Completo relevo brasileiro

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Completo relevo brasileiro

  1. 1. ESTRUTURA GEOLÓGICA
  2. 2. ESTRUTURA GEOLÓGICA
  3. 3. AGENTES INTERNOS DO RELEVO  Tectonismo  Sismos  Vulcanismo
  4. 4. Teoria da Tectônica de Placas As placas que compõem a litosfera deslocam-se horizontal e verticalmente devido a forças oriundas do interior da Terra Tectonismo
  5. 5. Horizontais: orogênese. Originam grandes cadeias de montanhas Verticais: epirogênese. Originam rebaixamentos e soerguimentos de porções da crosta (falhamentos)
  6. 6. Topografia do Atlântico Norte
  7. 7. Teoria da Deriva Continental - Alfred Wegener (1915)
  8. 8. Teoria da Tectônica de Placas - Harry Hess (1960)
  9. 9. Oceânico/Continental Ex.: Placa sul-americana e placa de Nazca (Cordilheira dos Andes)
  10. 10. Continental/Continental Ex.: Placa Indiana e placa Euro-asiática (Cordilheira do Himalaia e Planalto do Tibet)
  11. 11. Oceânico/Oceânico Ex.: Japão e Ilhas Aleutas.
  12. 12. Sismos A conseqüência do choque entre placas tectônicas são chamadas de abalos sísmicos ou terremotos
  13. 13. Ondas Sísmicas
  14. 14. Terremotos
  15. 15. Terremoto na Ásia - Dez./2004
  16. 16. Países onde as mortes ocorreram Mortes Feridos Desaparecidos Desabrigados Confirmado Estimado 1 Indonésia 126.915 +126.915 ~100.000 37063 400.000 - 700.000 Sri Lanka 30957 38195 15686 5637 2 ~573.000 Índia 10749 16413 — 5640 380.000 Tailândia 5395 3 11000 8457 2932 — Somália 298 298 — — 5000 Myanmar (Burma) 61 290– 600] 45 200 3200 confirmados Malásia 68– 74 74 299 — — Maldivas 82 108 — 26 12000– 22000 Seychelles 1– 3 3 — — — Tanzânia 10 +10 — — — Bangladesh 2 2 — — — África do Sul 2 4 2 — — — Quênia 1 2 2 — — Iêmen 1 1 — — — Madagascar — — — — +1000 Total 174.542 ~193.623 ~125.000 ~51498 ~1,5 milhão Terremoto na Ásia - Dez./2004 – Número de Vítimas
  17. 17. Descrição Magnitude Efeitos Frequência Micro < 2,0 Micro tremor de terra, não se sente [1] . ~ 8000 por dia Muito pequeno 2,0-2,9 Geralmente não se sente mas é detectado/registado. ~1000 por dia Pequeno 3,0-3,9 Frequentemente sentido mas raramente causa danos. ~49000 por ano Ligeiro 4,0-4,9 Tremor notório de objectos no interior de habitações, ruídos de choque entre objectos. Danos importantes pouco comuns. ~ 6200 por ano Moderado 5,0-5,9 Pode causar danos maiores em edifícios mal concebidos em zonas restritas. Provoca danos ligeiros nos edifícios bem construídos. 800 por ano Forte 6,0-6,9 Pode ser destruidor em zonas num raio de até 180 quilómetros em áreas habitadas. 120 por ano Grande 7,0-7,9 Pode provocar danos graves em zonas mais vastas. 18 por ano Importante 8,0-8,9 Pode causar danos sérios em zonas num raio de centenas de quilómetros. 1 por ano Excepcional 9,0 < Devasta zonas num raio de milhares de quilómetros. 1 a cada 20 anos A Escala Richter – Elaborada em 1935, por Charles Francis Richter e Beno Gutemberg. Maior registro: 9,5 na escala Richter, Chile (1960).
  18. 18. Vulcanismo Expulsão de magna, rocha e gás do interior da Terra.
