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Slide perispírito

  1. 1. PERISPÍRITO<br />1<br />
  2. 2. 2<br />Q. 135 DO L.E.<br />INTRODUÇÃO L.E.- ÍTEM VI<br />O HOMEM:<br />1- CORPO FÍSICO<br />2- PERISPÍRITO<br />3- ESPÍRITO<br />
  3. 3. 3<br />SEMIMATERIAL<br />
  4. 4. A GÊNESE <br />CAP.XIV- ÍTEM 7<br />“ O “P” É UMA CONDENSAÇÃO DO FLUIDO CÓSMICO UNIVERSAL, <br />EM TORNO DE UM FOCO DE INTELIGÊNCIA OU ALMA”.<br />4<br />
  5. 5. DUPLO ETÉREO<br />5<br />
  6. 6. 1-ESPÍRITO<br />LEÓN DENIS<br />NO INVISÍVEL – CAP.III <br />“POR ESPÍRITO DEVE ENTENDER-SE A ALMA REVESTIDA DE SEU ENVOLTÓRIO FLUÍDICO,<br /> QUE TEM A FORMA <br />DO CORPO FÍSICO”.<br />6<br />
  7. 7. 7<br />
  8. 8. 1-PENSAMENTO<br />8<br />
  9. 9. LIVRO DOS MÉDIUNS <br />1º PARTE - CAP 1 – ÍTEM 7<br />O PENSAMENTO É ATRIBUTO DO ESPÍRITO<br />9<br />
  10. 10. 2- MEMÓRIA<br />10<br />
  11. 11. KARDEC<br />“ O ESPÍRITO POSSUE A SEDE DA MEMÓRIA<br /> (É O SER INTELIGENTE, PENSANTE E ETERNO)”.<br />11<br />
  12. 12.   “... a memória<br /> de vivências passadas<br /> está no Espírito...<br />mas ao reencarnar,<br /> sitia-se no inconsciente ,<br /> no perispírito,<br /> lugar comum<br /> entre a alma e o corpo físico”.<br />12<br />
  13. 13. 13<br />DEUS<br />ENCARNADOS<br />LEIS MORAIS<br />ESPÍRITO<br />CONSCIÊNCIA<br />MEMÓRIA<br />PERISPÍRITO<br />INSCONSCIENTE<br />FLUIDO VITAL<br />CORPO FÍSICO<br />
  14. 14. 3-SENSAÇÃO<br />14<br />
  15. 15. 15<br />Q. 248 L.E.<br />“...TODAS AS PERCEPÇÕES SÃO ATRIBUTOS DO ESPÍRITO E FAZEM PARTE DO SEU SER. QUANDO ESTÁ REVESTIDO DE UM CORPO MATERIAL, ELAS NÃO LHE CHEGAM SENÃO POR UM CANAL DE ÓRGÃOS; MAS NO ESTADO DE LIBERDADE, NÃO ESTÃO MAIS LOCALIZADAS.<br />
  16. 16. 16<br />AS SENSAÇÕES, PARA O ESPÍRITO, ESTÃO LOCALIZADAS<br /> EM TODO O “P”<br />SENSAÇÕES PARA O ESPÍRITO<br />ESPÍRITOS SUPERIORES : “PERFECTIBILIDADE DOS SENTIDOS, A EXTENSÃO DA VISTA E DAS IDÉIAS.<br />ESPÍRITOS INFERIORES:<br />FLUIDOS MATERIALIZADOS<br />SENSAÇÃO DE FRIO, CALOR, FOME...<br />
  17. 17. “É NO ESPÍRITO QUE RESIDEM TODAS AS SENSAÇÕES,<br /> É ELE QUE :<br /> AMA, SOFRE , PENSA ,<br /> É FELIZ – É TRISTE”.<br />17<br />
  18. 18. 18<br />2- CORPO FÍSICO<br />EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS<br />F.C.X./ ANDRÉ LUIZ<br />“CONSIDERANDO-SE TODA CÉLULA EM AÇÃO POR UNIDADE VIDA, QUAL MOTOR MICROSCÓPICO, EM CONEXÃO COM A USINA MENTAL, É CLARAMENTE COMPREENSÍVEL QUE TODAAS AS AGREGAÇÕES CELULARES EMITAM RADIAÇÕES E RADIAÇÕES E QUE ESSAS RADIAÇÕES SE ARTICULEM,CONSTITUINDO-SE TECIDOS DE FORÇA”. PÁG. 129<br />
  19. 19. 3-PERISPÍRITO<br />19<br />
  20. 20. PERIS/PÍRITO<br />GREGO:<br />EM TORNO DE<br />LATIM:<br />SPIRITUS, ALMA<br />- é o envoltório sutil e perene da alma, que possibilita sua interação com os meios espiritual e físico. <br />20<br />
  21. 21. Q. 93 L.E.<br />“OS ESPÍRITOS SÃO ENVOLVIDOS POR UMA “SUBSTÂNCIA VAPOROSA”, QUE CONSTITUE SEU INVÓLUCRO<br /> “SEMI-MATERIAL”<br />21<br />
  22. 22. ORIGEM DO PERISPÍRITO<br />94.L.E.De onde tira o Espírito o seu invólucro semimaterial?<br />“Do fluido universal de cada globo, razão por que não é idêntico em todos os mundos. Passando de um mundo a outro, o Espírito muda de envoltório,<br /> como mudais de roupa.”<br />22<br />
  23. 23. 23<br />Evolução em Dois Mundos, cap.II, p. 26.<br />PERISPÍRITO:<br />“...É de formação sutil, urdida em recursos dinâmicos, extremamente porosa e plástica, em cuja tessitura as células, noutra faixa vibratória, à face do sistema de permuta visceralmente renovado, se distribuem mais ou menos à feição das partículas colóides, com a respectiva carga elétrica, comportando-se no espaço segundo a sua condição específica, e apresentando estados morfológicos conforme o campo mental a que se ajusta...” <br />
  24. 24. 24<br /> Q.82 L.E.<br />“...O DESCONHECIMENTO DO PERISPÍRITO OU A NÃO ACEITAÇÃO DE SUA EXISTÊNCIA DIFICULTA AO HOMEM CONCEBER,<br /> IMAGINAR O ESPÍRITO,<br /> SENÃO COMO ALGO ABSTRATO, IMPRECISO (“IMATERIAL NÃO É BEM O TERMO; INCORPÓREO SERIA MAIS EXATO)”.<br />
  25. 25. 25<br />A GÊNESE – CAP.XI<br />“PELA SUA ESSÊNCIA ESPIRITUAL,<br /> O ESPÍRITO É UM SER INDEFINIDO, ABSTRATO, QUE NÃO PODE TER AÇÃO DIRETA SOBRE A MATÉRIA, SENDO-LHE INDISPENSÁVEL UM INTERMEDIÁRIO , QUE É O ENVOLTÓRIO FLUÍDICO,<br /> O QUAL, DE CERTO MODO, <br />FAZ PARTE INTEGRANTE DELE”.<br />
  26. 26. 26<br />LIVRO DOS MÉDIUNS<br />2º PARTE – CAP. I-55<br />“EM QUALQUER DE SEUS GRAUS, O ESPÍRITO ESTÁ SEMPRE REVESTIDO DE UM INVÓLUCRO OU PERISPÍRITO, CUJA NATUREZA SE ETERIZA À MEDIDA EM QUE ELE SE PURIFICA E SE ELEVA NA HIERARQUIA”.<br />
  27. 27. 27<br />“ELABORADO DESDE MILHOES DE ANOS, NOS LABORATÓRIOS DA NATUREZA,<br /> O “P” HERDOU O AUTOMATISMO PERMANENTE QUE O MANTÉM ATUANTE, TRANSMITINDO AO ESPÍRITO AS IMPRESSÕES DOS SENTIDOS E COMUNICANDO<br /> AO CORPO AS VONTADES DESTE.<br />“GRAÇAS A ESTE AUTOMATISMO PERISPIRITUAL, O HOMEM NÃO PRECISA PROGRAMAR-SE OU PENSAR PARA RESPIRAR, DORMIR, PROMOVER OS EFEITOS DIGESTIVOS, EXCRETAR, FAZER CIRCULAR O SANGUE E OS HORMÔNIOS E UM SEM NÚMERO DE FUNÇÕES QUE LHE PASSAM DESARPERCEBIDAS”.<br />
  28. 28. EU VI UM ESPÍRITO???<br />NÃO, É O ESPÍRITO MANIFESTANDO-SE ATRAVÉS DE SEU “P”,<br /> COM A APARÊNCIA FÍSICA DA ÚLTIMA EXISTÊNCIA<br />28<br />
  29. 29. 29<br />
  30. 30. Q.95 L.E.<br />“ O PERISPÍRITO TEM A FORMA QUE O ESPÍRITO DESEJA”.<br />A GÊNESE – CAP. XIV – ÍTEM 14<br />30<br />
  31. 31. O ‘P’ GUARDA SINAIS DA ÚLTIMA ENCARNAÇÃO: TRAJES <br />31<br />
  32. 32. ...GUARDA TAMBÉM: ENFERMIDADES, CICATRIZES, CACOETES, <br />MEMBROS AMPUTADOS....<br />32<br />
  33. 33. “ COMO O ESPÍRITO NÃO POSSUI MATÉRIA PARA SOFRER DEFORMAÇÕES, O PENSAMENTO PRESO AS LEMBRANÇAS DA ÚLTIMA REENCARNAÇÃO, MOLDA O “P” , APRESENTANDO-SE AO VIDENTE DA MESMA MANEIRA QUE SE VÊ”.<br />33<br />
  34. 34. ESPÍRITOS SUPERIORES<br />APARÊNCIA NOBRE E BELA<br />34<br />
  35. 35. QUANTO MAIS O ESPÍRITO EVOLUI, MAIS O “P” TORNA-SE ETÉREO, MAIS LUMINADO, MENOS DENSO.<br />35<br />
  36. 36. ESPÍRITOS INFERIORES<br />-APARÊNCIA FEROZ E BESTIAL<br />36<br />
  37. 37. O PERISPÍRITO E AS ENERGIAS EXTERNAS<br />37<br />
  38. 38. COSMO<br />RESPIRAÇÃO<br />ALIMENTOS<br />ESPÍRITOS<br />38<br />
  39. 39. O HOMEM ASSIMILA DIFERENTES ENERGIAS,<br /> DE ACORDO<br /> COM SEU EQUILÍBRIO FÍSICO E ESPIRITUAL<br />39<br />
  40. 40. 40<br />METABOLIZAÇÃO<br />
  41. 41. O “P” METABOLIZA<br /> TODAS AS ENERGIAS <br /> NOS CENTROS DE FORÇA OU CHACKRAS E AS DISTRIBUI NO ORGANISMO<br /> (GLÂNDULAS ENDÓCRINAS),<br />HÁLITO MENTAL<br />41<br />
  42. 42. O “P” É CAPAZ DE ABSORVER AS EMANAÇÕES FLUÍDICAS DO AMBIENTE ONDE ESTÁ , PASSANDO PARA ESPÍRITO AS SENSAÇÕES QUE SÃO REFLETIDAS NO CORPO FÍSICO, PODENDO SER BOAS OU MÁS<br />42<br />
  43. 43. ENERGIAS BOAS<br />ENERGIAS RUINS<br />ATRAI BONS<br />ESPÍRITOS<br />ATRAI MAUS<br />ESPÍRITOS<br />TRAZ SAÚDE<br />E<br />EQUILÍBRIO<br />TRAZ DOENÇA<br />E<br />DESEQUILÍBRIO<br />ABRE AS PORTAS DO BEM E DO AMOR<br />ABRE AS PORTAS DO MAL E DO ÓDIO<br />43<br />
  44. 44. EQUILÍBRIO E HARMONIA<br />BOAS ENERGIAS<br />ENERGIAS RUINS<br />44<br />
  45. 45. DESEQUILÍBRIO / INVIGILÂNCIA<br />ENERGIAS RUINS<br />BOAS ENERGIAS<br />45<br />
  46. 46. O PERISPÍRITO <br />PARTICIPA:<br /><ul><li>REENCARNAÇÃO;
  47. 47. DESENCARNAÇÃO;
  48. 48. EVOLUÇÃO;
  49. 49. MEDIUNIDADE;
  50. 50. PASSE.</li></ul>46<br />
  51. 51. 47<br />"No momento de encarnar, o perispírito une-se, molécula a molécula, à matéria do gérmen. Possui este uma força vital, cuja energia mais ou menos vigorosa, transformando-se em energia atual durante a existência, determina a longevidade do indivíduo. (...)" (06) Esse gérmen está sujeito às leis da genética, isto é, a força vital sofre as ações modificadoras da herança dos pais, que lhe transmitem suas disposições orgânicas. Como já foi visto, a ação da força vital é que leva o perispírito a desenvolver suas propriedades funcionais.<br />O gérmen recapitula, de modo rápido, no seu desenvolvimento, as várias fases da evolução pelas quais a raça passou.<br />Da mesma forma que o psicossoma traz o registro de todos os estados do Espirito desde sua origem: assim também o gérmen material encerra as impressões de todas as etapas percorridas pelo psicossoma.<br />
  52. 52. 48<br />"(...) A idéia diretriz que determina a forma está, por conseguinte, contida no fluido vital, e o perispírito dele se impregnando, nele se transfundindo, a ele unindo-se intimamente, materializa-se o bastante para tornar-se o diretor, o regulador, o suporte da energia vital modificada pela hereditariedade. É graças a ele que o tipo individual se forma, desenvolve-se, conserva-se e se destrói. (...)"<br />
  53. 53. A GÊNESE<br />CAP. XIV- ÍTEM 31<br />“O PASSE É A TRANSFERÊNCIA DE FLUIDOS<br />“P” “P”<br />49<br />
  54. 54. 50<br />
  55. 55. F1- INDIVIDUALIZADORA<br />F2- ORGANIZADORA<br />F3- SUSTENTADORA<br />F4- INSTRUMENTAL<br />F5- SEDE DOS CENTROS DE FORÇA<br />F6- SEDE DA MEMÓRIA<br />06 FUNÇÕES DO PERISPÍRITO<br />51<br />
  56. 56. CORPO<br />FÍSICO<br />PERISPÍRITO<br />ESPÍRITO<br />2- FUNÇÕES E PROPRIEDADES<br />
  57. 57. F1- INDIVIDUALIZADORA<br />O “P” IDENTIFICA O ESPÍRITO<br />É A IMPRESSÃO DIGITAL DO ESPÍRITO<br />53<br />
  58. 58. Q. 284 L.E.<br />“OS ESPÍRITOS, QUE NÃO TEM MAIS CORPO, CONSTATAM SUA INDIVIDUALIDADE PELO “PERISPÍRITO”<br /> QUE FAZ OS SERES DISTINTOS UNS DOS OUTROS, COMO O CORPO ENTRE OS HOMENS” <br />54<br />
  59. 59. NÃO HÁ 02 IMPRESSÕES DIGITAIS IGUAIS<br />NÃO EXISTE DOIS PERISPÍRITOS IGUAIS<br />55<br />
  60. 60. A GÊNESE <br /> CAP XIV – ÍTEM 10<br />“...A CONSTITUIÇÃO ÍNTIMA DO “P” NÃO É IDÊNTICA EM TODOS OS ESPÍRITOS ENCARNADOS OU DESENCARNADOS QUE POVOAM A TERRA OU O ESPAÇO QUE A CIRCUNDA...”<br />56<br />
  61. 61. CONTÉM O REGISTRO EVOLUTIVO DE CADA UM<br />CARTÃO DE DÉBITO/CRÉDITO<br />SECRETÁRIA ELETRÔNICA <br />GUARDAM AS INFORMAÇÕES <br /> CAMPOS MAGNÉTICOS<br />PERISPÍRITO<br />57<br />
  62. 62. 58<br />O PERISPÍRITO REGISTRA TODAS AS NOSSAS EXISTÊNCIAS ANTERIORES<br />SOMBRAS INTERIORES<br />VIRTUDES<br />
  63. 63. 59<br />POTENCIAL DIVINO EM DESENVOLVIMENTO<br />
  64. 64. A GÊNESE<br />CAP. XIV – ÍTEM 9<br />“...O “P” DOS ESPÍRITOS INFERIORES É TÃO GROSSEIRO QUE ELES SE CONFUDEM COM O CORPO, RAZÃO PORQUE CONTINUAM A CRER-SE VIVOS”...<br />60<br />
  65. 65. F2. ORGANIZADORA<br />61<br />
  66. 66. O“P” SERVE DE MOLDE AO CORPO FÍSICO -ORGANIZADOR BIOLÓGICO<br />M.O.B.<br />Modelo Organizador Biológico descrito por Hernani Guimarães pela primeira vez em 1958.<br />62<br />
  67. 67. 63<br />PROCESSO ENCARNAÇÃO/DESENCARNAÇÃO<br />O “p” UNE-SE AO CORPO:<br /> -DESDE A FECUNDAÇÃO <br /> -CÉLULA A CÉLULA<br />-MULTIPLICAÇÃO DAS CÉLULAS<br />-CATALIZANDO POTENCIAIS GENÉTICOS NO PROCESSO REPRODUTIVO<br /><ul><li>CORPO + “P”+ ESPÍRITO = TRABALHO EM CONJUNTO</li></ul>A GÊNESE – CAP. XI- ÍTEM 11<br />
  68. 68. 64<br />EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS<br />F.C.X./WALDO VIEIRA – ANDRÉ LUIZ<br />O espírito, através do perispírito, "influencia o citoplasma (sede das forças fisiopsicossomáticas), juntamente com as funções endocrínicas, por estar fixado no sistema nervoso central e enraizado intrinsecamente no sangue, sendo o modelador definitivo da célula."<br />
  69. 69. 65<br />Joanna de Ângelis em "O Homem Integral", psicografia de Divaldo P. Franco:<br />"De importância máxima no complexo humano, é o moderno Modelo Organizador Biológico, que se encarrega de plasmar no corpo físico as necessidades morais evolutivas, através dos genes e cromossomos, pois que, indestrutível, eteriza-se e se purifica durante os processos reencarnatórios elevados."<br />
  70. 70. 66<br />“...Pode-se dizer, que ele é o esboço, o modelo, a forma em que se desenvolve o corpo físico. É na sua intimidade energética que se agregam as células, que se modelam os órgãos, proporcionando-lhes o funcionamento. Nele se expressam as manifestações da vida, durante o corpo físico e depois, por facultar intercâmbio de natureza espiritual. É o condutor da energia que estabelece a duração da vida física, bem como é responsável pela memória das existências passadas, que arquiva nas telas sutis do inconsciente atual, facultando lampejos ou recordações esporádicas das existências já vividas."<br />
