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BRASIL COLÔNIA: SÉCULO XVI
TRATADO DE TORDESILHAS
PERÍODO PRÉ-COLONIAL (1500-1532)
•“Descobrimento” em 22 de abril de 1500;
•Desinteresse em colonizar, mas necessidade de
proteger as rotas do Atlântico Sul;
•Construção de feitorias no litoral;
•Expedições exploratórias e guarda costeiras;
•Arrendamento para exploração de pau-brasil –
Fernão de Noronha;
•Escambo com os nativos;
•Constantes ataques de franceses.
PERÍODO PRÉ-COLONIAL (1500-1532)
•Expedição exploratória de Martim Afonso de
Sousa – seus relatos forçaram a colonização do
Brasil. Martim Afonso fixou um engenho em São
Vicente e um pequeno povoado, daí ser chamada
de primeira expedição colonizadora.
SISTEMA DE CAPITANIAS HEREDITÁRIAS (1534)
•Criado copiando sistema utilizado na Ilha da
Madeira e Açores – utilização de capital privado;
•Divisão das terras em 15 lotes de terras dadas aos
capitães donatários – foram entregues a membros
da pequena nobreza portuguesa;
•Sua doação era vitalícia e tinha caráter hereditário
através da Carta de Doação. O Foral determinava os
direitos e deveres do donatário que em geral era
colonizar, proteger e desenvolver suas
propriedades, doando terras (sesmarias) e
incentivando a vinda de colonos.
FRACASSO DAS CAPITANIAS
•Dos 12 donatários muitos nem vieram para o
Brasil – desinteresse ou falta de recursos;
•Territórios muito extensos e distantes de Portugal;
•Constantes ataques de nativos e estrangeiros;
•Falta de apoio por parte de Portugal;
•Não foi um fracasso total: duas capitanias
prosperaram (São Vicente e Pernambuco) e houve
ocupação portuguesa;
•O Sistema perdurou até 1759, quando Marquês de
Pombal extinguiu sua hereditariedade.
GOVERNO GERAL (1548)
•Em resposta ao fracasso do Sistema de Capitanias
e o temor de perder as terras, a Coroa portuguesa
criou o Governo Geral a fim de concentrar a
colonização das terras americanas em suas mãos.
Tinha como missão desenvolver e proteger o
território bem como auxiliar os donatários.
•Capitão-mor (defesa), provedor-mor(finanças e
administração) e ouvidor-mor (justiça).
•Os três Governadores Gerais foram Tomé de Sousa
1549 – 1553), Duarte da Costa (1553 – 1558) e
Mem de Sá (1558 – 1572).
GOVERNO GERAL (1548)
•Depois da morte de Mem de Sá, a Coroa optou
pela divisão do Brasil no Governo Geral do Norte
(Salvador) e do Sul (Rio de Janeiro);
•A União Ibérica acabou com os Governos Gerais e
instaurou o Vice-Reinado que continuou mesmo
depois da Restauração portuguesa e se extinguiu
com a chegada da família real portuguesa, em
1808.
O PODER LOCAL
•Em paralelo aos donatários e governadores gerais
havia as câmaras municipais que tratavam dos
assuntos particulares das vilas;
•Dominadas pelos “homens bons” = senhores de
engenho, latifundiários e grandes comerciantes.
•As vilas eram acanhadas e possuíam, em geral, a
câmara, o pelourinho, a cadeia e a igreja. As mais
densamente povoadas poderiam ter um forte e um
colégio jesuítico bem como uma casa de
misericórdia.
A ATIVIDADE AÇUCAREIRA
•O açúcar garantiria grandes lucros para Portugal,
fixaria colonos ao território e fomentaria o tráfico
de escravos.
•Financiamento de comerciantes holandeses que
ficaram com o monopólio da venda do açúcar na
Europa.
•Sistema de Plantation – Monocultura, escravidão,
Latifúndio e Agrárioexportador.
•O açúcar acabou possibilitando ao surgimento de
outras atividades na colônia – tabaco, algodão,
pecuária e agricultura de subsistência.
A ATIVIDADE AÇUCAREIRA
•Ao senhores de engenho estavam no topo de uma
sociedade rural, patriarcal e sem mobilidade social.
Os homens livres que haviam trabalhavam em
atividades ligadas a açucareira.
•Intensa utilização de trabalho escravo – indígena e
africano.
•Durante o século XVI e início do XVII foi a principal
fonte de riqueza dos portugueses junto com o
tráfico negreiro. A competição do açúcar antilhano
afetou a lucratividade dessa atividade, apesar de
ser, ainda hoje, grande fonte de renda do Brasil.
AS INVASÕES FRANCESAS
•A França questionava o Tratado de Tordesilhas;
•Forte presença francesa no litoral brasileiro –
contrabando de pau-brasil;
•Seguidas tentativas de estabelecer pontos
estratégicos ao longo da costa brasileira;
•1555 – expedição de Nicolas Durand Villegagnon
chegaram a Baía de Guanabara e estabeleceram o
forte Coligny. Aliança com os tamoios.
•A França Antártica se tornou um foco de
protestantes emigrados da França
AS INVASÕES FRANCESAS
•O governador geral Mem de Sá expulsou os
franceses definitivamente, em 1567. Conseguiu
com auxílio dos jesuítas a Paz de Iperoig juntos a
Confederação dos Tamoios. Fundação de São
Sebastião do Rio de Janeiro e da freguesia de São
Lourenço dos Índios.
•Em 1612, os franceses invadiram o Maranhão. A
França Equinocial também demonstrava o objetivo
de obter produtos tropicais. Introdução da
atividade algodoeira. Tropas luso-espanholas
expulsaram os franceses, em 1615.
