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  1. 1. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 1 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas Revisão de Gestão Ambiental 1 Prof. M.Sc. Alex Casañas +55(61) 8413-0351 - MSN - brulex@hotmail.com - SKYPE - casanasdf Redes Sociais e Parcerias Facebook: Brulex https://www.facebook.com/alex.casanas1 LinkedIn: Brulex http://br.linkedin.com/in/brulex Twitter: @brulex https://twitter.com/#!/brulex Empresa: www.agencialan.com.br – Marketing Digital www.brulex.com.br – Brulex Vantagens – Vantagem mesmo e ter desconto por resto da sua vida. Compre com Segurança Aqui - Parceria entre o Professor Alex com o site Submarino desde 1999 http://www.submarino.com.br/menu/1060/Livros/?franq=131531 2 Administração de Materiais e Patrimônio • Objetivos a serem alcançados: • Gestão de Centros de Distribuição •Classificação e codificação de materiais •Introdução ao código de barras •Movimentação dos materiais •Noções de arranjo físico •Equipamentos de movimentação e armazenagem de materiais 3
  2. 2. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 2 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas Administração de Materiais e Patrimônio • Objetivos a serem alcançados: • Gestão de Centros de Distribuição •Classificação e codificação de materiais •Introdução ao código de barras •Movimentação dos materiais •Noções de arranjo físico •Equipamentos de movimentação e armazenagem de materiais 4 • Conceito de material: – É o nome genérico de um componente, sobressalente, acessório, matéria­prima, materiais em geral, considerados como itens de utilização possível em uma organização. 5 Classificação e Codificação • Uma classificação de materiais envolve: – Uma identificação – análise e registro padronizado de dados descritivos de todos os itens; – Uma codificação – representação dos dados descritos de um item por meio de um código (numérico, alfanumérico ou alfabético); – Uma catalogação – consolidação e ordenação lógica dos dados de identificação e catalogação dos dados em um banco de dados. 6 Classificação e Codificação
  3. 3. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 3 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Objetivos da classificação de materiais: – Desenvolver um método de identificação dos materiais, de forma clara e racional, que padronize as comunicações internas e externas, no âmbito da Empresa. 7 Classificação e Codificação • Princípios utilizados na classificação dos materiais: – Arbitrário ­ Os materiais são codificados de forma seqüencial, na medida em que são incorporados no sistema de controle. – Simbólico ­ Os materiais são agrupados segundo uma classificação que guarda entre si uma relação de identidade. 8 Classificação e Codificação • Vantagens do princípio arbitrário: – Facilidade de aplicação. – Código de controle simplificado. – Custos de aplicação reduzidos – Desnecessário pessoal especializado. 9 Classificação e Codificação
  4. 4. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 4 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas Classificação e Codificação • Desvantagem do princípio arbitrário: – Inexistência de relação lógica entre o código aplicado e o tipo de material. – Não permite grupar os materiais em classes. – Dificulta o planejamento de estoques e a movimentação dos materiais e os processos de compras. 10 • Vantagens do princípio simbólico: – Emprega várias modalidades de codificação: • numérica • alfanumérica • alfabética – Permite criar uma estrutura lógica relacional entre o código e o material; – Codifica os materiais segundo grupos que guardam entre si uma relação de identidade; – Facilita uma rápida identificação do material. 11 Classificação e Codificação • Desvantagens do princípio simbólico: – Necessita de pessoal especializado. – Os custos de implantação são significativos. – Necessita de um estudo detalhado para a sua estruturação na empresa. – É de maior complexidade na sua aplicação. 12 Classificação e Codificação
