DIA INTERNACIONAL DAEMANCIPAÇÃO DA MULHERRita Costa   Cristiana Santos   Marta Martins10ºA
25 de Novembro    Dia Internacional pelaEliminação da Violência contra         as Mulheres
Proclamado pela Organização das Nações Unidas(ONU), em 1999, o Dia Internacional pela Eliminaçãoda Violência contra as Mul...
TIPOS DE VIOLÊNCIA
A violência social Fora do ambiente doméstico, submete as mulheres aconstrangimentos, a discriminações, a desigualdades de...
A violência no local de trabalhoO não são praticados salários iguais para trabalho de valor  igual;O onde o assédio sexual...
A violência políticaDos que, tendo o poder, teimam em não legislar emordem à despenalização da interrupção voluntária dagr...
A violência racialQue penaliza as imigrantes, em função da cor da pele, da etnia, do grupode pertença; que marginaliza mil...
O   Ó Mulher! Como és fraca e como és forte!  O    Um ente de paixão e sacrifício,      De sofrimento cheio, eis a mulher!...
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Trabalho sobre a violência (10º ano)

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Trabalho sobre a violência (10º ano)

  1. 1. DIA INTERNACIONAL DAEMANCIPAÇÃO DA MULHERRita Costa Cristiana Santos Marta Martins10ºA
  2. 2. 25 de Novembro Dia Internacional pelaEliminação da Violência contra as Mulheres
  3. 3. Proclamado pela Organização das Nações Unidas(ONU), em 1999, o Dia Internacional pela Eliminaçãoda Violência contra as Mulheres assinala-se no dia 25de Novembro, denunciando a violência praticada contraas mulheres, que, pelos dados vindos a público, coloca ahumanidade perante um dos problemas mais dramáticosde desrespeito pelos mais elementares direitos humanos.
  4. 4. TIPOS DE VIOLÊNCIA
  5. 5. A violência social Fora do ambiente doméstico, submete as mulheres aconstrangimentos, a discriminações, a desigualdades deoportunidades de acesso ao emprego ou atira-as para aprostituição, tornando-as presas fáceis dos traficantes daindústria do sexo. Estima-se que 2,45 milhões de mulheressejam vítimas em todo o mundo.
  6. 6. A violência no local de trabalhoO não são praticados salários iguais para trabalho de valor igual;O onde o assédio sexual é prática tantas vezes silenciada;O onde os despedimentos de mulheres grávidas são feitos à revelia da legislação em vigor;O onde as mulheres permanecem nos últimos degraus do acesso aos cargos de decisão;O onde, nalgumas profissões, a exigência "de boa aparência" é critério para discriminação indirecta.
  7. 7. A violência políticaDos que, tendo o poder, teimam em não legislar emordem à despenalização da interrupção voluntária dagravidez, continuando a empurrar as mulheres para aprática do aborto clandestino, com consequênciasnefastas para a sua saúde sexual e reprodutiva e asua vida privada.
  8. 8. A violência racialQue penaliza as imigrantes, em função da cor da pele, da etnia, do grupode pertença; que marginaliza milhares de mulheres e que, de forma cruel,as relega como "seres inferiores", face aos padrões da cultura dominantee do poder autoritário e intolerante.Denúncia e combate que também estarão presente nas manifestações deprotesto, no dia 25 de Novembro, por todo o país, apelando à sociedadepara que se mobilize contra todas as formas de violência.
  9. 9. O Ó Mulher! Como és fraca e como és forte! O Um ente de paixão e sacrifício, De sofrimento cheio, eis a mulher! Como sabes ser doce e desgraçada! Esmaga o coração dentro do peito, Como sabes fingir quando em teu peito E nem te doas coração, sequer! A tua alma se estorce amargurada! Sê forte, corajoso, não fraquejes Quantas morrem saudosas duma imagem Na luta: sê em Vénus sempre Marte; Adorada que amaram doidamente!Sempre o mundo é vil e infame e os homens Quantas e quantas almas endoidecem Se te sentem gemer hão-de pisar-te! Enquanto a boca ri alegremente! Se à vezes tu fraquejas, pobrezinho, Quanta paixão e amor às vezes têm Essa brancura ideal de puro arminho Sem nunca o confessarem a ninguém Eles deixam pra sempre maculada; Doces almas de dor e sofrimento! E gritam então vis: "Olhem, vejam Paixão que faria a felicidade É aquela a infame!" e apedrejam Dum rei; amor de sonho e de saudade, a pobrezita, a triste, a desgraçada! Que se esvai e que foge num lamento

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