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 Histórico 
 Conceitos 
 Produção e Mercado 
 Legislação
S 
 O agricultor “orgânico” é orgânico não 
só porque utiliza intensamente matéria 
orgânica, animal e vegetal, mas 
principalmente porque sua produção 
deve ser conduzida de modo semelhante 
à vida de um organismo (um sistema 
articulado, inter-relacionado e complexo) 
que tem ritmos e limites naturais, que 
devem ser respeitados pelo homem.
A agricultura orgânica ressurgiu quando a 
agricultura convencional, a partir da década de 60, 
começava a dar sinais de sua exaustão: 
Desflorestamento, diminuição da biodiversidade, 
erosão e perda da fertilidade dos solos, contaminação 
da água, dos animais silvestres e dos agricultores por 
agrotóxicos passaram a ser decorrências quase 
inerentes à produção agrícola. 
No início dos anos 70 a oposição em relação ao 
padrão produtivo agrícola convencional 
concentrava-se em torno de um amplo conjunto de 
propostas "alternativas", movimento que ficou 
conhecido como "agricultura alternativa"
ANIMAL 
CICLO 
VEGETAL 
MINERAL
CAFEICULTURA 
HORTALIÇAS 
PECUÁRIA 
GALINHA 
MILHO 
PASTAGEM
Agricultura Convencional Agricultura Orgânica 
Objetivos Gerais 
Atender, de maneira geral, a 
interesses econômicos de curto 
prazo. 
Atender a interesses econômicos, 
mas, sobretudo, a interesses 
ecológicos e sociais 
autossustentados 
Estrutura do Sistema Monocultura Sistema diversificado 
Maneira de Encarar o Solo Como um substrato físico, um 
suporte da planta 
Como um ser vivo (meio 
eminentemente biológico)
Agricultura Convencional Agricultura Orgânica 
Objetivos Gerais 
Atender, de maneira geral, a 
interesses econômicos de curto 
prazo. 
Atender a interesses econômicos, 
mas, sobretudo, a interesses 
ecológicos e sociais 
autossustentados 
Estrutura do Sistema Monocultura Sistema diversificado 
Maneira de Encarar o Solo Como um substrato físico, um 
suporte da planta 
Como um ser vivo (meio 
eminentemente biológico) 
Recursos Genéticos 
Redução da variabilidade; 
Susceptibilidade ao meio; 
Espécies transgênicas 
Adaptação ambiental; 
Resistência ao meio. 
Adubação 
Fertilizantes altamente solúveis; 
Adubação desequilibrante. 
Reciclagem; 
Rochas moídas; 
Matéria orgânica. 
Como lidar com pragas e 
doenças 
Agrotóxicos 
Nutrição equilibrada e adequada; 
Diversificação e consorciação; 
Controles alternativos.
Agricultura Convencional Agricultura Orgânica 
Objetivos Gerais 
Atender, de maneira geral, a 
interesses econômicos de curto 
prazo. 
Atender a interesses econômicos, 
mas, sobretudo, a interesses 
ecológicos e sociais 
autossustentados 
Estrutura do Sistema Monocultura Sistema diversificado 
Maneira de Encarar o Solo Como um substrato físico, um 
suporte da planta 
Como um ser vivo (meio 
eminentemente biológico) 
Recursos Genéticos 
Redução da variabilidade; 
Susceptibilidade ao meio; 
Espécies transgênicas 
Adaptação ambiental; 
Resistência ao meio. 
Adubação 
Fertilizantes altamente solúveis; 
Adubação desequilibrante. 
Reciclagem; 
Rochas moídas; 
Matéria orgânica. 
Como lidar com pragas e 
doenças 
Agrotóxicos 
Nutrição equilibrada e adequada; 
Diversificação e consorciação; 
Controles alternativos. 
Entradas do Sistema Alto capital e energia; 
Pouco trabalho. 
Pouco capital e energia; 
Mais trabalho. 
Saídas do Sistema e 
Conseqüências 
Alimentos desbalanceados e 
contaminados; 
Baixa valorização do produto; 
Agressão ambiental. 
Alimentos de alto valor biológico; 
Equilíbrio ecológico; 
Alta valorização do produto; 
Sustentabilidade do sistema.
 A agricultura orgânica ganha cada vez mais espaço na economia 
mundial. O segmento de produtos orgânicos tem crescido cerca de 
20% ao ano, tanto em países desenvolvidos como em 
desenvolvimento e é o segmento que mais cresce dentro do setor 
de alimentos. 
 Estima-se que, em 2006, as vendas de produtos orgânicos 
certificados somaram mais de 30 bilhões de euros (US$ 38 bilhões, 
em valores de hoje), o que representou alta de 20% em relação a 
2005. E espera-se que cheguem a 52 bilhões de euros (US$ 65 
bilhões) até 2012 (alta de 73%). 
 Por todas estas razões, a agricultura orgânica é uma ferramenta 
poderosa para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do 
Milênio, particularmente os referentes à redução da pobreza e ao 
meio ambiente. No momento é apenas um nicho de mercado, pois 
usa cerca de 2% das terras agrícolas do planeta. Mas, seu potencial 
ainda não foi totalmente explorado. Também há desafios para que 
os países em desenvolvimento aproveitem estas oportunidades, 
particularmente na construção de capacidades produtivas, acesso 
aos mercados e obstáculos à importação.
 Em 2013, como tendência mundial, apostamos 
no crescimento do setor de ingredientes 
funcionais, pro bióticos e suplementos 
alimentares. Apesar da crise econômica na 
Europa, o mercado de orgânicos continua em 
alta e a maior demanda pelos produtos 
brasileiros são frutas, castanhas, mel, óleos 
vegetais, açúcar e cosméticos com ingredientes 
exóticos da Amazônia”, explica Ming Liu, 
coordenador executivo do Projeto Organics 
Brazil.
 Identificação das diferentes partes da planta e 
suas funções
 Absorver nutrientes e água. 
 Fixar a planta ao solo. 
 Produzir substâncias necessárias às 
plantas. 