  19. 19. Vulcão Santa Helena
  20. 20. OS AGENTES EXTERNOS TRANSFORMADORES DO RELEVO • O VULCANISMO, O TECTONISMO E OS TERREMOTOS SÃO AGENTES INTERNOS QUE MODIFICAM O RELEVO. • OS AGENTES EXTERNOS SÃO AQUELES QUE CONJUNTAMENTE MODELAM E MODIFICAM O RELEVO TERRESTRE. • OS PRINCIPAIS AGENTES EXTERNOS SÃO :ÁGUA, VENTO, GELO E OS SERES VIVOS. • A ROCHA QUANDO EXPOSTA SOFRE UM DESGASTE PROVOCADO PELAS CONDIÇÕES CLIMÁTICAS .ESSE PROCESSO DE DESAGREGAÇÃO DA ROCHA RECEBE O NOME DE INTEMPERISMO • O INTEMPERISMO PODE SER DE TRÊS TIPOS : • INTEMPERISMO FÍSICO:OCORRE ONDE HÁ GRANDE OSCILAÇÃO DE TEMPERATURA. AS ROCHAS EXPOSTAS À TEMPERATURAS ELEVADAS SE DILATAM E, EM TEMPERATURAS BAIXAS, SE COMPRIMEM • INTEMPERISMO QUÍMICO : OCORRE PELA ATUAÇÃO DA ÁGUA, PROVOCANDO ALTERAÇÕES NA COMPOSIÇÃO MINERAL DAS ROCHAS. • INTEMPERISMO BIOLÓGICO:OCORRE PELA ATUAÇÃO DAS RAÍZES DAS PLANTAS QUE NASCEM NAS FENDAS ENTRE AS ROCHAS E, QUANDO CRESCEM, VÃO OCUPANDO MAIS ESPAÇO E PROVOCANDO A QUEBRA DAS ROCHAS E A FORMAÇÃO DE SEDIMENTOS
  21. 21. AÇÃO DO VENTO • OS VENTOS SÃO RESPONSÁVEIS PELA EROSÃO EÓLICA, QUE CONSISTE NA RETIRADA DE SEDIMENTOS, OU SEJA, PEQUENOS FRAGMENTOS COMO GRÃOS DE AREIA, DAS ROCHAS. ARCO DELICADO, NO PARQUE DOS ARCOS , EM UTAH(E.U.A)
  22. 22. FORÇA DOS VENTOS • A FORÇA DOS VENTOS TAMBÉM DESLOCA COM INTENSIDADE GRANDES QUANTIDADES DE SEDIMENTOS , QUE, AO SEREM DEPOSITADOS, FORMAM MONTES DENOMINADOS DUNAS DUNAS DE GENIPABU (RN)
  23. 23. AÇÃO DO GELO • As geleiras são grandes massas de gelo duradouras,formadas nas regiões continentais extremamente frias. • As massas de gelo das águas de lagos ou mares congelados, como as que ocorrem no oceano Glacial ÁRTICO e nos mares do entorno da Antártida, não se constituem em geleiras, pois não agem sobre as áreas continentais.
  24. 24. No litoral da Noruega , da Islândia ,da Groelândia e de outros países, a erosão glacial cavou no relevo inúmeros vales em forma de U , dando origem aos fiordes, que são braços de mar escavados em litorais montanhosos
  25. 25. AÇÃO DA ÁGUA A água constitui o elemento mais importante no modelamento do relevo.Uma boa parte da água que cai em forma de chuva ou de neve escoa pela superfície em direção aos riachos, rios e lagoas.