  5. 5. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 5 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • O primeiro passo dado para o uso de uma classificação simbólica foi dado por Mervil Dewey, bibliógráfo norte­americano (Adams Center, Nova Iorque) que inventou a classificação decimal usada em bibliotecas, que passou a ser denominada de sistema decimal universal (SDU). 13 Classificação e Codificação • A classificação envolvia 10 grandes classes: – 000 ­ Obras Gerais – 100 ­ Filosofia – 200 ­ Religião – 300 ­ Ciências Sociais – 400 ­ Lingüística – 500 ­ Ciência Pura – 600 ­ Artes Aplicadas – 700 ­ Artes e Recreações – 800 ­ Literatura – 900 ­ História 14 Classificação e Codificação • Exemplo de utilização do SDU: – 500 – Ciência Pura – 510 ­ Matemática – 520 ­ Astronomia – 530 ­ Física – 540 ­ Química – 550 – Ciência do Solo – 560 ­ Paleontologia – 570 – Ciências Biológicas – 580 ­ Botânica – 590 ­ Zoologia 15 Classificação e Codificação
  6. 6. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 6 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Exemplo de utilização do SDU: • Subclasse540 ­ Química – 541 – Físico­Química – 542 – Laboratórios e Equipamentos – 543 – Química Analítica Geral – 544 – Química Analítica Qualitativa – 545 – Química Analítica Quantitativa – 546 – Química Inorgânica – 547 – Química Orgânica – 548 ­ Cristalografia – 549 ­ Mineralogia 16 Classificação e Codificação • Com essa classificação fica fácil identificar uma obra: – Por exemplo: suponha uma obra que tenha a classificação: • 5 4 1 17 Análise Química Química Ciência Pura Classificação e Codificação • Estrutura do Código Decimal Simplificado (UDS): – Chave aglutinadora – Chave simplificadora – Chave descritiva 18 XX - XX - XXX Chave Aglutinadora Chave Individualizadora Chave Descritiva Classificação e Codificação
  7. 7. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 7 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Exemplo de aplicação: 19 01 – Pregos 02 – Parafusos 03 – Porcas 04 - Arruelas Classificação e Codificação • Detalhamento do processo: 20 Código : 01 - 02 - 001 Ferragem Parafuso Cabeça Redonda com Fenda Classificação e Codificação • Sistema FSC – Federal Supply Classification – Foi desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, para uniformizar a: • Identificação • Codificação • Catalogação – Para todos os materiais movimentados pelos diversos orgãos do governo americano. 21 Classificação e Codificação
  8. 8. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 8 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Estrutura do FSC se baseia no denominado Federal Stock Number (FSN): 22 xx xx - xxx - xxxx Grupo Classe Número de Identificação Classificação e Codificação • Ficha de identificação do material: – Código do material – Nome do material – Descrição técnica – Referências de fornecedores e origem – Fontes de consultas – Embalagem – Acondicionamento – Permutabilidade – Aplicação 23 Classificação e Codificação • Bibliografia recomendada: – Dias, Marco Aurélio P. – Administração de Materiais – Edição Compacta – Ed. Atlas – págs. 176 / 179. – Francischini, Paulino G. e Gurgel, Floriano do Amaral – Administração de Materiais e do Patrimônio – Ed, Thopson/Pioneira.­ Págs. 117/140. – Gurgel, Floriano do Amaral – Logística Industrial – Ed. Atlas – págs. 176/185. 24 Classificação e Codificação
  9. 9. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 9 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Questões: – Qual o objetivo da classificação de materiais? – Quais procedimentosdevem ser consideradosna classificaçãodos materiais? – Quais os princípios utilizados na codificação de materiais? – Quais as vantagens e desvantagensde cada um dos princípios considerados? – Quais as característicasdo sistemade classificação UDS? – Quais as característicasdo sistemade classificação FSC? Em que ele se baseia? 25 Exercícios Recomendados Código de Barras • Neste tópico você vai identificar e explicar: – Código de Barras • A importância da utilização de um código de barras. • Os diversos tipos de código de barras. • Os custos envolvidos na implantação de sistemas de controle de materiais com código de barras. • Os benefícios da utilização de códigos de barras. • O impacto da automação dos processo com a implantação de códigos de barras. 26 • Por que utilizar um código de barras? – Um supermercado de médio porte realiza, em média, 250 mil operações de digitação por dia. – Vasta capacidade de homens/hora para alimentar um computador. – Grande possibilidade de erros na digitação dos dados. – Foi desenvolvido para automatizar os procedimentos de entradas de dados (data­entry). 27 Código de Barras
