RESÍDUOS SÓLIDOS, RESÍDUOS PERIGOSOS E
URBANISMO SUSTENTÁVEL
Adelson Rios
Brenda Grazielle
Luscielio Lima
Patrício Alves
DISCENTES
UNIVERSIDADE
DO ESTADO DA BAHIA
DOCENTE: ELISANGELA
...
RESÍDUOS SÓLIDOS
RS RP US
RESÍDUOS PERIGOSOS
URBANISMO SUSTENTÁVEL
Atualmente, metade da população mundial
vive em regiões...
RS RP US
A aprovação da Política Nacional de
Resíduos Sólidos - PNRS, após vinte e um
anos de discussões no Congresso Naci...
RS RP US
´
RESÍDUOS SÓLIDOS
A partir de agosto de 2010, baseado no conceito de responsabilidade
compartilhada, a sociedade...
RS RP US
São trabalhadores que atuam há muitos
anos, desde os tempos dos garrafeiros,
com a coleta, classificação e destin...
RS RP US
´
RESÍDUOS SÓLIDOS
Tem como um entendimento básico a coleta dos
resíduos orgânicos e inorgânicos ou secos e
úmido...
RS RP US
´
RESÍDUOS SÓLIDOS
COLETA SELETIVA MULTI-SELETIVA
Azul: papel/ papelão
Laranja: resíduos perigosos;
Vermelho: plá...
RS RP US
´
RESÍDUOS SÓLIDOS
LOGÍSTICA REVERSA
O Governo Federal instalou, no dia 17 de fevereiro
de 2011, o Comitê Orienta...
RS RP US
´
RS RP US
´
RESÍDUOS PERIGOSOS
O MMA atua na execução de atividades
visando o gerenciamento ambientalmente
adequado de resí...
RS RP US
´
RESÍDUOS PERIGOSOS
Conceito - área, terreno ou local que contenha quantidades ou concentrações de
quaisquer sub...
RS RP US
´
RESÍDUOS PERIGOSOS
Para promover a troca de informações sobre as áreas contaminadas, o MMA apoia
e participa da...
RS RP US
´
RESÍDUOS PERIGOSOS
Foi concluída em Basileia, Suíça, em 22/03/1989. Atua sobre o Controle de
Movimentos Transfr...
RS RP US
´
RESÍDUOS PERIGOSOS
Foi concluída em Basileia, Suíça, em 22/03/1989. Atua sobre o Controle de
Movimentos Transfr...
RS RP US
´
RESÍDUOS PERIGOSOS
O objetivo deste projeto é elaborar um Plano Nacional de
Gerenciamento e Eliminação de PCB -...
RS RP US
´
RESÍDUOS PERIGOSOS
As PCBs são compostos aromáticos clorados cuja família é constituída
por cerca de 709 compos...
RS RP US
´
RESÍDUOS PERIGOSOS
Bifenilas policlorados ( PCBs) são uma classe de compostos
orgânicos com 1 a 10 átomos de cl...
RS RP US
´
RESÍDUOS PERIGOSOS
NO TOTAL SÃO POSSÍVEIS 209 CONGÊNEROS COMO MOSTRA A
TABELA ABAIXO:
PCBs Homólogos
PCBs Homól...
RS RP US
´
RESÍDUOS PERIGOSOS
Os principais PCBs produzidos na forma de misturas com o
nome Aroclor são:
Aroclor 1210 (PCB...
RS RP US
´
LOGÍSTICA REVERSA
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) foi instituída
pela Lei nº 12.305, de 2 de ago...
RS RP US
´
LOGÍSTICA REVERSA
A logística reversa é "instrumento de desenvolvimento econômico
e social caracterizado por um...
RS RP US
´
REGISTRO DE EMISSÕES E TRANSFERÊNCIA DE POLUENTE
No Brasil, o Registro de Emissões e Transferência de Poluente ...
RS RP US
´
URBANISMO SUSTENTÁVEL
CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL
Busca o uso racional da energia;
Gestão ecológica da agua;
Redução...
RS RP US
´
URBANISMO SUSTENTÁVEL
Atuação dos governos municipais
Desafio para as politicas ambientais e urbanas;
Congestio...
RS RP US
´
URBANISMO SUSTENTÁVEL
Prevenção de desastres
Tecnologia que impulsiona descobertas x vulnerabilidade de desastr...