  26. 26. AÇÃO DAS ÁGUAS MARINHAS A AÇÃO EROSIVA DAS ÁGUAS MARINHAS OCORRE BASICAMENTE NO PONTO DE CONTATO ENTRE OS OCEANOS E OS CONTINENTES
  27. 27. As restingas são resultado do acúmulo de sedimentos promovidos pelo trabalho dos oceanos.Elas são formadas quando as ondas depositam areia principalmente próximo à foz dos rios,produzindo assim cordões arenosos.Quando o depósito de areia trazido pelas águas marinhas promove a ligação de uma ilha ao continente, formam-se os tômbolos
  28. 28. Recifes –rochedos constituídos por arenito ou acúmulo de carapaças de certos animais que se encontram submersos ou em pequena profundidade, situados próximo às costas e lagos de água salgada, que geralmente se formam entre bancos de areia que servem como barragens.
  29. 29. AÇÃO DO HOMEM SOBRE O RELEVO • AS SOCIEDADES HUMANAS DA MESMA FORMA QUE OS AGENTES NATURAIS TAMBÉM INTERFEREM NO MODELAMENTO DO RELEVO. • PARA CONSTRUIR ESTRADAS, ABREM TÚNEIS, CORTAM MORROS E SOTERRAM VALES. PARA PLANTAR RETIRAM A VEGETAÇÃO ORIGINAL.... • A AÇÃO HUMANA NO CAMPO, MUITAS VEZES , EXPÕE O SOLO À AÇÃO DOS VENTOS E DAS CHUVAS, O QUE INTENSIFICA O PROCESSO EROSIVO, PROVOCANDO A FORMAÇÃO DE ENORMES VALAS CONHECIDAS COMO VOÇOROCAS
  30. 30. Formação geológica do Brasil O Brasil é formado predominantemente por terrenos antigos datados do pré-cambriano, recobertos em grandes extensões por espessos mantos sedimentares antigos e recentes.
  31. 31. Escudos Cristalinos Os escudos cristalinos abrangem cerca de 36% da superfície brasileira, datando 32% do Arqueozóico e 4% do Proterozóico (presença de minerais metálicos e pedras preciosas).
  32. 32. Bacias Sedimentares Cerca de 64% do território brasileiro é coberto por bacias sedimentares, parte de formação antiga (paleo-mesozóico) e parte de formação recente (cenozóico).Presença de jazidas de carvão mineral e de petróleo.
  33. 33. Relevo do Brasil • As baixas altitudes que caracterizam o relevo brasileiro deve-se: • - por ser formado em grande parte por terrenos muito antigos; • - ter sofrido intenso desgaste por processos erosivos; • - pela ausência de dobramentos modernos (Cenozóico). • É um país de planaltos baixos e de planícies também baixas hoje divididas em planícies verdadeiras e depressões relativas.
  34. 34. Diversas classificações do relevo no Brasil
  35. 35. Segundo Aroldo de Azevedo, há no Brasil 2 planaltos e 4 planícies
  36. 36. Segundo a classificação do professor Aziz Ab'Saber , há no Brasil 7 planaltos e 3 planícies
  37. 37. O professor Jurandyr Ross identifica as depressões além dos já conhecidos planaltos e planícies e como muda o critério altimétrico, mudarão também os planaltos e as planícies numa versão inovadora.
  38. 38. • Está assentado sobre o Escudo das Guianas, de base cristalina, ocupa a porção mais setentrional do país. • Este bloco pode ser entendido em duas sub-partes: • a região serrana onde se localizam os picos mais elevados do país como o Pico da Neblina com 3014m e o pico 31 de Março com 2992m , ambos na serra do Imeri. • Planalto Norte-Amazônicos com altitudes de 200m a 300m de altitude. Planalto da Guianas
  39. 39. Planalto Brasileiro Trata-se de um grande setor de terras entremeadas de escudos cristalinos e bacias sedimentares antigas, ocupa a porção central, oriental e sul do país. Subdividido em: Central; Nordestino; Serras e planaltos do Leste e Sudeste; Meridional e Uruguaio Sul-Rio-Grandense
  40. 40. PLANALTO CENTRAL • Como seu próprio nome diz, esse planalto está posicionado no setor central do Brasil, abrangendo terras meridionais da região Norte, da porção ocidental do Nordeste, quase todo o Centro oeste e uma pequena porção do Sudeste referente ao noroeste de MG (segundo Aroldo Azevedo). • É uma região formada por planaltos cristalinos bastante desgastados intercalados a planaltos sedimentares de aspecto tabuliforme denominados chapadas ou chapadões.