 Troca com outros organismos = 
Simbiose 
O mundo das raízes e da rizosfera - y outube.flv Minhoca.flv
 Água com qualidade e 
quantidade; 
 Insolação 
 Topografia 
 Histórico da área 
 Acesso 
 Características físico-químicas
 Escolha do local da horta 
 
 

 Compostagem 
 Irrigação 
 Viveiro 
 Plantio definitivo 
 Abrigo para ferramentas e 
insumos
 Segurança no trabalho 
 Cuidados com o meio ambiente
Coleta das amostras de 
solo, de 0-20 cm 
Preparo das amostras 
Identificação das amostras
 Número mínimo de amostras por talhão 
 Distribuição dos pontos de coleta 
 Identificação das amostras 
 Práticas de Segurança 
 Conservação de Equipamentos
 Seleção dos materiais 
 Preparo de biofertilizantes 
(compostagem, Biogeo, Vairo, 
Bokashi) 
 Preparo de fitoterápicos e 
homeopáticos 
 Higiene pessoal 
 Segurança no Trabalho
Compostagem
 Compostagem nada mais é, que a 
reorganização de materiais orgânicos e 
inorgânicos disponíveis na propriedade 
ou região, transformando materiais crus 
(folhas, mato, resto de verdura e de 
cozinha, resíduos de beneficiamento, 
esterco, cama de animais etc.) em 
composto curado. Esta decomposição 
acontece pela ação de microorganismos e 
pela fauna do solo.
Tabela: Relação C/N (carbono/nitrogênio) de alguns materiais orgânicos: 
Material Relação C/N 
Restos de comida 15-1 
Lama de esgoto 6-1 
Lama de esgoto digerida 6-1 
Madeira 700-1 
Serragem 500-1 
Papel 170-1 
Grama cortada 19-1 
Folhas 80- 40-1 
Restos de frutas 35-1 
Esterco decomposto 20-1 
Resíduos de cana-de-açúcar 50-1 
Talos de milho 60-1 
Palha 80-1 
Alfafa 13 -1 
Húmus 10-1 
Trevo verde 16-1 
Feno de leguminosas 25-1 
Palha de aveia 80-1
 A compostagem tem como objetivo 
adiantar o processo de decomposição que 
aconteceria no solo, fora do solo. Diminui 
problemas com relação a patógenos e 
sementes de mato que poderiam estar 
sendo transmitidos pela matéria orgânica 
não decomposta. Ao contrário, apresenta 
uma altíssima quantidade de fungos, 
bactérias entre outros microorganismos 
benéficos.
 Juntamente com substâncias que 
apresentam efeitos positivos sobre a 
resistência das plantas a pragas e 
doenças. Contém 10 a 13 vezes mais 
nutrientes, se a matéria prima for 
variada, do que os estercos puros. 
Embora esses contenham maior 
quantidade de macro nutriente. Estimula 
a vida do solo, isto se for usada no 
momento em que a temperatura começa 
a baixar, ou seja não totalmente 
decomposta.
 As pilhas devem ser reviradas e 
misturadas a cada 7-8 dias, no 
mínimo 5 vezes durante o processo. 
 A temperatura deve se manter entre 
55 e 70ºC durante pelo menos nos 
primeiros 15 dias (Kiehl, 1985). 
 Observar: umidade e temperatura 
da pilha de composto.
 ........PRONATECPRONATEC 
2012F5Compostagem manejo e utilização na 
agricultura orgânica - YouTube.flv
 O biofertilizante é um adubo orgânico líquido, 
proveniente de um processo de decomposição 
da matéria orgânica (animal ou vegetal) através 
de fermentação anaeróbica (fermentação 
bacteriana sem a presença de oxigênio),.em 
meio líquido. O resultado da fermentação é um 
resíduo líquido, utilizado como adubo foliar, 
defensivo natural, chamado biofertilizante . E 
um resíduo sólido, utilizado como adubo 
orgânico.
 O Supermagro é utilizado como adubo foliar, 
complementar a adubação orgânica do solo, 
fornecendo micronutrientes (os 
micronutrientes são sais minerais essenciais ao 
metabolismo, crescimento e produção das 
plantas, porém exigidos em pequenas 
quantidades). O biofertilizante (Supermagro) 
também atua como defensivo natural por ser 
meio de crescimento de bactérias benéficas, 
principalmente Bacillus subtilis, que inibe o 
crescimento de fungos e bactérias causadores 
de doenças nas plantas, além de aumentar a 
resistência contra insetos , parasitas e ácaros.
 Equivalência energética 
 Um metro cúbico (1 m³) de biogás equivale 
energeticamente a : 
 1,5 m³ de gás de cozinha; 
 0,52 a 0,6 litro de gasolina; 
 0,9 litro de álcool; 
 6,4 KWh de eletricidade; 
 2,7 kg de lenha (madeira queimada).
 ..FOTOSBICASCAM00080.mp4
 Esterco fresco de vaca 40 Kg 
 Água 140 litros 
 Leite 9 litros 
 Melaço (ou açúcar ) 9 litros (ou 5 kg) 
 Yakut 4 potes 
 Micronutrientes 
 Sulfato de Zinco* 2 kg 
 Sulfato de Magnésio 2 kg 
 Sulfato de Boro 2 Kg
 O biofertilizante possui entre 90 a 95 % de água 
(isto é, 5 a 10% de fração seca do líquido). 
Nessa base seca, o teor de nitrogênio - 
dependendo do material que lhe deu origem - 
fica entre 1,5 a 4% de nitrogênio (N), 1 a 5% de 
fosfato (P2O5) e 0,5 a 3% de potássio (K20).
 Viveiro/ mudas: 1% = 1 l em 100 l agua 
 Canteiros: 2 a 5 % 
 Pomar: 5 a 10%
 Farelo de arroz 500 kg 
 Farelo de algodão 200 kg 
 Farelo de soja 100 kg 
 Farelo de osso 170 kg 
 Farinha de peixe 30 kg 
 Termofosfato 40 kg 
 Carvão moido 200 kg 
 Melaço 04 litros 
 EM 4 04 litros 
 Água 350 litros
Locação do viveiro 
Construção do viveiro 
Planejamento da 
produção 
Escolha da cultura
15 m 
12 m 
12/1,5 = 8 canteiro de 15 m 
= 120 m²
 120 m² / 8 semanas = 15 m²/ semana 
 Se podemos distribuir 4 x 4 plantas por m² => 
 Teremos 16 plantas por m² => 
 16 x 15 m = 240 plantas por semana.
