Breno Morozowski
portifólio
design gráfico
2011
Editorial
Casas de Pedra da
Família Bratti
Município: Nova Veneza
Localidade: Caravaggio
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4 – Ap t I d ã o Mu s c u l o e s Q u e l é t I c A : Fo r ç A e Mo b I l I d A d e
92
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M a n u a l d o P r o d u t o C l u B E d E at I V I d a d E F Í S I C a 26
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24 CADERNO 3
Sugestões de Leitura
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Estilo
Lazer
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Introdução
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Programa SESI – Educação do Trabalhador
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Água 6 xícaras (chá)
Hortelã 4 colheres (sopa)
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PRIORIDADES DO DIA
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Tarefa cumprida
Tarefa delegada
Tarefa em andamento
Prioridade: A B C
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A2
A3
A4
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16 Manual dE GEStão aMbIEntal SESI SC
Município com destinação final adequada
Município com destinação final inadequada
Mu...
ALIMENTAÇÃO
Alimente-se melhor.
ATIVIDADE FÍSICA
Movimente
mais seu corpo.
COMPORTAMENTO
PREVENTIVO
Cuide bem
de você mesm...
sessões TéCniCas
As sessões técnicas do MOMAG 2008 contemplarão apresentações sob
forma de exposições orais (identificação...
6º Congresso Brasileiro de Atividade Física  Saúde | Revista Brasileira de Atividade Física  Saúde: 12(2), 2007
programa o...
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  1. 1. Breno Morozowski portifólio design gráfico 2011
  2. 2. Editorial
  3. 3. Casas de Pedra da Família Bratti Município: Nova Veneza Localidade: Caravaggio Denominação: Conjunto de Pedra Família Bratti Endereço: Estrada Geral para Caravaggio Informações: pág. 73 As três edificações de pedra da Família Bratti, com quase 115 anos de existência, estão localizadas na área rural do município de NovaVeneza. Do centro da cidade, tem-se acesso à estrada que sobe em direção ao hospital municipal e continua a partir daí, sem pavimenta- ção, cortando propriedades rurais, até chegar a Caravaggio. Originalmente, a estrada chegava à propriedade pela late- ral da residência sendo que ainda hoje seu traçado pode ser observado no local através do calçamento de pedra que define o caminho. Atualmente o acesso se faz pelo lado oposto, expondo a cozinha que é a primeira edificação do conjunto a ser avistada.As pedras utilizadas foram retiradas do próprio terreno por uma família de imigrantes italiana e demorou quase dez anos para que as edificações fossem concluídas. O conjunto arquitetônico é composto por três edificações erguidas em alvenaria autoportante de pedras aparentes.As edificações que abrigam as funções residenciais estão dis- postas lado a lado, distantes cerca de cinco metros uma da outra e cercadas por um muro baixo, também de pedras aparentes. 01 28 O sobrado (térreo mais um pavimento) abriga sala e quar- tos.A separação das funções de recepção e descanso da área de refeições é uma das características que identifica a influ- ência italiana na construção das casas da região sul de Santa Catarina.Assentadas sobre bases de pedras que conformam patamares, as casas apresentam-se sempre elevadas em re- lação ao terreno natural e circundadas por passeio, o que 29 Realização: Superintendência Regional do IPHAN em Santa Catarina Parceiros do Projeto Roteiros Nacionais de Imigração: Ministério do Turismo Ministério do Desenvolvimento Agrário Governo do Estado de Santa Catarina – Fundação Catarinense de Cultura, SANTUR, EPAGRI SEBRAE-SC Prefeituras Municipais de Ascurra, Benedito Novo, Blumenau, Indaial, Itaiópolis, Joinville, Nova Veneza, Orleans, Pomerode, Rio dos Cedros, Rio do Sul, São Bento do Sul , Timbó, Urussanga e Vidal Ramos. VENDAPROIBIDA Guia do Patrimônio Cultural do Sul de Santa Catarina Cliente IPHAN Serviço Editoração do Guia do Patrimônio Cultural do Sul de Santa Catarina (80 pág. + mapa) Data Janeiro/2010
  4. 4. 4 – Ap t I d ã o Mu s c u l o e s Q u e l é t I c A : Fo r ç A e Mo b I l I d A d e 92 Exemplos de Testes Simples de Flexibilidade 1. Teste de Sentar-e-alcançar Modificado Objetivo: registrar a distância máxima alcançada, na flexão do tronco sobre o quadril, na posição sentada. Material: caixa de madeira (flexômetro) e folha de protocolo. Procedimentos: n os indivíduos deverão estar com os pés embaixo da caixa, com os joelhos completamente estendidos (o avaliador poderá segurá-los sem forçar); n os braços estarão estendidos à frente com uma mão colocada sobre a outra (palmas das mãos para baixo); n procurar alcançar o máximo de distância ao longo da escala de medição num movimento suave e contínuo; n este procedimento será repetido de 3 a 4 vezes, considerando-se a maior distância atingida. Avaliação – Teste Sentar e Alcançar (cm) Nível 15-19 20-29 30-39 40-49 50-59 60-69 M F M F M F M F M F M F 3 29-38 34-42 30-39 33-40 28-37 32-40 24-34 30-37 24-34 30-38 20-32 27-34 4 39 43 40 41 38 41 35 38 35 39 33 35 2 24-28 29-33 25-29 28-32 23-27 27-31 18-23 25-29 16-23 25-29 15-19 23-26 1 23 28 24 27 22 26 17 24 15 24 14 23 (Adaptado de Nieman, 1990) 4 – Condição atlética 3 – Faixa recomendável Faixa recomendável para a saúde e que pode ser alcançada pela maioria das pessoas 2 – Baixa aptidão 1 – Condição de risco 2 – At I v I d A d e Fí s I c A , Ap t I d ã o Fí s I c A e sA ú d e 44 Atividade Física e Escolaridade Brasil, População ≥ 14 anos - PNAD 2008 9,5 14,9 26,5 33,5 37 48,8 46,5 40,8 34,6 22,7 0 10 20 30 40 50 60 1 1 a 3 4 a 7 8 a 10 11 %SIM Anos de Estudo Exercício / Esportes Deslocamento ativo Além de fatores como sexo, escolaridade e local de residência, a idade também se mostra como fator que interfere na prática de atividades físicas. Na PNAD 2008, o percentual de praticantes de “exercícios ou esportes” decresceu de 54,0% na faixa de 14 a 17 anos para 16,3% para aqueles com 65 anos ou mais. Uma diminuição marcante ocorre já a partir dos 18 anos, quando muitos jovens entram no mercado de trabalho ou na universidade. Quando se trata de caminhar ou pedalar para o trabalho, apesar de se observar uma queda a partir dos 17 anos, há uma tendência de estabilidade a partir dos 20 anos até a faixa dos 65 anos ou mais (prevalência em torno de 30%). VIGITEL Desde 2006 o Ministério da Saúde realiza a pesquisa “Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas (VIGITEL), por inquérito telefônico, nas 26 capitais dos Estados brasileiros e no Distrito Federal. Em 2009 foram entrevistados 54 mil adultos e as informações desta pesquisa podem ser vistas no site do Ministério da saúde (www.portal.saude.gov.br). Os dados de inatividade física (geral) para a população adulta, de 2006 a 2009, são apresentados a seguir e revelam uma tendência pouco animadora. 93 At I v I d A d e Fí s I c A , sA ú d e e Qu A l I d A d e d e vI d A 2. Teste de Flexibilidade de Ombros Objetivo: registrar a aproximação das mãos, quando colocadas nas costas, estando um braço acima do ombro e o outro junto a cintura, como mostra a figura a seguir. Procedimentos: n elevar o braço esquerdo, flexionar o cotovelo, e tentar tocar a posição mais baixa possível, nas costas, com a palma virada para o corpo; n ao mesmo tempo estender o braço direito para baixo, dobrar o cotovelo e, com a palma da mão para fora, aproximar ou tentar sobrepor os dedos nos da mão direita; n para medição considerar o seguinte: quando as mãos não se tocam, deve-se medir a distância entre elas, atribuindo um sinal negativo a este valor; se as mãos apenas se tocarem, o valor é zero; e se as mãos se sobrepuserem, deve-se medir quanto uma mão está sobreposta à outra, considerando o dedo médio como referência; n repetir o procedimento invertendo a posição dos braços. Avaliação – Teste de Flexibilidade de Ombros Adaptado de Corbin et al., 2000. * Para canhotos, inverter os valores direito / esquerdo. 4 – Condição atlética 3 – Faixa recomendável Faixa recomendável para a saúde e que pode ser alcançada pela maioria das pessoas 2 – Baixa aptidão 1 – Condição de risco 45 At I v I d A d e Fí s I c A , sA ú d e e Qu A l I d A d e d e vI d A Evolução na Proporção de Indivíduos Fisicamente Inativos Brasil (adultos): VIGITEL 2006 – 2009 13,2 15,1 11,6 13,7 15,5 12,2 17,4 17,2 17,6 16,4 16,4 16,5 0 4 8 12 16 20 Total Homens Mulheres % 2006 2007 2008 2009 Um amplo estudo divulgado pela OMS em 2005 (Comparative Quantifi- cation of Health Risks) apresentou dados mundiais sobre os níveis de ativi- dade física habitual no conjunto de países em que havia dados disponíveis para análise. Os autores estimam que aproximadamente 42% da população mundial com mais de 15 anos seja “ativa” (pelo menos 30 minutos de ativi- dades físicas moderadas em cinco ou mais dias da semana). Outros 41% são considerados “pouco ativos” e 17% “inativos”. Este mesmo trabalho estima que “a inatividade contribui diretamente para 21,5% das doenças cardíacas isquêmicas; 11% dos derrames; 14% dos casos de diabetes; 16% dos cânceres de cólon e 10% de mama”. Muitas das informações sobre atividades físicas não são precisas porque os instrumentos não levam em conta as diferentes características dos diversos grupos populacionais, como idade, sexo, origem étnica, nível social e educa- cional. A maioria dos instrumentos é direcionada a homens, medindo ativi- dades ocupacionais e de lazer mais formais (esportes e exercícios físicos). Os instrumentos não parecem suficientemente sensíveis para registrar atividades leves e moderadas, como certas tarefas domésticas, atividades de locomoção e inúmeras atividades da vida diária. Como a maioria destas atividades tem caráter intermitente, mais difícil se torna determinar a sua contribuição para o gasto energético diário ou semanal das pessoas. Cliente Markus Nahas Serviço Editoração do livro “Atividade Física, Saúde e Qualidade de Vida” Data Agosto/2010