  71. 71. 67<br /> “... ele é o modelo para o formação do corpo onde se encarnará o Espírito, imprimindo a este os detalhes anatômicos e fisiológicos consoante as aquisições morais e intelectuais em vidas passadas. Assim, será o responsável por formar o cérebro perfeito daquele que fez bom uso de seu intelecto em vidas pretéritas ou, caso contrário, o órgão inadequado do oligofrênico (compromisso cármico)...”<br />
  72. 72. 68<br />TEMAS DA VIDA E DA MORTE<br />MANOEL P. MIRANDA- DIVALDO <br />"Portador de expressiva capacidade plasmadora, o perispírito registra todas as ações do Espírito através dos mecanismos sutis da mente que sobre ele age, estabelecendo os futuros parâmetros de comportamento, que serão fixados por automatismos vibratórios nas reencarnações porvindouras.<br />EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS<br />F.C.X/WALDO – ANDRÉ LUIZ<br />: "... o corpo espiritual, retrata em si o corpo mental que lhe preside a formação".<br />
  73. 73. DEPOIS DA MORTE<br />LÉON DENIS<br />“...NA REENCARNAÇÃO, O PERISPÍRITO ASSIMILA AS MOLÉCULAS MATERIAIS, SENDO O MOLDE FLUÍDICO QUE CALCA A SUA FORMA SOBRE A MATÉRIA.<br /> AS QUALIDADES E OS DEFEITOS REGISTRADOS NO MOLDE APARECEM NO CORPO FÍSICO,<br /> QUE SE TORNA UMA CÓPIA DO PERISPÍRITO.<br /> ISTO EXPLICA PORQUE ESPÍRITOS CRIMINOSOS, VICIOSOS OU MAUS, QUE DANIFICARAM O “p” , ESTÃO CONDICIONADOS A RENASCER<br /> EM CORPOS ENFERMOS, DISFORMES<br /> OU SOFREDORES...”<br />69<br />
  74. 74. 70<br />F3- SUSTENTADORA<br />
  75. 75. 71<br />
  76. 76. 72<br />A EVOLUÇÃO ANÍMICA<br />GABRIEL DELLANE<br />“... NERVOS, MÚSCULOS, GLÂNDULAS A SE ENTRECRUZAREM,<br /> A CIRCULAREM,<br /> A SE INTERPENETRAREM<br /> DE LÍQUIDOS E GAZES,<br /> EM DESORDEM APARENTE, MAS DA QUAL SAIRÁ A MAIS ESTUPENDA REGULARIDADE...”<br />
  77. 77. 73<br />F4- INSTRUMENTAL<br />
  78. 78. 74<br />O “P”<br /> É O INSTRUMENTO QUE LIGA O ESPÍRITO AO CORPO FÍSICO<br />
  79. 79. 75<br />1- VEÍCULO DE MANIFESTAÇÃO DO SER<br />ÓRGÃO DE TRANSMISSÃO <br />-SENSAÇÕES<br />-VONTADES<br />ESPÍRITO PENSA<br />“P” – TRANSMITE<br />CORPO - EXECUTA<br />CORPO QUER<br />“P” TRANSMITE<br />ESPÍRITO RECEBE<br />
  80. 80. 76<br />A nossa realidade mento-espiritual gera o impulso criador que se projeta no corpo psicossomático e, depois, no arcabouço físico. Em outras palavras: quando o espírito quer, o psicossoma vibra e o corpo executa. Nessa linha de raciocínio , concluímos que o processo imunológico, que neutraliza a invasão dos elementos patogênicos, é resultante do trabalho permanente no bem e na prática da solidariedade, da fraternidade e do perdão irrestrito, atributos estes do espírito imortal.<br />4- Xavier, Francisco Cândido, Entre a Terra e o Céu, Ditado pelo Espírito André Luiz<br />
  81. 81. 77<br />REVISTA ESPÍRITA<br />MARÇO 1866<br />“SEM A ALMA-<br /> PRINCÍPIO INTELIGENTE-<br /> O “P” ASSIM COMO O CORPO MATERIAL<br /> É PRIVADO DE VIDA<br /> E SENSAÇÕES”.<br />
  82. 82. 78<br />2- O “P” É O VEÍCULO DO PENSAMENTO<br />
  83. 83. IRRADIAÇÃO DO PENSAMENTO CAP. I <br />“OPENSAMENTONASCE NA MENTE , PERCORRE TODO O ORGANISMO<br /> (CADA CÉLULA)<br /> ANTES DE SE IRRADIAR.<br />NÃO HÁ UM SEGUNDO DO NOSSO PENSAMENTO QUE NÃO FIQUE GRAVADO NO NOSSO PERISPÍRITO”<br />LIVRO :<br /> NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE <br />CHICO XAVIER<br />ANDRÉ LUIZ<br />79<br />
  84. 84. REVISTA ESPÍRITA – MAIO DE 1866<br />DEUS ESTÁ EM TODA PARTE<br />“ DENSIDADE DO PERISPÍRITO<br />“ O FLUIDO PERISPIRITUAL NÃO É INTELIGENTE POR SI MESMO, DESDE QUE É MATÉRIA, MAS É O VEÍCULO DO PENSAMENTO, DAS SENSAÇÕES E DAS PERCEPÇÕES DO ESPÍRITO; É EM CONSEQUÊNCIA DA SUTILEZA DESSE FLUIDO QUE OS ESPÍRITOS PENETRAM POR TODA PARTE, PERSCRUTAM OS NOSSOS PENSAMENTOS , VEEM E AGEM A DISTÂNCIA; É A ESSE FLUIDO, CHEGADO A UM CERTO GRAU DE DEPURAÇÃO, QUE OS ESPÍRITOS SUPERIORES DEVEM O DOM DA UBIQUIDADE, BASTA UM RAIO DE SEU PENSAMENTO DIRIGIDO PARA DIVERSOS PONTOS QUE ELES POSSAM AO MANIFESTAR SUA PRESENÇA SIMULTANEA. A EXTENSÃO DESSA FACULDADE ESTÁ SUBORDINADA AO GRAU DE ELEVAÇÃO E DE DEPURAÇÃO DO ESPÍRITO.<br />PRESCRUTAR - EXAMINAR MINUCIOSAMENTE<br />80<br />
  85. 85. 81<br />3- O “P” É O VEÍCULO DA MEDIUNIDADE<br />
  86. 86. 82<br />DIANTE DAS OBRAS BÁSICAS<br /> DA CODIFICAÇÃO<br />“NÃO SE PODE ENTENDER A FENOMENOLOGIA MEDIÚNICA SEM A PRESENÇA DO PERISPÍRITO. ELE REPRESENTARÁ SEMPRE O CAMPO POR ONDE O FENÔMENO SE INSTALA E ONDE AS DIVERSAS OPERAÇÕES SE REALIZAM”.<br />
  87. 87. 83<br />O TRABALHO MEDIÚNICO, COM TODAS AS SUAS DIVERSIDADES, ESTARÁ NA DEPENDÊNCIA DA INTERFERÊNCIA DO PERISPÍRITO;<br /> ESTE SEMPRE ATRELADO AO TERRENO FÍSICO,<br /> NO CASO DOS ENCARNADOS, ÀS EXPENSAS DA REGIÃO ENERGÉTICA DO DUPLO-ETÉRICO.<br />NESTA ACOPLAGEM 3 REGIÕES ESTARÃO ENVOLVIDAS: <br /> “P” – DUPLO- ETÉRICO E CORPO FÍSICO<br />
  88. 88. 84<br />PSICOLOGIA ESPÍRITA – JORGE ANDREA- VOL.II<br />“...QUANTO MAIS ATADO À MATÉRIA, MENOR SERÁ A SENSIBILIDADE MEDIÚNICA.<br /> NO DESACOMPLAMENTO DO “P”<br /> EM RELAÇÃO AO CORPO,<br /> O CAMPO PERCEPTIVO SE ALARGA E O MÉDIUM PARTICIPARÁ DE PERCEPÇÕES QUE TRANSCENDEM OS CONHECIDOS 5 SENTIDOS.<br /> O “P”, QUANDO ATRELADO AO CORPO SOMÁTICO<br /> É COMO SE SOFRESSE UMA ESPÉCIE DE ABSORÇÃO,ABAFAMENTO DO CAMPO ENERGÉTICO, LIMITADO...”<br />
  89. 89. 85<br />PSICOFONIA<br />
  90. 90. 86<br />Função Instrumental<br />Perispírito do médium se expande. <br />Perispírito do Espírito comunicante também se expande. <br />Formam a atmosfera fluídico-perispiritual comum. <br />O Espírito transmite sua vontade ao médium. <br />
  91. 91. 87<br />A GÊNESE <br />CAP XI – ÍTEM 18<br />CAP XIV – ÍTEM 18<br />PSICOGRAFIA<br />
  92. 92. MÉDIUM<br />COMUNICANTE<br />88<br />ESPÍRITO SUPERIOR OU INFERIOR<br />
  93. 93. 1- O espírito comunicante (desencarnado) passa a mensagem ao seu perispírito<br />2- O perispírito do desencarnado envia a mensagem através do pensamento para o perispírito do médium.<br />3- O perispírito do médium recebe a mensagem, que é enviada ao seu espírito, onde é processada, e retorna novamente ao perispírito do médium.<br />4- O perispírito do médium atua nos órgãos sensoriais do corpo físico, finalizando assim todo o processo da comunicação.<br />
  94. 94. “...perispírito é o fator de contato e comunicação entre os <br />mundos espiritual e físico. <br />Assim que o processo mediúnico ocorre,<br />mente a mente,<br />o perispírito é o instrumento<br /> tanto do comunicante,<br /> como do médium".<br /> (ZalminoZimmermann, Perispírito,<br /> Cap. XI, p.293). <br />90<br />
  95. 95. 91<br />MEDIUNIDADE<br />TEREZINHA OLIVEIRA<br />CAP. 6 – PÁG. 133<br />“... É PELAS CONDIÇÕES DO SEU “P” QUE O MÉDIUM PERCEBERÁ OU NÃO O PLANO ESPIRITUAL E INTERMEDIARÁ A INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS...”<br />
  96. 96. 92<br /><ul><li>SE O MÉDIUM DIRIGIR</li></ul> SEU FLUIDO PARA A<br /> MATÉRIA INERTE:<br /><ul><li>PRODUZ RUÍDOS;</li></ul>MOVIMENTOS DE OBJETOS;<br />-LEVANTA-OS<br />-DERRUBA-OS<br />-TRANSPORTA-0S<br />
  97. 97. 93<br />F5<br />O “P”<br /> É SEDE DOS<br />CENTROS DE FORÇA<br />“ENTRE O CÉU E A TERRA”<br />F.C.X./ANDRÉ LUIZ<br />CAP. XX<br />
  98. 98. 94<br />“ALICERCES DO INCONSCIENTE”<br />JORGE ANDREA<br />“ A TRÍADE POR EXCELÊNCIA,<br /> DA MAIS ALTA EXPRESSÃO<br /> DO MECANISMO MEDIÚNICO, SERIA REPRESENTADO PELA: <br />-GLÂNDULA PINEAL<br />-SISTEMA NERVOSO NEURO VEGETATIVO<br />-CENTROS DE ENERGIA VITAL <br />OU CHACKRAS<br />
  99. 99. 95<br />ENTRE O CÉU E A TERRA<br />F.C.X./ANDRÉ LUIZ<br />“CENTROS DE FORÇA” <br />“SÃO USINAS DE RECEPÇÃO E ARMAZENAMENTO<br /> DE ENERGIA ESPIRITUAL, <br />LIGADOS AO CORPO FÍSICO <br />POR TERMINAÇÕES NERVOSAS<br /> DENOMINADAS PLEXOS”.<br />
  100. 100. 96<br />"O nosso corpo de matéria rarefeita está intimamente regido por sete centros de força, que se conjugam nas ramificações dos plexos e que, vibrando em sintonia uns com os outros, ao influxo do poder diretriz da mente, estabelecem, para nosso uso, um veículo de células elétricas, que podemos definir como sendo um campo eletromagnético, no qual o pensamento vibra em circuito fechado. Nossa posição mental determina o peso específico do nosso envoltório espiritual e, conseqüente 'habitat" que lhe compete."(4)<br />4- Xavier, Francisco Cândido, Entre a Terra e o Céu, Ditado pelo Espírito André Luiz<br />
  101. 101. 97<br />Refere-nos ainda André Luiz que, no corpo espiritual ou psicossoma, estão situados os centros vitais que presidem á atividade funcional dos vários órgãos que integram o corpo físico. Esses centros são ''(...) fulcros energéticos que. sob a direção automática da alma, imprimem às células a especialização extrema, pela qual o homem possui no corpo denso, e detemos todos no corpo espiritual em recursos equivalentes, as células que produzem fosfato e carbonato de cálcio para a construção dos ossos, as que se distendem para a recobertura do intestino, as que desempenham complexas funções químicas no fígado, as que se transformam em filtros do sangue na intimidade dos rins e outras tantas que se ocupam do fabrico de substâncias indispensáveis à conservação e defesa da vida nas glândulas, nos tecidos e nos órgãos que nos constituem o cosmo vivo de manifestação. (... )"<br />
  102. 102. 98<br />Tela etérica<br />
  103. 103. 99<br />CADA CHAKRA – “P”<br />GLÂNDULA – CORPO FÍSICO<br />
  104. 104. 100<br />SISTEMA ENDÓCRINO- HORMÔNIO<br />
  105. 105. 101<br />GLÂNDULAS ENDÓCRINAS<br /> SECREÇÕES<br />(HORMÔNIOS)<br />-SÃO ABSORVIDAS PELO SANGUE,<br /> QUE LEVA A OUTROS ÓRGÃOS OU GLÂNDULAS,<br /> QUE SE VÊEM IMPULSIONADAS A UM MAIOR ESFORÇO, A UM TRABALHO MAIS INTENSO<br />
  106. 106. HORMÔNIO<br /> GREGO - “EXCITAR”<br />OS HORMÔNIOS TÊM O PODER DE EXCITAR TODO O ORGANISMO E<br /> OBRIGÁ-LO A TRABALHAR.<br />AS SECREÇÕES <br />DAS GLÂNDULAS ENDÓCRINAS INFLUEM SOBRE A MENTE <br />102<br />
  107. 107. INFRAÇÕES ÀS LEIS NATURAIS<br /><ul><li>IMPLICAM EM REGISTROS ENERGÉTICOS NO “PERISPÍRITO”, COM INFLUÊNCIAS DECISIVAS NESTA E EM OUTRAS ENCARNAÇÕES.</li></ul>103<br />PERISPÍRITO<br />
  108. 108. 104<br />“P”<br />ENERGIAS TÓXICAS<br />DOENÇAS<br />CORPO FÍSICO<br />
  109. 109. F6 – O PERISPÍRITO É SEDE DA MEMÓRIA<br />  - a memória de vivências passadas está no Espírito,<br /> mas ao reencarnar,<br /> sitia-se no inconsciente e, portanto, no perispírito, lugar comum<br /> entre a alma e o corpo físico.(FIG. 2)<br />105<br />
  110. 110. 106<br />DEUS<br />ENCARNADOS<br />LEIS MORAIS<br />ESPÍRITO<br />CONSCIÊNCIA<br />MEMÓRIA<br />PERISPÍRITO<br />INSCONSCIENTE<br />FLUIDO VITAL<br />CORPO FÍSICO<br />
  111. 111.        Durante o sono parcialmente desprendido e gozando da liberdade do corpo físico, ele novamente se lembra, recobrando sua memória, e nós sonhamos, sendo "o sonho o que o Espírito viu durante o sono", (3) e que nos chega, como premonições uns e outros, na sua grande maioria, com distorções e metáforas.<br />(3) KARDEC, Allan._O Livro dos Espíritos.68ªed. FEB, 1987, pg. 82, 83, 104, 167, 223, 241, 257<br />107<br />
  112. 112.   "É nele (no perispírito) que se encontra temporariamente arquivada a memória extra-cerebral." (9)<br />(9) COSTA, Vitor Ronaldo_Mediunidadee Medicina 1ª ed.,Casa Editora O Clarim,. 1996, pg.37, 40, 42. Abertura dos Chacras, Revista Internacional de Espiritismo, nov. 1999, pg.445<br />108<br />
  113. 113.     "O Espírito é o dono da memória e a coloca à sua disposição onde lhe fica mais conveniente, funcional. Dela não se exonera porque ela está arrumada na estante de sua biblioteca.<br /> E que ele sendo dono é que a usa."<br />Kardec : <br />O Espírito tem no perispírito o seu almoxarifado, seu armazém de memórias e aquisições."(10)<br />(10) ROCHA, Alberto de Souza- _Além da Matéria Densa. 1ª ed. Editora Espírita Correio Fraterno, 1997, pg. 40,41,42,106,214<br />109<br />
  114. 114. 110<br />O perispíritoretém todos os estados de consciência, de sensibilidade e de vontade; guarda todos os conhecimentos adquiridos pelo ser. É a sede da memória. "(...) É ele que armazena, registra, conserva todas as percepções, todas as volições e idéias da alma E não somente incrusta na substância todos os estados anímicos determinados pelo mundo exterior, como se constitui a testemunha imutável. o detentor indefectível dos mais fugidios pensamentos, dos sonhos apenas entrevistos e formulados. (...)'' <br />