 A semear: 
 240 + 15% = 276 =~ 280 plantas 
 => 2 bandejas 
 Cada bandeja fica +ou- 4 semanas no viveiro 
 => Viveiro para 8 ou mais bandejas
0,35 
0,70 
1,4 m 
1,4 m
0,35 
0,70 
1 m 2,4 m 
1,4 m
 Desinfecção dos substratos e 
recipientes 
 Enchimento em recipientes
 Propagação vegetativa e/ou sementes 
 Desinfecção dos propágulos
 Observar - inverno / verão 
 Campo ou estufa 
 Embalagem corrompida 
 Data de validade 
 Poder germinativo
 Desbaste 
 Adubação de cobertura 
 Noções sobre controle fitossanitário 
 Irrigação 
 Segurança 
 Higiene
 Delimitação da área 
 Limpeza da área
Rotação de Culturas
 Correção da acidez do solo 
 Noções de Controle de formigas e cupins 
 Demarcação de canteiros e ruas 
 Levantamento de canteiros 
 Adubação orgânica dos canteiros 
 Irrigação 
 Demarcação de cova 
 Adubação de covas 
 Segurança 
 Preservação ambiental
Correção da acidez do 
solo
Os canteiros são 
levantados sobre o solo
Os fertilizantes são 
incorporados ao solo
A irrigação pode ser 
aspersão,
sulcos
ou gotejamento
25 
cm 
25 
cm 
50 
cm
 Locação das culturas nos talhões 
 Semeadura, plantio ou transplantio 
 Cobertura morta 
 Irrigação 
 Higiene
 Rotação de culturas 
 4 partes 
 Consorciação de culturas 
 Plantas companheiras
O plantio pode ser 
direto ou por mudas
Ciclo vegetativo das hortaliças 
Espécies Germinação Colheita 
Alface 4 a 7 dias 40 a 50 dias 
Salsa 2 a 14 dias 70 dias 
Cebolinha 8 dias 30 dias 
Couve 3 a 10 dias 30 a 45 dias 
Coentro 8 dias 40 a 60 dias 
Repolho 3 a 6 dias 
100 a 120 
dias 
Pepino 3 a 6 dias 30 a 35 dias 
Quiabo 7 a 17 dias 80 a 90 dias 
Pimentão 8 a 12 dias 
100 a 120 
dias 
Maxixe 3 a 6 dias 60 a 70 dias 
Beringela 5 a 13 dias 80 dias 
Tomate 6 a 8 dias 
90 a 100 
dias 
Rúcula 3 a 5 dias 30 a 40 dias 
Abóbora 4 a 7 dias 
90 a 100 
dias
Espécies 
Espaçame 
nto de 
plantio 
Alface 30 cm 
Salsa 5 cm 
Cebolinha 10 cm 
Couve 60 cm 
Coentro 5 cm 
Repolho 40 cm 
Pepino 60 cm 
Quiabo 60 cm 
Pimentão 60 cm 
Maxixe 3 m 
Beringela 60 cm 
Tomate 60 cm 
Rúcula 30 cm
Cobertura morta
 Irrigação, raleamento, adubações, trofobiose, 
amontoa, capinas, cobertura morta, amarração, 
adubação verde, escarificação, tutoramento, 
desbrota, desbaste de frutos, penteamento, 
polinização artificial, branqueamento, noções 
sobre controle de pragas, doenças e vegetação 
espontâneas, rotação e consorciação de 
culturas, uso de quebra-ventos 
 Higiene 
 Segurança
 Irrigações ou regas: 
 Para o bom desenvolvimento das hortaliças, é 
preciso manter a terra sempre úmida. A 
freqüência das regas e a quantidade de água 
em cada uma delas dependem das condições 
do solo, do clima e da fase de desenvolvimento 
das plantas.
 Capinas: 
 A capina é feita com enxada ou sacho para 
manter a horta livre de mato. O mato deve ser 
retirado o mais rápido possível, pois este 
concorre com a planta por água e nutrientes.
 Raleação: 
 Nas hortaliças de semeadura direta (semeadas 
diretamente nos canteiros ou nas covas) é 
preciso eliminar as plantas menos 
desenvolvidas e deixar um espaço adequado 
entre as plantas remanescentes. Ex: cenoura 
 No viveiro o trabalho é menor – ex: beterraba 
 Raleo de frutos para crescimento e padrão
 Desbaste: 
 
 Nas hortaliças-frutos (tomate), faz-se o 
desbaste para retirar o excesso de frutificação e 
permitir melhor desenvolvimento dos frutos 
deixados. O desbaste é feito principalmente no 
tomate de mesa.
 ........PRONATECPRONATEC 
2012F5Desbaste evita a competição das 
hortaliças - Notícias sobre diversas áreas do 
conhecimento - Portal CPT.flv
 Desbrota: 
 
 É a eliminação dos brotos que saem nas axilas 
das folhas ou na haste (brotos-ladrões) de 
algumas hortaliças como couve, berinjela, 
pimentão e tomate.
 Estaqueamento: 
 O mesmo que tutoramento. Consiste em 
fornecer um apoio para evitar que as hortaliças 
fiquem em contato com a terra e para protegê-las 
do tombamento causado pelos ventos e pelo 
excesso de produção.
 Cultivar resistente 
 Nutrição adequada => TROFOBIOSE 
 Manutenção da matéria orgânica 
 Conservação de “invasoras” e vegetação 
nativa. 
 Irrigação adequada 
 Rotação e consorciação de culturas 
 Controle biológico 
 Armadilhas e ferormônios 
 Solarização 
 Caldas e extratos de plantas
Macerado de Samambaia 
Controla ácaros, cochonilhas e pulgões; 
Materiais: 1/2kg de folhas frescas ou 100 g 
de folhas secas em 1 litro de água; 
ferver por meia hora e depois dilua 1 litro 
desse macerado em 10 litros de água e 
pulverize.
 Solução de sal e vinagre 
 Eliminação de lesmas, caramujos e moscas 
brancas; 
 Misture 5 colheres de sal de cozinha, 100ml de 
vinagre, 50g de sabão biodegradável e 5 litros 
de água, depois coar e pulverizar uma vez por 
semana. 
 Extrato de primavera (buganvile) 
 Combate do vírus Vira Cabeça do tomateiro; 
 coloque dois litros de folhas de primavera em 1 
litro de água. Bata tudo no liquidificador por 
um minuto e dilua em 20 litros de água. Coe e 
pulverize pelo menos uma vez por semana.
 Macerado de Urtiga 
 Controle de lagartas e pulgões; 
 Coloque 1/2kg de folhas frescas- ou 100g de 
folhas secas- em 1 litro de água e deixe-as 
mergulhadas na água por dois dias. Pra a 
aplicação dilua em 10 litros de água e pulverize 
sobre as plantas ou solo. 
 Chá de camomila 
 Controla doenças fúngicas, indicada para uso 
na sementeira; 
 Para preparar esse chá, pegue um punhado de 
folhas e faça imersão em água fria por dois dias 
e pulverize.
 Água de Sabão e Pimenta malagueta 
 controle de pulgões e lagartas; 
 Separe 500g de sabão biodegradável de coco 
raspado ou ralado e 250g de pimenta 
malagueta. Triture a pimenta e aqueça o sabão 
na água, depois de esfriar misture a pimenta e 
coe. Aplique com o pulverizador.
 Armadilha de cerveja 
 Atrativo para lesmas; 
 Pegue latas vazias, sem tampa ou mesmo 
pratos fundos. enterre as latas com a cobertura 
na altura do solo e coloque cerveja mistura com 
sal de cozinha. desta forma as lesmas caem na 
lata atraídas pela cerveja e morrem 
desidratadas pelo sal.
