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Sistema imunitario

B
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O documento descreve o sistema imunitário, incluindo suas funções de proteger o organismo de agentes patogênicos, distinguindo o que é próprio do que é estranho. Ele explica os mecanismos de defesa não específicos, como a pele e fagocitose, e os mecanismos específicos mediados pelos linfócitos B e T, que conferem proteção a longo prazo através da produção de anticorpos e resposta celular, respectivamente.

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  • 14. Tipo Designação Abundância Constituição /Função Imagem Granulócitos Neutrófilos 3000 a 7000 mm 3 Possuem um núcleo polilobado e um tempo de vida é curto (cerca de 24-48 horas). São células fagocíticas capazes de destruir organismos intracelulares e extracelulares desfavoráveis ao organismo. Eosinófilos 100 a 400 mm 3 Possuem um núcleo geralmente bilobado. São células com uma fraca capacidade fagocítica. Actuam libertando as enzimas dos seus grânulos para o meio extracelular, as quais irão assim destruir os parasitas. Basófilos 20 a 50 mm 3 São células não fagociticas. Estão envolvidas em respostas alérgicas uma vez que libertam substâncias alérgicas como a histamina. Agranulócitos Monócitos 100 a 700 mm 3 Apresentam um núcleo com forma de um ferradura, e têm a capacidade de migrar para os tecidos onde evoluem para células de maior tamanho e com grande capacidade fagocitica designadas de macrófagos Linfócitos 1500 a 3000 mm 3 Possuem um núcleo esférico e volumoso. Resultam da diferenciação de células da medula óssea e podem ser de diferentes tipos: - Linfócitos B - Linfócitos T - Linfócitos NK
  • 15. Conjunto de genes ligados que se localizam no cromossoma 6 Codificam um conjunto de glicoproteinas que permitem distinguir aquilo que é próprio daquilo que é estranho ao organismo Antigénios de Leucócitos Humanos (HLA) No caso humano Presente em quase todas as células do organismo; MHC – CLASSE I Encontra-se apenas nas células que apresentam antigénios (APC); MHC – CLASSE II Codificam um conjunto de proteínas com função imunitária, incluindo componentes do sistema complemento e moléculas envolvidas na resposta inflamatória. MHC – CLASSE III
  • 16. Mecanismos de Defesa Não Específicos
  • 17. Mecanismos de defesa não específicos Os agentes patogénicos são impedidos de entrar no organismo pelos mecanismos de defesa não específica, também designados por imunidade inata ou natural, ou são destruídos quando conseguem penetrar. Estes mecanismos desempenham uma acção geral contra corpos estranhos e exprimem-se sempre da mesma forma.
  • 18. Factores mecânicos, químicos e fisiológicos
  • 21. pH ácido das secrecções
  • 23.
  • 25. Efeitos da resposta inflamatória
  • 26.
  • 27.
  • 29. Mecanismos de Defesa Específicos
  • 30.
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  • 32. Fig.2 Maturação de Linfócitos
  • 33.
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  • 46. Interacção entre as Células do Sistema Imunitário Fig.18 Interacção das células do Sistema Imunitário
  • 47. Imunização Imunidade pode desenvolver-se de forma Natural (Imunidade Natural) Artificial (Imunidade Induzida) Memória Imunitária Imunidade Activa Imunidade Passiva Vacinas Soros Imunes
  • 48.
  • 49.
  • 50.
  • 52. Alergias Uma alergia consiste numa sensibilidade anormal do organismo a algo que se ingere e inala ou se contacta, e que se pode manifestar por diversos sintomas e sinais.
  • 53. -Cabe assim ao sistema imunitário detectar e combater as substâncias ou microrganismos como bactérias ou vírus que podem ser perigosos distinguindo as substâncias prejudiciais e inofensivas. -Quando se sofre de uma alergia o sistema imunitário pode equivocar-se e atacar as substâncias inofensivas. Ex: pólen, pêlos de animais, certos alimentos ou medicamentos. -Os sintomas de uma dada alergia, normalmente, vão se manifestar na zona onde o alergenio fez a sua entrada. Alergias
  • 54. Primeiro contacto com o alergénio Alergénio Macrófago Linfócito B Contacta com: Ocorre o processo de Imunidade Celular Estimula Originam Plasmócitos Produzem Imunoglobulina E
  • 55. Segundo contacto com o alergénio Ligam-se aos anticorpos IgE da superfície da membrana dos mastóciotos e basófilos Ocorre uma reacção inflamatória que conduz aos sintomas de alergias devido a libertação de histamina e outras substâncias inflamatórias Alergia Alergénio
  • 56. Considerações -Um em cada cinco portugueses sofre de alguma forma de alergia. As manifestações podem variar em urticária, uma rinite e até asma que podem ser provocadas por simples alergénios como o pó de casa, pólen penas ou pêlos de animais e até picadas de insectos. -Também a hereditariedade desempenha um papel relevante no âmbito das alergias no sentido em que quem tenha na família casos de alergias tem maior probabilidade de vir a ter a patologia. Quem tem um dos progenitores com uma patologia alérgica tem entre 30 a 50% de probabilidade de vir a ter a mesma alergia e se ambos os progenitores tiverem a alergia tem entre 60 a 80% de vir a sofrer do mesmo. -O factor ambiental e o factor psicológico são muito relevantes no que toca a estas patologias. -As crianças são as mais afectadas pelas alergias, no entanto esta situação tende a melhorar no decorrer da idade.  
  • 57. Rinite Conhecida por “Febre dos fenos”, os sintomas são o corrimento nasal acompanhado de lacrimejo, espirros frequentes e sensação de pressão na cabeça.