  115. 115. 111<br />Todo o nosso passado nele fica armazenado. As várias etapas de nosso desenvolvimento estão aí registradas. É o conservador de nossa personalidade, dos elementos de nossa identificação.<br />Ao longo de sua imensa trajetória, desde quando a alma iniciou suas peregrinações terrestres, sob as formas mais inferiores, vem o perispírito registrando todas as experiências vividas pelo ser inteligente, incorporando uma bagagem crescente. "(...) Nada se destrói, tudo se acumula nesse perispírito tão imperecível e incorruptível como a força ou a matéria de que saiu. Os espetáculos maravilhosos que nossa alma contempla, as harmonias sublimes que se dilatam nos espaços infinitos, os esplendores da arte, tudo se fixou em nós, e nós para sempre possuímos o que pudemos adquirir. O mínimo esforço é levado mecanicamente ao nosso ativo, nada se perde, e assim é que lenta, mas seguramente, galgamos a escada do progresso. (...)''<br />
  116. 116. 112<br />EMMANUEL -  5º livro de Francisco Cândido Xavier - @1938 – 1º livro ditado por Emmanuel<br />       O corpo espiritual não retém somente a prerrogativa de constituir a fonte da misteriosa força plástica da vida, a qual opera a oxidação orgânica; <br />é também ele a sede das faculdades, dos sentimentos,  <br />da inteligência  <br />e, sobretudo, o santuário da memória, em que o ser encontra os elementos comprobatórios da sua identidade, através de todas as mutações e transformações da matéria. <br />
  117. 117. 113<br />ou mesmo, numa terceira hipótese, previamente demos "uma espiada no futuro" e agora vivenciamos o "replay" do acontecimento previsto. Há várias expressões do déjà-vu como algo acontecido, entendido, sentido, ouvido, e vivido."(15)<br />15) FRANCO, Divaldo/ Joanna de Ângelis.<br />Estudos Espíritas.<br /> 6ª ed. FEB, 1995 , pg.42, 43: Dias Gloriosos. 2ª ed. Liv. Esp. Alvorada Editora, 2000, pg. 192<br />
  118. 118. Por vezes têm-se a sensação de ter estado num local antes visto (Déjà-vu) ou porque lá estivemos desdobrados e voltamos fisicamente(4)<br />114<br />4) SANTOS, Jorge Andréa <br />_Enfoques Científicos da Doutrina Espírita. <br />2ª ed. Soc. Espírita F. V. Lorenz, 1991, pg. 38, 41, 159. <br />
  119. 119. 115<br />ou nos vem como um "escape", porque ali vivemos numa existência anterior(7)<br />7) MIRANDA, Hermínio C.<br />_Diversidade dos Carismas. <br />3ª ed. Publicações Lachâtre. Vol. I, 1995, pg. 242, 303<br />
  120. 120. 116<br />Durante a encarnação: o perispírito serve de intermediário entre o espírito e a matéria, transmitindo ao espírito as impressões dos sentidos físicos e comunicando ao corpo as vontades do espírito.Observação: quando o corpo é anestesiadoou sofre paralisia, não há nele sensibilidade e o perispírito nada terá a transmitir ao espírito, quanto ao setor corpóreo prejudicado.Se houver desdobramento, o perispírito temporariamente deixa de ter contato com o corpo e, durante esse estado, pouco ou mesmo nada transmitirá do espírito ao corpo (ou vice-versa), dependendo do grau de desdobramento.<br />
  121. 121. 117<br />PROPRIEDADES DO<br /> PERISPÍRITO<br />www.portaldoespirito.com.br<br />
  122. 122. 1-IMPONDERABILIDADE DO PERISPIRITO<br />Sinônimos:<br />imprevisível<br /> inestimável<br /> inapreciável<br /> incalculável<br />PONDERÁVEL -Que pode ser pesado; que tem um peso.<br />118<br />
  123. 123. 119<br />PONDERABILIDADE<br />“... Sob os aspectos físicos o “P”, em si, não apresenta um peso possível de ser detectado por meio de qualquer instrumentação até agora conhecida.<br />Não obstante, na dimensão espiritual, cada organização perispirítica tem seu peso específico, que varia de acordo com sua densidade, ditada, sobretudo, como visto, pelo estado de moralidade do Espírito. Nossa posição determina o peso específico do nosso envoltório espiritual e, conseqüentemente, o habitat que lhe compete. Significa que, embora possa parecer fisicamente imponderável – porque não é matéria densa - não deixa de apresentar certo peso, variável em cada região ou esfera, visto que, de qualquer forma, sendo matéria, submete-se aos princípios gravitacionais imperantes no meio<br /> em que se situa e do qual se nutre.<br />
  124. 124. 120<br />A GÊNESE- CAP. XIV- ÍTEM 7<br />“ O “P” É FORMADO PELA CONDENSAÇÃO DO FLUIDO CÓSMICO UNIVERSAL...<br /> DIANTE DA MATÉRIA COMUM, CONSERVA SUA IMPONDERABILIDADE E SUAS QUALIDADES ETÉREAS, DAÍ O FATO DE NÃO SER POSSÍVEL PERCEBER-SE ESPÍRITOS<br /> PELOS OLHOS HUMANOS, <br />MAS SENDO PERFEITAMENTE PLAUSÍVEL<br /> A INTEREÇÃO DELES COM A MATÉRIA ATRAVÉS DE RECURSOS AINDA INCOMPREENSÍVEIS PARA NÓS”.<br />
  125. 125. 121<br />FLUIDO CÓSMICO UNIVERSAL<br />PERISPÍRITO<br />CORPO FÍSICO<br />MESMA ORIGEM<br />AMBOS SÃO MATÉRIAS, <br />MAS EM ESTADOS DIFERENTES<br />TRANSFORMAÇÕES MOLECULARES DIFERENTES<br />“p” – ETÉREO E IMPONDERÁVEL <br />
  126. 126. Cada um desses dois estados(ETEREO E MATERIAL) dá lugar,<br /> naturalmente, a fenômenos especiais: <br />ETÉREO<br />MATERIAL<br />122<br />
  127. 127. 123<br />
  128. 128. <ul><li> Plasticidade
  129. 129. Densidade
  130. 130. Penetrabilidade
  131. 131. Visibilidade
  132. 132. Sensibilidade global e magnética
  133. 133. Bicorporeidade
  134. 134. Unicidade
  135. 135. Mutabilidade
  136. 136. Capacidade refletora
  137. 137. Odor- temperatura
  138. 138. expansibilidade e flexibilidade
  139. 139. ponderabilidade-peso</li></ul>Luminosidade- frequência vibracional<br />PROPRIEDADES<br />DO PERISPÍRITO<br /><ul><li> tangibilidade</li></li></ul><li>125<br />DENSIDADE<br />O`’p” é formado também por fluidos ainda que não sejam totalmente eterizados, também não são totalmente materiais. E não deixando de ser matéria, ainda que quintessenciado, e como tal apresenta em si uma densidade, que se relaciona com o grau de evolução da alma.<br />A variedade de densidade do perispírito<br /> varia também de indivíduo para indivíduo,<br /> em Espíritos Moralmente adiantados, é mais sutil e se aproxima da dos Espíritos Elevados;<br />nos espíritos inferiores, ao contrário, aproxima-se da matéria e é o que faz os Espíritos inferiores de baixa condição conservam por muito tempo as ilusões da vida terrestre.<br /> A densidade psicossômica varia, de acordo com a evolução do Espírito, ditando, então, seu peso , sua luminosidade, pois quanto menor a densidade do perispírito, menor seu peso e maior a luminosidade.<br />
  140. 140. 126<br />
  141. 141. Emancipação <br />-Durante o sono ou desdobramento mediúnico o “P” se liberta do corpo físico, ficando assim unido a esse pelo conhecido cordão de prata<br />Emancipação por desdobramento<br />127<br />
  142. 142. 128<br />No desdobramento, o perispírito se desprende do corpo como no sono, no transe hipnótico, desmaios, coma, Experiência de Quase Morte etc. Nesse processo, o perispírito pode atravessar paredes e outros obstáculos materiais e muitas vezes apresentam fenômenos conhecidos como bilocação, bicorporeidade, exteriorização do duplo ,"aparição".<br />
  143. 143. LUMINOSIDADE DO ESPÍRITO<br />CÉU E INFERNO- KARDEC<br />2º PARTE – CAP. IV<br />129<br />
  144. 144. 130<br />LUMINOSIDADE<br />“A INTENSIDADE DA LUZ ESTÁ NA RAZÃO DA PUREZA DO ESPÍRITO: AS MENORES IMPERFEIÇÕES MORAIS ATENUAM E ENFRAQUECEM A CONDIÇÃO DE LUMINOSIDADE DO ESPÍRITO....”<br />
  145. 145. 131<br />“... QUANTO MAIS O ESPÍRITO EVOLUI, <br />MAIS ETÉREA E PURA TRANSFORMA-SE SUA CONDIÇÃO VIBRACIONAL, E SABENDO QUE A ENERGIA EM DIVERSOS NÍVEIS VIBRACIONAIS OU VELOCIDADE DE MOVIMENTO, PRODUZEM LUMINOSIDADE A DEPENDER DA FREQUÊNCIA, QUANTO MAIS EVOLÚIDA A ENTIDADE,<br /> MAIOR FREQUÊNCIA VIBRACINAL<br /> E MAIOR LUMINOSIDADE<br /> E TANTO MENOS EVOLUÍDO Á CRIATURA, MENOR FREQUÊNCIA VIBRACIONAL E LUMINOSIDADE”...<br />
  146. 146. 132<br />LUZ ESPIRITUAL<br />LUZ COMUM<br /> diante de uma presença espiritual superior, <br />mera claridade emitida por uma vela. <br />
  147. 147. Penetrabilidade <br />-o “P”pode ultrapassar qualquer obstáculo no plano físico, nenhuma matéria lhe constitui impedimento.<br />133<br />
  148. 148. 134<br />PENETRABILIDADE<br />GABRIEL DELANNE<br />“EXISTEM ESPÍRITOS QUE NÃO CONSEGUEM ATRAVESSAR ALGUNS OBSTÁCULOS, PELO SIMPLES MOTIVO DE NÃO SABEREM QUE PODEM FAZÊ-LO. A IGNORÂNCIA OU ATÉ MESMO A INCERTEZA DIMINUEM SUAS APTIDÕES E POTENCIAIS, E SEU PODER DE AÇÃO NAS MAIS DIVERSAS ÁREAS . TODOS OS CORPOS SÃO POROSOS E AS MOLÉCULAS NÃO SE TOCANDO, PODEM DAR A PASSAR UM CORPO ESTRANHO.É O QUE ACONTECE COM O “p” QUE, FORMADO DE MOLÉCULAS MENOS CONDENSADAS QUE A MATÉRIA QUE CONHECEMOS, NÃO PODE SER DETIDO POR NENHUM OBSTÁCULO.”<br />
  149. 149. 135<br />INVISIBILIDADE<br /> Aos olhos físicos o perispírito é totalmente invisível, todavia não o é para os Espíritos, nos casos dos menos evoluídos <br />só percebem os seus pares, <br />captando-lhes o aspecto geral.<br />Os Espíritos Superiores, podem perscrutar a intimidade perispiritual de desencarnados de menor grau de elevação, bem como a dos encarnados, observando-lhes as desarmonias e as necessidades;<br /><ul><li>os trabalhos de esclarecimento espiritual, em que os Espíritos Superiores responsáveis revelam, por meio dos dialogadores encarnados, a realidade do sofredor conduzindo ao entendimento, auscultado seu perispírito,
  150. 150. as sessões de cura, em que os médicos espirituais detectam os sinais patológicos presentes no psicossoma do enfermo.</li></li></ul><li>136<br />
  151. 151. 137<br />
  152. 152. 138<br />SENSIBILIDADE GLOBAL<br />Quando encarnado o Espírito registra impressões exteriores por meio de vias especializadas identificadas no corpo somático e que compõem os órgãos dos sentidos.Sem o corpo físico, sua capacidade de perceber amplia-se extraordinariamente, pois livre das peias somáticas, a percepção do meio que o envolve já não depende dos canais nervosos materiais, acontecendo como um registro global do perispírito, ou seja, uma percepção, que o Espírito realiza com todo o seu ser.<br />Assim, vê, ouve, sente, enfim, com o corpo espiritual inteiro, uma vez em que as sedes dos sentidos não se encontram numa localização específica e limitada, que se observa no estado de encarnação, os sentidos e capacidades ampliam-se.<br /> Os fenômenos chamados de – transposição de sentidos - ,<br /> que mostram a possibilidade de algumas pessoas mais sensíveis, perceberem os estímulos por vias físicas totalmente impróprias para isso, explicando, assim, que a sensibilidade global do perispírito pode exteriorizar-se mesmo estando o Espírito encarnado, ainda que em casos excepcionais.<br />
  153. 153. 139<br />SENSIBILIDADE MAGNÉTICA<br />Sensibilidade Magnética – Sendo o perispírito um campo de força que é, a sustentar uma estrutura semimaterial, apresenta-se impressionável pela ação magnética, pois sendo ele mesmo uma criação vibratória do Espírito. Sabemos que somos criados pela mesma matéria, no seu sentido original e, essa matéria que em diferentes estados dá origem a tudo, é energia pura, e sendo o perispírito também oriundo dessa matéria que é o Fluido Cósmico Universal ( FCU ), torna-se o Espírito suscetível às influências da energia ambiental que o envolve (psicosfera) e é essa propriedade que lhe permite absorver, assimilar e, também transmitir a energia espiritual que capta ou recebe. A exemplo disso, temos o precioso processo do passe: o Espírito, acumulando energias e estimulando a sensibilidade do médium, conjuga suas forças com a deste, psíquicas e vitais, para a transmissão dos recursos de cura.<br />
  154. 154. 140<br />EXPANSIBILIDADE<br />Q.400<br />que o “Espírito aspira incessantemente a libertação.”<br />O “P”pode, conforme suas condições, expandir-se, aumentando, inclusive, o campo de percepção sensorial. É a expansibilidade do perispírito que faculta, a processo de emancipação da alma. Expandindo-se, o perispírito pode chegar a um estado inicial de desprendimento,<br /> em que a percepção se torna acentuadamente mais aguda,<br /> podendo, a partir daí, se for o caso,<br /> evoluir para o desdobramento, a envolver, uma outra propriedade do perispírito, que é a biocorporeidade.<br />A expansibilidade perispirítica, aliás, está na base dos principais processos mediúnico; haja vista, por exemplo, que ‘a exteriorização do psicossoma que permite ao vidente a captação da realidade espiritual e que, também, graças a essa propriedade, é que se torna possível o contato perispírito a perispírito, que marca o fenômeno chamado de incorporação, seja psicofonia ou psicografia<br />