  5. 5. M a n u a l d o P r o d u t o C l u B E d E at I V I d a d E F Í S I C a 26 Atividades Complementares2.8.3. Esta fase consiste na realização das atividades descritas e contempladas no Plano de Atividades (Anexo – 07), opções de atividades que podem ser contempladas nas propostas de atendimento estão descritas no item 2.4.5. deste manual. Entre as atividades complementares obrigatórias que devem estar previstas no Plano de Ativi- dades, independente dos requisitos do cliente são: Veiculação de Informativos:1. Ficam definidas algumas periodicidades para envio de informativos com assuntos pertinentes a atividade física praticada, informações sobre alimentação e/ou conteúdos sobre promoção da saúde, conforme descrito no quadro 04: Quadro 04 – Periodicidade e quantidade de informativos por período Quando? Periodicidade? N° de Informativos? Primeiro Mês Semanal 01 Segundo Mês Quinzenal 01 terceiro Mês em diante Mensal 01 Treinos Especiais:2. Os treinos especiais têm objetivo de quebrar a rotina do programa/treinos. Para realização des- tes, algumas especificações devem ser previstas: Após cada ciclo, de seis semanas de treinos, marcar treino especial com todos os partici-ƒ pantes. Treino/Sessão em local diferente do habitualƒ Se Treino/Sessão ocorrer no mesmo local diversificar método de treino, ou convidarƒ atleta profissional para participar do treino ou utilizar equipamentos e materiais auxilia- res (elásticos, plataformas de equilíbrio, etc...) Oferecer estrutura com: Água, cereais, frutas, ...ƒ Monitorar e Controlar Atividades2.8.4. Para garantir conformidade no atendimento ao cliente, todas as intervenções contam com pro- cessos e ferramentas que possibilitam o monitoramento e registro de informações, possibili- tando as avaliações e melhorias do sistema. Supervisão das Atividades:1. Deverá ser realizada pelo Gestor de Lazer ou profissional delegado por ele. O processo de su- pervisão das atividades deverá ocorrer mensalmente, nos locais de realização do programa. Quando o contratante aderir ao Programa “Clube Indústria”, além da visita no local dos treinos, realizar uma visita mensal de supervisão junto ao contato da empresa. Registrar as visitas de supervisão na Planilha de Supervisão (Anexo – 16). M a n u a l d o P r o d u t o C l u B E d E at I V I d a d E F Í S I C a 27 Controle de frequência:2. Realizada pelo Profissional de Educação Física nos treinos presenciais e nas atividades comple- mentares, ocorre através do preenchimento da ficha de frequência (Anexo – 17). Sua análise deverá ocorrer semanalmente e consolidado mensalmente. Planilha de Treino:3. Elaboração, adequação e análise do conteúdo das Planilhas de Treino (Anexo – 15) realizado pelo profissional de educação física, com periodicidade semanal. Registro e monitoramento das avaliações físicas e exames clínicos:4. O profissional de educação física registra na Ficha de Avaliação Física (Anexo 12) e consolida a informação no Relatório de Avaliação (Anexo 14). Periodicidade de realização descrita no quadro 05. Quadro 05 – Periodicidade das avaliações. Avaliação Periodicidade Composição corporal Flexibilidade Pressão arterial Frequência Cardíaca de repouso trimestral aptidão Cardiorrespiratória Semestral Exames Clínicos Consulta Médica teste de esforço Conforme determinação médica Planejamento Evolutivo2.8.5. Esta fase ocorre mensalmente, são analisados os dados e informações da etapa de Execução desta forma adequações na periodização individual do treinamento, elaboração de planilha de treino e ao plano de atividades estarão ocorrendo neste momento do processo. Nesta perspec- tiva as atividades do planejamento evolutivo são: Analisar resultados e percepções relatadas nas sessões de treinos (Anexo – 15)ƒ Prescrever treinamento (Anexo – 15)ƒ Elaborar material informativoƒ Organizar atividades complementares (Anexo – 07)ƒ Elaborar relatório de progresso das sessões de treinamento (Anexo – 18)ƒ Monitorar e controlar informações e resultadosƒ Atualização técnicaƒ Provisão de recursos para as atividadesƒ COORDENADORIA DE LAZER – CLA MANUAL DO PRODUTO (Caminhada e Corrida) Clube de Atividade Física Cliente SESI/SC Serviço Editoração do Manual do Produto do Clube de Atividade Física Data Junho/2010
  6. 6. 24 CADERNO 3 Sugestões de Leitura ASSÊNCIO-FERREIRA, Vicente José. O que todo professor precisa saber so- bre Neurologia. São José dos Campos: Pulso Editorial, 2005. DUIZABO, Phillippe; Jean BARBIZET. Manual de Neuropsicologia. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985. LIEURY, Alain. A Memória: do cérebro à escola. São Paulo: Ática, 1997. Questões Observe a figura abaixo e tente identificar, dentre as áreas coloridas, as asso- ciadas à visão. Áreas funcionais do córtex, nos hemisférios cerebrais. Vista lateral Vista medial Correção 25SESI EDuCAçãO INCluSIvA Quadro Sinóptico COMO FUNCIONA O CÉREBRO HUMANO? O cérebro pode ser dividido no seu sentido longitudinal em duas metades chama- das hemisférios cerebrais. Cada hemisfério do córtex cerebral é dividido em quatro lobos. LOBO OCCIPITAL: Ligado a vários aspectos da visão. LOBO FRONTAL: Ligado ao raciocínio, ao planejamento, a partes da fala e do mo- vimento (córtex motor), a emoções e à solução de problemas. LOBO TEMPORAL: Ligado à percepção e reconhecimento dos estímulos auditivos (audição) e à memória (hipocampo). LOBO PARIETAL: Ligado à percepção dos estímulos relacionados ao tato, à pres- são, à temperatura e à dor. LOBO OCCIPITAL Visão PROBLEMAS OBSERVADOS: Defeitos na visão (cortes no campo visual) Dificuldade em localizar objetos no ambiente Dificuldade em identificar cores Produção de alucinações Ilusões visuais – ver objetos sem acuidade Cegueira de palavras – não as reconhece Dificuldade em reconhecer objetos desenhados Incapacidade para reconhecer o movimento de um objeto Dificuldades com leitura e escrita          Cliente SESI/SC Serviço Editoração dos 7 Cadernos do Programa de Educação Inclusiva Data Julho/2008
  7. 7. Estilo Lazer Ind Introdução Em 1999, o SESI-SC dese nóstico estadual sobre est lazer do trabalhador da ind tra representativa de toda Catarina. Realizado com o – Núcleo de Pesquisa em A da UFSC, o diagnóstico fez das nas áreas da promoçã servindo como parâmetro tervenções do SESI e das rinenses. Uma das iniciativas mais daquele diagnóstico, foi o s LAZER ATIVO, criado para r de que aproximadamente res da indústria não reali física no seu tempo livre. a servir de pano de fundo área de Lazer do SESI-SC, dar atitudes e criar oportu de um lazer mais ativo e, ao mente relevante, tanto para to para seus familiares. Pa como princípios do LAZER um estilo de vida mais ativ familiares e amigos; e (3) e za. O SESI – LAZER ATIVO é iniciativa de promoção de dável para o trabalhador d liares, a partir do incentivo físicas no lazer. A pesquisa foi realizada no 11 Unidades Regionais do Excesso de Peso Corporal O Índice de Massa Corporal (IMC) tem sido ampla- mente utilizado para detecção de excesso de peso corporal. É calculado dividindo-se o peso (kg) pela es- tatura elevada ao quadrado (em metros). Considera- se desejável a faixa de IMC entre 18,5 e 24,9 kg/m². IMC entre 25 e 29,9 kg/m² indica sobrepeso; a par- tir de 30 kg/m², indica obesidade. A prevalência de excesso de peso (IMC 25 kg/m² ou superior) foi de 41,6%, superior aos valores encontrados nos traba- lhadores catarinenses (36,9%). A maior prevalência de excesso de peso foi observada entre os homens, entre os trabalhadores com 40 anos ou mais de ida- de, e os trabalhadores de renda familiar acima de R$ 1.500,00. O porte da empresa não foi significativa- mente associado ao excesso de peso. Quanto aos hábitos alimentares, observou-se um padrão mais negativo entre os homens, entre os tra- balhadores mais jovens e de menor renda familiar. Esta análise incluiu a freqüência de consumo de fru- tas e verduras, carnes, salgadinhos e doces, além de refrigerantes. Conclusão A partir dos resultados observados neste levantamento e considerando as principais variáveis referidas como fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis, podem-se destacar os seguintes grupos com ca- racterísticas de risco à saúde na população de trabalhadores das indústrias de São Paulo: Fatores de risco Variáveis Categorizantes Sexo Faixa Etária Renda Familiar Porte da Empresa Percepção negativa de estresse Mulheres – R$ 1.500 – Tabagismo Homens 40 ou + – – Alcoolismo Homens – R$ 1.500 -- Inatividade física no lazer Mulheres 40 ou + – – Excesso de peso Homens 40 ou + R$ 1.500 – Hábitos alimentares inadequados Homens 39 anos R$ 1.500 – Excesso de peso (sobrepeso + obesidade) 33,7 23,6 38,4 7,9 6,3 8,7 0 20 40 60 Todos Mulheres Homens % Sobrepeso Obesidade A percepção do estado de saúde tem sido utilizada em levantamentos populacionais em todo o mundo, sendo considerada um indicador importante para detecção de variações no quadro geral de morbidade e mortalidade por todas as causas. Na tabela abaixo observa-se a propor- ção de trabalhadores que referiram uma percepção posi- tiva de saúde (excelente ou boa), segundo a faixa etária e o sexo. Percepção Positiva de Saúde Homens (%) Mulheres (%) Total (%) Todos 92,4 88,5 91,2 Até 39 anos 93,5 90,6 92,6 40+ anos 89,1 80,7 86,8 Observou-se maior proporção de sujeitos que referiram per- cepção positiva de saúde entre os mais jovens (até 39 anos) e entre os homens (em relação às mulheres, independente- mente da idade). Não se observou associação significativa da percepção de saúde com a renda familiar e nem com o porte da empresa. A figura abaixo apresenta os valores comparativos da percepção de saúde entre trabalhadores da indústria paulista (2007) e catarinense (2004). A percepção de bem-estar é outra variável avaliada de forma bastante positiva entre os trabalhadores, nos três contextos – trabalho, lar e lazer. No contexto do trabalho, a percepção de bem-estar é mais positiva entre os trabalha- dores com menor renda mensal familiar (R$ 1.500,00). No contexto do lazer, a percepção é mais positiva entre os trabalhadores mais jovens (até 39 anos), com menor renda e de empresas de pequeno porte (20 a 99 trabalhadores). Nos três contextos, observou-se uma maior prevalência de percepção positiva de bem-estar entre os trabalhadores do sexo masculino. 67,7 81,3 86,9 90,7 84,6 59,7 65,2 89,5 83,6 20 40 60 80 100 Trabalho Lar Lazer Homens Mulheres Todos A análise do consumo de bebidas alcoólicas considerou as respostas de duas questões: uma relativa ao consu- mo médio semanal e outra relativa à ingestão de cinco ou mais doses em uma mesma ocasião nos últimos 30 dias (consumo exagerado ocasional). O critério da Organização Mundial da Saúde para alcoolismo potencial considera os dois indicadores acima referidos. A proporção de trabalha- dores que relataram um consumo exagerado ocasional de bebidas alcoólicas foi de 30,4% inferior ao referido pelos trabalhadores catarinenses (41%). Alcoolismo Potencial 31,7 27,5 30,4 0 10 20 30 40 Homens Mulheres Todos % Percepção do Nível de Saúde e Bem-estar O fumo é considerado o principal fator comportamental de risco à saúde. Dados nacionais recentemente divulgados pelo Ministério da Saúde, derivados do Sistema VIGITEL, indicam uma prevalência de média de 16,2% de fumantes na população adulta de todas as capitais brasileiras e no Distrito Federal. Os dados deste levantamento são ani- madores (apenas 11,9% dos trabalhadores da indústria paulista referem fumar atualmente), quando comparados à prevalência nacional, sendo semelhantes aos dados dos trabalhadores catarinenses (13%). A prevalência de fumantes foi maior entre os homens e as pessoas com 40 anos ou mais de idade. Não se observou associação significativa entre tabagismo e renda familiar ou porte da empresa. 