  41. 41. Planalto Atlântico-Setor Nordestino • O setor nordestino com a presença de chapadas ou serras, nomes que são utilizados alternadamente para os mesmos acidentes geográficos. • Segundo Ab'Saber esse seria o Planalto Nordestino, segundo Ross a depressão sertaneja somada à do São Francisco com uma forma planáltica notável que é o Planalto de Borborema.
  42. 42. Serras e Planaltos do Leste e Sudeste • Essa é a porção do relevo brasileiro que se destaca por vários motivos, um deles é devido à grande ocupação humana e econômica , a sua riqueza mineral e destaca-se também por ser a área de relevo mais "movimentado" com presença da Serra do Mar, a Serra da Mantiqueira, a Serra do Espinhaço, a Serra da Canastra , num complexo montanhoso identificado como "mar de morros" de origem cristalina muito antigos, extremamente trabalhados , com formas que se assemelham a "meia laranja" ou ao "pão de açúcar".
  43. 43. PLANALTO MERIDIONAL • Esse planalto ocupa quase a totalidade da porção sul do Brasil, abrangendo parte do Sudeste (SP) e também parte do Centro Oeste MS) e a quase totalidade da região Sul, coincidindo em muito com a Bacia sedimentar Paranaica. • Esse planalto é dividido em duas partes, a Depressão Periférica e o Planalto Arenito- Basáltico.
  44. 44. A Depressão Periférica corresponde a uma grande faixa alongada de sedimentos antigos paleomesozóicos, encaixada entre o Planalto Atlântico e os Planaltos da Bacia do Paraná, é contínuo de SP até o estado de SC, passando pelo PR. O planalto Arenito-basáltico apresenta uma topografia com caída do leste para oeste. Os rios dessa área como o Tietê, Ivaí, Iguaçu correm para o interior do país e não diretamente para o litoral. Ocorre a formação de um tipo de "serras" muito particular denominado relevo de cuestas, com uma borda abrupta de um lado e um declive suave na direção inversa , as cristas dessas cuestas são denominadas "frentes de cuestas".
  45. 45. PLANÍCIE AMAZÔNICA • A Planície Amazônica é uma fina faixa de planícies ao longo do rio Amazonas e seus afluentes, correspondendo apenas a 5% daquela grande área. • Os 95% restantes da antiga planície, são hoje classificados como sendo baixos planaltos amazônicos ou como depressão marginal norte ou depressão marginal sul amazônicas.
  46. 46. PLANÍCIE DO PANTANAL • Essa unidade do relevo nacional acha-se localizada na porção ocidental do MS, corresponde a uma área de sedimentação recente, do quaternário e por esse motivo não apresenta altitudes superiores a 100 metros, sendo a mais típica planície brasileira, unanimidade entre os diversos pesquisadores. • Corre por esse terreno a bacia do rio Paraguai , com rios navegáveis que na época das chuvas acaba por apresentar uma grande extensão de terras alagadas mas não pantanosas como sugere o nome da região.