  10. 10. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 10 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Foram desenvolvidos dois métodos de entradas de dados: – Código magnético­ onde as informações são gravadas em material magnético. Esse sistema requer o contato físico entre a leitora do código e o código e necessita de material especial. – Código de barras – onde as informações são gravadas oticamente em materiais e tintas variadas. Esse sistema é de baixo custo, fácil de ser implantado e vem sendo largamente utilizado. 28 Código de Barras • Existem vários códigos de barra: – Código 39 – é alfanumérico e tem sua aplicação na indústriamecânica,pois se adapta bem à baixa qualidade de impressão. – Código IITF – é numérico, tambémse adapta bem à baixa qualidade de impressão e é muito utilizado na codificaçãode embalagens de embarque. – Códigos UPS e EAN – são numéricos,têm a mesma estrutura de codificação, utilizados principalmente no comérciode mercadorias e são compatíveisentre si. 29 Código de Barras • Existem vários códigos de barra: – EAN/DUN 14 – é um código destinado à marcação de caixas, fardos e unidades de despacho que contêm várias unidades de consumo. – EAN 13 ­ é um código destinado à identificação de produtos em suas embalagens de venda ao consumidor final. Tem 13 dígitos. Os três primeiros dígitos identificam o país de origem, no caso do Brasil, os dígitos são: 789. – EAN 8 – código de oito dígitos também destinado à identificação de produtos de consumo. Aplicado nos casos de embalagens de pouco espaço útil. 30 Código de Barras
  11. 11. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 11 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Alguns siglas utilizadas: – EAN – European Article Numbering – entidade que administra o sistemapadrão de numeração de produtos,serviços e locais. No Brasil é a EAN/Brasil – cujo site poderá ser acessado pelo endereço www.eanbrasil.gov.br. – EDI – Electronic Data Interchage – ferramenta de comunicaçãoque possibilita a transmissão entre computadoresde empresas, de documentosde negóciospré­formatadossegundo um padrão comum. – PDV – equipamentoque, além de registrar a venda ao cliente,funciona como a principal estação de captaçãode dados dentro da loja (scanner, leitores de cartão, etc). 31 Código de Barras • Sistema de identificação 32 (Fonte : www.eanbrasil.org.br) Código de Barras • Estrutura dos códigos de barras – exemplo: 33 (Fonte : www.eanbrasil.org.br) Código de Barras
  12. 12. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 12 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Na estrutura do código, o sistema de identificação inclui um dígito adicional, denominado variante logística: 34 (Fonte : www.eanbrasil.org.br) VL – XXX – XXXXX – XXXXX - XX Prefixo Indica o País de Origem Código da Empresa Código do Produto Dígito de Controle Variante logística { 1 ... 8} Código: EAN/DUN 14 Código de Barras • Estrutura da variante logística no código de barras: 35 (Fonte : www.eanbrasil.org.br) Código de Barras • Etiqueta de identificação – um exemplo: 36 (Fonte : www.eanbrasil.org.br) Código de Barras
  13. 13. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 13 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Custo: – Investimentos: • Equipamentos e aplicativos (softwares). • Rede de comunicação de dados. – Treinamento de pessoal • Na implantação do sistema. • Na manutenção do sistema. – Capacidade técnica: • Atualização permanente • Manter equipe mínima 37 Código de Barras • Benefícios: – Produtividade: • Melhores serviços e melhores vendas. • Redução dos custos. • Eliminação da papelada. • Agilidade. – Qualidade: • Melhoria no atendimento. • Redução de erros. • Aumento da segurança 38 Código de Barras • Automação: custos x benefícios: 39 ATENDIMENTO OPERAÇÃO GESTÃO INVESTIMENTO PROCESSOS RETORNOS Equipamentos Aplicativos Recursos Humanos Satisfação do Cliente Produtividade Lucratividade Parte. no Mercado Código de Barras