12,8% 16,2% 71,0% 11,9% 14,6% 73,5% 10,1% 11,1% 78,8% Fumantes Ex-fumantes Não fumantes Todos Mulheres Homens Percepção do Estado de Saúde Atual 91,2% 88,6% 8,8% 11,4% SP SC Negativa Positiva Qualidade do Sono e Estresse Prática de Exercícios Físicos ou Esportes Tabagismo e Consumo de Álcool A proporção de trabalhadores que referiu “não dormir bem com freqüência” ou sentir-se freqüentemente “estressa- dos” foi de, respectivamente, 21,7% e 13,0%. A percep- ção de estresse foi mais negativa entre as mulheres e entre os trabalhadores com renda familiar acima de R$ 1.500,00. Não se observou associação significativa entre a percepção de estresse e as variáveis: faixa etária e porte da empresa. Percepção de Nível de Estresse Classificação Homens % Mulheres % Total % Raramente estressado/ às vezes1 89,1 82,3 87,0 Quase sempre/sempre2 10,9 17,7 13,0 1 Percepção positiva; 2 Percepção negativa A prática de atividades físicas está associada à preven- ção de doenças crônico-degenerativas e à promoção da qualidade de vida, devendo ser incentivada em todas as idades. A proporção de trabalhadores que relataram não realizar qualquer forma de atividade física no lazer (exer- cícios físicos ou esportes) é de 43,1%, superior aos valo- res encontrados entre os trabalhadores catarinenses em 2004 (32,4%). A proporção de trabalhadores classificados como fisicamente ativos no lazer foi maior entre os ho- mens e entre os trabalhadores mais jovens. Renda familiar e o porte da empresa não foram variáveis significativamen- te associadas à prática de atividades físicas no lazer. Prática de Atividades Físicas no Lazer (Exercícios Físicos ou Esportes) SIM, regularmente SIM, às vezes Não Todos Mulheres Homens 14,5% 27,5%58,0% 19,7% 44,2% 36,1% 18,0% 38,9% 43,1% Enquanto os homens em geral preferem a prática de exer- cícios e esportes tradicionais (mais vigorosos), as mulhe- res demonstram preferência por atividades de lazer mo- deradas, como a caminhada. Essa mesma tendência se observa em relação à faixa etária, com os mais jovens engajados em exercícios e esportes mais vigorosos. Preferências nas atividades de lazer, por faixa etária e sexo Classificação Até 39 anos (%) 40 + anos (%) Total (%) Homens Mulheres Homens Mulheres Homens Mulheres Exercícios e esportes tradicionais 44,4 5,1 23,5 2,0 39,0 4,4 Atividades de lazer moderadas 22,3 39,1 36,8 36,8 26,0 38,7 Outras atividades 2,1 1,2 1,5 1,0 2,0 1,2 Estilo de Vida e Hábitos de Lazer dos Trabalhadores das Indústrias de São Paulo AGOSTO, 2007 Introdução Em 1999, o SESI-SC desenvolveu o primeiro diag- nóstico estadual sobre estilo de vida e hábitos de lazer do trabalhador da indústria, com uma amos- tra representativa de todas as regiões de Santa Catarina. Realizado com o apoio técnico do NuPAF – Núcleo de Pesquisa em Atividade Física e Saúde da UFSC, o diagnóstico fez surgir diversas deman- das nas áreas da promoção da saúde e do lazer, servindo como parâmetro de comparação nas in- tervenções do SESI e das próprias indústrias cata- rinenses. Uma das iniciativas mais marcantes, decorrentes daquele diagnóstico, foi o surgimento do Programa LAZER ATIVO, criado para responder à constatação de que aproximadamente metade dos trabalhado- res da indústria não realizava qualquer atividade física no seu tempo livre. O LAZER ATIVO passou a servir de pano de fundo para todas as ações da área de Lazer do SESI-SC, buscando informar, mu- dar atitudes e criar oportunidades para a escolha de um lazer mais ativo e, ao mesmo tempo, cultural- mente relevante, tanto para os trabalhadores quan- to para seus familiares. Para tanto, estabeleceram como princípios do LAZER ATIVO: (1) o estímulo a um estilo de vida mais ativo; (2) em companhia de familiares e amigos; e (3) em contato com a nature- za. O SESI – LAZER ATIVO é reconhecido como uma iniciativa de promoção de um estilo de vida sau- dável para o trabalhador da indústria e seus fami- liares, a partir do incentivo à prática de atividades físicas no lazer. A pesquisa foi realizada novamente em 2004, nas 11 Unidades Regionais do SESI-SC, permitindo a avaliação de ações desenvolvidas nos setores de Lazer, Saúde e Educação da Instituição. A partir do ano de 2005, o SESI-DN passou a incorporar o LAZER ATIVO em suas programações, iniciando pela realização de diagnósticos semelhantes aos realiza- dos em SC em diversos Departamentos Regionais do SESI. Este Relatório apresenta a análise geral da pesqui- sa realizada no SESI São Paulo, envolvendo 597 empresas e reunindo dados representativos do estilo de vida, indicadores de saúde e bem-estar, atividade física e lazer, além de hábitos alimenta- res de 3.174 trabalhadores. Mais uma vez, o SESI cumpre seu papel frente às demandas sociais e se antecipa, liderando ações que visam o bem-estar do trabalhador (e de seus familiares), e o desenvol- vimento humanizado da indústria brasileira. O Núcleo de Pesquisa em Atividade Física e Saúde da Universidade Federal de Santa Catarina sente-se honrado em colaborar com este empreendimento. Perfil Geral do Trabalhador das Indústrias de São Paulo – 2007 Os homens constituem 68,2% da amostra 76,1% têm até 39 anos de idade 55,8% são casados e 10,3% têm três ou mais filhos 61,9% têm o ensino médio completo e 21,8 % têm curso superior 53,3% têm renda familiar mensal de até cinco salários mínimos      Excesso de Peso Corporal O Índice de Massa Corporal (IMC) tem sido ampla- mente utilizado para detecção de excesso de peso corporal. É calculado dividindo-se o peso (kg) pela es- tatura elevada ao quadrado (em metros). Considera- se desejável a faixa de IMC entre 18,5 e 24,9 kg/m². IMC entre 25 e 29,9 kg/m² indica sobrepeso; a par- tir de 30 kg/m², indica obesidade. A prevalência de excesso de peso (IMC 25 kg/m² ou superior) foi de 41,6%, superior aos valores encontrados nos traba- lhadores catarinenses (36,9%). A maior prevalência de excesso de peso foi observada entre os homens, entre os trabalhadores com 40 anos ou mais de ida- de, e os trabalhadores de renda familiar acima de R$ 1.500,00. O porte da empresa não foi significativa- mente associado ao excesso de peso. Quanto aos hábitos alimentares, observou-se um padrão mais negativo entre os homens, entre os tra- balhadores mais jovens e de menor renda familiar. Esta análise incluiu a freqüência de consumo de fru- tas e verduras, carnes, salgadinhos e doces, além de refrigerantes. Conclusão A partir dos resultados observados neste levantamento e considerando as principais variáveis referidas como fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis, podem-se destacar os seguintes grupos com ca- racterísticas de risco à saúde na população de trabalhadores das indústrias de São Paulo: Fatores de risco Variáveis Categorizantes Sexo Faixa Etária Renda Familiar Porte da Empresa Percepção negativa de estresse Mulheres – R$ 1.500 – Tabagismo Homens 40 ou + – – Alcoolismo Homens – R$ 1.500 -- Inatividade física no lazer Mulheres 40 ou + – – Excesso de peso Homens 40 ou + R$ 1.500 – Hábitos alimentares inadequados Homens 39 anos R$ 1.500 – Excesso de peso (sobrepeso + obesidade) 33,7 23,6 38,4 7,9 6,3 8,7 0 20 40 60 Todos Mulheres Homens % Sobrepeso Obesidade 32 ESTILO DE VIDA E HÁBITOS DE LAZER DOS TRABALHADORES DAS INDÚSTRIAS DE SÃO PAULO 3.3.2 Características do Trabalho Observou-se que 45,1% dos trabalhadores desenvolvem tarefas laborais essencialmente seden- tárias (passam a maior parte do tempo sentados). Este resultado é superior ao que foi observado entre os industriários catarinenses em 2004 (32,1%). Após a estratificação por sexo, verificou-se maior proporção de trabalhadoras que relataram desenvolver tarefas laborais sedentárias neste levantamento (69,5%) em comparação ao que foi observado entre as industriárias catarinenses em 2004 (42,7%). Sexo, renda familiar mensal e porte da empresa discriminaram significativamente as característi- cas das atividades desenvolvidas no trabalho. Os homens que relataram desenvolver atividades laborais de intensidade moderada e vigorosa, estão em maior proporção conforme o apresenta- do na Tabela 19. Similarmente obsevou-se, maior proporção de trabalhadores com renda fami- liar mensal de até R$ 1.500,00 (15,3%) em comparação aos sujeitos com maior renda familiar mensal (6,9%) que referiram realizar no trabalho atividades predominantemente de intensidade moderada e vigorosa. Identificou-se, ainda, que entre as empresas de grande porte, 47,5% dos trabalhadores relataram realizar atividades laborais tipicamente sedentárias, enquanto nas empresas de médio e pequeno porte este percentual foi de 40,7% e 46,8%, respectivamente (Tabela 20). Não se observou associa- ção significativa entre as características das atividades desenvolvidas no trabalho e a faixa etária. Tabela 19 – Características do trabalho* Classificação Homens Mulheres Total % n % n % n Trabalho sedentário 33,7 721 69,5 694 45,1 1.415 Trabalho moderadamente ativo 51,7 1.107 26,1 260 43,5 1.367 Trabalho pesado 14,7 314 4,4 44 11,4 358 *p0,001 entre sexos Tabela 20 – Características do trabalho, por porte da empresa (%)* Classificação Porte da Empresa Total Pequena Média Grande Trabalho sedentário 46,8 40,7 47,5 45,1 Trabalho moderadamente Ativo 45,0 47,0 40,5 43,5 Trabalho Pesado 8,2 12,3 12,0 11,4 *p0,001 entre porte da empresa 3.3.3 Tarefas Domésticas Cinco em cada dez trabalhadores entrevistados relataram realizar atividades domésticas pesadas (lavar vidros, esfregar o chão, lavar roupa, fazer faxina, cuidar do quintal) uma ou duas vezes por semana. A proporção de trabalhadores que realiza tarefas domésticas pesadas foi maior entre as mulheres e entre os sujeitos com renda familiar mensal até R$ 1.500,00. RELATÓRIO GERAL 33 ATIVIDADESFÍSICASLAZER Tabela 21 – Tarefas domésticas pesadas* Classificação Homens Mulheres Total % n % n % n Sim, 1 ou 2 vezes/semana 44,7 954 58,6 585 49,1 1.539 Sim, 3 ou 4 vezes/semana 4,4 95 7,1 71 5,3 166 5 ou mais vezes/semana 2,4 51 3,3 33 2,7 84 Não faço 48,5 1.036 31,0 310 42,9 1.346 *p0,001 entre sexos 3.3.4 Prática de Atividades Físicas no Lazer A prática de atividades físicas está as- sociada à prevenção de doenças crô- nico-degenerativas e à promoção da qualidade de vida, devendo ser incen- tivada em todas as idades. Na pesqui- sa realizada pelo Ministério da Saúde – Sistema VIGITEL (Brasil, Ministério da Saúde, 2007), a freqüência de adultos que relataram praticar atividades físi- cas de lazer variou entre 10,5% em São Paulo e 21,5% no Distrito Federal. De modo geral, mais homens do que mulheres praticam atividade física no lazer. Neste levantamento, a proporção de trabalhadores que relataram não realizar qualquer forma de atividade física no lazer (exercícios físicos ou esportes) é de 43,1%, valor superior aos encontra- dos entre os trabalhadores catarinenses em 2004 (32,4%). A proporção de trabalhadores classifi- cados como fisicamente ativos no lazer foi maior entre os homens e entre os trabalhadores mais jovens. A renda familiar mensal e o porte da empresa não foram variáveis significativamente as- sociadas à prática de atividades físicas no lazer. Estes resultados estão apresentados na Figura 6 e na Tabela 22. Figura 6 – Prática de atividades físicas (exercícios físicos e esportes no lazer) SIM, regularmente SIM, às vezes Não Todos Mulheres Homens 14,5% 27,5%58,0% 19,7% 44,2% 36,1% 18,0% 38,9% 43,1% Cliente SESI/SC Serviço Editoração de 23 Relatórios e Sumários do Programa Lazer Ativo Data 2006-2008
  8. 8. ENSINO MODULARIZADO – OFICINA Programa SESI – Educação do Trabalhador SESI-SC / 2007 BLOCOS DE CONTEÚDO 8 ESPANHOL Ensino Fundamental e Ensino Médio ENSINO MODULARIZADO – OFICINA Programa SESI – Educação do Trabalhador SESI-SC / 2007 BLOCOS DE CONTEÚDO 6 ARTES Ensino Fundamental e Ensino Médio ENSINO MODULARIZADO – OFICINA Programa SESI – Educação do Trabalhador SESI-SC / 2007 BLOCOS DE CONTEÚDO 3 MATEMÁTICA Ensino Fundamental e Ensino Médio ENSINO MODULARIZADO – OFICINA Programa SESI – Educação do Trabalhador SESI-SC / 2007 BLOCOS DE CONTEÚDO 1 METODOLOGIA DO ENSINO MODULARIZADO EM OFICINA Cliente SESI/SC Serviço Editoração dos Cadernos do Programa SESI Educação do Trabalhador Data Outubro/2007
  9. 9. 4 Ingredientes Quantidades Casca de abacaxi 4 xícaras (chá) Água 6 xícaras (chá) Hortelã 4 colheres (sopa) Limão 1 unidade Açúcar 5 colheres (sopa) Suco de casca de abacaxi com hortelã A composição de uma dieta ideal deve conter os três grupos de alimentos. Rendimento: 6 porções Tempo de preparo: 30 min. Valor calórico da porção: 88,54 kcal Bata no liquidificador as cascas de abacaxi com a água e a hortelã. Coe, acrescente o suco de limão e o açúcar. Sirva gelado. Dica: Utilize as cascas de abacaxi batidas e coadas para fazer um doce. Ingredientes Quantidades Tomate maduro picado 1 xícara (chá) Goiaba vermelha picada 2 xícaras (chá) Água o suficiente Melancia picada 2 xícaras (chá) Água 5 xícaras (chá) Açúcar 5 colheres (sopa) Gelo a gosto Cozinhe o tomate com a goiaba e a água. Deixe esfriar e reserve. Retira a semente da melancia e coloque no liquidificador. Junte o tomate e a goiaba cozidos, a água e bata bem. Coe, acres- cente o açúcar e o gelo. Dica: Os frutos vermelhos são ricos em licopeno, substância antioxidante que é melhor absorvida quando os frutos são cozidos. Suco licopeno Procure variar os alimentos: quanto mais variados e coloridos, menos riscos de faltar algum nutriente. Rendimento: 5 porções Tempo de preparo: 1h30min Valor calórico da porção: 115,30 kcal Cliente SESI/SC Serviço Editoração do caderno de receitas do Programa SESI Cozinha Saudável Data: Junho/2008