 Nim 
 O Nim é uma planta exótica que age muito 
eficientemente contra pragas, todas as partes 
da planta são utilizadas mais as que mais se 
recomendam é a semente, o óleo, e suas folhas 
que contém uma porcentagem menor do seu 
inseticida natural; 
 Uso da semente triturada e das folhas(use o 
dobro da dose):30 a 50g-1 litro de água; 
 Uso do óleo: 5ml-1litro; 
 Pulverize uma vez por semana para o combate 
de lagartas, larvas, gafanhotos, besouros, 
pulgões e ácaros.
Tajá 
Contra insetos 
1kg de folha de tajá, 1/2 litro de água. 
Usando luvas, picote as folhas de tajá e bata no 
liquidificador com meio litro de água. Tomando 
sempre o cuidado de não deixar o suco do tajá 
em contato com a pele. 
Aplique o suco diluído em 10 litros de água e 
acrescente 5 ml de sabão vegetal líquido ou 3ml 
de óleo de andiroba.
 ..VídeosAtalho para Adubo verde e 
compostagem orgânica se tornam alternativas 
para agricultores - YouTube.lnk
 Não podemos limitar o fornecimento de 
matéria orgânica estritamente à criação animal. 
A produção de biomassa de origem vegetal 
tem possibilidades ainda inesgotadas por 
nós. A matéria orgânica de origem vegetal 
poderá vir pela adubação verde em consórcio e 
rotação de culturas, delimitação de divisas, 
cercas-vivas, quebra-ventos, faixas de contorno, 
beiras de estrada, restos de cultura e capineiras. 
Podendo atender diferentes fins dentro da 
propriedade, por ex. alimentação animal, cama 
de animais, cobertura morta e composto.
 A escolha da planta para adubação verde vai 
depender do solo, do objetivo da adubação 
(matéria orgânica ou fornecimento de 
nitrogênio), da cultura a ser adubada. Uma 
combinação para o verão é o plantio de milho, 
mucuna e abóbora. Semeando a mucuna um a 
dois meses depois do milho, esta leguminosa 
irá fixar nitrogênio do ar que fertilizará a terra 
quando for incorporada junto com a palhada 
do milho. Nesse sistema colhem-se abóbora, 
milho verde ou maduro à mão, já que a 
mecanização de colheita fica dificultada pela 
mucuna.
 E no inverno com a mesma família a ervilhaca, 
aveia preta entre outras. O consórcio é o plantio 
simultâneo de plantas na lavoura. Já a rotação é 
feita com a sucessão de plantios.
 Partimos de uma constatação: a adubação 
verde é pouco aplicada na horticultura 
comercial, por representar, aparentemente, a 
“perda” de área útil para o plantio de 
hortaliças. Apresentam vantagens para a horta, 
num manejo de rotação de áreas 
 Plantar adubos verdes em rotação com as 
hortaliças economiza outros adubos orgânicos ( 
mais caros, como o esterco ou composto 
orgânico ) 
 inibe a proliferação de plantas invasoras; 
recicla nutrientes de camadas mais profundas e 
fornece matéria orgânica em abundância.
 A melhor opção de manejo de adubos verdes 
não é seu plantio sobre alguns canteiros, mas 
seu plantio sobre uma parte representativa da 
área total, que assim "repousa" e é recuperada. 
 Para lograr isto, a área da horta deve ser 
dimensionada, levando-se em conta que uma 
fração ( 1/4 ) estará sempre com cobertura 
verde, que para o verão pode ser plantado de 
setembro a fevereiro. 
 É possível consorciar espécies de uso 
econômico com outras para fins de adubação 
verde, tanto no verão como no inverno.
 Quando houver necessidade de aplicar calcário 
ou fosfato de rocha, o momento apropriado 
será antes da adubação verde, cujo efeito 
biológico irá disponibilizar os nutrientes 
aplicados em forma orgânica.
 Adiciona matéria orgânica ao solo; 
 Enriquece o solo com nitrogênio; 
 Melhora as condições físicas do solo; 
 Controla a erosão e protege contra 
dessecamento pelo sol e vento; 
 Traz para a superfície elementos minerais das 
camadas inferiores; 
 Diminui as perdas por lixiviação; 
 Estimula a flora microbiana; 
 Acelera a mineralização do húmus; 
 Aumenta a produção.
 Por que? 
 - proteger o solo 
 - melhorar o solo 
 - N no solo 
 Qual? 
 - Gramíneas 
 - Leguminosas
 Uso de crotalária ( Crotalaria spectabilis ) para o 
controle de nematóides na cultura da cenoura; 
 Consorciar quiabo, tomate com feijão-de-porco ou 
mucuna anã ou cravo-de-defunto ou guandu-anão 
no combate aos problemas de nematóides e 
pragas, em geral; 
 Devido à desestruturação física do solo (erosão ) 
causada na colheita de culturas como cenoura, 
batatas e beterraba, pode-se utilizar a mucuna 
preta na adubação verde, pois atua no controle da 
erosão.
ESPÉCIE NOME 
COMUM 
UTILIZAÇÃO 
Stizolobium 
atterrimum 
Mucuna preta Controle da erosão e das 
ervas daninhas 
Cajanus cajan Feijão guandú Recuperação de solos e 
controle de ervas 
daninhas 
Dolichus lab-lab Lab-lab Adubação verde exclusiva 
ou intercalar
Canavalia ensiformis Feijão-de-porco Adubação verde intercalar e 
controle da proliferação de 
ervas daninhas, sobretudo 
tiririca 
Crotalaria juncea Crotalária Adubação intercalar com 
vantagem de não ser 
trepadeira. 
Crotalaria spectabilis Crotalária Adubação verde exclusiva e 
intercalar, além do seu 
emprego na rotação de 
culturas e controle de 
nematóides
 Padronização e comercialização 
 Legislação pertinente
•Ponto de colheita determina a qualidade das hortaliças 
no consumo 
•O momento da colheita é a finalização do processo de 
produção das hortaliças. 
•Deve ser feito com todo o cuidado, para não danificar 
as plantas e seus produtos, preservando a qualidade 
conseguida no cultivo. 
•De modo geral, podemos fazer as seguintes 
generalizações: as hortaliças de folha e de haste são 
colhidas quando tenras. As de flores, quando os botões 
ainda estão fechados. Aquelas que apresentam frutos 
imaturos devem ser coletadas quando as sementes não 
estão completamente formadas.
Importância de um processamento mínimo 
•O processamento mínimo consiste em submeter 
hortaliças e frutos a uma ou mais alterações 
físicas, como lavagem, descascamento, 
fatiamento e corte, e em alguns casos a 
tratamentos químicos, tornando-os prontos para 
o consumo ou preparo. 