  14. 14. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 14 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Bibliografia recomendada: – Homepage: www.eanbrasil.org.br – Grossman, Fábio e Zyngier, M.Luiz ­ Código de barras – Da teoria à prática – ed. Novel 2a. Edição. – Francischini, Paulino G. e Gurgel, Floriano do Amaral – Administração de Materiais e do Patrimônio – Ed, Thopson/Pioneira.­ Págs. 117/140. – Gurgel, Floriano do Amaral – Logística Industrial – Ed. Atlas – págs. 176/185. 40 Código de Barras • Questões: – Qual a importância da utilização de um código de barra? – Qual a organização responsável, no Brasil, pela gestão da utilização de códigos de barras em produtos? – O que é variante logística em um código de barras? – Quais são os principais custosque são incorridos com a implantação de um sistemade código de barras? – Quais os benefíciosda utilização de um código de barras? – Quais são os impactos organizacionais da implantação de um código de barras em uma empresa? 41 Exercícios Recomendados • Neste tópico você vai identificar e explicar: – As atividades que envolvem a movimentação dos materiais. – As responsabilidades de um centro de distribuição de materiais. – A importância da realização de inventários físicos dos materiais. – Alguns métodos para realização de inventários físicos dos materiais. 42 Movimentação de Estoques
  15. 15. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 15 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Movimentação dos Estoques – Um Centro de Distribuição possui as seguintes funções básicas: 43 Centrode Distribuição RECEPÇÃO MOVIMENTAÇÃO EXPEDIÇÃO Movimentação de Estoques • A movimentação de Materiais é: – A atividade ou função da Administração de Materiais responsável pela geração de dados e/ou informações relativas ao fluxo contínuo das operações relacionadas com as entradas e saídas dos materiais dos Centros de Distribuição 44 Centro de Distribuição Entradas Saídas Movimentação de Estoques • As atividades relacionadas a um centro de distribuição envolvem: – Receber os materiais. – Identificaros materiais. – Despacharos materiais para as áreas de armazenagem. – Armazenar os materiais. – Escolheros materiais. – Preparar o despacho. – Despachar. – Operar equipamentosde movimentação/transportee outros. 45 Movimentação de Estoques
  16. 16. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 16 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • As entradas nos Centros de Distribuição ocorrem por: – Novas aquisições – Beneficiamento,reparo ou canibalização; – Devoluçãointerna; – Devoluçãoexterna; – Cessão de Terceiros; – Devoluçãode Empréstimo; – Transferênciaentre almoxarifados; – Alienação; – Ajustescontábeis( Sobra ). 46 Movimentação de Estoques • As saídas dos Centros de Distribuição ocorrem por: – Consumo interno; – Venda; – Beneficiamento, reparo ou canibalização; – Produção interna; – Alienação; – Terceiros; – Devolução a terceiros – Cessão a terceiros; – Transferência entre almoxarifados; – Ajustes contábeis (faltas). 47 Movimentação de Estoques • As operações de movimentação dos estoques de entradas e saídas envolve: – Usuários; – Controle de Estoques; – Produção; – Almoxarifados; – Contabilidade; – Vendas; – etc. 48 Movimentação de Estoques
  17. 17. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 17 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Essa movimentação implica na necessidade de se verificar que o estoque físico confere com o estoque existente nos livros contábeis. • Esse procedimento de verificação dos estoques denomina­se inventário físico. 49 Movimentação de Estoques • Quatro critérios básicos são utilizados para elaboração dos inventários: – Inventário anual. – Inventário rotativo. – Inventário automático. – Inventário programado. 50 Movimentação de Estoques • Inventário anual: – Esforço concentrado, produzindo pico de custo. – Gera impacto nas atividades da empresa, com almoxarifados de portas fechadas. – Produtividade de mão­de­obra decrescente, ocorrendo falhas durante o processo. 51 Movimentação de Estoques
  18. 18. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 18 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Inventário anual: – Almoxarifes “reaprendem” ano após ano; – As causas das divergências não são identificadas; – A confiabilidade não melhora. 52 Movimentação de Estoques • Inventário rotativo: – Sem grandes esforços, os custos do inventário são  distribuídos. – É possível a continuidade do atendimento, com  almoxarifados de portas abertas. – Incremento de produtividade com ações  preventivas que, em conseqüência, reduzem as  falhas. 53 Movimentação de Estoques • Inventário rotativo: – Almoxarifes tornam­se especialistas no processo e  nos ajustes; – O feedback imediato eleva a qualidade, havendo  motivação e participação geral, assim, as causas  das divergências são rapidamente identificadas – Aprimoramento contínuo da confiabilidade 54 Movimentação de Estoques