  155. 155. 141<br />BICORPOREIDADE<br />faculdade do perispírito, que possibilita, em condições especiais, o seu desdobramento, poderíamos dizer com muita cautela “fazer-se em dois”, no mesmo lugar ou em lugares diferentes. Processo que ainda chegaremos a descobrir com mais claridade, mas graças a essa propriedade, o perispírito pode apresentar-se biocorpóreo, ou seja, com um corpo, de igual ao físico da atualidade, fluídico, com maior ou menor densidade, mas suscetível de ser visto e, até tocado, como sói acontecer em muitos casos. <br />Fenômeno absolutamente natural, nos dizeres de Kardec: “tal fenômeno, como todos os outros, se compreende na ordem dos fenômenos naturais, pois que decorre das propriedades do perispírito e de uma lei natural.”( Obras Póstumas, pp. 56 e 57).<br />
  156. 156. 142<br />UNICIDADE<br /> A estrutura perispirítica, como reflexo da alma que é, não é igual a outros perispíritos, como a rigor não existem almas idênticas. <br />Obviamente, no decorrer do processo evolutivo diminuem as diferenças e cresce a harmonização entre as almas, sem que entretanto a individualidade, deixe de ser preservada.<br />“A idéia do grande todo não implica, necessariamente, a fusão dos seres em um só. Um soldado que volta ao seu regimento, entra em um todo coletivo, mas não deixa, por isso, de conservar sua individualidade. O mesmo se dá com as almas que entram no mundo dos espíritos, que para elas é, igualmente um todo coletivo: o todo universal.” (Kardec, Allan. Iniciação Espírita. 13 Ed., Sobradinho, DF: Edicel, 1995, p 213. Trad. CaibarSchutel)<br />Questões 149 a 152, mostrando que a alma sempre conserva sua individualidade, a refletir em seu perispírito.<br />
  157. 157. 143<br />CAPACIDADE REFLETORA<br /> O corpo espiritual, extensão da alma que é,<br /> reflete contínua e instantaneamente os estados mentais.<br />O perispírito, é suscetível de refletir, a glória ou viciação da mente. Por isso, a atividade mental nos marca o perispírito, identificando nossa real posição evolutiva.<br />Todo pensamento encontra imediata ressonância na delicada tessitura perispiritual, produzindo dois tipos de efeitos:<br /> 1) gera na aura a sua imagem, conhecida hoje, como forma-pensamento – variável, de acordo com a carga emocional, inclusive sob o aspecto cromático, como demonstram técnicas e testemunhos incontestáveis e, também, na<br /> 2) dimensão física, influindo na fisiologia dos centros vitais, repercute nos sistemas nervoso, endócrino, sangüíneo, e demais vias de sustentação do edifício celular, marcando-lhe o desempenho regular ou não, na economia vital.<br />
  158. 158. 144<br />ODOR<br />O perispírito, a refletir-se na aura, caracteriza-se, também por odor particular, facilmente perceptível pelos Espíritos.<br />Contém a literatura mediúnica, com particularidade , as obras de ANDRÉ LUIZ, descrição de regiões infestadas de miasmas pestilentos, a exalarem odores tão fétidos que se tornam quase insuportáveis para os Espíritos mais sensíveis.<br /> Tais odores brotariam da podridão fluídica características desses ambientes e, ao que se sabe, dos próprios perispíritos de seus habitantes.<br /> Todas as criaturas vivem cercadas pelo seu próprio halo vital das energias que lhes vibram no íntimo do ser e esse halo é constituído por partículas de força a se irradiarem por todos os lados e direções de si para o ambiente,<br /> impressionando-nos o olfato, de modo agradável ou desagradável, segundo a natureza do indivíduo que as irradia, cada criatura se caracteriza pela vibração, exalação que lhe é peculiar, aqui e em todos os mundos.<br />Alguns trabalhos, no campo do labor mediúnico e da fluidoterapia, que, no decorrer médiuns chegam a captar odores, agradáveis ou não, indicativos, inclusive, da evolução dos Espíritos presentes. Odores esses que não se confundem com aqueles oriundos da manipulação ectoplásmica<br />e que chegam a impressionar uma assistência por inteiro,<br /> característica essa que nós mesmos já experimentamos na presença <br />de Dr. Bezerra de Menezes, em momentos de suas comunicações.<br />
  159. 159. 145<br />TEMPERATURA<br />“...no desenvolvimento da atividade mediúnica, certos médiuns registram, <br />por exemplo, uma espécie de gélido torpor, com a avizinhação de alguma alma sofredora, ou, ao contrário, uma cálida sensação de bem-estar, quando da aproximação de um Espírito superior, é lícito cogitar-se da possibilidade de que o Espírito também mostre através de seu perispírito<br />uma espécie de temperatura própria, relacionada, naturalmente, <br />com o grau de evolução do Espírito...” <br />WWW.TERRAESPIRITUAL<br />
  160. 160. 146<br />METABOLIZAÇÃO<br /> ASSIMILA FLUIDOS FACILMENTE<br />
  161. 161. 147<br /> FLEXÍVEL E EXPANSÍVEL<br />REVISTA ESPÍRITA – MAIO DE 1859<br />“... A MORTE É A DESAGREGAÇÃO DA MATÉRIA GROSSEIRA, DAQUELA QUE A ALMA ABANDONA; A OUTRA SE LIBERA E SEGUE A ALMA QUE, CONTIDUA TENDO SEMPRE UM ENVOLTÓRIO, QUE É O PERISPÍRITO. ESSA MATERIA SUTIL, EXTRAÍDA DE TODAS AS PARTES DO CORPO AO QUAL ESTAVA LIBADA DURANTE A VIDA, DELE CONSERVA A FORMA; EIS PORQUE OS “ESPÍRITOS” SE VÊEM E POR QUE NOS APARECEM TAIS QUAIS ERAM QUANDO VIVOS. MAS ESSA MATÉRIA SUTIL NÃO TEM A TENACIDADE NEM A RIGIDEZ COMPACTA DO CORPO E, SE ASSIM NOS PODEMOS EXPRIMIR, FLEXÍVEL E EXPANSÍVEL; POR ISSO A FORMA QUE TOMA, CALCADA SOBRE A DO CORPO, NÃO É ABSOLUTA: DOBRA-SE À VONTADE DO ESPÍRITO, QUE PODE DAR-LHE TAL OU QUAL APARÊNCIA, À SUA VONTADE, AO PASSO QUE O ENVOLTÓRIO SÓLIDO OFERECE-LHE UMA RESISTÊCIA INSUPERÁVEL. DESEMBARAÇADO DESSE ENTRAVE QUE O COMPRIMIA, O “P” DILATA-SE OU SE CONTRAI, TRANSFORMA-SE, PRESTA-SE A TODAS AS METAMORFOSES,<br /> SEGUNDO A VONTADE QUE ATUA SOBRE ELE... <br />
  162. 162. TANGILIBIDADE: é a capacidade de se adensar até o ponto de impressionar os sentidos físicos, podendo ser visto ou mesmo tocado.<br />Apesar de sua composição fluídica, alerta Allan Kardec que:“o perispírito não deixa de ser uma espécie de matéria, o que decorre do fato das aparições tangíveis, a que volveremos. (...)A tangibilidade que revelam, a temperatura, a impressão, em suma, que causam aos sentidos, porquanto se há verificado que deixam marcas na pele, que dão pancadas dolorosas, que acariciam delicadamente, provam que são de uma matéria qualquer.” (2004, p. 89)<br />
  163. 163. materialização da Irmã Josefa, ao lado de Francisco Cândido Xavier e Wanda Marlene<br />149<br />
  164. 164. 150<br />“ESSA MATÉRIA ETERIZADA É PASSÍVEL DE MODIFICAÇÕES E O PRÓPRIO ESPÍRITO PODE FAZÊ-LA SOFER UMA ESPÉCIE DE CONDENSAÇÃO QUE A TORNA PERCEPTÍVEL AOS OLHOS MATERIAIS: É O QUE ACONTECE NAS APARIÇÕES VAPOROSAS. <br />...A CONDENSAÇÃO PODE CHEGAR A PONTO DE PRODUZIR RESISTÊNCIA E TANGIBILIDADE; É O CASO DAS MÃOS QUE PODEMOS TOCAR... ESSA SOLIDIFICAÇÃO DA MATÉRIA ETERIZADA É APENAS TEMPORÁRIA OU ACIDENTAL, VISTO NÃO SE ENCONTRAR EM SEU ESTADO NORMAL. DAÍ POR QUE ESSAS APARIÇÕES TANGÍVEIS, NUM DETERMINADO MOMENTO, NOS ESCAPAM COMO SOMBRA<br />REVISTA ESPÍRITA - MAIO DE 1858<br />
  165. 165. 151<br />PARA OCORRER O FENÔMENO:<br /> “O ESPÍRITO (ENCARNADO OU NÃO)<br /> SE ENVOLVE COM AS CONDIÇÕES ENERGÉTICAS DO AMBIENTE E DE ALGUM MÉDIUM CAPAZ DE EMPRESTAR RECURSOS ENERGÉTICOS ATRAVÉS DO DUPLO ETÉRICO, PRODUZINDO MATÉRIA NECESSÁRIA PARA REVESTIR O “P” NA ENERGIA NECESSÁRIA PARA O APARECIMENTO”. <br />
  166. 166. 152<br />REVISTA ESPÍRITA – MAIO DE 1858 – PAG.197 <br />LIVRO DOS MÉDIUNS, CAP.I, II PARTE- N.57<br />“...A MÃO APARENTE TANGÍVEL OFERECE UMA RESISTÊNCIA, EXERCE UMA PRESSÃO, OPERA UMA TRAÇÃO SOBRE OS OBJETOS QUE SEGURAMOS; HÁ, POIS, NELA UMA FORÇA – EXPLICAÇÃO DAS MANIFESTAÇÕES FÍSICAS<br />
  167. 167. 153<br />“... ESSA MÃO PODE ENFIAR-NOS AS UNHAS NA CARNE, BELISCAR-NOS, ARREBATAR AQUILO QUE TEMOS NA MÃO; DESDE QUE A VEMOS APANHAR E TRANSPORTAR UM OBJETO, COMO O FARÍAMOS NÓS MESMOS, PODE MUITO BEM DAR PANCADAS, LEVANTAR E DERRUBAR A MESA, AGIAR UMA CAMPAINHA, PUXAR CORTINAS E ATÉ MESMO, DAR-NOS UMA BOFETADA INVISÍVEL...” – PAG. 198<br />CAMPAINHA- PAG 39 – REVISTA ESPÍRITA – JAN. 1858<br />
  168. 168. 154<br /> INTANGIBILIDADE<br />APARIÇÃO DOS ESPÍRITOS<br /> REVISTA ESPÍRITA – JUNHO- 1858-PAG.239 <br />“...QUANDO O ESPÍRITO ESTÁ ENCARNADO,<br /> A MATÉRIA ETERIZADA DO “P”SE ACHA MAIS OU MENOS LIGADA INTIMAMENTE À MATÉRIA DO CORPO. <br />EM ALGUMAS PESSOAS HÁ UMA<br /> ESPÉCIE DE EMANAÇÃO DESSE FLUIDO<br /> – MÉDIUNS DE EFEITOS FÍSICOS...” <br />
  169. 169. 155<br />“...EMANANDO DO CORPO, ESSE FLUIDO SE COMBINA, SEGUNDO LEIS QUE NOS SÃO DESCONHECIDAS, COM O FLUIDO QUE FORMA O ENVOLTÓRIO SEMIMATERIAL DE UM ESPÍRITO ESTRANHO. DISSO RESULTA UMA MODIFICAÇÃO, UMA ESPÉCIE DE REAÇÃO MOLECULAR QUE LHE ALTERA MOMENTANEAMENTE AS PROPRIEDADES, A PONTO DE TORNÁ-LO VISÍVEL E TANGÍVEL...”<br />“...ESSE EFEITO PODE PRODUZIR-SE COM OU SEM O CONCURSO DA VONTADE DO MÉDIUM; É ISSO QUE DISTINGUE OS MÉDIUNS NATURAIS DOS MÉDIUNS FACULTATIVOS.<br /> A EMISSÃO DO FLUIDO PODE SER MAIS OU MENOS ABUNDANTE: DAÍ OS MÉDIUNS MAIS OU MENOS POTENTES;<br /> E COMO TAL EMISSÃO NÃO É PERMANENTE, FICA EXPLICADA A INTERMITÊNCIA DAQUELE PODER. ENFIM, SE SE LEVAR EM CONTA O GRAU DE AFINIDADE QUE PODE EXISTIR ENTRE O FLUIDO DO MÉDIUM E O DE TAL OU QUAL ESPÍRITO, CONCEBER-SE-Á QUE SUA AÇÃO POSSA EXERCER-SE <br />SOBRE UNS E NÃO SOBRE OUTROS....”<br />
  170. 170. 156<br />OBJETO POSTO EM MOVIMENTO – R.E. JUNHO- 1858<br />“...QUANDO UM OBJETO É POSTO EM MOVIMENTO, ERGUIDO OU LANÇADO NO AR, NÃO É O ESPÍRITO QUE O AGARRA, EMPURRA E LEVANTA, COMO O FARÍAMOS COM A MÃO; ELE, O SATURA COM O SEU FLUIDO, COMBINANDO-O COM O DO MÉDIUM, E O OBJETO, ASSIM MOMENTANEAMENTE VIVIFICADO, AGE COMO O FARIA UM SER VIVO, COM A DIFERENÇA DE QUE, NÃO TENDO VONTADE PRÓPRIA, SEGUE A IMPULSÃO DA VONTADE DO ESPÍRITO, TANTO PODENDO ESSA VONTADE SER O ESPÍRITO DO MÉDIUM QUANTO DE UM ESPÍRITO ESTRANHO E, ALGUMAS VEZES, DOS DOIS, AGINDO EM COMUM ACORDO, CONFORME SEJAM OU NÃO SIMPÁTICOS. A SIMPATIA E A ANTIPATIA QUE PODE EXISTIR ENTRE OS MÉDIUNS E OS ESPÍRITOS QUE SE OCUPAM DESSES EFEITOS MATERIAIS EXPLICA POR QUE NEM TODOS SÃO APTOS A PROVOCÁ-LOS...” – PÁG. 240<br />
  171. 171. 157<br />MUTABILIDADE: <br />perispírito, no decorrer do processo evolutivo, se não é suscetível de modificar-se no que se refere à sua substância, o é com relação à sua estrutura e forma. (Sabe-se que, por meio da ação plasticizante, pode o Espírito mudar, por exemplo, seu aspecto, porém, tal fenômeno envolve, apenas, modificação transitória e superficial, sustentada transitoriamente pela mente). Ensina KARDEC que “o envoltório perispirítico de um Espírito se modifica com o progresso moral que este realiza em cada encarnação” (A Gênese – Cap. XIV );<br />
  172. 172. plasticidade<br />A Gênese <br />Basta que o Espírito pense uma coisa, para que esta se produza, como basta que modele uma ária, para que esta repercuta na atmosfera.<br />158<br />
  173. 173. 159<br />PLASTICIDADE<br />Poder-se-ia assentar que o desenvolvimento do perispírito, através dos milênios incontáveis, passa, como formação rudimentar, pelo estágio vegetal, viaja pelo reino animal, como uma proto-estrutura psicossômica, chegando, então, à dimensão hominal como veículo elaborado, sensível e complexo, a refletir as próprias condições da alma que surge vitoriosa, tocada pelo Pensamento Divino. <br />O tempo, pois, constrói, com a evolução da alma, neste e em outros mundos, a própria eterização do perispírito. O item 186 de O Livro dos Espíritos, nos esclarece a respeito da condição do perispírito mais aperfeiçoado que chega a confundir-se com a própria alma, como segue: <br />“Haverá mundos onde o Espírito, deixando de revestir corpos materiais, sé tenha por envoltório o perispírito?”.<br /><ul><li>“Há e mesmo esse envoltório se torna tão etéreo que para vós é como se não existisse.
  174. 174. Esse o estado dos Espíritos puros.”</li></li></ul><li> o Espírito também pode assumir uma forma monstruosa com o intuito único de amedrontar determinada pessoa, encarnada ou mesmo desencarnada. <br />Resposta dada pelos espíritos<br />Questão 95 do Livro dos Espíritos<br />Tem a forma que o Espírito queira. É assim que este vos aparece algumas vezes, quer em sonho, quer no estado de vigília, e que pode tomar forma visível, mesmo palpável.<br />
