  Faça o processo de transferência ser tranquilo. Tente desenvolver sistemas para que isso funcione, para que haja menos probabilidade de mensagens confusas ou faltas em sessões marcadas para depois das aulas. Em nome da criança, faça com que tudo seja o mais tranquilo e confortável possível.
  • 17.  Preste atenção na troca de residências. Anote os dias em que a criança reside com a mãe e os dias que passa com o pai. Talvez você precise ligar para a residência no caso de uma doença ou outras emergências, ou mandar mensagens escritas.  Mantenha registros dos arranjos legais de guarda.  Comunique-se com ambas as partes. Certifique-se de que ambos os pais recebem todos os comunicados escritos sobre o programa, como politicas escritas, avisos de reuniões, convites para eventos especiais e mudanças nos professores ou na sala de aula da criança.
  • 18. Depois do divórcio: Analisando a questão  Quando pais divorciados continuam com suas vidas e desenvolvem relacionamentos novos, seus filhos que podem estar se debatendo com a perda, a raiva e medo relacionados com o divórcio tem uma adaptação nova e difícil a fazer.  Os namoros dos pais podem causar sentimentos de ciúme e ressentimento no outro cônjuge. Às vezes podem usar a criança como espiã para obter informações e até instruí-las com maneiras de sabotar o novo relacionamento. Isso sempre é prejudicial á criança com os novos pais. Ademais, por estar envolvida na alegria do novo relacionamento , a pessoa nova pode não estar disponível para a criança e pode não notar que ela está desconfortável com a situação.
  • 19. Considerações sobre o desenvolvimento infantil  Como regra geral , quanto menor a criança for na época do novo casamento , mas fácil será a sua adaptação aos novos pais .  Considerando :  Pensamento positivo  Lealdade para com os pais  Encaixando-se na nova família
  • 20.  Passar tempos a sós com os filhos biológicos  Passar tempo a sós com os padrastos  Evitar aspectos negativos
  • 21. Quando procurar ajuda  Regressão  Autoestima reduzida  Depressão  Atuação  Doenças
  • 22. Como lidar com a criança  Ofereça segurança  incentive as crianças a brincarem com casas de bonecas  Faça apresentação de fantoches  Demonstre aceitação  Desfaça o mito da “madrasta má”
  • 23. Como lidar com os pais  Estimule a comunicação  Informe-se sobre a família  Seja sensível com relação a situação família  Reforce os relacionamentos  Estabelece limites
  • 24. Atividades:  Hora do circulo: Um dos valores da hora do circulo é desenvolver um sentido de pertencimento e intimidade para as crianças. A hora do circulo constrói um sentido de comunidade para as crianças. Nela você pode levantar temas sensíveis de maneira neutra e inofensiva, com livros, fantoches e entre outros. Assim as crianças aprendem que não são as únicas que passam por aquilo.
  • 25.  Brincadeira com casa de bonecas ou “casinha”: As casas de bonecas são muito uteis de ter em salas de aula em que as crianças estejam com crises ou traumas em suas vidas. Muitas crises giram em torno da família, e uma casa de bonecas dá à criança um cenário para dramatizar senas e controlar o drama.  Tenha cuidado para não interpretar demais: Ao ver temas problemáticos, como agressão contra uma boneca ou alguma forma de abuso de substancias, não pressuponha que isso significa um problema real. A criança pode estar representando algo que viu na televisão ou nas brincadeiras dos colegas.  Interrompa brincadeiras agressivas e que magoem os sentimentos dos outros colegas.  Observe por um período: Se os temas problemáticos continuarem apesar de seus esforços, fale com o seu coordenador sobre o problema. Você pode pedir ajuda para um psicólogo infantil ou para um assistente social.
  • 26.  Atividades criativas de arte: As crianças necessitam de muitas maneiras de contar a sua história, expressar suas emoções e influenciar o seu ambiente. Outras maneiras são pintar, rabiscar, desenhar, brincar com argila, cantar, dançar e etc..  Às vezes as crianças conseguem trabalhar sentimentos inconscientes no trabalho de arte, seja pelo simples movimento físico de espalhar tinta na página, que pode servir para liberar a tensão.  Os terapeutas, há muito tempo usam os desenhos das crianças para tentar descobrir as suas emoções. Os professores de E.I geralmente não tem formação para essa habilidade, e é importante ter cuidado para não interpretar demais os trabalhos das crianças.
  • 27.  Uma criança pode estar usando muita tinta vermelha e preta em uma pintura porque está se sentindo deprimida, com raiva ou porque realmente gosta de cores fortes! Ela pode se desenhar pequenina quando desenha sua família porque se sente pequena e insignificante ou porque apenas achava que não havia deixado espeço suficiente na página. Não se preocupe em interpretar os desenhos das crianças, embora você possa guardar alguns. A arte é terapêutica. Ela tem valor em si, sem nenhuma interpretação, é divertida, cria artes bonitas e dá uma ótima sensação!  Para crianças submetidas a estresse, a pintura muitas vezes é uma libertação bastante satisfatória. Tente manter essa atividade artística disponível como opção diária
  • 28.  Atividades com marcenaria: Bater e fazer barulho de maneira aceitável pode aliviar a tensão física causada pelo estresse e bater na bancada pode ser um redirecionamento satisfatório quando uma criança sente-se inclinada a bater em outra pessoa.
  • 29.  Música: Nela as crianças podem demonstrar emoções sem precisarem usar palavras. Sem contar, que a musica desenvolve a sensação de fazer parte de um grupo. Cantar é algo que as pessoas fazem juntas. Quando as crianças sabem a letra das mesmas canções e cantam juntas, sentem que fazem parte do mesmo grupo. Essa é uma razão para deixa-las cantarem a mesma canção repetidamente ao longo do ano.
  • 30.  Ler um livro sobre um tema que você sabe que está afetando uma criança pode ser a maneira ideal de iniciar uma conversa sem invadi-la.  Os livros podem ajudar as crianças a descobrir que não são os únicos a ter um determinado problema. E elas podem se sentir aliviadas ao saber disso.
  • 31.  Fantoches: É incrível tudo que uma criança pode contar a um fantoche! Uma criança tímida às vezes fala mais livremente por meio de um fantoche, pois os olhos de todos estão voltados para o fantoche, e não para ela. Uma criança medrosa ou preocupada talvez consiga expressar seus temores por meio do fantoche.  O fantoche também pode conversar com uma criança de cada vez. Às vezes, as crianças contam aos fantoches coisas que têm medo ou relutam para contar a uma pessoa. Usar fantoches dessa forma é especialmente proveitoso ao trabalhar com crianças em crise.
  • 32. Bruna Engelmann Graziela Klein Tainara Minks Curso Normal. Turma 106.