  19. 19. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 19 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Inventário automático: – É gerado automaticamente pelo sistema de  controle dos estoques, que envolve: • Entradas • Saídas • Saldos 55 Movimentação de Estoques • Inventário automático: – Sempre que um item de estoque: • Tiver saldo zero no sistema de controle. • A solicitação desse item for atendida parcialmente. • A solicitação desse item não for atendida. – O sistema vai gerar uma ordem para a realização  do inventário físico desse item de estoque! 56 Movimentação de Estoques • Inventário automático: – Sempre que um item de estoque: • Um item de material crítico é requisitado; • Um item de material crítico é recebido; • Ocorre uma transferência de localização do item de  estoque. – O sistema vai gerar uma ordem para a realização  do inventário físico desse item de estoque ! 57 Movimentação de Estoques
  20. 20. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 20 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Inventário programado: – É aquele em que os itens sofrem uma contagem física,  que é então comparada com os saldos existentes nos  registros contábeis, por meio de uma programação de  trabalho, onde os itens são inventários de acordo com  um critério estabelecido em função de sua  importância financeira (curva ABC). – Os empregados que trabalham nos inventários dos  estoques são normalmente denominados de  “conferentes de estoques”. 58 Movimentação de Estoques • Exemplo de programação de inventário físico: 59 Programa de Inventário Classe do item Amostragem Freqüência A1 100% Mensal A A2 100% Bimestral A3 100% Trimestral B1 100% Mensal B B2 20% Semestral B3 20% Anual C1 5% Semestral C C2 5% Anual C3 5% Anual Movimentação de Estoques • Bibliografia recomendada: – Dias, P. Marco Aurélio – Administração de  Materiais – Edição Compacta – Ed. Atlas ­ págs.  180 / 184  – Arnold, J.R.Tony – Administração de Materiais – Ed. Atlas ­págs. 361 / 369 60 Movimentação de Estoques
  21. 21. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 21 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Exercícios: – Dias, P. Marco Aurélio – Administração de  Materiais – Edição Compacta – Ed. Atlas. • Pág. 185 – questões: 1 / 12. 61 Exercícios Recomendados Unidade 3 • Neste tópico você vai identificar e explicar: – Noções de Arranjo Físico • As atribuições dos centros de distribuição. • Os três tipos de centros de distribuição. • A importância do planejamento da armazenagem. • A importância da unificação das cargas. • A importância da elaboração de um bom arranjo físico  para a armazenagem e movimentação dos materiais  nos centros de distribuição. • A importância da utilização de softwares para o projeto  de arranjos físicos de centros de distribuição. 62 Noções de Arranjo Físico • Os centros de distribuição de materiais destinam­se a: – Recebimento de cargas; – Armazenamento dos materiais; – Expedição dos materiais. • Os centros de distribuição transformam­se em pólos geradores de cargas. • Os centros de distribuição devem ficar em locais de  fácil acesso, permitindo utilização de diversos meios de  transporte (rodoviário, ferroviário, etc.). 63
  22. 22. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 22 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas Noções de Arranjo Físico • Os objetivos da administração de centros de  distribuição de materiais envolvem: – Oferecer atendimento adequado aos clientes. – Manter controle dos itens armazenados. – Minimizar os custos totais de movimentação dos  materiais. – Otimizar o espaço disponível para armazenamento  e manuseios dos materiais. – Utilizar um sistema ágil de localização de um item  de estoque existente na área do almoxarifado. 64 Noções de Arranjo Físico • Uma importante função de um centro de  distribuição refere­se à separação dos pedidos  e sua entrega ao cliente. • Para melhor atender aos clientes, os centros  de distribuição vêm disponibilizando  operações de separação e entrega de pedidos  por meio da modulação das cargas 65 Noções de Arranjo Físico • A modulação das cargas é um sistema estruturado  (modal) baseado no conceito de UNIMOV (unidade  de movimentação) que envolve: – Embalagemde contenção – embalagem em contato  direto com o produto. – Embalagemde apresentação – embalagem na qual o  produto é apresentado ao usuário no ponto­de­venda. – Embalagemde comercialização – embalagem que  contém um múltiplo da embalagem de apresentação. – Embalagemde movimentação – embalagem para ser  movimentada racionalmente por equipamentos  especiais. 66