•Após serem processados, os produtos devem 
apresentar atributos de qualidade, mantendo o 
máximo de suas características nutritivas e 
sensoriais, como o frescor, aroma, cor e sabor.
 Lico 
 05 9818 3057 
 licomacedo@hotmail.com

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Curso de olericultura organica (horta legumes etc..)

  • 1.  Histórico  Conceitos  Produção e Mercado  Legislação
  • 2. S  O agricultor “orgânico” é orgânico não só porque utiliza intensamente matéria orgânica, animal e vegetal, mas principalmente porque sua produção deve ser conduzida de modo semelhante à vida de um organismo (um sistema articulado, inter-relacionado e complexo) que tem ritmos e limites naturais, que devem ser respeitados pelo homem.
  • 3. A agricultura orgânica ressurgiu quando a agricultura convencional, a partir da década de 60, começava a dar sinais de sua exaustão: Desflorestamento, diminuição da biodiversidade, erosão e perda da fertilidade dos solos, contaminação da água, dos animais silvestres e dos agricultores por agrotóxicos passaram a ser decorrências quase inerentes à produção agrícola. No início dos anos 70 a oposição em relação ao padrão produtivo agrícola convencional concentrava-se em torno de um amplo conjunto de propostas "alternativas", movimento que ficou conhecido como "agricultura alternativa"
  • 5. CAFEICULTURA HORTALIÇAS PECUÁRIA GALINHA MILHO PASTAGEM
  • 6.
  • 7. Agricultura Convencional Agricultura Orgânica Objetivos Gerais Atender, de maneira geral, a interesses econômicos de curto prazo. Atender a interesses econômicos, mas, sobretudo, a interesses ecológicos e sociais autossustentados Estrutura do Sistema Monocultura Sistema diversificado Maneira de Encarar o Solo Como um substrato físico, um suporte da planta Como um ser vivo (meio eminentemente biológico)
  • 8. Agricultura Convencional Agricultura Orgânica Objetivos Gerais Atender, de maneira geral, a interesses econômicos de curto prazo. Atender a interesses econômicos, mas, sobretudo, a interesses ecológicos e sociais autossustentados Estrutura do Sistema Monocultura Sistema diversificado Maneira de Encarar o Solo Como um substrato físico, um suporte da planta Como um ser vivo (meio eminentemente biológico) Recursos Genéticos Redução da variabilidade; Susceptibilidade ao meio; Espécies transgênicas Adaptação ambiental; Resistência ao meio. Adubação Fertilizantes altamente solúveis; Adubação desequilibrante. Reciclagem; Rochas moídas; Matéria orgânica. Como lidar com pragas e doenças Agrotóxicos Nutrição equilibrada e adequada; Diversificação e consorciação; Controles alternativos.
  • 9. Agricultura Convencional Agricultura Orgânica Objetivos Gerais Atender, de maneira geral, a interesses econômicos de curto prazo. Atender a interesses econômicos, mas, sobretudo, a interesses ecológicos e sociais autossustentados Estrutura do Sistema Monocultura Sistema diversificado Maneira de Encarar o Solo Como um substrato físico, um suporte da planta Como um ser vivo (meio eminentemente biológico) Recursos Genéticos Redução da variabilidade; Susceptibilidade ao meio; Espécies transgênicas Adaptação ambiental; Resistência ao meio. Adubação Fertilizantes altamente solúveis; Adubação desequilibrante. Reciclagem; Rochas moídas; Matéria orgânica. Como lidar com pragas e doenças Agrotóxicos Nutrição equilibrada e adequada; Diversificação e consorciação; Controles alternativos. Entradas do Sistema Alto capital e energia; Pouco trabalho. Pouco capital e energia; Mais trabalho. Saídas do Sistema e Conseqüências Alimentos desbalanceados e contaminados; Baixa valorização do produto; Agressão ambiental. Alimentos de alto valor biológico; Equilíbrio ecológico; Alta valorização do produto; Sustentabilidade do sistema.
  • 10.  A agricultura orgânica ganha cada vez mais espaço na economia mundial. O segmento de produtos orgânicos tem crescido cerca de 20% ao ano, tanto em países desenvolvidos como em desenvolvimento e é o segmento que mais cresce dentro do setor de alimentos.  Estima-se que, em 2006, as vendas de produtos orgânicos certificados somaram mais de 30 bilhões de euros (US$ 38 bilhões, em valores de hoje), o que representou alta de 20% em relação a 2005. E espera-se que cheguem a 52 bilhões de euros (US$ 65 bilhões) até 2012 (alta de 73%).  Por todas estas razões, a agricultura orgânica é uma ferramenta poderosa para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, particularmente os referentes à redução da pobreza e ao meio ambiente. No momento é apenas um nicho de mercado, pois usa cerca de 2% das terras agrícolas do planeta. Mas, seu potencial ainda não foi totalmente explorado. Também há desafios para que os países em desenvolvimento aproveitem estas oportunidades, particularmente na construção de capacidades produtivas, acesso aos mercados e obstáculos à importação.
  • 11.
  • 12.  Em 2013, como tendência mundial, apostamos no crescimento do setor de ingredientes funcionais, pro bióticos e suplementos alimentares. Apesar da crise econômica na Europa, o mercado de orgânicos continua em alta e a maior demanda pelos produtos brasileiros são frutas, castanhas, mel, óleos vegetais, açúcar e cosméticos com ingredientes exóticos da Amazônia”, explica Ming Liu, coordenador executivo do Projeto Organics Brazil.
  • 13.  Identificação das diferentes partes da planta e suas funções
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.  Absorver nutrientes e água.  Fixar a planta ao solo.  Produzir substâncias necessárias às plantas.  Troca com outros organismos = Simbiose O mundo das raízes e da rizosfera - y outube.flv Minhoca.flv
  • 19.  Água com qualidade e quantidade;  Insolação  Topografia  Histórico da área  Acesso  Características físico-químicas
  • 20.  Escolha do local da horta   
  • 21.  Compostagem  Irrigação  Viveiro  Plantio definitivo  Abrigo para ferramentas e insumos
  • 22.  Segurança no trabalho  Cuidados com o meio ambiente
  • 23. Coleta das amostras de solo, de 0-20 cm Preparo das amostras Identificação das amostras
  • 24.
  • 25.
  • 26.
