8º ano as revoluções liberais

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8º ano as revoluções liberais

  1. 1. AS REVOLUÇÕES LIBERAIS
  2. 2. TEMAS A TRATAR O Nascimento dos Estados Unidos da Améric a A Revolução Francesa A Revolução Liberal Portugu esa A Independência do Brasil A Consolidação do Liberalismo
  3. 3. UMA REVOLUÇÃO PRECURSORA: O Nascimento dos Estados Unidos da América <ul><li>A partir dos finais do século XVI, os territórios da América do Norte começaram a ser colonizados, sobretudo pelos ingleses.Nos finais do século XVIII eram treze as colónias inglesas naquele continente, todas elas junto ao Atlântico. </li></ul>
  4. 4. MOTIVOS DA REVOLTA DOS COLONOS INGLESES <ul><li>Os elevados custos da Guerra dos Sete anos entre a França e a Inglaterra serviram de pretexto para a administração britânica impor aos colonos duras obrigações: </li></ul><ul><li>Novos impostos, sobre o chá, o açúcar e o papel selado; </li></ul><ul><li>Restrições à colonização do interior; </li></ul><ul><li>Restrições ao fabrico de produtos que fizessem concorrência aos da metrópole; </li></ul><ul><li>Restrições ao comércio com outros países europeus (regime de exclusivo); </li></ul><ul><li>A presença de um exército britânico financiado pelos próprios colonos. </li></ul><ul><li>Tudo isto, levou a um movimento de contestação por parte dos colonos ingleses. </li></ul>
  5. 5. BOSTON TEA PARTY <ul><li>No dia 16 de Dezembro de 1773, no porto de Boston, um grupo de colonos, disfarçados de índios, tomaram um navio da Companhia das Índias Orientais carregado de chá e lançaram a carga à água. </li></ul><ul><li>Inglaterra envia de imediato tropas e o porto foi encerrado. </li></ul><ul><li>O movimento de contestação e revolta aumentou, contando cada vez com mais apoiantes. </li></ul><ul><li>Entre 1774 e 1775, realizaram-se dois congressos na cidade de Filadélfia; uma das resoluções saídas dessas reuniões foi a organização de um exército de voluntários, que se entregou à Guerra da Independência. </li></ul>
  6. 6. A AFIRMAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA <ul><li>Em 1776, no terceiro congresso de Filadélfia, um grupo de representantes das treze colónias, redigiu sob a orientação de Thomas Jefferson, a Declaração de Independência dos Estados Unidos da América. </li></ul><ul><li>4 de Julho de 1776 – Dia da Independência </li></ul>
  7. 7. Aplicação da filosofia das Luzes: A Constituição Americana <ul><li>Em Junho de 1777, os representantes das trezes colónias juntaram-se com o objectivo de preparar o texto da Constituição americana, cuja versão definitiva seria apresentada dez anos depois, em 1787. </li></ul><ul><li>A Constituição americana, a primeira da Idade Moderna, redigida por Thomas Jefferson, reproduzia , no seu conjunto, os princípios do liberalismo, defendido pela filosofia das LUZES. </li></ul>Poder Executivo Poder Legislativo Poder Judicial <ul><li>Governo: </li></ul><ul><li>Presidente </li></ul><ul><li>Vice-Presidente </li></ul><ul><li>Entregue ao Congresso: </li></ul><ul><li>Senado </li></ul><ul><li>Câmara dos Representantes </li></ul><ul><li>Supremo Tribunal </li></ul>
  8. 8. A REVOLUÇÃO FRANCESA
  9. 9. O ambiente pré-revolucionário <ul><li>Nos finais do século XVIII, a França encontrava-se mergulhada numa crise profunda: </li></ul><ul><li>Crise social </li></ul><ul><li>Insatisfação da burguesia impedida de realizar as suas aspirações no quadro de uma sociedade de ordens. </li></ul><ul><li>A nobreza e o clero continuavam a usufruir de isenções e privilégios, enquanto o terceiro estado era sobrecarregado de impostos e tributos. </li></ul><ul><li>Crise económica </li></ul><ul><li>Devido à fraca modernização agrícola, à concorrência dos produtos manufacturados ingleses e à perda de colónias na sequência da derrota na Guerra dos Sete Anos com Inglaterra. </li></ul><ul><li>Crise financeira </li></ul><ul><li>Provocada pelas despesas com o exército, pelos gastos da Corte de Luís XVI e Maria Antonieta e pela ausência de contribuição sobre os privilegiados. </li></ul><ul><li>Crise política </li></ul><ul><li>Resultante da incapacidade do rei em solucionar os problemas do Estado </li></ul><ul><li>Frustado por não ter conseguido o apoio da nobreza, para levar a cabo as reformas necessárias que evitassem a bancarrota, Luís XVI, convocou os Estados Gerais para Maio de 1789. Esta assembleia já não se reunia desde 1614. </li></ul>