  23. 23. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 23 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas Noções de Arranjo Físico • Os centros de distribuição podem ser classificados em três modalidades: – Armazéns primários – destinados a armazenamento de unidades de movimentação (UNIMOV). – Armazéns secundários – destinados a armazenamento de unidades de comercialização. – Armazéns terciários – destinados a armazenamento de unidades de apresentação (exemplo: supermercados). 67 Noções de Arranjo Físico • Uma armazenagem bem planejada permitirá: – Redução de perdas por quebra. – Diminuição dos acidentes de trabalho. – Menor tempo de movimentação das cargas. – Melhor aproveitamento do espaço disponível. 68 Noções de Arranjo Físico • Um importante fator para redução dos custos de movimentação dos materiais é o projeto do arranjo físico, que deverá levar em conta: – A rotatividade dos materiais. – O volume e peso dos itens estocados. – O fluxo de entrada e saída. – A similaridade entre os materiais. 69
  24. 24. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 24 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas Noções de Arranjo Físico • Um importante fator para redução dos custos de movimentação dosmateriais é o projeto do arranjo físico, que deverá levar em conta: – O armazenamento de materiais de valor (ouro, metais preciosos,etc) em áreas apropriadas. – O projeto de cargas unitárias (unit load). – O projeto de unidades de fornecimento(SKU – stock keep unit). – O acondicionamentoe a embalagem de cada material. – Normas para a conservação dos materiais. 70 Noções de Arranjo Físico • O arranjo físico é uma das chaves para a eficiência operacional de longo prazo. • Um layout eficaz pode auxiliar a organização em obter vantagens competitivas por meio da diferenciação : baixos custos ou respostas rápidas. • O objetivo da estratégia de layout é desenvolver um arranjo físico de forma econômica dentro da estratégia competitiva da organização. 71 Noções de Arranjo Físico • Desenvolvimento de um arranjo físico econômico envolve os seguintes pontos: – Projeto de produtos e volume (estratégia de produto). – Equipamentos e capacidades (estratégia de processo). – Qualidade de vida no trabalho (estratégia de recursos humanos). – Construções e restrições de localização (estratégia de localização). 72
  25. 25. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 25 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas Noções de Arranjo Físico • Arranjos físicos adequados permitem: – Altautilização do espaço, equipamentose pessoal. – Melhora no fluxo de informação, materiais e pessoal. – Melhorar a satisfação dos empregadose a segurança no trabalho. – Melhorar a interação entre clientes/consumidores. – Flexibilidade operacional. – Agilidade na expedição dos materiais. 73 Noções de Arranjo Físico • Requisitos para elaboração de um bom arranjo físico: – Umaexata compreensãoda capacidade e do espaço necessário; – Umaseleção apropriada dos equipamentosde movimentação; – Decisõescom respeito ao ambiente e na estética; – Identificaçãoe entendimentodas necessidadesde fluxo das informações; – Identificaçãodos custosde movimentaçãodas várias áreas de trabalho. 74 Noções de Arranjo Físico • Alguns softwares são utilizados para auxiliar o projeto de um bom arranjo físico, dentre eles: – CRAFT ­ alocação relativa computadorizadadas instalações. – ALDEP­ programas automatizados de projeto de arranjos físicos. – CRAFT 3­D. – CORELAP ­ planejamentocomputadorizadodo arranjo físico. – ARENA­ (www.paragon.com.br) – PROMODEL­ (www.promodel.com) 75
  26. 26. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 26 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas Noções de Arranjo Físico • www.paragon.com.br 76 Noções de Arranjo Físico • www.promodel.com 77 Noções de Arranjo Físico • Exemplo de arranjo físico: 78 Zonas Transportador Expedição Carri nho (Fonte: Heizer & Render Operation Management - Printice Hall)