  • 58. Alergias alimentares Muito frequentes nas crianças, apesar de também aparecer nos adultos, manifestam-se por diarreias, vómitos e dores abdominais gravosas nas crianças.
  • 59. Asma A asma é uma situação anormal das vias respiratórias a nível pulmonar causada por uma grande variedade de factores a onde os Alergénio desempenham um papel muito importante. Ocorre um estreitamento das vias respiratórias dificultando a respiração.
  • 60. Sinusite A sinusite é causada por alergias repetidas do nariz, nas quais, os ossos à volta do nariz inflamam e ficam obstruídos impedindo o ar de circular no seu interior. Esta alergia causa dores e corrimento de pus nas zonas afectadas.
  • 61. Urticária Manifesta-se por zonas na pele mais elevadas e avermelhadas com presença de comichão. Esta alergia surge com frequência e aparecem na sequência de factores irritantes como alimentos, medicamentos, picadas de insectos ou reacções emocionais.
  • 62. Tipos de testes para a determinação de alergias Testes cutâneos São testes praticados na pele do paciente mediante a aplicação de várias substâncias passíveis de provocar alergia na pele do doente, com o objectivo de saber qual a que provoca a reacção e assim se poder instituir um tratamento preventivo e eventualmente medicamentoso.
  • 63. Testes sanguíneos Uma amostra de seu sangue é emitida a um laboratório para o teste. O teste mede a quantidade de anticorpo de IgE no sangue. Os resultados da análise mostram se o indivíduo está a produzir anticorpos a determinados alérgenios e assim se é alérgico aquele alérgenio.
  • 64. Doenças auto-imunes Doenças Auto-imunes resultam de uma resposta imunitária dirigida contra os próprios tecidos do organismo, ou seja, de uma reacção de hipersensibilidade do sistema imunitário contra antigénios próprios.
  • 65. - As doenças auto-imunes ocorrem quando há uma quebra na tolerância do organismo a alguns dos seus tecidos. Consequentemente, o sistema imunitário produz um ataque, do qual resulta a inflamação e destruição dos tecidos afectados. Podem afectar: -Vários órgãos e tecidos do organismo; -Especificamente um órgão. -Mecanismos causadores: -Exposição a agentes químicos tóxicos; -Infecção por patogenes; -Hereditariedade; -Semelhança molecular.
  • 66. Artrite reumatóide Caracteriza-se pela inflamação das articulações causada pelo excesso de infiltração de leucócitos.
  • 67. Diabetes insulino dependentes (tipo 1) Ocorrendo mais frequentemente em crianças, envolve uma reacção imunitária contra várias proteínas, ao nível das células do pâncreas que produzem insulina.
  • 68. Esclerose múltipla Afecta, geralmente, jovens adultos, causando lesões progressivas no sistema nervoso. Envolve reacções mediadas por células T e por células B sobre duas das principais proteínas da mielina.
  • 69. Febre reumática É considerada um surto infeccioso tardio de uma infecção causada por uma bactéria, uma vez que, geralmente, surge 15 dias após uma amigdalite.
  • 70. Lúpus O paciente desenvolve anticorpos que reagem contra as suas células normais, podendo afectar a pele, as articulações, os rins e outros órgãos. A pessoa torna-se «alérgica» a ela própria.
  • 71. Imunodeficiências As Imunodeficiências afectam o sistema imunitário originando falhas que podem ser aproveitadas por organismos patogénicos oportunistas. Imunodeficiência s Inatas Afectam a imunidade humoral e a imunidade celular Algumas resultam de deficiências genéticas Estas doenças manifestam-se através de malformações no timo, não permitindo que ele funcione correctamente. Ex: imunodeficiência grave combinada. Adquiridas A doença não é hereditária e desenvolve-se após o contacto com um agente infeccioso. Ex: Síndrome de Imunodeficiência Adquirida.
  • 72. Imunodeficiências inatas Existem diferentes tipos de imunodeficiências inatas, cujos sintomas dependem dos constituintes do sistema imunitário que têm funcionamento deficiente. A imunodeficiência grave combinada (SCID) caracteriza-se pela ausência de linfócitos B e T. Os doentes são extremamente vulneráveis e apenas sobrevivem em ambientes completamente estéreis. Este tipo de imunodeficiências pode ser tratado por transplante de medula óssea ou terapia genica.
  • 73. Imunodeficiências adquiridas A imunodeficiência adquirida mais conhecida é a SIDA (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida): Causada pelo vírus da imunodeficiência humana HIV. HIV é um vírus de RNA (retrovírus) que infecta principalmente os linfócitos T, mas também linfócitos B, macrófagos e células do sistema nervoso. Não existe cura nem vacina para a doença, mas a sua progressão pode ser retardada por medicamentos inibidores da transcriptase reversa, inibidores de protease e por inibidores da ligação do vírus às células hospedeiras.
  • 74. Terapia Génica Terapia genética consiste na inserção de genes nas células e tecidos de um indivíduo para o tratamento de uma doença. A terapia genética visa suplementar com alelos funcionais aqueles que são defeituosos. Embora a tecnologia ainda esteja em seu estado inicial, tem sido usada com algum sucesso.
  • 76.
  • 77.
  • 78. Produção de Anticorpos Policlonais Contiminação do Organismo por um agente patogénico Sintese de anticorpos policlonais Estimulação de vários clones de linfócitos B diferentes Artificial (Imunidade Induzida) Formação de plasmócitos Imunidade Activa Imunidade Passiva Vacinas Soros Imunes
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