  10. 10. PRIORIDADES DO DIA AFAZERES DA SEMANA Tarefa cumprida Tarefa delegada Tarefa em andamento Prioridade: A B C A1 A2 A3 A4 A5 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 SEGUNDA QUARTATERÇA 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 A1 A2 A3 A4 A5 A1 A2 A3 A4 A5 DICA F E V E R E I R O 19 20 21 COMPORTAMENTO PREVENTIVO O esporte possibilita a inclusão social e desenvolve auto-estima nos jovens, sendo um grande aliado quando se pensa em prevenção à drogas. Saiba mais: http://www.antidrogas.com.br QUINTA SÁBADOSEXTA DOMINGO ANOTAÇÕES PRIORIDADES DO DIA A1 A2 A3 A4 A5 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 A1 A2 A3 A4 A5 A1 A2 A3 A4 A5 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 A1 A2 A3 A4 A5 22 23 24 25 F E V E R E I R O 19 – Dia do Esportista 20 – Dia Nacional do Combate às Drogas e ao Alcoolismo 20 – Carnaval 21 – Cinzas Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 Agenda 2007 Cliente SESI/SC Serviço Editoração da Agenda SESI Lazer Ativo 2007 Data Dezembro/2006
  11. 11. 16 Manual dE GEStão aMbIEntal SESI SC Município com destinação final adequada Município com destinação final inadequada Município em adequação Fonte: Ministério Público de Santa Catarina – PROGRAMA Lixo Nosso de Cada Dia / Destinação final dos resíduos sólidos. Situação em: 7/2006 Considerando-se o grave problema causado pelos resíduos gerados e com  vistas a uma melhoria da qualidade de vida atual e para que haja condições  ambientais favoráveis às futuras gerações, é necessário o desenvolvimento  de uma consciência ambientalista. Ciente de sua responsabilidade, o sesI sC realiza algumas ações corpora- tivas, cujo objetivo é minimizar a geração de resíduos, bem como estabe- lecer um processo de educação ambiental, por meio da sensibilização dos  colaboradores sobre os problemas do desperdício de recursos naturais e da  geração de lixo. Parte 3 Formas de Tratamento Adotadas 3.1) Educação para o Consumo Consciente o conceito comum de consumo  é o de consumir bens para a sa- tisfação  de  desejos  e  necessida- des sem considerar os impactos  decorrentes dessa ação. A  educação  para  o  consumo  consciente  busca  sensibilizar  e  mobilizar  o  consumidor  para  uma mudança do seu comportamento de consumo em direção a susten- tabilidade. o consumo consciente é o consumo de produtos de uma forma em que  a pessoa está ciente dos impactos que ela pode causar no meio ambiente  e na sociedade em função do seu estilo de vida. significa estar consciente  Cliente SESI/SC Serviço Editoração do Manual de Gestão Ambiental Data Março/2008
  12. 12. ALIMENTAÇÃO Alimente-se melhor. ATIVIDADE FÍSICA Movimente mais seu corpo. COMPORTAMENTO PREVENTIVO Cuide bem de você mesmo. CONTROLE DO ESTRESSE Relaxe sempre que possível. Relacionamentos Relacione-se melhor com os outros e com a natureza. Cliente SESI/SC Serviço Editoração das 5 cartilhas do SESI Lazer Ativo Data Maio/2007
  13. 13. sessões TéCniCas As sessões técnicas do MOMAG 2008 contemplarão apresentações sob forma de exposições orais (identificação iniciando pela letra “O”) ou atra- vés de pôsteres (identificação iniciando pela letra “P”). Trabalhos indica- dos por “Invit” referem-se a palestras convidadas. XVI Segunda-feira, 08.09.2008 sessão abert/pal: Sessão de Abertura e Palestras Convidadas 08:00 - 10:00 h – Local: Ritz I + Ritz II Sessão Plenária Invit.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 Energy losses in soft magnets from DC to radiofrequencies: theory and experiment Fausto Fiorillo Invit.2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8 Towards complex devices within structured optical fibres John Canning sessão pa1: Antenas; Propagação de ondas 10:30 - 12:00 h – Local: York II PA1.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .12 Análise de Antenas Cônicas Anulares de Microfita Odilon M. C. Pereira Filho, Luiz C. da Silva PA1.2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .16 Análise de dipolos impressos em substratos biaxiais Ildefonso Bianchi, J. C. da S. Lacava, Cividanes Lucio PA1.3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .21 Antena Transceptora de Baixo Custo para o Sistema Globalstar Daniel Chagas Nascimento, Ricardo Schildberg, José Carlos da Silva Lacava Towards Complex Devices within Structured Optical Fibres John Canning1 Interdisciplinary Photonics Laboratories (IPL), School of Chemistry, University of Sydney, Sydney Australia 1 J. Canning, j.canning@usyd.edu.au, Tel +61-2-93511934 This work was funded by several Australian Research Council (ARC) Large Grants and Discovery Project Grants and by a Department of Education, Science and Traingin (DEST) International Science Linkage (ISL) Competitive Grant and various smaller funding sources. Abstract The realisation of “lab-in-a-fibre” technology based on incorporating multi-functional capability into optical fibres depends on numerous technological developments and approaches that go beyond todays capabilities. The aspiration of such a goal focusses relevant activities thus opening up new approaches to developing novel solutions and complex devices that finally make use of the distinctive opportunities offered by structured optical fibres. Key words Lab-in-a-fibre, precision micro filling, structured optical fibres, photonic crystal fibres, gratings, thin films, diffusion, evanescent spectroscopy. I. INTRODUCTION Structured fibres have shown tremendous popularity because by their very nature they convey a sense of scientific authenticity for fibre research that would otherwise be perceived mediocre and trivial if carried out by conventional means. Structured fibres include suspended core fibres, fibres that guide by large step index introduced with surrounding air holes, photonic crystal fibres, both step index and bandgap [1] and Fresnel fibres, where proagtion is largely based on the control of diffraction [2]. To date nearly all these fibres have focussed on doing the same thing as fibres have always done: transport light from one position to another. Although varying improvements have been offered by structured fibres in terms of ensuring the properties of the transported light (e.g. disperion and much more) are maintained or adjusted ithin the near field furing propagation, particularly in devices, very little truly unique functionality that distinguishes structured fibres has been demonstrated. Only the Fresnel fibre has dared to be different – manipulating and shaping light intentionally in the far-field for the first time [2-4]. That work marked a transition where structured fibres were now being seen as more than just optical conduits: the possibilty that the fibre itself is a rich techoolgoy platform came to fruition. The combined function of transport along with optical focussing marked the prelude to introducing, for the first time, multifunctional capability into optical fibres. The concept of the low cost “lab-in-a-fibre” [5] to compete with “lab-on-a-chip” for many applications best highlights how this perception of optical fibres has been transformed. In particular, there have been relatively few examples where structured fibres clearly offer benefits over conventional technologies, with simple, high NA air clad fibres used for lasers probably the only clear example [6,7]. In this paper, I review our work towards lab-in-a-fibre technology, a goal that enables us to target and focus on key technologies relevant to its eventual demonstration. A new set of material processing tools and approaches, along with the recent ability to introduce conventional components such as gratings, allows the building blocks for more complex functions. Espcially important is the ability, for the first time, to now take advantage of the micro positioning and filling offered exclusively by a structured optical fibre. II. LAB-IN-A-FIBRE Figure 1 shows a schematic of the lab-in-a-fibre concept. What are the technologies required to permit the development of such a device that may be used in a variety of applications from multi-functional optic processing in telecommunicationss to multi-gas and liquid sensing int ehoil industries to medical diagnostics of blood? Sucha variety of complex applications will have several technology processing steps in common, some of which are summarised here. electrodes Select ion beam milled input/output microfluidic channels Multiple samples under test can be drawn into holes by capillary action, pressure or electrokinetic effects using applied electric field. DFB grating sensor in solid core Channels lined with nano layers sensitive to specific chemicals. Changes in property probed by evanescent field from mode travelling in solid core, and at certain wavelengths resonant field in DFB structure. Femtosecond laser written buried channel Complex “signature” grating Gas samples can be analysed directly in “bandgap” core. Coupling between cores can also support optical diagnostics solid core electrodes Select ion beam milled input/output microfluidic channels Multiple samples under test can be drawn into holes by capillary action, pressure or electrokinetic effects using applied electric field. DFB grating sensor in solid core Channels lined with nano layers sensitive to specific chemicals. Changes in property probed by evanescent field from mode travelling in solid core, and at certain wavelengths resonant field in DFB structure. Femtosecond laser written buried channel Complex “signature” grating Gas samples can be analysed directly in “bandgap” core. Coupling between cores can also support optical diagnostics solid core Fig. 1. Schematic of a possible lab-in-a-fibre device. The various tehcnologies developed to date that would add lutmilple functionality are shown. 8 InVIT.2 CAPA Cliente GRUCAD – UFSC Serviço Editoração da versão eletrônica dos Anais do Congresso Momag 2008 (1.230 páginas) Data Setembro/2008