  27. 27. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 27 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas Noções de Arranjo Físico • Bibliografia recomendada: – Dias, Marco Aurélio P – Administração de Materiais – Ed. Atlas – 4a. Edição ­ Págs. 297/306. – Arnold, J.R. Tony – Administração de Materiais – Ed. Atlas – Págs. 218/221 – Gurgel, Floriano do Amaral – Logística Industrial – Ed. Atlas – Págs. 131/152 79 Exercícios Recomendados • Questões: – Quais as principais funções de um centro de distribuição? – Que importante atividade se desenvolve em um centro de distribuição? – Quais são os principais objetivos de um arranjo físico? – O que é uma UNIMOV e como ela se apresenta? – Quais são os principais requisitos para elaboração de um bom arranjo físico? – Cite alguns softwares que são utilizados para os estudos dos arranjos físicos. – Visite os sites indicados (slides 15 e 16) e faça um pequeno relatório do conteúdo de cada um deles. 80 • Neste tópico 5 você vai identificar e explicar: – Equipamentos de movimentação e armazenagem; – O uso de equipamentos para o armazenamento dos materiais. • Os diversos tipos e modelos de equipamentos de movimentação e transporte de materiais. • Os critérios para utilização de cada equipamento destinado a armazenamento e à movimentação dos materiais. 81 Unidade 3
  28. 28. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 28 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • A movimentação e armazenamento de materiais envolve: – Análise das cargas a serem transportadas. – Tipos de embalagens utilizadas. – Modais de transporte (aéreo, ferroviário, rodoviário, etc). – Unidades de carga (recipiente onde a carga vai estar contida). – Critério de armazenamento (empilhamento, uso de prateleiras, etc.). 82 Equipamentos de movimentação e armazenagem • No armazenamentodos materiais são utilizados: – Paletes – estrados de madeira, metal ou plástico, que facilitam a carga, descarga e o empilhamentodos materiais. – Contentores – caixas metálicas ou de madeira, para o acondicionamentodo material, que permitem o seu empilhamento. – Estanterias– estruturas de metal que permitem a utilização máxima do espaço vertical do armazém. – Estruturas porta-paletes – estruturas de metal que permitemo armazenamentode paletes que não podem ser empilhados. 83 Equipamentos de movimentação e armazenagem • No armazenamentodos materiais são utilizadas: – Estruturas dinâmicas – também conhecidascomo drive-in – que facilitam a rotação do estoqueuma vez que elas são abastecidasde um lado e o material é retirado do outro lado, por meio da utilização de um sistemade plano inclinado. – Estruturas cantilver – especialmenteprojetadas para o armazenamentode cargas compridas, como barras de ferro, tubos de aço, tubos de plástico, etc. 84 Equipamentos de movimentação e armazenagem
  29. 29. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 29 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Os equipamentos de movimentação têm a seguinte classificação: 85 (Fonte : Novaes & Alvarenga in Logística Aplicada – Pioneira) Equipamentos de movimentação e armazenagem EQUIP. MOVIMENTAÇÃO MOVIMENTO HORIZONTAL MOVIMENTO HORIZONTAL E VERTICAL MANUAL MOTORIZADO CARRINHOS PALETEIRA COM OPERADOR AUTOMÁTICO A PÉ EM PÉ SENTADO ACIONADO COM TIMÃO REBOCADORES AUTOCARRINHOS TRATORES TRANSPORTES AUTOGUINDASTES REBOCADORES CONTROLADOS POR INSTRUÇÃO DESLOCAMENTO MANUAL MOTORIZADO GUINDASTES SOBRE RODAS CARRINHOS EMPILHADORAS EMPILHADEIRAS GUINDASTES OPERADOR A PÉ EM PÉ SENTADO GUINCHO ESCAVA- DEIRAS TIMÃO CONTRABA- LANCEADA PATOLA PATOLA MASTRO RETRÁTIL LONGO ALCANCE E CORREDOR ESTREITO CONTRABA- LANCEADO PATOLA LATERAL MULTIDI- RECIONAIS CONTROLE NA PLATAFORMA ELEVATÓRIA (ORDER-PICKING) • Palete de madeira padrão (1,00 m x 1,20 m x 0,80 m): 86 Equipamentos de movimentação e armazenagem • Exemplos de estruturas porta­paletes: 87 Equipamentos de movimentação e armazenagem
  30. 30. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 30 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Exemplos de estanterias: 88 Equipamentos de movimentação e armazenagem • Exemplo de estrutura especial para movimentação de materiais, normalmente utilizada em áreas de recebimento/expedição: 89 Transportador de roletes Correia transportadora Equipamentos de movimentação e armazenagem • Exemplo da utilização de mezanino para aumenta a utilização dos espaços na armazenagem de materiais: 90 Equipamentos de movimentação e armazenagem
  31. 31. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 31 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Exemplo da utilização de carrinhos para transporte de materiais: 91 Equipamentos de movimentação e armazenagem • Exemplo da utilização de sistemas de trans­ elevadores para aumentar o espaço vertical: 92 Equipamentos de movimentação e armazenagem • Exemplo de modelagem de espaços para expedição de materiais com uso de softwares especiais: 93 (Fonte: www.nrm.com) Equipamentos de movimentação e armazenagem