RS RP US
´
URBANISMO SUSTENTÁVEL
REFERÊNCIAS
Disponível em:
http://www.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos
http://www.mma.gov.br/cidades-suste...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Cidades sustentáveis - Resíduos Sólidos e Perigosos, e Urbanismo Sustentável

1.067 visualizações

Publicada em

Apresentação da disciplina Gestão Ambiental na UNEB.

Publicada em: Educação
0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.067
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
5
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
42
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Cidades sustentáveis - Resíduos Sólidos e Perigosos, e Urbanismo Sustentável

  1. 1. RESÍDUOS SÓLIDOS, RESÍDUOS PERIGOSOS E URBANISMO SUSTENTÁVEL
  2. 2. Adelson Rios Brenda Grazielle Luscielio Lima Patrício Alves DISCENTES UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA DOCENTE: ELISANGELA RESÍDUOS SÓLIDOS, RESÍDUOS PERIGOSOS E URBANISMO SUSTENTÁVEL
  3. 3. RESÍDUOS SÓLIDOS RS RP US RESÍDUOS PERIGOSOS URBANISMO SUSTENTÁVEL Atualmente, metade da população mundial vive em regiões urbanas. Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), esse índice será de 60% em 2030 e chegará perto de 70% em 2050. No Brasil, 85% da população vivem em cidades. ´
  4. 4. RS RP US A aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS, após vinte e um anos de discussões no Congresso Nacional, marcou o início de uma forte articulação institucional envolvendo os três entes federados – União, Estados e Municípios, o setor produtivo e a sociedade em geral - na busca de soluções para os problemas na gestão dos resíduos sólidos que comprometem a qualidade de vida dos brasileiros. ´ RESÍDUOS SÓLIDOS Quando falamos em resíduos sólidos, estamos nos referindo a algo resultante de atividades de origem urbana, industrial, de serviços de saúde, rural, especial ou diferenciada. Esses materiais gerados nessas atividades são potencialmente matéria prima e/ou insumos para produção de novos produtos ou fonte de energia.
  5. 5. RS RP US ´ RESÍDUOS SÓLIDOS A partir de agosto de 2010, baseado no conceito de responsabilidade compartilhada, a sociedade como um todo passou a ser responsável pela gestão ambientalmente adequada dos resíduos sólidos. os governos federal, estaduais e municipais CIDADÃO Disposição correta dos resíduos que gera; Papel como consumidor. SETOR PRIVADO Responsável pelo gerenciamento ambientalmente correto dos resíduos sólidos; Pela sua reincorporação na cadeia produtiva; Pelas inovações nos produtos que tragam benefícios socioambientais, sempre que possível. GOVERNO Responsável pela elaboração e implementação dos planos de gestão de resíduos sólidos, assim como dos demais instrumentos previstos na PNRS.
  6. 6. RS RP US São trabalhadores que atuam há muitos anos, desde os tempos dos garrafeiros, com a coleta, classificação e destinação dos resíduos, permitindo o seu retorno à cadeia produtiva. O trabalho desenvolvido por eles reduz: ´ RESÍDUOS SÓLIDOS CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS Os gastos públicos com o sistema de limpeza pública; Aumenta a vida útil dos aterros sanitários; Diminui a demanda por recursos naturais;e Fomenta a cadeia produtiva das indústrias recicladoras com geração de trabalho.
  7. 7. RS RP US ´ RESÍDUOS SÓLIDOS Tem como um entendimento básico a coleta dos resíduos orgânicos e inorgânicos ou secos e úmidos ou recicláveis e não recicláveis, que foram previamente separados na fonte geradora. Materiais não recicláveis são aqueles compostos por matéria orgânica e/ou que não possuam, atualmente, condições favoráveis para serem reciclados. A coleta seletiva é também uma maneira de sensibilizar as pessoas para questão do tratamento dispensado aos resíduos sólidos produzidos no dia-a-dia, quer seja nos ambientes públicos quanto nos privados. COLETA SELETIVA mas o que é a Coleta Seletiva??