  14. 14. 6º Congresso Brasileiro de Atividade Física Saúde | Revista Brasileira de Atividade Física Saúde: 12(2), 2007 programa oficial DiA.15/11/2007.–.QuinTA-FeiRA 08h00 entrega de credenciais e material 09h00 – 12h00 Cursos.Pré-evento (Vagas: 75 em cada curso) a) Título: Análise.de.Dados.em.Atividade.Física.e.Saúde ministrantes: mauro virgílio Gomes de barros – Upe alex Florindo - Usp Coordenador: José Cazuza de Farias Júnior - UFpb b) Título: Avaliação.e.Prescrição.de.exercícios.para.Grupos.especiais ministrantes: Francisco Gondin pitanga – UFba osni Jacó da silva - UFsC Coordenadora: lisandra Konrad - UFsC c) Título: Como.Planejar.e.Avaliar.Programas.de.Promoção.de.estilos.de.Vida.Saudáveis ministrantes: Timóteo leandro de araújo - CelaFisCs Fernando siqueira – UFpel / rs Coordenador: mathias roberto loch d) Título: Fisiologia.do.exercício..Saúde ministrantes: rosane Carla rosendo da silva – UFsC luiz Guilherme a. Guglielmo - UFsC Coordenador: marcius de almeida Gomes - Uneb e) Título: nutrição.e.estilo.de.Vida.Saudável ministrantes: mirian vasquez – Uneb aline rodrigues barbosa - UFsC Coordenadora: Taís Gaudêncio - UFsC 12h30 – 13h30 intervalo para almoço 13h30 – 14h30 Sessão.(1).de.Temas.Livres.e.Pôsteres.1 14h30 – 15h00 intervalo (visitação aos stands e pôsteres) 15h00 – 17h30 Simpósio.Satélite.(A).–.Promotor:.SeSi.(Serviço.Social.da.indústria) Tema: programas de promoção da saúde na empresa palestrante 1: mauro virgílio Gomes de barros - Upe palestrante 2: eloir simm – sesi palestrante 3: ricardo de marchi - CpH Simpósio.Satélite.(B).–.Promotor:.iLSi.(international.Life.Sciences.institute) Tema: estilos de vida saudáveis para a prevenção da obesidade palestrante 1: mauro Fisberg – UniFesp palestrante 2: markus v. nahas – projeto Saúde na Boa palestrantes 3 e 4: Trabalhos premiados ilsi – brasil 2007 19h30 – 20h00 Solenidade.de.Abertura 20h00 – 21h00 Conferência.de.Abertura.(1) – auditório Garapuvu Tema: interdisciplinaridade na promoção de estilos de vida saudáveis palestrante: i-min lee - Harvard school of public Health Coordenador: markus v. nahas - UFsC 21h00 – 22h30 Coquetel.de.boas-vindas 6º Congresso Brasileiro de Atividade Física Saúde | Revista Brasileira de Atividade Física Saúde 12(2), 2007 1 resumos dos Temas livres e pôsteres 15.De.nOVeMBRO.–.TARDe.–.TeMAS.LiVReS SALA.GOiABeiRA.–.áReA.TeMáTiCA.3:.eSTiLO.De.ViDA.e.QuALiDADe.De.ViDA 4279 001 inCenTiVO.DOS.PAiS.PARA.A.PRáTiCA.De.ATiViDADe.FÍSiCA.enTRe.CRiAn- ÇAS.e.ADOLeSCenTeS:.eSTuDO.De.BASe.POPuLACiOnAL inÁCio CroCHemore moHnsam da silva - escola superior de educação Física - Universidade Federal de pelotas pedro Curi Hallal mario renato azevedo o nível de atividade física dos pais exerce influência sobre os padrões de ativida- de física de crianças e adolescentes. o objetivo do presente estudo foi verificar o percentual de pais e mães que incentivam seus filhos a praticar atividade física e o efeito de ter sido incentivado na adolescência sobre a decisão de incentivar ou não os filhos atualmente. Foram entrevistados 977 indivíduos com idade entre 20 e 69 anos, selecionados por amostragem aleatória no município de pelotas. entre os entrevistados, 384 relataram ter pelo menos um filho com idade entre 6 e 18 anos. destes, 103 possuem filhos que praticam algum esporte ou atividade física. entre es- tes, 90,5% relataram que incentivam seus filhos para tal prática.as principais razões apontadas foram: criação de hábitos de vida saudáveis (89,5%), ocupação do tempo livre (5,3%) e tornar-se atleta de alto nível (3,2%). entre todos os adultos, 34,2% rela- taram que eram incentivados por seus pais no passado a praticarem atividade física. entre aqueles que eram incentivados, 96,0% relataram que incentivam seus filhos, enquanto entre aqueles que não eram incentivados, 88,8% referiram que incentivam seus filhos (p=0,28). embora não tenha sido encontrada diferença estatisticamente significativa, parece que os adultos que foram incentivados a praticar atividade física na infância e adolescência têm maior probabilidade de incentivarem os filhos. 4884 002 inATiViDADe.FÍSiCA.nO.LAZeR.nA.POPuLAÇãO.ADuLTA.De.FLORiAnÓPOLiS. enTReViSTADA.POR.TeLeFOne:.PReVALênCiA.e.FATOReS.ASSOCiADOS. TaÍs GaUdenCio marTins - Universidade Federal de santa Catarina maria alice altenburg assis - UFsC markus vinicius nahas - UFsC o objetivo desse estudo foi estimar a prevalência e os fatores associados à inativi- dade física no lazer (iFl) em adultos de Florianópolis. estudo transversal, de base populacional, com amostra probabilística (n=1996) da população adulta (18 anos e mais), residente em domicílios com telefones fixos. as entrevistas, realizadas por telefone em 2005, foram conduzidas com questionário que incluía características só- cio-demográficas, padrão de alimentação e de atividade física, tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas, peso e estatura recordados e referência a diagnóstico médico de doenças crônicas não transmissíveis. a iFl foi definida como não cumprimento das recomendações de realização de atividade física no lazer (aFl), vigorosa (três ou mais dias por semana e 20 minutos ou mais) ou moderada (cinco ou mais dias por semana e 30 minutos ou mais). a prevalência de iFl foi de 72,5% (homens = 64,3% e mulheres = 70,9%). após ajuste para as variáveis sócio-demográficas, a iFl mostrou-se positivamente associada ao sexo feminino, indivíduos com menor escolaridade, que são ou foram casados e que trabalhavam, que não consumiam frutas, legumes e verduras pelo menos cinco vezes na semana, que consumiam refrigerantes três ou mais vezes por semana e leite integral quase todos os dias. a prevalência de iFl em adultos de Florianópolis foi alta e similar à encontrada em trabalhadores da indústria catarinense (67,6%), e a outros estudos de base domiciliar no brasil, considerando as diferenças de delineamento entre os estudos. os dados deste estudo podem ser utilizados para monitorar tendências e comparar com as cidades participantes do sistema de monitoramento de Fatores de risco e proteção para doenças Crônicas não Transmissíveis. 4357 003 AuTOPeRCePÇãO.De.SAÚDe.e.SuA.ReLAÇãO.COM.O.nÍVeL.De.ATiViDADe. FÍSiCA.eM.ADuLTOS:.eSTuDO.De.BASe.POPuLACiOnAL miCHeli oTT pires - Universidade Federal de pelotas mario renato azevedo - UFpel pedro Curi Hallal - UFpel existe uma ampla literatura relacionando a prática de atividade física com benefícios à saúde. poucos estudos, no entanto, avaliaram a relação entre a prática de ativi- dade física e a autopercepção de saúde, um importante indicador geral de saúde. o objetivo do presente estudo foi avaliar a associação transversal entre a prática de atividade física e a autopercepção de saúde em uma amostra populacional de adultos residentes no sul do brasil. Foram entrevistados 977 indivíduos com idade entre 20 e 69 anos, selecionados por amostragem aleatória no município de pelotas. a clas- sificação dos sujeitos em relação à saúde foi: excelente (9,8%), muito boa (15,9%), boa (47,8%), regular (23,4%), ruim (3,1%). a proporção de sujeitos que classificou sua saúde como ruim foi de 8,6% entre os sedentários e apenas 2,7% entre os fisicamente ativos. Houve uma associação dose-resposta entre o nível de atividade física e a autopercepção de saúde em ambos os sexos.a autopercepção de saúde se relacionou de forma inversa com a idade; o percentual de sujeitos que classificou a saúde como ruim foi de 1,2% entre aqueles entre 20 e 29 anos e 6,7% entre aqueles com idade entre 60 e 69 anos. Conclui-se que a autopercepção de saúde é afetada positivamente pela prática de atividade física. 4540 004 MOTiVOS.PARA.A.PRáTiCA.De.ATiViDADeS.FÍSiCAS.nO.LAZeR.eM.ADuLTOS:. uM.eSTuDO.De.BASe.POPuLACiOnAL alan GoUlarTe KnUTH - UFpel suele silva - UFpel mario renato azevedo - UFpel pedro Curi Hallal - UFpel estudos epidemiológicos vêm descrevendo elevadas taxas de sedentarismo na popu- lação adulta, especialmente quanto à atividade física praticada no lazer. para enfren- tar este problema, além do reconhecimento dos fatores associados ao sedentarismo, faz-se necessário uma melhor compreensão dos motivos pelos quais uma parcela da população se mantém fisicamente ativa. o objetivo do presente estudo é analisar os principais fatores que motivam adultos a praticarem atividades físicas. Um estudo transversal, de base populacional foi conduzido em pelotas-rs. os indivíduos da amostra (n=3100), com idade igual ou superior a 20 anos, responderam perguntas sobre a prática de atividades físicas no lazer e os principais motivos para sua realiza- ção. os resultados mostram que 41,9% (iC95% 40,1 – 43,6%) da população adulta de pelotas pratica alguma atividade física de lazer, pelo menos uma vez por semana. entre os homens (n= 642), o motivo mais citado foi o gosto pela atividade física (n=48,0%), enquanto que, entre as mulheres, o reconhecimento dos benefícios da atividade física regular à saúde foi a razão mais mencionada. a orientação médica motivou para a prática de atividades físicas no lazer 18,3% e 8,4% de mulheres e homens, respectivamente. diferenças marcantes foram encontradas sobre as moti- vações para a prática de atividades físicas conforme o sexo. a compreensão de tais diferenças devem ser ponderadas quando intervenções pró-atividade física forem elaboradas. Cliente NuPAF – UFSC Serviço Editoração dos Anais do VI Congresso Brasileiro de Atividade Física Saúde Data Novembro/2007
  15. 15. Cliente Schaefer Yachts Serviço Editoração do manual do proprietário Phantom 360 Data Outubro/2009
  16. 16. Cliente Centro de Desportos – UFSC Serviço Editoração do livro Produção Científica em Educação Física – Vol. II e III (impresso e eletrônico) Data Novembro/2008
  17. 17. 8 | Missão EMprEsarial CatarinEnsE à China GEOGRAFIA a China é o país mais populoso do planeta e um dos maiores em extensão territorial, o país apresenta grandes variações climáticas – de 38°C no verão a 45°C negativos no inverno. no oeste, fica a cordilheira do himalaia, onde está o pico mais alto do mundo, o Everest. no leste predominam as planícies, utilizadas para a agricultura. Essas diferenças de altitude garantem ao país enorme potencial hidrelétrico. Divisão da China 23 províncias, 5 regiões autônomas, 4 municípios diretamente subordinados ao poder central e 2 regiões administrativas especiais. INDICADORES SÓCIO-ECONÔMICOS Moeda: rMB (renminbi). a unidade do rMB é denominada Yuan (CnY) ou Kuai. 1 Yuan = 10 Jiao = 100 Fen. Cotação: Us$ 1 = 8,29 YUan - r$ 1 = 2,89 YUan Fonte: Banco Central do Brasil em 30 setembro de 2004 PIB (2002): Us$ 1,232 bilhões Fonte: Banco Mundial PIB Per Capita (2002): população Urbana: Us$ 935 população rural: Us$ 299 Fonte: FMi Missão EMprEsarial CatarinEnsE à China | 83 Empresa Brasileira de Compressores S.A. – Embraco 參加人 Maria Teresa Bustamante 外贸和外办经理 公司的資料 地址: Rua Rui Barbosa, 1020 - Joinville SC - Brazil - 89219-901 電話: +55 (47) 441-2474 傳真: +55 (47) 441-2844 電子郵件: comex@embraco.com.br 網站: www.embraco.com.br 公司職員數字 5.000 建立年 1971 語言 葡萄牙語 英文 西班牙語 節 金屬製品- 機械 MISSÃO EMPRESARIAL CATARINENSE À CHINA 2004 Centro Internacional de Negócios Câmara de Comércio e Indústria Brasil China Cliente Sistema FIESC Serviço Editoração do Guia bilíngüe (português/ chinês) da Missão Empresarial Catarinense à China 2004 Data Outubro/2004
  18. 18. Tel: 48 231-4651 / 231-4652 Fax: 48 231-4669 E-mail: cin@fiescnet.com.br Site: www.cinsc.com.br Centro Internacional de Negócios Centro Internacional de Negócios Rodovia Admar Gonzaga, 2765 - 1º andar CEP 88034-001 - Florianópolis - SC Diagnóstico do Setor Exportador Catarinense 2004 Sistema Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina Cliente Sistema FIESC Serviço Editoração do Relatório “Diagnóstico do Setor Exportador Catarinense 2004” Data Junho/2004
  19. 19. Iden tidade Visual
  20. 20. Você é nosso convidado especial para participar do Café da Manhã com Nutricionista do SESI. Reserve esse tempo para você e venha conhecer o que uma alimentação equilibrada e saudável faz por sua vida. Venha saborear este momento com a gente! C O N V I T E Dia: _____ /_____ /________ Horário: _____:_____ Local: __________________________________ Cliente SESI/SC Serviço Identidade visual da campanha Café da Manhã com Nutricionista Data Abril/2010