  32. 32. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 32 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Exemplo da utilização de plataformas e correias transportadoras na movimentação de materiais: 94 Equipamentos de movimentação e armazenagem • Empilhadeiras são classificadas em: – Empilhadeiras frontais – utilizadas por proporcionar flexibilidade operacional e permitir melhor aproveitamentodos espaçosde armazenagem. – Empilhadeiras laterais – equipamentoversátil e flexível destinado a manobra em pequenosespaços, de cargas pesadas, compridas e desajeitadas. – Empilhadeiras manuais – equipamentointermediário entreo carrinho manual e a empilhadeira motorizada. Utilizadas normalmentepara cargas entre 300 / 1.500 kg. 95 Equipamentos de movimentação e armazenagem • Exemplo da utilização de empilhadeiras para o armazenamento,movimentaçãoe expedição dos materiais: 96 Equipamentos de movimentação e armazenagem
  33. 33. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 33 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Vantagens e desvantagens do uso de carrinhos para o transporte de materiais: – Vantagens: • Baixo custo • Versatilidade • Baixíssimo custo de manutenção – Desvantagens: • Baixa velocidade de operação • Baixa produção • Capacidade de carga e raio de ação limitados. 97 Equipamentos de movimentação e armazenagem • Exemplos de carrinhos para o transporte de materiais: 98 Carrinho elétrico Carrinho manualGuincho manual Equipamentos de movimentação e armazenagem • Exemplo da utilização de caminhões tipo plataforma para o transporte de materiais: 99 Equipamentos de movimentação e armazenagem
  34. 34. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 34 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Exemplos da utilização de contendores no transporte : 100 Equipamentos de movimentação e armazenagem • Exemplo de armazenamento de contendores com uso de guindastes especiais : 101 Equipamentos de movimentação e armazenagem • Movimentação de contendores para embarque marítimo: 102 Equipamentos de movimentação e armazenagem
  35. 35. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 35 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Exemplo da área de expedição de materiais : 103 Equipamentos de movimentação e armazenagem • Bibliografia recomendada: – Dias, Marco Aurelio P. – Administração de Materiais – Ed. Atlas ­ 4ª edição – págs. 204/ 257. – Paulino G. Francischini e Gurgel, Floriano do Amaral – Administração de Materiais e Patrimônio – Ed. Thomson/Pioneira – págs. 213/259. – Gurgel, Floriano do Amaral – Logística Industrial – Ed. Atlas – págs. 345/357. 104 Equipamentos de movimentação e armazenagem • Questões: – Indique os principais fatores que devem ser levados em conta no estudo da movimentação e armazenamento dos materiais. – Quais são os principais equipamentos destinados ao acondicionamento dos materiais? – Como são classificados os diversos equipamentos de movimentação dos materiais? – O que são estruturas cantilever? Qual a sua utilização no armazenamento dos materiais? 105 Exercícios Recomendados
  36. 36. brulex@bol.com.br MODULO 03 Parte 01 36 Todos os direitos reservados 1999-2014 (c) Alex Casañas • Questões: – O que são sistemas de transelevadores? Como são utilizados para o armazenamento de materiais? – Qual a aplicação das empilhadeiras no armazenamento e manuseio de materiais? – Visite as homepages abaixo indicadas e faça uma pequena análise dos equipamentos oferecidos para armazenamento e manuseio dos materiais: • www.mitforklift.com • www.paletessantacruz.com.br 106 Exercícios Recomendados 107 Administração de Materiais e Patrimônio • Ao término desta Unidade você deverá ser capaz de: •Gestão de Centros de Distribuição •Classificação e codificação de materiais •Introdução ao código de barras •Movimentação dos materiais •Noções de arranjo físico •Equipamentos de movimentação e armazenagem de materiais 108 Administração de Materiais e Patrimônio • Ao término desta Unidade você deverá ser capaz de: •Gestão de Centros de Distribuição •Classificação e codificação de materiais •Introdução ao código de barras •Movimentação dos materiais •Noções de arranjo físico •Equipamentos de movimentação e armazenagem de materiais
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