  8. 8. RS RP US ´ RESÍDUOS SÓLIDOS COLETA SELETIVA MULTI-SELETIVA Azul: papel/ papelão Laranja: resíduos perigosos; Vermelho: plástico; Branco: resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde; Verde: vidro; Roxo: resíduos radioativos; Amarelo: metal; Marrom: resíduos orgânicos; Preto: madeira; Cinza: resíduo geral não reciclável ou misturado, ou contaminado não passível de separação. Compreende-se como a coleta efetuada por diferentes tipologias dos resíduos sólidos, normalmente aplicada nos casos em que os resultados de programas de coleta seletiva implementados tenham sido satisfatórios. Neste sentido, existe a Resolução CONOMA n° 275 de 25 de abril de 2001, que estabelece o código de cores para os diferentes tipos de resíduos, a ser adotado na identificação de coletores e transportadores, bem como nas campanhas informativas para a coleta seletiva.
  9. 9. RS RP US ´ RESÍDUOS SÓLIDOS LOGÍSTICA REVERSA O Governo Federal instalou, no dia 17 de fevereiro de 2011, o Comitê Orientador para Implementação de Sistemas de Logística Reversa. O Comitê é formado pelos ministérios do Meio Ambiente, da Saúde, da Fazenda, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e tem por finalidade definir as regras para devolução dos resíduos à indústria, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos. O Grupo Técnico de Assessoramento (GTA), que funciona como instância de assessoramento para instrução das matérias a serem submetidas à deliberação do Comitê Orientador, criou cinco Grupos Técnicos Temáticos que discutem, a Logística Reversa para cinco cadeias. Descarte de medicamentos Embalagens em geral Embalagens de óleos lubrificantes e seus resíduos Lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista Eletroeletrônicos
  10. 10. RS RP US ´
  11. 11. RS RP US ´ RESÍDUOS PERIGOSOS O MMA atua na execução de atividades visando o gerenciamento ambientalmente adequado de resíduos perigosos bem como de áreas contaminadas por substâncias químicas, tendo como principal competência, subsidiar e apoiar o Departamento de Ambiente Urbano na formulação de políticas e normas e na definição de estratégias para a implementação de programas e projetos sobre diversos temas.
  12. 12. RS RP US ´ RESÍDUOS PERIGOSOS Conceito - área, terreno ou local que contenha quantidades ou concentrações de quaisquer substâncias ou resíduos em condições que causem ou possam causar danos à saúde humana ou ao meio ambiente, que nela tenham sido depositados, acumulados, armazenados, enterrados ou infiltrados de forma planejada, acidental ou até mesmo natural. Com a Resolução CONAMA nº 420, de 28/12/2009, o gerenciamento de áreas contaminadas tornou-se factível. O gerenciamento visa a minimizar os riscos a que estão sujeitos a população e o meio ambiente, por meio de estratégia constituída por etapas sequenciais, em que a informação obtida em cada etapa é a base para a execução da etapa posterior. ÁREAS CONTAMINADAS
  13. 13. RS RP US ´ RESÍDUOS PERIGOSOS Para promover a troca de informações sobre as áreas contaminadas, o MMA apoia e participa da ReLASC - Rede latino-americana sustentada e apoiada por organizações públicas e privadas. Áreas contaminadas urbanas, como lixões e aterros sanitários em processo de encerramento, podem causar riscos à saúde humana e desvalorizar financeiramente os imóveis vizinhos. O princípio da prevenção deve ser adotado como foco principal para proteção dos compartimentos ambientais, como forma de garantir a funcionalidade do meio e a vida das espécies que nele habitam ou usufruem. ÁREAS CONTAMINADAS
  14. 14. RS RP US ´ RESÍDUOS PERIGOSOS Foi concluída em Basileia, Suíça, em 22/03/1989. Atua sobre o Controle de Movimentos Transfronteiriços de Resíduos Perigosos e seu Depósito, procurando coibir o tráfico ilegal e prevê a intensificação da cooperação internacional para a gestão ambientalmente adequada desses resíduos. . Foi internalizada na íntegra pelo governo brasileiro por meio do Decreto Nº 875, de 19/07/93, sendo também regulamentada pela Resolução Conama Nº 452, 02/072012. . Com a promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS, Lei nº 12.305, de 02/08/2010, foi proibida definitivamente a importação de resíduos perigosos conforme artigo transcrito a seguir: CONVENÇÃO DE BASILÉIA "Art. 49. É proibida a importação de resíduos sólidos perigosos e rejeitos, bem como de resíduos sólidos cujas características causem dano ao meio ambiente, à saúde pública e animal e à sanidade vegetal, ainda que para tratamento, reforma, reúso, reutilização ou recuperação."