  175. 175. PLASTICIDADE<br />"Cada inteligência emite as idéias que lhe são particulares a se definirem por ondas de energia viva e plasticizante,(MOLDÁVEL) mas, se arroja de si essas forças, igualmente as recebem, pelo que influencia e é influenciado. Toda criatura, ao exteriorizar-se, seja imaginando, falando, ou agindo, em movimentação positiva é um emissor atuante na vida, e sempre que se interioriza, meditando, observando ou obedecendo, de modo passivo, é um receptor em funcionamento”.<br />(Encontro Marcado – Emmanuel Cap. 14).<br />
  176. 176. 162<br />6- Francisco Cândido & Vieira Waldo, Evolução em Dois Mundos, Ditado pelo Espírito ª Luiz<br />Quando desencarnamos, as linhas morfológicas perispirituais são aquelas impressões que levamos da Terra (homem ou mulher). Se idosos, podemos levar muito tempo para reconstruirmos um novo estado mental e, conseqüentemente, um perispírito mais depurado. Porém, se possuímos alto grau de inteligência e moralidade, operamos, em alguns minutos apenas, certas alterações que um espírito de cultura mediana levaria alguns anos para conseguir.<br />
  177. 177. 163<br />Nas dimensões espirituais, apresentaremos algumas transformações profundas, principalmente no centro gástrico, pela essencialização dos alimentos existentes no além. A rigor, nos alimentamos, muito mais "pela respiração, colhendo o alimento de volume simplesmente como recurso complementar de fornecimento plástico e energético, para o setor das calorias necessárias à massa corpórea e à distribuição dos potenciais de força nos variados departamentos orgânicos."(6)<br />
  178. 178. 164<br />O Perispírito, em face da sua enorme porosidade, alimenta-se de "produtos sutilizados ou sínteses quimioeletromagnéticas, hauridas no reservatório da Natureza e no intercâmbio de raios vitalizantes e reconstituintes do amor com que os seres se sustentam entre si. Essa alimentação psíquica, por intermédio das projeções magnéticas trocadas entre aqueles que se amam, é muito mais importante que o nutricionista do mundo possa imaginar, de vez que, por ela, se origina a ideal euforia orgânica e mental da personalidade." (7)<br />
  179. 179. 165<br />Explica André Luiz que o psicossoma "com alguma provisão de substância específica, ou simplesmente sem ela, quando já consiga valer-se apenas da difusão cutânea para refazer seus potenciais energéticos, conta com os processos da assimilação e da desassimilação dos recursos que lhe são peculiares, não prescindindo do trabalho de exsudação dos resíduos, pela epiderme ou pelos emunctórios normais, compreendendo-se, no entanto, que pela harmonia de nível, nas operações nutritivas, e pela essencialização dos elementos absorvidos, não existem para o veículo psicossomático determinados excessos e inconveniências dos sólidos e líquidos da excreta comum."(6)<br />
  180. 180. Diante do exposto, enfatizamos que a prática do bem, simples e infatigável, pode modificar a rota do nosso destino aqui e no além-túmulo, de vez que o pensamento claro e correto, refletindo no perispírito, com ação edificante, interfere nas funções celulares transcendentais, tanto quanto nos eventos humanos, atraindo em nosso favor, por nosso comportamento melhorado e mais nobre, amparo, luz e apoio, segundo a lei do amor.Seja na Terra , seja no Além, urge considerar que o bem constante gera o bem constante; amparo aos outros, cria amparo a nós mesmos, motivos pelos quais os princípios propostos pelo Cristo, há dois mil anos, desterrando de nós o orgulho e a animalidade e outras mazelas, nos convidam à fraternidade e ao perdão incondicional, estabelecendo-nos a paz perfeita, fortalecendo o poder da mente sobre nossos corpos (físico e perispiritual) na autodefensiva contra todos os elementos destruidores da nossa harmonia. Jorge HessenE-Mail: jorgehessen@gmail.com<br />
  181. 181. 167<br />A PLASTICIDADE poderá explicar o rejuvenescimento que experimentam os Espíritos desencanados, conscientes de seu estado. Mesmo tendo desencarnado com idade física avançada, sentindo-se mais jovens, apresentam-se com tal, totalmente livre dos condicionamentos humanos do corpo físico, o espírito humano não sofre o envelhecimento corporal, assim como não morre.<br /> Quando se manifestam envelhecidos, o fazem artificialmente por poder mental, para a comprovação de sua identidade terrena, quando ainda estava encarnado.<br />
  182. 182. plasticidade. <br /> “o perispírito se dilata ou contrai, <br />se transforma: presta-se, numa palavra, <br />a todas as metamorfoses, <br />de acordo com a vontade que sobre ele atua” (Kardec, GÊ - 2004, p. 88).<br />Isso é interessante porque explica, por exemplo, a zoantropia e as mais variadas deformidades apresentadas pelos Espíritos que transitam perdidos nos labirintos das zonas de sofrimento.<br />168<br />
  183. 183. 169<br />ZOANTROPIA<br />“CAPACIDADE IDEOPLÁSTICA EM FEIÇÕES ANIMALESCAS QUE O “P” SE REVESTE, DEVIDO ÀS CONDIÇÕES MENTAIS DOS ESPÍRITOS ENVOLVIDOS EM TAL PROCESSO,E EM RAZÃO DA FALTA DE FUNÇÕES BENÉFICAS, ASSEMELHAM-SE A OVÓIDES<br />
  184. 184. Conforme lembra Cícero Marcos Teixeira, no seu artigo “O que é obsessão?”, publicado na revista A Reencarnação nº 425, “Casos de zoantropia ou comportamento semelhante a animais, pode ter origem em processos obsessivos” (p. 10). Nesses casos, “a ação hipnótica exercida pelo agente obsessor é de tal intensidade e extensão que bloqueia a vontade do obsidiado, submetendo-o a doloroso processo de auto-condicionamento mental-afetivo”. (p. 9). No livro Libertação, André Luiz narra um caso de ação hipnótica com a finalidade de transformar a vítima em uma criatura bestializada. <br />170<br />
  185. 185. 171<br />
  186. 186. 172<br />
  187. 187. 173<br />
  188. 188. 174<br /> Caso de LICANTROPIA no livro Libertação, de André Luiz: <br />O obsessor, desencarnado, encontra a sua "vítima", uma mulher, e conhecendo-lhe a fragilidade sustentada por um complexo de culpa, passa a acusá-la cruelmente: Você não passa de uma loba, de uma loba, de uma loba... ". E assim, induzida hipnoticamente, sua própria mente vai comandando a metamorfose de seu perispíritoque, aos poucos e gradativamente se modifica, assumindo por fim,<br /> a figura de uma loba. Não foi o obsessor que diretamente transformou a sua figura humana, em loba. Foi ela mesma, ao aceitar a sugestão mental que partiu dele.<br />Afinidade e sintonia são o elementos básicos para o estabelecimento do "pensamento de aceitação ou adesão", conforme explica André Luiz,<br /> em Mecanismos da Mediunidade.<br />
  189. 189. “.... não se pode asseverar que todos os casos em que o Espírito assume a forma animalesca estejam necessariamente associados à obsessão.<br />Luiz Gonzaga Pinheiro,<br /> no seu livro Diário de um Doutrinador,<br /> narrou o seguinte episódio:<br />Um dos médiuns da nossa seara, bastante estudioso e sensato, encontrava-se em casa, certa feita, quando se defrontou com um Espírito em atitude zombeteira e agressiva. Ele mudava o seu próprio aspecto, ora apresentado-se como um ser normal, ora como um vampiro de longas presas, prestes a atacar o médium. Este, contudo, diz com firmeza que não teme a sua aparência, por saber tratar-se apenas de modificações facilmente introduzidas em sua estrutura perispiritual por uma vontade firme. (2004, p. 102)<br />175<br />
  190. 190. (A Gênese – pág. 282 – )<br />É assim, por exemplo, que um Espírito se faz visível a um encarnado que possua a vista psíquica, sob as aparências que tinha quando vivo na época em que o segundo o conheceu, embora haja ele tido, depois dessa época, muitas encarnações. Apresenta-se com o vestuário, os sinais exteriores – enfermidades, cicatrizes, membros amputados, etc. – que tinha então. Um decapitado se apresentará sem a cabeça. Não quer isso dizer que haja conservado essas aparências, certo que não, porquanto, como Espírito, ele não é coxo, nem maneta, nem zarolho, nem decapitado; o que se dá é que, retrocedendo o seu pensamento à época em que tinha tais defeitos, seu perispírito lhes toma instantaneamente as aparências, que deixam de existir logo que o mesmo pensamento cessa de agir naquele sentido. Se, pois, de uma vez ele foi negro e branco de outra, apresentar-se-á como branco ou negro, conforme a encarnação a que se refira a sua evocação e à que se transporte o seu pensamento.<br />176<br />
  191. 191. “... o pensamento do Espírito cria fluidicamente os objetos que ele esteja habituado a usar. Um avarento manuseará ouro, um militar trará suas armas e seu uniforme, um fumante o seu cachimbo, um lavrador a sua charrua e seus bois, uma mulher velha a sua roca.<br />Para o Espírito, que é, também ele, fluídico, esses objetos fluidicos são tão reais, como o eram, no estado material, para o homem vivo; mas, pela razão de serem criações do pensamento, a existência deles é tão fugitiva quanto a deste.<br />177<br />
  192. 192. Trilhas da Libertação<br />“... o espírito chamado de Khan, para demonstrar autonomia e importância, revestiu o seu perispírito de uma forma satânica.<br />Para desfazer tal ideoplastia, veneranda entidade aplicou inicialmente passes longitudinais, depois circulares em sentido anti-horário, alcançando o chacra cerebral de Khan, que teimava naquela forma. Enquanto fazia os movimentos, sem pressa e ritmadamente, o venerando irmão chamava-o pelo nome, dizendo que ele era gente, conseguindo êxito nesse seu esforço caritário...”<br />178<br />
  193. 193. Hermínio C. Miranda (1997) narra que, ao realizar a regressão de determinado desencarnado em uma reunião mediúnica, este regrediu a uma situação na qual lhe fora extirpada a língua. Foi necessário o passe magnético curador para restabelecer a parte perispiritual afetada.<br />O nobre estudioso esclarece que quando o espírito revive as situações do passado recente ou mesmo remoto, mediante regressão, o seu perispírito assume as formas que teve em cada época. Se a época revivida perpassa pela fase infantil, o perispírito adquire a forma de criança. Se revive uma época em que possuía uma deformidade física, o perispírito a apresentará e assim por diante.<br />179<br />
  194. 194. A Gênese – pág. 282 – <br />Essa capacidade de plasmagem e modelagem fluídica é comumente denominada ideoplastia. A ideoplastia traz à tona uma verdade a que o homem comum não está habituado: nada é mais ilusório do que a privacidade de um pensamento<br />Há mais: criando imagens fluídicas, o pensamento se reflete no envoltório perispirítico, como num espelho; toma nele corpo e aí de certo modo se fotografa. Tenha um homem, por exemplo, a idéia de matar a outro: embora o corpo material se lhe conserve impassível, seu corpo fluídico é posto em ação pelo pensamento e reproduz todos os matizes deste último; executa fluidicamente o gesto, o ato que intentou praticar. O pensamento cria a imagem da vítima e a cena inteira é pintada, como num quadro, tal qual se lhe desenrola no espírito.<br />180<br />
  195. 195. O Espírito dispõe, sobre os elementos materiais dispersos por todo o espaço da vossa atmosfera, de um poder que estais longe de suspeitar. Ele pode concentrar esses elementos pela sua vontade e dar-lhe a forma aparente que convenha às suas intenções.<br />(O Livro dos Médiuns – pág. 85 – grifei)<br />A interação entre o Espírito e os fluidos pode atingir níveis elevados de realização. Um objeto moldado em fluidos terá praticamente todas as características de um objeto material, inclusive quanto à cor, odor, tangibilidade, sabor e até mesmo outros efeitos.<br />O Espírito tem sempre consciência da maneira pela qual produz as suas roupas ou os objetos que torna aparentes? <br />— Não. Muitas vezes ajuda a formá-los por uma ação instintiva, que ele mesmo não compreende, se não estiver suficientemente esclarecida para isso.<br />181<br />
  196. 196. 182<br />DIANTE DA REENCARNAÇÃO<br />Já nos processos reencarnatórios, o perispírito em um processo de modelagem, molda a organização física, informam os Mestres Espirituais, que aproximando o momento da reencarnação, o Espírito reencarnante, comumente, entra em gradativo processo de redução psicossômica, o qual acontece simultaneamente com a diminuição da consciência de si, então, até nos processos acima citados o perispírito demonstra seu poder de plasticidade.<br />
  197. 197. 183<br />ESPÍRITOS SUPERIORES<br />-ALTERAM A FORMA DE SEUS “P”<br /><ul><li>REDUZEM A LUMINOSIDADE
  198. 198. ASSUMEM ASPECTOS DE ACORDO COM AS REGIÕES A SEREM ATENTIDAS
  199. 199. NO SERVIÇOS SOCORRISTAS.</li></li></ul><li>184<br />