  10. 10. O início da Revolução <ul><li>Os Estados Gerais abriram solenemente no dia 5 de Maio de 1789. </li></ul><ul><li>Os representantes do Terceiro Estado exigiram que a votação se fizesse por cabeça – um homem, um voto – e não por ordem social, como era costume. </li></ul><ul><li>Face à recusa do Clero e da Nobreza em aceitar o sistema do votação proposto, o Terceiro Estado, alegando representar a esmagadora maioria dos Franceses, levou a cabo o primeiro acto revolucionário no dia 17 de Junho, constituindo-se em Assembleia Nacional . </li></ul><ul><li>No dia 20 de Junho, os deputados, reunidos na Sala do Jogo da Pela em Versalhes , juraram não se separar enquanto não elaborassem uma Constituição para a França. </li></ul><ul><li>Depois do Juramento da Sala do Jogo da Péla, a Assembleia Nacional passou a chamar-se Assembleia Nacional Constituinte e começou a trabalhar naquilo que era a sua razão de existir: elaborar uma Constituição. </li></ul><ul><li>Porém, até concluir esse texto, a Assembleia Nacional Constituinte produziu muita legislação revolucionária. </li></ul>
  11. 11. O fim do Antigo Regime <ul><li>Perante os acontecimentos, o rei mandou cercar Paris, porém, os parisienses organizaram-se e tomaram de assalto a Bastilha – 14 de Julho de 1789 – a prisão que era um dos símbolos do poder absoluto e libertaram os presos. A revolução tinha começado e iria conhecer fases distintas. </li></ul><ul><li>A Assembleia Nacional Constituinte rapidamente começou a produzir leis para pôr fim ao Antigo Regime . </li></ul><ul><li>No dia 4 de Agosto de 1789, os privilégios do clero e da nobreza foram abolidos. </li></ul><ul><li>No dia 26, a Assembleia aprovava a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão , consignando uma série de princípios fundamentais, entre os quais o da igualdade de todos os cidadãos perante a lei. </li></ul>
  12. 12. A Monarquia Constitucional <ul><li>Em 1791 a Assembleia aprovou uma Constituição baseada nas teorias de Rousseau e de Montesquieu – soberania popular e separação de poderes -. A França passava a ter uma monarquia constitucional . Foi o fim da monarquia absoluta e do Antigo Regime. </li></ul><ul><li>Os poderes passaram a dividir-se em: </li></ul><ul><li>Poder Executivo , entregue ao rei que podia vetar as Leis; </li></ul><ul><li>Poder Legislativo, exercido por uma assembleia de deputados eleitos; </li></ul><ul><li>Poder Judicial , entregue aos juizes. </li></ul><ul><li>Contudo, esta Constituição não assegurava o direito de participação de todos os cidadãos, porque apenas os cidadãos activos, aqueles que pagavam uma determinada quantia de impostos, tinham direito a voto. Era um sistema de voto censitário . </li></ul><ul><li>Um sinal do triunfo da burguesia nesta primeira fase da revolução. </li></ul><ul><li>A Constituição francesa de 1791 </li></ul>
  13. 13. A Convenção e o radicalismo republicano <ul><li>O primeiro regime constitucional durou menos de um ano. Logo que a Assembleia Legislativa foi eleita –– os revolucionários dividiram-se em dois partidos: </li></ul><ul><li>Os Girondinos (moderados) e os Jacobinos (extremistas ). </li></ul><ul><li>Em Agosto de 1792, os Jacobinos tomaram o poder, inaugurando uma nova etapa da Revolução Francesa, a Convenção. </li></ul><ul><li>Dissolveram a Assembleia Legislativa , aboliram a Monarquia e proclamaram a República. No ano seguinte, o rei Luís XVI foi condenado à morte e executado na guilhotina. Este acto uniu quase toda a Europa contra a França. </li></ul><ul><li>A França entrou num período de convulsões políticas, instalando-se o regime de terror . </li></ul><ul><li>Entre 1793 e 1794 foram condenados à morte na guilhotina milhares de franceses. Os próprios chefes revolucionários acabaram por ser vítimas do regime do terror, incluindo Robespierre. </li></ul><ul><li>Este clima de insegurança iria conduzir a uma nova fase da revolução. A eliminação de Robespierre e o estado de guerra da França contra a Áustria, a Inglaterra, a Espanha e as Províncias Unidas favorecerem a ascensão ao poder dos moderados e a instauração de um novo governo . </li></ul>