  21. 21. Wednesday, November 25th Session OC1: Material Modelling and Numerical Techniques 08:30-10:20 – Room: Plenary Session Room OC1.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 542 (Invited) Evaluation of Electromagnetic Inspection of Hardened Depth of Spheroidal Graphite Cast Iron using 3-D Nonlinear FEM Yuji Gotoh, Nobuya Sasaguri, Norio Takahashi OC1.2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 544 Modelling of Vector Hysteresis in Si-Fe Magnetic Steels and Experimental Verification Ermanno Cardelli, Edward Della Torre, Antonio Faba OC1.3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 546 Size Is in the Eye of the Beholder: Technique for Non-destructive Detection of Parameterized Defects Flavio Calvano, Pasi Raumonen, Saku Suuriniemi, Lauri Kettunen, Guglielmo Rubinacci OC1.4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 548 An Improved Jacobi-Davidson Method for the Computation of Selected Eigenmodes in Waveguides Bastian Bandlow, Denis Sievers, Rolf Schuhmann OC1.5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 550 GPU Accelerated Adams-Bashforth Multirate Discontinuous Galerkin FEM Simulation of High Frequency Electromagnetic Fields Nico Gödel Session PC1: Material Modelling I 10:40-12:10 – Room: Poster Session Room I PC1.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .552 Determination of Induction Motor End-Winding Leakage Inductances Using 3-D Non-Conforming FE Meshes Andrej Stermecki, Oszkár Bíró, Kurt Preis Preis, Siegfried Rainer, Klaus Krischan Krischan, Georg Ofner Ofner LXII - In a linear case (position fixed), a configuration in which the test points number is twice conductors number leads to a well-posed problem according to Hadamard's definition. - In the non-linear case (position and current value are not fixed), the solutions domain is significantly increased (as illustrated in Fig.1). A more precise sensitive analysis on bounded values of investigated quantities will be described in the final paper. B. Uniqueness The magnetostatic inverse problem methodology can be applied on underdetermined or overdetermined systems. In the case of underdetermined systems, it is interesting to determine the initial conditions (i.e. number and bounded values of conductors and test points) which guarantee a set of available solutions. This set must be wide enough to allow an optimization procedure. In this context, from a given field map generated by a known conductors distribution, the convergence of the solving inverse problem is studied. It can be observed for example on Fig.2 that when the number of conductors is sufficient, this method does not only converge on the initial known conductors distribution. Fig 1 Fig 2 Fig. 1. Convergence rate on a solution (100 resolutions per case). Random B field value on test points. 3 degrees of freedom per conductor (coordinates and current value) Fig. 2. Convergence rate on the initial solution (100 resolutions per case). IV. CASE STUDIES The final paper will present several cases in order to study the behaviour of the resolution algorithm and the resulting solution for a strongly constrained problem (conductors excluded from domain of test points, and/or bounded current value). As example, the Fig.3 shows a linear case with a very high number of conductors. The comparison between the initial magnetic field test point and the magnetic field resulting from inverse problem solving gives satisfying results with a difference lower than 0.7% (cf. Fig.4). Let us underline that from Fig.3 it is possible to easily characterize patterns in the current distribution. Those patterns could be used in a postprocessing inverse problem solving for the design of a magnetic structure. Fig. 3. Example of current values distribution obtained after resolution. 12 test points, 840 current values. Fig. 4. Comparison of B values on the test points for the same example. V. CONCLUSION The authors have presented an inverse problem methodology devoted to the optimal design of electromagnetic structures. This methodology is based on an analytical description of the static fields thanks to Biot and Savart equation. Considering a generic multi-conductor distribution makes it possible to discuss existence and uniqueness of the solution by using a statistical approach. This analysis led to a rational definition of the required conductor number considering the number of test points. Case studies have been done to explore the limits of the solving method. The results presented in this last part open a new field of investigation in the magnetostatic inverse problem methodology. VI. REFERENCES [1] E. Fitan, F. Messine, B Nogarède The electromagnetic actuator design problem: a general and rational approach, IEEE Trans. Magn., vol.40(3) 2004. [2] N. Bianchi, S. Bolognani, Brushless Dc motor design: an optimisition procedure based on genetic algorithms Electrical Machines and Drives, 1997, pp 16-20 [3] J. Fontchastagner, F. Messine, Y. Lefèvre Design of electrical rotating machines by associating deterministic global optimization algorithm with combinatorial analytical and numerical models, IEEE Trans. Magn., vol.43(8), 2007. [4] E. Durand, Magnétostatique. Paris: Masson/Dunod, 1968. [5] P. Neittaanmaki, M. Rudnicki, and A. Savini, Inverse problems and optimal design in electricity and magnetism, in Monographs in Electrical and Electronic Engineering 35. Oxford, U.K.: Clarendon, 1996. 36 C O M P U M A G 2 0 0 9 F l o r i a n ó p o l i s , B r a z i l ORGANISATION: I C S Proceedings of the th 17 Conference on the Computation of Electromagnetic Fields nd th November, 22 – 26 Florianópolis, Brazil SPONSORING: 17th International Conference on the Computation of Electromagnetic Fields November 22-26, 2009 Florianópolis, Brazil 15 Venue “Costão do Santinho” Resort and Spa is the venue of the conference. it is one of the best resorts in Brazil, recognized by Brazilians and foreign• people as an outstanding hotel, offering an international quality level serv- ice it is the favourite place to hold conferences since it has several facilities to• meet various needs the resort has a commercial center with stores, tourism agencies, banks,• transportation, pharmacy, etc. inside the resort, there are several restaurants, cafes and meeting points lo-• cated in different places several pools, gym rooms, sport and spa facilities are available for the• guests the resort is located on the Santinho beach, one of the most beautiful of the• island The “Costão do Santinho” Resort is located at the north of the island, 40 km from downtown and 50 km from the airport. Typical prices for taxis to downtown are around 35 Euros (one way). The Costão do Santinho is located at the Santinho beach Cliente Grucad/UFSC Serviço Identidade visual do Compumag 2009 Data Outubro/2009
  22. 22. 13° SBMO – Simpósio Brasileiro de Microondas e Optoeletrônica 8° CBMag – Congresso Brasileiro de Eletromagnetismo ORGANIZAÇÃO C E RT I F I C A D O D E PA RT I C I PA Ç Ã O 13° SBMO – Simpósio Brasileiro de Microondas e Optoeletrônica 8° CBMag – Congresso Brasileiro de Eletromagnetismo ORGANIZAÇÃO C E RT I F I C A D O D E PA RT I C I PA Ç Ã O Certificamos que o(a) Sr.(a) NOME participou do MOMAG 2008 – 13° SBMO – Simpósio Brasileiro de Microondas e Optoeletrônica e 8° CBMag – Congresso Brasileiro de Eletromagnetismo, realizado em Florianópolis (SC), no período de 7 a 10 de setembro de 2008. Florianópolis, 8 de setembro de 2008. Comitê Organizador MOMAG 2008 13° SBMO – Simpósio Brasileiro de Microondas e Optoeletrônica 8° CBMag – Congresso Brasileiro de Eletromagnetismo ORGANIZAÇÃO:APOIO:PATROCÍNIO: 7 a 10 de Setembro de 2008 – Florianópolis – SC NOME1 24 Segunda-feira, 08.09.2008: 8:00 - 10:00 h Local: Ritz I + Ritz II Sessão Abert/Pal: Sessão de Abertura e Palestras Convidadas Sessão Plenária Invit.1 Energy losses in soft magnets from DC to radiofre- quencies: theory and experiment Fausto Fiorillo Invit.2 Towards complex devices within structured optical fibres John Canning Segunda-feira, 08.09.2008: 10:30 - 12:00 h Local: York II Sessão PA1: Antenas; Propagação de ondas PA1.1 Análise de Antenas Cônicas Anulares de Microfita Odilon M. C. Pereira Filho e Luiz C. da Silva PA1.2 Análise de dipolos impressos em substratos biaxiais Ildefonso Bianchi, J. C. da S. Lacava e Cividanes Lucio PA1.3 Antena Transceptora de Baixo Custo para o Siste- ma Globalstar Daniel Chagas Nascimento, Ricardo Schildberg e José Carlos da Silva Lacava PA1.4 Tratamento da Junção entre Corpos de Revolução na Análise do Espalhamento Eletromagnético atra- vés do Método dos Momentos Ursula do Carmo Resende, Fernando José da Silva Moreira e Odilon Maroja da Costa Pereira Filho PA1.5 Modified Quasi-Yagi Antenna for Airborne Radar Juliano Rodrigues Brianeze, Arismar Cerqueira Sodré Jr. e Hugo Enrique Hernández Figueroa Cliente GRUCAD – UFSC Serviço Criação da identidade visual do MOMAG 2008 Data Setembro/2008
  23. 23. rezaL eib nm teAoi e M E du oc ãaç az eleB edúaS etr A 24 a 27 de Novembro de 2004 Florianópolis · SC · Brasil www.isluna.com.br/encontro I Encontro Internacional de Saúde Natural, Beleza, Arte e Lazer I Feira Internacional de Saúde, Beleza, Arte e Lazer T EI N G ROT AE ÇJ ÃO ORP T EI N G ROT AE ÇJ ÃO ORP V EOMORP Mais de 20 palestrantes, debatedores e profissionais consagrados na comunidade científica e cultural do Brasil e do Exterior. PROMOÇÃO PATROCÍNIO APOIOREALIZAÇÃO E ORGANIZAÇÃO FLORIANÓPOLIS ESPERA A SUA PRESENÇA NESTE GRANDE ENCONTRO. Fones: (48) 334 0980 / 348 7852 / 225 5514 Fone/fax: (48) 233 1405 INFORMAÇÕESLOCAL Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina P R O M O V E I Encontro Internacional de I Feira Internacional de 24 A 27 DE NOVEMBRO DE 2004 FLORIANÓPOLIS - SANTA CATARINA - BRASIL rezaL bim enA t o e ie M E du oc ãaç azel eB edúaS etr A PROMOÇÃO PATROCÍNIO APOIO Saúde Natural, Beleza, Arte e Lazer Saúde, Beleza, Arte e Lazer REALIZAÇÃO E ORGANIZAÇÃO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DIVISÃO AUXILIAR DE PESSOAL SEÇÃO DE CAPACITAÇÃO TÉCNICA AGÊNCIA DE TURISMO INFORMAÇÕES ISLUNA - Instituto São Lucas de Naturologia Aplicada Rua das Azaléias, 46 - Carvoeira - Florianópolis - SC - 88040-580 Fone/fax: (48) 233 1405 / 334 0980 / 348 7852 e-mail: encontro@isluna.com.br PROJETO AMANHECER UFSC Visa mostrar o potencial do setor, através de empresas fornecedoras de equipamentos, insumos, complementos e serviços, com os seguintes objetivos: Aproximar e estimular o contato entre expositores e profissionais do mercado. Estimular o lançamento de novos produtos e proporcionar conhecimento e atualização aos segmentos presentes no evento, contribuindo para o desenvolvimento e aperfeiçoamento do setor. Impulsionar institucionalmente as empresas expositoras. Gerar novas oportunidades de negócios. Capacidade 2 Estarão à venda 28 stands de 6 e 9 m por módulo. Público de Interesse Organismos oficiais Fornecedores de equipamentos Operadoras turísticas Fornecedores de insumos e complementos: Agências de viagens indústria de cosméticos etc. Hotéis·/ SPAs Organizações de sistemas produtivos Os stands estão sendo comercializados junto à empresa organizadora - ISLUNA (Instituto São Lucas de Naturologia Aplicada). § § § § § § § § § § § DADOS DO PARTICIPANTE Nome: Profissão: Empresa/Instituição: Endereço: Bairro: Cx. Postal: Fone: CPF: Cidade: UF: CEP: Fax: País: e-mail: Categoria Profissionais Estudantes Acima de 60 anos VALOR DA INSCRIÇÃO FORMA DE PAGAMENTO INFORMAÇÕES GERAIS Enviar ficha de inscrição por e-mail ou preenchida à máquina ou letra de forma, pois esta será a origem para emissão de certificado e crachá. Enviar o comprovante de depósito bancário pelo fax (48) 233 1405 ou pelo correio para: ISLUNA - Rua das Azaléias, 46 - Carvoeira - Florianópolis - SC - CEP 88040-580. Identificar a guia de depósito com o(s) nome(s) do(s) participante(s) para controle. Para estudantes é obrigatória a apresentação do comprovante no dia do evento. O prazo para inscrições prévias será encerrado em 20/11/2004. O cancelamento de taxas de inscrição solicitado até 10 dias antes do Encontro será devolvido o equivalente a 50% da mesma. A comissão se reserva o direito a modificações na programação. Através de depósito bancário: Banco Bradesco Agência 369-7 C/C 19.210-4 Até 24/10 R$ 175,00 R$ 75,00 R$ 75,00 A partir de 25/10 R$ 190,00 R$ 90,00 R$ 90,00 www.isluna.com.br/encontro Atualmente, observa-se um profundo questionamento de paradigmas consensuais e é dentro das novas visões de mundo provocadas por esta postura que se inserem as discussões e as buscas de uma sociedade mais pacífica, segura e saudável. O respeito e preservação da natureza, as novas