  200. 200. 185<br />ESPÍRITOS INFERIORES<br /> OS ESPIRITOS ENVOLVIDOS COM O MAL, QUANDO SOCORRIDOS, QUE NECESSITAM DE UMA MODIFICAÇÃO OU MINORIZAÇÃO DE SUAS DIFICULDADES PARA SEREM MELHOR ATENDIDOS, INCAPAZ DE MODIFICAR SEU TÔNUS VIBRATÓRIO, MENTES SUPERIORES, OSTENTAM UM ALTO PODER,QUE POSSIBILITAM MAIORES OPERAÇÕES DE ADAPTAÇÃO PLÁSTICA.<br />
  201. 201. 186<br />LIGAÇÕES FLUÍDICAS<br />
  202. 202. 187<br />CORPO MENTAL<br />DURVAL CAMPONI<br />“P” E O CORPO MENTAL<br />-É O ENVOLTÓRIO SUTIL DA MENTE<br />-PRESIDE A FORMAÇÃO DO “P”<br />-TRANSFORMA AS IMAGENS, IMPRESSÕES, LEMBRANÇAS, SENSAÇÕES ADVINDAS DO “P” EM “PERCEPÇÕES MENTAIS E TRANSMITE-AS AO ESPÍRITO<br /><ul><li>DESENVOLVE A MEMÓRIA
  203. 203. É A PARTE IMPERCEPTÍVEL DO “P”</li></li></ul><li>188<br />DUPLO ETÉRICO<br />PROJECiOLOGIA<br />WALDO VIEIRA<br /> invólucro vibratório, energético, luminoso, vaporoso e provisório que coexiste estruturalmente e circunvolve o corpo humano, estreitamente ligado à exteriorização de energias, ao cordão de prata, e aos centros de força<br /> ou chacras; agente energético íntermediário entre o psicossoma e o corpo humano.<br />
  204. 204. 189<br />DUPLO ETÉREO<br />DR. RICARDO DI BERNARDI:<br />PESO: 60G<br />LIMITE: 1 CM<br />FORMA: HUMANA<br />COR: BRANCA OU ACINZENTADA<br />
  205. 205. 190<br /> Reservatório de vitalidade, necessário, durante a vida física, à reposição de energias gastas ou perdidas.<br />. <br /> <br />A distribuição dessa energética etérica é praticamente a mesma em todas as zonas do corpo, <br />acompanhando a sua forma.<br /> Aparece assim uma espécie de "duplo", mas de natureza etérica.<br />
  206. 206. 191<br />PSICOLOGIA ESPÍRITA – VOL II<br />JORGE ANDREA<br />Duplo etérico (“O perispírito ao se colar às organizações somáticas, faz às expensas de zona energética bem definida, chamada o Duplo – Etérico, cujas efusões, de mistura com aquelas da organização física, determinam um halo energético em volta do corpo; halo este , de configuração ovóide em seu todo, variável de indivíduo a indivíduo, não só com suas expansões, mas também de múltipla coloração”- do perispírito mais grosseira e próxima do corpo).<br />
  207. 207. 192<br />Com a desencarnação, essa estrutura se desintegra com a própria organização física, perdendo, pois, o perispírito, em grande parte essa túnica de vitalidade, essencial para o equilíbrio Espírito-corpo. <br />
  208. 208. 193<br />SUICIDAS<br />Nos suicidas, o duplo ainda pleno de energias vitais, permanece ligado ao perispírito e ao cadáver fazendo com que o Espírito sinta uma espécie de repercussão daquilo que está a ocorrer na matéria, ou seja, a decomposição provocada pelos vermos na terra<br />
  209. 209. 194<br />“... a carga de energia vital contida no duplo condiciona, basicamente, a maior ou menor longevidade do ser humano. Entende-se então, que os medianeiros curadores, em geral, e os aptos à produção de fenômenos ectoplásmicos particularmente ostensivos, já trazem, em seu duplo etérico, reserva maior de energia vital<br />
  210. 210. 195<br />Compreendemos, também, como uma vida na carne pode, eventualmente, ser prolongada, como nos mostram inúmeros relatos, bem conhecidos, aliás, dos espíritas brasileiros. Em caso de prolongamento da vida física, por razões evidentemente especiais, avaliadas pelos Espíritos Superiores, surge o revigoramento fisiológico, graças a uma suplementação de recursos no duplo etérico da pessoa contemplada com tal benefício. Existe uma relação muito estreita do duplo etérico e o corpo físico, uma deficiência energética de um, repercute no outro com nítida queda de vitalidade.<br />
  211. 211. 196<br />Nos caso de materialização completa, um outro efeito se verifica nessa circunstância quando por qualquer agressão ao corpo materializado repercute imediatamente no corpo denso do médium doador de recursos ectoplásmicos, através do duplo, chegando a produzir ferimentos no corpo do medianeiro. Pois o fluxo do ectoplasma, do duplo etérico do médium doador ao psicossoma do Espírito em materialização, revestindo-o e possibilitando-lhe expressão física. Efeitos esses lembram os fenômenos de estigmatização, em que o duplo etérico do médium é influenciado por tais ações mentais que a fisiologia se altera, tecidos podem se romper, feridas aparecer e o sangue fluir (dermografia), para passado o momento de influenciação, restabelecer-se o estado de normalidade<br />
  212. 212. 197<br />Compreendendo que o corpo físico e o duplo etérico são cópias do corpo perispiritual e que as suas configurações anátomo-fisiológicas refletem as estruturas perispirituais pré-existentes, e não ao contrário, e que é o perispírito, e não o nosso organismo transitório, o molde fundamental da existência, fica fácil entender que os nossos poros, além das inúmeras funções que já desempenham, retratam em sua formação anatômica os microtúbulos e são verdadeiras antenas, elementos receptivos e de projeção participando ativamente dos processos de movimentação ou assimilação de correntes mentais.<br />
  213. 213. 198<br />André Luiz no seu Nos Domínios da Mediunidade - capítulo V: <br />"(...) A emissão mental de Clementino, condensando-lhe o pensamento e a vontade, envolve Raul Silva em profusão de raios que lhe alcançam o campo interior, primeiramente pelos poros, que são miríades de antenas sobre os quais essa emissão adquire o aspecto de impressões fracas e indecisas. Essas impressões apóiam-se nos centros do corpo espiritual, que funcionam a guisa de condensadores, atingem, de imediato, os cabos do sistema nervoso, a desempenharem o papel de preciosas bobinas de indução (...)". Anteriormente, no mesmo capítulo, descrevia: "(...) observei-lhe, então, todo o busto, inclusive braços e mãos sob vigorosa onda de força, a eriçar-lhe a pele, num fenômeno de doce excitação, como que "agradável calafrio"<br />
  214. 214. 199<br />Os microtúbulos vão se "afunilando" e tornando-se cada vez menores, até também penetrarem os poros das membranas celulares, atingindo assim o citoplasma das células. Como o citoplasma das células é constituído em grande porcentagem de água, e sabendo que a água é uma das substâncias mais facilmente magnetizável, poderemos entender que o nosso bem estar ou os nossos males físicos de qualquer etiologia, são frutos primários da nossa forma de ser e pensar poderíamos assim afirmar, com base nesses conceitos, que: "Diga-me o que pensas que te direi a doença que terás". Logicamente, a repercussão muitas vezes não é imediata, e também outros fatores estarão em jogo, mas, durante os mecanismos de substituição celular, o dínamo mental influenciando as células em seu estado de mitose, vai gerando células filhas de menor resistência e qualidade, até que os elementos de desagregação constantemente cultivados e emitidos tumultuam os serviços celulares e ensejam a materialização de patologias graves e de longo curso. Que ninguém se engane das responsabilidades e conseqüências quando movimentar as forças vivas do pensamento.<br />
  215. 215. 200<br />Como o pensamento à feição de raios dinâmicos, como correntes de partículas, em um turbilhão de forças, circula em circuito fechado no nosso complexo fisio-psíquico antes de exteriorizar-se, irradiando-se pelo espaço à semelhança da propagação da luz, poderemos atestar com absoluta certeza que realmente ninguém fere ninguém sem primeiro ferir-se. Os frutos mentais que ofertamos são antes de tudo consumidos por nós mesmos. Além do pensamento se espraiar, como um plasma sutil, de forma quase instantânea por todos os campos ou corpos multidimensionais, devido à interpenetração dos corpos e estruturas similares e adjacentes em contato permanente e contínuo, ele ainda atinge, ou bombardeia, as nossas células, provocando influências não só do ponto de vista psíquico como físico, causando transformações moleculares e atômicas, alterações anatômicas, fisiológicas e metabólicas, pelos mecanismos dos centros de força e pelos microtúbulos dos tecidos áuricos, à semelhança de um circuito elétrico a se espraiar por um condutor. É assim que ondas sublimadas ou perturbadoras geram saúde ou doença em nossas vidas, dependendo da direção e da qualificação que viermos a dar às nossas correntes mentais.<br />
  216. 216. 201<br />
  217. 217. 202<br />
  218. 218. 203<br />WWW.IBBIS.ORG.BR/ILUSTRAÇÕES<br />
  219. 219. 204<br />Observam-se quatro distintos graus de densidade em relação à energética humana (examinar a figura ao lado: A camada mais densa nº 1, que interpenetra e ultrapassa ligeiramente o organismo físico (Também é a Ponta do Cordão Astral que está ligado a nuca do corpo físico); a seguir, em ordem a camada 2, um pouco mais sutil, após camada Nº 3, um pouco mais sutil e de menor densidade, e que fica compreendida entre as duas anteriormente assinaladas. A camada 4 interpenetra o plano astral em sutiliza, embora seja um pouco mais densa (ponta do cordão astral que fica ligado a para-nuca do corpo astral) <br />
  220. 220. 205<br />
  221. 221. 206<br />Fisicamente todos os fenômenos de efeitos físicos, definidos e muitos bem definidos no compêndio kardeciano, por dependerem basicamente do ectoplasma,<br /> guardam relação com o duplo etérico.<br />No desdobramento, visando a uma diminuição na sua densidade com conseqüente aumento da velocidade e na mobilidade, o perispírito devolve ao físico, largas cotas de energia com as quais se encontra impregnado<br /> quando justaposto a este, tal qual um balão, que para alçar maior altitude desvencilha-se do lastro que o torna lento.<br />
  222. 222. 207<br />Nos desdobramento em que se faz acompanhar do duplo etérico, ou eflúvios vitais, o perispírito não consegue um afastamento maior da organização terrestre, pois essa energia adensa um pouco mais o perispírito. <br />
  223. 223. 208<br />O DUPLO ETÉREO <br />CONTÉM RESERVA DE ENERGIA VITAL<br />TRAZ A PROGRAMAÇÃO DO TEMPO DE VIDA FÍSICA DO INDIVÍDUO<br />
  224. 224. 209<br />
  225. 225. 210<br />Neste breve estudo do perispírito, é bom também não confundirmos o mesmo com o fluido vital, embora resultem um e outro de transformações do Plasma ou Fluido Cósmico Universal, substrato material ou substância matriz, em sua forma mais primitiva. O fluido vital, de que se pode estar mais ou menos saturado, mais ou menos carente, absorvível e transferível de um indivíduo ao outro, responsável pela vitalidade dos órgãos, não é propriamente um elemento constitutivo do ser, mas o fruto do próprio dinamismo orgânico, que por sua vez alimenta.<br />
  226. 226. 211<br />FORMAS-PENSAMENTO<br />HAMMED<br />“SÃO FIXADAS NO DUPLO ETÉREO E AGEM ATIVAMENTE EM TORNO DO SEU CRIADOR E SE CONCRETIZAM AO LONGO DO TEMPO...”<br />
  227. 227. 212<br /> DESENCARNE MORTE <br />DESLIGAMENTO<br />ESPÍRITO/CORPO<br />72 HS.<br />PARALIZAÇÃO <br />DO<br />CÉREBRO<br />“ NO DESENCARNE – O DUPLO ETÉREO SE DESPRENDE DO CORPO, FICA PRÓXIMO A ESSE POR ALGUM TEMPO, ATÉ MESMO APÓS DIAS DO SEPULTAMENTO, ATÉ EXTINGUIR TODA A CARGA DE ENERGIAS DO CORPO- DESINTEGRAÇÃO TOTAL”.<br />
  228. 228. BELARMINO BICAS<br />16.386<br />EXASPERAÇÕES INÚTEIS <br />CARTAS E CRÔNICAS<br />HUMBERTO DE CAMPOS (IRMÃO X)<br />CAP. 16<br />213<br />
  229. 229. 214<br />AURA<br />O que é a Aura Humana?A aura é um campo de energias que envolve a pessoa. Ela é um reflexo da sua parte espiritual, mental, emocional, vital e ambiental.<br />A aura é a emanação colorida do corpo energético que circunda a periferia do corpo físico. <br />Somos conforme já sabemos de natureza eletromagnética, e por isso possuímos um campo magnético próprio, poderíamos até em formas didáticas, considerar como se fosse uma lâmpada acesa, com um campo luminoso formado pelos fótons irradiados ao seu redor.<br />
  230. 230. 215<br />E o que vem a ser a Aura?<br />A Aura nada mais é do que radiações energéticas provenientes da conjunção de forças físico-químicas do corpo (bioenergéticas), do perispírito e, mais importante, radiações mentais do Espírito. Portanto, tem características individuais e expressam o estado evolutivo moral e intelectual do Espírito.<br />Tais radiações interpenetram todo o ser e se expande além dele, formando o halo de características e cores próprias a cada ser, passíveis de serem observadas por indivíduos com faculdade para tal, a vidência.<br />
  231. 231. 216<br />
  232. 232. 217<br />