  14. 14. Do Directório à queda do Império Napoleónico <ul><li>Apesar da crise económica, o governo do Directório conseguiu manter-se entre 1795 e 1799, sobretudo graças aos êxitos militares de Napoleão Bonaparte , um jovem general que lutava contra as potências europeias que haviam declarado guerra à França. </li></ul><ul><li>Os seus triunfos deram-lhe tal popularidade que, em Setembro de 1799, através de um golpe de Estado , provocou a queda do Directório e estabeleceu o Consulado (1799-1802). </li></ul><ul><li>O seu poder foi aumentando, até que se proclamou Imperador em 1804, com o nome de Napoleão I. Concentrou os poderes, afastou os opositores e institucionalizou a censura . </li></ul><ul><li>A economia desenvolveu-se e a administração , o direito e o ensino conheceram reformas importantes. </li></ul><ul><li>Obteve importantes vitórias sobre países inimigos da França. Enquanto decorriam essas guerras, os exércitos napoleónicos difundiram as ideias liberais por toda a Europa. </li></ul><ul><li>Napoleão procurou depois tornar-se senhor dessa mesma Europa. Em 1806, lançou o Bloqueio Continental à Inglaterra, com o objectivo de impedir os países europeus de estabelecerem comércio com os Ingleses e deste modo arruinar economicamente a Inglaterra. </li></ul><ul><li>O fracasso do Bloqueio e a derrota na Rússia assinalaram o declínio de Napoleão, obrigando-o a render-se em 1814. </li></ul><ul><li>O Congresso de Viena redefiniu as fronteiras europeias. Mas as sementes revolucionárias viriam a produzir os seus frutos, traduzindo-se na derrota dos absolutistas . </li></ul>
  15. 15. A importância da Revolução Francesa
  16. 16. A REVOLUÇÃO LIBERAL PORTUGUESA
  17. 17. Condicionalismos da revolução <ul><li>Em 1807 , Napoleão invadiu Portugal dado este não ter aderido ao Bloqueio Continental . D. João VI e a corte partem para o Brasil, nas vésperas da 1ª invasão, para evitar a prisão do monarca e a entrega do poder aos Franceses. </li></ul><ul><li>Entre 1807 e 1811 , Portugal sofreu três invasões, que marcaram muito negativamente o país . </li></ul><ul><li>Agravaram a desorganização da agricultura, do comércio, da indústria e das finanças . Para solucionar estes problemas, os impostos foram aumentados, tornando ainda mais difíceis as condições de vida das populações; </li></ul><ul><li>A ocupação de cargos militares pelos Ingleses , chefiados pelo Marechal Beresford . Apesar da expulsão dos franceses, os ingleses permaneceram em Portugal e tornaram-se senhores do país, o que desagradou às chefias militares e à nobreza; </li></ul><ul><li>Acentuaram a submissão de Portugal aos interesses britânicos . Em 1808, D. João VI abriu os portos brasileiros à navegação estrangeira, beneficiando especialmente Inglaterra e em 1810 assinou um tratado de comércio livre com este país. Os grandes prejudicados foram os comerciantes portugueses. </li></ul><ul><li>A situação em que mergulhou o país, após as invasões francesas, iria criar, as condições necessárias ao eclodir da revolução liberal de 1820. </li></ul>
  18. 18. O movimento revolucionário de 1820 <ul><li>.O descontentamento geral provocado pela situação económica e política do país esteve na base de um movimento revolucionário. </li></ul><ul><li>No dia 24 de Agosto de 1820 eclodiu no Porto a Revolução Liberal, e, nos dias seguintes, Lisboa e o resto do país aderiram à revolução . Este movimento foi preparado por uma associação secreta – o Sinédrio – e dirigido por alguns burgueses e oficiais do exército . </li></ul><ul><li>Foi nomeada uma Junta Governativa que exigiu ao rei o seu regresso do Brasil e preparou eleições para as Cortes Constituintes. Beresford e os generais ingleses foram expulsos do exército e do país. </li></ul><ul><li>Manuel Fernandes Tomás, membro do Sinédrio e principal dirigente da revolução liberal portuguesa </li></ul>
  19. 19. As Cortes Constituintes e a Constituição de 1822 <ul><li>Em 1821 as Cortes Constituintes redigiram a primeira Constituição portuguesa , que ficou concluída em Setembro de 1822 . Esta Constituição estabelecia como princípios fundamentais: </li></ul><ul><li>A soberania da Nação, exercida através do voto. Este estava reservado (com muitas excepções) aos homens maiores de 25 ano que soubessem ler e escrever; </li></ul><ul><li>A separação dos poderes . O executivo pertencia ao rei e ao seu governo, o legislativo às Cortes e o Judicial aos tribunais; </li></ul><ul><li>A igualdade e a liberdade dos cidadãos perante a lei. </li></ul><ul><li>Quando regressou do Brasil, o rei D. João VI assinou a Constituição , comprometendo-se a respeitá-la. Iniciava-se, deste modo, o período da Monarquia Constitucional . </li></ul><ul><li>Este gesto punha fim ao sistema absolutista e ao Antigo Regime em Portugal. </li></ul>