formas de organização e convivências solidárias e a revalorização da espontaneidade dos impulsos humanos representam, ente outros, as mudanças deste início de século. Respondendo à necessidade social de uma visão nestas áreas, através de estratégias e estruturas que construam um novo modelo de interação/integração, quebrando a barreira do pensamento fragmentado é que nos movemos para o novo. Portanto, é tempo de investir na procura por novas perspectivas e por um novo sentido para a existência do homem. Contribuir para um mundo de pessoas mais saudáveis, física, emocional, mental e espiritualmente. Provocar uma reflexão sobre as transformações que vivenciamos hoje e especular quanto ao futuro, procurando modelos flexíveis o bastante, capazes de se adaptar a estas mudanças. Busca-se, enfim, o equilíbrio e a harmonia. Dar continuidade ao intercâmbio profissional e científico entre os países do Mercosul. Criar novas condições para os modelos transformadores, protegendo um futuro com melhor qualidade de vida, reagindo no agora. Profissionais e estudantes das áreas de: saúde, educação, ambiental, artes, terapias naturais, humanas, sócio-econômicas, turismo e lazer, indústria e comércio de cosméticos, organizações de sistemas produtivos. Objetivos Público Alvo Apresentação FICHA DE RESERVA DE HOTEL Nome: ________________________________________________________________________ Fone: _______________ Fax: _______________ E-mail: ________________________________ Opção de Hotel: ________________________________________________________________ Tipo Apto.: SGL DBL TPL QDL Data de Entrada: _________________ Data de Saída: ___________________ INSTRUÇÕES PARA RESERVA DE HOTEL Solicitamos o valor de uma diária como garantia de reserva. Depositar em nome da: IRC CENTRAL DE RESERVAS BANCO: ITAÚ AGÊNCIA: 1575 CONTA CORRENTE: 07158-2 Anexar o comprovante de depósito bancário pelo fax (48) 233 0357. Devido à cobrança de “no show” por parte dos hotéis, a solicitação de devolução deverá ser feita com até 48 horas de antecedência. TIPO DE APARTAMENTO HOTEL/CATEGORIA LOCALIZAÇÃO SGL DBL TPL QDL Bristol Castelmar 90,00 50,00 40,00 — R. Felipe Schmidt, 1260 - Centro Coral Plaza «««« 134,00 72,00 — — R. Felipe Schmidt, 1320 - Centro Daifa ««« 55,00 36,00 29,00 24,00 R. Profª. Maria Julia Franco, 294 - Prainha Faial ««« 104,00 60,00 45,00 — R. Felipe Schmidt, 603 - Centro Floph ««««« 108,00 60,00 — — R. Artista Bittencourt, 14 - Centro Pontal Sul ««« — 37,00 30,00 28,00 R. Tiradentes, 167 - Centro Quinta da Bica d’Água «««98,00 72,50 59,00 — R. Romualdo de Barros, 641 - Carvoeira Valerim Plaza ««« 75,00 48,00 — — R. Felipe Schmidt, 705 - Centro Valerim Center «« 57,00 39,00 32,00 29,00 R. Felipe Schmidt, 554 - Centro Veleiro «« 35,00 28,00 25,00 22,00 R. Silva Jardim, 1050 - Prainha * Os valores são expressos em reais, por pessoa, com café da manhã. PACOTES AÉREO/TERRESTRE Sob consulta. Pacotes completos (aéreo, transfer, hotel, passeios) nacionais e internacionais com tarifas especiais para o evento. E-mail: irc@reservahoteis.com.br Site: www.reservahoteis.com.br IRC Viagem Turismo Fone / Fax (48) 3025 1900 / 233 0357 Rua Lauro Linhares, 728 - Sl 103 - Trindade - Florianópolis - SC - CEP 88036-002 «««« “A ti, Terra, eu cantarei, mãe universal de sólidos alicerces, avó venerável que tudo alimentas. Todos os seres que andam sobre o solo. Todos os que nadam nas águas, Todos os que voam pelos ares Nutrem-se de tua riqueza... Salve, Mãe dos Deuses, Esposa do céu cheio de estrelas”. Textos Sacros NTEGI RO AT ÇE ÃJ OORP NTEGI RO AT ÇE ÃJ OORPFlorianópolis espera a sua presença neste grande encontro. EQUILÍBRIO Produtos Naturais I Feira Internacional de Saúde, Beleza, Arte e Lazer ASSESSORIA DE IMPRENSA LOCAL Centro de Cultura e Eventos da UFSC Campus Universitário - Trindade - Florianópolis Cliente Instituto São Lucas de Naturologia Aplicada Serviço Criação da identidade visual do “I Encontro Internacional de Saúde Natural, Beleza, Arte e Lazer” Data Outubro/2004
  24. 24. Cliente Vittale Colchões Serviço Criação do nome e da identidade visual da empresa Data Fevereiro/2009
  25. 25. Cliente Santé Serviço Criação de Identidade Visual Data Maio/2008
  26. 26. Cliente FisioCárdio Serviço Criação de Logotipo Data Janeiro/2008
  27. 27. Cliente Moda Bicho Serviço Criação de Logotipo Data Maio/2008
  28. 28. Cliente Metalúrgica Riosulense Serviço Criação do símbolo e do folder da campanha de Inclusão da Riosulense Data Março/2008
  29. 29. Cliente Infotécnica Tecnologia Serviço Reformulação de logotipo e criação de identidade visual Data 2001-2002
  30. 30. Promocional
  31. 31. Cliente Vittale Colchões Serviço Banner e painel para stand Data Abril/2009
  32. 32. parceria Vittale Aproveite sua credibilidade para estender estes benefícios a quem você gosta. Venha fazer parte deste estilo de vida! Você escolhe... ClienteΔ IndicadorΔ Parceiro VittaleΔ (48) 3234-2754 www.vittalecolchoes.com.br Produtoseespecificaçõessujeitosaalteraçãosemprévioaviso. Amor à sua vida. Vittale Articulado As camas articuladas trazem até você o melhor em matéria de conforto e bem estar. DADOS TÉCNICOS Tamanho padrão bipartido: 1,60 x 2,00 m Opção: 110 ou 220V Tecido: EvoCare Vital Concilia estética, conforto e durabilidade, proporcionando oΔ bem estar na hora de dormir. O colchão de látex oferece um excelente suporte ao corpo,Δ fabricado levando-se em conta princípios ergonômicos e fisiológicos, possui elasticidade, é muito higiênico, anti-fungos, auto-ventilável e de altíssima durabilidade. Controles independentes dos colchões Controle com todas as funções ao alcance e fácil de operar Estrado anatômico e articulado que acompanha a curvatura do colchão. MotorΔ Os motores utilizados são extremamente silenciosos, rápidos e potentes. Em caso de falta de energia, é possível utilizar a bateria, que permite retornar a cama para a posição horizontal. Controle individual de posiçõesΔ O controle individual das posições permite o aciona- mento de cada ponto de articulação de forma indepen- dente, possibilitando inclinação para tronco e pernas. Corte de energiaΔ Estes colchões possuem um dispositivo com a função de cortar a corrente elétrica quando o motor ficar sem utilização por um período longo, a fim de evitar o desperdício de energia. FIquE por dEntro da Começamos a cuidar de você desde o tecido. Tecido EvoCare Vital A melhor combinação de substâncias ativas, prevê uma proteção adicional para a pele humana Fibra de bambuΔ Aloe Vera –Δ Toque cheio – é hidratante e prevê um suave contato com a pele. Óleo de Jojoba –Δ Toque suave – Natural para cuidados e proteção da pele humana. Vitamina E –Δ Proteção para a pele – Preserva a pele do envelhecimento precoce. Infravermelho Longo A água ao envelhecer começa a aglomerar uma molécula a outra, formando cachos (clusters). Com a pastilha de Infravermelho longo as moléculas de água vibram e quebram os cachos. Promovem: Melhor circulação sanguíneaΔ Melhora a comunicação intracelularΔ Ação antiinflamatóriaΔ Alivia dores e diminui inchaçosΔ Magnetos Estimula a circulação sanguíneaΔ Melhora a oxigenaçãoΔ Tem efeito antiinflamatórioΔ Relaxa a musculatura reduzindo as tensõesΔ Alivia a dorΔ Melhora a qualidade do sonoΔ Promove maior equilíbrio do sistemaΔ nervoso Piramidal Massageamento mecânico pela superfície piramidal Tonifica e relaxa aΔ musculatura Reduz as tensõesΔ musculares Aumenta a sensação deΔ conforto Tratada Tratamento à base deΔ látex Dificulta a passagemΔ da umidade reduzindo significativamente a proliferação de fungos, ácaros e bactérias Reduz os sintomas deΔ alergia respiratória Aumenta a vida útil doΔ produto Superfície Piramidal Tratada tECnologIa VIttalE Combinando durabilidade com saúde, acomoda as articulações nas primeiras camadas abaixo da superfície piramidal e alinha a coluna na base ortopédica. Promove conforto e durabilidade pelo sistema de molas individuais que projetadas em uma combinação do aço e um tratamento térmico adequado proporcionam maior resistência à fadiga. O alinhamento da coluna com conforto articular se dá pela compressão da mola, de acordo com a pressão exercida pelas diferentes partes do corpo. Superfície Piramidal Tratada Suavidade Base ortopédica Niveladora Acomoda as articulações Infravermelho longo Magnetos Magnetos Suavidade Distribui a pressão Estabilidade Feltro agulhado Niveladora Contorno anatômico (por diferença da pressão) Superfície Piramidal Tratada Feltro agulhado Infravermelho longo Vittale Mola Vittale Espuma Desenvolvidos para atender aspectos ergonômicos promovendo o alinhamento da coluna vertebral sem abrir mão do conforto articular. Cliente Vittale Colchões Serviço Catálogo de produtos Data Março/2009
  33. 33. Índicedemassacorpórea(imc): é uma fórmula que indi- ca se um adulto está acima do peso,obeso ou abaixo do peso ideal considerado saudável.A fórmula para calcular o IMC é: Seu peso Peso IMC = = = = Altura² X Sua altura Sua altura Condição IMC em adultos Abaixo do peso Abaixo de 18,5 No peso normal Entre 18,5 e 24,9 Acima do peso Entre 25 e 29,9 Obeso Acima de 30 circunferência abdominal: é um método simples para verificar a gordura acumulada no abdômen. A circunferência abdominal é medida na altura do umbigo e representa,quan- do associada a outros fatores como pressão alta, colesterol alto e obesidade, um alto risco para desenvolver doenças do coração e diabetes. Sexo Risco para desenvolver doenças do coração e diabetes Homens Maior de 102 cm Mulheres Maior de 88 cm Anote aqui a sua: Glicemia:é a concentração de glicose no sangue. Glicemia Quantidade Normal Inferior a 110 mg/dl em jejum ou inferior a 140 mg/dl 2 horas após alimentação Diabetes Duas amostras de sangue colhidas em dias diferentes com resultados igual ou acima de 126 mg/dl em jejum; igual ou superior a 200 mg/dl 2 horas após alimentação ou quando a glicemia aleatória (feita a qualquer hora) estiver igual ou acima de 200 mg/dl na presença de sintomas. Anote aqui a sua: colesterol: as gorduras do sangue – os lipídios – são com- postos por diferentes tipos de colesterol: o HDL Colesterol (chamado“colesterol bom”), LDL Colesterol (“chamado coles- terol ruim”) e os triglicérides. Os níveis considerados normais de colesterol são: Colesterol total Quantidade Desejável Até de 200 mg/dl Zona de risco De 201 até 239 mg/dl Elevado A partir de 240 mg/dl Anote aqui a sua: pressão arterial: O coração bombeia o sangue para os demais órgãos do corpo por meio de tubos chamados arté- rias.Quando o sangue é bombeado,ele é“empurrado”contra a parede dos vasos sangüíneos.Esta tensão gerada na parede das artérias é denominada pressão arterial. A pressão arterial é considerada normal quando a pressão sistólica (máxima) não ultrapassar a 140 mmHg e a diastólica (mínima) não ul- trapassar a 90 mmHg. Sistólica Diastólica Nível Inferior a 120 Inferior a 80 Normal De 120 a 139 De 80 a 89 Pré-hipertensão De 140 a 159 De 90 a 99 Hipertensão Igual ou superior a 160 Igual ou superior a 100 Hipertensão grave Anote aqui a sua: saiba como está a sua saúde Aqui você vai encontrar algumas informações importantes que lhe aju- darão a cuidar da sua saúde. Anote seus dados, confira os resultados e fique atento.Faça sua parte! Dê uma mãozinha para a sua saúde! Cuide da sua saúde. Faça a sua parte,pois a Coteminas está fazendo a parte dela. De mãos dadas,você e a empresa unem forças para que todos fiquem com a saúde em dia. Participe da avaliação da saúde que acontecerá durante a SIPAT. Gestão de Saúde Alimentação É possível, sim, ganhar saúde e até perder peso, simplesmente fazendo algumas mudanças da sua alimentação diária. Estar de“barriga cheia”nem sempre signi- fica estar bem nutrido e sabemos que alguns