  233. 233. 218<br />A nossa aura, quando equilibrada, saudável, brilhante, se constitui num escudo que poderá nos defender das irradiações inferiores, como, por exemplo, pensamentos de inveja, ciúme, vingança, ódio, etc. que estão contidos no espaço que nos circunda, em forma de ondas mentais, já projetadas pelas irradiações de outros, prontas a alimentarem poderosamente o nosso campo energético, se sintonizarmos com elas.<br />
  234. 234. 219<br />É ainda André Luiz que nos diz, em Seu Livro Evolução em Dois Mundos, pág 129 - " A aura é, portanto a nossa plataforma onipresente em toda comunicação com as rotas alheias, antecâmara do espírito, em todas as nossas atividades de intercâmbio com a vida que nos rodeia, através da qual somos vistos e examinados pelas inteligências Superiores, sentidos e reconhecidos pelos nossos afins, e temidos e hostilizados ou amados e auxiliados pelos irmãos que caminham em posição inferior à nossa<br />
  235. 235. 220<br />Esclarece ainda, no mesmo livro - " É por essa couraça vibratória, espécie de carapaça fluídica, em que cada consciência constrói o seu ninho ideal, que começaram todos os serviços da mediunidade na Terra, considerando-se a mediunidade como atributo do homem encarnado para corresponder-se com os homens liberados do corpo físico".<br />
  236. 236. 221<br />Poderemos verificar acima que, refletimos o que sentimos e pensamos em nós mesmos e é essa aura que nos apresenta como verdadeiramente somos. Principalmente refortificando um ditado - a raiva é um veneno que tomamos e esperamos que outros morram, ou seja, esta mesma raiva ficará impregnada em nós transparecendo aquilo que sentimos e afetando principalmente o nosso próprio tônus vibratório.<br />
  237. 237. 222<br />É um campo resultante de emanações de natureza eletromagnética, a envolver todo o ser humano, encarnado ou desencarnado. Reflete, não só sua realidade evolutiva, seu padrão psíquico, como sua situação emocional e o estado físico, espelha, pois, o ser integral: alma-perispírito- duplo etérico- corpo e no desencarnado: Espírito – perispírito.<br />
  238. 238. 223<br />A nossa desarmonia íntima provoca uma alteração sensível na aura, no ponto correspondente à situação do órgão ou região desarmonizada. Assim é que a aura poderá apresentar pontos frágeis e doentes que, com intervenção magnética poderão ser corrigidos. É também por essas descontinuidades de nossa aura desarmonizada que espíritos malfazejos podem alcançar o nosso perispírito e provocar, desarmonia que, como vimos vai gerar perturbações e esta a doença (vide figura).<br />
  239. 239. 224<br />224<br />
  240. 240. 225<br />
  241. 241. 226<br />A CAPACIDADE DE ALTERAR A INDUMENTÁRIA PERISPIRITUAL É LIMITADA AO PADRÃO EVOLUTIVO DE CADA UM, “ORGANIZAÇÃO INTERNA” EMOCIONAL <br />. Pois, muitas vezes o espírito mergulha em tão severo desequilíbrio afetivo que, imerso em um monoideísmo avassalador, chega a entrar em processo de retração das tessituras perispirituais, comprometendo assim, dolorosamente suas funções e potencialidades.<br />
  242. 242. 227<br />
  243. 243. 228<br />
  244. 244. 229<br />
  245. 245. 230<br />
  246. 246. 231<br />
  247. 247. 232<br />
  248. 248. 233<br />
  249. 249. 234<br />
  250. 250. 235<br />
  251. 251. 236<br />
  252. 252. 237<br />
  253. 253. 238<br />
  254. 254. 239<br />
  255. 255. 240<br />
  256. 256. 241<br />
  257. 257. 242<br />Aspectos do Cordão de Prata<br />Muitas pessoas sem o devido conhecimento técnico ou prático do assunto, afirmam que a projeção consciente é perigosa e que o cordão de prata poderia se romper durante uma experiência ou até mesmo ser “cortado” por um espírito desencarnado mal intencionado. Isso não é verdade! O cordão de prata não pode ser cortado, por um simples motivo: ele não é uma corda! É composto de ENERGIA, não de barbante. Não dá nó, não enrola e muito menos emaranha em coisa alguma.<br />Densidade do Cordão de Prata<br />O leitor não deve se esquecer de que o termo “cordão de prata”é apenas uma expressão simbólica (esotérica) criada pelos antigos ocultistas, devido ao seu brilho. Não se trata de uma corda de luz, mas sim de um feixe de energia de alta densidade. Muitas vezes, devido a variações em sua densidade energética, ele pode apresentar-se como um feixe luminoso vaporoso ou, quando muito densificado, como uma “mangueira luminosa” ou até mesmo lembrando um “cabo de aço fosforescente”. Quando mais sutil, o seu diâmetro se reduz consideravelmente e aí ele aparece como uma linha energética finíssima suspensa no ar. Daí o termo que os ocultistas orientais lhe deram no passado: teia ou fio de prata (fio prateado).<br />
  258. 258. 243<br />
  259. 259. 244<br />
  260. 260. 245<br />Plasticidade<br />    Ovóides <br />André Luiz – Libertação <br />Seres que gastaram o perispírito em virtude de indescritíveis tormentos de desesperação gerados pela raiva e pela revolta e, naturalmente ligaram-se à mulher que odiavam. <br />
  261. 261. 246<br />Espíritos infelizes que, obstinados na idéia de fazer justiça com as próprias mãos ou viciosamente apegados, pelo processo de auto-hipnose, por impulsos inferiores, monoideistas, infinitamente repetidos, acabaram produzindo enormes transformações na morfologia do corpo espiritual.  <br />Ovóides <br />André Luiz – Libertação<br />
  262. 262. 247<br />Ovóides <br />André Luiz – Libertação<br />    Intrinsecamente indivisível, entretanto, conforme suas condições, pode expandir-se, aumentando, inclusive, o campo de percepção. <br />
  263. 263. 248<br />OS OVÓIDES<br />"Ante o intervalo espontâneo, reparei, não longe de nós, como que ligadas às personalidades sob nosso exame, certas formas indecisas, obscuras. Semelhavam-se a pequenas esferas ovóides, cada uma das quais pouco maior que um crânio humano. Variavam profusamente nas particularidades. Algumas denunciavam movimento próprio, ao jeito de grandes amebas, respirando naquele clima espiritual; outras, contudo, pareciam em repouso, aparentemente inertes, ligadas ao halo vital das personalidades em movimento". (André Luiz, Libertação, Cap. VI, pag. 84).<br />
  264. 264. 249<br />A figura 30 tenta materializar a visão dramática de André Luiz no livro Libertação (capítulo VI) ao contar o seu encontro com os Espíritos, que por monodeísmo, sob inenarráveis sofrimentos, perderam o perispírito ou corpo astral estando envolvidos apenas pela túnica mental. Os esferóides vivos: "tristes mentes humanas sem apetrechos de manifestação". Segundo o autor, os ovóides são percebidos como constituídos de matéria que parece leve gelatina, fluida e amorfa.<br />
  265. 265. 250<br />ela densidade da mente, saturada de impulsos inferiores, gastam o corpo astral e dormitam em estranhos pesadelos: <br />"Registram-nos os apelos, mas respondem-nos, de modo vago, dentro da nova forma em que se segregam, incapazes que são, provisoriamente, de se exteriorizarem de maneira completa, sem os veículos mais densos que perderam, com agravo de responsabilidade, na inércia ou na prática do mal. Em verdade, agora se categorizam em conta de fetos ou amebas mentais, mobilizáveis, contudo, por entidades perversas ou rebeladas. O caminho de semelhantes companheiros é a reencarnação na Crosta da Terra ou em setores outros de vida congênere, qual ocorre à semente destinada à cova escura para trabalhos de produção, seleção e aprimoramento". (André Luiz, Libertação, Cap. VI, pág. 88) (Os negritos são nossos).<br />
  266. 266. 251<br />Os veículos mais densos que os espíritos perderam foram o corpo físico e o duplo etérico durante o processo de desencarnação e após, o corpo astral, devido aos desequilíbrios contínuos em que se fixaram. <br />Devemos ressaltar novamente que o processo de perda do corpo astral tanto ocorre no sentido inferior, os esferóides ou ovóides, aqui focalizados, como no de ascensão evolutiva quando os missionários do bem alcançam novas formas nas conquistas de planos mais elevados rumo às esferas sublimes. Também nos processos reducionais sofridos durante a reencarnação, muitas entidades, tomam a forma da figura 30 e por laços fluídicos ligam-se ao ovo humano resultante da interação do espermatozóide paterno e o óvulo materno reestruturando ou "reformando", durante a gravidez, o corpo astral, que servirá de molde à configuração dos corpos etérico e físico. A medida que vai recordando, no período gestacional, a etapa reencarnatória ou a vida ou as vidas anteriores que irá resgatar ou aprimorar na nova etapa de existência, pelo corpo mental, veículo de expressão do pensamento, vai imprimindo modificações essenciais, oriundas do erro, da culpa, do remorso etc., no novo corpo astral, que por suas estruturas imprimem ao duplo etérico em desenvolvimento e daí ao corpo físico em formação, pelas vias genéticas, as inibições, distonias ou patologias que o irão acompanhar durante o novo ciclo de vivência terrena. Daí, a sublimidade da maternidade e a relevância do período gestacional, nele não se forma apenas o corpo físico visível, mas igualmente e concomitantemente, o novo corpo astral e o duplo etérico. A usina de formas e interações que representa a gravidez é de importância capital na qualidade e integridade das formas geradas:<br />
  267. 267. 252<br />Os pequeninos acham-se, deste modo, à mercê dos moldes espirituais dos que lhes tecem o berço ou lhes asseguram a escola, assim como a argila frágil e viva ante as idéias do oleiro". (Emmanuel, Pensamento e Vida, Lição13).<br />
  268. 268. 253<br />S OVÓIDES<br />"Muitos infelizes, obstinados na idéia de fazerem justiça pelas próprias mãos ou confiados a vicioso apego, quando desafivelados do carro físico, envolvem sutilmente aqueles que se lhes fazem objeto da calculada atenção e, auto-hipnotizados por imagens de afetividade ou desforço, infinitamente repetidas por eles próprios, acabam em deplorável fixação monoideística, fora das noções de espaço e tempo, acusando, passo a passo, enormes transformações na morfologia do veículo espiritual, porquanto, de órgãos psicossomáticos retraídos, por falta de função, assemelham-se a ovóides, vinculados às próprias vítimas que, de modo geral, lhes aceitam, mecanicamente, a influenciação, à face dos pensamentos de remorso ou arrependimento tardio, ódio voraz ou egoísmo exigente que alimentam no próprio cérebro, através de ondas mentais incessantes". (André Luiz, Evolução em dois Mundos, Primeira Parte, Cap. XV, pag. 117). <br />
  269. 269. 254<br />As figuras de 31 a 40 mostram, sob diferentes ângulos e posições, o vampirismo exercido por "parasitas ovóides" em relação a um encarnado. Os ovóides são representados com tamanho menor do que a figura precedente (prancha de n° 30). É que podemos encontrá-los de diferentes formas e matizes, situados em posições diferentes dentro do nosso complexo psicossomático. <br />"A vampirização era incessante. As energias usuais do corpo pareciam transportadas às "formas ovóides", que se alimentavam delas, automaticamente, num movimento indefinível de sucção". (André Luiz, Libertação, Cap. IX, pág. 115). <br />
  270. 270. 255<br />"A vampirização era incessante. As energias usuais do corpo pareciam transportadas às "formas ovóides", que se alimentavam delas, automaticamente, num movimento indefinível de sucção". (André Luiz, Libertação, Cap. IX, pág. 115). <br />"Nessas condições, o obsessor ou parasita espiritual pode ser comparado, de certo modo, à sacculinacarcini, que, provida de órgãos perfeitamente diferenciados na fase de vida livre, enraiza-se, depois, nos tecidos do crustáceo hospedador, perdendo as características morfológicas primitivas, para converter-se em massa celular parasitária. <br />No tocante à criatura humana, o obsessor passa a viver no clima pessoal da vítima, em perfeita simbiose mórbida, absorvendo-lhe as forças psíquicas, situação essa que, em muitos casos, se prolonga para além da morte física do hospedeiro, conforme a natureza e a extensão dos compromissos morais entre credor e devedor". (André Luiz, Evolução em dois Mundos, Primeira Parte, Cap. XV, pág. 117). <br />