  47. 47. PLANÍCIES E TABULEIROS LITORÂNEOS • Essa planície corresponde a uma faixa que inicia na região Norte , estendendo-se até a região Sul , ora mais larga ora mais estreita. • É interrompida às vezes pela presença das estruturas cristalinas, principalmente na região Sudeste. • Na fachada oriental do Nordeste ocorrem as Barreiras que são pequenas falésias sedimentares próximo às praias. • Bem ao sul do país há formação de lagoas ou lagunas muito grandes como a Lagoa Mirim e a Lagoa dos Patos que tem na saída de sua imensa restinga a importante cidade portuária do Rio Grande
  48. 48. RELEVO DE SANTA CATARINA • Observando-se o mapa do relevo de Santa Catarina, nota-se um relevo bem acidentado com grande predominância das terras planálticas, 77% do território acha-se acima dos 300 metros e 64% dentro da faixa dos 800 metros a 1000 metros acima do nível do mar. • A altitude média das terras catarinenses é a maior do país se comparada com todas as demais unidades da federação
  49. 49. FORMAS DO RELEVO BRASILEIRO  Escudos cristalinos: 36%  Bacias sedimentares: 64% Escudos Cristalinos - Armazenamento de jazidas minerais - Ferro - Níquel - Ouro - Prata - Chumbo - Diamantes Bacias Sedimentares - Produção de Combustíveis fósseis - Petróleo - Carvão Mineral - Xisto Betuminoso - Urânio - Materiais de construção - Cascalho, areia, calcáreo
  50. 50. Petróleo: formação
  51. 51. Subdivisão do Relevo Brasileiro  Plataformas ou crátons: terrenos antigos, atingidos por processos erosivos. - Plataforma das Guianas - Plataforma Sul-Americana - Plataforma do São Francisco
  52. 52.  Dobramentos antigos: Três antigas cadeias montanhosas, desgastadas por erosão (Pré- cambriano 4,5 – 2 bilhões de anos) - Cinturão do Atlântico - Cinturão de Brasília - Cinturão do Paraguai-Araguaia
  53. 53.  Bacias Sedimentares: receberam sedimentos marinhos e continentais durante a evolução geológica. - Bacia da Amazônia - Bacia do Parnaíba ou Maranhão - Bacia do Paraná
  54. 54.  Aroldo Azevedo (1949) - Associar as grandes unidades do relevo à terminologia geológica. - A topografia e as características geológicas. - Individualização e a simplificação das unidades. CLASSIFICAÇÕES DO RELEVO
  55. 55.  Aziz Nacib Ab’Saber (1962) - Diferenciar o que é a estrutura geológica e o relevo propriamente dito. - Denominações regionais - Influência dos climas sobre a estrutura geológica
  56. 56.  Jurandyr Ross (1995) - Fruto do Projeto Radam Brasil. - Planalto: superfície irregular, com altitude acima de 300m, resultante de erosão. - Planície: superfície plana, com altitude inferior a 100m, formada pelo acúmulo de sedimentos. - Depressão: intensa ação erosiva nas bordas das bacias sedimentares.