  20. 20. A Independência do Brasil <ul><li>Com a corte portuguesa no Rio de Janeiro, o Brasil conheceu um notável desenvolvimento. Por isso, em 1815, foi elevado à categoria de reino. </li></ul><ul><li>Em 1821, o rei D. João VI regressou a Portugal:; no Brasil ficou com regente, o seu filho D. Pedro. As Cortes Liberais portuguesas retiraram os privilégios concedidos pela Coroa ao Brasil e ordenaram o regresso de D. Pedro a Portugal . Este, em 1822, ao ter conhecimento destra exigência, proclamou, nas margens do rio Ipiranga , a independência do Brasil, tornando-se, então , imperador do novo país. Contudo, só em 1825 Portugal reconheceu a independência da sua antiga colónia. </li></ul>
  21. 21. A reacção absolutista <ul><li>Após a revolução de 1820, alguns membros do claro e da nobreza procuraram restaurar o Antigo Regime e a Monarquia Absoluta. Tinham dois aliados de peso: O príncipe D. Miguel e a rainha D. Carlota Joaquina, que se tinham recusado jurar a Constituição. </li></ul><ul><li>D. Miguel chefiou duas tentativas de restaurar o absolutismo: A Vilafrancada (1823) e a Abrilada (1824 ), ambas sem sucesso, tendo o príncipe sido forçado ao exílio. </li></ul><ul><li>D. João VI morreu em 1826. O herdeiro do trono, D. Pedro IV, imperador do Brasil, concedeu a Carta Constitucional de 1826 e abdicou do trono em favor da sua filha, D. Maria da Glória. A Constituição foi suspensa e entrou em vigor a Carta . Esta conferia ao rei o poder moderador e o direito de veto absoluto sobre as Cortes e garantia à nobreza as suas regalias. </li></ul><ul><li>D. Miguel, jurou respeitar a Carta Constitucional e casar com D. Maria da Glória, sua sobrinha, regressando de Viena de Áustria em 1828. Quebrando o juramento que fizera, fez-se aclamar rei absoluto. O clero e a nobreza recuperaram privilégios. Iniciou-se, então, um período de perseguição aos liberais. </li></ul>
  22. 22. A guerra civil <ul><li>Em 1831, D. Pedro , abdicou do trono do Brasil em favor do seu filho, e rumou à Europa para liderar pessoalmente o partido liberal e recuperar o trono da filha. </li></ul><ul><li>Na Ilha Terceira, reuniu os meios e os homens que lhe permitiram desembarcar no Mindelo (perto do Porto) e ocupar a cidade em Julho de 1832. </li></ul><ul><li>Iniciava-se assim um período de guerra civil entre liberais e absolutistas – também chamados “miguelistas”. </li></ul><ul><li>Entre Julho de 1832 e Agosto de 1833 , o Porto esteve cercado pelas tropas de D. Miguel, mas conseguiu resistir e vencer. </li></ul><ul><li>Depois de várias derrotas, D. Miguel assinou a paz na Convenção de Évora Monte, em 1834, e partiu, definitivamente para o exílio . </li></ul><ul><li>O Liberalismo ficava definitivamente implantado e D. Maria era a nova rainha de Portugal. </li></ul>
  23. 23. O triunfo da Monarquia Constitucional e das instituições liberais <ul><li>De entre os diversos legisladores liberais, podemos destacar Mouzinho da Silveira , ministro da Fazenda, efectuou reformas fundamentais para o fim do Antigo Regime e a modernização do país. As principais foram: </li></ul><ul><li>Abolição dos morgadios – Bens transmitidos ao filho mais velho – inferiores a 200 mil réis, a extinção da dízima, dos forais, foros, censos ; </li></ul><ul><li>A nova divisão administrativa do país em províncias, comarcas e concelhos; </li></ul><ul><li>A liberalização da actividade económica através da extinção de monopólios (sabão e vinho do Porto) e da abolição de portagens e impostos sobre a circulação interna de mercadorias. </li></ul><ul><li>A extinção das ordens religiosas pelo decreto de Joaquim António de Aguiar, e o Código Comercial da autoria de Ferreira Borges. </li></ul><ul><li>Estas leis acabaram com os antigos privilégios do clero e da nobreza e criaram condições para a burguesia desenvolver as suas actividades sem entraves </li></ul>

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