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Brasil colônia seculo XVI

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  • 4. PERÍODO PRÉ-COLONIAL (1500-1532) •“Descobrimento” em 22 de abril de 1500; •Desinteresse em colonizar, mas necessidade de proteger as rotas do Atlântico Sul; •Construção de feitorias no litoral; •Expedições exploratórias e guarda costeiras; •Arrendamento para exploração de pau-brasil – Fernão de Noronha; •Escambo com os nativos; •Constantes ataques de franceses.
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  • 7. PERÍODO PRÉ-COLONIAL (1500-1532) •Expedição exploratória de Martim Afonso de Sousa – seus relatos forçaram a colonização do Brasil. Martim Afonso fixou um engenho em São Vicente e um pequeno povoado, daí ser chamada de primeira expedição colonizadora.
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  • 13. SISTEMA DE CAPITANIAS HEREDITÁRIAS (1534) •Criado copiando sistema utilizado na Ilha da Madeira e Açores – utilização de capital privado; •Divisão das terras em 15 lotes de terras dadas aos capitães donatários – foram entregues a membros da pequena nobreza portuguesa; •Sua doação era vitalícia e tinha caráter hereditário através da Carta de Doação. O Foral determinava os direitos e deveres do donatário que em geral era colonizar, proteger e desenvolver suas propriedades, doando terras (sesmarias) e incentivando a vinda de colonos.
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  • 17. FRACASSO DAS CAPITANIAS •Dos 12 donatários muitos nem vieram para o Brasil – desinteresse ou falta de recursos; •Territórios muito extensos e distantes de Portugal; •Constantes ataques de nativos e estrangeiros; •Falta de apoio por parte de Portugal; •Não foi um fracasso total: duas capitanias prosperaram (São Vicente e Pernambuco) e houve ocupação portuguesa; •O Sistema perdurou até 1759, quando Marquês de Pombal extinguiu sua hereditariedade.
  • 18. GOVERNO GERAL (1548) •Em resposta ao fracasso do Sistema de Capitanias e o temor de perder as terras, a Coroa portuguesa criou o Governo Geral a fim de concentrar a colonização das terras americanas em suas mãos. Tinha como missão desenvolver e proteger o território bem como auxiliar os donatários. •Capitão-mor (defesa), provedor-mor(finanças e administração) e ouvidor-mor (justiça). •Os três Governadores Gerais foram Tomé de Sousa 1549 – 1553), Duarte da Costa (1553 – 1558) e Mem de Sá (1558 – 1572).
  • 19. GOVERNO GERAL (1548) •Depois da morte de Mem de Sá, a Coroa optou pela divisão do Brasil no Governo Geral do Norte (Salvador) e do Sul (Rio de Janeiro); •A União Ibérica acabou com os Governos Gerais e instaurou o Vice-Reinado que continuou mesmo depois da Restauração portuguesa e se extinguiu com a chegada da família real portuguesa, em 1808.
  • 20. O PODER LOCAL •Em paralelo aos donatários e governadores gerais havia as câmaras municipais que tratavam dos assuntos particulares das vilas; •Dominadas pelos “homens bons” = senhores de engenho, latifundiários e grandes comerciantes. •As vilas eram acanhadas e possuíam, em geral, a câmara, o pelourinho, a cadeia e a igreja. As mais densamente povoadas poderiam ter um forte e um colégio jesuítico bem como uma casa de misericórdia.
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  • 27. A ATIVIDADE AÇUCAREIRA •O açúcar garantiria grandes lucros para Portugal, fixaria colonos ao território e fomentaria o tráfico de escravos. •Financiamento de comerciantes holandeses que ficaram com o monopólio da venda do açúcar na Europa. •Sistema de Plantation – Monocultura, escravidão, Latifúndio e Agrárioexportador. •O açúcar acabou possibilitando ao surgimento de outras atividades na colônia – tabaco, algodão, pecuária e agricultura de subsistência.
  • 28. A ATIVIDADE AÇUCAREIRA •Ao senhores de engenho estavam no topo de uma sociedade rural, patriarcal e sem mobilidade social. Os homens livres que haviam trabalhavam em atividades ligadas a açucareira. •Intensa utilização de trabalho escravo – indígena e africano. •Durante o século XVI e início do XVII foi a principal fonte de riqueza dos portugueses junto com o tráfico negreiro. A competição do açúcar antilhano afetou a lucratividade dessa atividade, apesar de ser, ainda hoje, grande fonte de renda do Brasil.
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  • 34. AS INVASÕES FRANCESAS •A França questionava o Tratado de Tordesilhas; •Forte presença francesa no litoral brasileiro – contrabando de pau-brasil; •Seguidas tentativas de estabelecer pontos estratégicos ao longo da costa brasileira; •1555 – expedição de Nicolas Durand Villegagnon chegaram a Baía de Guanabara e estabeleceram o forte Coligny. Aliança com os tamoios. •A França Antártica se tornou um foco de protestantes emigrados da França
  • 35. AS INVASÕES FRANCESAS •O governador geral Mem de Sá expulsou os franceses definitivamente, em 1567. Conseguiu com auxílio dos jesuítas a Paz de Iperoig juntos a Confederação dos Tamoios. Fundação de São Sebastião do Rio de Janeiro e da freguesia de São Lourenço dos Índios. •Em 1612, os franceses invadiram o Maranhão. A França Equinocial também demonstrava o objetivo de obter produtos tropicais. Introdução da atividade algodoeira. Tropas luso-espanholas expulsaram os franceses, em 1615.