  57. 57. OS AGENTES EXTERNOS TRANSFORMADORES DO RELEVO • O VULCANISMO, O TECTONISMO E OS TERREMOTOS SÃO AGENTES INTERNOS QUE MODIFICAM O RELEVO. • OS AGENTES EXTERNOS SÃO AQUELES QUE CONJUNTAMENTE MODELAM E MODIFICAM O RELEVO TERRESTRE. • OS PRINCIPAIS AGENTES EXTERNOS SÃO :ÁGUA, VENTO, GELO E OS SERES VIVOS. • A ROCHA QUANDO EXPOSTA SOFRE UM DESGASTE PROVOCADO PELAS CONDIÇÕES CLIMÁTICAS .ESSE PROCESSO DE DESAGREGAÇÃO DA ROCHA RECEBE O NOME DE INTEMPERISMO • O INTEMPERISMO PODE SER DE TRÊS TIPOS : • INTEMPERISMO FÍSICO:OCORRE ONDE HÁ GRANDE OSCILAÇÃO DE TEMPERATURA. AS ROCHAS EXPOSTAS À TEMPERATURAS ELEVADAS SE DILATAM E, EM TEMPERATURAS BAIXAS, SE COMPRIMEM • INTEMPERISMO QUÍMICO : OCORRE PELA ATUAÇÃO DA ÁGUA, PROVOCANDO ALTERAÇÕES NA COMPOSIÇÃO MINERAL DAS ROCHAS. • INTEMPERISMO BIOLÓGICO:OCORRE PELA ATUAÇÃO DAS RAÍZES DAS PLANTAS QUE NASCEM NAS FENDAS ENTRE AS ROCHAS E, QUANDO CRESCEM, VÃO OCUPANDO MAIS ESPAÇO E PROVOCANDO A QUEBRA DAS ROCHAS E A FORMAÇÃO DE SEDIMENTOS
  58. 58. AÇÃO DO VENTO • OS VENTOS SÃO RESPONSÁVEIS PELA EROSÃO EÓLICA, QUE CONSISTE NA RETIRADA DE SEDIMENTOS, OU SEJA, PEQUENOS FRAGMENTOS COMO GRÃOS DE AREIA, DAS ROCHAS. ARCO DELICADO, NO PARQUE DOS ARCOS , EM UTAH(E.U.A)
  59. 59. FORÇA DOS VENTOS • A FORÇA DOS VENTOS TAMBÉM DESLOCA COM INTENSIDADE GRANDES QUANTIDADES DE SEDIMENTOS , QUE, AO SEREM DEPOSITADOS, FORMAM MONTES DENOMINADOS DUNAS DUNAS DE GENIPABU (RN)
  60. 60. AÇÃO DO GELO • As geleiras são grandes massas de gelo duradouras,formadas nas regiões continentais extremamente frias. • As massas de gelo das águas de lagos ou mares congelados, como as que ocorrem no oceano Glacial ÁRTICO e nos mares do entorno da Antártida, não se constituem em geleiras, pois não agem sobre as áreas continentais.
  61. 61. No litoral da Noruega , da Islândia ,da Groelândia e de outros países, a erosão glacial cavou no relevo inúmeros vales em forma de U , dando origem aos fiordes, que são braços de mar escavados em litorais montanhosos
  62. 62. AÇÃO DA ÁGUA A água constitui o elemento mais importante no modelamento do relevo.Uma boa parte da água que cai em forma de chuva ou de neve escoa pela superfície em direção aos riachos, rios e lagoas.
  63. 63. AÇÃO DAS ÁGUAS MARINHAS A AÇÃO EROSIVA DAS ÁGUAS MARINHAS OCORRE BASICAMENTE NO PONTO DE CONTATO ENTRE OS OCEANOS E OS CONTINENTES
  64. 64. As restingas são resultado do acúmulo de sedimentos promovidos pelo trabalho dos oceanos.Elas são formadas quando as ondas depositam areia principalmente próximo à foz dos rios,produzindo assim cordões arenosos.Quando o depósito de areia trazido pelas águas marinhas promove a ligação de uma ilha ao continente, formam-se os tômbolos
  65. 65. Recifes –rochedos constituídos por arenito ou acúmulo de carapaças de certos animais que se encontram submersos ou em pequena profundidade, situados próximo às costas e lagos de água salgada, que geralmente se formam entre bancos de areia que servem como barragens.
  66. 66. AÇÃO DO HOMEM SOBRE O RELEVO • AS SOCIEDADES HUMANAS DA MESMA FORMA QUE OS AGENTES NATURAIS TAMBÉM INTERFEREM NO MODELAMENTO DO RELEVO. • PARA CONSTRUIR ESTRADAS, ABREM TÚNEIS, CORTAM MORROS E SOTERRAM VALES. PARA PLANTAR RETIRAM A VEGETAÇÃO ORIGINAL.... • A AÇÃO HUMANA NO CAMPO, MUITAS VEZES , EXPÕE O SOLO À AÇÃO DOS VENTOS E DAS CHUVAS, O QUE INTENSIFICA O PROCESSO EROSIVO, PROVOCANDO A FORMAÇÃO DE ENORMES VALAS CONHECIDAS COMO VOÇOROCAS

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