  15. 15. RS RP US ´ RESÍDUOS PERIGOSOS Foi concluída em Basileia, Suíça, em 22/03/1989. Atua sobre o Controle de Movimentos Transfronteiriços de Resíduos Perigosos e seu Depósito, procurando coibir o tráfico ilegal e prevê a intensificação da cooperação internacional para a gestão ambientalmente adequada desses resíduos. . Foi internalizada na íntegra pelo governo brasileiro por meio do Decreto Nº 875, de 19/07/93, sendo também regulamentada pela Resolução Conama Nº 452, 02/072012. . Com a promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS, Lei nº 12.305, de 02/08/2010, foi proibida definitivamente a importação de resíduos perigosos conforme artigo transcrito a seguir: CONVENÇÃO DE BASILÉIA "Art. 49. É proibida a importação de resíduos sólidos perigosos e rejeitos, bem como de resíduos sólidos cujas características causem dano ao meio ambiente, à saúde pública e animal e à sanidade vegetal, ainda que para tratamento, reforma, reúso, reutilização ou recuperação."
  16. 16. RS RP US ´ RESÍDUOS PERIGOSOS O objetivo deste projeto é elaborar um Plano Nacional de Gerenciamento e Eliminação de PCB - bifenila policlorada, fortalecendo os arranjos reguladores e institucionais para o controle e a eliminação progressiva de PCBs de acordo com os requerimentos da Convenção de Estocolmo e da Convenção de Basiléia. O Brasil, como signatário destas convenções, comprometeu-se com a total eliminação e destruição de PCBs até 2025. O projeto foi aprovado pelo GEF - "Global Environmental Facility" e será executado ao longo de 5 anos pelo MMA, agência executora, em parceria com o PNUD, que é agência implementadora do GEF. As ações para redução e eliminação do PCB. GESTÃO E ELIMINAÇÃO DO PCB
  17. 17. RS RP US ´ RESÍDUOS PERIGOSOS As PCBs são compostos aromáticos clorados cuja família é constituída por cerca de 709 compostos diferentes. Podendo ser encontrada desde tricloro-bifenilas até as heptacloro- bifenilas. Cada PCB apresenta um número de isômeros que irá variar de acordo com a PCB específica. As PCBs foram desenvolvidas no final da década de 30, com o objetivo de serem utilizadas em transformadores e capacitores instalados em áreas onde os riscos de incêndio e explosão devem ser minimizados, isto é, subestações elétricas localizadas no interior de prédios, veículos como trens e navios, ou em locais com trânsito frequente de pessoas. CARACTERÍSTICAS DO PCB
  18. 18. RS RP US ´ RESÍDUOS PERIGOSOS Bifenilas policlorados ( PCBs) são uma classe de compostos orgânicos com 1 a 10 átomos de cloro ligados oriundos do Bifenilo [CAS 92-52-4] e fórmula C12H10, que é uma molécula composta de dois anéis de benzeno. Todos os átomos de hidrogênio das bifenilas podem ser substituídos por átomos de cloro. PARA FACILITAR O ENTENDIMENTO DO QUE É PCB:
  19. 19. RS RP US ´ RESÍDUOS PERIGOSOS NO TOTAL SÃO POSSÍVEIS 209 CONGÊNEROS COMO MOSTRA A TABELA ABAIXO: PCBs Homólogos PCBs Homólogos (Nome Inglês) Número de Cloro Substituintes Número de Congêneros Monoclorobifenila Monochlorobiphenyl 1 3 Diclorobifenila Dichlorobiphenyl 2 12 Triclorobifenila Trichlorobiphenyl 3 24 Tetraclorobifenila Tetrachlorobiphenyl 4 42 Pentaclorobifenila Pentachlorobiphenyl 5 46 Hexaclorobifenila Hexachlorobiphenyl 6 42 Heptaclorobifenila Heptachlorobiphenyl 7 24 Octaclorobifenila Octachlorobiphenyl 8 12 Nonaclorobifenila Nonachlorobiphenyl 9 3 Decaclorobifenila Decachlorobiphenyl 10 1
  20. 20. RS RP US ´ RESÍDUOS PERIGOSOS Os principais PCBs produzidos na forma de misturas com o nome Aroclor são: Aroclor 1210 (PCB-1210) Aroclor 1248 (PCB-1248) Aroclor 1216 (PCB-1216) Aroclor 1250 (PCB-1250) Aroclor 1221 (PCB-1221) Aroclor 1252 (PCB-1252) Aroclor 1231 (PCB-1231) Aroclor 1254 (PCB-1254) Aroclor 1232 (PCB-1232) Aroclor 1260 (PCB-1260) Aroclor 1240 (PCB-1240) Aroclor 1262 (PCB-1262) Aroclor 1242 (PCB-1242) Aroclor 1268 (PCB-1268) Os primeiros 2 dígitos indicam o número de carbonos no anel e os 2 dígitos finais o teor de cloro na mistura de PCBs. Por exemplo: PCB-1240 ou Aroclor 1240, o 12 indica o número 12 carbonos na cadeia e o 40 significa um teor de 40% de cloro em peso no PCB.