  271. 271. 256<br />sacculinacarcini é uma craca, que quando fixada no hospedeiro, espalha raízes parecidas com as das plantas, cobertas com filamentos semelhantes aos que revestem o intestino humano. Com o tempo, assume a fórmula de um nódulo que vira uma bolota cada vez maior, transformando, por exemplo, o caranguejo, numa criatura apenas para servi-la. O hospedeiro não consegue mais fazer coisas que gastam energia _ trocar de casca, crescer, recuperar garras perdidas, etc. Mutatismutandis, os ovóides sugam as energias das vítimas, impedindo-as de realizar as mínimas funções da vida, apropriando-se de forças físicas e psíquicas, vampirizando-as em processos altamente intensivos. O mesmo ocorrerá com o desencarnado: <br />"Existem "parasitas ovóides" vampirizando desencarnados? <br />Sim, nos processos degradantes da obsessão vindicativa, nos círculos inferiores da Terra, são comuns semelhantes quadros, sempre dolorosos e comoventes pela ignorância e paixão que os provocam". (André Luiz, Evolução em dois Mundos, Segunda Parte, Cap. XIX, pág. 215) (os grifos são nossos). <br />
  272. 272. 257<br />31<br />3232<br />34<br />37<br />
  273. 273. 258<br />40<br />
  274. 274. 259<br />
  275. 275. 260<br />A INTERPENETRAÇÃO DOS CAMPOS ÁURICOS <br />Tentativa de mostrar em posição frontal e aérea a interpenetração dos vários corpos ou campos dimensionais, demonstrando que a aura não inicia na superfície corporal como muitos entendem e descrevem, mas representa uma malha ou campo morfogênico multidimensional onde o corpo físico forma-se e desenvolve-se. Além do corpo físico, vemos nas figuras 41 em meio perfil, 42 em frontal e 43 também em meio perfil, o Corpo Mental (camadas amarelas), o Corpo Astral (camadas rosas) e o Duplo Etérico (camada violeta à esquerda, devido à superposição de cores e azul à direita). As camadas mais externas e sutis revestem e interpenetram todas as estruturas das camadas mais densas, dessa forma o corpo mental envolve o corpo astral, o duplo etérico e o corpo físico. O astral é envolvido pelo mental que, por sua vez, envolve o duplo etérico e o corpo físico, como nos evidenciam as imagens 44 e 45, em visão aérea. O duplo etérico é revestido por todos e, por sua vez, envolve e interpenetra o corpo físico. <br />Os sistemas físicos, os órgãos, tecidos e células estão todos mergulhados e revestidos pelas energias vitais, astrais ou emocionais e mentais. Além do mecanismo de propagação e de recepção detalhado quando descrevemos os microtúbulos, existe um bem mais amplo que é o contato direto de estruturas sutis e densas, contato sincrônico, correlacionado, que nos leva a definir todos os estados físicos de bem estar ou de enfermidade como repercussão e materialização de conteúdos mentais e sentimentais:<br />
  276. 276. 261<br />"A saúde é assim como a posição de uma residência que denuncia as condições do morador, ou de um instrumento que reproduz em si o zelo ou a desídia das mãos que o manejam". (Emmanuel, Pensamento e Vida, Lição 15).<br />"Nossas emoções doentias mais profundas, quaisquer que sejam, geram estados enfermiços". (Emmanuel, Pensamento e Vida, Lição 15).<br />"É das vibrações da mente espiritual que dependem a harmonia ou a desarmonia orgânicas da personalidade e, portanto, a saúde ou a doença do perispírito e do corpo material". (Áureo, Universo e Vida, Cap. V, Item 18). <br />
  277. 277. 262<br />45<br />
  278. 278. 263<br />24<br />
  279. 279. 264<br />25<br />
  280. 280. 265<br />26<br />26<br />27<br />
  281. 281. 266<br />
  282. 282. 267<br />OS CORPOS<br />Esta seqüência de figuras objetiva fixar conceitos e imagens. Nelas foram retratados nas posições frontal, de perfil e meio perfil dorsal, os três primeiros veículos de expressão da alma, figuras 24, 25 e 26: o corpo físico, o duplo etérico - camada azulada e o corpo astral - camada rosa. Já nas figuras 27, 28 e 29, o processo se repete e é ampliado, acrescentando-se à quarta unidade o corpo mental - camada amarelo acinzentado. As outras estruturas serão estudadas nas próximas etapas de desenvolvimento do tema em nosso portal. <br />
  283. 283. 268<br />seqüência é novamente para reafirmar que o perispírito, quando considerado como sinônimo de corpo astral, é apenas uma unidade, mas quando visto a partir da definição inicial de envoltório do espírito é um complexo heterogêneo de campos vibracionais ascensionais, uma matriz organizadora multifacetada, um conjunto de campos energéticos (adensados e tênues). <br />Quando o estudamos como unidade, podemos falar em perda do perispírito como perda do corpo astral, mas quando o vemos como campos estruturadores multidimensionais, a marca de sua perenidade, expressando evolução e purificação, a partir da transformação da personalidade torna-se evidente: <br />"O perispírito se depura à medida que o Espírito se aproxima da perfeição". (O Livro dos Espíritos, perg. 196-a). <br />
  284. 284. 269<br />na pergunta 186, os Espíritos Reveladores já nos mostravam a sua longa permanência: <br />"Nesses mundos até mesmo esse envoltório, o perispírito, torna-se tão etéreo que para vós é como se não existisse. É o estado dos Espíritos puros". <br />Não há, portanto, contradição entre as anotações de André Luiz, quanto à perda do perispírito e os ensinos da Codificação. Em um é focalizada a unidade, no outro, o conjunto. Nos ensinos do primeiro geralmente o perispírito e definido como sinônimo de Corpo Astral, já nas instruções do Codificador, um envoltório de longa duração: <br />"Sabemos que, quanto mais eles (os Espíritos) se purificam, mais a essência do perispírito se torna etérea, do que segue que a influência material diminui à medida que o Espírito progride, quer dizer, à medida que o próprio perispírito se torna menos grosseiro." (O Livro dos Espíritos, item 257) (Os termos em itálicos são nossos). <br />
  285. 285. 270<br />46<br />
  286. 286. 271<br />A INTERPENETRAÇÃO DOS CAMPOS ÁURICOS <br />Voltamos ao tema anterior para oferecer melhores detalhes e percepção do envolvimento e interpenetração dos corpos. Em cortes sagital e horizontal e em visão meio perfil, frontal e aérea, identificamos o corpo mental (camada amarela), o corpo astral (camada rosa), o duplo etérico (camada azul) e o corpo físico. O perispírito, com suas diversas camadas ou corpos, envolve, completamente, o corpo físico, sendo o veículo de interação, transmissão e captação dos reflexos mentais e emocionais do ser que nutre ininterruptamente todos os escarninhos do nosso organismo. As conexões entre a mente, ainda concebida como cérebro, e o sistema imunológico começam a ser detalhadas pela psiconeuroimunologia, sendo que, provavelmente, os neuropeptídeos seriam os intermediários ou mediadores dessa relação que se expressa em regime de mão dupla:<br />"É assim que, muitas vezes, a tuberculose e o câncer, a lepra e a ulceração aparecem como fenômenos secundários, residindo a causa primária no desequilíbrio dos reflexos da vida interior”. (Emmanuel, Pensamento e Vida, Lição 15). <br />"A alma é o centro de todos os envoltórios, como o gérmen em um núcleo, já o temos dito". (O Livro dos Espíritos, perg. 141).<br />
  287. 287. 272<br />Os hormônios, os neuropeptídios, as interações do sistema nervoso, as diversas substâncias mediadoras das múltiplas funções físicas são apenas aspectos secundários, terciários, quaternários de uma hierarquia entrelaçada muito mais ampla, que se inicia nas vibrações do Espírito imortal e pode ser definitivamente resumida na seguinte regra:<br />"O perispírito serve de intermediário ao Espírito e ao corpo. É o órgão de transmissão de todas as sensações. Relativamente às que vêm do exterior, pode-se dizer que o corpo recebe a impressão; o perispírito a transmite e o Espírito, que é o ser sensível e inteligente, a recebe. Quando o ato é de iniciativa do Espírito, pode-se dizer que o Espírito quer, o perispírito transmite e o corpo executa". (Allan Kardec, Obras Póstumas, item 10 do Cap. Manifestações dos Espíritos).<br />
  288. 288. 273<br />47<br />
  289. 289. 274<br />
  290. 290. 275<br />OS CENTROS DE FORÇA <br />Muito ainda falaremos sobre os centros de força ou chakras ou centros vitais. Agora, apresentaremos apenas um esboço do tema, que será revisto e aprofundado nos próximos meses, nos novos artigos e comentários que estaremos publicando no nosso portal. <br />Os centros de força são fulcros energéticos, que, por automatismo adquirido na esteira milenar da evolução, regem os trilhões de células do corpo físico e igualmente as células em outra faixa vibratória, do corpo etérico e astral, imprimindo em cada unidade os impulsos construtivos ou destrutivos da consciência imortal. Existem nas várias camadas multidimensionais ou corpos, interagindo e se correlacionado, formando uma cadeia de recepção, armazenamento e emissão de energias sutis, oriundas de cada individualidade e do oceano infinito onde vivemos, nos movemos e existimos. São encontrados às centenas em todo o nosso complexo fisiopsíquico, mas aqui, destacamos apenas os primordiais classificando em dez, como anteriormente já havíamos mencionado. <br />Os chakras se relacionam com as várias redes plexiformes existentes no organismo e estão veiculados diretamente a inúmeras glândulas endócrinas, transformando energia de diferentes dimensões ou de faixas vibracionais específicas em alterações fisiológicas, hormonais, teciduais, celulares, etc. O pensamento, antes de ser emitido atuando sobre ambientes, pessoas e objetos, circula em circuito fechado, pelos nossos chakras.<br />
  291. 291. 276<br />Os centros de força podem ser descritos como estruturas duais à semelhança de inúmeros órgãos do nosso organismo. São classificados como anteriores e posteriores ou dorsais e interagem em mecanismos complexos de recepção, armazenamento e emissão. Podem também ser definidos como órgãos únicos, holográficos, estruturados em duas metades bipolares, que desempenham funções semelhantes e complementares: <br />"A bipolaridade é lei geral a manifestar-se naturalmente na universalidade dos fenômenos físicos ocorrentes em nosso orbe". (Áureo, Universo e Vida, Cap. V, Item 11). <br />Na figura 51, visualizamos a aura em um padrão de uma única camada azulada, sem evidência das outra dimensões, sendo destacados os centros de força: Coronário, Frontal ou Cerebral, Ajna e o Laríngeo ou da Garganta. Vemos, perfeitamente e de forma mais reduzida, os microtúbulos, inclusive passando a visão de pétalas ou raios em movimento (vide o centro laríngeo na imagem). Na figura 52, notamos os mesmos chakras, vistos em detalhes na face anterior e posterior, ou seja: Frontal anterior e posterior, Ajna anterior e posterior (na verdade é um chakra menor conjugado ao frontal dorsal, formando uma unidade), Laríngeo anterior e posterior.<br />
  292. 292. 277<br />As imagens 53, 54 e 55 destacam os outros fulcros energéticos em suas feições anteriores e posteriores: Cardíaco anterior e posterior (também chamado de umeral), Gástrico ou Solar anterior e posterior, Esplênico anterior e posterior, Umbilical anterior e posterior, Genésico ou Sexual anterior e posterior (também denominado de básico) e o Fundamental que poderia ser classificado como o posterior do Coronário. <br />As figuras de 56 a 60, em diferentes ângulos, mostram os centros anteriores e posteriores destacando alguns órgãos físicos e dando a dimensão da interação e complexidade dos chakras:<br />"Do centro coronário, que lhe serve de sede, a mente estabelece e transmite a todo o seu cosmo vital os seus padrões de consciência e de manifestação, determinando o sentido, a forma e a direção de todas as forças orgânicas, psíquicas e físicas, que se lhe subordinam. <br />Por meio do centro cerebral, governa então as atividades sensoriais e metabólicas, enquanto controla a respiração, a circulação sangüínea, as reservas hemáticas, o sistema digestivo e as atividades genésicas, por meio, respectivamente, dos centros laríngeo, cardíaco, esplênico, gástrico e genésico". (Áureo, Universo e Vida, Cap. V, Item 19). <br />
  293. 293. 278<br />53<br />5252<br />52<br />55<br />
  294. 294. 279<br />58<br />
  295. 295. 280<br />OS CENTROS DE FORÇA ANTERIORES E POSTERIORES <br />Além das atribuições fisiológicas, os centros vitais também desempenham funções psíquicas e estão relacionados com certas capacidades de percepções, sendo núcleos importantíssimos em vários processos mediúnicos. Isso porque os chakras formam uma rede complexa de assimilação, armazenamento e emissão de vibrações ou energias mentais ou sutis, e hoje, pelos conceitos da física quântica, não só a energia, mas até a matéria pode ser descrita como informação

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