alimentos podem até prejudicar a saúde; é o caso das gorduras saturadas. Saiba que uma ou duas pequenas mudanças em seus hábitos alimentares po- dem fazer uma grande diferença na sua saúde e no seu bem-estar. Uma alimen- tação balanceada pode: aumentar as suas chances de ter uma vida mais longa e com qualidade; ajudar a controlar e manter o peso; melhorar o humor e o sono; proporcionar mais energia para trabalhar e realizar as tarefas diárias; diminuir o risco de doenças cardíacas, derrames, pressão alta, diabetes e alguns tipos de câncer. • • • • • Exercícios físicos Praticar atividades físicas com regularidade é a melhor maneira de evitar algumas doenças e prevenir o envelhecimento precoce. Além disso, ajuda a controlar o peso corporal, melhora a disposição geral e até a qualidade do sono. Se você não se movimenta o suficiente e ainda come alimentos com muitas calorias, uma parte se transforma em gordura, que vai se acumulando nas arté- rias, nas veias, no coração, no fígado, etc. E tudo isso gera problemas e doenças já mencionadas anteriormente. Você não precisa ir para uma academia para se exercitar. Pode caminhar 30 minu- tos algumas vezes por semana, usar as escadas ao invés do elevador, alongar-se sempre que lembrar, pedalar, etc. Exercitar-se é muito importante, mas lembre-se de procurar um médico antes de iniciar suas atividades físicas para ter certeza que está tudo certo com sua saúde. Livre-se dos vícios Fumo – Além se ser o principal fator de risco para doenças do coração e circu- latórias, o cigarro á a causa principal de câncer do pulmão e enfisema pulmonar. Se você fuma, escolha aquele que será eu último cigarro e diga adeus a este meu hábito! Álcool – O consumo excessivo de bebida alcoólica também aumenta as chances para desenvolver alguns tipos de câncer, além de ser uma das maiores causas de doenças no fígado. Está associado a acidentes de trânsito e violência doméstica. Não beba ou beba com moderação! O estresse Para estar bem você precisa controlar o seu estresse e a tensão do dia-a-dia. O estresse faz parte da existência; é a resposta do nosso organismo a estímulos e pressão da vida. Não podemos eliminar totalmente o estresse, mas sim enfrentá- lo, aprendendo a gerenciar os fatores e, assim, viver com mais saúde. Só há uma maneira de combater o estresse: alimentar-se de forma equilibra- da, procurar relaxar sempre, dormir bem, praticar exercícios físicos e encontrar pequenas formas de prazer no seu dia-a-dia. Por acaso você já leu algo parecido, aqui mesmo, neste informativo? Saiba como coisas simples e que só dependem de você podem contribuir para a manutenção de sua saúde Muito se ouve falar que a manutenção da saúde depende em grande parte de uma alimentação equilibrada, da prática de exercícios físicos, de uma rotina mais tranqüila e menos estressante e do cultivo de hábitos saudáveis. Pois você sabia que isso é cientificamente confirmado? Está provado que atitudes simples e que só dependem de você contribuem, e muito, para uma boa saúde. Um exemplo disso é a comprovação dos be- nefícios à saúde que um plano alimentar para a redução de peso juntamen- te coma prática de exercício físico provoca. Primeiro acontece uma redução expressiva da circunferência abdominal. Isso melhora os níveis de açúcar no sangue, podendo retardar e até prevenir o aparecimento de diabetes. Há ainda, com essas duas intervenções – dieta equilibrada e exercícios físicos – uma redução da pressão arterial e nos níveis de colesterol, com aumento do HDL Colesterol, o“colesterol bom”. Ou seja, quando você adota hábitos simples como caminhar 30 minutos três vezes por semana, e passa a consumir menos gordura, sal e açúcares, ajuda todo seu organismo a funcionar melhor e previne doenças graves. Saiba agora um pouco mais sobre como se cuidar da sua saúde. Dê uma mãozinha para sua saúde Cliente Coteminas / SESI-SC Serviço Material de divulgação da Campanha “Dê uma mãozinha para a sua Saúde” Data Agosto/2007
  34. 34. Um curso elaborado para atender a necessidade do profissional brasileiro contemporâneo de conhecer a língua inglesa, idioma universal. Precede os Cursos de Inglês Intermediário e Avançado. Linguagem pensada para estimular o aprendizado de maneira inovadora. Atenção ao léxico, à fonética e a sintaxe da língua inglesa. Grande número de atividades diferenciadas e exercícios de fixação. Orientação pedagógica cuidadosamente elaborada. Utilização dos recursos da multimídia, da interatividade e do atrativo das imagens que a tecnologia digital propicia. Incentivo à aquisição de habilidades e competências necessárias às profissões atuais por meio da linguagem verbal e não-verbal. educaçãodigital Coleção Educação Digital Inglês Básico Inglês Intermediário Um curso elaborado para atender a necessidade do profissional brasileiro contemporâneo de conhecer a língua inglesa, idioma universal. Dá seqüência ao Curso de Inglês Básico e precede o Curso de Inglês Avançado. Linguagem pensada para estimular o aprendizado de maneira inovadora. Atenção ao léxico, à fonética e a sintaxe da língua inglesa. Grande número de atividades diferenciadas e exercícios de fixação. Orientação pedagógica cuidadosamente elaborada. Utilização dos recursos da multimídia, da interatividade e do atrativo das imagens que a tecnologia digital propicia. Incentivo à aquisição de habilidades e competências necessárias às profissões atuais por meio da linguagem verbal e não-verbal. educaçãodigital Coleção Educação Digital Inglês Avançado Um curso elaborado para atender a necessidade do profissional brasileiro contemporâneo de conhecer a língua inglesa, idioma universal. Dá seqüência ao Curso de Inglês Intermediário. Linguagem pensada para estimular o aprendizado de maneira inovadora. Atenção ao léxico, à fonética e a sintaxe da língua inglesa. Grande número de atividades diferenciadas e exercícios de fixação. Orientação pedagógica cuidadosamente elaborada. Utilização dos recursos da multimídia, da interatividade e do atrativo das imagens que a tecnologia digital propicia. Incentivo à aquisição de habilidades e competências necessárias às profissões atuais por meio da linguagem verbal e não-verbal. educaçãodigital Coleção Educação Digital Um curso elaborado para atender a necessidade do profissional brasileiro contemporâneo de conhecer a língua e a cultura hispânicas. Precede os Cursos de Espanhol Intermediário e Avançado. Escolha esmerada de conteúdos. Variedade de atividades com máximo de dinamismo. Atenção ao léxico, à fonética e à sintaxe da língua espanhola. Orientação pedagógica cuidadosamente elaborada. Incentivo a habilidades e competências necessárias às profissões atuais por meio da linguagem verbal e não-verbal. educaçãodigital Coleção Educação Digital Espanhol Básico Espanhol Intermediário Um curso elaborado para atender a necessidade do profissional brasileiro contemporâneo de conhecer a língua e a cultura hispânicas. Dá seqüência ao Curso de Espanhol Básico e precede o Curso de Espanhol Avançado. Escolha esmerada de conteúdos. Variedade de atividades com máximo de dinamismo. Atenção ao léxico, à fonética e à sintaxe da língua espanhola. Orientação pedagógica cuidadosamente elaborada. Incentivo a habilidades e competências necessárias às profissões atuais por meio da linguagem verbal e não-verbal. educaçãodigital Coleção Educação Digital Espanhol Avançado Um curso elaborado para atender a necessidade do profissional brasileiro contemporâneo de conhecer a língua e a cultura hispânicas. Dá seqüência ao Curso de Espanhol Intermediário. Escolha esmerada de conteúdos. Variedade de atividades com máximo de dinamismo. Atenção ao léxico, à fonética e à sintaxe da língua espanhola. Orientação pedagógica cuidadosamente elaborada. Incentivo a habilidades e competências necessárias às profissões atuais por meio da linguagem verbal e não-verbal. educaçãodigital Coleção Educação Digital Cliente SESI/SC Serviço Criação das lâminas de Educação Digital do Programa SESI Educação do Trabalhador Data Julho/2007
  35. 35. Cliente SESI/SC Serviço Criação dos cartazes para o campanha do Programa SESI Lazer Ativo (ilustrações de Joe Wallace) Data Novembro/2004
  36. 36. Natal no Pólo Norte Cliente: Shopping Iguatemi Rua Célio Veiga, 1160 · Barreiros · São José · SC · CEP 88111-320 Fone/Fax: (48) 3246-2007 · Cel.: (48) 9989-1132 www.schneiderchristmas.com.br · e-mail: contato@schneiderchristmas.com.br Cliente Schneider Christmas Serviço Editoração da Proposta de Decoração de Natal para o Shopping Iguatemi Data Julho/2008
  37. 37. Cliente Schneider Christmas Serviço Elaboração das maquetes eletrônicas para propostas de decoração de Natal do Shopping Iguatemi e do Centro Administrativo do Governo de SC Data 2008
  38. 38. MASCULINO ANO TEMPO Exército Brasileiro 2002 8h21min50s Em 2007, 2008 e 2009 foi eleita a prova mais admirada do Brasil. Esta é a maior corrida de revezamento da América do Sul. Em 2010 estarão presentes 385 equipes (3.500 atletas) de quase todas as regiões do Brasil, além da Argentina, Uruguai, EUA e Europa. São 150 km a serem vencidos, em percursos de estradas, dunas e 20 lindas praias de Florianópolis. É uma prova diferente, vibrante, desafiadora, que estimula o espírito de companheirismo e colaboração mútua no grupo. RECORDE DA PROVA 15º Revezamento Volta à Ilha150 km 24 ABRIL 2010 EQUIPES DE 2, 8 OU 12 ATLETAS FLORIANÓPOLIS – SC MASCULINO ANO TEMPO Exército Brasileiro 2002 8h21min50s Em 2007, 2008 e 2009 foi eleita a prova mais admirada do Brasil. Esta é a maior corrida de revezamento da América do Sul. Em 2010 estarão presentes 385 equipes (3.500 atletas) de quase todas as regiões do Brasil, além da Argentina, Uruguai, EUA e Europa. São 150 km a serem vencidos, em percursos de estradas, dunas e 20 lindas praias de Florianópolis. É uma prova diferente, vibrante, desafiadora, que estimula o espírito de companheirismo e colaboração mútua no grupo. RECORDE DA PROVA 15º Revezamento Volta à Ilha150 km 24 ABRIL 2010 EQUIPES DE 2, 8 OU 12 ATLETAS FLORIANÓPOLIS – SC MASCULINO ANO TEMPO Eloi Valentim Andrade 2008 3h50min03s FEMININO ANO TEMPO Débora Ap. de Simas 2007 5h03min55s O evento é sempre realizado no mês de junho, por isso o nome DesaFRIO. Urubici é uma cidade da Serra Catarinense, que fica a 170 km de Florianópolis. Além da beleza natural, detêm o recorde de temperatura mais baixa do Brasil (–17°C). A prova tem o início no centro da cidade (900 m de altitude), depois na metade da prova o atleta chega ao Morro da Igreja (1.826 m de altitude) e inicia o retorno ao centro da cidade. RECORDES DA PROVA 7º DesaFRIO50 km 19 JUNHO 2010 INDIVIDUAL OU DUPLA Urubici Serra de Santa Catarina Urubici 50corrida de montanha km Desafri7° Urubici 50corrida de montanha km Desafri7° MASCULINO ANO TEMPO Eloi Valentim Andrade 2008 3h50min03s FEMININO ANO TEMPO Débora Ap. de Simas 2007 5h03min55s O evento é sempre realizado no mês de junho, por isso o nome DesaFRIO. Urubici é uma cidade da Serra Catarinense, que fica a 170 km de Florianópolis. Além da beleza natural, detêm o recorde de temperatura mais baixa do Brasil (–17°C). A prova tem o início no centro da cidade (900 m de altitude), depois na metade da prova o atleta chega ao Morro da Igreja (1.826 m de altitude) e inicia o retorno ao centro da cidade. RECORDES DA PROVA 7º DesaFRIO50 km 19 JUNHO 2010 INDIVIDUAL OU DUPLA Urubici Serra de Santa Catarina Urubici 50corrida de montanha km Desafri7° Urubici 50corrida de montanha km Desafri7° Cliente Eco Floripa Eventos Esportivos Serviço Folder Eventos 2010 Data Fevereiro/2010
  39. 39. Cliente Eco Floripa Eventos Esportivos Serviço Anúncios Revista ContraRelógio Data 2009 e 2011

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