  • 27.  Número mínimo de amostras por talhão  Distribuição dos pontos de coleta  Identificação das amostras  Práticas de Segurança  Conservação de Equipamentos
  • 28.  Seleção dos materiais  Preparo de biofertilizantes (compostagem, Biogeo, Vairo, Bokashi)  Preparo de fitoterápicos e homeopáticos  Higiene pessoal  Segurança no Trabalho
  • 30.  Compostagem nada mais é, que a reorganização de materiais orgânicos e inorgânicos disponíveis na propriedade ou região, transformando materiais crus (folhas, mato, resto de verdura e de cozinha, resíduos de beneficiamento, esterco, cama de animais etc.) em composto curado. Esta decomposição acontece pela ação de microorganismos e pela fauna do solo.
  • 31. Tabela: Relação C/N (carbono/nitrogênio) de alguns materiais orgânicos: Material Relação C/N Restos de comida 15-1 Lama de esgoto 6-1 Lama de esgoto digerida 6-1 Madeira 700-1 Serragem 500-1 Papel 170-1 Grama cortada 19-1 Folhas 80- 40-1 Restos de frutas 35-1 Esterco decomposto 20-1 Resíduos de cana-de-açúcar 50-1 Talos de milho 60-1 Palha 80-1 Alfafa 13 -1 Húmus 10-1 Trevo verde 16-1 Feno de leguminosas 25-1 Palha de aveia 80-1
  • 32.
  • 33.
  • 34.
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38.
  • 39.
  • 40.
  • 41.
  • 42.
  • 43.
  • 44.
  • 45.
  • 46.
  • 47.  A compostagem tem como objetivo adiantar o processo de decomposição que aconteceria no solo, fora do solo. Diminui problemas com relação a patógenos e sementes de mato que poderiam estar sendo transmitidos pela matéria orgânica não decomposta. Ao contrário, apresenta uma altíssima quantidade de fungos, bactérias entre outros microorganismos benéficos.
  • 48.  Juntamente com substâncias que apresentam efeitos positivos sobre a resistência das plantas a pragas e doenças. Contém 10 a 13 vezes mais nutrientes, se a matéria prima for variada, do que os estercos puros. Embora esses contenham maior quantidade de macro nutriente. Estimula a vida do solo, isto se for usada no momento em que a temperatura começa a baixar, ou seja não totalmente decomposta.
  • 49.  As pilhas devem ser reviradas e misturadas a cada 7-8 dias, no mínimo 5 vezes durante o processo.  A temperatura deve se manter entre 55 e 70ºC durante pelo menos nos primeiros 15 dias (Kiehl, 1985).  Observar: umidade e temperatura da pilha de composto.
  • 50.  ........PRONATECPRONATEC 2012F5Compostagem manejo e utilização na agricultura orgânica - YouTube.flv
  • 51.  O biofertilizante é um adubo orgânico líquido, proveniente de um processo de decomposição da matéria orgânica (animal ou vegetal) através de fermentação anaeróbica (fermentação bacteriana sem a presença de oxigênio),.em meio líquido. O resultado da fermentação é um resíduo líquido, utilizado como adubo foliar, defensivo natural, chamado biofertilizante . E um resíduo sólido, utilizado como adubo orgânico.
  • 52.  O Supermagro é utilizado como adubo foliar, complementar a adubação orgânica do solo, fornecendo micronutrientes (os micronutrientes são sais minerais essenciais ao metabolismo, crescimento e produção das plantas, porém exigidos em pequenas quantidades). O biofertilizante (Supermagro) também atua como defensivo natural por ser meio de crescimento de bactérias benéficas, principalmente Bacillus subtilis, que inibe o crescimento de fungos e bactérias causadores de doenças nas plantas, além de aumentar a resistência contra insetos , parasitas e ácaros.
  • 53.
  • 54.
  • 55.  Equivalência energética  Um metro cúbico (1 m³) de biogás equivale energeticamente a :  1,5 m³ de gás de cozinha;  0,52 a 0,6 litro de gasolina;  0,9 litro de álcool;  6,4 KWh de eletricidade;  2,7 kg de lenha (madeira queimada).
  • 56.
  • 58.  Esterco fresco de vaca 40 Kg  Água 140 litros  Leite 9 litros  Melaço (ou açúcar ) 9 litros (ou 5 kg)  Yakut 4 potes  Micronutrientes  Sulfato de Zinco* 2 kg  Sulfato de Magnésio 2 kg  Sulfato de Boro 2 Kg
  • 59.
  • 60.  O biofertilizante possui entre 90 a 95 % de água (isto é, 5 a 10% de fração seca do líquido). Nessa base seca, o teor de nitrogênio - dependendo do material que lhe deu origem - fica entre 1,5 a 4% de nitrogênio (N), 1 a 5% de fosfato (P2O5) e 0,5 a 3% de potássio (K20).
  • 61.  Viveiro/ mudas: 1% = 1 l em 100 l agua  Canteiros: 2 a 5 %  Pomar: 5 a 10%
  • 62.  Farelo de arroz 500 kg  Farelo de algodão 200 kg  Farelo de soja 100 kg  Farelo de osso 170 kg  Farinha de peixe 30 kg  Termofosfato 40 kg  Carvão moido 200 kg  Melaço 04 litros  EM 4 04 litros  Água 350 litros
  • 63.
  • 64.
  • 65.
  • 66. Locação do viveiro Construção do viveiro Planejamento da produção Escolha da cultura
  • 67.
  • 68.
  • 69.
  • 70.
  • 71.
  • 72.
  • 73.
  • 74.
  • 75.
  • 76.
  • 77.
  • 78.
  • 79.
  • 80. 15 m 12 m 12/1,5 = 8 canteiro de 15 m = 120 m²
  • 81.  120 m² / 8 semanas = 15 m²/ semana  Se podemos distribuir 4 x 4 plantas por m² =>  Teremos 16 plantas por m² =>  16 x 15 m = 240 plantas por semana.
  • 82.
  • 83.  A semear:  240 + 15% = 276 =~ 280 plantas  => 2 bandejas  Cada bandeja fica +ou- 4 semanas no viveiro  => Viveiro para 8 ou mais bandejas
  • 84. 0,35 0,70 1,4 m 1,4 m
  • 85. 0,35 0,70 1 m 2,4 m 1,4 m
  • 86.  Desinfecção dos substratos e recipientes  Enchimento em recipientes
  • 87.
  • 88.  Propagação vegetativa e/ou sementes  Desinfecção dos propágulos
  • 89.
  • 90.
  • 91.
  • 92.  Observar - inverno / verão  Campo ou estufa  Embalagem corrompida  Data de validade  Poder germinativo
  • 93.
  • 94.  Desbaste  Adubação de cobertura  Noções sobre controle fitossanitário  Irrigação  Segurança  Higiene
  • 95.  Delimitação da área  Limpeza da área
  • 97.  Correção da acidez do solo  Noções de Controle de formigas e cupins  Demarcação de canteiros e ruas  Levantamento de canteiros  Adubação orgânica dos canteiros  Irrigação  Demarcação de cova  Adubação de covas  Segurança  Preservação ambiental
  • 99.