  21. 21. RS RP US ´ LOGÍSTICA REVERSA A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) foi instituída pela Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010 regulamentada pelo Decreto Nº 7.404 de 23 de dezembro de 2010. Entre os conceitos introduzidos em nossa legislação ambiental pela PNRS estão a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, a logística reversa e o acordo setorial. A responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos é o "conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, dos consumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, para minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos, nos termos desta Lei.“ RESÍDUOS PERIGOSOS
  22. 22. RS RP US ´ LOGÍSTICA REVERSA A logística reversa é "instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação. Acordo setorial é um "ato de natureza contratual firmado entre o poder público e fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes, tendo em vista a implantação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto.“ RESÍDUOS PERIGOSOS
  23. 23. RS RP US ´ REGISTRO DE EMISSÕES E TRANSFERÊNCIA DE POLUENTE No Brasil, o Registro de Emissões e Transferência de Poluente (RETP) foi elaborado dentre as atividades do Projeto de Assistência Técnica para a Agenda da Sustentabilidade Ambiental (TAL Ambiental), que teve como objetivo apoiar a realização de estudos, diagnósticos, análises e capacitações necessárias à consolidação e ao avanço das políticas públicas de desenvolvimento sustentável. O projeto brasileiro do RETP elaborou um plano estratégico para a configuração e implementação do sistema e realizou capacitação nacional dos envolvidos no sistema - órgãos ambientais, indústrias declarantes, organizações não-governamentais, associações, sindicatos, bancos, sociedades científicas, imprensa, universidades e profissionais afins. Países que já implementaram com sucesso o RETP: Canadá, Austrália, Estados Unidos, México e União Europeia. RESÍDUOS PERIGOSOS
  24. 24. RS RP US ´ URBANISMO SUSTENTÁVEL CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL Busca o uso racional da energia; Gestão ecológica da agua; Redução do uso de materiais de alto impacto ambiental; Redução de resíduos da construção. TENDÊNCIAS ATUAIS Construção que visam acessibilidade universal; Espaços para integração da comunidade; Redução de movimentos de terra; adequação do projeto ao clima local; Utilização de coberturas verdes; Respeito aos elementos naturais no tratamento paisagístico; e Utilização de recursos reciclados em construção de pavimentação
  25. 25. RS RP US ´ URBANISMO SUSTENTÁVEL Atuação dos governos municipais Desafio para as politicas ambientais e urbanas; Congestionamento; Degradação do ar; Aquecimento global; Degradação do espaço publico; Perda de tempo (forte impacto econômico). Mobilidade sustentável A necessidade de mudanças (criação da lei federal 12,587/2012) Prioridade de transportes não motorizados e coletivos; Uso de energia renováveis; Priorização de projetos de transporte publico coletivo; Controle de circulação (rodízios) em horários e datas estabelecidas.
  26. 26. RS RP US ´ URBANISMO SUSTENTÁVEL Prevenção de desastres Tecnologia que impulsiona descobertas x vulnerabilidade de desastres; Programa de gestão de riscos ao fortalecimento do sistema nacional de defesa civil (SINDEC) com aumento recursos de 13 milhões em 2004 para 3bilhoes em 2010; Atenção às mudanças climáticas; Mapeamentos de áreas ambientalmente frágeis; Compromisso dos gestores com uma atuação mais detalhada sobre o assunto.
  27. 27. RS RP US ´ URBANISMO SUSTENTÁVEL
  28. 28. REFERÊNCIAS Disponível em: http://www.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos http://www.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-perigosos http://www.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/urbanismo-sustentavel

×