  • 100.
  • 101.
  • 102.
  • 103.
  • 104. Os canteiros são levantados sobre o solo
  • 105.
  • 106. Os fertilizantes são incorporados ao solo
  • 107.
  • 108. A irrigação pode ser aspersão,
  • 109. sulcos
  • 111.
  • 112.
  • 113.
  • 114. 25 cm 25 cm 50 cm
  • 115.
  • 116.
  • 117.
  • 118.
  • 119.
  • 120.
  • 121.
  • 122.
  • 123.
  • 124.  Locação das culturas nos talhões  Semeadura, plantio ou transplantio  Cobertura morta  Irrigação  Higiene
  • 125.  Rotação de culturas  4 partes  Consorciação de culturas  Plantas companheiras
  • 126. O plantio pode ser direto ou por mudas
  • 127.
  • 128.
  • 129. Ciclo vegetativo das hortaliças Espécies Germinação Colheita Alface 4 a 7 dias 40 a 50 dias Salsa 2 a 14 dias 70 dias Cebolinha 8 dias 30 dias Couve 3 a 10 dias 30 a 45 dias Coentro 8 dias 40 a 60 dias Repolho 3 a 6 dias 100 a 120 dias Pepino 3 a 6 dias 30 a 35 dias Quiabo 7 a 17 dias 80 a 90 dias Pimentão 8 a 12 dias 100 a 120 dias Maxixe 3 a 6 dias 60 a 70 dias Beringela 5 a 13 dias 80 dias Tomate 6 a 8 dias 90 a 100 dias Rúcula 3 a 5 dias 30 a 40 dias Abóbora 4 a 7 dias 90 a 100 dias
  • 130. Espécies Espaçame nto de plantio Alface 30 cm Salsa 5 cm Cebolinha 10 cm Couve 60 cm Coentro 5 cm Repolho 40 cm Pepino 60 cm Quiabo 60 cm Pimentão 60 cm Maxixe 3 m Beringela 60 cm Tomate 60 cm Rúcula 30 cm
  • 132.  Irrigação, raleamento, adubações, trofobiose, amontoa, capinas, cobertura morta, amarração, adubação verde, escarificação, tutoramento, desbrota, desbaste de frutos, penteamento, polinização artificial, branqueamento, noções sobre controle de pragas, doenças e vegetação espontâneas, rotação e consorciação de culturas, uso de quebra-ventos  Higiene  Segurança
  • 133.  Irrigações ou regas:  Para o bom desenvolvimento das hortaliças, é preciso manter a terra sempre úmida. A freqüência das regas e a quantidade de água em cada uma delas dependem das condições do solo, do clima e da fase de desenvolvimento das plantas.
  • 134.  Capinas:  A capina é feita com enxada ou sacho para manter a horta livre de mato. O mato deve ser retirado o mais rápido possível, pois este concorre com a planta por água e nutrientes.
  • 135.
  • 136.
  • 137.  Raleação:  Nas hortaliças de semeadura direta (semeadas diretamente nos canteiros ou nas covas) é preciso eliminar as plantas menos desenvolvidas e deixar um espaço adequado entre as plantas remanescentes. Ex: cenoura  No viveiro o trabalho é menor – ex: beterraba  Raleo de frutos para crescimento e padrão
  • 138.
  • 139.  Desbaste:   Nas hortaliças-frutos (tomate), faz-se o desbaste para retirar o excesso de frutificação e permitir melhor desenvolvimento dos frutos deixados. O desbaste é feito principalmente no tomate de mesa.
  • 140.  ........PRONATECPRONATEC 2012F5Desbaste evita a competição das hortaliças - Notícias sobre diversas áreas do conhecimento - Portal CPT.flv
  • 141.  Desbrota:   É a eliminação dos brotos que saem nas axilas das folhas ou na haste (brotos-ladrões) de algumas hortaliças como couve, berinjela, pimentão e tomate.
  • 142.
  • 143.  Estaqueamento:  O mesmo que tutoramento. Consiste em fornecer um apoio para evitar que as hortaliças fiquem em contato com a terra e para protegê-las do tombamento causado pelos ventos e pelo excesso de produção.
  • 144.
  • 145.
  • 146.
  • 147.  Cultivar resistente  Nutrição adequada => TROFOBIOSE  Manutenção da matéria orgânica  Conservação de “invasoras” e vegetação nativa.  Irrigação adequada  Rotação e consorciação de culturas  Controle biológico  Armadilhas e ferormônios  Solarização  Caldas e extratos de plantas
  • 148. Macerado de Samambaia Controla ácaros, cochonilhas e pulgões; Materiais: 1/2kg de folhas frescas ou 100 g de folhas secas em 1 litro de água; ferver por meia hora e depois dilua 1 litro desse macerado em 10 litros de água e pulverize.
  • 149.
  • 150.  Solução de sal e vinagre  Eliminação de lesmas, caramujos e moscas brancas;  Misture 5 colheres de sal de cozinha, 100ml de vinagre, 50g de sabão biodegradável e 5 litros de água, depois coar e pulverizar uma vez por semana.  Extrato de primavera (buganvile)  Combate do vírus Vira Cabeça do tomateiro;  coloque dois litros de folhas de primavera em 1 litro de água. Bata tudo no liquidificador por um minuto e dilua em 20 litros de água. Coe e pulverize pelo menos uma vez por semana.
  • 151.
  • 152.  Macerado de Urtiga  Controle de lagartas e pulgões;  Coloque 1/2kg de folhas frescas- ou 100g de folhas secas- em 1 litro de água e deixe-as mergulhadas na água por dois dias. Pra a aplicação dilua em 10 litros de água e pulverize sobre as plantas ou solo.  Chá de camomila  Controla doenças fúngicas, indicada para uso na sementeira;  Para preparar esse chá, pegue um punhado de folhas e faça imersão em água fria por dois dias e pulverize.
  • 153.
  • 154.
  • 155.  Água de Sabão e Pimenta malagueta  controle de pulgões e lagartas;  Separe 500g de sabão biodegradável de coco raspado ou ralado e 250g de pimenta malagueta. Triture a pimenta e aqueça o sabão na água, depois de esfriar misture a pimenta e coe. Aplique com o pulverizador.
  • 156.  Armadilha de cerveja  Atrativo para lesmas;  Pegue latas vazias, sem tampa ou mesmo pratos fundos. enterre as latas com a cobertura na altura do solo e coloque cerveja mistura com sal de cozinha. desta forma as lesmas caem na lata atraídas pela cerveja e morrem desidratadas pelo sal.
  • 157.  Nim  O Nim é uma planta exótica que age muito eficientemente contra pragas, todas as partes da planta são utilizadas mais as que mais se recomendam é a semente, o óleo, e suas folhas que contém uma porcentagem menor do seu inseticida natural;  Uso da semente triturada e das folhas(use o dobro da dose):30 a 50g-1 litro de água;  Uso do óleo: 5ml-1litro;  Pulverize uma vez por semana para o combate de lagartas, larvas, gafanhotos, besouros, pulgões e ácaros.
  • 158.
  • 159. Tajá Contra insetos 1kg de folha de tajá, 1/2 litro de água. Usando luvas, picote as folhas de tajá e bata no liquidificador com meio litro de água. Tomando sempre o cuidado de não deixar o suco do tajá em contato com a pele. Aplique o suco diluído em 10 litros de água e acrescente 5 ml de sabão vegetal líquido ou 3ml de óleo de andiroba.
  • 160.
  • 161.
  • 162.
  • 163.  ..VídeosAtalho para Adubo verde e compostagem orgânica se tornam alternativas para agricultores - YouTube.lnk
  • 164.  Não podemos limitar o fornecimento de matéria orgânica estritamente à criação animal. A produção de biomassa de origem vegetal tem possibilidades ainda inesgotadas por nós. A matéria orgânica de origem vegetal poderá vir pela adubação verde em consórcio e rotação de culturas, delimitação de divisas, cercas-vivas, quebra-ventos, faixas de contorno, beiras de estrada, restos de cultura e capineiras. Podendo atender diferentes fins dentro da propriedade, por ex. alimentação animal, cama de animais, cobertura morta e composto.
  • 165.  A escolha da planta para adubação verde vai depender do solo, do objetivo da adubação (matéria orgânica ou fornecimento de nitrogênio), da cultura a ser adubada. Uma combinação para o verão é o plantio de milho, mucuna e abóbora. Semeando a mucuna um a dois meses depois do milho, esta leguminosa irá fixar nitrogênio do ar que fertilizará a terra quando for incorporada junto com a palhada do milho. Nesse sistema colhem-se abóbora, milho verde ou maduro à mão, já que a mecanização de colheita fica dificultada pela mucuna.
  • 166.  E no inverno com a mesma família a ervilhaca, aveia preta entre outras. O consórcio é o plantio simultâneo de plantas na lavoura. Já a rotação é feita com a sucessão de plantios.
  • 167.
  • 168.  Partimos de uma constatação: a adubação verde é pouco aplicada na horticultura comercial, por representar, aparentemente, a “perda” de área útil para o plantio de hortaliças. Apresentam vantagens para a horta, num manejo de rotação de áreas  Plantar adubos verdes em rotação com as hortaliças economiza outros adubos orgânicos ( mais caros, como o esterco ou composto orgânico )  inibe a proliferação de plantas invasoras; recicla nutrientes de camadas mais profundas e fornece matéria orgânica em abundância.
  • 169.  A melhor opção de manejo de adubos verdes não é seu plantio sobre alguns canteiros, mas seu plantio sobre uma parte representativa da área total, que assim "repousa" e é recuperada.  Para lograr isto, a área da horta deve ser dimensionada, levando-se em conta que uma fração ( 1/4 ) estará sempre com cobertura verde, que para o verão pode ser plantado de setembro a fevereiro.  É possível consorciar espécies de uso econômico com outras para fins de adubação verde, tanto no verão como no inverno.
  • 170.  Quando houver necessidade de aplicar calcário ou fosfato de rocha, o momento apropriado será antes da adubação verde, cujo efeito biológico irá disponibilizar os nutrientes aplicados em forma orgânica.
  • 171.  Adiciona matéria orgânica ao solo;  Enriquece o solo com nitrogênio;  Melhora as condições físicas do solo;  Controla a erosão e protege contra dessecamento pelo sol e vento;  Traz para a superfície elementos minerais das camadas inferiores;  Diminui as perdas por lixiviação;  Estimula a flora microbiana;  Acelera a mineralização do húmus;  Aumenta a produção.
  • 172.  Por que?  - proteger o solo  - melhorar o solo  - N no solo  Qual?  - Gramíneas  - Leguminosas
  • 173.  Uso de crotalária ( Crotalaria spectabilis ) para o controle de nematóides na cultura da cenoura;  Consorciar quiabo, tomate com feijão-de-porco ou mucuna anã ou cravo-de-defunto ou guandu-anão no combate aos problemas de nematóides e pragas, em geral;  Devido à desestruturação física do solo (erosão ) causada na colheita de culturas como cenoura, batatas e beterraba, pode-se utilizar a mucuna preta na adubação verde, pois atua no controle da erosão.
  • 174.
  • 175.
  • 176.
  • 177.
  • 178.
  • 179. ESPÉCIE NOME COMUM UTILIZAÇÃO Stizolobium atterrimum Mucuna preta Controle da erosão e das ervas daninhas Cajanus cajan Feijão guandú Recuperação de solos e controle de ervas daninhas Dolichus lab-lab Lab-lab Adubação verde exclusiva ou intercalar
  • 180. Canavalia ensiformis Feijão-de-porco Adubação verde intercalar e controle da proliferação de ervas daninhas, sobretudo tiririca Crotalaria juncea Crotalária Adubação intercalar com vantagem de não ser trepadeira. Crotalaria spectabilis Crotalária Adubação verde exclusiva e intercalar, além do seu emprego na rotação de culturas e controle de nematóides
  • 181.
  • 182.
  • 183.
  • 184.  Padronização e comercialização  Legislação pertinente
  • 185. •Ponto de colheita determina a qualidade das hortaliças no consumo •O momento da colheita é a finalização do processo de produção das hortaliças. •Deve ser feito com todo o cuidado, para não danificar as plantas e seus produtos, preservando a qualidade conseguida no cultivo. •De modo geral, podemos fazer as seguintes generalizações: as hortaliças de folha e de haste são colhidas quando tenras. As de flores, quando os botões ainda estão fechados. Aquelas que apresentam frutos imaturos devem ser coletadas quando as sementes não estão completamente formadas.
  • 186. Importância de um processamento mínimo •O processamento mínimo consiste em submeter hortaliças e frutos a uma ou mais alterações físicas, como lavagem, descascamento, fatiamento e corte, e em alguns casos a tratamentos químicos, tornando-os prontos para o consumo ou preparo. •Após serem processados, os produtos devem apresentar atributos de qualidade, mantendo o máximo de suas características nutritivas e sensoriais, como o frescor, aroma, cor e sabor.
  • 187.
  • 188.
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  • 191.
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  • 193.
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  • 195.  Lico  05 9818 3057  licomacedo@hotmail.com

Notas do Editor

  1. Terça feira